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Lanxess apresenta soluções em plásticos de engenharia, pré-polimeros, pigmentos e aditivos na Feiplastic 2019

17/04/2019

  • Foco em materiais para nova mobilidade
  • Pigmentos para coloração de plásticos
  • Novas aplicações de PU na indústria
  • Plastificantes e retardantes de chama halogenados e não halogenados

A Lanxess exibirá uma série de soluções em materiais para as indústrias de plásticos na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 22 a 26 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo. As unidades de negócios High Performance Materials (HPM), Pigmentos Inorgânicos (IPG), Uretanos (URE), Aditivos (ADD) e Rhein Chemie (RCH) apresentarão uma variedade de produtos e recursos de serviços para atender às necessidades atuais do mercado.

Materiais para novas formas de mobilidade

Um dos principais focos da Lanxess na Feiplastic são as soluções para atender a demandas crescentes na indústria automotiva em todo o mundo, tais como maior eficiência energética e combustíveis alternativos (veículos elétricos e híbridos) – área que apresenta inúmeras oportunidades para suas poliamidas de alta resistência ao calor, da linha Durethan®, produzidas pela divisão de Plásticos de Engenharia de Alto Desempenho (HPM).

O desenvolvimento de motores pequenos, potentes e eficientes também estão exigindo novas alternativas em materiais para o compartimento do motor. Para essas aplicações, a Lanxess apresenta os produtos da sua linha de Poliamidas XTS. Segundo a Lanxess, as suas resinas XTS1 (Poliamida 6) e XTS2 (Poliamida 6.6) resistem, respectivamente, a temperaturas contínuas de até 200 e 230 graus Celsius. No mercado europeu, essas Poliamidas já são utilizadas em coletores de admissão de veículos com motor turbo, por exemplo. Também com relação aos motores turbo, a empresa destaca as Poliamidas para aplicações em peças moldadas por sopro, como dutos de ar dos sistemas de reaproveitamento de gases de motores turbo.

Outros destaques são soluções para veículos híbridos e elétricos. Como exemplo dessas aplicações, a empresa apresentará um suporte da bateria feito em Poliamida reforçado com fibra de vidro. A Lanxess exibirá ainda o projeto de um carter de óleo do motor totalmente feito em plástico, desenvolvido pela Lanxess para a Porsche. Esse componente era antes produzido em alumínio. Segundo a empresa, com o uso do plástico seu peso foi reduzido de 5,6 para 3,5 kg, ao mesmo tempo em que foram integradas mais 12 funções à peça.

Ainda como destaque na feira estarão os compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua, da família de produtos Tepex®, que estão se tornando cada vez mais importantes para o projeto de veículos leves e que podem ser encontrados hoje em um número crescente de aplicações de produção em série. A Lanxess exibirá um assento automotivo dianteiro totalmente produzido em plástico, utilizando as chapas de compósito TEPEX® e sobre-injeção das nervuras em Durethan® reforçado com fibras de vidro.

Pré-polimeros: novos desenvolvimentos para o mercado

A divisão de Uretanos (URE) da Lanxess traz para o evento novas soluções de aplicações para diversos mercados. Entre as novidades, estão as telas de mineração em Vibrathane® 7085 (MDI -Poliester), que, segundo a empresa, oferecem alta resistência à abrasão e a rasgos acima da média.

Outra novidade, assim como o Vibrathane® 7085, são as soluções em materiais de alto desempenho que não necessitam de pós-cura e podem ser utilizados para revestimentos. Segundo a Lanxess, tais materiais trazem ganhos em produtividade e vantagens no consumo de energia. Na feira, o visitante poderá ver exemplos que estão sendo desenvolvidos pela Lanxess em tubos utilizados no segmento da mineração e petróleo e gás.

O estande também terá amostras da nova linha de adesivos para a reciclagem de espumas ou borrachas. Com esses adesivos à base de MDI, a sustentabilidade entra como protagonista: os pedaços de espuma gerados na produção de colchões podem ser agrupados e assim utilizados em conjunto na confecção de uma nova peça. Outro exemplo de aplicação pode ser usado na produção de pisos de playground e academias, que funcionam como eficientes isolantes acústicos.

Pigmentos de Alto Desempenho

A unidade de negócios de Pigmentos Inorgânicos (IPG) da Lanxess apresentará sua linha de pigmentos de óxidos de ferro e cromo, sob as marcas Bayferrox e Colortherm. Essa linha de produtos, desenvolvidos especificamente para a coloração de plásticos, abrange uma gama de tonalidades entre os amarelos, vermelhos, marrons, pretos e verdes, sendo usados em diversas aplicações, incluindo materiais de embalagem; tubos e elementos de conexão; compostos de madeira e plástico (WPC); interiores automotivos; grama sintética; superfícies esportivas e telhas de PVC, entre outras.

Quando se trata de coloração de plásticos, os pigmentos devem atender criteriosas exigências do setor. Segundo a Lanxess, as suas linhas de pigmentos Bayferrox e Colortherm para a indústria de plásticos garantem boa dispersabilidade, estabilidade à altas temperaturas, e alta resistência à luz e intempéries dentre outras características, sendo adequados para atingir rapidamente a concentração final da cor.

Plastificantes, Retardantes de chama e outros aditivos

A divisão de Aditivos (ADD) apresenta na feira sua ampla variedade de aditivos para plásticos, como os plastificantes livres de ftalatos e retardantes de chama halogenados e não halogenados. O portfólio de produtos oferece soluções para aplicações nas diferentes necessidades dos setores automotivo, de construção, moveleiro, têxtil, alimentício, eletrônico, entre outros. As linhas de produtos das marcas Mesamoll®, Adimoll®, Ultramoll®, Disflamoll®, Emerald Innovation®, Firemaster® e Reofos® estão entre os destaque no estande da Lanxess.

Por fim, a outra unidade de negócios que vai participar da Feiplastic é a Rhein Chemie (RCH), especializada em produtos químicos especiais e auxiliares de processamento para as indústrias de borracha, plásticos e corantes. Para a feira deste ano, a Rhein Chemie trará os corantes solúveis da linha de produtos Macrolex®. Segundo a empresa, os produtos usados para colorir garrafas plásticas para as indústrias de alimentos e cosméticos, devido ao seu alto brilho e transparência, bem como aos rigorosos requisitos de pureza colocados nessas aplicações. A linha Macrolex se destaca pelo atendimento às certificações ANVISA e FDA.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,400 funcionários em 33 países e está representada em 60 locais de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos.

SERVIÇO:

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de Abril
Local: Expo Center Norte
Endereço: R. José Bernardino Pinto, 333 – Vila Guilherme | São Paulo
Estande Lanxess: J44

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

Lanxess apresenta sua gama de soluções para diversos setores da indústria na Feiplastic 2017

30/03/2017

Em um stand com 210 m², empresa exibirá aplicações e lançamentos desenvolvidos pelas unidades de High Performance Material (HPM), Rhein Chemie Additives (ADD) e Inorganic Pigments (IPG)

A Lanxess Brasil participa mais um ano da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante evento de negócios e de inovações em plástico de alta tecnologia, na América Latina. Realizada neste ano de 03 a 07 de abril, das 11h às 20h, no Expo Center Norte, a feira integra os principais tomadores de decisão da cadeia do plástico às tecnologias do futuro.

E como um dos principais players desse mercado, a Lanxess traz ao evento suas soluções e aplicações voltadas para diversos setores da indústria.

Nessa edição, a unidade de High Performance Materials (HPM) apresenta diferentes aplicações produzidas com materiais da linha Durethan (Poliamidas) e Pocan (PBT´s e blendas de PBT). “A maior parte das soluções foi desenvolvida com tecnologia Lanxess, em parceria com nossos clientes, com a utilização de análises computacionais de CAE/CAD para verificar os requisitos das aplicações e, com isso, desenvolvê-las no menor peso possível, sem comprometer os requisitos”, explica Anderson Maróstica, gerente da área técnica da unidade.

Entre os produtos da área, serão expostas algumas aplicações trazidas da matriz da Alemanha, como o Bumber Beam da Honda, uma peça desenvolvida em parceria com a montadora. Trata-se de uma travessa do parachoque traseiro de veículos, que substitui as peças atuais produzidas em metal, mantendo as mesmas propriedades, porém com uma redução de 50% do peso. Outro destaque é o pedal de freio fabricado com 100% de plástico, desenvolvido para o modelo Porsche Panamera.

Entre as aplicações produzidas no Brasil, estão o primeiro pedal de embreagem e suporte de pedais desenvolvido em parceria com a Boge para caminhões, utilizando 100% de plástico, além de front ends de plásticos injetados, tecnologia bastante difundida na Europa e que passa a ser uma tendência para o mercado local, além de diferentes tipos de coletores de admissão.

Outra unidade de negócios que vai participar da Feiplastic é a Rhein Chemie Additives (ADD), que produz aditivos para plásticos e plastificantes livre de ftalatos. Tais aditivos são utilizados na fabricação de artigos plásticos para os setores automotivos, de construção, de brinquedos, têxtil, alimentício, entre outros. Os principais produtos da Lanxess para esta unidade são Mesamoll®, Unimoll® AGF e Adimoll® DO, Disflamoll® e Levagard®.

Já no segmento de Pigmentos Inorgânicos (IPG), a Lanxess apresenta as linhas Bayferrox® e Colortherm®, que são pigmentos à base de óxido de ferro e cromo. Segundo a Lanxess, os produtos são sustentáveis, estáveis a altas temperaturas, resistentes à luz e intempéries e apresentam boa dispersabilidade, mesmo em processos de tempos curtos de permanência e baixa força de cisalhamento. Os pigmentos inorgânicos podem oferecer várias possibilidades de cores.

Fonte: Lanxess

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Lanxess e Faurecia desenvolvem front-end feito inteiramente de poliamida para novo modelo da Skoda

07/01/2016

Lanxess-Frontend_SkodaA Lanxess, multinacional alemã do setor de especialidades químicas, por meio de sua unidade de negócios HPM (High Performance Materials), anunciou que o front-end de veículos de passageiros pode agora ser produzido exclusivamente de plástico, tal como ilustrado pelo novo Skoda Octavia, na imagem em destaque. O front-end foi fabricado a partir da sua  poliamida 6 Durethan BKV 60 H2.0 EF, altamente reforçada com 60% de fibra de vidro. A característica especial deste componente estrutural é que ele não contém absolutamente nenhum reforço de chapas metálicas. Isto é válido mesmo para a região frontal superior do front-end, que inclui a trava do capô, estendendo-se por todo o corpo do front-end.

Para Boris Koch, especialista em componentes estruturais da Lanxess, essa conquista só foi alcançada graças ao desenvolvimento de uma poliamida  extremamente rígida, resistente e de alta tecnologia, que permite que o front-end tenha um design complexo e paredes finas. O componente de peso leve foi projetado pela empresa Faurecia Kunststoffe Automobilsysteme GmbH, Ingolstadt, Alemanha, parceira da Lanxess no projeto.

Processo de produção simples e econômico

O objetivo da Faurecia foi simplificar o processo de produção para o front-end. “Queríamos criar uma peça totalmente de plástico, para que pudéssemos trabalhar  com apenas um molde de injeção e eliminar o complicado manuseio da chapa”. Ressalta Pascal Joly-Pottuz, chefe de desenvolvimento do componente front-end na Faurecia.

O maior desafio do projeto foi atender às exigências da região do suporte do radiador e na trava do capô, que estão sujeitos a forças muito altas. “A expressiva maior rigidez do nosso material altamente reforçado com 60% de fibras de vidro, em comparação às poliamidas padrão com apenas 30 ou 40% de reforço de fibras de vidro, assegura que o componente seja suficientemente forte para resistir às tensões elevadas.” Detalha Pascal Joly-Pottuz. Por exemplo, em condições de trabalho, o material tem um módulo de elasticidade à temperatura ambiente de 13,100 MPa (ISO 527-1, -2).

Uma característica particularmente desafiadora,  foi o projeto da parte frontal superior na transição para os suportes de proteção. Há pouco espaço disponível nesta região, que inclui as montagens para os faróis e pára-choques, tornando-se necessário alcançar um design muito fino, mas ao mesmo tempo extremamente forte. “Graças à alta rigidez e resistência do nosso material, os suportes para os faróis e pára-choques também atenderam a todos os requisitos”, destaca Koch.

Paredes finas, componentes de baixo peso

Embora a poliamida tenha uma densidade muito maior por conta do seu alto teor de fibra de vidro, o componente resultante  é muito leve. “Comparado a um front end virtual que nós projetamos a partir de uma poliamida 6 com 30 % de fibra de vidro, este front end da Skoda é cerca de 1,2 kg mais leve, ou seja, possui 25% menos peso na estrutura.” Destaca Koch.

Estes resultados, afirma a Lanxess, são devidos às melhores propriedades mecânicas, assim como ao ótimo comportamento de fluxo do material, que permitem obter-se paredes muito finas. De fato, a espessura da parede em regiões sujeitas a tensões mais baixas pode ser reduzida a apenas 1.8 milímetros.

Qualidade da superfície

Além das montagens para os faróis, o front end também integra montagens moldadas por injeção para o suporte do radiador, trava do capô, sistema anti-roubo e dutos de ar. Além do mais, o componente é fornecido diretamente com uma cobertura decorativa, o que significa que esta peça não precisa ser montada separadamente. “Apesar do alto teor de fibras de vidro, nós tivemos condição de dar à cobertura uma textura fina para fazer com que ela combinasse bem com a aparência visual global”. afirma Koch.

HiAnt – Amplo atendimento ao cliente

A Lanxess forneceu ao seu parceiro vários serviços HiAnt no desenvolvimento do suporte do front-end, incluindo, por exemplo, ajuda com o projeto estrutural, cálculos mecânicos e análises reológicas para minimizar o empenamento e contração, além da análise do preenchimento do molde. Os especialistas da Lanxess forneceram também aconselhamento para a seleção do sistema de entradas e pontos de injeção, otimização das espessuras de parede e assistência durante o lançamento da produção em grande escala.

Perspectiva – Mais componentes estruturais feitos exclusivamente de poliamida   

Tendo em vista a boa experiência com o suporte do front-end do Skoda Octavia, a Lanxess está certa de que outros componentes estruturais automotivos similares podem também ser projetados totalmente como peças de poliamida. “Nós atualmente imaginamos montagens para a bateria ou outros componentes eletrônicos em veículos elétricos e híbridos”, destaca Koch.

A Lanxess teve vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e possui aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. A empresa está atualmente representada em 52 plantas de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, especialidades químicas e intermediários químicos.

Fonte: Lanxess

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Lanxess apresentou poliamidas retardantes de chama durante exibição no Sul da Alemanha

03/07/2015
  • Componentes de PBT e poliamida retardantes de chama
  • Baixa deformação e excelente qualidade da superfície
  • Fluidez para a fabricação de componentes com espessura fina

Lanxess_WurzburgA empresa de especialidades químicas Lanxess teve um estande na exposição que acompanhou o Congresso “Plásticos em Aplicações Eletroeletrônicas” da SKZ (Centro de Plásticos do Sul da Alemanha), que aconteceu no início de junho na Fortaleza de Marienberg em Würzburg. “Nossa exposição se concentrou em componentes de PBT e poliamida reforçada com baixíssima deformação, uma poliamida 6 com custo melhor para substituir as poliamidas com reforço mineral e as variantes de PBT com fluidez extremamente boa para a produção econômica de componentes de espessura fina”, explicou Alexander Radeck, especialista em desenvolvimento de aplicações na unidade de negócios Materiais de Alto Desempenho da Lanxess.

Outro foco foi colocado nos compostos de poliéster para aplicações em tecnologia de iluminação LED. A Lanxess também participaou da programação de palestras. Andy Dentel, desenvolvedor de aplicações na Bond-Laminates GmbH, uma subsidiária da Lanxess, falou sobre os “Usos potenciais dos compósitos termoplásticos com fibra em aplicações eletroeletrônicas: visão geral e status da tecnologia” na quarta-feira, 10 de junho.

Deformação baixa; qualidade da superfície

Os componentes de PBT e poliamida reforçada retardantes de chamas que apresentam baixa tendência a se deformar são alvos de uma demanda específica para a fabricação de peças de suporte geometricamente complexas e grandes. Com o Pocan AF, a Lanxess é um dos poucos fornecedores de misturas de PBT e ASA (copolímero de acrilonitrila-estireno-acrilato) para esse perfil de necessidades. “Eles resultam em superfícies excelentes, quase não produzem nenhum depósito no molde de injeção e são retardantes de chama”, disse Radeck.  Esse poder alto de retardância de chamas reflete-se na classificação V0 no teste UL 94 da organização americana de testes Underwriter Laboratories (UL) e o registro correspondente na certificação UL Yellow Card.

Entre os tipos de poliamida 6 com nível de deformação particularmente baixo que a Lanxess exibiu estava o Durethan BG 30 X F30 e o Durethan BG 30 X FN01, que são reforçados com, entre outros materiais, microesferas de vidro. Este último é um plástico retardante de chamas e sem halogênio, classificado como UL f1 para uso em aplicações ao ar livre com exposição a raios UV e água.

Alternativas econômicas com melhor desempenho

O Durethan BKV 25 FN27, que é customizado para substituir a poliamida 6 retardante de chamas com reforço mineral, oferece melhor desempenho a um preço comparável, afirma a Lanxess. “Este material também apresenta retração isotrópica, mas é mais rígido e mais sólido, pode receber coloração livremente e é mais fácil de soldar usando ultrassom. Também tem densidade mais baixa”, disse Radeck. No teste de fio incandescente de acordo com a norma IEC 60695-2-12, o material retardante de chamas – sem halogênio e sem fósforo – obteve o melhor valor possível no Índice de Flamabilidade por Fio Incandescente (GWFI) para plásticos a 960°C para amostras com espessuras de menos de 1 mm. Uma aplicação possível é em equipamento de comutação de baixa voltagem.

Ciclos até 20% mais curtos

As variantes Pocan XF com fluidez extremamente baixa, segundo a Lanxess, são reforçadas com um percentual de 10 a 55% em fibra de vidro. “Apesar da melhor propriedade de fluidez, elas são mais resistentes à hidrólise do que os grades de PBT padrão comparáveis e apresentam propriedades mecânicas similares”, explicou Radeck. Outro ponto forte é a distribuição bastante uniforme das fibras de vidro em áreas do componente com espessura fina. Para demonstrar isso, apresentações com o Pocan C 3230 XF foram feitas na feira em Würzburg.

Tepex – retardante de chamas, condutor de eletricidade

A palestra de Andy Dentel incluiu uma introdução aos novos tipos retardantes de chama do compósito de alto desempenho Tepex da Bond-Laminates GmbH – uma subsidiária da Lanxess – baseado em uma matriz de policarbonato. Ele também enfatizou as oportunidades oferecidas pelo Tepex retardante de chamas na produção de peças de suporte para as áreas de transmissão e distribuição de energia, por exemplo. Outro tópico abordado foram os tipos de materiais condutores de eletricidade do Tepex, que podem ser usados em aplicações com requisitos especiais de compatibilidade eletromagnética (CEM).

Com vendas de €8 bilhões em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países, a Lanxess é representada por 52 unidades de produção em todo o mundo. A atividade principal da LANXESS é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de plásticos, borracha, intermediários e produtos químicos especiais.

Fonte: Lanxess

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LANXESS abre fábrica de compostos de Poliamidas e PBT em Porto Feliz

14/04/2014
  • Capacidade anual de 20 mil toneladas
  • Investimento de cerca de R$ 62 milhões
  • Criação de até 50 empregos

Lanxess_Porto_FelilzA LANXESS, multinacional alemã  do segmento de especialidades químicas, inaugurou sua nova fábrica de plásticos de alta tecnologia em Porto Feliz, interior de São Paulo. Com modernos padrões de produção, a planta terá inicialmente uma capacidade produtiva de 20 mil toneladas por ano. A LANXESS investiu cerca de € 20 milhões (R$ 62 milhões) e vai gerar até 50 postos de trabalho altamente qualificados.

O investimento apoia a tendência crescente pela “Mobilidade Verde” no Brasil e América Latina. Por exemplo, desde o início de 2013, o programa “Inovar-Auto” está exigindo que os carros no Brasil sejam mais eficientes energeticamente até 2017. Com a nova planta, a LANXESS pode atender melhor e mais rapidamente a demanda por plásticos de alta tecnologia, usados ​​no setor automotivo para fazer carros mais leves.

“Este grande investimento em uma linha de composição de ponta enfatiza o nosso forte compromisso com nossos clientes no Brasil e na América Latina, que agora podem contar com produção local, engenharia e serviços técnicos locais, bem como com a excelente qualidade do produto e atendimento ao cliente”, disse Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS.

Na nova fábrica de compostos, polímeros básicos são misturados e refinados com aditivos especiais e fibras de vidro, de acordo com os requisitos do cliente, para fazer as linhas de produtos  Durethan (compostos de poliamidas)  e Pocan (PBT – polibutilenotereftalato).

Segundo a Lanxess,  estes materiais são utilizados para a fabricação de peças mais leves, que podem substituir componentes metálicos em veículos,  ajudando assim a reduzir o consumo de combustível e as emissões. Além disso,  acrescenta a empresa,  esses materiais permitem que os fabricantes de automóveis e fornecedores tenham mais liberdade no design e promovam uma economia considerável na produção.

Devido às suas  propriedades, ambos os plásticos têm uma ampla variedade de aplicações, como puxadores de portas, para-choques, front-ends, conectores de cabos, tubos de refrigeração, entre outros.

Desde 2012, a LANXESS está ampliando a sua rede de produção global de plásticos de alta tecnologia. Na Antuérpia, na Bélgica, a empresa está construindo uma nova fábrica de plásticos de poliamida. A instalação em escala mundial é projetada para uma capacidade anual de 90 mil toneladas e está programada para entrar em operação no terceiro trimestre de 2014.

A unidade de negócios High Performance Materials (HPM) faz parte do segmento Performance Polymers, que gerou € 4,5 bilhões em vendas no ano fiscal de 2013. A unidade de negócios tem cerca de 1.700 funcionários no mundo todo. A HPM é altamente integrada para trás na cadeia de valor. Ela fabrica os precursores para os seus plásticos de alta tecnologia, como as fibras de vidro para os compostos de poliamidas e PBT, o monômero caprolactama para síntese de poliamidas 6  e suas matérias-primas, em todas as suas próprias instalações. A unidade de negócios é dirigida por Michael Zobel.

LANXESS no Brasil

Porto Feliz é uma planta de grande porte para a LANXESS, com 310 funcionários. A unidade de negócios Rhein Chemie da LANXESS produz aditivos de borracha neste local há dez anos. Desde 2013, ela também faz bladders de alta performance nesta planta. Em 2014, uma nova unidade para a fabricação de aditivos de borracha pré-dispersos ligados a um polímero será adicionada. A unidade de negócios Inorganic Pigments também conta com uma unidade de produção no local.

“Nosso objetivo é transformar o site de Porto Feliz em um hub importante de produtos químicos de especialidade, com as mais recentes tecnologias para nossos clientes no Brasil e na América Latina”, afirma Marcelo Lacerda, presidente da LANXESS no Brasil.

A LANXESS tornou-se uma das maiores empresas químicas no Brasil após a aquisição da Petroflex em 2008 e emprega cerca de 1.100 trabalhadores em sete unidades produtivas. O Brasil, que era responsável por menos de um por cento das vendas globais da LANXESS em 2005, hoje responde por aproximadamente 9% das vendas globais.

A LANXESS teve um volume de vendas de 8,3 bilhões de Euros em 2013.  Atualmente conta com cerca de 17.300 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 52 unidades de produção ao redor do mundo. O core business da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.   No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 14 unidades de negócio, possui aproximadamente 1.100 funcionários, 7 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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LANXESS inaugura primeira planta para produção de compostos de poliamidas e PBT nos EUA

04/10/2012
  • Unidade situa-se no centro do pólo automotivo do sul dos EUA
  • Tendência mundial de veículos mais leves
  • EUA são o maior mercado para plásticos de alta tecnologia

O grupo de especialidades químicas  LANXESS abriu a sua primeira unidade de produção de plásticos de alta tecnologia nos Estados Unidos. Com a nova unidade em Gastonia, no estado da Carolina do Norte, EUA, a empresa vai ajudar a atender à crescente demanda por plásticos leves premium.

A LANXESS investiu 20 milhões de dólares (15 milhões de euros) na sua nova fábrica em Gastonia e está criando 45 novos empregos. A nova fábrica vai operar inicialmente com uma capacidade de 20.000 toneladas métricas por ano.

Na nova fábrica de compostos, polímeros básicos tais como poliamidas e tereftalato de polibutileno são misturados e refinados com aditivos especiais e fibra de vidro, de acordo com as necessidades do cliente, para obtenção de produtos das marcas Durethan e Pocan. Devido às suas excelentes propriedades, ambos os plásticos possuem uma grande variedade de aplicações, incluindo componentes da carroceria de veículos, reservatórios de óleo, tubos de arrefecimento, caixas de baterias, barras de direção, pedais e suportes de pedal.

Estes materiais inovadores são úteis para a fabricação de peças de plástico muito mais leves que podem substituir componentes metálicos em veículos automotores, ajudando a reduzir o consumo de combustível e emissões. Além disso, esses materiais permitem que os fabricantes de automóveis e fornecedores tenham mais liberdade no design e economia considerável na produção.

“Com a nossa nova fábrica em Gastonia, estamos agora muito perto de nossos clientes norte-americanos do setor automotivo e podemos apoiá-los ainda mais que antes no desenvolvimento de veículos leves e econômicos”, disse o CEO da LANXESS, Axel C. Heitmann, na cerimônia de abertura da planta.

O novo site da LANXESS em Gastonia está nas proximidades do chamado “cinturão automotivo” do sul dos EUA. Numerosos fabricantes de carros e fornecedores automotivos se instalaram nos estados das Carolinas do Norte e do Sul. E cerca de um quarto de fornecedores automotivos norte-americanos – incluindo muitos clientes da LANXESS – operam plantas fabris na Carolina do Norte.

A demanda por plásticos de alta tecnologia está sendo impulsionada, sobretudo, pela tendência em direção a automóveis mais leves e pela crescente produção de automóveis. Espera-se que a demanda global por plásticos de alta tecnologia aumente em cerca de sete por cento ao ano até 2020. Além disso, o conteúdo de plástico de qualquer carro pode chegar a 20 por cento – um número que está mostrando uma tendência ascendente.

Os EUA são o maior mercado de plásticos de alta tecnologia, com a indústria automobilística em posição de destaque. É aqui que os padrões de eficiência de combustível CAFE estão impulsionando a demanda por esses materiais avançados. As regulamentações da CAFE (Corporate Average Fuel Economy) visam melhorar a média de economia de combustível de carros e caminhões leves vendidos nos Estados Unidos.

Fonte: Lanxess

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Interplast 2012: Lanxess leva para a feira sua linha de Poliamida 6 reforçada

19/08/2012

Em sua primeira participação na feira, multinacional da área química apresenta o alojamento de estepeproduzido com o plástico Durethan

A LANXESS, líder em especialidades químicas, participa pela primeira vez da feira Interplast 2012, evento que ocorrerá entre 20 e 24 de agosto, no Complexo Expoville, em Joinville/SC. A empresa apresentará a sua linha de plásticos de engenharia produzidos pela unidade HPM – High Performance Materials.

 A principal atração do stand será a apresentação de um Alojamento de Estepe (peça de carro) produzida com a poliamida 6 Durethan BKV 60 H2.0 EF (Easy Flow), altamente reforçada pela LANXESS com 60% de fibra de vidro.

Segundo Anderson Maróstica, especialista técnico da unidade HPM, um dos diferenciais da poliamida 6 é que o material permite uma moldagem por injeção precisa mesmo quando se trata de uma peça de geometria complexa, como é o caso do alojamento de estepe. Isso não ocorre, por exemplo, quando se utiliza na produção da peça uma chapa de metal, devido ao espaço disponível limitado e a complexidade do produto.

O Durethan também permite a integração direta de inúmeras funções. A produção da cavidade do estepe, por exemplo, é feita em um processo de moldagem por injeção de uma única fase. “Incorporar essas funções a um design de metal exigiria um grande número de etapas de produção e montagem separadas, com todos os custos associados”, completa Maróstica.

Entre as contribuições do uso da poliamida 6, o destaque fica para a alta rigidez do componente. Seu módulo de elasticidade de aproximadamente 19.000 MPa à temperatura ambiente (condicionado: 13.000 MPa) é o dobro do uma poliamida 6 padrão reforçada com 30% de fibras de vidro. Conforme exigido por algumas montadoras para componentes próximos do sistema de escapamento, a poliamida também mantém a sua rigidez a temperaturas elevadas. Esta rigidez e resistência são importantes porque o alojamento do estepe suporta vários acessórios e anexos com um peso total de cerca de 70 kg.

Outro benefício importante da poliamida 6 “EF – Easy Flow” é o fato de que seus resultados impressionantes de fluidez resultam em um desgaste de molde semelhante aos observados quando se utiliza uma poliamida 6 padrão com 30% de fibras de vidro.

Sobre a LANXESS

A LANXESS teve um volume de vendas de 8,8 bilhões de euros em 2011. Atualmente conta com cerca de 16.900 funcionários distribuídos em 31 países. A companhia possui 48 unidades de produção ao redor do mundo. O principal negócio da LANXESS é o desenvolvimento, produção e venda de especialidades químicas, plásticos, borracha e intermediários.

No Brasil, a LANXESS está representada por meio de suas 13 unidades de negócio, possui aproximadamente 1.100 funcionários, 5 unidades produtivas, laboratórios e escritórios, distribuídos pelas cidades de São Paulo e Porto Feliz (SP), São Leopoldo e Triunfo (RS), Duque de Caxias (RJ), Cabo de Santo Agostinho e Recife (PE).

Fonte: Lanxess

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LANXESS reforça compromisso com setor automotivo brasileiro

16/10/2011

A LANXESS está reforçando seu compromisso com o Brasil, com três grandes novos investimentos, totalizando cerca de 30 milhões de Euros – ou aproximadamente R$ 75 milhões -, e que criarão mais de 100 postos de trabalho. Os investimentos apoiarão a crescente tendência em direção à mobilidade verde nos países da América Latina. Os materiais de alta tecnologia da LANXESS oferecerão soluções inovadoras para o crescente mercado automotivo local.

 “Estamos fazendo grandes investimentos que garantirão nossa participação no sucesso atual e futuro da economia brasileira”, disse o Chairman do Conselho de Administração da LANXESS, Axel C. Heitmann, que está liderando o primeiro AUTOMOTIVE DAY BRASIL. Segundo ele, o Brasil desempenha um papel fundamental na estratégia do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para a empresa e “contribuirá com nossa meta de atingir 1,4 bilhão de Euros em EBITDA pré-excepcionais em 2015″, afirmou.

Indústria brasileira automotiva em expansão

Os três investimentos incluem a construção de duas novas unidades produtivas na planta da LANXESS em Porto Feliz, no interior do Estado de São Paulo. Uma delas é para a produção dos plásticos de engenharia de alta tecnologia Durethan e Pocan – usados principalmente pela indústria automotiva para fazer carros mais leves e mais eficientes em termos de combustível. A nova planta, que será operada pela unidade de negócios Semi-Crystalline Products, terá uma capacidade inicial de 20 mil toneladas por ano e entrará em operação em meados de 2013.

A outra nova unidade produtiva em Porto Feliz vai produzir os aditivos de borracha Rhenogran, bem como os bladders Rhenoshape. Os aditivos de borracha pré-dispersos Rhenogran podem melhorar significativamente a qualidade e a durabilidade de um produto de borracha, enquanto os bladders Rhenoshape são usados pela indústria pneumática para dar aos pneus a sua forma e propriedades finais. A planta será operada pela unidade de negócios de uma subsidiária da LANXESS, Rhein Chemie, baseada em Mannheim, na Alemanha. A fábrica, que entrará em operação no quarto trimestre de 2012, produzirá 2 mil toneladas por ano de aditivos para borrachas e 170 mil bladders por ano.

“Vamos transformar nosso site em Porto Feliz em um grande centro de especialidades químicas com as últimas tecnologias para os nossos clientes no Brasil e na América Latina”, disse Heitmann.

Primeira borracha EPDM no mundo feita de base biológica

O terceiro investimento envolve um movimento pioneiro para o uso de matéria-prima de base biológica na produção de borracha sintética. A LANXESS está reprojetando sua planta em Triunfo, no Rio Grande do Sul, a fim de produzir a borracha de EPDM com etileno de base biológica. A empresa brasileira Braskem fornecerá o etileno derivado da cana-de-açúcar através de um gasoduto, a partir de novembro de 2011. Esta é a primeira produção mundial de borracha de EPDM de base biológica, que será chamada de Keltan Eco. Um quarto da capacidade de 40 mil toneladas anuais da fábrica de Triunfo será destinado para a Keltan Eco.

“O uso de matérias-primas de base biológica para a produção de borracha sintética na planta de Triunfo está de acordo com o compromisso contínuo da LANXESS com a química verde”, disse Heitmann.

Capacidade extra de borrachas de alto desempenho para “Pneus Verdes”

A LANXESS é líder em borrachas sintéticas de alto desempenho para “Pneus Verdes” – o setor que mais cresce na indústria pneumática, com uma taxa de crescimento anual de cerca de 10%. A demanda está sendo impulsionada pela megatendência mobilidade, bem como pelos motoristas que estão requerendo cada vez mais altos padrões ambientais e de segurança. Além disso, a demanda será acelerada pela legislação de pneus na União Europeia, que visa reduzir as emissões de CO2 e de ruído por meio da promoção de “Pneus Verdes”, que não comprometam a segurança. Legislação correspondente também foi adota na Coréia do Sul.

A fim de atender a essa demanda, a LANXESS está expandindo as suas capacidades globais para borrachas de alto desempenho usadas em “Pneus Verdes”, o que inclui uma unidade produtiva no Brasil. A LANXESS está expandindo da capacidade de sua unidade de produção de borracha de polibutadieno de neodímio (Nd-PBR), em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. A expansão estará completa até o final de 2011, dobrando a capacidade para 40 mil toneladas por ano. Além disso, a LANXESS está atualizando a tecnologia na fábrica de Cabo para os mesmos níveis utilizados em suas fábricas de Nd-PBR na Alemanha e nos EUA.

A borracha de Nd-PBR é usada na banda de rodagem e nas paredes laterais dos “Pneus Verdes”. Ela ajuda a reduzir a resistência ao rolamento de um pneu, bem como o consumo de energia. A Nd-PBR também reduz a abrasão, desempenhando assim um papel significativo em tornar os pneus mais duráveis.

Atualização tecnológica para borrachas de alto desempenho em Triunfo

Ao mesmo tempo, a LANXESS já iniciou um estudo de viabilidade para implementar uma nova tecnologia a fim de mudar a produção de emulsão de estireno-butadieno (ESBR) utilizados em pneus padrão para solução de borracha de butadieno estireno (SSBR) utilizadas nos “Pneus Verdes”, em sua planta em Triunfo (RS). A capacidade atual para ESBR em Triunfo é 110 mil toneladas por ano e a troca iria requerer um investimento de dois dígitos em milhões de euros. A decisão final será tomada em meados de 2012.

A SSBR é usada principalmente na composição das bandas de rolagem dos “Pneus Verdes”, onde ela ajuda a reduzir a resistência ao rolamento e a melhorar a aderência em pisos molhados. “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo tanto SSBR como Nd-PBR.

História de crescimento bem-sucedido no Brasil

Estes últimos investimentos fazem parte da crescente presença da LANXESS no Brasil. A empresa alemã, que comprou a Petroflex em 2008, começou com mais de 400 funcionários no Brasil há sete anos. Hoje, emprega mais de mil colaboradores e é uma das maiores empresas químicas do país.

O Brasil também é um dos mercados mais bem sucedidos e de crescimento mais rápido para os produtos da LANXESS. O país respondeu por menos de um por cento das vendas globais da LANXESS em 2005. Atualmente é responsável por aproximadamente 10% das vendas globais. Além disso, as vendas no Brasil atingiram o recorde de 701 milhões de Euros em 2010. “E estamos no caminho certo para outro recorde em 2011”, ressaltou Heitmann.

Em reconhecimento ao seu compromisso com a mobilidade verde no Brasil, no dia 6 de outubro, a LANXESS será a anfitriã do primeiro AUTOMOTIVE DAY BRASIL em São Paulo – uma conferência durante todo o dia com muitos dos líderes das indústrias automotiva e de pneus do Brasil e da América Latina. Cerca de 400 pessoas participarão do evento.

Fonte:  LANXESS