Posts Tagged ‘Polietileno Verde’

Embalagens do Café Favorito serão produzidas com Polietileno Verde da Braskem

05/10/2018

A Braskem será fornecedora de Plástico Verde para a tradicional marca carioca Café Favorito. A resina será aplicada nas embalagens para café almofada de 500g.

“Anualmente, produzimos mais de um milhão de toneladas de café, vendido principalmente nas regiões dos Lagos e Serrana e no sul do estado do Rio de Janeiro. O uso do Plástico Verde em nossas embalagens reforça nosso esforço na busca de uma atuação sustentável”, explica Adriana de Oliveira, diretora comercial do Café Favorito.

Atualmente, mais de 150 marcas mundo afora já adotaram o Plástico Verde em embalagens para os mais diversos segmentos, como alimentício, higiene pessoal e bens duráveis. Com as mesmas propriedades e desempenho do polietileno de origem fóssil, a resina renovável pode ser utilizada nas mesmas cadeias produtivas do plástico e da reciclagem convencionais.

A embalagem do Café Favorito utilizará o selo I’m greenTM para que o consumidor possa reconhecer a aplicação do Plástico Verde em sua composição. “Para conquistar o diferencial do uso do selo, o produto precisa conter, ao mesmo, 51% de material renovável. A avaliação é feita por meio de um teste de verificação de carbono 14”, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Braskem produz polietileno de origem renovável desde 2010, no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano, esta é a maior unidade industrial de eteno derivado do etanol do planeta.

Fonte: Braskem

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Polietileno “Verde” da Braskem é apresentado em linha de tubos da Irritec na Feira da Irrigação em Campinas

18/09/2018

A Irritec, fabricante de origem italiana, apresenta na Feira Internacional da Irrigação 2018, em Campinas (SP), entre os dias 19 e 21 de setembro, sua nova linha de tubos MultibarTC para aplicação em cultivos de árvores e pomares, vinhedos e viveiros de mudas. Os produtos são feitos com o polietileno I’m greenT, de origem renovável.

Segundo o fabricante, a linha traz três características particulares que a tornam ideal para instalação em áreas com declive acentuado e para culturas com ciclos de fertirrigação frequentes: dispositivo autocompensante, que regula a vazão de aplicação e garante a uniformidade de aplicação ao longo da linha; dispositivos antidrenante, que permite que todos os gotejadores abram e fechem simultaneamente, o que garante alta precisão na irrigação; e também o dispositivo anti-sifão, que evita que entrem sujeiras no gotejador quando o tubo é esvaziado.

“Por se tratar de um projeto pioneiro na agricultura, é muito relevante para a área de Químicos Renováveis da Braskem, já que marca a entrada do Plástico Verde no segmento de irrigação”, conta Pedro Moldenhauer de Lima, Gerente Comercial da Braskem.

O polietileno I’m greenT, derivado da cana-de-açúcar, conta com a mesma resistência, durabilidade e peso do plástico convencional derivado do petróleo. O material também é 100% reciclável.

Luiz Carlos Fernandes, Diretor Geral da Irritec, conta que a empresa escolheu adotar o Plástico Verde na linha MultibarTC porque se trata da linha de produtos com maior valor agregado e também são aqueles que apresentam a maior vida útil, sendo assim os mais indicados para serem produzidos com material sustentável. “Faz parte da missão da Irritec a busca contínua de materiais e soluções inovadoras que garantam a criação de produtos cada vez mais eficientes para a Agricultura, com o menor impacto ambiental”, conta o executivo.

O tubo gotejador fabricado com o Plástico Verde ainda apresenta o diferencial de ser um produto alinhado com a tendência mundial de buscar soluções sustentáveis ecologicamente. “Nada mais interessante de que termos um produto destinado à aplicação no campo produzido com material vindo do próprio campo”, afirma Fernandes.

Serviço:
Lançamento da linha na II FIIB (Feira Internacional de Irrigação do Brasil – www.feiradeirrigacao.com.br )
Local: EXPO Dom Pedro – Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra – Campinas (SP) –
Anexo ao Parque D. Pedro Shopping.
Data: 19 a 21 de setembro de 2018
Horários da feira: Das 9h às 17h | Entrada gratuita

Fonte: Braskem

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Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

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Karina Plásticos passa a usar o Polietileno Verde em seu portfólio de produtos

20/02/2018

Por meio de uma nova parceria com a Braskem, a Karina Plásticos agrega mais um produto em seu portfólio com o Polietileno Verde I’m greenT para o mercado de fios e cabos. Os produtos da linha “Karintox Eco” já estão disponíveis no mercado e podem ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT“. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“Em um momento em que buscamos incansavelmente condições competitivas para sobreviver em um mercado complicado e vindo de um período altamente recessivo, identificamos através dessa ação conjunta com a Braskem um nicho importante que, sem dúvida, irá destacar a Karina nessa indústria tão confrontada por situações nocivas ao meio ambiente. Atuando inicialmente no mercado de Fios e Cabos com um produto isento de halogênio, agora também incorporamos em sua formulação uma matéria-prima originada de uma cadeia renovável”, destaca Edson Penido, comercial da Karina.

A Karina possui uma linha de produtos formada por Compostos de PVC, Especialidades Poliolefínicas e uma variedade de cores de Masterbatches.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, comentou sobre o assunto: “Essa parceria comprova novamente que a indústria brasileira e os seus clientes estão interessados em soluções inovadoras, ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final. Esta nova parceria com a Karina demostra que estamos preparados para atendê-los com um amplo portfólio”.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. A planta de Polietileno Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano. Segundo a empresa, o Polietileno Verde captura e fixa 3,09 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de resina produzida durante o seu ciclo de produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, a resina de origem renovável mantém todas as propriedades técnicas e mecânicas do plástico convencional, de origem fóssil, o que permite a sua utilização e reciclagem usando máquinas já existentes, sem necessidade de adaptação.

Fonte: Braskem

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Botanika lança vasos de jardinagem com Polietileno Verde da Braskem

30/11/2017

Polímero renovável estará presente em diferentes modelos de vasos de cultivo inteligente

A Botanika® (www.botanika.com.br) acaba de apresentar ao mercado sua linha de vasos de jardinagem fabricada com Plástico Verde I’m greenT, da Braskem (www.braskem.com.br). Os vasos têm como matéria-prima a cana-de-açúcar, uma fonte renovável, e foram projetados para garantir o melhor desenvolvimento das plantas.

Com um design moderno, os vasos da Botanika® podem ser utilizados para fins decorativos, ornamentais ou de jardinagem em interiores. Além disso, os vasos foram criados com um sistema de rega inteligente e reservatório de água para a autoirrigação, que oferece autonomia para até quatro semanas sem a necessidade de molhar as plantas. Por ser vedado, ainda contam com um sistema que protege contra a proliferação de mosquitos.

“Com os vasos Botanika® buscamos o propósito de trazer mais verde para casa, em todos os sentidos. Inclusive na escolha da matéria-prima”, destaca Marcos Roismann, diretor criativo da marca.

Os vasos, que serão comercializados nacionalmente, poderão ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT”, visível no produto. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“A parceria entre a Braskem e a Botanika reforça o nosso compromisso em transformar produtos em soluções inovadoras e de alto desempenho”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Mais Polímeros (www.maispolimeros.com.br) , fornecedora de Polietileno Verde da Braskem desde 2016, apoiou o Botanika neste projeto para o desenvolvimento do produto com a resina de origem renovável. “Acreditamos que o novo conceito desenvolvido pela Botanika, utilizando o Plástico Verde, despertará o interesse dos consumidores que buscam soluções mais sustentáveis e diferenciadas”, afirma Daniela Guerini, diretora da MAIS Polímeros.

Fonte: Braskem

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Braskem e A. Schulman firmam parceria para viabilizar solução para rotomoldagem com Polietileno Verde

28/09/2017

Clientes que buscam soluções mais sustentáveis terão à disposição composto com elevado conteúdo renovável

A Braskem acaba de firmar parceria com A. Schulman, líder global e produtor de compostos plásticos e resinas de alto desempenho, para produção e comercialização de uma nova aplicação para o Polietileno Verde: uma solução para o processo de transformação por rotomoldagem. A A. Schulman vai trazer esta solução para o mercado com identificação do selo I’m greenT, que indica o auxílio na redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao identificar uma demanda de mercado por uma solução mais sustentável em produtos rotomoldados, a Braskem trabalhou no desenvolvimento de uma resina que permitisse, a partir da rotomoldagem, produzir peças para aplicações de uso geral, que vão desde brinquedos e mobiliário até utensílios para a indústria agrícola e que poderão conter mais de 50% de Plástico Verde em sua composição.

A A. Schulman, que contribui para a parceria com sua expertise industrial e comercial para atender aos clientes diretamente com um produto adequado às necessidades do mercado, apresentará a novidade durante a Rotoplas 2017, maior exposição da indústria de rotomoldagem, que acontece entre 26 e 28 de setembro, nos Estados Unidos.

“A parceria com A. Schulman vai beneficiar um mercado que necessita de produtos inovadores. O novo composto é mais um passo da indústria petroquímica que reforça o compromisso das companhias com novas soluções que ajudem na redução dos gases efeito estufa”, sinaliza Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A A. Schulman tem a honra de ter uma relação colaborativa de longa data com a Braskem e estamos igualmente satisfeitos em ajudar a impulsionar a inovação verde na indústria de especialidades químicas e especificamente para o mercado de rotomoldagem”, afirma Gustavo Perez, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da A. Schulman.

Inovação
Em março de 2017, com investimentos de R$ 1,7 milhão, a Braskem inaugurou o Centro Brasileiro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS), um completo laboratório de rotomoldagem que inclui um equipamento Rotoline de tamanho comercial. “Com o investimento, poderemos desenvolver novas soluções para o mercado, concentrando-nos no aumento da diversificação das aplicações e continuar a entregar a inovações neste segmento”, completa Fabiano Zanatta, líder do segmento de rotomoldagem da empresa.

A Braskem conta com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, envolvendo 8 mil colaboradores. Exporta para clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A A. Schulman Inc. é um fornecedor internacional líder no mercado de compostos plásticos e resinas de alto desempenho com sede em Akron, Ohio (EUA). Desde 1928, a Empresa vem fornecendo soluções inovativas para atender às demandas de seus clientes, que atuam em diversas áreas de mercado, tais como embalagem, mobilidade, construção, elétricos e eletrônicos, agricultura, cuidados pessoais e higiene, esportes, casa e lazer, serviços e outros. A empresa emprega aproximadamente 4.900 funcionários e possui 54 instalações fabris globalmente. As vendas líquidas reportadas no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2016 foram de aproximadamente US$ 2.5 bilhões.

Fonte: Braskem

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Novas embalagens de linha Cuide-se Bem de O Boticário utilizam Polietileno Verde

08/12/2016

braskem-boticarioA linha Cuide-se Bem, de O Boticário, está de cara nova. E junto ao novo conceito, que convida as consumidoras a praticarem a lei do bem-me-quero – estimulando um tempo para se cuidar, a empresa pensou também nos cuidados com o meio ambiente. Essa é a primeira vez que uma linha completa de produtos do Grupo Boticário traz todos os itens com embalagens de plástico vegetal.

O Plástico Verde, derivado do etanol da cana-de-açúcar, fonte 100% renovável, colabora para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Com as mesmas características do polietileno tradicional, as embalagens feitas da cana-de-açúcar para Cuide-se Bem evitarão a emissão de cerca de três mil toneladas de CO2 por ano, afirma a Braskem.

“Em cada lançamento de suas marcas, o Grupo Boticário estimula a redução do impacto ambiental dos produtos. Fazemos isso pensando em novas soluções para as embalagens, fórmulas e processos que gerem impactos positivos no planeta e benefícios maiores para as pessoas”, afirma Malu Nunes, gerente de sustentabilidade do Grupo Boticário.

De acordo com Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, o lançamento está alinhado ao propósito da empresa de melhorar a vida das pessoas, por meio da química e do plástico. “Compartilhar essa iniciativa com empresas de destaque em seus setores e claramente comprometidas com a promoção da sustentabilidade é muito importante para a companhia e para o desenvolvimento desse negócio”, afirma.

Para ajudar o consumidor a reconhecer o produto na hora da compra, O Boticário criou o ícone “Com Plástico Vegetal”, que garante a origem da embalagem. Além de ecoeficientes, os itens de Cuide-se Bem trazem embalagens mais bonitas e divertidas para convidar a consumidora a olhar para si mesma. “Toda mulher precisa tirar um tempo para se cuidar, se curtir e se gostar mais, mesmo que seja apenas por alguns instantes diários. O mundo não vai parar, então nós precisamos nos priorizar. Essa é a proposta de Cuide-se Bem, um cuidado para si mesma”, explica Aline Mori, gerente de Cuidados Pessoais de O Boticário.

Fonte: Braskem

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Polietileno Verde da Braskem é utilizado pela Asahi Soft Drinks no Japão

12/06/2016

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Fabricante de refrigerantes adota tecnologia brasileira que utiliza cana-de-açúcar para produzir resina

A empresa Asahi Soft Drinks, umas das principais fabricantes de refrigerantes do Japão, começou a utilizar o Polietileno Verde da Braskem. A resina produzida pela empresa brasileira a partir de cana-de-açúcar será utilizada nas tampas das garrafas de 1,5 litro de Mitsuya Cider. A nova adoção é resultado da parceria com a Toyota Tsusho Corp, que desempenha um importante papel na distribuição e expansão do Plástico Verde na Ásia e Oceania.

Com a decisão de adotar o Plástico Verde I’m greenT nas embalagens de seus produtos e outras soluções renováveis, a Asahi reforça seu compromisso de reduzir um impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente.

Com as mesmas caraterísticas do polietileno de origem fóssil, o Polietileno Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem tem um faturamento anual de R$ 54 bilhões e uma de produção anual de 16 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos petroquímicos básicos. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Polietileno verde da Braskem chega ao Japão em tampas de garrafas PET

18/04/2016

Suntory, empresa japonesa de bebidas, vai usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano

Braskem-SuntoryA Suntory, fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, acaba de anunciar a adoção do Polietileno derivado de cana-de-acúcar nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml. A resina de origem renovável será fornecida pela Braskem.

A partir deste mês, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades. Com a decisão, a empresa japonesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade e se torna a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. A parceria amplia a presença do “Polietileno Verde” no mercado asiático.

Segundo a Braskem,  “há uma preocupação cada vez maior de empresas de todo o planeta na adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental. O Polietileno Verde já é utilizado nos mais diversos segmentos e ainda pode ter outras tantas aplicações, como demonstra a iniciativa da Suntory”.

O Polietileno Verde da Braskem é produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma matéria-prima 100% renovável e tem como principal diferencial a captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido. Outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade da resina são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional.

A Toyota Tsusho Corporation, parceira comercial da Braskem na Ásia e na Oceania, tem desempenhado um importante papel na distribuição e expansão do Polietileno Verde na região. O Plástico Verde tem sido amplamente utilizado em uma variedade de aplicações e será expandido em meio à crescente consciência ambiental na Ásia.

Fonte: Braskem

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Braskem recebe certificações para produção de Polietileno Verde

08/02/2016

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Unidades de Triunfo alcançaram o melhor indicador de performance desde o início das operações

A Braskem recebeu por mais um ano as certificações internacionais ISCC PLUS e Bonsucro para suas unidades PE5 (polietileno) e UNIB2 (petroquímicos básicos), ambas do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Os selos asseguram a adoção de critérios de sustentabilidade no processo produtivo de plástico verde.

Com as certificações, a petroquímica atende à demanda dos clientes de Polietileno Verde, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, em alinhamento com as orientações da European Bioplastics e demais práticas e requisitos sustentáveis. O reconhecimento reafirma ainda o compromisso com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente adotados pela empresa em seus processos.

Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT tem como principal diferencial a captura de 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido, segundo a Braskem.

Paralelamente, as unidades de petroquímicos básicos UNIB 1 (BA) e UNIB 2 (RS) mantiveram a Certificação do Padrão Bonsucro. Este parâmetro atende à Diretiva RED (Renewable Energy Directives), que fixa a meta para a União Europeia de que, em 2020, 20% de toda a energia consumida pela comunidade deve provir de fonte renovável, já considerada nos protocolos da companhia.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Prysmian expande linha de cabos sustentáveis com o Plástico Verde da Braskem

10/06/2015

Família Afumex Green cresce incluindo cabos da classe de tensão 0,6/1kV (até 1.000V)

prysmianAlinhada às principais frentes de desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, a Prysmian, maior fabricante mundial de cabos elétricos e de telecomunicações, expande a sua linha de cabos Afumex Green, com o novo componente Afumex Green 1kV (1.000 Volts).  Referência em segurança e qualidade, o lançamento utiliza, na sua isolação, o polietileno “Verde” da Braskem, derivado da cana-de-açúcar.

“A preocupação com sustentabilidade está no DNA da Prysmian. Com este lançamento, aumentamos nossa gama de produtos “verdes”. Inovamos ao apresentar, há três anos, o primeiro cabo ecológico do mundo, o Afumex Green 750V. Agora, com a extensão da linha para o Afumex Green classe de tensão 0,6/1kV, seguimos com nosso compromisso de sempre oferecer ao mercado inovações tecnológicas no segmento de fios e cabos. O próximo passo é ampliar o uso do polietileno de origem renovável para famílias de cabos de concessionárias para distribuição de energia em redes aéreas e subterrâneas”, declara Humberto Duplat Paiva, diretor comercial da Prysmian.

Os cabos Afumex Green 1kV atendem às exigências das normas (NBR5410 e NBR13570) para instalações elétricas em locais com grande concentração de pessoas e, até mesmo, em ambientes confinados, uma vez que não propaga chama em caso de incêndios e tem baixa emissão de fumaça e gases tóxicos. Além disso, são utilizados para energizar máquinas, equipamentos e iluminação em geral, sendo aplicáveis em estádios, aeroportos, shoppings, escolas, edifícios comerciais e residenciais, entre outros.

Para apresentar ao mercado o novo Afumex Green, a Prysmian investiu R$ 10 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento e em equipamentos para produção. A nova geração dos cabos será produzida nas fábricas de Sorocaba e Santo André (SP), a partir de maio, e será destinada para toda a América do Sul.

Segundo a Braskem, o seu polietileno “verde” captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de plástico produzido, sendo que 80% da energia consumida em todo o processo é proveniente de fonte renovável.

Sobre a Prysmian: O Grupo Prysmian conta com 19 mil colaboradores, 91 fábricas e está presente em 50 países, com 17 centros de Pesquisa e Desenvolvimento na Europa, Estados Unidos e América do Sul. Com três unidades de negócio – Energia (cabos aéreos, terrestres e submarinos para a transmissão e distribuição de energia elétrica), Telecomunicações (cabos e fibras ópticas para transmissão de dados, imagem e voz e cabos convencionais em cobre) e Petróleo (Umbilicais, Dutos Flexíveis de Produção e Cabos Especiais para plataformas e bombas submersas), o Grupo Prysmian está presente em todos os continentes. No Brasil, com mais de 20% de market share, a empresa possui oito unidades fabris localizadas em Santo André e Sorocaba (quatro fábricas), em SP, Joinville, em SC, Vila Velha e Cariacica, no ES, além de dois centros de Pesquisa e Desenvolvimento. Conta com mais de 1.400 funcionários que são responsáveis pela produção de aproximadamente 80 mil toneladas de cabos por ano.

Sobre a Braskem: A Braskem possui 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha e produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. A Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Fonte: Braskem

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Polietileno verde da Braskem é usado por Adimax na embalagem de alimentos para animais

06/12/2013

Mais saudável e sustentável, a linha de produtos contém ingredientes diferenciados e de alta qualidade, além de utilizar plástico de fonte renovável produzido pela Braskem em suas embalagens

Braskem_AdipetPara consumidores que buscam oferecer mais saúde e bem-estar aos seus cães e gatos e que ainda se preocupam em consumir produtos mais sustentáveis, a Adimax lança linha Super Premium “Fórmula Natural” com novos ingredientes. Outra novidade é a embalagem sustentável do produto, feita com o plástico verde de origem renovável, da Braskem.

São treze versões desenvolvidas para melhor adaptação ao porte, idade e características individuais dos animais de estimação. Para os cães, portes Mini/Pequeno e Médio/ Grande, a linha se divide em Filhotes, Adultos, Sensitive, Light e Sênior. Já para os gatos, apresentamos as seguintes opções: Filhotes, Adultos e Castrados.

“Uma alimentação saudável, adequada para atender as necessidades de cada animal, proporciona muitos benefícios, o que se reverte em qualidade de vida e, consequentemente, longevidade”, reforça o Prof. Dr. RodrigoBazolli, gerente técnico da Adimax Pet.

“A Braskem busca criar produtos que inovem para melhor servir às pessoas. O uso do plástico verde proporciona ao consumidor uma solução mais inteligente e ambiental para embalagens. A expansão da parceria com a Adimax reforça o cuidado da empresa em oferecer uma solução mais sustentável para seus clientes”, relata Alexandre Elias, diretor de Renováveis da Braskem.

O plástico verde é feito a partir do eteno, obtido do etanol de cana-de-açúcar. Seu grande diferencial é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Para ajudar o consumidor a reconhecer o plástico verde nas lojas, a Braskem criou o selo ‘I´m green TM’, que garante a origem renovável da embalagem.

As embalagens foram produzidas em parceria com a Incoplast e a Braskem. No segmento Pet Food, a Adimax tornou-se pioneira quanto à utilização desta tecnologia, no lançamento da linha Magnus Eco.

Com a inclusão da Super Premium Fórmula Natural no portfólio da empresa, a variedade de itens produzidos com plástico verde aumentará de quatro para mais de vinte itens, informa Leonardo Dalmagro, gerente de embalagens da Adimax Pet.

Fonte:  Braskem / Foto: Adimax

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Tetra Pak® e Braskem celebram acordo de fornecimento de plástico verde

30/06/2013

Em uma iniciativa inédita na indústria de embalagem cartonada, a Tetra Pak utilizará o polietileno de baixa densidade de fonte renovável, em todas as embalagens da produzidas no Brasil

Posicionando o Brasil como palco de uma grande inovação na indústria de embalagem cartonada, a Tetra Pak®, líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, acaba de anunciar o acordo com a Braskem para o fornecimento de polietileno de baixa densidade (LDPE) I’m greenTM feito a partir de cana-de-açúcar, para compor as camadas protetoras de suas embalagens no Brasil.

A partir de 2014, a Tetra Pak® pretende usar o plástico verde como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil. A mudança para o polietileno verde significará que 100% das embalagens da Tetra Pak produzidas no Brasil, aproximadamente 13 bilhões, serão compostas por cerca de 82% de materiais provenientes de fontes renováveis.

“O novo acordo com a Braskem demonstra o nosso compromisso de trazer inovações ambientais aos nossos clientes e é mais um passo em nossa jornada para desenvolver embalagens 100% renováveis”, afirma Dennis Jönsson, Presidente e CEO do Grupo Tetra Pak®.

A Braskem usará etanol derivado da cana-de-açúcar para produzir eteno, que depois será convertido em polietileno de baixa densidade, tendo exatamente as mesmas propriedades técnicas do polietileno produzido a partir de fontes fósseis, com benefícios ambientais de um material proveniente de fonte renovável.

“O polietileno verde I’m greenTM possui as mesmas características do polietileno tradicional, como ser inerte, resistente e reciclável, com a vantagem de ter origem renovável, o que contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa através da absorção de CO2 da atmosfera durante o processo de crescimento da cana-de-açúcar”, explica Carlos Fadigas, presidente da Braskem, ressaltando que a expansão da linha de produtos verdes reforça o compromisso da companhia de agregar valor à cadeia por meio do desenvolvimento sustentável.

Desde 2008, a cadeia de custódia do papel é certificada pelo Forest Stewardship Council® (FSC®), o que significa que todo o papel utilizado como matéria-prima nas embalagens da Tetra Pak® é proveniente de áreas florestais manejadas de forma responsável, permitindo ao consumidor monitorar toda a cadeia que envolve a produção do papel da embalagem, desde o plantio das árvores até o produto final.

A Tetra Pak® foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos no mundo a utilizar plástico verde em seus produtos com o lançamento de Tetra Brik® Aseptic 1000, com a tampa StreamCapT, produzida com o polietileno de alta densidade (HDPE) feito a partir de cana-de-açúcar, fornecido pela Braskem, em 2011. No início deste mês, a companhia anunciou a disponibilidade global da tampa LightcapT 30 também feita a partir do plástico verde.
Fonte: Braskem

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Dow e Mitsui adiam implantação de unidade de polietileno derivado de cana-de-açúcar em Minas Gerais

16/01/2013

Citando aumento de custos de projeto, construção, operação e incertezas com a propriedade de terra no Brasil, a Dow Chemical Co. e a Mitsui & Co Ltd. adiaram seus planos para a implantação de uma unidade de produção de polietileno a partir do etanol, em Santa Vitória, Estado de Minas Gerais. O complexo, cuja entrada em operação originalmente estava prevista para o final de 2013, tem um investimento estimado da ordem de U$ 1,5 bilhões e prevê também a expansão das plantações de cana-de-acúcar e a construção de uma usina de etanol com capacidade para processar 2,7 milhões de toneladas de cana, cuja implementação continuará conforme o cronograma previsto.  A joint-venture Dow-Mitsui cultiva hoje uma área de 20 mil hectares de cana-de-acúcar e espera ter a sua primeira colheita completa em 2014.

No curto prazo, a Dow irá se focalizar em investimentos mais rentáveis, particularamente no desenvolvimento de unidades baseadas em gás de xisto nos Estados Unidos. A Dow está investindo 4 bilhões de dólares na Costa do Golfo do México para ampliar sua capacidade de produção de olefinas até 2017. A disponibilidade de amplas reservas de gás de xisto nos Estados Unidos reduz significativamente os custos de produção de poliolefinas.

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Parceria entre Braskem e DuPont cria nova linha de produtos com polietileno derivado de cana-de-acúcar

18/11/2012

Resinas adesivas e modificadores de polímeros adesivos passarão a utilizar o plástico de origem renovável

A DuPont Packaging & Industrial Polymers (DuPont) anunciou o lançamento de uma nova linha de resinas adesivas e modificadores de polímeros em parceria com a Braskem, maior produtora de resinas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, ampliando assim suas linhas de resinas DuPontT Bynel® e DuPontT Fusabond®. Os produtos foram desenvolvidos para igualar ou superar o desempenho de seus equivalentes derivados de petróleo, além de complementar a crescente carteira de soluções da DuPont visando maior sustentabilidade. Os produtos são ainda totalmente recicláveis através das atuais redes de reciclagem de polietileno (PE).

Através da parceria, anunciada oficialmente na European Bioplastics Conference, em Berlim, na Alemanha, a DuPont empregará o PE de fonte renovável da Braskem na produção de alternativas substitutivas às resinas adesivas e modificadores de polímeros de origem fóssil. Assim, usuários poderão atingir melhores indicadores ambientais sem alterar os níveis de desempenho ou processabilidade dos produtos.

O polietileno desenvolvido pela Braskem utiliza o etanol renovável produzido a partir da cana-de-açúcar em substituição a materiais com base em petróleo. O polietileno “verde” oferece um impacto ambiental positivo em relação ao polietileno com base em petróleo, já que captura e sequestra CO2 da atmosfera ao longo da sua cadeia produtiva.

“Estes dois materiais possuem inúmeras aplicações em diversas indústrias,” diz Shanna Moore, diretora global de sustentabilidade da DuPont Packaging & Industrial Polymers. “Estamos comprometidos em auxiliar os clientes a atingirem seus objetivos, visando oferecer maior sustentabilidade em seus produtos. Através de nossos esforços dedicados de pesquisa e desenvolvimento e parcerias como essa com a Braskem, podemos atender com sucesso os desejos de nossos clientes de reduzir sua pegada de carbono”, ressalta.

“A Braskem está empenhada em transformar o desenvolvimento das linhas Bynel® e Fusabond® em uma parceria longa e frutífera com a DuPont”, diz Marcelo Nunes, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “Sabemos que a utilização de biopolímeros em produtos voltados para a indústria de filmes e embalagens multicamadas é uma tendência e os negócios crescerão bastante”.

O compromisso da Braskem com o meio ambiente e sua abordagem à produção sustentável atraiu a DuPont, já que ambas as empresas incluem fortes compromissos ambientais em suas missões. A DuPont possui vasto conhecimento em embalagem multicamadas e na formulação de compostos de polímeros. Tal conhecimento, combinado com novos materiais, permitirá maior penetração de polímeros de fontes renováveis em estruturas mais sofisticadas.

As resinas adesivas de coextrusão DuPontT Bynel®, geralmente chamadas de tie layers, ajudam fabricantes de embalagem a melhorarem suas barreiras, vedação de calor e outras funções em estruturas multicamadas como filmes, garrafas, tubos e folhas termoformáveis. A DuPont oferece à indústria de embalagens a maior variedade disponível destas resinas especializadas. Com os novos grades de origem renovável, a empresa pretende ajudar fabricantes de filmes e embalagens multicamadas que passaram a utilizar o polietileno verde da Braskem a aumentar o conteúdo de material renovável em suas estruturas.

As resinas na linha de produtos DuPontT Fusabond® são polímeros modificados que foram desenvolvidos para facilitar a combinação de polímeros diferentes utilizados em compostos endurecidos, preenchidos ou misturados. Assim como a família de produtos Bynel®, a DuPont oferece uma ampla variedade de produtos para melhor se adaptar às demandas de aplicações específicas. Entre as possíveis aplicações de grades de origem renovável da linha Fusabond® estão o seu uso em compostos de madeira/plástico, compostos de amido/PE e compostos de fibra de vidro/PE, nos quais a utilização de um modificador de base renovável aumenta significativamente a porcentagem de material renovável na estrutura.

Fonte: Braskem

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Estádio do Morumbi recebe os primeiros assentos fabricados com polietileno derivado de etanol

25/07/2012

A giroflex-forma, em parceria com Braskem e Cromex, estreia a primeira linha de assentos produzidos apenas com matéria-prima renovável  no estádio do São Paulo Futebol Clube.

A giroflex-forma, líder no mercado mobiliário em toda a América Latina, lança os primeiros assentos do país feitos a partir de plástico de origem renovável, no camarote do Estádio do Morumbi, em São Paulo. Desenvolvidas em parceria com Cromex e Braskem, as cadeiras instaladas utilizam o polietileno oriundo do etanol de cana-de-açúcar —matéria-prima 100% renovável, de alto valor agregado e reciclabilidade.

“A novidade para todos nós é a sustentabilidade envolvida na concepção do projeto. Isso porque o plástico utilizado nos assentos tem como matéria-prima o etanol, fonte renovável de energia, o que substitui o composto tradicional a base de petróleo”, afirma Linaldo Vilar, diretor de novos negócios da giroflex-forma. Nos próximos três anos, a empresa pretende investir quase R$ 6 milhões no mercado de assentos para arenas esportivas.

Fabricada pela Braskem, maior produtora mundial de biopolímeros, a resina dos ‘assentos de cana’ é mundialmente reconhecida por manter os benefícios e propriedades do polietileno tradicional e ser mais sustentável. O diferencial mais importante é sua capacidade de contribuir para a redução do efeito estufa: para cada tonelada produzida, são capturadas e fixadas até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera.

A Cromex, empresa líder no mercado de concentrados de cores e aditivos, desenvolveu uma nova geração de compostos com o PE Verde, que serão usados nos mesmos assentos. São aditivos de performance e processo, com formulações isentas de metais pesados e propriedades retardantes de chama livre de halogênios, que seguem os pré-requisitos das normativas FIFA e ABNT.

Fonte: Braskem / Giroflex (foto)

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Braskem adia planos de construção de novas plantas de Polietileno e Polipropileno

20/07/2012

Segundo o jornal Valor Econômico, a Braskem adiou para 2013 os planos para construção de três novas unidades de Polietileno e Polipropileno. Essas três unidades compreendem duas plantas para produção de Polietileno e Polipropileno, respectivamente, a partir do etanol e uma terceira planta no Pólo Petroquímico de Camaçari para produção de Polipropileno a partir da nafta.

A Braskem tinha planejado iniciar a construção nos próximos meses, com investimentos aproximados de 1 bilhão de reais.

Para se adequar à presente desaceleração global na indústria petroquímica, as prioridades da Braskem passaram a ser o aumento de capacidade de produção de plantas e a modernização do seu parque petroquímico, segundo relato de Carlos Fadigas, presidente da Braskem, ao Valor Econômico.

Outros investimentos da empresa em andamento compreendem a conclusão de uma nova planta de butadieno no Rio Grande do Sul e uma nova unidade de PVC no Estado de Alagoas, que estão incluídos no orçamento de R$ 1,8 bilhões, previstos para 2012.

De acordo com Carlos Fadigas, o projeto de Polipropileno derivado do Etanol (“PP verde”) é o que está mais adiantado e deve ser iniciado antes dos outros dois, que deverão esperar mais um pouco.

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Braskem e empresa alemã Tecnaro estabelecem parceria para utilização de polietileno derivado de etanol em suas soluções.

04/06/2012

Acordo de fornecimento estabelecido entre as empresas resulta na ampliação do portfólio de aplicações para o “PE Verde”

(A partir da esquerda) Dr. Lars Ziegler (Tecnaro),  Juergen Pfitzer (Tecnaro), Claudia Cappra (Braskem) e Helmut Naegele (Tecnaro) depois da assinatura do contrato.

A TECNARO (www.tecnaro.de) , empresa alemã desenvolvedora do ARBOFORM (uma espécie de “madeira termoplástica”), fechou contrato com a Braskem (www.braskem.com.br), líder mundial na produção de biopolímeros, para uma nova linha de aplicação de polietileno derivado de etanol de cana-de-acúcar. A TECNARO GmbH produzirá compostos com o “PE Verde” da Braskem em uma série especial chamada ARBOBLEND, um composto de biopolímero que pode ser processado, dependendo da fórmula, por meio de moldagem por injeção, extrusão (filme) ou termoformagem.

“O objetivo da parceria é desenvolver aplicações que ainda não foram exploradas, ampliando o portfólio de produtos produzidos com PE Verde”, diz Claudia Cappra, gerente comercial de Químicos Renováveis da Braskem.

A Tecnaro foi selecionada pela Braskem para ampliar a penetração do biopolímero no mercado europeu com a nova linha renovável. “Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Braskem, que nos permitirá dar mais um importante passo na exploração dos mercados brasileiro e europeu”, diz Lars Ziegler, chefe do F&E da TECNARO GmbH.

Através dessa parceria, é reforçada a ligação de longo prazo da TECNARO GmbH com o Brasil. Desde 2001 a TECNARO tem um escritório de representação em São Paulo. Por meio de projetos PPP (Parceira Público-Privada) selecionados desde 2005, juntamente com o patrocinador do projeto Sequa gGmbH e o Instituto de pesquisa do SENAI CIMATEC, foi elaborado e realizado um programa de treinamento abrangente relativo à utilização de matérias-primas renováveis na indústria de plásticos.

Fonte: Braskem

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Uso do plástico na construção civil reformula produtos e contribui para elevar ecoeficiência

23/05/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No ano em que diversos países se reunirão, na Rio+20, para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.

A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.

“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.

Menos entulho

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.

Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.

Alternativa

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.

Origem renovável

O polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.

O “polietileno verde” tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera – gás causador do efeito estufa – durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Fonte: Braskem

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Parceria entre Braskem e Plantic cria embalagem ultraprotetora feita de polietileno derivado do etanol

17/05/2012

A Braskem (www.braskem.com.br) e a Plantic Technologies (www.plantic.com.au)  fecharam acordo para o uso do plástico verde nas embalagens da linha de produtos eco PlasticT. Produzido pela Plantic, este produto corresponde à primeira embalagem ultraprotetora feita com material de origem renovável.

A utilização do plástico verde, produzido pela Braskem, aumentará o conteúdo renovável do eco PlasticT para mais de 90% sem comprometer as propriedades de proteção já oferecidas pela embalagem. O diferencial do polietileno derivado do etanol – que é obtido da cana-de-açúcar – é capturar e fixar até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera para cada tonelada produzida. As bandejas e o filme eco PlasticT não exigem investimento em novas tecnologias de processamento ou embalagem. As bandejas rígidas e os filmes estão disponíveis na versão transparente e em uma variedade de outras cores, até mesmo em formatos multicoloridos.

“A visão estratégica da Braskem é ser a líder mundial em química sustentável até 2020. A união entre os produtos da Plantic e o plástico verde da Braskem proporciona novas opções de embalagem que, além de serem melhores para o meio ambiente, oferecem desempenho superior a varejistas e proprietários de marcas”, afirma Marcelo Nunes, diretor de Negócios Químicos Renováveis da Braskem.

“O eco PlasticT da Plantic, com o plástico verde, é a embalagem de proteção com maior conteúdo renovável no mercado”, diz Brendan Morris, CEO da Plantic Technologies. “A parceria com a Braskem une dois plásticos com desempenho ambiental excelente para criar uma embalagem ultraprotetora, com características únicas de desempenho e vantagens ambientais”, destaca.

Sobre a Plantic Technologies Limited

A Plantic Technologies tem base na Austrália, onde estão situadas sua sede e suas principais instalações de fabricação, pesquisa e desenvolvimento. A empresa também mantém operações de fabricação na Alemanha e pontos de venda nos Estados Unidos e no Reino Unido. A tecnologia exclusiva de polímero patenteada globalmente pela Plantic tem por base o uso de amido de milho com alto índice de amilose, um material derivado de milho híbrido (sem alteração genética). A empresa oferece uma ampla linha de produtos no setor de embalagens protetoras e ganhou diversos prêmios por sua inovação em plásticos biodegradáveis, incluindo o Prêmio Mundial da DuPont por Inovação em 2006.

Fonte: Braskem / (foto da Plantic)

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Contêineres feitos de plástico de origem renovável auxiliam na limpeza da cidade do Rio de Janeiro.

24/04/2012

A Prefeitura do Rio de Janeiro começa a distribuir nesta semana contêineres produzidos com plástico de origem renovável – feitos a partir do etanol da cana-de-açúcar – que irão auxiliar na melhoria da limpeza urbana da cidade. Conhecido como plástico verde, esta resina é fabricada pela Braskem e é reconhecido mundialmente por aliar os benefícios e propriedades do plástico tradicional, entre as quais ser totalmente reciclável, à capacidade de capturar CO2 durante seu ciclo de produção.

 A previsão é que nos próximos 90 dias sejam distribuídos 50 mil contêineres por toda a cidade. Os primeiros cinco mil destinam-se aos prédios, lojas, casas e condomínios de áreas com maior concentração de turistas e comércio na região de Copacabana e Realengo.

Os contêineres são produzidos pela empresa francesa Plastic Ominum, a líder nesse tipo de solução na Europa. Os recipientes distribuídos contribuem para a melhoria das condições higiênicas e sanitárias da cidade. Sua estrutura impede a entrada de água da chuva e a consequente formação do chorume – resíduo líquido gerado pela decomposição de matéria orgânica presente no lixo -, podendo ser guardados nas áreas internas dos prédios até o momento da coleta. Sua tampa também evita que animais remexam seu conteúdo.

A Braskem produz em escala comercial o plástico verde desde setembro de 2010, quando inaugurou em Triunfo (RS) a maior unidade industrial de eteno derivado de etanol do mundo, permitindo a fabricação de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano. Seu diferencial mais importante é a capacidade de contribuir para a redução do efeito estufa: para cada tonelada produzida, são retiradas até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera durante seu ciclo de vida.

 Fonte: Braskem

SUNDOWN® chega ao mercado em embalagens produzidas com plástico verde.

07/12/2011

 Os novos frascos que usam matéria-prima renovável em sua composição já estão disponíveis em farmácias e mercados

A Johnson & Johnson é a primeira marca de higiene e beleza a fechar um acordo para produzir embalagens de Resina Verde. A marca SUNDOWN® acaba de fechar parceria com a Braskem, líder em resinas termoplásticas na América Latina. A empresa é detentora da tecnologia de fabricação da Resina Verde, o polietileno sustentável obtido através da cana de açúcar. Com essa parceria, a SUNDOWN® será a primeira marca de cosméticos no país a iniciar o desenvolvimento de embalagens do chamado PE verde.

 Considerado um divisor de águas no mercado de polímeros, pois é elaborado com matérias-primas 100% renováveis, o material tem o mesmo aspecto e propriedades dos plásticos tradicionais no produto final, com a diferença de que é capaz de capturar CO2 da atmosfera, ou seja, uma tonelada de resina verde capta 2,5 t de CO2, o que ocorre durante a fase de cultura da cana de açúcar, pelo processo de fotossíntese. O plástico convencional emite 2,1 toneladas de CO2 em seu processo produtivo.

 Para a Johnson & Johnson, esta é uma grande iniciativa que pode dar origem a outras tantas. “A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo”, diz Marcelo Scatolini, gerente do grupo de Suncare da Johnson & Johnson.

 Scatolini explica que o pioneirismo faz parte de toda a trajetória de SUNDOWN®, por isso a companhia valoriza o fato de inaugurar no setor de cosméticos este tipo de parceria relacionada à Resina Verde. Além dos 60% de plástico verde em sua composição, 40% são de material reciclado, ajudando a evitar o descarte desnecessário de resíduos sólidos. Para saber se o produto da linha SUNDOWN® é produzido com este material, o consumidor deve procurar pelo símbolo “I’m Green”, visível na frente e no verso da embalagem.

 “SUNDOWN® é uma marca que desenvolve produtos para os consumidores curtirem o sol na medida certa. O sol está ligado à alegria, à diversão, a atividades ao ar livre, à natureza, por isso cuidar da sustentabilidade preocupando-se com uma embalagem que reduz as agressões ao meio ambiente tem tudo a ver com a marca”, completa Scatolini.

 As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a Linha de Bronzeadores SUNDOWN® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde. “A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil, e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. Durante o verão 2011/12, SUNDOWN® vai deixar de consumir cerca de 100 toneladas de resina oriunda do petróleo, de fonte não renovável, e de emitir na atmosfera o equivalente a 630 toneladas de CO2. SUNDOWN® é a única marca do segmento de proteção solar no país a contar com essa tecnologia.

 Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana de açúcar”, afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem. O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana de açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações nas quais hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos.

 SUNDOWN® vendeu mais de 100 milhões de protetores solares no Brasil desde que inaugurou esta categoria no País, em 1984. Agora vai proporcionar, além de proteção imediata dentro e fora da água, a fotoestabilidade (proteção prolongada) e proteção balanceada UVA/UVB.

 A proposta é combater as queimaduras solares e o envelhecimento da pele, usando uma embalagem sustentável que balanceia o carbono e utiliza matéria-prima 100% renovável.

 A parceria entre a Johnson & Johnson, fabricante de SUNDOWN®, e a BRASKEM é o resultado da combinação das companhias no compromisso com a sustentabilidade. A marca SUNDOWN®  assinou a parceria com a BRASKEM em 2008 e, desde então, vem trabalhando no desenvolvimento da nova embalagem com plástico verde. O plástico verde é produzido na fábrica da petroquímica em Triunfo, no Rio Grande do Sul com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

 Fonte: Braskem / Johnson & Johnson

Dow e Mitsui concluem a formação de Joint Venture no Brasil para criar plataforma de produção de biopolímeros para atender aos mercados de produtos de higiene, médicos e de embalagens.

15/11/2011

Joint venture vem ao encontro da estratégia da Dow para crescer em mercados de produtos especiais de alto valor e em economias emergentes.

A  Dow Chemical Company  obteve, juntamente com a Mitsui & Co. Ltd., de Tóquio, Japão , todas as aprovações regulatórias governamentais necessárias para a conclusão da formação da joint venture previamente anunciada. Com isso, a Mitsui torna-se parceira com 50% de participação na operação da Dow em Santa Vitória, Minas Gerais, Brasil. O escopo inicial da joint venture inclui a produção de etanol derivado da cana-de-açúcar como matéria-prima e fonte de energia renovável, trazendo novas alternativas para a Dow com base em biomassa, substituindo, assim, os tradicionais recursos fósseis.

A conclusão dessa transação dá continuidade ao anúncio feito pela Dow, em 19 de julho deste ano, sobre os planos de formar a nova joint venture e a assinatura de um Memorando de Entendimento com a Mitsui visando fornecer soluções de produtos inovadores e sustentáveis para os mercados mundiais de produtos médicos, de higiene e de embalagens flexíveis de alta performance. Isso representa a maior aposta de biopolímeros do mundo e é o maior investimento da Dow no Brasil, onde a companhia atua com sucesso há mais de 50 anos.

“A formação da joint venture marca um passo histórico em nosso esforço para trazer a liderança tecnológica mundial e soluções sustentáveis para uma das regiões que mais rapidamente crescem em todo o mundo”, disse Andrew N.Liveris, presidente e CEO da Dow. “Este movimento reforça o firme compromisso da Dow de investir no crescimento em setores de grande inovação e de alto valor por meio de parcerias estratégicas”.

A engenharia e a produção de equipamentos para uma nova unidade de cana-de-açúcar em etanol foram aceleradas durante o terceiro trimestre de 2011 e estão prosseguindo de acordo com o cronograma, com o início das operações previsto para o segundo trimestre de 2013.

A Dow e a Mitsui possuem um histórico positivo de parcerias, tendo formado também uma joint-venture na Costa do Golfo americano para a construção de uma unidade de cloro-álcali em escala mundial, visando a vantagem de integração dos negócios da Dow e de seus clientes.

Fonte:  Dow