Posts Tagged ‘Eteno’

Braskem anuncia parceria para o desenvolvimento de tecnologia para a produção de eteno a partir do gás natural

21/01/2014

A Braskem e a Siluria Technologies, empresa americana pioneira na produção comercial de combustíveis e produtos químicos a partir de gás natural, firmaram um acordo de colaboração para a conversão direta do metano do gás natural em eteno – matéria-prima usada pela indústria petroquímica.

Denominada acoplamento oxidativo de metano (OCM) desenvolvida pela Siluria, a tecnologia abre inúmeras oportunidades de utilização em diversos segmentos da indústria, inclusive o petroquímico, com a possibilidade de eliminar a etapa inicial de craqueamento da nafta para obtenção de eteno. Juntas, as empresas realizarão um estudo para identificar perspectivas comerciais desta tecnologia nas plantas de base eteno da Braskem.

O contrato prevê opções de licenciamento para introdução da tecnologia da Siluria em escala mundial pela Braskem, além de oportunidades para que a Companhia adquira o eteno produzido por futuras plantas da Siluria. A parceria também prevê direitos de participação societária da empresa norte-americana em eventuais projetos comerciais da Braskem que utilizem a tecnologia. A empresa brasileira contará ainda com uma planta de demonstração de OCM da Siluria, prevista para o quarto trimestre de 2014, em uma de suas fábricas nos Estados Unidos.

“Estamos muito felizes de poder trabalhar com uma empresa líder na fabricação de olefinas e derivados como a Braskem”, destacou Ed Dineen, diretor presidente da Siluria.  “Sua experiência no setor, ampla presença e aspiração ao crescimento fazem da Braskem o parceiro inicial ideal na estratégia de Siluria de desenvolver múltiplas parcerias para a implantação da tecnologia em diversos setores de processamento de produtos químicos, combustíveis e gás natural”.

“A Braskem busca o crescimento do negócio nas Américas e no mundo todo”, disse Fernando Musa, diretor-presidente da Braskem América. “Acreditamos que a tecnologia da Siluria possa desempenhar um papel importante em nossa estratégia de crescimento, além de fortalecer potencialmente nossa base atual de ativos”.

Fonte: Braskem

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CONFERÊNCIA FEIPLASTIC ABORDA TENDÊNCIAS NO MERCADO INTERNACIONAL DE MATÉRIAS PRIMAS QUÍMICAS E RESINAS

24/05/2013

Nick Vafiadis, diretor de Polietileno e Etileno da IHS apresenta perspectivas de alta demanda em países asiáticos. China representa metade do consumo mundial dessas commodities

Uma visão privilegiada da conjuntura mundial dos insumos para plásticos foi oferecida na Conferência FEIPLASTIC por Nick Vafiadis, diretor sênior para Polietileno e Etileno da IHS, empresa sediada nos Estados Unidos. Durante a palestra Questões e Tendências nos Mercados de Derivativos e Olefinas Globais, Vafiadis apontou o enorme potencial de consumo de etileno e polietileno em países emergentes.

Na apresentação, o executivo mostrou que a capacidade de produção global de etileno é de 147 milhões de toneladas, e desse montante, 86% são utilizados efetivamente. A América do Sul representa somente 4% da produção, liderada pela Ásia que responde por 36% do total. Em crescente recuperação industrial no segmento, a América do Norte chega a 24%. O Brasil produziu 3,97 milhões de toneladas em 2012.

“A Ásia continuará a ser o maior produtor de etileno nos próximos anos, mas até o final de 2013. Em 2017, o consumo do país asiático será de 158 milhões de toneladas, 29 milhões a mais do que no ano passado”, prevê Vafiadis. “Temos 50 projetos em andamento na China, que procura tornar-se autosuficiente”.

Dessa forma, o executivo da IHS apontou o potencial sul-americano, que enfrenta obstáculos políticos. “As medidas governamentais na Argentina tornam a extração inviável, e no Brasil, a atenção está voltada ao pré-sal”. Para o polietileno, a previsão de demanda global são de 98,2 milhões de toneladas até 2017, num crescimento de 4,6% ao ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Joint venture da Chevron Phillips e Petrochem inicia operação plena de complexo petroquímico na Arábia Saudita

01/10/2012

A Saudi Polymers Co começou a operar em plena capacidade nesta segunda feira na sua unidade de Al Jubail, na Arábia Saudita.

O complexo petroquímico pode produzir 1,16 milhões de toneladas / ano de eteno; 1,1 milhões de toneladas / ano de polietileno (combinando PE de alta densidade e PE linear de baixa densidade); 430.000 toneladas / ano de propeno, 400.000 toneladas de polipropileno (PP); 200.000 toneladas / ano de poliestireno (PS) e 100.000 toneladas / ano de hexeno-1.

“Vamos agora trabalhar para atingir as metas de inventário críticas para assegurar nossa confiabilidade a longo prazo como um fornecedor de produtos de qualidade”, disse Mike Zeglin, presidente-executivo da Saudi Polymers.

A Saudi Polymers Co. irá atender tanto ao mercado doméstico como ao internacional.

As exportações de produtos serão negociadas pelo seu distribuidor exclusivo, Gulf Polymers Distribution Co, utilizando a rede global de marketing da Chevron Philips.

O complexo petroquímico, que fica em um terreno de 1,1 milhões metros quadrados na cidade industrial de Al Jubail, teve a sua construção iniciada em janeiro de 2008 e criou cerca de 950 postos de trabalho.

A Petrochem (National Petrochemical Company) da Arábia Saudita detém uma participação de 65% na Saudi Polymers, enquanto os restantes 35% são de propriedade da Arabian Chevron Phillips Petrochemical Co Ltd – uma subsidiária integral da empresa norte-americana Chevron Phillips Chemical (CPC).

Fonte: Chevron Phillips

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Braskem-Idesa seleciona a tecnologia para a planta de eteno no México

01/04/2011
Technip fornecerá a tecnologia do cracker do projeto Etileno XXI e cuidará do projeto de engenharia básica dessa unidade e a de polietileno de alta densidade

Braskem-Idesa, a associação formada pela Braskem e pelo grupo mexicano Idesa, está dando um passo importante para o desenvolvimento do seu projeto Etileno XXI no México. A joint venture escolheu a Technip como fornecedora de tecnologia para o cracker de eteno com capacidade para produzir anualmente 1,05 milhão de toneladas.

A unidade faz parte do complexo petroquímico que será construído na região de Coatzacoalcos, no estado mexicano de Veracruz, com início de operação previsto para janeiro de 2015. O complexo integrado também será composto por uma planta de polietileno de baixa densidade e duas de polietileno de alta densidade.

Braskem-Idesa também selecionou a Technip como gestor principal do projeto de engenharia básica do cracker e da unidade de polietileno de alta densidade.

A Technip é a maior empresa em seu setor, com reconhecida experiência na implementação de mega-crackers para produção de eteno com abordagem em EPC – iniciais de Engeneering, Procurement and Construction, etapa do processo construtivo que inclui engenharia, compras e construção. A Braskem-Idesa entende que esta escolha trará importantes benefícios para o projeto, pois o cracker com tecnologia Technip de última geração será o mais moderno e eficiente em operação nas Américas quando estiver pronto.

Os centros de operação da Technip em Roma, na Itália, e em Claremont, na Califórnia, irão desenvolver as atividades envolvidas no projeto de engenharia detalhado da planta de eteno, enquanto as relacionadas à planta de polietileno de alta densidade serão executadas pelo escritório da empresa em Lyon, na França. A conclusão do projeto de engenharia básica está prevista para o final de 2011.

Fonte: Braskem

Petrobras assina contrato com KL Energy para desenvolvimento de tecnologia para produção de etanol celulósico

26/08/2010

Da esq. para dir. : gerente de gestão tecnológica da PBio, João Norberto Noschang; presidente da KL Energy, Peter Gross; e gerente geral de P&D da Área de Abastecimento do Cenpes, Alípio Ferreira.

A Petrobras, por meio da Petrobras America, assinou um contrato de desenvolvimento conjunto com a KL Energy Corporation (KLEG.PK, “KLE”) para a otimização da tecnologia da KLE de processamento de etanol celulósico para a utilização de bagaço de cana-de-açúcar como matéria-prima.  Entre outras aplicações, o etanol pode ser utilizado como matéria prima para a obtenção do eteno, empregado na síntese do Polietileno.

A última geração do processo da KLE traz importantes melhorias em comparação com a primeira geração da tecnologia, implementada em 2008 na unidade de demonstração da empresa localizada em Upton, estado de Wyoming (EUA). A unidade utiliza resíduos de madeira como matéria-prima e pode ser otimizada para utilizar vários tipos de matérias-primas.

Como parte do contrato, a Petrobras investirá US$ 11 milhões para adaptar as instalações de demonstração da KLE para utilizar bagaço e validar, por meio de testes, o processo para a produção de etanol celulósico.

Em paralelo, a Petrobras e a KLE desenvolverão um projeto de usina de etanol celulósico em escala industrial que deverá ser totalmente integrado a uma usina de cana-de-açúcar pertencente ao Grupo Petrobras, no Brasil. A usina está programada para entrar em funcionamento em 2013.

O contrato, cujo prazo inicial é de 18 meses, prevê exclusividade mútua na área de desenvolvimento de etanol celulósico a partir do bagaço de cana, e oferece à Petrobras a opção de obter uma licença para utilizar a tecnologia da KLE nos ativos do Grupo Petrobras.

Com este investimento, a Petrobras busca desenvolver mais uma alternativa para produção de biocombustíveis e produtos químicos renováveis e sustentáveis, de forma complementar às iniciativas em andamento, como por exemplo as pesquisas com microalgas para produção de óleo.

Segundo Miguel Rossetto, presidente da Petrobras Biocombustível, “a Petrobras vê o etanol celulósico como uma tecnologia promissora para aumentar a produção de etanol em cerca de 40% sem aumentar a área plantada, além de melhorar sustentabilidade de suas usinas. O contrato com a KLE irá acelerar esse esforço de desenvolvimento”.

“O Brasil é líder mundial na produção de biocombustíveis competitivos de biomassa, e acreditamos que o bagaço de cana seja uma matéria-prima adequada para o nosso processo. A KLE pretende estar na vanguarda do mercado emergente de etanol celulósico no Brasil”, disse Peter Gross, presidente da KL Energy Corporation.

Sobre a Petrobras

A Petrobras é uma empresa integrada de petróleo, gás e energia que opera nos seguintes segmentos da indústria: exploração e produção, abastecimento, comercialização, transporte e petroquímica, distribuição, gás natural, energia e biocombustíveis. Reconhecida por sua enorme base de recursos e por sua liderança mundial na exploração em águas profundas e ultraprofundas, a Petrobras está presente em todos os cinco continentes e em 28 países. Além disso, tem atividades em energias renováveis, especialmente biocombustíveis, área na qual mantém uma subsidiária, a Petrobras Biocombustível.

Sobre a KL Energy Corporation

A KL Energy Corp. (KLEG.PK) é uma líder no desenvolvimento e comercialização de produtos energéticos de segunda geração à base de celulose, entre os quais o etanol, a bio-lignina e produtos químicos intermediários. A instalação de demonstração comercial da KLE em Upton, estado de Wyoming é uma das primeiras instalações de demonstração de seu tipo a produzir etanol de celulose e produtos de bio-lignina a partir de resíduos de madeira. Ela utiliza um processo proprietário de pré-tratamento termo-mecânico e hidrólise enzimática que a empresa acredita ser um dos processos mais amigáveis ao ambiente no setor. Além disso, a tecnologia pode ser adaptada para utilizar diversas matérias-primas. A KLE fornece ainda serviços de engenharia, de otimização e técnicos para instalações de biocombustíveis.

Fonte: Agência Petrobrás de Notícias