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Vendas caem entre os distribuidores associados à Adirplast

30/05/2020

Os efeitos econômicos da pandemia estão sendo sentidos pelos associados da Adirplast. As vendas de abril deste ano caíram 43% em relação a março. A entidade ressalta, entretanto, que a a comparação do quadrimestre encerrado em abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior mostra uma redução bem menos drástica (2,5%).

A pandemia está afetando todos os setores da indústria brasileira. Os associados da Adirplast, distribuidores oficiais de resinas, plásticos de engenharia e filmes bi-orientados, também sentiram o impacto, principalmente no mês de abril. As vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) no mês passado foram de 20.069 toneladas, o que representa uma redução de 43,6% sobre março. “Esses números já nos dão uma perspectiva para os próximos meses, que serão difíceis para todo o setor”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas de plásticos de engenharia em abril deste ano foi de 1.072 toneladas, apresentando uma redução de 58,4% em relação a março. Já os filmes bi-orientados somam 2.556 t, redução de 28,9%. Mas, apesar dos números baixos, o volume total dos associados Adirplast no 1º quadrimestre de 2020 foi de 155.158 toneladas, uma redução de 2,5% em relação ao 1º quadrimestre de 2019. “Isso nos mostra que se o Brasil conseguir sair da pandemia até o início do segundo semestre do ano o mercado ainda tem tempo de se recuperar”, ressaltou Gonçalves.

O presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, declarou que uma redução da produção nos próximos meses é evidente, assim como uma desaceleração no volume produzido em 2020: “Grande parte da cadeia terá que manter suas atividades, assim como os demais setores e, apesar de todos os impactos na economia e nas atividades produtivas, seguimos confiantes em enfrentar este cenário da melhor forma possível”.

Com foco na indústria médico-hospitalar, os associados da Adirplast têm trabalhando arduamente nos últimos dois meses para atender à demanda de produtos como, por exemplo, máscaras, seringas, cateteres, frascos de álcool gel, respiradores e outros tantos itens. Além dos produtos médicos, também existem pedidos para embalagens para alimentos, bebidas, produtos de limpeza, copos, pratos e talheres descartáveis etc. “O plástico está neste momento salvando vidas e auxiliando no combate à Covid-19. Tivemos aumento nas vendas em segmentos específicos, mas em outros a demanda caiu bastante”, explica Wilson Cataldi, diretor da Piramidal, associado Adirplast.

No segmento de bio-orientados, a cautela é a mesma. Segundo Marco Antonio Sabba, da Premium Reliance, distribuidora de BOPET, a empresa sentiu que seu produto está sendo mais solicitado por determinados segmentos, mas em outros as vendas também se reduziram a quase zero. “Mas sabemos da nossa importância na cadeia e de como nosso produto é fundamental para ajudar no combate do coronavírus”, disse.

Para o mercado de plásticos de engenharia, a requisição por informações técnicas cresceu. “Tivemos um aumento significativo em requisições, sendo necessária a importação aérea para recompor estoque e manter o suprimento tanto para clientes antigos como novos. Houve também uma busca crescente por maiores informações técnicas sobre os produtos de nosso portfólio. Nós trabalhamos com uma gama extensa de polímeros avançados que atendem aos mais rigorosos requisitos da área médica. Com isso, além do fornecimento regular de materiais como as polissulfonas, já conhecidas no mercado, também há uma movimentação no sentido de introduzir aos clientes os novos materiais que vem sendo desenvolvidos por nossos fornecedores”, explicou o executivo da Master Polymers, Joel Pereira de Araújo.

Diante deste cenário, as empresas têm se adiantado na preservação de seus negócios. Jane Campos, South America Country Manager da Radici, explicou que nesse primeiro momento a Radici optou por cortar quase todos os investimentos para preservar o caixa, reduzir gastos e renegociar contratos: “Estamos estudando com cautela a situação no médio prazo. Fechamos abril com 60% das vendas; maio deve ficar em 45% e estamos prevendo uma pequena retomada para junho – cerca de 70%. Apesar da situação, acredito que vamos passar pela pandemia bem. Mesmo assim, sabemos que o mercado não voltará a 100% tão breve e estamos trabalhando com cenário de recessão para 2021”, explicou.

A executiva contou ainda que nesse momento as ações da Radici se voltaram para combater a Covid-19. “Adaptamos nossa fábrica e produzimos milhares de máscaras para doação. No Brasil doamos 6.500 Kg de poliamida para o Projeto Gama na fabricação de máscaras de proteção para médicos e trabalhadores da saúde pública. Também doamos um pequeno volume, 500 kg, para válvulas dos respiradores produzidos pela Politécnica da USP”, explica.

Para o presidente da Adirplast este é um momento único na história econômica mundial. “Precisamos estar unidos com todo segmento plástico e prontos para enfrentar a crise que será forte, mas passageira”, finalizou Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Adirplast promove discussão sobre “compliance”

01/05/2018

Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance da Braskem, ressaltou em evento promovido pela entidade a importância de investir em boas práticas de mercado

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no dia 4 de abril, encontro com Everson Bassinello (foto), chefe do departamento de Compliance na Braskem. “Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as politicas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”, explicou Bassinello.

De acordo com Bassinello, a Braskem vem se adequando a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.

O executivo explica os desafios para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.

No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez implantandos os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.

Para quem entende que esse caminho é também fator de competividade e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.

Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.

A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, já até conversei com a minha equipe e vamos colocar algumas ações em prática”.

Adirplast é parceira da Feiplastic 2019

A Adirplast anuncia apoio a mais uma edição da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante espaço para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos e geração de networking do setor do plástico. O evento já tem data e local para acontecer: de 08 a 12 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Temos o prazer de ser ser parceiros desta feira que se firmou e que conseguiu um grande crescimento de público com maior poder de decisão de compra”, disse Láercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Distribuidores ligados à Adirplast fecham 2017 com crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior

09/01/2018

Entidade aproveitou evento de final de ano para adiantar alguns pontos do Programa Pró-Distribuição, que deve lançar em 2018

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) apresentou no mês de dezembro os números de fechamento do ano das 21 empresas que compõem sua lista de associados. “Apesar da crise brasileira, fechamos com um crescimento de 3,1%, demonstrando que o mercado está começando a reagir”, disse Laercio Gonçalves, diretor da Activas e presidente da entidade. Em 2016, a empresas ligadas à associação venderam 389.745 toneladas de plástico. Neste ano, o número é estimado em 402.000 toneladas (ainda faltam dados consolidados de dezembro). O crescimento se refere a todos os produtos comercializados pelos associados e não somente pelas commodities. Os produtos são: Polietilenos, Poliprolilenos, ABS, SAN, Poliacetal, Acrílico, Policarbonato, Poliuretano, EVA e Poliamidas 6 e 6.6.

Além da melhor expectativa para 2018, o clima de otimismo dos associados está ligado ao lançamento do Programa Pró-Distribuição, que será apresentado oficialmente pela Adirplast no início do próximo ano. “Está é uma Campanha Nacional focada na ética da compra de resinas plásticas, filmes BOPP-PET e de plásticos de engenharia pelo mercado de varejo e será uma campanha audaciosa”, disse Laércio, que promete explicar todos os detalhes da ação no lançamento próximo.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, essa é uma das ações mais importantes já realizadas pela entidade. “O Programa não está focalizado em melhorar o resultado das empresas filiadas, mas em mostrar a importância das boas práticas de vendas não apenas para os negócios, como para a construção de um Brasil melhor”, disse.

O evento de confraternização contou com duas palestras. A primeira foi sobre a Reforma Fiscal – uma das principais bandeiras da entidade. Para debater esse assunto foi convidado o ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda e diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal), Bernand Appy. O CCIF é um grupo independente que tem como objetivo contribuir para a simplificação do sistema tributário brasileiro e para o aprimoramento do modelo de gestão fiscal do país. “A sociedade deve refletir, organizar e propor a reforma tributária. O Brasil precisa ter uma harmonização nesta questão. Atualmente temos uma legislação complexa que cria mais insegurança para todo o empresariado”, explicou Appy.

A nova proposta de reforma tributária tem como principal diferença a eliminação de cinco tributos ao longo de dez anos. No seu lugar, seria criado um único imposto. “A arrecadação seria repartida tendo como critério o local onde foi consumido o produto ou serviço, prática comum na maioria dos países”, salientou.

A segunda palestra foi sobre o futuro dos negócios e teve como convidado, Alex Espinosa, co-fundador líder da “Diip”

Durante o evento, a Adirplast prestou homenagens a organizações, patrocinadores e associados que ajudaram a fortalecer o mercado e a associação em 2017. Foram eles: Paulo Teixeira, da Abiplast; Marco Antônio Cione, da Braskem; Osvaldo Cruz, da Entec; João Rodrigues, da Thathi Polimeros, e Samuel Wajsbrot, da Cromex (in memoriam).

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

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A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Cromex e Resinet anunciam fusão

15/10/2012

A Cromex, fabricante de masterbatches, e a Resinet, distribuidora de resinas plásticas, anunciaram sua fusão no último dia 11,  informando que a nova operação conjunta tem como objetivo somar competências e fortalecer ações junto a parceiros, clientes, colaboradores e fornecedores.

Com mais de 30 anos, a Cromex é a líder brasileira no mercado de masterbatches (cores e aditivos usados nos plásticos). Os produtos da Cromex atendem 18 segmentos diferentes de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens e tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza), segmento esportivo (assentos para estádios, entre outros produtos), construção civil, setor automotivo e de agrobusiness.

Há 12 anos no mercado, a Resinet está entre as maiores distribuidoras brasileiras de resinas termoplásticas. A empresa atua em todo o território nacional e também comercializa produtos das maiores indústrias químicas e petroquímicas do mundo.

Segundo as empresas, a operação conjunta deverá ser iniciada em janeiro de 2013,  agregando valor aos produtos e soluções para os mercados nacional  e  internacional.

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Distribuidores de resinas registram queda nas vendas no primeiro semestre

20/08/2012

 Desempenho do primeiro semestre de 2012 no mercado de resinas revela que distribuidores têm menor participação de mercado desde 2009

Levantamento realizado pela Maxiquim a pedido da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas e Bobinas Plásticas de BOPP e BOPET) mostra que,  no mercado de PP e PEs, a demanda doméstica dos primeiros seis meses de 2012 foi de 1.836 toneladas, consumo 2,8% maior, quando comparado ao do primeiro semestre de 2011. Mas, apesar desta alta na demanda, a participação da distribuição nos últimos anos neste mercado diminuiu, ficando neste primeiro semestre em 10,5% do montante distribuído.

Em volume, esse primeiro semestre para os distribuidores mostra queda total de 9,1%, quando comparado ao primeiro semestre de 2011. Comparados com anos anteriores, o primeiro semestre deste ano foi o menor, desde 2009. A queda é puxada pelos segmentos de PEs e PP. Já os mercados de PS, PVC e Especialidades apresentaram altas.

Essa queda foi sentida no faturamento, que exibiu, neste semestre,   um decréscimo superior a  5%  em relação ao mesmo período do ano passado.  A previsão é de se fechar o ano com volume 8,1% menor que o do ano anterior. Já no faturamento essa queda deve ser de aproximadamente 5%.

Plásticos de Engenharia

Se para o mercado de PP e PEs na distribuição passa por um momento delicado, o de plásticos de engenharia mostro-seu mais positivo. Das mais de 27 mil toneladas comercializadas pelos distribuidores neste primeiro semestre, o grupo ABS e San foi o responsável por mais de 50%. Esse dado comprova a boa fase pela qual passam esses plásticos. No ano passado, o mercado de San foi de 14.103 toneladas, 20% delas distribuídas por associados da ADIRPLAST.

 Em outro estudo, encomendado pela entidade para a empresa de consultoria Strategia Gestão Empresarial, o aumento do consumo aliado à inovação através da substituição de materiais tradicionais e ao aumento da produção brasileira, graças aos incentivos governamentais, impulsionarão ainda mais o crescimento do mercado. A Previsão é de que o crescimento no volume de vendas de especialidades seja de 6.6% ao ano até 2017.

Mercado de BOPP e BOPET

O estudo da Strategia analisou ainda o mercado de BOPP e BOPET. A boa notícia é que os filmes de BOPP têm apresentado um crescimento médio anual de 6% e a tendência é que continuem crescendo em torno de 5% nos próximos anos. “O crescimento médio mundial esperado é de 7% ao ano, com maiores destaques para China, Índia e Oriente Médio, com novas capacidades produtivas em operação desde 2009”, destacaram os consultores.

No mundo, a demanda total de BOPP está na casa das 5,8 milhões de toneladas por ano. O Brasil corresponde a aproximadamente 2,5% deste volume. Por aqui, o consumo per capita ainda é baixo quando comparado ao resto do mundo.

Fonte: Baião de 3 – Adirplast

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Adirplast alerta para o crescimento da participação das importações no segmento de produtos plásticos acabados.

08/11/2011

Produtos acabados provenientes principalmente de países asiáticos tem entrado no Brasil em um ritmo cada vez maior e já afetam o setor de plásticos transformados, alerta ADIRPLAST

A valorização do real frente ao dólar, as altas taxas de juros e tributação e a falta de infraestrutura e investimentos no Brasil têm forçado o crescimento das importações em todos os setores da indústria nacional.

Segundo dados da Receita Federal, o País importou US$ 19.16 milhões em julho de 2011, o que representou um acréscimo de 17,08% frente ao mesmo mês de 2010. O valor acumulado de janeiro a julho de 2011 foi de US$ 124.452 milhões, 27,49% superior ao do mesmo período do ano anterior.

Tal crescimento tem contribuído sobremaneira para a aceleração do processo de desindustrialização vivenciado no Brasil. “As importações começaram de forma lenta, mas a partir de 2005 vêm crescendo em velocidade constante”, afirma Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Francini explica ainda que o aumento da participação das importações no consumo aparente (vendas internas mais importações) da indústria de transformação entre 2008 e 2010, custou R$ 45,3 bilhões em produção. O valor representa 4 % da produção destinada ao mercado doméstico: “Em 2010, caso essa produção fosse internalizada, o valor produzido por esse setor aumentaria 3,37%, passando a R$ 1.388 bilhões, além disso, 398,1 mil novas vagas de empregos seriam geradas”.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do total consumido no País no ano passado, cerca de 10% foram supridos pelas importações. O Brasil importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, aumento de 31% em relação a 2009, enquanto as exportações somaram apenas 310 mil toneladas. O déficit da balança comercial do setor de transformação de material plástico foi de US$ 1,3 bilhão.

E a expectativa para esse setor não parece animadora. Paulo Teixeira, superintendente da Abiplast, diz que a participação das importações no segmento de plástico deverá saltar para 12% neste ano, chegando ao patamar de 700 mil toneladas. “O volume dobrou em cinco anos”, diz. “Temos cadeias produtivas em que o plástico é fundamental. Se começarmos a importar partes, uma hora a cadeia não será mais nacional e o País ficará na mão de grandes fornecedores. Seremos apenas uma parte de uma cadeia global.”

Teixeira afirma ainda que o setor de plásticos que mais tem sofrido é o B2C (venda direta para o consumidor). “Isso porque a venda é muito mais por preço que por qualidade”, diz. “Estamos assistindo uma invasão de utensílios-domésticos fabricados na China como baldes, pregadores e recipientes plásticos, que apesar do custo baixo têm um volume de vendas grande no País.”

Neste caso, segundo o superintendente da Abiplast, uma forma de proteger o mercado nacional é aumentar a fiscalização alfandegária: “O Brasil tem normas técnicas para a produção desses produtos que geralmente não são atendidas pelos importados”.

Entre os transformadores, o segmento de embalagens nacionais também está na mira dos produtos asiáticos. Para, Paulo Antonio da Silva, proprietário da Deltabag, aberta em 1999, não é apenas a importação de embalagens que tem afetado sua demanda, mas também a entrada de produtos industrializados já embalados: “Neste caso o país perde duas vezes. Deixa de produzir o produto e até a embalagem na qual ele é ofertado”, conta o empresário, que produz embalagens para diversos segmentos, como o alimentício e o de confecções.

Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas –, afirma que, quando os transformadores perdem, toda a cadeia de fornecimento de matéria-prima perde também, assim como a sociedade, que deixa de ganhar novos postos de trabalho. “Não é à toa que já se prevê uma queda de faturamento da indústria nacional do plástico se R$ 35 bilhões”, ressalta.

Apesar da crescente onda de importações, o mercado nacional, sustentado pelo aumento do consumo interno, ainda deve produzir 6% a mais em 2011 do que no ano passado. No entanto, alerta Gonçalves, se nenhuma medida de proteção à indústria transformadora for tomada, como a anunciada no último dia 15/09/2011 que aumentou o IPI (Imposto sobre os Produtos Industrializados) de carros importados, nos próximos anos esse crescimento experimentado hoje pode não voltar a se repetir.

Fonte: ADIPLAST