Archive for the ‘Distribuidores de Resinas’ Category

Adirplast tem recuperação de vendas em Junho e Julho e prevê segundo semestre estável

05/09/2020

Volume total de vendas dos associados da Adirplast no mês de julho foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 toneladas (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET)

Mesmo com a pandemia afetando todos os setores da economia brasileira, os associados da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estão conseguindo recuperar parte de suas vendas. Segundo a entidade, a demanda no mês de julho foi 23% maior do que a de junho, que já tinha apresentado uma tendência de alta. “A recuperação é gradual. Junho foi 31,1% maior que maio, que por sua vez foi 11,8% maior que abril – pior mês do histórico da associação”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas total dos associados Adirplast (incluindo todas as resinas e os filmes BOPP e BOPET) de janeiro a julho de 2020 foi de 259.041 toneladas. Comparando esse período com os mesmos meses de 2019, houve uma queda de 6,9% nas vendas. Considerando os volumes por grupo de produtos, em julho deste ano foram vendidos pelas empresas associadas à entidade 36.560 toneladas das commodities PEs, PP e PS, 2.663 toneladas de plástico de engenharia (PA6, PA6.6, PMMA, PC, PBT, ABS-SAN, POM e PU) e 3.462 toneladas de filmes Bi-orientados (BOPP e BOPET). “Estes volumes representam cerca de 10% do consumo brasileiro de resinas plásticas, inclusive recicladas. Não entra nesta conta apenas o PVC”, observa Gonçalves.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, a retomada das vendas em junho e julho foi significativa. Porém, ainda não é capaz de neutralizar a brutal parada da economia iniciada na segunda quinzena de março e que teve seu pico em abril. “É preciso observar que, no acumulado do ano, ainda estamos em patamar 6,9% inferior ao igual período de 2019, que, diga-se de passagem, também não foi um ano de grande desempenho nem para o setor plásticos nem para a economia do país”, ratifica.

Apesar de pontuar a realidade, Cruz diz que, diante das condições atuais, em meio a uma pandemia, foi possível ver nos meses de junho e julho deste ano uma capacidade formidável de reação do mercado nacional. “Se levarmos em conta os prognósticos mais sombrios que apareciam nos noticiários, essa reação traz um alento e sinaliza um segundo semestre melhor para a economia e, consequentemente, para os setores produtivo e da distribuição. Há luz no fim do túnel!”, ressalta.

O ano teve sua história transformada pela pandemia do Covid-19, explica Daniela Antunes Guerini, diretora da Mais Polímeros. “Já no mês de março as projeções mudaram, devido à queda do volume de venda. Abril trouxe um novo cenário (um dos piores da história), volume baixo, vários pedidos de prorrogação, inadimplência e uma incerteza enorme. Maio foi o mês de controlar os problemas e tentar entender nosso mercado. Já em junho, com grande parte das Indústrias retomando suas atividades, iniciou-se uma fase de reposição de estoques na cadeia. A partir de então, os volumes subiram consideravelmente, porém, ainda não voltamos aos níveis de pré pandemia”, resume.

Para a executiva da Mais Polímeros, a demanda atual tende a se manter até outubro. “A partir do mês 10, acontece uma queda já esperada das vendas devido à redução dos estoques para fechamento do ano. Assim, estimamos que o ano termine com volumes 10% menores do que os do ano passado”.

Cláudia Savioli, diretora da Polymark, conta que este tem sido um ano de mudanças profundas na empresa e seus negócios – e não apenas pela transformação digital a qual já vinha implantando. “Esse é um período oné é necessária muita resiliência para se adaptar às mudanças e reconfigurar funções e processos”, conta Savioli. Segundo ela, o mercado de embalagens flexíveis se mostrou forte desde maio. “O setor tem conseguido reconquistar o valor das embalagens flexíveis, material versátil e de extrema importância para a conservação de outros produtos. Esse fator e mais as vendas reprimidas de abril têm feito nossa demanda crescer. Mas as margens foram apertadas”, explica.

Mesmo assim, diz Savioli, os desafios ainda não foram superados e o segundo semestre vai trazer um novo componente para o jogo: a falta de produto. “A falta de resina limita o crescimento de todo o mercado. Por isso, teremos que ter mais amplitude em estoques e diversificação, aumentar os custos de segurança e valer-nos de bons negócios e de boa comunicação, com transparência e comprometimento. Puxados pela maior demanda, os preços continuarão aumentando. Serão meses intensos”.

Para a APTA Resinas, distribuidora de plástico de engenharia, que é distribuidora exclusiva no Brasil da ExxonMobil (Metalocenos), de PP e de PE importados, apenas os meses de maio e abril foram muito ruins, conta Eduardo Cansi, diretor da empresa. “Nos demais meses, tivemos bons resultados”, conta. Assim, o executivo segue otimista e acredita que o segundo semestre siga tendência de alta apresentada nesses últimos dois meses do primeiro semestre do ano.

A percepção de que o segundo semestre seja melhor que o primeiro e siga estável é comum entre os associados da Adirplast. Todos estão cientes dos obstáculos à frente, mas acreditam também que o pior já passou. “Hoje temos um mercado mais unido. Além disso, a expectativa de mudanças podem auxiliar no crescimento do setor, tais como a da aprovação da Reforma Tributária e até mesmo do início da conscientização das pessoas e dos governantes de que o plástico não é um vilão, mas um grande aliado no que se refere a conservação de alimentos ou de cuidados com a saúde, “, finaliza Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Plastivida e Adirplast apresentam o “Programa Pellet Zero – OCS” para distribuidores de resinas plásticas

15/07/2020

Com um modelo de implementação inovador na América Latina, o Programa tem o objetivo de ajudar as empresas a evitarem eventuais perdas de pellets plásticos no ambiente

A Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins, signatária do Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo, reuniu seus associados no dia 15 de julho para apresentar o “Programa Pellet Zero – OCS®”. O evento teve a participação da Plastivida, licenciadora do Programa Internacional Operation Clean Sweep (OCS®), em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP), que mostraram o processo de implementação do Programa, que tem como objetivo auxiliar as empresas na eliminação de eventuais perdas de pellets plásticos para o ambiente.

O modelo de implementação, inovador na América Latina, segue os parâmetros estabelecidos dentro do “Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo” e baseado no Manual do Programa Pellets Zero do programa internacional “Operation Clean Sweep“, adaptado à realidade brasileira. O Manual busca atender às metas previstas pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de conservação e uso sustentável dos oceanos, assim como as metas assumidas pelos governos de diversos países e por organizações da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.

As empresas que assinam o compromisso com o Programa Pellet Zero – OCS® recebem a certificação com uma estrela. Ao longo do processo de implementação do Programa, realizado em fases, as graduações são acrescentadas a seu certificado, até atingir a pontuação máxima de 4 estrelas. Nesse momento a empresa opta por seguir os parâmetros do OCS® Blue, conseguindo, assim a quinta e última estrela. “O modelo de implementação, desenvolvido no Brasil e aprovado pelo OCS® evidencia que a certificação é um processo contínuo de desenvolvimento e monitoramento, feito de forma transparente e rastreável”, afirma o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense.

Para Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, o Programa mostra como é possível que as empresas do segmento no país alinhem seus objetivos e cresçam de forma mais sustentável: “Com esse projeto, temos a oportunidade de elevar a indústria brasileira de transformação a um patamar de excelência. É um desafio enorme e uma oportunidade única, com potencial de ganhos expressivos para toda a cadeia”, comentou.

Em junho, a implementação foi apresentada para a indústria petroquímica, signatária do “Compromisso Voluntário a Favor da Economia Circular” e para as empresas que atendem à logística dessa indústria, com o lançamento oficial do Programa em seguida.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. As associadas à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, dentro de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

O Instituto Socioambiental dos Plásticos – Plastivida atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos – suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado.

Em 2012, a Plastivida firmou um convênio com o Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP) para se capacitar e desenvolver estudos científicos para abordar as discussões sobre o tema no Brasil. Esse trabalho resultou, em 2016, no lançamento do “Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo”, que hoje conta com 18 signatários e promove estudos, interagem com players mundiais sobre o tema e gera ações práticas, tanto de educação ambiental, quanto de soluções para a questão.

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Adirplast defende que feiras do Setor de Plásticos sejam unificadas

26/06/2020

Entidade divulga documento assinado por todos os seus associados que sugere a unificação de feiras do setor de plásticos

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) distribuiu hoje uma nota para imprensa e um documento para o segmento de plásticos, com o aval de todos os seus associados, no qual enuncia que “Uma feira para o setor de plástico no país basta”. Na prática, os empresários do setor de Distribuição de Plásticos enfatizam a inviabilidade de diversas feiras do setor e indicam a construção de um único e forte evento capaz de sintetizar tudo o que o setor de plásticos no país representa. “Já não é mais possível, nos tempos em que vivemos hoje, ser capaz de investir em várias feiras para o mesmo público”, concordam os membros da entidade.

Ainda segundo os associados da Adirplast, essa é uma reflexão que há muito tempo já deveria ter sido feita, mas que torna-se imprescindível agora, devido ao cenário econômico atual. “Não podemos manter altos investimentos com retorno incerto, tendo como opção as excelentes alternativas de divulgação focadas das mídias sociais. A crise mundial acentuada pela pandemia da Covid-19 tem custado a todos e não será revertida em curto espaço de tempo”, justificam os empresários.

Os membros da entidade ressaltam que acreditam no potencial desses eventos de gerar negócios ou mesmo de estreitar laços entre fornecedores e clientes, mas enfatizam que nada disso é possível sem recursos. Assim, apelam para o setor construir uma única e mais forte opção de investimento, capaz não apenas de se tornar a maior vitrine do setor produtivo de plástico do país, mas também a mais rentável.

Segue documento da Adirplast na íntegra:

“Reflexão sobre a importância de unificar as Feiras do Setor Plástico no Brasil

Com intuito de achar saídas e posicionamentos mais adequados à época em que vivemos e que ainda se desenha à nossa frente, a Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins – convida a todos do setor para uma reflexão que há tempos deveria ter sido feita, mas que foi sempre postergada. No entanto, diante do cenário atual, é imprescindível que pensemos em somar esforços e conter gastos isolados. Afinal, as empresas devem ter foco em seus investimentos mais rentáveis.

Acreditamos que as feiras são as vitrines do setor. Nelas circulam e se encontram clientes e profissionais do segmento e esses eventos também servem para fortalecimento de marca e de relacionamentos. No entanto, os custos são altos e, por isso, precisam ser repensados. Assim, sugerimos a realização de um único evento e que seja capaz de promover o que este setor tem de melhor, como os exemplos da Feira K na Alemanha, Chinaplas ou Expo Plasticos no México.

Além das limitações econômicas das empresas e da necessidade de retorno dos investimentos, ainda pesa contra os eventos as evidentes imposições de isolamento que deverão nortear a sociedade a partir da pandemia. No mais, é preciso pensar também que hoje, graças à Internet e às mídias sociais, a divulgação de novos produtos e serviços tem sido cada vez mais constante – nenhuma marca espera mais por feiras para anunciar um lançamento.

Tudo isso, ao nosso ver, conduz inapelavelmente para a unificação de uma só feira representativa do setor. E é nesse caminho que devemos seguir.

Assim, ciente da responsabilidade que lhe cabe, a Adirplast, entidade que reúne 25 distribuidores e atende mais de 7 mil empresas de transformação, além de responder pela distribuição de 10% de todo o volume consumido de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes bi-orientados do país, pede que a unificação das feiras do setor seja uma premissa conjunta para os próximos anos.

Enquanto um movimento neste sentido não é visível, temos aconselhado os nossos associados a procurarem a opção que acharem mais conveniente, de acordo com sua estratégia e foco comercial. No entanto, a unificação tende a ser uma escolha futura, não nossa, como associação, mas do próprio setor que certamente escolherá a feira de melhor retorno. Não havendo uma unificação espontânea dos eventos, ficará o mercado responsável por apontar quem deve permanecer representando o setor do plástico no Brasil.”

Sobre a Adirplast: A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Adirplast

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Vendas caem entre os distribuidores associados à Adirplast

30/05/2020

Os efeitos econômicos da pandemia estão sendo sentidos pelos associados da Adirplast. As vendas de abril deste ano caíram 43% em relação a março. A entidade ressalta, entretanto, que a a comparação do quadrimestre encerrado em abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior mostra uma redução bem menos drástica (2,5%).

A pandemia está afetando todos os setores da indústria brasileira. Os associados da Adirplast, distribuidores oficiais de resinas, plásticos de engenharia e filmes bi-orientados, também sentiram o impacto, principalmente no mês de abril. As vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) no mês passado foram de 20.069 toneladas, o que representa uma redução de 43,6% sobre março. “Esses números já nos dão uma perspectiva para os próximos meses, que serão difíceis para todo o setor”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas de plásticos de engenharia em abril deste ano foi de 1.072 toneladas, apresentando uma redução de 58,4% em relação a março. Já os filmes bi-orientados somam 2.556 t, redução de 28,9%. Mas, apesar dos números baixos, o volume total dos associados Adirplast no 1º quadrimestre de 2020 foi de 155.158 toneladas, uma redução de 2,5% em relação ao 1º quadrimestre de 2019. “Isso nos mostra que se o Brasil conseguir sair da pandemia até o início do segundo semestre do ano o mercado ainda tem tempo de se recuperar”, ressaltou Gonçalves.

O presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que uma redução da produção nos próximos meses é evidente, assim como uma desaceleração no volume produzido em 2020: “Grande parte da cadeia terá que manter suas atividades, assim como os demais setores e, apesar de todos os impactos na economia e nas atividades produtivas, seguimos confiantes em enfrentar este cenário da melhor forma possível”.

Com foco na indústria médico-hospitalar, os associados da Adirplast têm trabalhando arduamente nos últimos dois meses para atender à demanda de produtos como, por exemplo, máscaras, seringas, cateteres, frascos de álcool gel, respiradores e outros tantos itens. Além dos produtos médicos, também existem pedidos para embalagens para alimentos, bebidas, produtos de limpeza, copos, pratos e talheres descartáveis etc. “O plástico está neste momento salvando vidas e auxiliando no combate à Covid-19. Tivemos aumento nas vendas em segmentos específicos, mas em outros a demanda caiu bastante”, explica Wilson Cataldi, diretor da Piramidal, associado Adirplast.

No segmento de bio-orientados, a cautela é a mesma. Segundo Marco Antonio Sabba, da Premium Reliance, distribuidora de BOPET, a empresa sentiu que seu produto está sendo mais solicitado por determinados segmentos, mas em outros as vendas também se reduziram a quase zero. “Mas sabemos da nossa importância na cadeia e de como nosso produto é fundamental para ajudar no combate do coronavírus”, disse.

Para o mercado de plásticos de engenharia, a requisição por informações técnicas cresceu. “Tivemos um aumento significativo em requisições, sendo necessária a importação aérea para recompor estoque e manter o suprimento tanto para clientes antigos como novos. Houve também uma busca crescente por maiores informações técnicas sobre os produtos de nosso portfólio. Nós trabalhamos com uma gama extensa de polímeros avançados que atendem aos mais rigorosos requisitos da área médica. Com isso, além do fornecimento regular de materiais como as polissulfonas, já conhecidas no mercado, também há uma movimentação no sentido de introduzir aos clientes os novos materiais que vem sendo desenvolvidos por nossos fornecedores”, explicou o executivo da Master Polymers, Joel Pereira de Araújo.

Diante deste cenário, as empresas têm se adiantado na preservação de seus negócios. Jane Campos, South America Country Manager da Radici, explicou que nesse primeiro momento a Radici optou por cortar quase todos os investimentos para preservar o caixa, reduzir gastos e renegociar contratos: “Estamos estudando com cautela a situação no médio prazo. Fechamos abril com 60% das vendas; maio deve ficar em 45% e estamos prevendo uma pequena retomada para junho – cerca de 70%. Apesar da situação, acredito que vamos passar pela pandemia bem. Mesmo assim, sabemos que o mercado não voltará a 100% tão breve e estamos trabalhando com cenário de recessão para 2021”, explicou.

A executiva contou ainda que nesse momento as ações da Radici se voltaram para combater a Covid-19. “Adaptamos nossa fábrica e produzimos milhares de máscaras para doação. No Brasil doamos 6.500 Kg de poliamida para o Projeto Gama na fabricação de máscaras de proteção para médicos e trabalhadores da saúde pública. Também doamos um pequeno volume, 500 kg, para válvulas dos respiradores produzidos pela Politécnica da USP”, explica.

Para o presidente da Adirplast este é um momento único na história econômica mundial. “Precisamos estar unidos com todo segmento plástico e prontos para enfrentar a crise que será forte, mas passageira”, finalizou Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Pandemia intensifica trabalho nos Distribuidores e Transformadores de Resinas Plásticas

21/04/2020

A pandemia do Coronavírus, que tem afetado toda a economia mundial e colocado a vida de milhões de pessoas em risco, aumentou em até 20% a demanda por produtos descartáveis, principalmente das áreas médicas e farmacêutica. Nas empresas ligadas à Adirplast, o foco está em atender o mercado de maneira responsável, com o trabalho sendo feito, sempre que possível, em home office ou evitando aglomeração de pessoas

O plástico tem se mostrado um importante aliado na luta mundial contra a disseminação do Coronavírus. A descartabilidade e higiene proporcionadas pelo material são imprescindíveis. Nos últimos dias, as empresas transformadoras desses produtos revelaram ter altas na demanda, conta o presidente da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laercio Gonçalves. “Esse é um momento delicado para o mundo, em que todos estão assustados e recolhidos. Mas para garantir que não falte produto nos hospitais e gôndolas, nossos clientes, principalmente os maiores, têm trabalhado até mais. Para 70% deles, que trabalham com os segmentos de embalagens, de produtos hospitalares, de limpeza e higiene ou farmacêuticos, a demanda, inclusive, cresceu em até 20% nos últimos dias”, disse Gonçalves.

O depoimento de Gonçalves está de acordo com o relatório divulgado pela Bloomberg NEF. O documento mostra que as preocupações com a higiene dos alimentos devido ao Covid-19 devem aumentar o uso de embalagens plásticas. “Neste momento, sabemos da importância de nosso papel como distribuidores oficiais e estamos trabalhando para corresponder à demanda de nossos clientes e não deixar faltar produtos essenciais ao mercado”, explicou o presidente da Adirplast.

O país ainda não está no momento mais crítico desta crise, por isso, é preciso cautela ao avaliar a situação e tentar prever o mercado, ressaltou Gonçalves. “Esse é um problema que deve se prorrogar por algum tempo. Por isso, estamos trabalhando para evitar que a produtividade caia bruscamente, como na China, onde caiu em dois terços.”

Entre as empresas ligadas à entidade, os associados estão atentos às principais oscilações do cenário e às diferentes informações que chegam a cada dia. Para evitar a disseminação entre seus quadros de funcionários, a ordem é, quando possível, fazer home office. “Quando não, temos pedido para que se evite a aglomeração de pessoas nos escritórios e unidades e estimulamos frequentemente as boas práticas de higiene”, explicou o executivo.

Mercado em 2020

O Coronavírus vai passar, confia o presidente da entidade. “Esse é um problema pontual que iremos superar. Daí, acredito que os mercados, além do setor plástico, devam se restabelecer e apresentar, inclusive, certo crescimento”.

Há outros dois fatores, no entanto, que preocupam mais Gonçalves no que diz respeito a mercado. O primeiro deles é a limitação da produção por parte dos grandes players mundiais. “Isso tem feito com que estejamos passando por um momento de escassez de matérias-primas plásticas. A falta de matéria-prima, aliada a outros problemas como alta do dólar, queda do preço do barril de petróleo e ao próprio desempenho da indústria, pode certamente promover não apenas uma maior oscilação dos preços das resinas, mas a instabilidade do negócio em si”.

Assim como o Coronavírus, o atraso na aprovação, pelo governo, de uma reforma tributária que promova um equilíbrio fiscal maior no país é outro entrave que os distribuidores de resinas esperam ver eliminado o mais rapidamente possível do país.

Mercado em 2019

Entre os associados Adirplast, considerando as vendas das commodities (PEs+PP+PS), foi observado um crescimento médio de 2,0% a.a, entre o período de 2015 e 2019. Em 2019, o crescimento de vendas entre essas resinas foi de 5,9% em relação a 2018. “Passamos de 372.632 toneladas vendidas em 2018, para 394.530 toneladas no ano passado”, explicou o presidente da associação.

Para mais informações sobre os números da entidade entre 2015 e 2019, acesse:

http://Adirplast.org.br/vendas-dos-associados-Adirplast/

http://Adirplast.org.br/wp-content/uploads/2020/02/Adirplast-2015-2019.pdf.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Quantiq expande sua atuação no mercado de plásticos

30/12/2019

A Quantiq, empresa distribuidora de produtos químicos no Brasil, reforça sua atuação no mercado plástico, com foco nos segmentos de masterbatch e compostos plásticos.

Oferecendo soluções direcionadas para seus clientes, a distribuidora aprimora seu portfólio de produtos para o mercado de plásticos. “A Quantiq já comercializava produtos para o mercado plástico, presentes no portfólio de outros segmentos, como tintas e adesivos. Agora, queremos oferecer soluções específicas para esse nicho, que atendam da melhor forma às necessidades de nossos clientes”, afirma Ricardo Verona, Head de Marketing de Materials da Quantiq.

Frente a este movimento, a Quantiq também anuncia a parceria com a Jiyi, empresa produtora de aditivos de polímeros, para a distribuição da linha de antioxidantes. “Nosso portfólio está em constante desenvolvimento. Identificamos que a linha de antioxidantes é uma das prioridades do mercado, por isso, apostamos nela para iniciar nossa parceria com a Jiyi”, completa Verona.

Além disso, a distribuidora oferece produtos de mais 5 representadas para o mercado de plástico:

  • DDC Lansco: pigmentos orgânicos, inorgânicos e a linha de vanadatos de bismuto;
  • Chemours: dióxido de titânio;
  • Oxiteno: solventes, tensoativos e especialidades (ex: o antiestético Alkolan CD 90);
  • Chitec: aditivos para proteção UV (HALS e Absorvedores UV);
  • Sinochem: branqueadores ópticos;

Adicionalmente, a Quantiq oferece uma série de óleos formulados In House.

A empresa também reestruturou seu quadro de funcionários, com um gerente de contas dedicado ao segmento para atender às demandas dos clientes de forma especializada e consultiva. Leandro Souza, que tem mais de 8 anos de experiência neste setor, começou na Quantiq em Agosto/2019. Anteriormente, o profissional atuou em empresas como Produmaster, Cromex e Braschemical, trabalhando nas áreas de desenvolvimentos de produtos e gestão de negócios.

“Queremos ser referência de atendimento no mercado plástico, oferecendo novas soluções em produtos e serviços. Nossa atuação visa o desenvolvimento de parcerias com fornecedores e clientes, buscando o crescimento sólido e sustentável” finaliza Verona.

A Quantiq pertence a GTM Holdings S.A. Com atuação em diversos segmentos do mercado, possui portfólio com mais de 1.000 produtos divididos entre especialidades, industriais e customer solutions, oferecendo soluções para mais de 5 mil clientes. Atua em todo o país e conta com centros de distribuição e escritórios nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Além da distribuição de produtos químicos, a Quantiq oferece ao mercado prestação de serviços de industrialização, envase, armazenagem de produtos químicos embalados e granel, gestão de processos de importação, além de laboratório de controle de qualidade e uma unidade produtora de lubrificantes.

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Vendas de associados da Adirplast crescem 6% em 2019

21/12/2019

A entidade realizou seu Encontro de Final de Ano 2019 com associados, fornecedores e convidados. Na oportunidade, homenageou importantes personalidades do setor de plástico.

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) divulgou os resultados obtidos pelas empresas associadas neste ano. Houve um aumento total de 6% do volume comercializado em relação a 2018. Em relação as commodities (PE + PP + PS), o volume vendido foi de 398,5 kt, resultado 6,9% superior ao obtido em 2018. Já entre os plásticos de engenharia, a demanda em 2019 foi de 51,5 kt, 5,5% acima de 2018.

“Este ano tivemos muitos desafios e enfrentamos as muitas intempéries do nosso país e do mundo, mas estamos vencendo. Resistimos ao burocrático sistema tributário brasileiro, que cria brechas para um tipo de concorrência descompromissada com a lei e, portanto, desleal. Também foi mais um ano de economia fraca e, além disso, temos convivido com as campanhas diárias contra o plástico, as quais vilanizam um produto que sabiamente ajuda a sociedade a evoluir em diversas áreas”, afirmou o presidente da Adirplast, Laercio Gonçalves, no evento de encerramento do ano da entidade, que aconteceu em São Paulo, no último dia 05.

Em seu discurso, Gonçalves também reforçou a importância da entidade: “Temos trabalhado para que a Adirplast seja um instrumento capaz de transformar o debate dos desafios em ações que contribuam para um salto de qualidade em nosso setor”.

Apresentações

Além da divulgação dos resultados, o evento da Adirplast ainda contou com duas apresentações para os empresários presentes. Na primeira delas, Fabiana Quiroga Garbin, diretora de Economia Circular da Braskem, mostrou a importância do plástico para o desenvolvimento da sociedade e a necessidade de investir na economia circular: “Temos que trazer informação e conscientizar a população de que o plástico não é um vilão e como é possível reaproveitá-lo inúmeras vezes”, explicou Quiroga.

A segunda apresentação foi do economista Alexandre Schwartsman, que falou dos cenários econômicos para 2020. “A recuperação é extraordinariamente lenta. É preciso que no próximo ano o foco continue sendo nas reformas como a tributária, fiscal e administrativa”, explicou.

Adirplast e Abiplast – Durante o evento, Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, e José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, assinaram o protocolo de intenção do projeto de integração da cadeia do plástico ao programa “Nos Conformes” da SEFAZ – SP. O objetivo é apresentar o plano até junho de 2020. Mais informações sobre o programa: https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/nosconformes

Homenagens

Na ocasião, a Adirplast também homenageou quatro personalidades: Jane Campos, da RadiciGroup, pelo excelente relacionamento entre a petroquímica com a distribuição; José Ricardo Roriz Coelho, pelo reconhecimento do trabalho feito para o setor no arranjo das questões tributárias; Alexandre Turra, professor da USP, pelo conhecimento agregado do setor de plásticos à Economia Circular, e João Rodrigues, da Thati Polímeros, como associado destaque do ano de 2019, pelo compromisso demonstrado com a entidade.

Na ocasião, a entidade também destacou a importância da vereadora de São Paulo, Janaina Lima, em prol do setor do plástico. “É necessário abrir o diálogo sobre a importância do plástico. Sem vilanizar ou criar leis que apenas proíbem. É preciso abrir. É preciso debater novas políticas”, disse ela no evento.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 15%% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, cerca de 65% dos transformadores de plásticos no Brasil.

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Adirplast cria selo Distribuição Sustentável, com o qual pretende promover ações sustentáveis dentro da cadeia do plástico

28/09/2019

Com o intuito de fazer emergir e dar mais visibilidade a ações sobre o uso consciente do plástico e incentivar o seu correto descarte e reaproveitamento, a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acaba de lançar a campanha: Distribuição Sustentável. Por meio dela, apóia e ajuda a promover e diferentes projetos: “É nosso papel, como distribuidores oficiais e parte da cadeia do plástico, apresentar soluções para diminuir o uso irracional da matéria-prima, além de trabalhar para que o descarte adequado seja feito e os materiais recolhidos sejam reciclados. É preciso tirar as idéias do papel e colocá-las em prática”, explica Laercio Gonçalves, presidente da associação.

A campanha Distribuição Sustentável deve funcionar como conscientizador de empresas e fornecedores ligados à entidade. “Os associados Adirplast têm uma carteira com 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos e este é um excelente começo para começar a nossa campanha”, conta Gonçalves.

Toda a campanha foi pensada para dar visibilidade para os projetos que a Adirplast já vem apoiando e colocá-los sob um selo que irá mostrar ao mercado a preocupação de todos os associados da entidade com as iniciativas ambientais em todo o País. Já a partir deste mês, toda a comunicação visual dos associados Adirplast contará com logo criado especificamente para campanha.

Para Carlos Sousa, diretor da Agência ECCO, que desenvolveu a campanha, a ideia é promover a ligação entre as iniciativas sócio-ambientais que a indústria e os associados Adirplast já praticam: “A campanha mostra que, ao dar preferência para associados Adirplast em suas compras, o cliente contribui com essas iniciativas e com a cadeia de sustentabilidade. Até então, a visão da nossa empresa sobre a indústria do plástico era limitada. Ter este contato com a Adirplast nos permitiu ver esta questão a partir de um novo ponto de vista”.

Projetos apoiados pela Distribuição Sustentável

A Adirplast é signatária do Manual do Programa Pellet Zero. Além disso, apoia o Wecycle e o Tampinha Legal. Esses três projetos fazem parte da Campanha da Distribuição Sustentável e passaram a ser divulgados para todos os clientes dos associados.

O Programa Pellet Zero tem como objetivo combater a perda de pellets nas empresas associadas e transformadores. “É preciso mencionar que o combate ao lixo nos mares é de governança exclusiva da iniciativa privada e que os benefícios para o próprio setor são muitos como, por exemplo, o fim do desperdício de pellets. Com isso, podemos imaginar que nos próximos 20 anos 100% das empresas adotem as práticas do manual”, explica o professor e pesquisador, Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do manual e do projeto.

Outro projeto, destacado pela entidade e que reforça o compromisso da cadeia com o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o plástico, é o de Reciclagem & Plataforma Wecycle, da Braskem. Seu objetivo é alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem.

Já o programa Tampinha Legal visa incentivar as pessoas e entidades assistenciais a recolherem tampas plásticas de qualquer embalagem. O programa prevê a venda do material para empresas de reciclagem, que se certificam de que essa matéria-prima retorne à cadeia de produção. Os recursos obtidos com a venda das tampinhas são destinados diretamente para as instituições sociais sem que estas sejam oneradas.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país e contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Distribuidores de filmes BOPP associados à Adirplast prevêem mercado estagnado em 2019

30/08/2019

O volume de filmes BOPP comercializado em 2018 no país foi de 152 mil toneladas. Os associados da Adirplast foram responsáveis por 22 mil toneladas do total. Para 2019, previsão é de estagnação, além de margens mais apertadas

O mercado de filmes biorientados de polipropileno e poliéster (BOPP e BOPET) também tem sentido as oscilações econômicas mundiais. Embora a previsão inicial para este ano fosse de crescimento, o primeiro semestre foi complicado: “Os volumes aumentaram um pouco, no entanto, a margem de lucro está cada vez menor. Temos quedas de preços e questões tributárias, que pioram muito e dificultam os negócios para este ano”, afirmou Cecília Vero, da TIV Plásticos e diretora da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), em encontro promovido nesta semana pela entidade.

O volume de filmes BOPP comercializado em 2018 no Brasil foi de aproximadamente 152 mil toneladas. Os associados da Adirplast foram responsáveis por pouco mais de 22 mil toneladas desse montante. Para 2019, a previsão é de que o mercado feche com números muito próximos.

Além da demanda estagnada e de uma margem mais apertada de lucro, a diretora da Adirplast ainda reforçou que 2019 trouxe de volta ao setor o fantasma da inadimplência. “Precisamos estar atentos a este problema que voltou com bastante força neste ano. Precisamos também analisar o segundo semestre com cautela”.

Apesar dos percalços, há quem acredite na melhora do mercado já neste ano. Um deles é Luciano Ost, da Polo Films, que atualmente é um dos maiores fornecedores brasileiros de filmes BOPP, responsável por 28% do mercado nacional. O empresário foi um dos convidados para debater o assunto com associados da entidade: “Sou muito otimista quanto a capacidade de nosso negócio. A demanda mundial de BOPP em 2019 está prevista para 9,9 milhões de toneladas; para a demanda doméstica, a previsão é de 148 mil toneladas”.

O executivo ainda explicou a necessidade do mercado se atualizar com as novas demandas. “A força da indústria de filmes de BOPP deriva dos altos volumes usados nas embalagens primárias, particularmente para alimentos, o que não é fácil de substituir de maneira econômica. O crescimento nos mercados de alimentos embalados em todo o mundo continuará a ser um fator-chave para a demanda futura, sustentada pelo crescimento populacional, a urbanização e o aumento da renda nos mercados em desenvolvimento. Precisamos estar atentos às tendências”.

Outro ponto importante para os associados da Adirplast é a importância da reforma tributária para a melhora nos negócios. Cecília Vero vê com bons olhos as mudanças que estão apontando no Congresso: “Este é um ponto essencial para a melhoria de toda a nossa cadeia de negócios, principalmente para terminarmos este ano de uma maneira positiva”.

Para o presidente da entidade, Laercio Gonçalves, estes encontros entre fornecedores e associados são saudáveis para todo o segmento: “Precisamos de toda a cadeia unida; trazer a Polo Films para debater com os associados representantes de filmes BOPP é essencial para garantir um 2019 mais positivo para todos”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda. Os distribuidores associados à Adirplast são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

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Activas firma parceria com Fintech Weel para oferecer capital de giro a mais de 7 mil empresas da Indústria Plástica

10/05/2019

Uma das maiores distribuidoras de resinas do país e a startup financeira se unem em acordo inédito para transpor o obstáculo entre as PMEs desse segmento e o acesso a capital de giro rápido e de baixo custo.

A Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas do país, acaba de firmar um acordo inédito com a startup financeira Weel, Fintech que oferece capital de giro online para pequenas e médias empresas brasileiras por meio da antecipação de recebíveis.

Pelo acordo, a Activas passa a oferecer à sua carteira de clientes, formada por mais de 7 mil pequenos e médios transformadores de plástico, o acesso a uma modalidade rápida, digital e desburocratizada de obtenção de capital de giro. Caracterizada pela inexistência de dívidas e parcelas – uma vez que a operação simplesmente antecipa valores futuros – a antecipação é comumente utilizada no Brasil, tanto para equilibrar o fluxo de caixa como para disponibilizar recursos para investimentos na produção.

No cotidiano, os pequenos e médios transformadores enfrentam diversos desafios financeiros, tais como a volatilidade e reajustes inesperados nos preços das resinas. Isso se combina a um cenário de escassez de recursos financeiros externos e de constante exigência no alongamento de prazos de recebimento do pagamento de mercadorias vendidas, que nos últimos anos têm saído dos tradicionais 28/35/42 dias para até 120 dias de prazo, o que afeta substancialmente o fluxo de caixa dos transformadores.

“É inaceitável que uma das maiores indústrias do país ainda não possa contar com um parceiro financeiro que a ajude a crescer. A antecipação, para esses empresários, é a saída mais viável, uma vez que funciona como uma espécie de autofinanciamento. Essas empresas já têm capital disponível – este apenas não entrou ainda na conta corrente”, avalia Simcha Neumark (foto), CEO e fundador da Weel.

Na modalidade financeira praticada pela Weel, o gestor da empresa acessa diretamente a plataforma da fintech via web por meio de uma senha de segurança ou através dos principais sistemas de gestão (ERPs) para PMEs do mercado, registrando as faturas que pretende antecipar em um formulário digital. As informações dos sacados e do emissor das faturas são checadas pela plataforma Weel, que rapidamente disponibiliza as cotações das notas fiscais já aprovadas.

Dessa forma o gestor pode estudar a proposta e decidir seu interesse sobre sua realização, sem nenhum custo. A Weel afirma que, diferentemente da avaliação de risco tradicional, em que só são consultados os registros de negativação do mercado, a tecnologia da Weel analisa informações de mais de 15 mil pontos diferentes, incluindo cartórios, redes sociais etc.

Segundo a Weel, a vantagem em relação ao procedimento tradicional de antecipação começa pelo prazo de obtenção de acesso ao capital, passando pela facilidade da operação (toda digital, sem a necessidade de envio de documentos físicos) e termina com tarifas atrativas. Enquanto uma operação de antecipação tradicional leva em média 48 horas para ser consolidada, podendo chegar até uma semana dependendo da operação, a Weel garante o montante até mesmo no próprio dia da realização (dependendo do horário de solicitação). Além disso, seus algoritmos baseados em inteligência artificial e big data permitem precificar cada fatura de forma individualizada: quanto maior a solidez do sacado, menor o risco e, portanto, menor a tarifa cobrada, afirma a empresa.

“Com essa parceria, a Activas criou um grande facilitador no relacionamento comercial com seus clientes. Já para a Weel, é uma oportunidade incrível de ampliar o contato com empresas do setor, consolidando-se como sua parceira de crescimento”, acrescenta o CEO da Weel.

Com escritório em São Paulo, a Weel mantém um laboratório de inteligência artificial e tecnologia operacional em Israel. Seu centro de P&D dedica-se ao desenvolvimento de algoritmos de risco, aprendizado profundo de máquina e análise de big data aplicada à análise, seleção, validação e precificação dinâmica de recebíveis.

Em operação desde 2016, a Weel utiliza estas tecnologias para produzir ofertas de financiamento instantâneas para as PMEs brasileiras. A Weel firmou parcerias estratégicas com empresas de software de gestão que abrangem milhares de usuários empresariais em todos os segmentos da indústria, incluindo SAP Business One, Omie, ERPFlex e Arquivei.

“Pela opção eletrônica de esteira operacional e de análise e validação, podemos individualizar a seleção de cada recebível, de forma escalável, gerando condições dinâmicas de acesso e preço competitivo. Trata-se de um benefício especialmente importante para as PMEs, que se viam desassistidas diante das dificuldades impostas pelo processo tradicional, além de seus altos custos”, afirma o diretor geral da Weel no Brasil, Carlos Guidi.

Com isso, complementa o diretor, “contribuímos com a evolução do ambiente de negócios no Brasil, pois atuamos na inclusão financeira, propiciando acesso e redução dos custos de financiamento, fomentando o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

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Adirplast promove discussão sobre “compliance”

01/05/2018

Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance da Braskem, ressaltou em evento promovido pela entidade a importância de investir em boas práticas de mercado

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no dia 4 de abril, encontro com Everson Bassinello (foto), chefe do departamento de Compliance na Braskem. “Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as politicas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”, explicou Bassinello.

De acordo com Bassinello, a Braskem vem se adequando a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.

O executivo explica os desafios para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.

No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez implantandos os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.

Para quem entende que esse caminho é também fator de competividade e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.

Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.

A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, já até conversei com a minha equipe e vamos colocar algumas ações em prática”.

Adirplast é parceira da Feiplastic 2019

A Adirplast anuncia apoio a mais uma edição da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante espaço para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos e geração de networking do setor do plástico. O evento já tem data e local para acontecer: de 08 a 12 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Temos o prazer de ser ser parceiros desta feira que se firmou e que conseguiu um grande crescimento de público com maior poder de decisão de compra”, disse Láercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Distribuidores ligados à Adirplast fecham 2017 com crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior

09/01/2018

Entidade aproveitou evento de final de ano para adiantar alguns pontos do Programa Pró-Distribuição, que deve lançar em 2018

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) apresentou no mês de dezembro os números de fechamento do ano das 21 empresas que compõem sua lista de associados. “Apesar da crise brasileira, fechamos com um crescimento de 3,1%, demonstrando que o mercado está começando a reagir”, disse Laercio Gonçalves, diretor da Activas e presidente da entidade. Em 2016, a empresas ligadas à associação venderam 389.745 toneladas de plástico. Neste ano, o número é estimado em 402.000 toneladas (ainda faltam dados consolidados de dezembro). O crescimento se refere a todos os produtos comercializados pelos associados e não somente pelas commodities. Os produtos são: Polietilenos, Poliprolilenos, ABS, SAN, Poliacetal, Acrílico, Policarbonato, Poliuretano, EVA e Poliamidas 6 e 6.6.

Além da melhor expectativa para 2018, o clima de otimismo dos associados está ligado ao lançamento do Programa Pró-Distribuição, que será apresentado oficialmente pela Adirplast no início do próximo ano. “Está é uma Campanha Nacional focada na ética da compra de resinas plásticas, filmes BOPP-PET e de plásticos de engenharia pelo mercado de varejo e será uma campanha audaciosa”, disse Laércio, que promete explicar todos os detalhes da ação no lançamento próximo.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, essa é uma das ações mais importantes já realizadas pela entidade. “O Programa não está focalizado em melhorar o resultado das empresas filiadas, mas em mostrar a importância das boas práticas de vendas não apenas para os negócios, como para a construção de um Brasil melhor”, disse.

O evento de confraternização contou com duas palestras. A primeira foi sobre a Reforma Fiscal – uma das principais bandeiras da entidade. Para debater esse assunto foi convidado o ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda e diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal), Bernand Appy. O CCIF é um grupo independente que tem como objetivo contribuir para a simplificação do sistema tributário brasileiro e para o aprimoramento do modelo de gestão fiscal do país. “A sociedade deve refletir, organizar e propor a reforma tributária. O Brasil precisa ter uma harmonização nesta questão. Atualmente temos uma legislação complexa que cria mais insegurança para todo o empresariado”, explicou Appy.

A nova proposta de reforma tributária tem como principal diferença a eliminação de cinco tributos ao longo de dez anos. No seu lugar, seria criado um único imposto. “A arrecadação seria repartida tendo como critério o local onde foi consumido o produto ou serviço, prática comum na maioria dos países”, salientou.

A segunda palestra foi sobre o futuro dos negócios e teve como convidado, Alex Espinosa, co-fundador líder da “Diip”

Durante o evento, a Adirplast prestou homenagens a organizações, patrocinadores e associados que ajudaram a fortalecer o mercado e a associação em 2017. Foram eles: Paulo Teixeira, da Abiplast; Marco Antônio Cione, da Braskem; Osvaldo Cruz, da Entec; João Rodrigues, da Thathi Polimeros, e Samuel Wajsbrot, da Cromex (in memoriam).

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Novos associados do segmento de plásticos de engenharia juntam-se à Adirplast

28/06/2017

  • Entidade abre espaço para o segmento de plásticos de engenharia e ganha mais quatro associados
  • Associação representa agora 21 distribuidores oficiais

A Adirplast, formada por distribuidores que atuam no varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET, termina o primeiro semestre do ano com espaço para mais um segmento – o de Plásticos de Engenharia. As empresas que representam esse segmento e novas associadas da entidade são: Apta Resinas, Petropol, Polyfast e Thathi Polímeros.

“Estar na Adirplast possibilita um amadurecimento do setor como um todo. O segmento de plástico de engenharia precisa, como outros no Brasil, de maior profissionalização. Também nós, distribuidores, devemos mostrar às Petroquímicas que elas precisam ter parceiros profissionais bem preparados, capacitados a executar um serviço completo de distribuição, obedecendo a um padrão ético tal qual o das maiores empresas globais, além de excelência em atendimento ao cliente na logística, nas questões técnicas e comerciais”, explica Marcelo Berghahn, da Apta Resinas.

Para João Rodrigues, da Thathi Polímeros, a parceria dentro da Adirplast contribui com a busca de soluções para problemas comuns a todo o segmento como, por exemplo, as questões tributárias. “O trabalho conjunto também pode aproximar vários elos da cadeia, capazes de promover tanto palestras técnicas como de gestão”, diz.

Wagner Coentro, da Polyfast, concorda com Rodrigues: “Resolvemos nos associar à Adirplast objetivando concentrar nossos interesses estratégicos, econômicos e políticos em uma entidade que representa os interesses de todas as empresas Distribuidoras Oficiais, e consequentemente, possibilitando uma maior força junto aos fornecedores de serviços, bancos e outras entidades”.

De acordo com Fernando Tadiotto, da Petropol, os participantes que aderiram ao grupo possuem grande valor. “São todos empresários sérios, com longos anos de experiência e conhecimento de mercado e que acrescentarão muito para todo o setor”. O executivo explica que, entre os desafios do segmento estão: fidelização do fornecimento mantendo preço, qualidade e prazo; abertura para desenvolvimento de novos materiais e alinhamento dos produto aos preços aceitos pelo mercado. “O setor de plásticos de engenharia infelizmente enfrenta concorrência desleal da matéria-prima industrial com adulterações, sendo vendida como primeira linha. É preciso combater isso”, finaliza.

A entrada do segmento dos Plásticos de Engenharia na associação dá ainda mais força à entidade, que, neste ano, luta em prol da simplificação tributária, do combate à inadimplência e da sustentabilidade da cadeia da indústria do plástico, explica Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast e diretor da Activas. Com as quatro novas associadas, a associação conta agora com 21 distribuidoras em seu quadro, todas formalmente ligadas a produtores de matérias primas.

Novo endereço

A Adirplast está de casa nova. O novo endereço da entidade é Alameda Santos 211, conjunto 302 – Cerqueira César – CEP 01419-000, São Paulo/SP. “O novo espaço é maior e mais central. Nele será possível fazermos mais palestras técnicas e encontros com os associados”, explica Laercio Gonçalves. O número de telefone foi mantido: (11) 5102-3062.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Até hoje, a entidade agregava empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Com a entrada do segmento de Plásticos de Engenharia, a expectativa é que no segundo semestre do ano esse montante suba.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Os distribuidores associados à Adirplast são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Distribuidores marcam presença nas principais feiras de Plástico do País

23/03/2017

Plástico Brasil e Feiplastic contam com a presença da Adirplast e seus associados

Oito distribuidores associados à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que respondem por metade de toda resina comercializada no varejo nacional, 50% do setor de varejo, estão presentes em dois dos eventos mais importantes do segmento. O primeiro deles, Plástico Brasil, acontece desde o dia 20 (segunda-feira) e vai até o dia 24 de março, no São Paulo EXPO Center Norte. O segundo é a Feiplastic. Será realizada, de 3 a 7 de abril, no Centro de Exposições do Anhembi, também em São Paulo.

A prestação de serviço e parceria estabelecida com os milhares de pequenos e médios transformadores é o foco dessas empresas nos eventos. Vale lembrar que os distribuidores associados à entidade atendem 20% das mais de 11 mil empresas de transformação de plástico do país, a grande maioria composta por empresas pequenas e familiares.

Nos locais, são destaques os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, como qualidade e procedência dos produtos, além de uma grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, financiamento e pronta-entrega. “Nosso foco é o cliente. Por isso, é nele que pensamos quando oferecemos serviços que outras empresas que atuam no setor não conseguem”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Daniela Guerini, da Mais Polímeros, explica que, mais que um simples fornecedor, o distribuir oficial de resinas é um parceiro das pequenas e médias empresas: “São muitos os benefícios de se manter essa parceria, pela confiabilidade fiscal e tributária, garantia de procedência, qualidade e suporte técnico dos produtos e, também, para o caso de eventuais problemas. Nossa grande capilaridade ainda permite a pronta-entrega em todo o território nacional”, explicou.

Outro ponto destacado por essas empresas nas feiras está na vantagem de se fazer negócio com distribuidor local ao invés de optar pela importação. “Entregamos resinas em qualquer lugar do Brasil em até 24 horas. Já, ao importar, o cliente fica sujeito a taxações e atrasos na entrega, que geralmente é 40 dias, burocracias de importação e variação cambial na compra indent”, completa Fábio Romulo, diretor da Remo Plásticos.

Premix, Piramidal, Replas, Mais Polímeros e Premix estão na Plástico Brasil. Já na Feiplastic, será possível visitar os estantes das distribuidoras Activas, Eteno, Fortymill e Remo Plásticos, além de rever Piramidal, Replas e Mais Polímeros. Na Feiplastic a Adirplast também contará com um estande próprio, que será um local para os demais associados se reunirem e apresentarem seu portfólio.

As principais atrações de cada empresa durante a Plástico Brasil e a Feiplastic são:

PIRAMIDAL: Irá comemorar 30 anos de mercado e apresentará sua linha completa de Resinas Commodities e de Resinas de Engenharia.

REPLAS: além do seu portfólio, fará o comunicado oficial de inauguração de sua nova planta em Manaus, AM, para produção de Xirinque.

MAIS POLÍMEROS: apesentará todo o portfólio de seus principais fornecedores e parceiros como BRASKEM e UNIGEL.  A empresa também promete divulgar nova parceria comercial com trader internacional para importações diretas em PET, ABS, Poliamidas e outros materiais.

PREMIX: irá mostrar todo o seu portfólio, para atendimento ao cliente, contará com uma equipe completa para atender os transformadores e suas necessidades.

ACTIVAS: promete atendimento personalizado ao cliente, para isso, levará toda sua equipe técnica para seu estande e, assim, entender melhor as necessidades do cliente e oferecer a melhor solução. Também mostra portfólio bastante diversificado.

ETENO: com o objetivo de ser um ponto de apoio para os clientes e fornecedores, a distribuidora contará com toda sua equipe de vendas e técnica.

FORTYMILL: irá expor toda a linha de PE, PP e EVA da Braskem, além de novos produtos e serviços desenvolvidos pela empresa de Compostos e Reciclagem do Grupo, a Plastimil.

REMO PLÁSTICOS: apresentará sua linha de produtos REMO e LGCHEM para ABS / SAN / PMMA / PC / BLENDAS E COMPOSTOS voltados principalmente para a linha Automotiva, Eletroeletrônica, Linha Branca e Construção Civil.

Sobre a Adirplast: A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Fonte: Adirplast

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Adirplast busca eliminar perda de pellets no segmento de plásticos

19/02/2017

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Iniciativa tem o objetivo de promover a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental entre os distribuidores associados e seus clientes transformadores de plásticos

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estabeleceu como objetivo que a perda de pellets plásticos nas empresas associadas e nos transformadores seja zero. Para alcançar a meta, a associação realizará um trabalho ostensivo de conscientização junto às empresas do setor para conter e evitar o descarte incorreto do material.

A iniciativa tem como base as regras preconizadas pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e segue recomendações da Operation Clean Sweep (OCS) e do programa de gestão ambiental conduzido pelas organizações norte-americanas APC (American Plastics Council) e SPI (Society for the Plastics Industry). “No que se refere à implantação de políticas mais sustentáveis, a Adirplast tem um importante papel a desempenhar junto à indústria transformadora. Devido a nossa capilaridade, temos condições de nos comunicar com um número expressivo de indústrias e contribuir para o processo de conscientização de práticas que traduzam a responsabilidade socioambiental a ser expressa pelo setor”, afirma Ricardo Mason, diretor da Fortymil, da Adirplast e da Plastivida.

Ainda segundo Mason, ao difundir e adotar as práticas recomendadas pela OCS, as empresas do setor também podem ganhar: “Temos a oportunidade de elevar a indústria brasileira de transformação a um patamar de excelência, superior até aos índices mundiais de eficiência. É um desafio enorme e uma oportunidade única, com potencial de ganhos expressivos para a cadeia”, diz.

Investir para a menor perda de pellets não é bom apenas para o meio ambiente, concorda José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast. O compromisso da entidade traz também benefícios financeiros para as empresas que evitarem desperdícios: “A parceria da Abiplast nessa campanha vai ampliar ainda mais a divulgação dos benefícios em se adotar melhores práticas de produção dentro de toda a cadeia de negócios, de pequenas a grandes empresas”.

Estima-se que, por ano, o setor perca toneladas de plástico, seja pelo desperdício ou pela falta de um sistema mais eficiente de reciclagem. Não por menos, a OCS recomenda às empresas do setor o aperfeiçoamento e melhor organização do local de trabalho. Suas normas regem os trabalhos de cerca de 200 empresas norte-americanas e dez organizações internacionais do setor do plástico. “Evitar e corrigir derramamentos, criar e publicar procedimentos internos para atingir metas de perda zero de pellets, fornecer treinamento para os funcionários e responsabilizá-los pela prevenção, contenção, limpeza e descarte desses derramamentos – são algumas das práticas que devemos incentivar, também com a distribuição de uma cartilha”, conta Laércio Gonçalves, presidente da Adirplast e da Activas Plásticos Industriais.

Sustentabilidade é uma das três bandeiras levantadas pela Adirplast neste ano. “Ao alcançar a perda zero de pellets, nossa cadeia dará uma contribuição significativa à sociedade e confirmará sua responsabilidade socioambiental”, acrescenta Gonçalves.

A Adirplast, fundada em 2007, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, as empresas associadas à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

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A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Apesar da queda no consumo de resinas plásticas, Adirplast está confiante nas perspectivas para 2017

22/12/2016

adirplastCom queda prevista de 4% no consumo de resinas plásticas no país neste ano, em relação ao ano anterior, distribuidores associados à Adirplast acreditam que iniciativas de valorização às empresas transformadoras nacionais podem fortalecer a indústria brasileira do plástico

A Adirplast (Associação de Distribuidores de Resinas Plásticas) apresentou no dia 8 de dezembro, em São Paulo, estudo que aponta queda prevista de 4% a 5% na comercialização de resinas plásticas no país em relação a 2015. O material, analisado pela 2U Inteligência de Marketing, considerou, entre outras informações, as vendas de PE’s (polietilenos) e PP’s (polipropilenos) feitas durante janeiro e setembro deste ano no Brasil – não apenas por empresas vinculadas à entidade. Não bastasse a queda deste ano, é preciso lembrar que o setor já amargava números 5% menores em 2015, quando comparado a 2014.

Considerando apenas o mercado de PE’s e levando em conta apenas o primeiro semestre deste ano, já que números totais ainda não foram consolidados, as quedas são mais acentuadas. Na comparação com mesmo período do ano passado, as vendas caíram 12,2%. A explicação pode estar na importação, mas não de resinas apenas. Isso porque, apesar de as PE’s terem sido as resinas plásticas mais importadas no período, com 30% do mercado, as importações também estão caindo e devem fechar este ano ao menos 5,5% menores do que ao final de 2015. A importação de produtos acabados, inclusive embalagens, além, claro, da própria diminuição de consumo no país, colaboraram em muito para esse cenário. O consumo aparente de resinas de PE’s, PP’s e PS+EPS no país em 2016 será aproximadamente 4% menor que o de 2015, quando foram comercializadas 3,8 milhões de toneladas de resinas PE’s e PP’s.

Apesar do cenário negativo, os associados à entidade, responsáveis por um faturamento de R$ 3,5 bilhões por ano, comemoram estabilidade em suas atividades e contabilizam quase 50% do setor de varejo. O que é uma conquista, considerando que o setor é muito pulverizado e sem regras claras de competição, no qual concorrem centenas de empresas, entre distribuidores sem bandeiras e transformadores revendedores.

No mercado nacional de resinas, o varejo atende a cerca de 20% da demanda. A comercialização dos outros 80% é feita diretamente pelas petroquímicas aos grandes transformadores. No entanto, o mercado é formado, quase que em sua totalidade (80%) por pequenas e médias empresas que precisam de apoio.

Entre os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, destaca a entidade, está a procedência e qualidade dos produtos, a grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, o financiamento das compras e a entrega em menos de 24 horas. “Nosso foco é o cliente. Sabemos que quando um transformador brasileiro perde venda para as importações de produtos acabados, todos nós perdemos. Por isso, resolvemos ter uma postura mais ativa diante de temas que influenciam diretamente o nosso negócio e, consequentemente, a cadeia do plástico. Um deles é na forma como nossos clientes gerem seu negócio”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade e da Activas Plásticos Industriais.

A preocupação com a eficiência da gestão empresarial é o que tem permitido que as empresas associadas à Adirplast obtenham resultados acima da média do mercado, apesar da significativa redução de tamanho do mercado e dos sérios inconvenientes causados pela inadimplência no setor. Por isso, gestão é uma das bandeiras da entidade, que deve promover cursos e palestras sobre o assunto para seus clientes: “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. Por isso, pedimos que as petroquímicas entrem conosco neste desafio. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da Adirplast.

A Adirplast, que completa 10 anos em 2017, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de plásticos. Seu objetivo é estreitar os laços que unem os segmentos da indústria, além de demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores, o que garante ao cliente final a qualidade do produto e do serviço de logística. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 contact centers, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Mercado de BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30 % no último ano

03/10/2016

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre

Em função da crise atravessada pelo País, quase todos os setores da economia foram impactados. Entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela situação econômica do país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, setores que também sentiram a recessão. Nossa queda reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos, aqui no Brasil, tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou a valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade com uma melhor satisfação em termos de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudaram os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas, resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manter-se fortes no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate em grupo: “A afiliação traz a oportunidade de trabalharmos para que medidas, como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico, saiam do papel”, finaliza.

A Adirplast foi fundada em 2007 e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que unem estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores e contam com uma carteira de 8.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil.

Fonte: Adirplast

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Nona participação da Mais Polímeros na Interplast terá foco no desenvolvimento do Polietileno Verde, PS Cristal e PS Alto Impacto

31/03/2016

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A Mais Polímeros (www2.maispolimeros.com.br) , distribuidor oficial de resinas termoplásticas da Braskem e Unigel, apresentará o portfólio disponível de seus fornecedores durante a Interplast 2016 e direcionará esforços no sentido de ampliar o desenvolvimento e a utilização do Polietileno Verde da Braskem, além do PS Cristal e PSAI da Unigel.

“Estamos oficialmente credenciados para fornecer o Polietileno Verde da Braskem para os clientes que atuam num segmento de mercado crescente e que se diferenciam por uma maior conscientização a respeito de inovações com desempenhos através dos conceitos de economia colaborativa, perenidade e evolução sustentável. A Braskem nos provoca a buscar clientes dispostos a investir nessa nova tecnologia/conceito cuja ‘pegada ecológica’ é um diferencial dos mais relevantes, além da mudança ‘zero’ em termos do processamento das resinas. Em termos comerciais, quem sai na frente consegue superar rapidamente os custos de entrada e colher resultados superiores em termos de margem, preferência das grandes empresas/clientes, imagem e reconhecimentos de mercado, tanto a nível nacional como internacional”, adianta Aparecido Camacho, Gerente Comercial.

A Mais Polímeros trabalha com a distribuição de todo o portfólio de seus fornecedores, Braskem e Unigel: PP’s Homopolímeros, PP’s Copolímeros Heterofásicos, PP’s Copolímeros Random, PEAD’s para Filmes, Injeção, Extrusão e Sopro, PEBD’s para Filmes e Injeção, PEBDL’s Buteno, Hexeno e Octeno, EVA’s para Filmes, Placas e aplicações em Hot Melt, PS’s Cristal e PS’s Alto Impacto; além das famílias de especialidades em PE Verde, Pluris, Symbios e Prisma da Braskem e SAN e Acrílico da Unigel.

“Além de entregarmos matérias-primas de qualidade reconhecida, a pronta entrega, oferecemos soluções ágeis para atender às mais diversas necessidades e garantir competitividade e confiabilidade aos nossos clientes e parceiros comercias”, ressalta Daniela Guerini, diretora.

As expectativas quanto à participação na 9ª Interplast são muito positivas. “Acreditamos que a conscientização dos consumidores está levando as empresas a repensarem seus processos, produtos e serviços associados. Um evento como esse é sempre uma oportunidade para estreitar e desenvolver novos relacionamentos, contatos, projetos e afins. Por isso, reforçamos o convite a todos os nossos clientes, fornecedores, parceiros e colegas a nos visitarem na Interplast”, destaca Camacho.

Em sua nona participação, a Mais Polímeros espera fortalecer sua presença no mercado e região; além de firmar novas parcerias e realizar bons negócios. “A Mais Polímeros participa da Interplast desde sua primeira edição. Somos parceiros nesse pioneirismo e crescimento. A cada edição a Feira nos surpreende de forma positiva em termos de organização e ampliação das janelas de oportunidades e negócios. Também destacamos a qualidade e diversidade dos visitantes, que nos permite sempre boas reflexões em termos de negócios e mercados”, afirma Camacho.

Serviço:
Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EUROMOLD BRASIL – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Evonik anuncia novos distribuidores para mercado de borracha

05/10/2015

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Parcerias visam aprimorar o serviço oferecido às indústrias de pneus, artefatos técnicos e solados

Com o objetivo de aperfeiçoar a distribuição de seus produtos para o mercado brasileiro de borracha, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, anuncia parceria com dois novos distribuidores para as linhas de sílicas e silanos.

A partir de 5 de outubro de 2015, a empresa Convip ficará responsável pela distribuição dos produtos Evonik na região Sul do Brasil, enquanto a quantiQ, referência em distribuição de produtos químicos no Brasil, será a nova distribuidora nas demais regiões do país.

“O mercado de borracha é estratégico para a Evonik, que oferece insumos para atender modernas formulações e processos produtivos. Com estas parcerias agregaremos ainda mais qualidade aos serviços oferecidos aos nossos clientes”, destaca Camila Pecerini, Gerente de Negócios – Sílicas, da Evonik Resource Efficiency.

Entre os produtos que serão distribuídos pelos novos parceiros estão as sílicas precipitadas ULTRASIL®, COUPSIL® e COFILL® e a linha de organosilanos Dynasylan®, Si 69®, Si 266®, Si 75®, Si 363® e X-50S.

O uso de sílicas em combinação com silanos permite a produção de compostos de borracha com melhores propriedades mecânicas (por exemplo, compostos com menor resistência ao rolamento, no caso de pneus, resulta em menor consumo de combustível). Segundo a Evonik, a empresa é o único fornecedor que disponibiliza ambos os componentes, tornando-se um parceiro estratégico para clientes em compostos de alta performance.

Convip e quantiQ distribuirão também as linhas de aditivos (antioxidantes e antiozonantes) especiais da AddivantTM, representada pela Evonik.

A quantiQ atua na distribuição de produtos químicos do Brasil.  Com atuação diversificada, está presente em mais de 50 segmentos de mercado e possui um portfólio de mais de 1000 produtos, entre commodities, performance e especialidades químicas. A empresa também conta com uma estrutura de serviços estruturada para armazenamento de granéis e embalados, envase e desenvolvimento de produtos formulados. A quantiQ tem presença em todo o Brasil por meio de uma estrutura comercial e logística com centros de distribuição e escritórios de vendas nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

A Convip atua desde 1993 como importador e distribuidor de matérias-primas para as indústrias de transformação de borracha, plásticos e tintas, atuando principalmente em especialidades químicas. Sua matriz está localizada em Diadema/SP facilitando o recebimento e distribuição de seus produtos devido à proximidade com importantes rodovias, como a Rodovia Anchieta e Rodovia Imigrantes, bem como do Rodoanel Mario Covas. Buscando maior eficiência na distribuição de seus produtos para os estados do Sul do país possui estoque na filial em Itajaí/SC  e, através da empresa que compõe a holding, dispõe de estoque em Roca Sales/RS.

Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas.  A empresa atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Evonik

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Piramidal apresenta o próprio cartão de pagamento na Plastech Brasil 2015 e reforça investida no e-commerce

20/07/2015

 Distribuidora de resinas projeta avanço de até 10% em 2015

PiramidalA empresa atua há 30 anos, contando atualmente com cerca de 200 colaboradores e mais de 4 mil clientes ativos em todo o Brasil e unidades distribuídas em Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul, além da matriz em São Paulo. A Piramidal está lançando um cartão de pagamento com o próprio timbre da empresa, oferecendo facilidade e limite adicional sem anuidade aos compradores de resinas termoplásticas.

“Este deve ser um ano difícil, mas para quem estiver preparado podem surgir boas oportunidades“, aposta o sócio e diretor Wilson Cataldi, que acrescenta: “Apesar do difícil momento no cenário da economia brasileira, a Piramidal almeja um crescimento de 8% a 10% em 2015”.

Presente em todas as edições da Plastech Brasil, a empresa reservou para a feira realizada em Caxias do Sul (RS), de 25 a 28 de agosto, sua grande novidade na temporada.

“Apresentaremos o Piramidal Card, uma nova forma de pagamento que proporciona ao cliente mais facilidade e limite adicional sem anuidade. Além disso, neste ano também iniciamos uma parceria com a PQS na distribuição de resinas PET”, revela Cataldi.

Conforme o executivo, a empresa investe continuamente em logística, tecnologia e qualificação dos colaboradores. E em 2015, reforça as ações em e-commerce. A Piramidal já ampliou o limite no volume de compras pela loja virtual, onde os clientes de todo o Brasil podem adquirir resinas a qualquer hora do dia. A respeito da segmentação da Plastech Brasil, a avaliação é positiva.

“É de grande importância para um evento deste porte como a Plastech apresentar novidades e tecnologias que fortaleçam todo o mercado e seus segmentos. Além disso, será uma ótima oportunidade para network e novas negociações”, finaliza Cataldi.

Fonte: Plastech Brasil

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Cromex levará ao México sua linha de cores e aditivos para os plásticos

29/05/2015

A empresa estará presente na Expo Pack 2015, que será realizada em junho, e fará parte do estande do programa de incentivo às exportações de plásticos, Think Plastic Brazil

 A Cromex vai expor sua linha completa de produtos e serviços na Expo Pack 2015, feira de embalagens, que será realizada entre os dias 16 e 19 de junho no México. Durante o evento, que contempla diversos mercados como o de alimentos, bebidas, farmácia, beleza, artes gráficas, química, electrónica, têxtil e automotivo, além do portfólio completo de produtos, a Cromex vai apresentar a nova linha Microcolor® (masterbatches e compostos micronizados) para o mercado de Rotomoldagem.

A empresa atende hoje mais de 18 setores da economia (agricultura, construção civil, embalagens, automotivo, esportivo, cosmético, higiene e limpeza, etc). Entre os produtos oferecidos estão desde os mais básicos aos de mais complexos critérios técnicos, como as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, as especialidades, soluções para o plástico de engenharia, BOPP; a linha sustentável para biopolímeros a partir de fontes renováveis (PE Verde) e biodegradáveis.

Segundo Elisangela Melo, gerente de Vendas da Cromex, a empresa tem uma vocação exportadora e a participação em feiras e eventos em países diversos fazem parte do trabalho de consolidação do mercado externo da Cromex. “Hoje nossos produtos estão em mais de 60 países e temos planos de crescer a participação externa”, afirma a executiva. Atualmente, 20% dos negócios da Cromex são voltados aos mercados externos.

A participação da Cromex se dá em parceria com o programa de incremento às exportações de plásticos, Think Plastic Brazil, uma parceria entre a cadeia produtiva do plástico (Petrobras, centrais petroquímicas, produtores de resinas termoplásticas e transformadores) e o governo brasileiro, por meio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cromex

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Cromex marca seus 40 anos de atividades voltadas à transformação de plásticos na Feiplastic 2015

31/03/2015

A empresa vai levar ao evento os últimos lançamentos em cores e aditivos para plásticos, assim como a linha completa de serviços

CromexA Cromex, empresa atuante no mercado brasileiro de masterbatches de cores, aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, completa 40 anos de atividades e vai comemorar essa data com seus parceiros e clientes durante a Feiplastic 2015, feira do setor de plásticos que será realizada em São Paulo, entre os dias 4 e 8 de maio.

Durante o evento, a Cromex vai expor toda a sua gama de soluções – produtos e serviços num espaço de 300 m2 – para a indústria de transformação de plásticos. São produtos que atendem, desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas.

Em destaque, estarão os últimos lançamentos da empresa, como o aditivo redutor de odor, que reduz/elimina o cheiro de compostos e resinas olefínicas e é indicado para produtos injetados e extrudados que utilizam resina reciclada e recuperada. Outro destaque é o masterbatch preto “super concentrado”, com mais negro de fumo. Também estarão em exposição a Linha Microcolor® (compostos coloridos e aditivos customizados para o processo de Rotomoldagem), a linha de masterbatches líquidos Dispermix® , além do portfólio completo de cores e aditivos.

Na área de distribuição, a Cromex vai ressaltar a parceria com a Moulds Plus International, fabricante do composto de purga Ultra Purge, para gerenciar a distribuição do produto no Brasil.

A Cromex também irá apresentar seu novo site, desenvolvido para estreitar o relacionamento e atender as demandas de seus clientes. Uma inovação do site é o simulador de cores, ferramenta com exclusividade no segmento, que tem o objetivo de agilizar a escolha do cliente no processo de desenvolvimento de cores.

Desenvolvimentos para o Agronegócio – O Agronegócio é um forte consumidor dos produtos Cromex e, dessa forma, se torna um segmento propulsor de novos desenvolvimentos da companhia. “Todas as nossas linhas de produtos atendem o agronegócio, desde o plantio, colheita, armazenamento e transporte”, explica Marcos Pinhel, diretor Comercial da Cromex. E completa: “trata-se de um segmento que, mesmo em tempos de crise econômica, ainda se mantém expressivo e para o qual a empresa tem se capacitado a oferecer as melhores soluções do mercado”.

40 anos de atividades – a Cromex está comemorando 40 anos de atuação no mercado de transformação dos plásticos. Sua trajetória tem acompanhado o desenvolvimento da indústria brasileira de transformação plástica.

Hoje, a empresa tem forte presença no mercado brasileiro de masterbatches, com duas unidades fabris, onde são produzidos cores e aditivos para a indústria de transformação. Em São Paulo, a unidade conta com uma área de 7.800 m2. Em Simões Filho, Bahia, a unidade conta com 64 mil m2, dos quais 14 mil m2 são de área construída. As duas fábricas contam com modernos laboratórios de controle de qualidade.

Na distribuição de termoplásticos, conta com CDs em São José dos Pinhais (PR), São Paulo (SP) e Itajaí (SC). A distribuição é realizada em todo o Brasil.

A Cromex conta também com laboratórios de pesquisa para o desenvolvimento de novos produtos, em parceria com a indústria nacional e internacional. A empresa é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001. Seus produtos obedecem normativas internacionais como REACH, FDA entre outras.

Segundo a Cromex, o investimento da empresa em inovação já produziu soluções para mais de 60 países. Os produtos da Cromex atendem a mais de 18 diferentes setores da economia (agricultura, construção civil, embalagens, automotivo, esportivo, cosmético, higiene e limpeza, etc). Essas linhas de produtos abrangem aplicações que atendem dos mais básicos aos mais complexos critérios técnicos, como as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos; as especialidades, soluções para o plástico de engenharia, BOPP; a linha sustentável para biopolímeros a partir de fontes renováveis (PE Verde) e biodegradáveis.

Ainda segundo Marcos Pinhel, a empresa tem investido em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções. “Queremos estar entre as cinco grandes produtoras mundiais de masterbatches e com o reconhecimento positivo do mercado”, afirma o executivo.

Fonte: Cromex

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