Archive for the ‘Economia Circular’ Category

Stadler inaugura nova sede global na Alemanha

09/11/2019

A Stadler, líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, abriu uma nova sede global na Alemanha no dia 18 de outubro, em uma cerimônia de entrega de chaves. Em um evento de inauguração com a presença de VIP’s e executivos seniores da empresa, o Sr. Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler, abriu as portas para um edifício moderno de cinco andares, com espaço para acomodar o crescimento recente e futuro da empresa.

O novo edifício mantém a Stadler na cidade de Altshausen, no estado alemão de Baden-Württemberg, onde a empresa está localizada há 228 anos. A sede foi construída em três fases, a partir de novembro de 2013, com um custo total de € 30 milhões. Com uma área útil de 680 metros quadrados, as instalações contêm 3.400 metros quadrados de escritórios, com espaços de trabalho para 100 pessoas (e previsões para mais), seis salas de reuniões e um auditório.

Por atuar no ramo da eliminação de resíduos e da economia circular emergente, a Stadler valoriza a preservação do meio ambiente, e o novo edifício reflete isso. Para aquecimento, resfriamento e iluminação, existe um sistema fotovoltaico com eficiência energética e recuperação de calor da planta de pintura a pó da empresa. A luz do dia e o calor naturais fluem para o edifício através do uso de vidro e de um átrio central, sendo a temperatura ambiente mantida o ano todo com sistemas de teto com aquecimento e resfriamento com eficiência energética.

Os discursos foram feitos na cerimônia de abertura pelo Sr. Stadler; pelo Sr. Patrick Bauser, prefeito de Altshausen; e pelo Sr. Franz-Josef, Gerente de Construção da Georg Reisch GmbH & Co KG, e responsável pela construção da sede. Os 100 participantes do evento incluíram políticos e empresários regionais e locais, parceiros de negócios da Stadler e chefes de departamento da empresa..

O Sr. Stadler comentou: “Estamos muito orgulhosos da nossa nova sede de última geração. Nosso investimento considerável neste edifício ajudará nosso negócio a crescer e a operar ainda mais eficientemente e ajudará a garantir que a Stadler seja um local agradável para trabalhar. Este é um dia importante em nossa história – um dia para refletir até onde chegamos como empresa e até onde ainda podemos ir, à medida que a necessidade de reciclagem de nosso planeta e uma economia circular se tornam cada vez mais urgentes”.

A cerimônia formal de inauguração foi seguida no sábado, 19 de outubro, pelo Dia da Família na nova sede. Isso deu a mais de 600 convidados dos funcionários e colaboradores da Stadler a oportunidade de visitar as instalações e desfrutar de hospitalidade informal, música ao vivo e uma ampla gama de atividades para crianças.

Embora a sede da Stadler esteja na Alemanha, o negócio é de natureza global. A Stadler já montou mais de 350 plantas de triagem e instalou mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo,.

Fundada em 1791, a Stadler é uma empresa familiar que se dedica ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é pode fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala.

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Covestro na K 2019 – Movendo as fronteiras para um mundo sustentável e digital

05/11/2019

  • Programa estratégico para economia circular
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave
  • Conceito abrangente de interior de veículo para mobilidade futura
  • Foco em definição de tendências

Na feira de plásticos K 2019, a Covestro apresentou produtos e soluções inovadoras, particularmente para sustentabilidade e digitalização, as principais tendências de nosso tempo. Com um programa estratégico, a Covestro visa promover a economia circular e o uso de matérias-primas não fósseis na indústria de plásticos. A empresa também apresentou produtos e tecnologias para setores-chave, como as indústrias automotiva, de construção e eletrônica, além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores de saúde, móveis, esportes e lazer.

Além da digitalização, os objetivos da ONU para o desenvolvimento sustentável irão influenciar de modo especial a economia e a sociedade nos próximos anos. A Covestro afirma estar determinada a cumprir essas metas de sustentabilidade em vários níveis. Segundo a empresa, atendê-las não é apenas um pré-requisito para um mundo melhor, mais limpo e saudável, mas traz consigo também possui um grande potencial econômico a longo prazo.

Mudança para a economia circular é indispensável

“Megatendências como a proteção climática e o crescimento populacional exigem um fundamental repensar sobre o estilo de vida e o comportamento do consumidor, assim como da produção global”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Precisamos de uma transição completa de uma economia descartável para uma economia circular, a fim de lidar com recursos limitados com mais responsabilidade e proteger o clima.”

A Covestro está comprometida em estabelecer novos ciclos de materiais em toda a cadeia de processos, com o objetivo de contribuir de maneira tangível para alcançar esse objetivo principal. “Criamos um programa abrangente e de longo prazo que também abrirá novas oportunidades para criação de valor”, explicou Steilemann. “Os plásticos de alta qualidade são e continuarão sendo o motor para a sustentabilidade e superação dos desafios globais. No entanto, é crucial desacoplar o crescimento econômico do consumo de recursos fósseis, como o petróleo bruto. ”

Afastando-se do petróleo

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e de produtos químicos é o fechamento do ciclo do carbono através da reciclagem de matérias-primas. “A longo prazo, queremos fazer o máximo possível sem usar recursos fósseis e, alternativamente, usar fontes como resíduos, plantas e CO2”, disse Steilemann. “Em particular, os plásticos usados ​​são um recurso valioso. É por isso que queremos trabalhar com parceiros para desenvolver intensivamente métodos inovadores de reciclagem ”, afirmou o CEO da Covestro. Sob nenhuma circunstância o lixo plástico deve mais entrar sem controle no meio-ambiente, além do que já ocorreu até hoje. A indústria de plásticos está trabalhando intensivamente em todo o mundo para uma melhor gestão de resíduos – por exemplo, na Alliance to End Plastic Waste, da qual a Covestro é membro.

Dada a sua importância, a empresa dedicou um Dia Temático especial à Economia Circular em seu estande na quarta-feira, 23 de outubro. Especialistas externos e internos apresentaram exemplos práticos e discutiram com os visitantes. No estande da Covestro, eles também encontraram muitos exemplos de produtos e tecnologias que podem ajudar a fechar ciclos de materiais em vários setores.

A Covestro é uma das pioneiras no uso do CO2 de emissões industriais como nova matéria-prima. Uma equipe da Covestro e da Universidade RWTH Aachen está agora competindo na rodada final do Prêmio do Presidente Alemão em virtude do desenvolvimento de um processo correspondente. As exposições baseadas nessa tecnologia foram especialmente apresentadas no estande. Com materiais e tecnologias modernas, a empresa também apóia o fornecimento de energia a partir de fontes renováveis.

A digitalização como fator de crescimento

Outra força motriz para o desenvolvimento da economia e da sociedade nos próximos anos é a digitalização ora em andamento. A Covestro quer aproveitar as oportunidades resultantes e iniciou um programa estratégico abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está ancorando tecnologias e processos digitais ao longo da cadeia de valor – desde a cadeia de suprimentos até a produção, pesquisa e todas as interfaces com os clientes, incluind também o desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários desenvolvimentos e exposições na K 2019, bem como um Dia Temático separado, na terça-feira, 22 de outubro, destacaram a grande importância da digitalização para a Covestro e seus clientes.

Dias Temáticos – do Automóvel à Ciência

Em cada um dos oito dias da feira, os visitantes puderam experimentar como a Covestro está explorando as fronteiras de temas diferentes. Palestras e discussões com especialistas da indústria e da academia serviram para aprofundar o tópico e promover o intercâmbio pessoal.

Setor Automotivo (16 de outubro)

O destaque da apresentação da Covestro na feira foi um conceito interior abrangente para a mobilidade futura: tendências como direção autônoma, acionamento elétrico e compartilhamento de carros fazem do automóvel um espaço multifuncional para a vida e o trabalho em movimento. É tudo uma questão de funcionalidade, conforto, design e também de eficiência. A Covestro desenvolveu o conceito em conjunto com importantes parceiros ao longo da cadeia de valor automotivo. As principais características são superfícies recém-projetadas, integração de iluminação ambiente, sistemas de infotainment mais recentes e conceitos de assentos futurísticos. Na quarta-feira, 16 de outubro, a empresa dedicou um Dia Temático especial à indústria automotiva.

Celebração da Ciência (17 de outubro)

O segundo dia da K 2019 foi dedicado às atuais descobertas de pesquisas em ciência de polímeros.

O destaque foi a entrega do Covestro Science Award ao cientista americano Dr. Newell Washburn, em reconhecimento ao seu papel pioneiro em uma inovação científica digital que acelera o desenvolvimento de formulações personalizadas de polímeros. O Dr. Washburn é professor associado de química e engenharia biomédica no departamento de ciência e engenharia de materiais da Universidade Carnegie Mellon (CMU) de Pittsburgh.

O segundo prêmio, a Covestro Science Medal, foi atribuído a uma equipe de químicos e engenheiros da Covestro. Rainer Weber, Andreas Bulan, Michael Großholz, Rainer Hellmich e Giorgio Dolfini desenvolveram e aplicaram com êxito uma pesquisa científica inovadora sobre a produção de um produto químico básico com menos consumo de energia e, portanto, menos impacto ambiental: eles conseguiram economizar 25% de eletricidade durante a produção de cloro.

Desafio de start-up (20 de outubro)

Com o Start-Up Challenge, a Covestro tem como objetivo promover a criatividade e o pensamento empreendedor de seus funcionários e encontrar a melhor ideia de negócios de 2019. Os vencedores da primeira competição foram escolhidos na feira: eles poderão trabalhar como fundadores , implemente suas idéias e testar sua comercialização. Em troca, eles receberão um financiamento inicial de até um milhão de euros, serão liberados de suas tarefas por até um ano e poderão trabalhar na empresa como start-ups. As idéias das seis equipes finalistas estavam focadas no desenvolvimento da economia circular.

A idéia ganhadora é promissora: novos materiais plásticos podem contribuir para tempos mais rápidos de carregamento de baterias em veículos elétricos. Com a idéia de “Separador de energia”, a equipe vencedora do Start-up Challenge deste ano deseja usar o know-how da Covestro no campo de materiais de alta tecnologia para lançar uma nova geração de separadores de bateria no mercado. Seu objetivo é melhorar a confiabilidade e a eficiência operacional das baterias de íons de lítio e contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor de eletromobilidade. Dessa maneira, a idéia apóia vários dos objetivos das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável.

Pesquisa de talentos

No K 2019, a Covestro também se apresentou como um empregador atraente para estudantes, funcionários juniores e profissionais experientes.

Com vendas de 14,6 bilhões de euros em 2018, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são as indústrias automotiva, de construção, processamento de madeira e móveis e elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em período integral) no final de 2018.

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Arburg enfatiza foco na Economia Circular e Digitalização e define tendências em injeção durante a K 2019

05/11/2019

• Humor muito positivo durante a feira
• “arburgXworld”: digitalização aumenta a eficiência da produção
• “arburgGREENworld”: aplicações e soluções sustentáveis ​​para economia circular

Muita digitalização, experiência concentrada na economia circular, 20 exposições em estandes próprios e de parceiros, incluindo estreias de produtos e aplicações inovadoras: na K 2019, a Arburg buscou auxiliar seus clientes a obterem mais eficiência de produção no processamento de plásticos. Com o “arburgXworld” e o “arburgGREENworld”, a empresa conseguiu capturar o espírito do momento.

“Muitos de nossos clientes consideram a atual situação econômica não apenas como um desafio, mas também como uma oportunidade. Havia muitos visitantes em nosso stand que procuraram informações sobre inovações e tendências no setor de moldagem por injeção e nos fizeram perguntas muito específicas”, resumiu Michael Hehl, sócio-gerente e porta-voz da equipe de gerenciamento. “Reunimos mais de 550 funcionários e parceiros comerciais de mais de 50 países na K 2019 e mostramos aos profissionais do setor que: “Wir sind da” (lema da Arburg que, em alemão, significa: “Nós estamos aí”)”, acrescentou Juliane Hehl, sócia-gerente atualmente responsável pelos assuntos de tecnologia e marketing na Arburg. “Além dos grandes tópicos de digitalização e economia circular, nossos clientes estavam particularmente interessados ​​em máquinas de moldagem por injeção especialmente configuradas – e a primeira de nossas máquinas disponíveis para pedidos on-line, o novo Allrounder 270 S compact, foi muito bem recebida.

“ArburgXworld”: Arburg avança na digitalização

Sob a bandeira “arburgXworld”, a Arburg apresentou destaques e inovações de sua gama de produtos e serviços digitais. Isso incluiu uma variedade de novos aplicativos para o portal do cliente com o mesmo nome – do “Machine Finder” para encontrar a máquina Allrounder adequada e o “Virtual Control” para simular o sistema de controle da máquina, até o “Self Service” para análise de erros e solução de problemas sob orientação . O aplicativo “Configuration” permite que os clientes configurem uma nova máquina – a Allrounder 270 S compact – pela primeira vez sozinhos e façam o pedido on-line. A partir da K 2019, o “arburgXworld” também estará disponível internacionalmente em 18 idiomas.

Em um total de onze estações interativas ao longo do “Caminho para a digitalização”, os visitantes puderam aprender mais sobre máquinas inteligentes, produção inteligente e serviços inteligentes. Soluções de serviços digitais, como o Arburg Remote Service (ARS) e os novos assistentes de preenchimento e plastificação (que permitem que a máquina “conheça” seu produto ou módulo de cilindro) eram particularmente procurados. Outro “agrado digital” fornecido por Arburg foi o uso gratuito de uma conexão Wi-Fi rápida em todo os pavilhões de exposição da Feira K 2019, disponibilizado para visitantes do evento. O aplicativo “Arburg K 2019” permitiu que os usuários se registrassem e descobrissem on-line todas as exposições e aplicativos da empresa.

arburgGREENworld: exemplos de aplicação para a economia circular

Com seu programa “arburgGREENworld”, a Arburg colocou o foco na eficiência de recursos e na economia circular durante a K 2019. O programa é baseado em quatro pilares: “Máquina Verde”, que se relaciona com uma tecnologia de máquina eficiente; “Produção Verde” para processos inovadores e produção amigável aos recursos; “Serviços Verdes”, que abrange serviços e a transferência de conhecimentos, por exemplo, no processamento de reciclados e “Ambiente Verde” para os processos internos da Arburg.

Arburg apresentou duas exposições como exemplos de aplicações específicas em relação à economia circular:

• Um novo Allrounder 1020 H na versão Packaging processou Polipropileno da Borealis junto com 30% adicionado de material reciclado de tipo único de PP para produzir copos de paredes finas. A Erema é a empresa parceira para fabricar o reciclado. Esta aplicação prova que, se os plásticos forem coletados de maneira sensível e confiável, eles também poderão ser reintroduzidos na cadeia de valor.

• A segunda aplicação deixou claro como o PCR (reciclado pós-consumo) do lixo doméstico pode ser devolvida ao ciclo de produção como matéria-prima para produtos técnicos duráveis. Além disso, um Allrounder 630 A elétrico de dois componentes produziu cabos de espuma de PCR e TPE para as portas de segurança nas máquinas de moldagem por injeção Allrounder.

Estreias de máquinas – forças de fechamento de 350 a 6.000 kN

O Allrounder 270 S hidráulico compacto com uma força de fechamento de 350 kN estreou na K 2019. É a primeira máquina Arburg que pode ser configurada e encomendada on-line em apenas algumas etapas através do portal do cliente “arburgXworld” – de maneira rápida, fácil, e também cerca de 25% mais barato, em comparação com as máquinas hidráulicas padrão, afirma a Arburg.

No outro extremo da balança está a nova Allrounder 1020 H na versão “Packaging”. A máquina híbrida de alto desempenho com força de fechamento de 6.000 kN e uma nova unidade de injeção de tamanho 7000 utilizou um molde stack de 8 + 8 cavidades para produzir 16 copos redondos de paredes finas em um tempo de ciclo de 4,3 segundos. A Allrounder com novo design da seção de fechamento, com sistema de controle Gestica, está equipada com quatro pacotes de assistência como padrão, tornando-a “pronta para digitalização”.

A gama de máquinas verticais de mesa rotativa da Arburg agora inclui uma opção de diâmetro de mesa de 1.600 mm com a Allrounder 1600 T. Esta nova máquina, exibida no stand da Lauffer, tem uma força de fechamento de 2.000 kN, pode ser equipada com unidades de injeção variando de tamanhos 170 a 800, e pode ser automatizada até um completo sistema turnkey.

Aplicações – de óculos Uvex a luzes noturnas

Um sistema turnkey “inteligente” em rede construído em torno de um Allrounder 570 A com os assistentes de preenchimento e plastificação integrados no sistema de controle Gestica produziu óculos de sol prontos para uso em um tempo de ciclo de cerca de 50 segundos. O sistema incluiu um robô de seis eixos para o manuseio, verificação 100% e subsequente empacotamento em sacos de tecido, envolvendo cooperação homem / robô. O Módulo Arburg Turnkey (ATCM) mesclou os dados de processo e teste que foram exibidos em um website individual após o escaneamento do código DM.

Uma célula de produção particularmente compacta fabricou tampas delicadas de LSR (borracha de silicone líquido) para micro-interruptores. Um Allrounder elétrico 270 A elétrico foi equipada com uma unidade de microinjeção de tamanho 5, uma rosca de 8 milímetros e um cartucho de LSR com capacidade de 290 mililitros para injetar as tampas de silicone líquido (LSR), cada uma delas pesando apenas 0,009 gramas. Um módulo de ar limpo com ionização, situado acima da unidade de fechamento, preveniu a formação de cargas eletrostáticas. As peças moldadas foram removidas por um sistema robótico Multilift H 3 + 1, visualmente inspecionado diretamente na pinça e embaladas em sacos de papel.

Um Allrounder elétrico 370 E Golden Electric usou um molde família de 1 + 1 cavidade para produzir alternadamente uma roda dentada magnetizada com oito pólos e um rotor com quatro pólos, em um tempo de ciclo de cerca de 85 segundos. Graças às duas cavidades do molde e ao sistema de controle Selogica, os itens puderam ser produzidos sem a necessidade de conversões ou sequências fora do padrão. Um composto magnético unido a plástico foi processado com base em PA6. A magnetização ocorreu no próprio molde através de ímãs permanentes. A pinça a vácuo de 2 componentes do Multilift Select foi fabricada através de impressão 3D como uma peça funcional mista dura / macia em um Arburg Freeformer 300-3X

Uma Allrounder vertical 375 V com uma célula de estampagem / dobragem a montante e um Multilift Select que foi montado para economizar espaço sobreinjetaram peças carregadas com PA6 (GB30) preenchido com esferas de vidro para produzir insertos de plugue. Em seguida, as peças pré-moldadas foram conduzidas em porta-peças para o estande da parceira da Arburg, Plasmatreat, onde foram transformadas em conectores híbridos acabados usando um Allrounder elétrico 470 A.

Com uma célula de sala limpa baseada em uma Allrounder 470 A elétrica, a Arburg demonstrou como produtos funcionais podem ser criados com Film Insert Moulding (FIM), usando a tecnologia IMSE de seu parceiro finlandês, Tactotek, como exemplo. Para esse fim, os filmes de toque e 3D com componentes eletrônicos e LEDs integrados foram inseridos no molde e laminados, removidos por um robô de seis eixos, transferidos para uma estação de teste de LEDs e assentados. Então, eles foram montados manualmente com uma placa de circuito e uma base para criar uma luz noturna na área de trabalho com uma segunda conexão para carregar um smartphone. Em geral, o processo FIM é ideal para funções de toque de alta qualidade, por exemplo em interiores de automóveis, e também para o setor de eletrônicos e tecnologia médica.

O Freeformer 300-4X produz aditivamente (via impressão 3D) peças reforçadas com fibra

Na área de fabricação aditiva industrial, a Arburg apresentou seu novo Freeformer 300-4X com transportador de peças de quatro eixos em K 2019. O eixo rotativo adicional da máquina significa que agora as fibras contínuas podem ser alimentadas, colocadas conforme necessário e sobremoldadas com plástico para reforçar localmente as peças funcionais. Na feira, o Freeformer 300-4X produziu uma órtese de mão, localmente reforçada com fibras de carbono em combinação duro / macio.

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Braskem reforça seu compromisso com Economia Circular e transformação digital na Feira K

04/11/2019

Produtos e soluções apresentados na Feira K 2019 incluíram uma nova solução para o setor de saúde (Braskem Medcol) e novas resinas que terão impacto positivo na circularidade

A Braskem apresentou soluções, tecnologias e novas parcerias com foco na Economia Circular, além de também reforçar os avanços do seu Centro Digital na Feira K 2019, maior evento mundial do setor de plásticos e borrachas.

A feira foi uma grande oportunidade para a Braskem apresentar seus compromissos com a Economia Circular e incentivar clientes e visitantes a se envolverem na missão pelo uso de recursos renováveis, reciclagem e reutilização do plástico. A companhia é pioneira na produção de Polietileno e EVA de origens renováveis , resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar, e definiu no ano passado uma meta referente à Economia Circular: todas as embalagens de plástico fabricadas com produtos da Braskem serão reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040. A empresa tem um compromisso com a criação de um ciclo de produção sustentável, desde a matéria-prima até o descarte.

O CEO da Braskem, Fernando Musa, destaca a importância da nova estratégia da companhia, que reforça seu compromisso com a sustentabilidade , crescimento e presença em novos mercados: “Apresentamos na Alemanha nossos novos desenvolvimentos inéditos e estabelecendo nosso portfólio circular, mostrando que podemos oferecer as melhores e mais sustentáveis soluções aos nossos clientes”.

Walmir Soller, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas Europa e Ásia, comentou a importância do evento para a indústria mundial. “A Feira K é o maior evento do mundo do setor de plásticos. Participar dessa feira e lançar novos produtos, parcerias, projetos e soluções, ressaltando a importância da Economia Circular, confirma a presença global da Braskem e sua capacidade de atender clientes do mundo todo”, diz ele.

Redução da pegada de CO2 em parceria com a Kautex Maschinenbau

Ciente da crescente relevância das Mudanças Climáticas, a Braskem está atenta para a redução de emissões de CO2 e adaptação a tais mudanças. Como uma empresa de capital aberto presente nas listas CDP Climate A, CDP Water A e CDP Supply A, a Braskem já reduziu o seu nível de emissões de gases do efeito estufa em 21% desde 2008, afirma a empresa. Para aumentar ainda mais sua contribuição, a Braskem anunciou oficialmente na Feira K sua parceria com a Kautex Maschinenbau , onde começará a fornecer uma resina que corresponde a uma mistura plástico de fonte renovável, produzido a partir da cana-de-açúcar, com resina pós-consumo (PCR), para a produção inovadora de garrafas feitas com três camadas de polietileno de alta densidade (PEAD), incluindo uma embalagem que consiste em espuma. Essa nova resina oferecerá uma solução circular completa, que também reduzirá a pegada de CO2 dos produtos finais. As duas companhias têm trabalhado em parceria com a EREMA , fabricante de maquinário para reciclagem de plástico, que coletou as garrafas produzidas na Feira K e as encaminhou para reciclagem.

Além disso, outros produtos selecionados do portfólio de resinas da Braskem foram apresentados nos estandes dos principais fornecedores de maquinário na Feira K. Por exemplo, as resinas Flexus 3600 e PP RF70, da Braskem, foram utilizadas em máquinas da SML; uma nova solução em filme stretch, produzida a partir de conteúdo de filme shrink de fonte renovável, foi utilizada pela Carnevalli; a resina Prisma 6810 foi utilizada pela Gabler; as resinas I’m greenTM , também produzidas a partir de fontes renováveis, foram empregadas pela Euro Machinery; e a resina Maxio® PG480 foi utilizada nas máquinas da Windmöller & Hölscher.

Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Olefinas e Poliolefinas da América do Sul, acrescenta: “Toda a cadeia deveria buscar uma mentalidade circular, a partir da integração de produção, uso, descarte e reciclagem. Acreditamos que a Feira K foi uma grande oportunidade de dar destaque à nossa abordagem referente à economia circular. Pensamos que isso levará a novas parcerias com outras empresas comprometidas, que incorporarão a circularidade a novos produtos, aumentando a eficiência e facilitando a reciclagem e reutilização dos produtos de plástico”.

Apresentando a Transformação Digital

No evento, a Braskem também apresentou sua estratégia de Transformação Digital, uma jornada conduzida por seu recém-criado Centro Digital, que funciona como um catalisador de mudanças para a transformação do coração da Braskem, a partir de iniciativas que façam uso de tecnologias como drones, sensores e machine learning para capturar ganhos de eficiência operacional e melhorar a relação custo-benefício. O Centro Digital também funciona como incubadora de novos modelos de negócios, por meio de uma série de novos projetos. A estratégia Digital da Braskem auxiliará na melhoria de processos-chave, desde o desenvolvimento de produto até a venda, incluindo a Fábrica Inteligente (Indústria 4.0) e o Planejamento Avançado.

Um dos objetivos é criar um ambiente de trabalho digital, no qual os funcionários possam utilizar e tirar vantagem de tecnologias de ponta para promover inovações. O CEO da Braskem, Fernando Musa, explica que essa transformação digital é um grande marco na história da companhia: “Da análise avançada até a automação, inteligência artificial e aplicações em Internet das Coisas, a Braskem está aproveitando as mais novas tecnologias digitais e metodologias ágeis para aumentar significativamente o seu desempenho e, desta forma, transformar a maneira como fazemos negócios. Isso nos dá uma grande vantagem competitiva, permitindo que tenhamos novas oportunidades de margem e continuemos a oferecer máxima qualidade aos nossos clientes”.

Em busca de oportunidades globais de crescimento

Em 2017, a companhia anunciou um investimento de U$ 675 milhões para a construção da sua sexta unidade industrial de polipropileno (PP) nos Estados Unidos. Segundo a Braskem, o projeto está sendo construído em La Porte, Texas, e será a maior unidade de PP e com maior eficiência energética da América do Norte, com capacidade produtiva de 450 milhões de toneladas por ano. Ao final do segundo trimestre de 2019, a planta já estava quase dois terços concluída, sendo que a produção deve ser iniciada no primeiro semestre de 2020.

Prometida como uma das maiores entregas da Feira K de 2016, a Braskem concluiu a construção do Complexo Petroquímico Idesa, em Veracruz, no México. O projeto de US$5,2 bilhões aumentou a produção de resinas da companhia em 1,05 milhão de toneladas, totalizando 8,7 milhões de toneladas de capacidade produtiva global.

Esses dois grandes projetos reforçam a capacidade da Braskem de crescimento e entrega de seus projetos no prazo.

Fernando Musa afirma: “Em 2007, apresentamos aqui que estávamos desenvolvendo o Polietileno Verde, que trouxemos pronto em 2010. Em 2013, afirmamos que estávamos construindo o complexo no México, a planta petroquímica mais moderna das Américas, que em 2016 se tornou realidade. E agora estamos anunciando nossa nova linha de produção de PP denominada Delta, que será concluída e iniciará sua operação em 2020”.

Os novos produtos na Feira K

A Braskem selecionou vários novos produtos que foram apresentados na Feira K 2019:

1. Grade de polietileno de baixa densidade tubular, desenvolvido para atender o segmento de revestimento por extrusão. Segundo a empresa, oferece estabilidade e resistência superiores para revestimento de diversos substratos, incluindo papel, papelão, alumínio e outros polímeros, bem como aplicações em embalagens assépticas, não assépticas e rafia.

2. A mais nova marca de produtos de saúde da Braskem, Medcol, foi apresentada no evento. Medcol se trata do novo portfólio de produtos médicos da Braskem, que, segundo a empresa, construirá vínculos duradouros e confiáveis na indústria de saúde, com a cocriação de soluções únicas e customizadas para melhorar a vida das pessoas.

3. Novo grade de PP denominado DP213A, o mais novo grade da linha Maxio, com baixo índice de fluidez e aditivação anti-UV. Segundo a Braskem, a resina foi especialmente desenvolvida para atender às demandas dos clientes por fitas de rafia e maior produtividade na etapa de extrusão. Sua utilização permite às empresas do segmento de big bags (grandes sacas utilizadas para embalar e transportar grãos, fertilizantes, minérios e produtos químicos) elevarem sua produção em 30% sem aumento do consumo de energia, assegura a Braskem.

4. No segmento de Tampas e Fechamentos, a Braskem oferece um portfólio de soluções em PE, PP, Renováveis e PCR para atender às necessidades do mercado. A Braskem exibiu no evento tampas para aplicações em bebidas carbonatadas, água mineral, alimentos, limpeza e higiene.

5. A Braskem também apresentou suas soluções para os segmentos de agronegócio, construção civil, automotivo, calçados e outros setores, incluindo Braskem Evance, Braskem Proxess e Braskem Rigeo Lumios.

Fonte: Braskem

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O Mercado de Exportação de Resíduos Plásticos Globais pode ser retomado ?

31/10/2019

(Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling*)

Com a introdução de proibições de importação de plástico em todo o Sudeste Asiático, o mercado global de exportação desacelerou enormemente nos últimos 12 meses

Países como a China, Tailândia, Malásia e Índia restringiram a importação de plásticos e outros resíduos, deixando os países exportadores em uma situação bem difícil. Essas proibições não apenas levaram o mercado de exportações a diminuir significativamente, mas também causaram o acúmulo de resíduos plásticos em países que normalmente exportariam esses materiais, já que eles ainda não têm a infraestrutura necessária para lidar com os resíduos internamente.

No entanto, uma nova legislação que está sendo apresentada por governos e legisladores pode ajudar a retomar o mercado exportador por meio de leis de conteúdo reciclado.

A situação exportadora causada pela ‘China National Sword’

Sem a possibilidade de exportar resíduos plásticos, alguns países enfrentam uma crise de lixo doméstico, com lixo literalmente acumulando do lado de fora dos centros de tratamento e reciclagem – alguns especialistas acreditam que no ano passado, a ‘China National Sword’ causou uma “crise global de resíduos plásticos”. Embora a China ainda aceite algumas formas de sucata, os limites de pureza são tão altos que a maioria dos exportadores está vendo como uma proibição generalizada.

E são esses exportadores que estão sentindo a tensão para gerenciar plásticos e outros resíduos. Por exemplo, no Japão – um dos maiores exportadores para a China antes da restrição da National Sword – os resíduos plásticos estão se tornando um problema, já que a infraestrutura do país e as incineradoras não conseguem lidar com o grande volume de resíduos.

Nos EUA, mais e mais empresas estão se tornando dependentes do envio de resíduos para aterros devido às proibições de exportação. De acordo com os números mais recentes, 30% menos de sucata de plástico foi exportada nos primeiros seis meses de 2018, em comparação com o ano anterior, com a maioria dos plásticos de menor qualidade entrando no aterro. Os países da UE também exportaram menos, reduzindo de mais de 3 milhões de toneladas a cada 6 meses, para pouco mais de 2 milhões.

Essas proibições deveria forçar governos e legisladores dos países exportadores a melhorar e inovar a infraestrutura de reciclagem, no entanto, em algumas circunstâncias, deu um passo para trás.

Uma nova abordagem nas exportações

Juntamente com as proibições de exportação, governos globais tomaram medidas para controlar a exportação de resíduos para garantir que ainda haja espaço para o mercado existir. Na 14ª reunião da Conferência das Partes da Convenção da Basileia, em maio de 2019, 186 países concordaram em estabelecer novas restrições para o controle da exportação de resíduos plásticos. A Convenção de Basileia atua como o órgão regulador do comércio de resíduos perigosos e regula como é descartado.

Uma ideia originalmente proposta pelos representantes noruegueses em setembro de 2018, uma nova emenda às leis atuais classifica resíduos de plástico misturados incluídos na ‘lista de âmbar’ de materiais residuais, bem como adicionando o material à lista para ‘consideração especial’ como parte do Anexo II da Convenção.

Através desta emenda, os países exportadores terão que obter o consentimento e permissão das nações importadoras de resíduos para enviar resíduos para eles. Isso, por sua vez, obriga os exportadores a ter uma maior qualidade e pureza de resíduos plásticos, dando aos importadores um recurso de melhor qualidade e valor. Uma Parceria sobre Resíduos Plásticos também foi estabelecida para reunir uma série de partes interessadas para auxiliar na implementação dessas restrições.

Com efeito, a última emenda da Convenção da Basileia apoia o motivo pelo qual muitos países importadores proibiram e restringiram os resíduos para começar. Ao receber uma maior qualidade e pureza do plástico, ele pode ser eficientemente reciclado ou reutilizado, comparado a plásticos contaminados ou de baixa pureza – mas isso pressiona novamente as nações exportadoras a usarem plástico com um nível de material reciclado suficientemente alto para serem reutilizadas.

Retomar a exportação por meio de leis de conteúdo reciclado

Existe uma maneira pela qual os exportadores podem atender aos padrões estabelecidos pela Convenção da Basileia e pelos países importadores. Através da implementação de leis de conteúdo reciclado, em que o nível de resíduos plásticos seria de maior pureza, o mercado exportador pode atender às restrições estabelecidas pelos importadores.

O objetivo das leis de conteúdo reciclado é ter uma abordagem mais circular aos plásticos, garantindo que o material esteja em um padrão suficientemente bom para ser reutilizado, em vez de desperdiçado, mantendo assim o nível de conteúdo reciclado alto. Ao adotar este método obrigatório para os plásticos, ele permite o movimento contínuo do plástico através dos mercados e ajuda a revitalizar o mercado de exportação em declínio – não será mais um caso de transporte de resíduos de sucata, mas um material de qualidade que tenha valor.

Juntamente com as ambiciosas metas de reciclagem estabelecidas por governos e legisladores, o passo para adotar as leis de conteúdo reciclado é fundamental para uma economia circular sustentável – e que pode contar com o mercado exportador.

Esforços já estão sendo feitos em escala global para introduzir um maior nível de conteúdo reciclado com resíduos de plástico. Na Austrália, as leis compulsórias em torno da embalagem serão introduzidas até 2025, onde 100% do material tem que ser reutilizável, compostável ou reciclável – apesar desses esforços, o governo australiano está sendo criticado por não se mover rapidamente o suficiente sobre esta questão.

Diversos estados nos EUA já possuem leis de conteúdo reciclado em operação para a criação de novos produtos e embalagens. Na Califórnia, foi submetido um novo mandato de conteúdo reciclado que exigiria 75 por cento de plástico reciclado pós-consumo para ser usado em recipientes de bebidas após 2030. O projeto de lei proposto funcionaria em fases, começando com 25% de conteúdo reciclado até 2025, nada menos que 50% até 2030 e trabalhando até 75% após 2030.

A União Européia introduziu legislação onde haverá um mínimo de conteúdo reciclado para garrafas PET de 25% até 2025 e 30% até 2030. Uma coalizão de 34 empresas, instituições de caridade e associações comerciais também pediu que o órgão regulador da Europa avance mais quanto a introdução de leis mais rígidas de conteúdo reciclado. Em outros lugares da Europa, a Alemanha está estabelecida, enquanto a França também está comprometida com o design ecológico de embalagens, para torná-las reutilizáveis, recicláveis ou 100% compostáveis até 2025.

Quanto à Alemanha, a nova Lei de Embalagem da Alemanha (Germany Packaging Act – GPA) entrou em vigor em 1 de janeiro de 2019, substituindo a Portaria de Embalagem de 1998. De acordo com a nova lei, produtores e distribuidores agora têm que participar de um sistema de descarte e reciclagem em conformidade com os regulamentos de coleta e reciclagem de embalagens. Com o objetivo de reduzir o descarte e promover a reciclagem, a lei visa metas de reciclagem de até 90% em 2022.

As ambições dos órgãos governamentais de aderir à legislação de conteúdo reciclado são evidentes, no entanto, os esforços precisam ser focados na implementação para garantir que seja um sucesso. Através de leis internas eficientes de conteúdo reciclado, os países exportadores podem mais uma vez olhar para fora para a indústria global de resíduos, já que o plástico que eles não precisam mais terá qualidade e pureza suficientes para ser aceito pelos países importadores.

Um futuro sustentável

Para um futuro sustentável, uma nova abordagem deve ser dada ao manuseio e gerenciamento de resíduos. Para atender às restrições impostas por governos e legisladores sobre a exportação de resíduos, as leis de conteúdo reciclado permitirão uma maior qualidade de plástico para os países importadores e nos ajudarão a criar uma economia mais circular.

(*) Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Tomra na K2019 – Visões sobre a Economia Circular, Pequenos Flakes e Big Data

03/10/2019

A Tomra Sorting Recycling estará na Feira K 2019 (Hall 11 / F17) apresentando sua posição pioneira na economia circular, incluindo equipamentos de triagem como o recém-lançado Innosort Flake e mostrando também uma visão sobre uma inovação quanto a Inteligência Artificial.

Nas últimas décadas, os recursos naturais foram explorados de forma pouco prudente para atender à demanda da civilização humana por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e sofrerem uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se no momento sob o foco, com o seu uso sendo questionado. Segundo dados da Tomra, atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares em materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma de se superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

Da sua posição no campo da reciclagem e separação, a Tomra propõe o afastamento dos modelos de economias lineares e o alinhamento a modelos de reaproveitamento que correspondem a economias circulares verdadeiras. Diferentemente da economia linear atualmente dominante, em que os produtos são fabricados e descartados após o consumo, a economia circular visa a recuperação de materiais, que são trazidos de volta à cadeia de suprimentos com eficiência, a fim de serem transformados em novos produtos. Uma vez consumidos, os produtos não são descartados, mas coletados por sistemas de depósito, coleta seletiva ou recuperados em plantas de triagem de Resíduos Domésticos – MRFs, que selecionam diversos materiais para o subsequente processo de reciclagem.

Seguindo esse conceito, os recursos são mantidos em ciclo, visando preservar a qualidade de virgens e extrair o máximo do valor do produto – assim, agregando valor ao resíduo.

Com a economia circular sendo um tópico de considerável debate no setor, abordagens sistemicas já estão sendo discutidas para estimular a mudança. A nova legislação exigindo o aumento nos índices de reciclagem, a atração pelo mercado e os consumidores demandando produtos mais sustentáveis são elementos favoráveis para permitir transformar a teoria em prática. Soluções adicionais são criadas para promover a coleta de plásticos, para interromper perdas, para implantar uma infraestrutura de sistemas de depósito, bem como de fabricação de produtos projetados para serem regenerativos e restauradores.

Essas são soluções e processos ideais que só podem ser alcançados com a participação de todos os atores envolvidos na campanha por um meio ambiente saudável e uma economia sustentável e próspera.

A Tomra, sendo uma das principais partes interessadas e uma impulsionadora ativa dessa campanha, promove a economia circular por meio de sistemas avançados de coleta e seleção que otimizam a recuperação de recursos e minimizam os resíduos. Suas soluções de triagem baseadas em sensores, como Autorsort, Autosort Flake e Innosort Flake, são soluções já estabelecidas que potencializam o processo de seleção e reprocessamento na cadeia de valor do plástico.

Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra Reciclagem & Mineração e chefe da economia circular da Tomra, afirma claramente: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem. Na Feira K deste ano, daremos uma compreensão da economia circular e do papel que a Tomra e seus produtos desempenham”.

Selecionando os pequenos

A Tomra exibirá na Feira K o Innosort Flake, um exemplo de solução em purificação no processo de reciclagem. Desde o seu lançamento no PRS Europe, em Amsterdã, em abril de 2019, ele se mostrou uma solução para classificação dupla em instalações de reciclagem de PET, purificando Flakes de plástico de 2 a 12 mm por critério de cor e simultaneamente por tipos de polímeros. Assim, segundo a Tomra, grandes proporções de contaminantes podem ser removidas e a potencial perda de material de Flakes de PET é significativamente reduzida.

De acordo com a Tomra, o Innosort Flake é uma solução completa, com resolução ultra-alta e configuração especializada de sensores, oferecendo desempenho com resultados muito bons e flexibilidade escalável.

Selecionando de forma inteligente

Além de fornecer máquinas de triagem de ponta, a Tomra também desenvolve soluções inovadoras, para promover o avanço do processo de triagem.

Considerando as possibilidades atuais de coletar e gerenciar grande volume de dados, e com a inteligência artificial se aprimorando, a Tomra prossegue com o desenvolvimento de um software de deep learning para a seleção baseada em sensores.

Como um subconjunto de aprendizado de máquina e inteligência artificial, o software de deep learning está em posição de aprender individualmente a partir de uma quantidade considerável de dados coletados, igualando ou até superando os resultados de seleção alcançados por humanos e máquinas comuns, afirma a Tomra. Com a combinação de modelos de deep learning e as soluções de seleção da Tomra, os objetos que antes não podiam ser separados agora podem ser classificados com altos níveis de pureza, afirma a empresa. Nesse sentido, o deep learning é considerado uma abordagem promissora quando se trata de enfrentar os desafios crescentes na triagem de resíduos, como novos fluxos de resíduos, objetos sendo detectados, mas não ejetados ou cobertos com outros materiais.

Na Feira K, a equipe Tomra estará disponível todos os dias para oferecer informações aos visitantes da industria de plásticos internacional e tomadores de decisão sobre o conceito de economia circular e a contribuição que suas máquinas podem dar no processo de reciclagem.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

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Krones e Stadler impulsionam economia circular

03/10/2019

Christian Fisch (esq), Chefe de Plantas da Krones AG e Willi Stadler (dir),presidente da Stadler Anlagenbau GmbH

Garrafas PET usadas e outros resíduos plásticos podem ser um recurso valioso para o setor de embalagens e outras indústrias. No entanto, atualmente esse recurso permanece sem uso em muitas áreas. Para promover ações duradouras em sinergia, as empresas alemãs Krones AG e Stadler Anlagenbau GmbH uniram forças em uma aliança.

Seu objetivo comum é aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos para oferecê-las a clientes em todo o mundo. Por um lado, oferecendo suas soluções no campo da tecnologia de triagem e reciclagem, tais como plantas completas turnkey. Por outro lado, através do desenvolvimento conjunto de novas soluções, processos e tecnologias relacionadas à triagem e tratamento de resíduos.

Ao combinar a experiência e as tecnologias especializadas das duas empresas, Krones e Stadler esperam gerar um impulso significativo para a tecnologia de reciclagem e a economia circular associada. “Queremos fornecer aos nossos clientes a produção de material da mais alta qualidade do setor”, explica Willi Stadler, CEO da Stadler Anlagenbau GmbH. Christian Fisch, que como chefe de plantas da Krones AG é responsável pela aliança, acrescenta: “Essa colaboração nos permite reduzir e melhorar as interfaces. Isso não apenas impulsiona nossa tecnologia e processos, mas também nos torna muito mais rápidos na execução de projetos específicos de clientes”.

Os dois parceiros farão sua primeira aparição pública juntos na feira K 2019, que acontecerá em Düsseldorf de 16 a 23 de outubro. Representantes das duas empresas estarão disponíveis para responder a perguntas sobre esta aliança no pavilhão Krones no estande número 15.1.

A Stadler Anlagenbau GmbH está entre os líderes de mercado no campo de plantas de triagem. Sediada em Altshausen, a empresa emprega cerca de 450 pessoas e já vendeu mais de 350 plantas turnkey e 2.000 componentes individuais em todo o mundo. Suas tecnologias proprietárias podem ser usadas para classificar uma ampla gama de materiais – incluindo resíduos de plástico, papel e papelão, resíduos domésticos e resíduos comerciais.

A Krones AG é um nome bem estabelecido nas indústrias de alimentos e bebidas. Na matriz global do grupo, composta por mais de 100 subsidiárias e operações de filiais, mais de 16.500 funcionários fazem parte da empresa. O grupo fornece a seus clientes as necessidades de suas operações de produção: desde máquinas individuais e soluções de digitalização, até fábricas turnkey de bebidas e reciclagem.

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Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Braskem reforça posicionamento em Economia Circular na Feira K

15/09/2019

A Braskem reforçará durante a Feira K , maior evento mundial do setor plástico e de borrachas, seu posicionamento em prol da Economia Circular , conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. De 16 a 23 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, serão apresentadas novidades do portfólio da Braskem, assim como soluções de menor impacto ambiental e pós-consumo.

A companhia também oficializará no evento a parceria com a empresa Kautex Maschinenbau , para quem a petroquímica passará a fornecer o Plástico Verde , feito à base de cana-de-açúcar, e resina pós-consumo (PCR), para a produção inédita de garrafas à base de polietileno de alta densidade (PEAD) de três camadas, sendo uma de espuma. Segundo a Braskem, o resultado é a diminuição da pegada de CO2 do produto final quando comparado ao feito com base convencional.

As garrafas estarão disponíveis no estande da Braskem. Para demonstrar o fechamento do ciclo de consumo durante a feira, as garrafas fabricadas no evento nas máquinas da Kautex, ao invés de tradicionalmente entregues aos visitantes, serão recolhidas e destinadas à reciclagem por meio de uma parceria com a Erema, fabricante de máquinas para reciclagem de plásticos. A iniciativa reafirma o compromisso das três empresas com a Economia Circular.

“Buscamos formas de demonstrar a importância de pensar o ciclo completo dos produtos que levam nossa matéria-prima, desde a produção ao pós-consumo. Estamos muito satisfeitos em estar na Feira K com uma parceria que utiliza material renovável e pós-consumo, já considerando a reciclagem para o retorno do produto em um novo ciclo. Este é um exemplo claro do nosso comprometimento com a Economia Circular e de como é fundamental a cooperação entre empresas para o êxito do conceito”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular e Reciclagem da Braskem.

Em uma grande área do evento, foi construído o Erema Circonomic Centre, nome composto pelas palavras “circular” e “economia” em inglês, onde a reciclagem será demonstrada de várias formas, por meio do processamento de diferentes materiais plásticos. Durante a feira, serão recicladas mais de 30 toneladas de plástico, incluindo as demais garrafas utilizadas no evento e produzidas pela Kautex.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, reforça a importância do portfólio de produtos renováveis da companhia para a Economia Circular. “Essa parceria com a Kautex e a Erema comprova mais uma vez que a indústria mundial está interessada em soluções inovadoras ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final”, complementa.

“A Feira K é o maior evento mundial do plástico. Apresentarmos essas novidades e reforçarmos a importância da Economia Circular, principalmente aos nossos atuais e futuros clientes, é de grande importância para a Braskem e reafirma nossa posição global no setor”, comenta a Fabiana.

Com 80 anos de experiência, a Kautex Maschinenbau é uma empresa líder mundial na área da tecnologia de moldagem por sopro e extrusão. Entre os seus clientes encontram-se grandes fabricantes e fornecedores de automóveis, bem como empresas da indústria de embalagens. A empresa tem a sua sede em Bonn, um centro de atendimento ao cliente em Berlim e escritórios regionais nos EUA, Rússia, China, Itália, Índia, México e Malásia. Além disso, a Kautex Maschinenbau dispõe de uma extensa rede mundial de escritórios de serviços e distribuição.

As empresas Erema – com as duas unidades comerciais Powerfil e Keycycle-3S, Pure Loop, Umac e Plasmac, fazem parte do Grupo Erema. Além de subsidiárias nos EUA, China e Rússia, o grupo dispõe também de cinquenta agências que, em conjunto, formam uma rede mundial para a implementação de soluções para a reciclagem de plásticos. O grupo tem sede em Ansfelden, na Áustria, perto de Linz, e conta com cerca de 550 funcionários.

Fonte: Braskem

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Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

15/09/2019

Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem – em 7 passos

  • o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto
  • os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos
  • em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas
  • nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material
  • a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios
  • o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação
  • cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?

  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios

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Município de Indaial e Termotécnica fazem parceria para reciclagem de EPS

13/09/2019

As embalagens de isopor® que servem para proteção de eletrodomésticos ou eletrônicos novos – como refrigeradores e televisores – podem ser 100% recicladas e virar novas embalagens e produtos, evitando que a matéria-prima vá para um aterro. Mas como proceder para dar a destinação correta e contribuir com essa prática sustentável? Em Indaial (SC), o acordo entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Urbanização e Meio Ambiente, e a Termotécnica, maior recicladora brasileira de EPS, está viabilizando a coleta e destinação do produto, proporcionando assim a economia circular na prática e em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O EPS – sigla para poliestireno expandido – é um material usado em embalagens e na construção civil, sendo a base das soluções desenvolvidas pela Termotécnica. Inodoro, o EPS não contém gás CFC ou qualquer um de seus substitutos, também não contamina o solo, a água ou o ar. No entanto, como qualquer resíduo plástico, quando descartado de forma incorreta, pode causar danos à natureza.

Na parceria com a Prefeitura de Indaial, a Termotécnica se encarrega de fazer a coleta do EPS sempre que o montante separado e classificado pela Associação Participativa Recicle Indaial (Apri), cooperativa de triagem do Município, atingir o volume aproximado de 60 m³. Dessa forma, é viabilizado o seu destino correto através da reciclagem e re-introdução o material na cadeia produtiva do plástico. Além de gerar renda para os cooperativados, essa parceria evita que o EPS pós-consumo seja destinado aos aterros onde ficaria indefinidamente.

A Prefeitura orienta aos pequenos geradores do Município que coloquem o isopor® normalmente no dia da coleta seletiva. “Se as embalagens verdes entregues mensalmente não forem suficientes, o morador pode colocar em outra sacola, pois o material será recolhido da mesma forma. Apenas é necessário dispor no dia correto da coleta seletiva”, explica o secretário Jonas Lima. Já para os grandes geradores, como lojas, a Secretaria solicita que o material seja levado de segunda a sexta na Associação Participativa Recicle Indaial, um ponto de entrega voluntária localizado na rua Anna Bauer, 280, Warnow. “O isopor está cada vez mais presente no dia a dia. É amplamente utilizado em embalagens de alimentos ou para proteção de aparelhos eletrônicos e itens frágeis. Conseguir essa parceria com a Termotécnica foi muito importante, pois além de o material ser reciclado devidamente ele deixa de ir para o terreno sanitário”, frisa o secretário.

Com fábricas e unidades de reciclagem em cinco estados brasileiros, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, no Brasil, apenas 34,5% do EPS pós-consumo é reciclado. Um terço de toda essa reciclagem é feita pela Termotécnica. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre.

A companhia possui um portal (reciclareps.com.br/ondereciclar) para busca de recicladores no Brasil e exterior, parceiros que fazem a economia circular do EPS acontecer na prática. Albano Schmidt, presidente da companhia, destaca que o Reciclar EPS gera oportunidades para muitas famílias, como as dos catadores e recicladores de resíduos. Segundo a Termotécnica, desde sua criação, a iniciativa gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias, afirma a empresa. “Acompanhamos o ciclo de vida do produto e trabalhamos em busca de soluções inovadoras e positivas para todos”, argumenta Schmidt.

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Na K 2019, Milliken irá destacar soluções que aprimoram a sustentabilidade

06/08/2019

De olho no avanço da economia circular, os visitantes da feira em Düsseldorf, na Alemanha, querem saber como podem aumentar o uso de plástico reciclado, estimular a reutilização de produtos pós-consumo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para uma melhor reciclagem. Eles também querem diminuir o uso de energia e limitar os resíduos gerados durante a produção.

“A redução de resíduos e a reciclagem de plásticos são megatendências necessárias que afetam atualmente o setor de produtos de consumo”, observa Herrin Hood, gerente global de linha de produtos do negócio de Aditivos para Plásticos da Milliken. “Como todos, nós trabalhamos para limitar o uso excessivo de plásticos, fomentar a reciclagem de polipropileno e avançar para uma economia circular. A Milliken vem apoiando totalmente esses esforços com inovações tecnológicas ​​que impactam a cor, a transparênica, o desempenho e a sustentabilidade”.

Existem muitas abordagens possíveis para lidar com esses problemas; os visitantes do estande da Milliken (Hall 6/A27) na feira K 2019, de 16 a 23 de outubro, poderão constatar as várias maneiras pelas quais a empresa está atuando nesse sentido através de seus aditivos e corantes.

A Milliken fez uma parceria com a PureCycle Technologies, sediada em Chicago (EUA), para promover a reciclagem em circuito fechado de resina de polipropileno (PP). Utilizando tecnologia desenvolvida e licenciada pela Procter & Gamble, a PureCycle planeja abrir em Ohio, em 2021, sua primeira fábrica, alicerçada em um método de reciclagem patenteado que, segundo a empresa, restaura a qualidade virgem de resíduos de resina PP. Isso permitirá que o material reciclado se torne verdadeiramente circular e seja reutilizado em sua aplicação original, em vez de empregado em produtos de menor valor.

Uma série de tecnologias da Milliken está ajudando os convertedores a fabricar de forma mais sustentável, reduzindo o consumo de energia, permitindo o uso de mais soluções monomaterial em embalagens, e promovendo a reciclabilidade de resinas como o polipropileno ou o uso de uma porcentagem maior de PP reciclado em produtos transformados.

“A Milliken tem prioridades claras para ajudar a criar uma economia circular para os plásticos”, acrescenta Hood. “Melhorar a reciclabilidade dos plásticos, substituindo plásticos descartáveis ​​por plásticos duráveis ​​e reutilizáveis, ​​e aumentar o uso de biopolímeros a partir do desenvolvimento de produtos que elevem o desempenho e as propriedades estéticas ajudarão a criar uma indústria de plásticos mais sustentável à medida que trabalhamos para criar um impacto positivo no mundo.”

Sustentabilidade aliada à transparência

Segundo a Milliken, o seu clarificante Millad NX 8000, presente em quase 80% do PP clarificado do mundo, não apenas transforma o polipropileno em uma alternativa leve e cristalina ao vidro. Ele também aumenta a sustentabilidade do material ao permitir que os convertedores o processem a uma temperatura mais baixa, o que resulta em tempos de ciclo mais rápidos e economia de energia na moldagem por injeção, afirma a empresa. A Milliken fornece grades para vários processos, incluindo moldagem por injeção, termoformagem e moldagem por sopro.

A presença do LED no mercado de iluminação industrial global, quase nula uma década atrás, deverá superar 50% este ano. Vários fatores de desempenho estão impulsionando essa mudança, que traz implicações para o impacto visual das embalagens plásticas nas gôndolas das lojas. A Milliken está trabalhando com um fornecedor líder global em iluminação para entender melhor as tendências que afetam a aparência das embalagens e como é possível lidar com tais efeitos através de soluções eficazes.

Além disso, os proprietários de marcas (brand owners) que utilizam a resina de PP NX UltraClear podem exibir uma etiqueta de Validação de Reivindicação Ambiental (ECV) da UL (Underwriters Laboratories) em suas embalagens moldadas por injeção, atestando sua adequação à economia circular para o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, afirma a Milliken. Esses benefícios estão impulsionando a forte demanda pelo aditivo e por isso a Milliken está construindo uma planta de clarificantes de classe mundial, a maior do gênero em sua história, em Blacksburg, Carolina do Sul (EUA). A instalação aumentará a capacidade de produção do Millad NX 8000 em aproximadamente 50% a partir de sua inauguração, em 2020.

De acordo com a Milliken, ao permitir que PP clarificado com o Millad NX 8000 substitua materiais alternativos, os proprietários de marcas e transformadores melhoram suas opções para produzir mais produtos monomateriais ​​(uma garrafa ou um recipiente de PP com rótulo e tampa do mesmo material, por exemplo). O polipropileno também é mais leve, mostrou ter uma melhor pontuação de reciclagem do que o PET e o poliestireno, e ainda oferece a possibilidade de fechar o circuito de NX UltraClear PP para NX UltraClear PP por meio do processo de reciclagem inovador da PureCycle.

Otimizando o desempenho dos plásticos

Uma das principais funções dos aditivos é melhorar o desempenho dos polímeros que eles modificam. Segundo a Milliken, seu agentes de nucleação Hyperform HPN para PP e polietileno melhoram o desempenho do polipropileno reciclado (rPP) e permitem a produção de peças mais robustas e mais leves, aumentando a rigidez dos produtos, em comparação com o PP nucleado convencionalmente. Também auxilia na produtividade do processamento e oferece propriedades equilibradas e ajustáveis, garante a empresa.

Na K 2019, a Milliken apresentará seu mais recente grade, o Hyperform HPN 715, que oferecerá novas oportunidades para o PP substituir as resinas de engenharia mais caras em aplicações exigentes, afirma a Millken. O Hyperform HPN 715 oferece um equilíbrio otimizado de vários fatores-chave, ao mesmo tempo em que proporciona temperaturas mais altas de deflexão térmica em comparação com outros nucleantes avançados, garante a fabricante do aditivo. Isto permite que o PP seja utilizado em recipientes para micro-ondas, componentes sob o capô de automóveis e em produtos de uso doméstico.

Os modificadores de desempenho DeltaMax para PP, por sua vez, aumentam a resistência ao impacto e as propriedades de fluxo de resinas de rPP, blendas e copolímeros de polipropileno de impacto (ICPs), informa a Milliken. Na K 2019, a Milliken planeja apresentar novos componentes de sua família DeltaMax.

A empresa afirma que o seu modificador de performance DeltaMax pode elevar o índice de fluidez do PP em até cinco vezes, mantendo as propriedades de impacto e rigidez. A Milliken diz que isso permite que os convertedores aumentem a eficiência operacional e criem designs de peças mais inovadores mediante o fluxo mais favorável através dos moldes. Segundo a fabricante do aditivo, a tecnologia DeltaMax também é eficaz na modificação de resinas recicladas pós-consumo e pós-industriais, elevando a resistência ao impacto e o índice de fluidez a níveis iguais ou melhores que os da resina virgem. Isso permite que os componedores e convertedores incorporem até 100% de PP reciclado sem sacrificar o desempenho ou o processamento, garante a empresa.

Durante a feira, o portfólio ClearShield UV Absorber também será apresentado. Segundo a Milliken, ele oferece proteção contra luz ultravioleta prejudicial a produtos acondicionados em PET, como alimentos, bebidas e outros artigos de consumo. Essa tecnologia amplia a vida útil do conteúdo embalado, protegendo a imagem da marca e permitindo formulações mais sustentáveis ​​com corantes, aromas e essências naturais, afirma a Milliken.

Desempenho em cores para Plásticos

Os corantes KeyPlast da Milliken para plásticos podem ser usados ​​por produtores de masterbatches líquidos e sólidos, produtores de resinas e componedores e são adequados para uso com uma ampla gama de sistemas de polímeros e resinas. Estes incluem PET em aplicações transparentes de contato com alimentos, bem como outros polímeros transparentes amorfos, como poliestireno (PS), policarbonato (PC), acrílico (PMMA) e polissulfona (PSU). Os corantes KeyPlast que melhoram a aparência visual de polímeros virgens proporcionam cores estáveis ​​e com fidelidade de reprodução. Os corantes ClearTint da Milliken também estarão em exposição na K 2019.

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Planta de reciclagem da Oppimitti Energy na Itália produz 48 mil ton/ano de plásticos reciclados com equipamentos de separação da Tomra Sorting Recycling

30/07/2019

Em 2016, uma empresa fabricante de ladrilhos foi comprada e convertida para atuar na recuperação e valorização de plásticos pela Oppimitti Energy Srl.  A nova fábrica corresponde a um investimento de 10 milhões de euros, gerando 60 empregos em Bedônia – que fica nas montanhas, no coração dos Apeninos Emilianos, a cerca de 80 km de Parma. A empresa faz parte do grupo industrial Oppimitti, o qual, nos anos 90, com uma visão previdente e “verde”, expandiu suas atividades do setor de construção para atividades ecológicas e energia renovável.

Aproximadamente 35 kg de resíduos de embalagens plásticas são gerados anualmente por pessoa na Itália, resíduos esses que podem ser separados e reciclados – daí a visão da Oppimitti Energy Srl que inspirou as atividades nesse segmento.

Parte do plástico vem do centro de triagem de resíduos Borgo Val di Taro, também de propriedade da Oppimitti, onde os fardos de plástico são preparados e entregues à fábrica de Bedonia através de 4 caminhões por dia. A usina, que tem uma área total de 6.500 metros quadrados, dos quais 4.000 são de armazenagem e 2.500 de área útil, é uma das mais avançadas entre as 36 em operação na Itália. Na sua instalação, o centro de reciclagem optou por adquirir  sensores óticos da Tomra Sorting Recycling.

Stefano Oppimitti é o diretor técnico do centro de triagem e seleção de plásticos proveniente da coleta seletiva, integrado ao circuito COREPLA (Consórcio Nacional para a Coleta, Reciclo e Recuperação da Embalagem Plástica na Itália), no qual a seleção é feita por cor e tipo de polímero, de acordo com as especificações do Consórcio.

Stefano Oppimitti diz: “Nós instalamos 6 máquinas Autosort da Tomra, duas das quais funcionam com pistas duplas. Todas elas são equipadas com sensores NIR e VIS e são usadas na separação de PET – nas várias cores -, na separação de PEAD (polietileno de alta densidade), propileno e polietileno de baixa densidade”.

As máquinas foram compradas em 2017. Oppimitti explica: “Apesar de sermos relativamente novos na indústria, percebemos o quanto a tecnologia e a experiência da Tomra realmente fazem a diferença em termos de produtividade e em termos de qualidade e eficiência de separação”. O centro está agora avaliando a instalação de outras 4 máquinas na planta para o aprimoramento da recuperação de poliuretanos mistos e para o aprimoramento e recuperação da parte fina da linha, ou seja, o tamanho abaixo de 5 cm.

No momento, a linha de seleção tem capacidade de 8 toneladas por hora, trabalhando em três turnos para uma produção anual total de cerca de 48.000 toneladas.

As máquinas Autosort da Tomra com sensores espectrométricos combinam sensores NIR (comprimentos de onda de infravermelho próximo) e VIS (comprimentos de onda na faixa visível) em um sistema de seleção universal modular. Segundo a Tomra, o sistema permite reconhecer e separar os plásticos com precisão e com velocidade, usando um critério de classificação por tipo de material e cores e obtendo frações de alta pureza. Dentro da fábrica, a tecnologia NIR permite a seleção de polímeros e o VIS a seleção de cores.

“Estamos muito felizes com os serviços oferecidos pela Tomra para assistência, treinamento e atualização, pois percebemos que eles nos permitem ter as ferramentas para explorar o potencial das máquinas em qualquer situação de produção”, ressalta Stefano Oppimitti.

O material de saída é reciclado como matéria-prima secundária (MPS), com características muito próximas às do polímero virgem, sendo usado em inúmeras indústrias. A fábrica emiliana, em particular, produz doze tipos de matérias-primas secundárias, prontas para a indústria de plásticos, puras e controladas. As matérias-primas secundárias com uma matriz poliolefínica (PEAD, PEBD e PP) são amplamente utilizadas em produtos para construção civil (tubos, interruptores, estradas, etc.), móveis (componentes para cadeiras e móveis), automotivo (vários componentes moldados) e agricultura (tubos de irrigação, embarcações). Em alguns casos voltam a ser embalagens (caixas e garrafas para detergentes domésticos, paletes).

A entrevista com Stefano Oppimitti está disponível no seguinte link: https://video.Tomra.com/oppimitti-srl-bedonia-italia.

Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling: www.Tomra.com/recycling

Fonte: Tomra Sorting Recycling

Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Evonik apresenta aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha na K 2019

18/07/2019

O produto permite o processamento de resíduos de borracha em um material resistente usado em uma variedade de aplicações, como construção de estradas, setor esportivo ou playgrounds

Na feira K deste ano, em Düsseldorf, Alemanha, que acontece de 16 a 23 de outubro, a Evonik apresentará um aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais de borracha de uma maneira mais sustentável.

A cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo inteiro – incluindo 3,6 milhões de toneladas só na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há vinte anos, mais da metade dos pneus descartados era utilizada na recuperação energética, enquanto somente um em dez era destinado à reciclagem. Hoje, a reciclagem dos materiais está equiparada com a recuperação energética. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais para a borracha de uma maneira mais sustentável.

Na reciclagem dos resíduos de borracha, a adição do Vestenamer é uma aplicação que, segundo a Evonik, já comprovou o seu valor na produção de artigos de borracha como pisos, colchões e bases para sistemas de sinalização de obras e barreiras nas estradas a partir de resíduos aproveitáveis.

“Como um aditivo de processo, o Vestenamer melhora a fluidez do composto de borracha, resultando em um material que pode ser processado com muito mais eficiência. A reatividade e a estrutura polimérica do Vestenamer também são fatores importantes: ambos dão origem uma boa densidade de ligações entre as partículas de borracha, o que, por sua vez, impacta positivamente as propriedades mecânicas do produto”, diz Dr. Peter Hannen, gerente de desenvolvimento de mercado do Vestenamer. “Em outras palavras, o aditivo de processo da Evonik melhora tanto a eficácia dos custos de processamento quanto a qualidade das peças de borracha quando se trata de borracha reciclada”.

Além do aspecto econômico de proporcionar uma matéria-prima eficiente em custos, a reciclagem do material dos pneus descartados também está ganhando mais destaque do ponto de vista ecológico. Por exemplo, o uso de pneus descartados em produtos novos contribui de modo significativo para a redução da emissão de carbono em até um terço em comparação com produtos que não usam um material reciclado. E a economia circular da borracha também atenua o problema global dos pneus descartados.

O Vestenamer da Evonik é usado como aditivo de processo na indústria da borracha já faz muitos anos. Fabricado no parque químico de Marl (Alemanha), o polioctenâmero resolve uma variedade de desafios no setor de compostos e processamento de borracha. O produto também é usado como auxiliar na reciclagem de resíduos de borracha.

Fonte: Evonik

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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Tomra realiza conferência mundial sobre reciclagem de plásticos na Bulgária

19/06/2019

Líderes do setor compartilham conhecimento sobre soluções para o tratamento de resíduos plásticos e convidados tiverem a oportunidade de ver as tecnologias de reciclagem da Tomra em ação.

Líderes e influenciadores nas indústrias de reciclagem e gestão de resíduos se reuniram na Conferência Global Tomra Leads em 2019 para discutir soluções para os problemas colocados pelos resíduos plásticos. Com o tema “Reciclando em um mundo de plástico”, o evento de dois dias realizado em 4 e 5 de junho em Sofia, na Bulgária, abordou tendências e inovações de toda a cadeia de valor do plástico. Os 214 participantes de 31 países também tiveram a oportunidade de ver como as tecnologias da Tomra Sorting Recycling recuperam materiais recicláveis provenientes de resíduos urbanos em uma nova planta de reciclagem de plásticos de € 40 milhões. Esta foi a terceira edição da conferência ‘Tomra Leads Global’, um evento projetado para compartilhar conhecimento e acelerar o progresso da reciclagem e do gerenciamento de resíduos por meio de palestras, apresentações, discussões e oportunidades de networking. A visita à planta foi realizada na Integra Plastics na cidade de Elin Pelin, nos arredores da capital.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “As Conferências Globais da Tomra Leads estão provando ser um fórum útil e popular para a troca de informações e idéias. O foco do evento deste ano foi algo que preocupa profundamente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo: o que pode ser feito para combater o plástico descartado que se acumula nos aterros sanitários, vagando nos oceanos e matando a vida marinha. A conferência mostrou como a reciclagem de resíduos de plástico tem um papel fundamental a desempenhar – e como, ao mesmo tempo que beneficia o ambiente, esta é também uma oportunidade de negócio. O resíduo pode ser valioso”.

Percepções de especialistas em uma ampla gama de questões

No segundo dia da conferência, renomados palestrantes, especialistas no setor, compartilharam suas percepções sobre as tendências do mercado de reciclagem, a economia circular e o uso da matéria prima virgem e os modelos de investimento financeiro. Tom Eng abriu esta parte da conferência com um discurso de boas vindas intitulado “O futuro da reciclagem – você está pronto?” Muitas respostas a essa pergunta foram dadas nas apresentações e nos paineis de discussões que se seguiram.

Quatro apresentações foram feitas durante a manhã. O Dr. Volker Rehrmann, Vice-Presidente e Executivo Chefe de Economia Circular da Tomra, compartilhou a perspectiva da Tomra sobre a economia circular e o papel que a empresa desempenhará. Andy Grant, Diretor Técnico – Governo Local da Eunomia Pesquisa & Consultoria, falou sobre os sistemas de coleta de resíduos e o impacto na reciclagem de plásticos. Herman Van Roost, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Reciclagem da TOTAL Refinaria & Petroquímica, fez uma apresentação sobre os fundamentos e os desafios da inovação dos plásticos circulares. O professor Ed Kosior, diretor administrativo da consultoria Nextek, falou sobre a reciclabilidade dos plásticos. E Iilya Kardashliev, Chefe do Departamento de Infraestrutura do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD), explicou modelos financeiros para apoiar investimentos em reciclagem de plástico.

À tarde, os visitantes tiveram a opção de participar na conferência “Reciclagem de Plásticos” ou na conferência “Legislação”, que ocorreu simultâneamente. Ambas conferências foram seguidas por painéis de discussão.

Uma discussão abordou a superação de desafios na cadeia de valor dos plásticos. Este foi aberto por László Székely, Responsável por Economia de Novos Plásticos da Tomra. Antes disso, foi apresentado um estudo de caso sobre as exigências de um conversor, apresentada por Graeme Smith, Gerente de Inovação e Sustentabilidade do Grupo Mondi, especializado em embalagens e papel. Seguiu-se com um painel de discussões por uma hora, que envolveu László Székely, Herman Van Roost, Volker Rehrman, Ed Kosior e Graeme Smith, e foi presidida por Jim Keefe, editor-chefe na Recycling Today, publicação dos Estados Unidos da América.

Em paralelo, outro painel abordou informações e idéias sobre como as empresas de reciclagem e gestão de resíduos devem responder às mudanças nas regulamentações. Para definir o cenário, Tina Adjic, consultora sênior da ADSinsight, forneceu uma atualização sobre a legislação da UE sobre resíduos. Para dar uma visão geral do momento atual, Fabrizio Radice, Vice-Presidente Global de Vendas e Marketing da Tomra Sorting Recycling, analisou o que realmente está sendo reciclado atualmente, como a nova legislação afetará as práticas atuais e o que será necessário para novos projetos de fabricantes de embalagens. O alinhamento da legislação e dos negócios foi analisado durante a discussão, que envolveu Andy Grant, Tina Adjic, Fabrizio Radice e Roland Ramusch, e foi presidido pelo Vice-Presidente de Assuntos Governamentais da Tomra, Thomas Morgenstern.

Finalmente, os visitantes da conferência receberam uma mensagem real da importância da economia circular quando Kristine Berg, Assessora de Economia Circular da Tomra, apresentou um vídeo sobre a “eXxpedition”, a expedição de vela realizada em 2018 que contou com uma equipe só de mulheres. Isso mostrou com clareza chocante por que o vasto trecho de oceano atravessado pela expedição é conhecido como Great Pacific Garbage Patch (http://video.Tomra.com/exxpedition-the-great-pacific-garbage-patch).

Visita à planta mostra o papel fundamental da Tomra na economia circular

Para ver a reciclagem de plásticos em prática, os participantes da conferência fizeram uma visita pelas novas instalações da Integra Plastics, com investimento de € 40 milhões, na região de Sofia, inauguradas em fevereiro de 2019. A nova fábrica emprega 85 pessoas e 14 máquinas Tomra Autosort. Um dos equipamentos Autosort é combinado com o sistema de Deteção de Objeto Laser (LOD) e dois deles foram especialmente desenvolvidos para esta planta, para separar materiais flexíveis pretos. Há capacidade anual de reciclar 40.000 toneladas de plásticos pós-consumo de cores mistas.

A especialidade da Integra é a produção de polietileno de baixa densidade reciclado (LDPE), polietileno de alta densidade (PEAD) e resina de polipropileno (PP). Para ver como isso é alcançado, foi apresentado aos visitantes todo o processo da planta da Integra para a reciclagem de plásticos. O processo inicia-se pela recepção do material em fardos. A seguir, esses são abertos em uma unidade Rompe fardos, sendo, na sequencia, triturados e desagregados por um grande triturador. O material é, então, conduzido através de esteiras transportadoras, onde ímãs e uma peneira retiram materiais indesejados, como metais e outros materiais finos. Em seguida, o material é selecionado por máquinas Tomra em seis fluxos, classificados por tipo de poliolefina e cor, antes dos plásticos serem lavados a quente. Após a lavagem e secagem, os flakes de plástico são finalmente limpos de quaisquer impurezas, cores e / ou materiais remanescentes através de unidades Tomra adicionais, antes de serem encaminhados para extrusão, onde são fundidos, degasados, homogeneizados e transformados em pellets ou grãos de resina. Na fase final, os pellets são embalados em sacos de uma tonelada, prontos para reutilização em uma ampla gama de aplicações. A Integra é capaz de produzir diferentes qualidades de resinas personalizadas, como diferentes tipos de materiais combinados com cores diferentes.

Beatriz Luz, Fundadora da Exchange4change, resumiu assim a sua participação no evento: “Tomra Leads foi uma grande oportunidade de ver como a teoria pode ser colocada em prática em larga escala. A presença de industrias de todas as etapas da cadeia de valor do plástico reunidas em um único evento nos proporcionou visualizar o todo e o papel a ser desempenhado por cada um na Economia Circular. Tecnologia, escala e colaboração são elementos essenciais que reunidos podem transformar Resíduo em Recurso em qualquer lugar do mundo. No Brasil não será diferente. A solução tecnológica correta agregada com um ecosistema bem organizado é possível combater a poluição plástica no Brasil”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 pessoas globalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Terphane lança, globalmente, linha sustentável de filmes de PET

07/06/2019

O principal diferencial dos novos filmes é a composição com 30% ou mais de PET reciclado, pós consumo, grau alimentício.

A Terphane, um dos líderes em filmes PET (poliéster) na América Latina, lançou, globalmente, a linha Ecophane de filmes sustentáveis. Os novos filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Segundo a empresa, além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu as ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade como prioridades em sua jornada de sustentabilidade

A embalagem flexível ajuda muito nesta jornada por seu excelente desempenho em termos de otimização de funcionalidade e de melhor uso dos recursos, afirma a empresa. O documento europeu “The Perfect Fit, a FPE (Flexible Packaging Europe)” –  mostra que eficácia e eficiência são fatores fundamentais para definir a sustentabilidade de uma embalagem, levando em consideração todos os aspectos da cadeia de valor do produto, a própria embalagem, o consumo e todos os impactos no ciclo de vida. “E a embalagem flexível, mais do que se pensa, é a melhor escolha. Isso porque os fabricantes de embalagens e os donos de marca podem atingir o ‘ponto ideal’ que otimiza a eficácia funcional e a eficiência do material. Isso se chama relação perfeita entre produto e embalagem”, explica Gani.

No documento, enfatiza-se ainda o fato da embalagem flexível ser altamente adaptável e um design inteligente garantir ainda mais benefícios de sustentabilidade. Esses benefícios vão desde o tamanho correto para as porções e o refechamento das embalagens para minimizar o desperdício, passando pela impressão de informações que garantam seu uso e armazenamento corretos, até embalagens funcionais, mais leves, que reduzam os impactos de armazenamento, distribuição e transporte.

Por serem mais leves, as embalagens flexíveis também reduzem os impactos ambientais e oferecem vantagens significativas para o armazenamento e transporte dos produtos. “Definitivamente as embalagens flexíveis estão na vanguarda de uma agenda cada vez mais exigente, a das ‘embalagens sustentáveis’. Embora ainda existam alguns entraves na cadeia da reciclagem, a embalagem flexível é a que mais se aproxima da ‘escolha perfeita’ em termos de solução mais sustentável disponível no mercado. E os novos filmes Ecophane surgem para fechar este circuito ao utilizarem uma boa parte das embalagens descartadas pós consumo e poderem ser novamente reciclados”, atesta Marcos Vieira.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Tomra Sorting Recycling lança plataforma de dados baseada em nuvem

06/06/2019

Plataforma baseada na Web fornecem informações para melhorar a eficiência, reduzir custos operacionais e auxiliar na tomada de decisões estratégicas

A Tomra Sorting Recycling lançou uma plataforma de dados baseada em Nuvem, o Tomra Insight, que abre oportunidades para os usuários dos seus sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção.

Segundo a empresa, o Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web. O pacote seguro de transmissão e armazenamento de dados baseado na nuvem, respeitando todos os requisitos de privacidade, é fornecido em parceria com o serviço de computação em nuvem Microsoft Azure. As funções de monitoramento e relatório dessa nova plataforma on-demand complementarão, e não substituirão, os sistemas de controle de processos existentes.

De acordo com a Tomra, a sua plataforma Insight opera praticamente em tempo real e pode ser acessado por meio de uma conexão segura e com interface amigável em desktops e dispositivos móveis de qualquer lugar, a qualquer hora. Como benefício imediato, afirma a empresa, os usuários terão a liberdade de analisar remotamente as métricas de desempenho e de gerenciar proativamente as máquinas para otimização de desempenho e manutenção preventiva.

O acesso às métricas digitais ajudará os operadores dos equipamentos a otimizar o desempenho de seleção, analisando as informações de capacidade de processamento, dimensões e distribuição do material, índices de material ejetado e aceito, além de outras variáveis. Segundo a Tomra, essas informações podem ajudar a reduzir o tempo de parada, direcionar esforços e intervenções para ações relevantes, maximizar o rendimento, melhorar a eficiência dos operadores e do pessoal de manutenção e reduzir os custos operacionais. A análise de dados também permite, através de relatórios e alarmes personalizados, gerenciar a manutenção preventivament – baseada nas condições reais – e prever demanda por peças e manutenção, garante o fabricante.

Felix Flemming, VP e chefe do dpto. Digital da Tomra Sorting, comentou: “Estamos orgulhosos em lançar uma interface funcional e segura que irá proporcionar o uso potencial da Big Data para nossos clientes e permitir que eles monitorem e otimizem seus processos de seleção. Os dados operacionais das máquinas em todo o mundo também nos ajudarão a melhorar os programas de serviço e manutenção, prever a vida útil das peças e desenvolver melhores configurações de máquinas, tecnologias e aplicações”.

A Tomra afirma que trará a sua atitude de liderança proativa em soluções de seleção baseadas em ótica e sensores para o Tomra Insight, investindo continuamente em avanços tecnológicos da plataforma. No futuro, assegura a empresa, a análise avançada de dados otimizará ainda mais os processos, permitindo a avaliação de dados a longo prazo, análise aprofundada entre as máquinas e entre plantas e melhor integração com outras linhas de negócios.

Segundo a Tomra, além de servir como um centro digital de aprendizagem, aprimoramento, melhores práticas e novos desenvolvimentos na tecnologia de seleção, a nova plataforma proporcionará aos clientes acessar uma ampla base de conhecimento. Na qualidade de portal e catalisador para otimização da seleção, a plataforma Insight conectará os clientes em um movimento de todo o setor, garante a Tomra.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Tomra

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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