Posts Tagged ‘Ineos Composites’

Tecniplas amplia em 50% vida útil de equipamento usado em fábrica de papel

19/11/2020

Novo plano de laminação de torre up flow garante 15 anos ininterruptos de operação

Uma das maiores vantagens dos compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) é a versatilidade. Não só de design, mas também por permitir a combinação de diferentes tipos e quantidades de matérias-primas. A Tecniplas, fabricante de tanques e equipamentos especiais de PRFV, tirou proveito da versatilidade dos materiais compósitos e desenvolveu um equipamento para uma fábrica de papel cuja vida útil foi ampliada em 50%, afirma a empresa.

Trata-se de uma torre up flow usada no processo de branqueamento da massa de celulose, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. “O cliente operou durante uma década um equipamento desse tipo. Porém, durante os últimos cinco anos de uso foram necessárias algumas reformas estruturais, em função da elevada agressividade do ambiente”. Além de trabalhar com fluidos altamente corrosivos, a torre opera a 70 ºC.

Com apoio da fabricante de resinas Ineos Composites, o departamento de engenharia da Tecniplas refez os cálculos estruturais baseando-se na norma ASME-RTP1 e levando em conta uma carga de vento de 144 km/h (com 2,22 m de diâmetro, a torre tem 42 m de altura e é composta por duas seções de 21 m cada montadas em campo.

“Após os cinco primeiros anos em operação, verificamos um fator de corrosão de cerca de 1 mm por ano”, calcula o diretor da Tecniplas. Então, a empresa considerou nove mantas de vidro de 450 g/m² para a barreira química no plano de laminação da nova torre. Além disso, todo o equipamento – liner, barreira química e estrutura – foi produzido com resina éster-vinílica.

Graças a essa nova combinação de matérias-primas, a nova torre up flow está apta a operar por 15 anos, sem a necessidade de interrupções para manutenção. “Conseguimos atender à demanda do cliente de uma forma relativamente simples e 100% baseada em normas técnicas”, conclui Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Resinas da Ineos Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

24/10/2020

  • Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis
  • Prédios com a certificação LEED tendem a reduzir as despesas com água, luz e manutenção

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos e deve seguir aumentando em termos de fatia de mercado, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a disponibilidade de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando conseguir certificações “verdes” para os seus empreendimentos. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios. Em um deles, segundo a Ineos Composites, os materiais da sua família de resinas Envirez podem contribuir: o de “Materiais e Recursos”. As resinas podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre muitas outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da Ineos Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo, afirma a Ineos.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra (440 a 2100 kcal/kg). “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra (3880 kcal/kg) a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Márcia ressalta que, entre os benefícios econômicos da certificação LEED, os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

A Ineos Composites é uma líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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Ineos Composites fornece resina especial para massa poliéster

28/04/2020

Massa poliéster é comumente aplicada em reparos nos carros novos ou em modelos premium

Segundo a empresa, o produto tem elevado poder de absorção de cargas e melhora o acabamento do reparo

Quase onipresentes nas funilarias de todo o Brasil, as massas poliéster destacam-se pela flexibilidade, adesão às superfícies, ausência de porosidades e fácil lixamento. Essas e outras características são em boa parte garantidas pelo tipo de polímero usado na fabricação do produto. A Ineos Composites, líder global em resinas poliéster, fornece a resina Aropol 65380 para esse mercado.

“É a resina ideal para o trabalho com cargas especiais, como microesferas de vidro, pois garante elevados níveis de absorção e compatibilidade. Isso resulta em ganhos importantes no acabamento da peça”, afirma Paulo Henrique Rodrigues, gerente de vendas e produtos da Ineos Composites, lembrando que as massas poliéster são comumente usadas em reparos nos carros novos ou em modelos premium.

Rodrigues salienta que a Aropol 65380 foi desenvolvida de forma a garantir um baixo índice de oxidação da massa com o decorrer do tempo. Assim, garante, o produto pode ser aplicado sem problemas em carrocerias pintadas de branco ou de cores claras. “Com o tempo, não ocorre o amarelamento da superfície, problema relativamente comum quando resinas de baixa qualidade são usadas na formulação da massa”.

Projetadas para oferecer flexibilidade, desempenho mecânico e propriedades superficiais, as resinas Aropol também podem ser usadas em uma ampla gama de processos de transformação de compósitos, tanto em moldes abertos quanto fechados, afirma a empresa.

A Ineos Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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Ineos Composites processa 25 milhões de garrafas PET pós-consumo mensalmente

18/03/2020

  • Empresa fabrica resinas termofixas na cidade paulista de Araçariguama
  • Centro de reciclagem: Ineos reaproveita 25 milhões de garrafas PET por mês

As garrafas PET pós-consumo podem ser transformadas em matérias-primas de produtos de longa vida útil (décadas) e alto valor agregado. A Ineos Composites, por exemplo, utiliza PET reciclado na fabricação de algumas de suas resinas termofixas, polímeros que, combinados com fibras de vidro, dão origem a tanques, tubos, piscinas e tetos de ônibus, entre muitas outras aplicações.

Por mês, calcula Alex Garcia, coordenador de processos da Ineos, a unidade da empresa situada em Araçariguama (SP) reaproveita o equivalente a mais de 25 milhões de garrafas PET de 500 ml. “O PET substitui parte do ácido tereftálico e do anidrido ftálico da resina termofixa. A quantidade usada vai depender do tipo e das características do produto que desejamos fabricar”.

Sob o ponto de vista de desempenho, não há qualquer restrição ao uso de resinas baseadas em PET reciclado. Ao contrário, a depender da formulação, produtos desse tipo chegam a ser mais flexíveis e resistentes do que os oriundos 100% de matérias-primas virgens, afirma a empresa.

“Isso só acontece graças a um rigoroso controle de qualidade e classificação da matéria-prima que adquirimos”, salienta Garcia. “Todos os lotes de resina reciclada são submetidos a testes para determinar o grau de pureza e o teor de resíduos, como areia, olefinas e metais. Também são feitos ensaios de cor e aparência. O controle do recebimento do PET é uma das fases mais importantes de todo o processo”, comenta.

Outra vantagem garantida pelas resinas derivadas de PET pós-consumo é o preço menor. Segundo a Ineos Composites, na comparação direta com uma resina termofixa do tipo tereftálica, por exemplo, a diferença é de 7% a 10% no preço.

“A falta de conhecimento ainda pode levar a algum tipo de preconceito sobre essas resinas. Mas isso é cada vez mais raro e, quando acontece, respondemos rapidamente mostrando os milhares de casos bem-sucedidos de aplicação das nossas resinas que contêm PET reciclado”, finaliza o coordenador de processos da Ineos.

Certificação RC 14001

Segundo a Ineos Composites, a sua unidade de Araçariguama é a primeira fábrica de resinas termofixas do Brasil a contar com a certificação RC 14001. Em linhas gerais, a RC 14001 é uma junção do programa Responsible Care, que abrange questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde e proteção de patrimônio, com a ISO 14001, cujo foco é a gestão ambiental das empresas.

A Ineos Composites é uma empresa líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Segundo a empresa, seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

A Ineos é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega.

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Ineos Composites é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019

03/12/2019

Fábrica de resinas termofixas da Ineos em Araçariguama

Empresa está entre as mais votadas nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”

A Ineos Composites (www.ineos.com/composites) é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. A empresa foi a vencedora de ambas as categorias nas últimas cinco edições da premiação.

Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos. Os ganhadores deste ano serão conhecidos na cerimônia de entrega dos troféus, evento agendado para o dia 12/12, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).

Com fábrica em Araçariguama (SP) e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a Ineos Composites fornece no Brasil as resinas poliéster Arazyn, Aropol e Arotran, além das acrílicas Modar e acrílicas modificadas Polaris.

A Ineos Composites também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane, utilizada na proteção contra a corrosão há quase 55 anos. As resinas Derakane são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

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Ineos completa aquisição do negócio de compósitos da Ashland

11/09/2019

A Ineos Entreprises anunciou no dia 03/09 a conclusão da compra de todo o negócio de compósitos da Ashland Global Holdings Inc. A aquisição também incluiu uma fábrica de butanodiol (BDO) na Alemanha.

Os negócios que fazem parte da transação combinam vendas de mais de US$ 1,1 bilhão por ano e empregam 1.250 pessoas em 19 unidades distribuídas pela Europa, Américas do Norte e Sul, Ásia e Oriente Médio.

“Estamos muito satisfeitos por termos concluído o acordo para adquirir o negócio de compósitos da Ashland. Temos um histórico de excelência em fabricação, administrando negócios com segurança e confiabilidade e trabalhando em estreita colaboração com os clientes para atender às suas aspirações de crescimento. A Ineos Composites, como será conhecida, apresenta novas oportunidades para a Ineos entrar no mercado de compósitos através do apoio de excelentes pessoas e ativos. Estou ansioso para dar as boas-vindas a esse novo negócio”, afirmou Ashley Reed, CEO da Ineos Enterprises.

A partir de agora, o negócio de compósitos da Ashland passa a se chamar Ineos Composites, operação construída com base nas fundações de uma líder global em resinas de poliéster insaturado e éster-vinílicas, além de gelcoats. A fábrica de BDO, por sua vez, produz intermediários essenciais para poliésteres e poliuretanos e será gerida pela Ineos Solvents.

“A Ashland completou uma etapa importante, cumprindo sua visão de se tornar a primeira empresa de especialidades químicas, com a conclusão da venda dos negócios de compósitos e intermediários. Ambos são excelentes negócios, com ótimas pessoas, tecnologia e ativos. Desejamos sucesso às equipes de compósitos e BDO agora que se tornaram parte da Ineos Enterprises”, afirmou Bill Wulfsohn, presidente e diretor executivo da Ashland.

A Ineos é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega.

A Ineos Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A Ineos Enterprises não faz parte do grupo de bancos Ineos Group Holdings.

A Ashland Global Holdings Inc. é uma importante empresa global de especialidades químicas que atende clientes em uma ampla gama de mercados (industriais e de consumo), incluindo adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, nutracêuticos, cuidados pessoais e farmacêutico. A Ashland emprega cerca de 6 mil funcionários, com clientes em mais de cem países.

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