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Adirplast promove discussão sobre “compliance”

01/05/2018

Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance da Braskem, ressaltou em evento promovido pela entidade a importância de investir em boas práticas de mercado

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no dia 4 de abril, encontro com Everson Bassinello (foto), chefe do departamento de Compliance na Braskem. “Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as politicas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”, explicou Bassinello.

De acordo com Bassinello, a Braskem vem se adequando a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.

O executivo explica os desafios para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.

No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez implantandos os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.

Para quem entende que esse caminho é também fator de competividade e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.

Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.

A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, já até conversei com a minha equipe e vamos colocar algumas ações em prática”.

Adirplast é parceira da Feiplastic 2019

A Adirplast anuncia apoio a mais uma edição da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante espaço para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos e geração de networking do setor do plástico. O evento já tem data e local para acontecer: de 08 a 12 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Temos o prazer de ser ser parceiros desta feira que se firmou e que conseguiu um grande crescimento de público com maior poder de decisão de compra”, disse Láercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Distribuidores ligados à Adirplast fecham 2017 com crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior

09/01/2018

Entidade aproveitou evento de final de ano para adiantar alguns pontos do Programa Pró-Distribuição, que deve lançar em 2018

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) apresentou no mês de dezembro os números de fechamento do ano das 21 empresas que compõem sua lista de associados. “Apesar da crise brasileira, fechamos com um crescimento de 3,1%, demonstrando que o mercado está começando a reagir”, disse Laercio Gonçalves, diretor da Activas e presidente da entidade. Em 2016, a empresas ligadas à associação venderam 389.745 toneladas de plástico. Neste ano, o número é estimado em 402.000 toneladas (ainda faltam dados consolidados de dezembro). O crescimento se refere a todos os produtos comercializados pelos associados e não somente pelas commodities. Os produtos são: Polietilenos, Poliprolilenos, ABS, SAN, Poliacetal, Acrílico, Policarbonato, Poliuretano, EVA e Poliamidas 6 e 6.6.

Além da melhor expectativa para 2018, o clima de otimismo dos associados está ligado ao lançamento do Programa Pró-Distribuição, que será apresentado oficialmente pela Adirplast no início do próximo ano. “Está é uma Campanha Nacional focada na ética da compra de resinas plásticas, filmes BOPP-PET e de plásticos de engenharia pelo mercado de varejo e será uma campanha audaciosa”, disse Laércio, que promete explicar todos os detalhes da ação no lançamento próximo.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, essa é uma das ações mais importantes já realizadas pela entidade. “O Programa não está focalizado em melhorar o resultado das empresas filiadas, mas em mostrar a importância das boas práticas de vendas não apenas para os negócios, como para a construção de um Brasil melhor”, disse.

O evento de confraternização contou com duas palestras. A primeira foi sobre a Reforma Fiscal – uma das principais bandeiras da entidade. Para debater esse assunto foi convidado o ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda e diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal), Bernand Appy. O CCIF é um grupo independente que tem como objetivo contribuir para a simplificação do sistema tributário brasileiro e para o aprimoramento do modelo de gestão fiscal do país. “A sociedade deve refletir, organizar e propor a reforma tributária. O Brasil precisa ter uma harmonização nesta questão. Atualmente temos uma legislação complexa que cria mais insegurança para todo o empresariado”, explicou Appy.

A nova proposta de reforma tributária tem como principal diferença a eliminação de cinco tributos ao longo de dez anos. No seu lugar, seria criado um único imposto. “A arrecadação seria repartida tendo como critério o local onde foi consumido o produto ou serviço, prática comum na maioria dos países”, salientou.

A segunda palestra foi sobre o futuro dos negócios e teve como convidado, Alex Espinosa, co-fundador líder da “Diip”

Durante o evento, a Adirplast prestou homenagens a organizações, patrocinadores e associados que ajudaram a fortalecer o mercado e a associação em 2017. Foram eles: Paulo Teixeira, da Abiplast; Marco Antônio Cione, da Braskem; Osvaldo Cruz, da Entec; João Rodrigues, da Thathi Polimeros, e Samuel Wajsbrot, da Cromex (in memoriam).

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Distribuidores marcam presença nas principais feiras de Plástico do País

23/03/2017

Plástico Brasil e Feiplastic contam com a presença da Adirplast e seus associados

Oito distribuidores associados à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que respondem por metade de toda resina comercializada no varejo nacional, 50% do setor de varejo, estão presentes em dois dos eventos mais importantes do segmento. O primeiro deles, Plástico Brasil, acontece desde o dia 20 (segunda-feira) e vai até o dia 24 de março, no São Paulo EXPO Center Norte. O segundo é a Feiplastic. Será realizada, de 3 a 7 de abril, no Centro de Exposições do Anhembi, também em São Paulo.

A prestação de serviço e parceria estabelecida com os milhares de pequenos e médios transformadores é o foco dessas empresas nos eventos. Vale lembrar que os distribuidores associados à entidade atendem 20% das mais de 11 mil empresas de transformação de plástico do país, a grande maioria composta por empresas pequenas e familiares.

Nos locais, são destaques os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, como qualidade e procedência dos produtos, além de uma grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, financiamento e pronta-entrega. “Nosso foco é o cliente. Por isso, é nele que pensamos quando oferecemos serviços que outras empresas que atuam no setor não conseguem”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Daniela Guerini, da Mais Polímeros, explica que, mais que um simples fornecedor, o distribuir oficial de resinas é um parceiro das pequenas e médias empresas: “São muitos os benefícios de se manter essa parceria, pela confiabilidade fiscal e tributária, garantia de procedência, qualidade e suporte técnico dos produtos e, também, para o caso de eventuais problemas. Nossa grande capilaridade ainda permite a pronta-entrega em todo o território nacional”, explicou.

Outro ponto destacado por essas empresas nas feiras está na vantagem de se fazer negócio com distribuidor local ao invés de optar pela importação. “Entregamos resinas em qualquer lugar do Brasil em até 24 horas. Já, ao importar, o cliente fica sujeito a taxações e atrasos na entrega, que geralmente é 40 dias, burocracias de importação e variação cambial na compra indent”, completa Fábio Romulo, diretor da Remo Plásticos.

Premix, Piramidal, Replas, Mais Polímeros e Premix estão na Plástico Brasil. Já na Feiplastic, será possível visitar os estantes das distribuidoras Activas, Eteno, Fortymill e Remo Plásticos, além de rever Piramidal, Replas e Mais Polímeros. Na Feiplastic a Adirplast também contará com um estande próprio, que será um local para os demais associados se reunirem e apresentarem seu portfólio.

As principais atrações de cada empresa durante a Plástico Brasil e a Feiplastic são:

PIRAMIDAL: Irá comemorar 30 anos de mercado e apresentará sua linha completa de Resinas Commodities e de Resinas de Engenharia.

REPLAS: além do seu portfólio, fará o comunicado oficial de inauguração de sua nova planta em Manaus, AM, para produção de Xirinque.

MAIS POLÍMEROS: apesentará todo o portfólio de seus principais fornecedores e parceiros como BRASKEM e UNIGEL.  A empresa também promete divulgar nova parceria comercial com trader internacional para importações diretas em PET, ABS, Poliamidas e outros materiais.

PREMIX: irá mostrar todo o seu portfólio, para atendimento ao cliente, contará com uma equipe completa para atender os transformadores e suas necessidades.

ACTIVAS: promete atendimento personalizado ao cliente, para isso, levará toda sua equipe técnica para seu estande e, assim, entender melhor as necessidades do cliente e oferecer a melhor solução. Também mostra portfólio bastante diversificado.

ETENO: com o objetivo de ser um ponto de apoio para os clientes e fornecedores, a distribuidora contará com toda sua equipe de vendas e técnica.

FORTYMILL: irá expor toda a linha de PE, PP e EVA da Braskem, além de novos produtos e serviços desenvolvidos pela empresa de Compostos e Reciclagem do Grupo, a Plastimil.

REMO PLÁSTICOS: apresentará sua linha de produtos REMO e LGCHEM para ABS / SAN / PMMA / PC / BLENDAS E COMPOSTOS voltados principalmente para a linha Automotiva, Eletroeletrônica, Linha Branca e Construção Civil.

Sobre a Adirplast: A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Fonte: Adirplast

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

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A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Bunzl adquire empresas no Brasil, EUA e Turquia

23/03/2016

Bunzl

A Bunzl plc, um Grupo de distribuição internacional e terceirização, anunciou em 29 de fevereiro que concluiu mais duas aquisições no Brasil e EUA e entrou em um acordo para adquirir uma empresa na Turquia.

A Dental Sorria Ltda foi adquirida em dezembro de 2015. Com sede em Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais, o negócio expandiu as operações da Bunzl no Brasil no setor de materiais dentários. A receita em 2015 foi de R $ 29,2 milhões.

No início de fevereiro de 2016, a Bunzl comprou a Earthwise Bag Company, Inc. Localizada em Burbank, Califórnia, a empresa fornece sacolas reutilizáveis para supermercados e outros varejistas nos EUA. Com uma receita de US $ 18 milhões em 2015, esse negócio expandiu a oferta de produtos ecológicos da Bunzl para os setores de supermercado e varejo.

Por fim, a Bunzl concordou em adquirir a Bursa Pazari Insaat Sanayi ve Ticaret AS. Com sede em Istambul, a empresa dedica-se principalmente à venda de uma variedade de embalagens e outros suprimentos de serviços para alimentos, assim como luvas descartáveis para atacadistas, varejistas e hospitais em toda a Turquia, exportando também  produtos para vários países. A receita em 2015 foi TRY131.0 milhões. Sujeita à aprovação da operação pela Autoridade da Concorrência Turca, a conclusão da aquisição está prevista para ocorrer até o final de abril. A Companhia inicialmente concordou em adquirir 80% das ações com uma opção de compra dos restantes 20% no futuro.

Comentando sobre as aquisições, Michael Roney, diretor executivo da Bunzl, disse:

“A Dental Sorria reforçou ainda mais a nossa oferta de produtos no setor da saúde no Brasil, enquanto que Earthwise Bag ampliou a nossa gama de produtos e complementa nossos negócios servindo aos setores de supermercado e varejo nos EUA. A proposta de aquisição da Bursa Pazari também é um fato importante para a Bunzl, uma vez que irá estender nossas operações na Turquia, um mercado em que entramos pela primeira vez em Maio de 2015, nos setores de serviços alimetícios e de saúde. Temos o prazer de acolher cada uma das empresas e seus empregados no grupo “.

Fonte: Bunzl

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Evonik anuncia novos distribuidores para mercado de borracha

05/10/2015

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Parcerias visam aprimorar o serviço oferecido às indústrias de pneus, artefatos técnicos e solados

Com o objetivo de aperfeiçoar a distribuição de seus produtos para o mercado brasileiro de borracha, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, anuncia parceria com dois novos distribuidores para as linhas de sílicas e silanos.

A partir de 5 de outubro de 2015, a empresa Convip ficará responsável pela distribuição dos produtos Evonik na região Sul do Brasil, enquanto a quantiQ, referência em distribuição de produtos químicos no Brasil, será a nova distribuidora nas demais regiões do país.

“O mercado de borracha é estratégico para a Evonik, que oferece insumos para atender modernas formulações e processos produtivos. Com estas parcerias agregaremos ainda mais qualidade aos serviços oferecidos aos nossos clientes”, destaca Camila Pecerini, Gerente de Negócios – Sílicas, da Evonik Resource Efficiency.

Entre os produtos que serão distribuídos pelos novos parceiros estão as sílicas precipitadas ULTRASIL®, COUPSIL® e COFILL® e a linha de organosilanos Dynasylan®, Si 69®, Si 266®, Si 75®, Si 363® e X-50S.

O uso de sílicas em combinação com silanos permite a produção de compostos de borracha com melhores propriedades mecânicas (por exemplo, compostos com menor resistência ao rolamento, no caso de pneus, resulta em menor consumo de combustível). Segundo a Evonik, a empresa é o único fornecedor que disponibiliza ambos os componentes, tornando-se um parceiro estratégico para clientes em compostos de alta performance.

Convip e quantiQ distribuirão também as linhas de aditivos (antioxidantes e antiozonantes) especiais da AddivantTM, representada pela Evonik.

A quantiQ atua na distribuição de produtos químicos do Brasil.  Com atuação diversificada, está presente em mais de 50 segmentos de mercado e possui um portfólio de mais de 1000 produtos, entre commodities, performance e especialidades químicas. A empresa também conta com uma estrutura de serviços estruturada para armazenamento de granéis e embalados, envase e desenvolvimento de produtos formulados. A quantiQ tem presença em todo o Brasil por meio de uma estrutura comercial e logística com centros de distribuição e escritórios de vendas nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

A Convip atua desde 1993 como importador e distribuidor de matérias-primas para as indústrias de transformação de borracha, plásticos e tintas, atuando principalmente em especialidades químicas. Sua matriz está localizada em Diadema/SP facilitando o recebimento e distribuição de seus produtos devido à proximidade com importantes rodovias, como a Rodovia Anchieta e Rodovia Imigrantes, bem como do Rodoanel Mario Covas. Buscando maior eficiência na distribuição de seus produtos para os estados do Sul do país possui estoque na filial em Itajaí/SC  e, através da empresa que compõe a holding, dispõe de estoque em Roca Sales/RS.

Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas.  A empresa atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Evonik

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Cromex participa do projeto Apex-Brasil Fórmula Indy

28/05/2014

A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches e atuando também na distribuição de termoplásticos, participou do “Programa de Relacionamento ApexBrasil – Projeto Fórmula Indy – Indianapolis 500”, em Indiana (EUA) nos dias 24 e 25 de maio. A iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), teve por objetivo promover o relacionamento entre empresas brasileiras e compradores internacionais, no sentido de fomentar as exportações.

Durante o final de semana, representantes de empresas brasileiras e seus clientes estrangeiros selecionados se encontraram em, um espaço exclusivo montado pela Apex-Brasil na prova da Fórmula Indy em Indianapolis (EUA). Três clientes internacionais da Cromex, além da Account Manager Latin and North America Cromex, Janaina Lana, participaram das ações de networking no PROGRAMA FÓRMULA INDY 2014.

A Cromex já é tradicional participante desse evento. Segundo Marcos Pinhel, diretor Comercial da empresa, trata-se de uma oportunidade única. “O evento nos permite apresentar nossos produtos e serviços com mais tempo de contato e mais possibilidades para conhecer melhor o comprador estrangeiro”, afirma o executivo.

Marcos Pinhel analisa que a Fórmula Indy é um enorme mobilizador de diferentes segmentos da opinião pública que, além do contato com as grandes corporações que participam do evento, proporciona visibilidade às empresas brasileiras integrantes do Projeto, com uma alta exposição de marcas, produtos e serviços, fortalecendo a imagem do Brasil no mercado norte-americano.

Segundo o executivo, a Cromex é uma empresa dona de uma cultura exportadora, que comercializa seus produtos para mais de 60 países. “Trata-se de um trabalho constante de inteligência e abertura de mercados e de manutenção dessas relações, o que esse tipo de iniciativa colabora de forma importante”, diz Pinhel.

Atualmente, 20% dos negócios da empresa são voltados aos mercados externos e a tendência é ampliar esse número.

Fonte: Cromex

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Cromex participa da Feira Interpack 2014

14/05/2014

A participação ocorre por meio do Think Plastic Brazil, programa de incentivo à exportação do plástico transformado brasileiro

 A Cromex, líder no mercado brasileiro de masterbatches e atuando também na distribuição de termoplásticos, está participando de uma das maiores e mais importantes feiras do setor de embalagens do mundo, a Interpack,   entre os dias 8 e 14 de maio de 2014, em Dusseldorf (Alemanha).

A participação da Cromex ocorre por meio do Think Plastic Brazil, programa de incentivo à exportação do plástico transformado brasileiro, uma parceria entre a cadeia produtiva do plástico e o governo, por meio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil. Segundo os especialistas do Think Plastic Brazil, a feira é um verdadeiro termômetro para o setor, não só para o mercado europeu, mas também para as empresas da América Latina.

A Cromex  leva ao evento toda a sua gama de produtos e soluções para os transformados plásticos. As aplicações incluem plásticos de engenharia, um segmento para o qual a empresa fornece produtos de alto desempenho; e as especialidades, tendo como alvo as indústrias de construção, eletrônicos e automotivos. A empresa também trabalha com soluções como a moldagem rotacional.

Segundo Marcos Pinhel, diretor Comercial da Cromex, a participação em eventos internacionais é de extrema importância para as estratégias comerciais da empresa. “A Cromex tem um perfil exportador, atuamos em mais de 60 países e sempre buscamos crescer, tanto no reconhecimento de nossos produtos e serviços, quanto nas vendas efetivas”, afirma o executivo.

Fonte: Cromex

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Cromex aborda a nanotecnologia na 7ª edição da PlastShow

04/04/2014

Plastshow_menorA Cromex, empresa líder no mercado brasileiro de masterbatches com atuação também no mercado de distribuição de resinas termoplásticas, está levando os conceitos e desenvolvimentos da nanotecnologia aplicada aos masterbatches e aos plásticos para a PlastShow 2014. O evento  está sendo realizado entre os dias 1 e 4 de abril, em São Paulo.

O gerente de Assistência Técnica, Claudio Marcondes, é especialista em nanotecnologia, ciência que estuda a manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, para agregar a essa matéria propriedades específicas. A exemplo prático, um plástico que leva nanotecnologia em sua composição ganha propriedades como a ação bactericida e a capacidade de detectar se o produto embalado estragou, entre outras.

Marcondes vai levar à PlastShow um estudo das propriedades mecânicas do compósito com carbonato de cálcio nano e microparticulado em polipropileno e mostrar os benefícios dessa tecnologia de ponta para a indústria brasileira da transformação. “Cada vez mais a cadeia de transformação de plásticos tem acesso a novos produtos e novas tecnologias que estão ao alcance das empresas e que podem agregar o diferencial que elas precisam para ganhar destaque no mercado”, afirma Marcondes. O painel da Cromex será realizado no dia 4 de abril.

Os visitantes da PlastShow 2014 terão contato com mais de 120 empresas dos segmentos de máquinas, resinas, aditivos e compostos, moldes e matrizes, sistemas de câmara quente e software, entre outras soluções para transformação de plástico utilizadas nas indústrias de automóveis, autopeças, eletroeletrônicos, telecomunicações, construção civil, utilidades domésticas, embalagens e outros setores. A expectativa da organização do evento, que é realizado a cada dois anos, é que, em 2014, a feira alcance a marca de 10 mil visitantes, 15% a mais que o registrado na edição anterior.

Sobre a Cromex – Na produção dos masterbatches, a Cromex conta com unidades em São Paulo (SP) e em Simões Filho (BA). Na distribuição, conta com CDs em São José dos Pinhais (PR), São Paulo (SP) e Itajaí (SC) e opera em todo o Brasil. Possui em São Paulo, um moderno e bem equipado laboratório para masterbatches. A Cromex é certificada pela ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001 e seus produtos obedecem as rigorosas normativas internacionais como REACH, FDA, entre outras. Entre as soluções que desenvolve estão as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sustentável para os biopolímeros de fontes renováveis (PE Verde) e para biodegradáveis. São produtos que atendem, desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas e são desenvolvidos para 18 segmentos da economia.  A empresa atua fortemente no exterior e comercializa seus produtos para mais de 60 países, em trabalho constante de abertura de mercado e participação em eventos internacionais.

Fonte: Cromex

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Cromex é nomeada distribuidora do Ingeo para o Brasil

14/06/2013

Considerando o forte potencial de crescimento no Brasil, a NatureWorks se alinha com a Cromex para estabelecer um robusto canal de vendas no mercado brasileiro que se expande rapidamente.

A NatureWorks,  fornecedor global de biopolímeros  feitos a partir de plantas, nomeou a Cromex S.A.  seu distribuidor no Brasil. A Cromex levará os produtos Ingeo para sua ampla base de clientes do segmento de transformação de plásticos por termoformagem, extrusão de filmes e injeção.

“A CROMEX S.A., líder no mercado brasileiro de masterbatches , aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas, tem uma equipe de vendas e técnicos da indústria de plástico experientes, assim como uma ampla base de clientes para a expansão do mercado da NatureWorks e Ingeo”, disse Salvador Ortega, gerente de desenvolvimento de mercado da América Latina para a NatureWorks. “Avaliamos vários distribuidores e consideramos a CROMEX como a mais forte, bem-posicionada e melhor alinhada com nossa organização.”

“É com prazer que expandimos nosso portfólio de produtos com a adição de Ingeo, o líder mundial de plásticos feitos com materiais renováveis, e não de petróleo” reforça Celso Ferraz, diretor de distribuição da Cromex S.A. “Nossa colaboração com a NatureWorks dá agora a transformadores e proprietários de marcas no Brasil a oportunidade de desenvolver uma completa gama de produtos inovadores com redução na emissão de carbono.”

A CROMEX S.A. distribuirá um abrangente conjunto de resinas Ingeo para os mercados de plástico. A equipe técnica da companhia fornecerá suporte técnico aos transformadores e irá habilitá-los a fazer uma transição ordenada dos plásticos não renováveis derivados de petróleo para os produtos Ingeo.

A fabricação de Ingeo emite 60% menos gás de efeito estufa e exige 48% menos energia se comparado a plásticos como PET, afirma a NatureWorks.  O Ingeo oferece aos transformadores  e proprietários de marcas um preço estável, quando comparado aos preços voláteis dos plásticos de petróleo. Produtos do segmento de alimentação, tais como talheres, canecas e utensílios, são normalmente biodegradáveis em instalações de compostagem industrial – permitindo que os restos orgânicos de alimentos sejam desviado dos aterros sanitários em localidades onde existe infraestrutura de compostagem. Embalagens rígidas e à base de filme da Ingeo oferecem vantagens de desempenho. Por exemplo, embalagens “clamshell” feitas com Ingeo exigem de 20 a 30% menos material que uma embalagem comparável feita de PET.

A NatureWorks LLC  oferece uma família de lactídeos e biopolímeros Ingeo™ comercialmente disponíveis e de baixa emissão de carbono, derivada de recursos 100% renováveis com desempenho e economia que competem com intermediários à base de petróleo, plásticos e fibrass. A NatureWorks é copropriedade do maior produtor químico da Tailândia, PPT Global Chemical, e a Cargill, um produtor e comerciante internacional de serviços e produtos de comida, agricultura, finanças e indústria.

A Cromex é uma empresa brasileira, líder no mercado brasileiro de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas para os termoformadores, extrusores de filme e moldes de injeção.

Fonte: Nature Works

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Adirplast alerta para o crescimento da participação das importações no segmento de produtos plásticos acabados.

08/11/2011

Produtos acabados provenientes principalmente de países asiáticos tem entrado no Brasil em um ritmo cada vez maior e já afetam o setor de plásticos transformados, alerta ADIRPLAST

A valorização do real frente ao dólar, as altas taxas de juros e tributação e a falta de infraestrutura e investimentos no Brasil têm forçado o crescimento das importações em todos os setores da indústria nacional.

Segundo dados da Receita Federal, o País importou US$ 19.16 milhões em julho de 2011, o que representou um acréscimo de 17,08% frente ao mesmo mês de 2010. O valor acumulado de janeiro a julho de 2011 foi de US$ 124.452 milhões, 27,49% superior ao do mesmo período do ano anterior.

Tal crescimento tem contribuído sobremaneira para a aceleração do processo de desindustrialização vivenciado no Brasil. “As importações começaram de forma lenta, mas a partir de 2005 vêm crescendo em velocidade constante”, afirma Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Francini explica ainda que o aumento da participação das importações no consumo aparente (vendas internas mais importações) da indústria de transformação entre 2008 e 2010, custou R$ 45,3 bilhões em produção. O valor representa 4 % da produção destinada ao mercado doméstico: “Em 2010, caso essa produção fosse internalizada, o valor produzido por esse setor aumentaria 3,37%, passando a R$ 1.388 bilhões, além disso, 398,1 mil novas vagas de empregos seriam geradas”.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do total consumido no País no ano passado, cerca de 10% foram supridos pelas importações. O Brasil importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, aumento de 31% em relação a 2009, enquanto as exportações somaram apenas 310 mil toneladas. O déficit da balança comercial do setor de transformação de material plástico foi de US$ 1,3 bilhão.

E a expectativa para esse setor não parece animadora. Paulo Teixeira, superintendente da Abiplast, diz que a participação das importações no segmento de plástico deverá saltar para 12% neste ano, chegando ao patamar de 700 mil toneladas. “O volume dobrou em cinco anos”, diz. “Temos cadeias produtivas em que o plástico é fundamental. Se começarmos a importar partes, uma hora a cadeia não será mais nacional e o País ficará na mão de grandes fornecedores. Seremos apenas uma parte de uma cadeia global.”

Teixeira afirma ainda que o setor de plásticos que mais tem sofrido é o B2C (venda direta para o consumidor). “Isso porque a venda é muito mais por preço que por qualidade”, diz. “Estamos assistindo uma invasão de utensílios-domésticos fabricados na China como baldes, pregadores e recipientes plásticos, que apesar do custo baixo têm um volume de vendas grande no País.”

Neste caso, segundo o superintendente da Abiplast, uma forma de proteger o mercado nacional é aumentar a fiscalização alfandegária: “O Brasil tem normas técnicas para a produção desses produtos que geralmente não são atendidas pelos importados”.

Entre os transformadores, o segmento de embalagens nacionais também está na mira dos produtos asiáticos. Para, Paulo Antonio da Silva, proprietário da Deltabag, aberta em 1999, não é apenas a importação de embalagens que tem afetado sua demanda, mas também a entrada de produtos industrializados já embalados: “Neste caso o país perde duas vezes. Deixa de produzir o produto e até a embalagem na qual ele é ofertado”, conta o empresário, que produz embalagens para diversos segmentos, como o alimentício e o de confecções.

Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas –, afirma que, quando os transformadores perdem, toda a cadeia de fornecimento de matéria-prima perde também, assim como a sociedade, que deixa de ganhar novos postos de trabalho. “Não é à toa que já se prevê uma queda de faturamento da indústria nacional do plástico se R$ 35 bilhões”, ressalta.

Apesar da crescente onda de importações, o mercado nacional, sustentado pelo aumento do consumo interno, ainda deve produzir 6% a mais em 2011 do que no ano passado. No entanto, alerta Gonçalves, se nenhuma medida de proteção à indústria transformadora for tomada, como a anunciada no último dia 15/09/2011 que aumentou o IPI (Imposto sobre os Produtos Industrializados) de carros importados, nos próximos anos esse crescimento experimentado hoje pode não voltar a se repetir.

Fonte: ADIPLAST

ADIRPLAST: Desinformação sobre as utilizações do plástico faz com que o consumidor ignore seu amplo uso.

16/10/2011

Muito além das sacolinhas de supermercado, o uso do plástico vai de produtos hospitalares, escovas de dente, carros, TV de LCD e os tão na moda tablets, entre outros destinos. “A desinformação da população em relação ao seu uso, no entanto, fez com que o plástico fosse eleito o inimigo do ambiente – o que está errado”, diz Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST (Associação Nacional dos Distribuidores de Resinas Plásticas).

Paulo Teixeira, superintendente executivo da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), argumenta também que o plástico não é o vilão da natureza e o seu combate indiscriminado pode trazer consequências nada benéficas para a sociedade. “Ele é reciclável, assim como o papel. O problema mora em seu descarte e reaproveitamento. Ao tiranizar o plástico, corre-se o risco de reprimir o desenvolvimento tecnológico, gerando um buraco que po deria afetar toda uma cadeia de produção.”

Em sua maioria, as críticas sobre o impacto ambiental são em relação ao desperdício, descarte incorreto e falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo, que o país busca corrigir através da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

E assim o vive-se um paradoxo: “De um lado, o vertiginoso crescimento do produto em aplicações importantes e de alto valor agregado. Do outro, a desinformação que faz com que sejam crescentes as críticas preconceituosas e equivocadas sobre o produto”, analisa Miguel Bahiense, diretor executivo da Plastivida ¬- entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor.

De acordo com Teixeira, da Abiplast, o risco de se promover campanhas nas quais o plástico é colocado como inimigo do ambiente é desinformar a população e criar pânico. Tome como exemplo a polêmica em torno da utilização da sacolinha de supermercado. “Ela se tornou a vilã, pois seu uso é mais visível”. Para se ter uma ideia, a mídia tem publicado em média 120 matérias por mês sobre a questão das sacolas plásticas, taxando-as, equivocadamente, como as vilãs do lixo do mundo, guardando apenas a imagem de um produto que polui o ambiente.

“Nem todos sabem que os plásticos são 100% recicláveis. Muitos acham que as sacolas de papel são mais sustentáveis que as de plástico em seu processo produtivo, quando não são, tornando-se exemplos que geram ondas de desinformação e levam a população à escolha errada e ao prejuízo involuntário, porém, real, ao ambiente”, aponta Bahiense.

Para contornar essa divulgação errônea na imprensa e na sociedade, ONGs como a Plastivida promovem educação escolar para conscientizar as crianças sobre o correto uso e descarte do material, além de trabalhar questões técnicas na mídia para evitar erros crassos, reformular a imagem do produto e então mostrar à população a amplitude da utilidade do plástico, aliada ao modo correto de utilizaçã o e descarte ¬- o que promoverá realmente ações sustentáveis.

Todos esses projetos e iniciativas são apoiados pela ADIRPLAST, que considera leviana a decisão do governo do estado de São Paulo, como de outros dirigentes, apenas de abolir o produto, sem que fatores negativos e positivos fossem verdadeiramente levados em consideração.

Para Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), a educação e preservação ambiental são caminho mais sensato para resolver o problema: “Por isso é necessário reforçarmos a ideia de um melhor reaproveitamento das embalagens, como as sacolas, que são extremamente úteis no dia a dia das pessoas”, explica.

 Sobre a ADIRPLAST

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Atualmente, a ADIRPLAST agrega 16 empresas distribuidoras de resinas plásticas que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todas elas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto.

Fonte: Baião de 3 – Comunicação e Design / ADIRPLAST

Venda de Plásticos de Engenharia cresce no País.

30/08/2011

Pesquisa promovida pela ADIRPLAST revela que a comercialização no Brasil dos plásticos de engenharia deve chegar a 35 mil toneladas neste ano

O consumo de plásticos de engenharia no Brasil cresceu em 2010. Segundo levantamento promovido pela ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – e realizado Maxiquim Consultoria, o faturamento dos distribuidores ligados à entidade com o segmento de especialidades cresceu 1,5% no ano passado. Foi de 7,4% para 8,9% da participação no montante faturado pelas empresas.

Em relação ao volume de vendas, a pesquisa apontou que os plásticos de engenharia, também conhecidos por especialidades, tiveram, em 2010, 6,3% de participação na cadeia de distribuição de resinas.

E a boa fase dos plásticos de engenharia no mercado nacional deve se repetir neste ano. Levantamento que considera o primeiro trimestre deste ano, feito entre as empresas associadas à entidade, mostra que as especialidades foram responsáveis por mais de 10% do faturamento dos distribuidores, contra apenas 8,3% no mesmo período do ano passado. E a expectativa da ADIRPLAST é que esse mercado ainda cresça 28% neste ano, chegando a 35 mil toneladas comercializadas.

Entre os plásticos de engenharia, os que mais se destacam hoje no mercado brasileiro são ABS e San, Eva, Poliacetal e Poliamida, entre outros.

Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, o avanço nas vendas dos plásticos de especialidades no mercado nacional reflete a boa fase pela qual passa o país e principalmente os segmentos industriais que mais fazem uso dessas matérias-primas: “A maior qualificação da indústria nacional e aumento de consumo da população são alguns dos motivos pelos quais vemos o mercado de plásticos de engenharia crescendo a cada ano. Segmentos ligados aos mercados automobilístico, médico-hospitalar, alimentício ou de higiene pessoal, além dos mercados de produtos mais sustentáveis, de eletro-eletrônico e de construção, são alguns dos consumidores desse tipo de material”.

Novidades, tecnologia e variedade
Diversas resinas compõem o segmento de plásticos de engenharia. Elas apresentam propriedades diferenciadas em relação às resinas commodities, como o polietileno (PE), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS) e o PVC.

Pelas suas propriedades mecânicas, térmicas e óticas, os plásticos de engenharia são usados em aplicações de alta tecnologia. No setor automotivo, por exemplo, elas vêm sendo utilizadas cada vez mais, inclusive como substitutas de metais como o aço e o alumínio. Essa substituição tem ajudado a diminuir o peso dos veículos e, consequentemente, a reduzir o consumo de combustíveis e a emissão de gases nocivos à saúde.

Entre os principais plásticos de engenharia oferecidos hoje pelos distribuidores ligados à ADIRPLAST destacam-se as diferentes variedades de ABS (Acrilonitrila Butadieno-Estireno), SAN (Copolímero Estireno-Acrilonitrila), compostos de PP e PE, MABS (resinas mistas), ASA (Acrilonitrila Es tireno-Acrilato), PA (Poliamida), PBT (Polibutileno Tereftalato), POM (Poliacetal), PMMA (Polimetacrilato de Metila) e PPA (Poliftalamida), entre inúmeros outros tipos.

Atualmente as principais novidades deste segmento ficam por conta das resinas modificadas e blendas, algumas formuladas com materiais de alto apelo tecnológico e até sustentável. O material tem sido mais usado pelas empresas que trabalham mais fortemente o apelo de sustentabilidade de seus produtos e marcas.

Destaque também para algumas resinas mais específicas, usadas principalmente pela indústria médico-hospitalar, assim como para a copoliéster, que confecciona produtos de alta resistência, tanto ao impacto como a altas temperaturas, suportando acima dos 100°C. O material ainda oferece resistência química aos produtos e uma transparência similar a do vidro, entre outras propriedades marcantes. Sem contar que o componente é livre de substâncias restritas e, por isso, aprovado pelos mais respeitados ór gãos de regulamentação de materiais de destinação a contato humano. Hoje os principais mercados consumidores deste produto têm sido os fabricantes de embalagens de cosméticos e utilidades domésticas.

Já para os mercados de construção e design, a tecnologia fica por conta da resina ABS/PMMA. O material oferece alta resistência a impactos, a tração e a altas temperaturas. Fácil de moldar e altamente resistente à exposição ao tempo e a produtos químicos, esse plásticos tem sido usado na fabricação de sanitários de ônibus, cubas de banheiro e até banheiras de hidromassagem.

Fonte: Adirplast / Baião de 3

 

Mercado de distribuição de resinas plásticas deve faturar 15% a mais em 2011

15/05/2011

Evento promovido pela ADIRPLAST apontou dados importantes de um setor que deve movimentar cerca de R$ 2,8 bilhões neste ano

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – promoveu no final de abril, em São Paulo, o evento Distribuição de Resinas Plásticas no Brasil – Novas diretrizes, mercado nacional e tendências. O encontro contou com a participação de cerca de 70 profissionais deste setor que, em 2011, deve aumentar seu faturamento em 15%, chegando a um montante de R$ 2,8 bilhões. “Entendemos que ao promover a divulgação de estudos como esse, permitimos que nossos associados entendam melhor todo o cenário e contexto no qual estão inseridos e isso contribui para o crescimento do setor”, afirmou Laércio Gonçalves, presidente da associação.

Os dados apresentados pela ADIRPLAST, baseados em levantamentos feitos pela entidade em conjunto com a MaxiQuim apontaram que o volume de vendas de resinas no País devem subir 4,2% neste ano.

Outros dados apontados pela entidade no evento mostram que, apesar da crise econômica mundial e da instabilidade dos preços dos derivados do petróleo, o preço médio das resinas plásticas manteve-se bastante estável nos últimos anos. Além disso, o aumento do consumo aparente das resinas plásticas no país pulou das 5.194 kt comercializadas em 2009 para 5.411 kt, neste último ano. Com isso, o mercado acumula nos últimos cinco anos um crescimento de vendas da ordem de 20%.

Embora venha perdendo mercado ano a ano, os PE e PP (Polietileno e Polipropileno) ainda estão entre as resinas plásticas mais consumidas no País, com 84% do volume total comercializado na rede de distribuidores filiados à ADIRPLAST. Embora outros materiais, como as Especialidades, tenham ganhado cada vez mais espaço. “Entre as aplicações, o setor de embalagens predomina, ficando com 52% das resinas vendidas pelos distribuidores”, ressaltou Solange Stumpf, diretora da MaxiQuim.

Na ocasião, Gonçalvez destacou ainda os benefícios oferecidos pelos distribuidores filiados à ADIRPLAST, como os centros de distribuição presentes em todos os pólos industriais do País, o que agiliza a entrega dos pedidos. Isso sem falar nos serviços de pós-venda e suporte técnico ofertados: “O mercado transformador é pulverizado, conta com mais de 11.465 empresas no país, 94,2% delas pequenas e médias, e isso faz com que o distribuidor seja um canal vital para garantir que esses clientes tenham fácil acesso às resinas plásticas”, explicou.

Sobre a ADIRPLAST:

A ADIRPLAST foi fundada há quatro anos e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação do relacionamento com as petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Para o biênio 2011-2012, Laércio Gonçalves lidera a entidade ao lado de Wilson Cataldi, vice, dos diretores Daniela Guerini, Osvaldo Cruz e Marcelo Prando, e dos suplentes Ricardo Mason e Peter Wilms.

Atualmente a associação agrega 14 empresas distribuidoras de resinas plásticas e que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no País. Todas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto. Neste ano, segundo Gonçalves, mais empresas devem se juntar ao time: “Já temos seis distribuidoras em fase final de aprovação e nosso intuito é de fortalecer ainda mais nossa entidade”, finaliza.

Fonte: Baião de 3 – comunicação e design

ADIRPLAST reforça a importância do distribuidor na cadeia de consumo de plásticos

30/03/2011

Entidade deve destacar na Brasilplast 2011 todas as vantagens que só um distribuidor pode oferecer ao mercado, como a agilidade e rapidez na entrega e os serviços de pós-vendas

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – marcará presença na Brasilplast 2011, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Por lá, a entidade, que conta com um estande de 25 m² tem como foco o tema Distribuição Sustentada. “Pretendemos reforçar no evento as vantagens que a distribuição pode oferecer para as mais de 10.000 empresas que transformam resinas plásticas no país”, explica Laércio Gonçalves, presidente da entidade.

E os benefícios oferecidos por esses distribuidores são inúmeros. A começar pela capacidade de pulverização, já que o mercado transformador, que conta com 11.465 empresas, 94,2% delas pequenas e médias e 65% com até 20 funcionários, está espalhado por todo o imenso território nacional. “Graças aos nossos centros de distribuição, conseguimos atender esse cliente mais rapidamente e a um custo menor”, diz Gonçalves.

Atualmente os distribuidores conseguem entregar pedidos no mesmo dia ou até em 24 horas. Outra vantagem oferecida pelos associados da ADIRPLAST aos transformadores é a conveniência: “Um distribuidor de resinas plásticas trabalha com vários tipos de produtos, oferecendo assim mais opções de compra aos seus clientes, que podem incluir diferentes tipos de resinas ao mesmo pedido”, diz o presidente da associação.

Os serviços de pós-vendas e suporte técnico oferecidos pelos distribuidores aos seus clientes também são diferenciais de destaque. Isso sem falar na capacidade que essas empresas têm de financiar o crescimento dos transformadores. Através da facilitação da compra das resinas, elas acabam por permitir que toda a cadeia geradora de produtos e a indústria plástica como um todo experimentem um desenvolvimento sustentado.

A entidade A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidaç ão com petroquímicas, além da internacionalização. Além disso, a entidade trabalha para promover os benefícios do plástico. Para o biênio 2011-2012, a associação, que conta com uma nova diretoria, tem ainda como focos a criação de um projeto de auto-regulamentação para o setor. Atualmente, a ADIRPLAST agrega 13 empresas distribuidoras de resinas plásticas, que só em 2010 tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 2,4 bilhões e responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todos os associados da entidade são credenciados pelos fabricantes e carregam suas bandeiras, o que ajuda a garantir a qualidade do serviço.

Fonte:  Brasilplast / Baião de 3 comunicação e design

Distribuidora de energia elétrica da Índia adota o polietileno reticulado da Dow para seus cabos de distribuição

01/03/2011

A Dow Wire & Cable alcançou mais um marco no setor de concessionárias de energia elétrica. A unidade de negócios da Dow para fios e cabos foi reconhecida pela maior estatal de distribuição de energia da Índia, a Maharashtra State Electricity Distribution Company Limited (MSEDCL), pela especificação avançada para o uso de isolação TR-XLPE para seus cabos de distribuição de 11, 22 e 33 kV.

O TR- XLPE é um polietileno reticulado com retardante à arborescência que reduz a degradação elétrica causada pela umidade.  Utilizado pela indústria global de energia a solução é capaz de isolar o equivalente a mais de três milhões de quilômetros de cabos subterrâneos de média tensão (MT).

“Esta é a primeira vez que uma concessionária pública certifica o TR-XLPE. A especificação coexiste com a atual especificação-padrão para cabos XLPE da Índia, e é uma opção para ela”, ressalta Ram Ramachandran, diretor global de Marketing de Usuário Final da Dow.

Adicionalmente, a especificação da concessionária traça claramente as exigências de desempenho nos níveis do Dow ENDURANCE™ – família de semicondutores e isolamento para média tensão (MT), alta tensão (AT) e  alta tensão para construções (MAT). De acordo com Ramachandran, a preferência clara da MSEDCL será crucial para que outras estatais e distribuidoras de energia elétrica do setor privado analisem os materiais de alto desempenho da Dow.

Programa DOW INSIDE

Para que um sistema de cabos seja confiável é necessário que eles tenham um bom desempenho em protocolos regionais para oferecer mais valor para as distribuidoras de energia elétrica do mundo todo. Pensando nisso, a Dow Wire & Cable criou, em 2009, o programa DOW INSIDE que seleciona fabricantes de cabos aptos a produzirem cabos de alta qualidade com materiais Dow.

Fonte: Dow