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Braskem reforça seu compromisso com Economia Circular e transformação digital na Feira K

04/11/2019

Produtos e soluções apresentados na Feira K 2019 incluíram uma nova solução para o setor de saúde (Braskem Medcol) e novas resinas que terão impacto positivo na circularidade

A Braskem apresentou soluções, tecnologias e novas parcerias com foco na Economia Circular, além de também reforçar os avanços do seu Centro Digital na Feira K 2019, maior evento mundial do setor de plásticos e borrachas.

A feira foi uma grande oportunidade para a Braskem apresentar seus compromissos com a Economia Circular e incentivar clientes e visitantes a se envolverem na missão pelo uso de recursos renováveis, reciclagem e reutilização do plástico. A companhia é pioneira na produção de Polietileno e EVA de origens renováveis , resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar, e definiu no ano passado uma meta referente à Economia Circular: todas as embalagens de plástico fabricadas com produtos da Braskem serão reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040. A empresa tem um compromisso com a criação de um ciclo de produção sustentável, desde a matéria-prima até o descarte.

O CEO da Braskem, Fernando Musa, destaca a importância da nova estratégia da companhia, que reforça seu compromisso com a sustentabilidade , crescimento e presença em novos mercados: “Apresentamos na Alemanha nossos novos desenvolvimentos inéditos e estabelecendo nosso portfólio circular, mostrando que podemos oferecer as melhores e mais sustentáveis soluções aos nossos clientes”.

Walmir Soller, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas Europa e Ásia, comentou a importância do evento para a indústria mundial. “A Feira K é o maior evento do mundo do setor de plásticos. Participar dessa feira e lançar novos produtos, parcerias, projetos e soluções, ressaltando a importância da Economia Circular, confirma a presença global da Braskem e sua capacidade de atender clientes do mundo todo”, diz ele.

Redução da pegada de CO2 em parceria com a Kautex Maschinenbau

Ciente da crescente relevância das Mudanças Climáticas, a Braskem está atenta para a redução de emissões de CO2 e adaptação a tais mudanças. Como uma empresa de capital aberto presente nas listas CDP Climate A, CDP Water A e CDP Supply A, a Braskem já reduziu o seu nível de emissões de gases do efeito estufa em 21% desde 2008, afirma a empresa. Para aumentar ainda mais sua contribuição, a Braskem anunciou oficialmente na Feira K sua parceria com a Kautex Maschinenbau , onde começará a fornecer uma resina que corresponde a uma mistura plástico de fonte renovável, produzido a partir da cana-de-açúcar, com resina pós-consumo (PCR), para a produção inovadora de garrafas feitas com três camadas de polietileno de alta densidade (PEAD), incluindo uma embalagem que consiste em espuma. Essa nova resina oferecerá uma solução circular completa, que também reduzirá a pegada de CO2 dos produtos finais. As duas companhias têm trabalhado em parceria com a EREMA , fabricante de maquinário para reciclagem de plástico, que coletou as garrafas produzidas na Feira K e as encaminhou para reciclagem.

Além disso, outros produtos selecionados do portfólio de resinas da Braskem foram apresentados nos estandes dos principais fornecedores de maquinário na Feira K. Por exemplo, as resinas Flexus 3600 e PP RF70, da Braskem, foram utilizadas em máquinas da SML; uma nova solução em filme stretch, produzida a partir de conteúdo de filme shrink de fonte renovável, foi utilizada pela Carnevalli; a resina Prisma 6810 foi utilizada pela Gabler; as resinas I’m greenTM , também produzidas a partir de fontes renováveis, foram empregadas pela Euro Machinery; e a resina Maxio® PG480 foi utilizada nas máquinas da Windmöller & Hölscher.

Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Olefinas e Poliolefinas da América do Sul, acrescenta: “Toda a cadeia deveria buscar uma mentalidade circular, a partir da integração de produção, uso, descarte e reciclagem. Acreditamos que a Feira K foi uma grande oportunidade de dar destaque à nossa abordagem referente à economia circular. Pensamos que isso levará a novas parcerias com outras empresas comprometidas, que incorporarão a circularidade a novos produtos, aumentando a eficiência e facilitando a reciclagem e reutilização dos produtos de plástico”.

Apresentando a Transformação Digital

No evento, a Braskem também apresentou sua estratégia de Transformação Digital, uma jornada conduzida por seu recém-criado Centro Digital, que funciona como um catalisador de mudanças para a transformação do coração da Braskem, a partir de iniciativas que façam uso de tecnologias como drones, sensores e machine learning para capturar ganhos de eficiência operacional e melhorar a relação custo-benefício. O Centro Digital também funciona como incubadora de novos modelos de negócios, por meio de uma série de novos projetos. A estratégia Digital da Braskem auxiliará na melhoria de processos-chave, desde o desenvolvimento de produto até a venda, incluindo a Fábrica Inteligente (Indústria 4.0) e o Planejamento Avançado.

Um dos objetivos é criar um ambiente de trabalho digital, no qual os funcionários possam utilizar e tirar vantagem de tecnologias de ponta para promover inovações. O CEO da Braskem, Fernando Musa, explica que essa transformação digital é um grande marco na história da companhia: “Da análise avançada até a automação, inteligência artificial e aplicações em Internet das Coisas, a Braskem está aproveitando as mais novas tecnologias digitais e metodologias ágeis para aumentar significativamente o seu desempenho e, desta forma, transformar a maneira como fazemos negócios. Isso nos dá uma grande vantagem competitiva, permitindo que tenhamos novas oportunidades de margem e continuemos a oferecer máxima qualidade aos nossos clientes”.

Em busca de oportunidades globais de crescimento

Em 2017, a companhia anunciou um investimento de U$ 675 milhões para a construção da sua sexta unidade industrial de polipropileno (PP) nos Estados Unidos. Segundo a Braskem, o projeto está sendo construído em La Porte, Texas, e será a maior unidade de PP e com maior eficiência energética da América do Norte, com capacidade produtiva de 450 milhões de toneladas por ano. Ao final do segundo trimestre de 2019, a planta já estava quase dois terços concluída, sendo que a produção deve ser iniciada no primeiro semestre de 2020.

Prometida como uma das maiores entregas da Feira K de 2016, a Braskem concluiu a construção do Complexo Petroquímico Idesa, em Veracruz, no México. O projeto de US$5,2 bilhões aumentou a produção de resinas da companhia em 1,05 milhão de toneladas, totalizando 8,7 milhões de toneladas de capacidade produtiva global.

Esses dois grandes projetos reforçam a capacidade da Braskem de crescimento e entrega de seus projetos no prazo.

Fernando Musa afirma: “Em 2007, apresentamos aqui que estávamos desenvolvendo o Polietileno Verde, que trouxemos pronto em 2010. Em 2013, afirmamos que estávamos construindo o complexo no México, a planta petroquímica mais moderna das Américas, que em 2016 se tornou realidade. E agora estamos anunciando nossa nova linha de produção de PP denominada Delta, que será concluída e iniciará sua operação em 2020”.

Os novos produtos na Feira K

A Braskem selecionou vários novos produtos que foram apresentados na Feira K 2019:

1. Grade de polietileno de baixa densidade tubular, desenvolvido para atender o segmento de revestimento por extrusão. Segundo a empresa, oferece estabilidade e resistência superiores para revestimento de diversos substratos, incluindo papel, papelão, alumínio e outros polímeros, bem como aplicações em embalagens assépticas, não assépticas e rafia.

2. A mais nova marca de produtos de saúde da Braskem, Medcol, foi apresentada no evento. Medcol se trata do novo portfólio de produtos médicos da Braskem, que, segundo a empresa, construirá vínculos duradouros e confiáveis na indústria de saúde, com a cocriação de soluções únicas e customizadas para melhorar a vida das pessoas.

3. Novo grade de PP denominado DP213A, o mais novo grade da linha Maxio, com baixo índice de fluidez e aditivação anti-UV. Segundo a Braskem, a resina foi especialmente desenvolvida para atender às demandas dos clientes por fitas de rafia e maior produtividade na etapa de extrusão. Sua utilização permite às empresas do segmento de big bags (grandes sacas utilizadas para embalar e transportar grãos, fertilizantes, minérios e produtos químicos) elevarem sua produção em 30% sem aumento do consumo de energia, assegura a Braskem.

4. No segmento de Tampas e Fechamentos, a Braskem oferece um portfólio de soluções em PE, PP, Renováveis e PCR para atender às necessidades do mercado. A Braskem exibiu no evento tampas para aplicações em bebidas carbonatadas, água mineral, alimentos, limpeza e higiene.

5. A Braskem também apresentou suas soluções para os segmentos de agronegócio, construção civil, automotivo, calçados e outros setores, incluindo Braskem Evance, Braskem Proxess e Braskem Rigeo Lumios.

Fonte: Braskem

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Braskem enfatiza compromisso com Economia Circular na Feiplastic 2019

23/04/2019

Empresa apresenta os portfólios de reciclados e renováveis, além de soluções que reforçam a eficiência operacional

A Braskem está enfatizando durante a Feiplastic o seu posicionamento em prol da Economia Circular, conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. Durante o evento, realizado de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), o público pode conferir novidades no portfólio da companhia, como a ampliação das soluções em pós-consumo.

“Estamos empenhados em contribuir para a transformação da Economia Linear, pautada pela produção e descarte, em uma Economia Circular, que considera o descarte e a produção de forma cíclica. Acreditamos que a Feiplastic será um importante canal para ampliarmos a discussão a favor deste tema, sensibilizando a cadeia onde estamos inseridos”, explica Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa. A companhia assumiu, em novembro de 2018, um compromisso público onde comunica oito iniciativas em prol da Economia Circular, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos.

Criada com o objetivo de estimular negócios que valorizam o resíduo plástico pós-consumo, a iniciativa Wecycle evolui trazendo novos grades ao mercado. O desenvolvimento de produtos e soluções a partir de resíduos plásticos é realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners, como o Grupo Pão de Açúcar, a Condor, a Embalixo e a Martiplast. A Braskem afirma que o novo portfólio de resinas recicladas reforça o seu compromisso com a cadeia do plástico no Brasil, a inovação e a sustentabilidade, alinhadas ao posicionamento em Economia Circular.

Outras soluções sustentáveis da companhia também são destaque no evento, tais como o portfólio renovável I’m greenTM, que conta com o Plástico Verde e o EVA Verde, ambas resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar. Assim como a linha Maxio, composta por resinas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final.

No espaço da Braskem, os participantes da feira ainda tem a oportunidade de conhecer uma nova solução para o mercado de embalagem em stand-up pouch monomaterial, produto que facilita o processo de reciclagem. A empresa também está destacando os portfólios robustos para os segmentos de embalagens rígidas para produtos químicos e agroquímicos, tampas e resinas para produção de baldes de tintas.

“A Braskem tem acompanhado as principais tendências do mercado, mantendo-se na vanguarda do setor, sendo que este será o maior portfólio que já apresentamos em uma Feiplastic. Somos uma empresa apaixonada por transformar e, prezando pelo atendimento próximo e personalizado aos clientes, conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades”, afirma Terra.

Sensibilização interativa sobre reciclagem

O pós-consumo é parte fundamental do processo circular da economia e que necessita da participação ativa das pessoas para que funcione plenamente. Com o intuito de promover e apoiar o engajamento do consumidor neste ciclo, a Braskem traz à Feiplastic uma estrutura modular que comunica todas as etapas do processo de reciclagem de forma dinâmica e didática.

O projeto “Reciclar é Transformar” tem o objetivo de demonstrar todo o processo para o consumidor, desde a etapa de separação do resíduo até chegar na transformação de um novo produto, enfatizando a importância do descarte correto neste ciclo. A ativação esteve na Virada Sustentável de Porto Alegre (RS), realizada no início de abril, e estará presente em outros eventos ao longo de 2019.

Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, explica que a companhia está comprometida com a educação e engajamento de toda a cadeia do plástico para com a reciclagem do material. “Acreditamos que iniciativas como esta são importantes para aumentar o conhecimento, bem como a valorização de resíduos plásticos na economia e, principalmente, o papel de todos nós no processo”, afirma a executiva.

Ainda na linha educacional, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, iniciativa fruto da parceria entre ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Braskem, também tem espaço no estande da companhia. No local, estão sendo compartilhadas informações sobre a importância do consumo consciente e do descarte adequado de resíduos.

A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

Espaço Inova Plastic

Durante a Feiplastic, a Braskem participa também do Inova Plastic, espaço que busca debater tecnologia, inovação e tendências durante o evento. A empresa está presente de duas formas no espaço: Fabio Buckeridge, CDO da companhia, estará no painel “A Inovação na Era Digital”, abordando como soluções disruptivas contribuem para a competitividade e a produtividade da indústria química e petroquímica, favorecendo a cadeia do plástico. No espaço reservado para reciclagem, a Braskem participa com o 3R – Um novo conceito de resina reciclada, onde apresenta soluções que vem buscando para o desenvolvimento de novos materiais com foco em soluções mais disruptivas e que tenham maior potencial para melhorar o desempenho das propriedades dos materiais reciclados em diversas aplicações, ampliando a contribuição para Economia Circular.

Serviço:
Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua D – Pavilhão Vermelho
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo (SP)

Fonte: Braskem

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Olimpíadas de 2020: hóquei sobre a grama contará com gramado de polietileno derivado da cana-de-açúcar da Braskem

26/01/2019

Braskem e alemã Polytan serão as fornecedoras dos campos de hóquei, produzidos a partir do polietileno “verde” I’m greenT, para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem

Tóquio estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar, em 2020, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da história com neutralização de carbono, utilizando tecnologias verdes. A Polytan, fornecedora líder de campos de hóquei de primeira linha, e Parceira Global da FIH (Federação Internacional de Hóquei), está contribuindo de maneira importante com esta meta ao desenvolver o gramado sustentável Poligras Tokyo GT produzido com 60% de seus filamentos a partir da tecnologia do polietileno renovável I’m greenTM, da Braskem. A Polytan está utilizando o plástico verde para adicionar uma dimensão sustentável ao campo de fibras de monofilamento (grama sintética), feitas a partir do polietileno e já reconhecidas pelo mercado.

Uma camada feita de base elástica garante absorção ideal e constitui parte importante de todo o sistema do gramado de hóquei. A camada elástica da Polytan PolyBase GT confere ao gramado um equilíbrio ambiental ainda maior. Um aglutinante de alto desempenho, graças às suas baixas emissões de CO2, é utilizado para a amarração elástica permanente dos grânulos.

“A FIH está contente com o fato de que essa nova tecnologia de gramado apoiará o objetivo de Tóquio quanto à neutralização de carbono e contribuirá de forma positiva para os Jogos. Temos uma prioridade estratégica de melhorar a pegada ambiental do hóquei, por isso parcerias com empresas progressivas, como Polytan e Braskem, são cruciais. Estamos satisfeitos em constatar que este gramado sintético utiliza 66% menos água do que os campos de edições anteriores dos Jogos Olímpicos. A FIH acredita que o hóquei pode contribuir para um meio ambiente mais sustentável a partir da utilização de todas as possibilidades tecnológicas oferecidas pelo gramado moderno”, afirma o CEO da FIH, Thierry Weil.

“Com o desenvolvimento da Poligras Tokyo GT, conseguimos não apenas tornar o campo de hóquei mais sustentável, como também melhorar seu desempenho de maneira significativa. O gramado da modalidade nunca foi tão ecologicamente correto e nunca antes permitiu um jogo tão dinâmico e preciso”, diz Friedemann Söll, diretor de Gestão de Produtos da Polytan.

“Estamos muito orgulhosos pela escolha da Polytan e da FIH pelo polietileno I’m greenTM da Braskem para os campos de hóquei dos jogos de Tóquio em 2020. A cidade estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar a primeira edição dos jogos com neutralização de carbono, e estamos felizes pelo fato de que a Braskem possa contribuir também”, acrescenta Marco Jansen, diretor comercial de Química Renovável da Braskem para Europa e América do Norte.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar. A Polytan optou por essa matéria-prima para a produção do seu gramado artificial pelo impacto positivo da pegada de carbono do polietileno verde I’m greenTM em relação ao polietileno de origem fóssil. Cada quilo do polietileno verde utilizado nos campos durante as olímpiadas evitará a emissão de quase 5kg de CO2, afirma a Braskem

Os pisos sintéticos da Polytan incluem desde superfícies de absorção de impacto leve até campos multifuncionais para todos os tipos de clima, além de superfícies de alta velocidade para eventos esportivos internacionais. Além do desenvolvimento, da fabricação e da instalação de suas próprias superfícies esportivas, a gama de serviços oferecidos pela Polytan também inclui marcação de linhas, reparo, limpeza e manutenção.

Fonte: Braskem

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Polietileno “verde” da Braskem é utilizado em linhas de cadeiras lançadas pela Tramontina

26/07/2018

Feito à base de cana-de-açúcar, material possui mesma resistência, durabilidade e peso do plástico derivado de fontes fósseis

Combinar sofisticação em design com práticas ecologicamente corretas é a proposta das cadeiras Jet e Paco, resultado da parceria entre a Braskem e a Tramontina. Os produtos são feitos com o Plástico “verde” I’m greenT.

A resina “verde”, derivada da cana-de-açúcar, possui as mesmas características físicas do PE convencional, podendo ser totalmente aproveitada pela cadeia de reciclagem tradicional. Segundo a Braskem, um dos seus principais diferenciais é a captura de 3,09 toneladas de CO2 a cada tonelada produzida, contribuindo para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Com a mesma resistência, durabilidade e peso das cadeiras feitas com o plástico de origem fóssil, as linhas Jet e Paco utilizam o selo I’m greenT da Braskem, para que o consumidor reconheça os produtos feitos com o Plástico “verde”, produzido em sua fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul (RS). A planta possui capacidade para a produzir 200 mil toneladas de resina renovável por ano.

Para veicular o selo, as peças precisam passar por um teste de verificação do carbono 14, o mesmo feito para saber a idade de materiais fósseis. Para ser aprovada, a peça precisa conter ao menos 51% de material renovável.

As cadeiras Jet e Paco já estão sendo vendidas em lojas on-line e físicas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e receita líquida de R$ 50 bilhões (em 2017). Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Há 107 anos a Tramontina iniciou como uma pequena ferramentaria no Sul do Brasil, na cidade de Carlos Barbosa (RS). Hoje produz mais de 18 mil itens em dez fábricas no país – oito no Rio Grande do Sul, uma em Belém (PA) e outra em Recife (PE). Atualmente, conta com mais de oito mil colaboradores e leva seus produtos para mais de 120 países, nos segmentos utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, veículos utilitários, construção civil, além de materiais elétricos e móveis de madeira ou plástico.

Fonte: Braskem

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Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

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Karina Plásticos passa a usar o Polietileno Verde em seu portfólio de produtos

20/02/2018

Por meio de uma nova parceria com a Braskem, a Karina Plásticos agrega mais um produto em seu portfólio com o Polietileno Verde I’m greenT para o mercado de fios e cabos. Os produtos da linha “Karintox Eco” já estão disponíveis no mercado e podem ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT“. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“Em um momento em que buscamos incansavelmente condições competitivas para sobreviver em um mercado complicado e vindo de um período altamente recessivo, identificamos através dessa ação conjunta com a Braskem um nicho importante que, sem dúvida, irá destacar a Karina nessa indústria tão confrontada por situações nocivas ao meio ambiente. Atuando inicialmente no mercado de Fios e Cabos com um produto isento de halogênio, agora também incorporamos em sua formulação uma matéria-prima originada de uma cadeia renovável”, destaca Edson Penido, comercial da Karina.

A Karina possui uma linha de produtos formada por Compostos de PVC, Especialidades Poliolefínicas e uma variedade de cores de Masterbatches.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, comentou sobre o assunto: “Essa parceria comprova novamente que a indústria brasileira e os seus clientes estão interessados em soluções inovadoras, ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final. Esta nova parceria com a Karina demostra que estamos preparados para atendê-los com um amplo portfólio”.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. A planta de Polietileno Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano. Segundo a empresa, o Polietileno Verde captura e fixa 3,09 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de resina produzida durante o seu ciclo de produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, a resina de origem renovável mantém todas as propriedades técnicas e mecânicas do plástico convencional, de origem fóssil, o que permite a sua utilização e reciclagem usando máquinas já existentes, sem necessidade de adaptação.

Fonte: Braskem

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Braskem apresenta soluções inteligentes para embalagens na Interpack 2017

03/05/2017

A Braskem participará da Interpack, em Düsseldorf, Alemanha, de 4 a 10 de maio, no estande G15 (Hall 9). No evento, a empresa apresentará novas aplicações para o Plástico Verde I’m greenT, como, por exemplo, a embalagem de café da Peeze e outras para o segmento de personal care, da Speick e L’Erbolario. Resina de polipropileno desenvolvida para produção de espumas de alta performance também será exibida, além de pesquisas e avanços na tecnologia para embalagens inteligentes.

“O Plástico Verde é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que recebeu cerca de US$ 300 milhões em investimentos e envolvimento de diversas pessoas. Atualmente o biopolímero é exportado para Europa, EUA, Ásia, África e América do Sul e mais de 150 marcas o utilizam ao redor do mundo. Para a Braskem, participar da principal feira mundial de embalagens é uma oportunidade para reforçar a nossa presença global”, afirma Gustavo Sergi, responsável pelo Negócio de Químicos Renováveis da Braskem.

Resina para produção de espumas

A Braskem apresenta também a sua marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength. O produto foi desenvolvido para a produção de espumas versáteis de alto desempenho para aplicação nos mercados de embalagens, industrial e automotivo, afirma a Braskem.

Segundo a empresa, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 130°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade que pode ir de 30 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

Pesquisas em embalagens inteligentes

Outro destaque para a edição deste ano ficará por conta dos avanços em pesquisas de embalagens inteligentes, as quais poderão informar ao consumidor sobre a qualidade e o estado de conservação de produtos variados, desde alimentos a cosméticos, através da mudança de cor. A Braskem, em parceria com a Universidade norte-americana de Clemson e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Brasil, trabalha no desenvolvimento desta tecnologia.

Parcerias que viabilizam inovação

A Braskem apresentará copos de Polipropileno em parceria com a empresa Gizeh e de Plástico Verde em parceria com empresa finlandesa Stora Enso.

Será divulgada também parceria entre a Braskem e a Made In Space, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de impressoras 3D para a Nasa, para o fornecimento de Plástico Verde para a manufatura de ferramentas e peças na Estação Espacial Internacional (ISS).

O café que será servido no estande é produzido pela Peeze, única refinaria de café na Holanda que fornece 100% de café certificado e que tem embalagem feita com Plástico Verde I’m greenT. As embalagens sustentáveis são resultado de uma parceria anunciada em outubro de 2016 entre as empresas.

A Braskem produz anualmente um volume de termoplásticos superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, apresentando um faturamento anual de R$ 54 bilhões. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Embalixo lança nova embalagem “Fecha Fácil” com plástico derivado de cana-de-açúcar

17/09/2016

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Produto sustentável facilita o descarte de lixo

Empenhada em facilitar a vida do consumidor, a Embalixo, empresa brasileira líder na produção de sacos para lixos, lança o “Fecha Fácil”, modelo que possui abas para facilitar o fechamento da embalagem. O produto já está disponível para o consumidor e possui quatro versões: de 15, 30, 50 e 100 litros.

A nova embalagem utiliza como matéria-prima o Polietileno Verde, resina desenvolvida pela Braskem. O PE Verde, produzido a partir de cana-de-açúcar, possui características idênticas às do polietileno de origem fóssil, não requer mudanças nos processos de transformação e pode ser reciclado nas correntes já existentes.

Desde 2011, a Embalixo adota o Plástico Verde em seus sacos para lixos. “Estamos muito satisfeitos em lançar uma embalagem que visa facilitar a vida do consumidor já com o selo I’m greenT, o que reforça nosso compromisso com o descarte simples e correto de resíduos”, explica Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo.

Fonte: Braskem

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Cartaplast apresenta embalagens de Plástico Verde da Braskem

07/09/2016

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Bastante utilizado do mercado alimentício, o Plástico Verde tem uma nova aplicação em embalagens. A Cartaplast do Brasil, que comemora 25 anos de atuação, agora utiliza a resina de origem renovável na fabricação de bobinas picotadas, solução para acondicionamento de alimentos como carnes e aves. Com o lançamento, a empresa reduz os impactos no meio ambiente por meio da adoção de uma inovação tecnológica brasileira, desenvolvida pela Braskem.

O Polietileno Verde tem vantagens no que diz respeito à sustentabilidade. Além de ser obtido a partir de fonte renovável (cana-de-açúcar), ou seja, não consumir recursos fósseis limitados, captura CO2 durante seu ciclo de fabricação. As embalagens da Cartaplast do Brasil terão o selo I’m greenT, que garante a origem do produto.

Fundada em 1991, a Cartaplast do Brasil iniciou suas atividades produzindo e comercializando bobinas picotadas para atender à exigência do setor varejista e o segmento de distribuição de embalagens. Nos anos que seguiram, registrou uma série de aquisições em extrusoras e sacoleiras de última geração com a perspectiva de consolidação na indústria do plástico no Brasil, firmado – se como um importante player nacional no mercado de bobinas picotadas e sacolas plásticas. A estratégia de crescimento, apoiada na inovação e na expansão de capacidades para suprir a demanda do mercado proporcionou à empresa novo estágio de desenvolvimento em volume, qualidade e oportunidade de negócios.

Fonte Braskem

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Plástico verde da Braskem chega às embalagens de cosméticos naturais e veganos

03/08/2016

Braskem-Biovegan2O Plástico Verde da Braskem agora é usado em embalagens de cosméticos naturais e veganos da Aroma e Magia. As resinas de polietileno de cana-de-açúcar serão usadas na nova marca Bio Vegan.

A Bio Vegan foi criada para atender à demanda do consumidor por produtos fabricados de forma ambientalmente responsável. Por isso, os cosméticos são desenvolvidos de forma a gerar menos impacto na natureza e trazer um ritual de harmonia e bem-estar para quem os utiliza. Entre os lançamentos estão o esfoliante corporal, sabonete Líquido, óleo para banho e loção hidratante corporal.

“Desenvolver os cosméticos Bio Vegan foi um verdadeiro desafio, pois procuramos criar cosméticos o mais verde possível e que contribuíam para um momento de conforto e bem-estar. O resultado de tanta pesquisa foi surpreendente e encantador”, explica Maria de Lourdes Vertuan, farmacêutica-bioquímica e diretora da Bio Vegan.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a reconhecer o produto que usam a matéria-prima 100% renovável, a Braskem criou o selo “I’m greenT“. O Plástico Verde adotado pela Bio Vegan captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. O produto apresenta as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

“A cada ano conquistamos clientes focados em contribuir com o meio ambiente e que também possuem o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Apostar na utilização do Plástico Verde reafirma o compromisso das duas companhias com a inovação e a sustentabilidade em seus negócios”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Renováveis da Braskem.

Os cosméticos estão disponíveis em farmácias, lojas de decoração e lojas de cosméticos naturais.

Fonte: Braskem

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Polietileno verde da Braskem chega ao Japão em tampas de garrafas PET

18/04/2016

Suntory, empresa japonesa de bebidas, vai usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano

Braskem-SuntoryA Suntory, fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, acaba de anunciar a adoção do Polietileno derivado de cana-de-acúcar nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml. A resina de origem renovável será fornecida pela Braskem.

A partir deste mês, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades. Com a decisão, a empresa japonesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade e se torna a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. A parceria amplia a presença do “Polietileno Verde” no mercado asiático.

Segundo a Braskem,  “há uma preocupação cada vez maior de empresas de todo o planeta na adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental. O Polietileno Verde já é utilizado nos mais diversos segmentos e ainda pode ter outras tantas aplicações, como demonstra a iniciativa da Suntory”.

O Polietileno Verde da Braskem é produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma matéria-prima 100% renovável e tem como principal diferencial a captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido. Outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade da resina são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional.

A Toyota Tsusho Corporation, parceira comercial da Braskem na Ásia e na Oceania, tem desempenhado um importante papel na distribuição e expansão do Polietileno Verde na região. O Plástico Verde tem sido amplamente utilizado em uma variedade de aplicações e será expandido em meio à crescente consciência ambiental na Ásia.

Fonte: Braskem

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Pernod Ricard Brasil adota tampas produzidas com Plástico Verde da Braskem

21/12/2015

Braskem-plastico-verde

  • Multinacional francesa é a primeira empresa de destilados do mundo a ter o selo I’m greenT
  • Plástico Verde será usadao em tampas dos produtos da Pernod Ricard Brasil

A Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, anunciou a adoção, nas tampas dos produtos de seu portfólio local, do Plástico Verde I’m greenT, da Braskem. O investimento em PE Verde é o primeiro do mundo de uma empresa de destilados.

Iniciado há um ano, o projeto de substituição da tampa plástica tradicional pela de polietileno de origem renovável, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, foi desenvolvido pela Braskem em colaboração com as empresas Guala e Plastamp, fornecedores locais da Pernod Ricard Brasil, e reforça o compromisso das companhias em reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente.

“A Plastamp sempre priorizou a inovação, sustentabilidade e tecnologia na matriz de desenvolvimento de seus produtos.” afirma Norberto Coelho, diretor comercial da Plastamp. “Em conjunto com as empresas Pernod Ricard e Braskem, a Plastamp festeja o sucesso do lançamento de uma alternativa de tampa conta-gotas, que utiliza o Plástico Verde, tornando-a competitiva, elegante e funcional para ancorar o fechamento de uma grande marca de bebidas da Pernod Ricard Brasil”.

Na visão do gerente comercial da Guala, Silvio Marcellini, “o projeto com a utilização de Plástico Verde na produção de tampas de segurança (core business da empresa) é visto pela Guala Closures Group como outro passo significativo e estratégico em seu compromisso com a sustentabilidade e de trabalho em parceria com seus fornecedores e clientes”.

Para a Braskem, a parceria demonstra o empenho da empresa em estar ao lado de indústrias de diferentes segmentos para oferecer soluções sustentáveis. Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT é resultado de um longo trabalho de pesquisa. Segundo a empresa, por ser produzido a partir de um material de fonte renovável, ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera,  representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de eteno produzida.

Fonte: Braskem

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Rolhas de garrafas de vinho nos EUA serão feitas com plástico verde da Braskem

04/02/2014

Material 100 % renovável será empregado de forma inédita pela Nomacorc, líder na produção de rolhas sintéticas para garrafas de vinho Braskem_rolhasno país norte-americano

A Braskem empregará de maneira inédita o seu polietileno derivado de cana-de-acúcar (Polietileno I’m greenTM), em rolhas para garrafas de vinhos fabricadas pela Nomacorc, empresa líder no segmento nos Estados Unidos. Denominadas Select® Bio, as rolhas são 100% recicláveis e apresentam o mesmo desempenho em controle do oxigênio que a linha convencional, além de evitar a deterioração e desperdício causados por processos como oxidação e redução. Neste caso, o plástico verde substitui com eficiência a cortiça, material proveniente de árvores específicas para tal fim e que podem levar algumas décadas para serem cultivadas.

O Polietileno I’m greenTM é feito a partir do eteno obtido do etanol de cana-de-açúcar. Seu grande diferencial é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações de maquinário e pode ser reciclado. Para ajudar o consumidor a reconhecer o plástico verde, a Braskem criou o selo ‘I´m green TM’, que garante a origem renovável da embalagem.

“A Braskem é uma organização sólida, com um histórico de criação de polímeros confiáveis e sustentáveis para os principais fabricantes do mundo todo”, destacou Olav Aagaard, cientista-chefe da Nomacorc. “A utilização do polietileno verde de cana-de-açúcar da Braskem nos dá a confiança necessária para oferecermos aos nossos clientes rolhas neutras em carbono, o que não só ajuda a garantir a consistência e qualidade dos vinhos, mas também permite o desenvolvimento de uma solução de embalagem mais sustentável”.

“Ficamos muito satisfeitos com a escolha feita pela Nomacorc para o desenvolvimento de uma solução mais sustentável com o nosso plástico verde”, diz Marco Jansen, Diretor Comercial de Químicos Renováveis da Braskem para a Europa e Estados Unidos. “Escolhas como as realizadas pela Nomacorc mostram que esta é uma tecnologia altamente viável e com grande potencial de crescimento, e que pode ser plenamente empregada como alternativa sustentável ao uso de combustíveis fósseis”, conclui Marco Jansen.

Fonte: Braskem

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Polietileno verde da Braskem é usado por Adimax na embalagem de alimentos para animais

06/12/2013

Mais saudável e sustentável, a linha de produtos contém ingredientes diferenciados e de alta qualidade, além de utilizar plástico de fonte renovável produzido pela Braskem em suas embalagens

Braskem_AdipetPara consumidores que buscam oferecer mais saúde e bem-estar aos seus cães e gatos e que ainda se preocupam em consumir produtos mais sustentáveis, a Adimax lança linha Super Premium “Fórmula Natural” com novos ingredientes. Outra novidade é a embalagem sustentável do produto, feita com o plástico verde de origem renovável, da Braskem.

São treze versões desenvolvidas para melhor adaptação ao porte, idade e características individuais dos animais de estimação. Para os cães, portes Mini/Pequeno e Médio/ Grande, a linha se divide em Filhotes, Adultos, Sensitive, Light e Sênior. Já para os gatos, apresentamos as seguintes opções: Filhotes, Adultos e Castrados.

“Uma alimentação saudável, adequada para atender as necessidades de cada animal, proporciona muitos benefícios, o que se reverte em qualidade de vida e, consequentemente, longevidade”, reforça o Prof. Dr. RodrigoBazolli, gerente técnico da Adimax Pet.

“A Braskem busca criar produtos que inovem para melhor servir às pessoas. O uso do plástico verde proporciona ao consumidor uma solução mais inteligente e ambiental para embalagens. A expansão da parceria com a Adimax reforça o cuidado da empresa em oferecer uma solução mais sustentável para seus clientes”, relata Alexandre Elias, diretor de Renováveis da Braskem.

O plástico verde é feito a partir do eteno, obtido do etanol de cana-de-açúcar. Seu grande diferencial é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Para ajudar o consumidor a reconhecer o plástico verde nas lojas, a Braskem criou o selo ‘I´m green TM’, que garante a origem renovável da embalagem.

As embalagens foram produzidas em parceria com a Incoplast e a Braskem. No segmento Pet Food, a Adimax tornou-se pioneira quanto à utilização desta tecnologia, no lançamento da linha Magnus Eco.

Com a inclusão da Super Premium Fórmula Natural no portfólio da empresa, a variedade de itens produzidos com plástico verde aumentará de quatro para mais de vinte itens, informa Leonardo Dalmagro, gerente de embalagens da Adimax Pet.

Fonte:  Braskem / Foto: Adimax

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