Posts Tagged ‘Petróleo’

Aplicações de poliamidas 12 na indústria de extração de petróleo offshore ajudam a aumentar a produção

06/01/2019

Por mais de 50 anos a Evonik tem produzido a poliamida Vestamid®, um polímero que reúne propriedades como alta estabilidade, flexibilidade, resistência à temperatura e baixo peso. As aplicações do produto vão desde o seu uso na indústria automotiva, até o mercado de esportes e a extração de petróleo.

As características desejadas nos materiais são obtidas por modificação química do polímero-base ou por modificação física – por incorporação de fibras de vidro, Teflon ou grafite, por exemplo – ou uma combinação de ambos. Desta forma, é possível oferecer uma ampla gama de poliamidas com propriedades personalizadas.

O resultado disto é que o insumo pode ser utilizado em muitas aplicações exigentes e tecnicamente sofisticadas. Entre elas, como substituto para o aço em projetos automotivos e de redução de peso, tubulações de petróleo e gás, no setor médico e também na impressão 3D.

Uma das soluções oferecidas pela Evonik é a poliamida 12 (PA12) Vestamid® NRG, que atende ao mercado de óleo e gás. Segundo a empresa, o produto ajuda a indústria petrolífera a aumentar a produção offshore e a reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. É indicada para aplicação na camada de barreira e na capa externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas para umbilicais; em tubos de grande diâmetro, para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos para proteção anticorrosão.

Fonte: Evonik

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Aramco e SABIC assinam acordo de 20 bilhões de dólares para construção de complexo industrial para conversão de petróleo bruto em químicos e plásticos

27/11/2017

As duas maiores empresas da Arábia Saudita, Saudi Aramco e SABIC, assinaram um acordo para construir uma megacomplexo integrado de refino de petróleo e geração petroquímica, com investimentos previstos de 20 bilhões de dólares. A instalação converterá petróleo bruto em produtos químicos e plásticos. O acordo governa a execução do Projeto Básico (Front End Engineering Design -FEED), com duração prevista de dois anos, antes da tomada de decisão final sobre o investimento.

O complexo, que processará 400 mil barris de petróleo bruto por dia e produzirá 9 milhões de toneladas de produtos químicos e derivados quando iniciar suas operações em 2025, ajudará a diversificar a economia da Arábia Saudita, hoje preponderantemente dependente de exportações de petróleo bruto, afirmou o CEO da Aramco, Amin Nasser, durante a cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com o CEO da SABIC, Yousef al Benyan, na cidade de Dharan.

A construção do complexo deverá se iniciar no último trimestre de 2019 e deverá criar aproximadamente 30.000 empregos diretos e indiretos. Até 2030, espera-se que a planta tenha um impacto de 1,5 porcento sobre o PIB da Arábia Saudita. Como possível localização para o complexo, a Saudi Aramco está avaliando a cidade portuária de Yanbu, situada às margens do Mar Vermelho e que já é um centro industrial, afirmou Nasser.

O CEO da SABIC, Yousef al-Benyan, disse que esta é a primeira vez que as duas maiores empresas de Arábia Saudita cooperam num empreendimento industrial conjunto e afirmou que a participação das duas empresas no novo projeto será compartilhada por igual.

O objetivo do projeto compartilhado pela Aramco, conhecida formalmente como Saudi Arabian Oil Co., e pela Sabic (Saudi Basic Industries) é produzir químicos e derivados para atender ao crescente mercado de bens de consumo, particularmente na Ásia, além de produzir matérias primas plásticas, tais como Polietileno e Polipropileno, além de butadieno e aromáticos.

Fontes: Reuters / Bloomberg

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Grupo Solvay lança produtos na Rio Oil&Gas 2016

03/08/2016

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O Grupo Solvay, para reforçar sua participação como fornecedor do setor de petróleo e gás, fará o lançamento de novos produtos e tecnologias na Rio Oil&Gas 2016 (de 24 a 27 de outubro, no Centro de Convenções do Riocentro (Pavilhão 4 – X16A).

A oferta do Grupo Solvay inclui produtos para exploração e produção de petróleo e gás, além de tecnologia de retardância a chama em uniformes profissionais (EPI) e tratamento de água e efluentes. São polímeros especiais, solventes, surfactantes e aditivos, especialidades químicas para têxteis e peróxidos de hidrogênio.

A principal novidade será o lançamento mundial de um polímero especial da linha Solef ® PVDF, resistente a temperaturas de até 150º C, usado como camada de barreira em linhas flexíveis (risers) e mangueiras umbilicais, afirma a Solvay.

Fonte: Solvay

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Evonik destacou soluções para o mercado de óleo e gás durante a Offshore Technology Conference

17/11/2015

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Durante evento no Rio de Janeiro, a empresa expôs suas especialidades para o setor

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, marcou presença em um dos eventos mais importantes do mundo para o desenvolvimento dos recursos offshore nas áreas de perfuração, exploração, produção de petróleo e proteção ambiental: a Offshore Technology Conference (OTC) – realizada de 27 a 29 de outubro, no Rio de Janeiro.

Realizada a cada dois anos, a OTC Brasil apresentou um extenso programa de conferências, com 39 sessões técnicas, 12 painéis e quatro almoços-palestras. Mais de 220 trabalhos foram apresentados, incluindo temas como geociências, sistemas de perfuração, processamento submarino e integridade de ativos, entre outros. A exposição contou com a participação de 160 empresas e organizações, de 16 países.

“Foi uma excelente oportunidade para apresentarmos nossas soluções para o mercado de óleo e gás a um público altamente qualificado e especializado. Nestas ocasiões, a troca de informações e experiências são essenciais para a empresa e clientes”, destaca Vitor Lavini, Chefe de Produto – Polímeros de Alta Performance América do Sul da Evonik.

Soluções apresentadas

Os visitantes da OTC tiveram a oportunidade de conhecer no stand da Evonik a poliamida 12 (PA12) VESTAMID®, indicada para aplicação na camada de barreira e na camada externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas (MLT – Multi Layer Tubing) para umbilicais; em tubos de grande diâmetro para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos.

Um dos destaques da linha, VESTAMID NRG 1001, é uma Poliamida 12 plastificada largamente empregada na produção de risers e flow lines (dutos flexíveis) offshore. Este grade de VESTAMID NRG pode ser utilizado na camada de barreira, na camada externa e para a produção das fitas antiatrito (“anti wear tapes”) que ficam entre as camadas metálicas. Segundo a Evonik, por possuir elevada resistência à hidrólise e altas resistências mecânica e química, estende a vida útil das tubulações. Hoje, já existem mais de 1.000 quilômetros de dutos flexíveis produzidos e instalados em todo o mundo com o VESTAMID NRG 1001.

O sistema multicamadas de PA12 e fluorpolímeros para mangueiras em umbilicais foi outro destaque no stand da Evonik. Devido à baixa permeabilidade dos fluorpolímeros, esse sistema composto por duas camadas – uma de Poliamida 12 e outra de fluorpolímero – dá maior segurança aos umbilicais uma vez que reduz a contaminação cruzada de um fluido com outro, segundo a Evonik. Mais um dado importante a ressaltar é o fato da adesão entre camadas ser feita por meio de ligações químicas, eliminando-se, desta forma, qualquer chance de delaminação.

Adequado para aplicações que requerem exigências químicas, mecânicas e térmicas extremamente elevadas, como as do mercado offshore, o poliéter-éter-cetona (PEEK) VESTAKEEP®, também foi apresentado pela Evonik no evento. Mais leve do que o aço é indicado principalmente na produção de anéis de vedação, válvulas e peças de compressão, informa a fabricante.

A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Evonik investe em empresa fabricante de tubulações de compósitos termoplásticos para produção de petróleo e gás offshore

03/11/2015

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  • Investimento direto em empresa holandesa por intermédio do braço de venture capital da Evonik
  • Tubulações não corrosivas feitas de compósitos termoplásticos para o setor de petróleo & gás offshore
  • Ampliação da expertise da Evonik para a indústria de petróleo & gás

Por meio de seu braço de venture capital, a Evonik investiu na empresa Airborne Oil & Gas, sediada em Ijmuiden, Holanda. O grupo de especialidades químicas detém participação minoritária na empresa holandesa. O investimento foi realizado em conjunto com as empresas HPE Growth Capital (HPE) e a Shell Technology Ventures. As partes concordaram em não revelar o valor da transação. A Airborne Oil & Gas (AOG) domina uma tecnologia única para a produção de dutos fabricados com compósitos termoplásticos para uma variedade de aplicações no setor de petróleo e gás offshore.

A atual infraestrutura de petróleo & gás offshore consiste em dutos rígidos de aço ou nos chamados flexíveis, compostos por camadas múltiplas de aço e polímeros. Os dutos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço, o que os torna imunes à corrosão. Segundo a Evonik, eles apresentam estabilidade mecânica extremamente alta, mas também são flexíveis. Como vantagem adicional, são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, o que significa que os dutos da AOG podem ser instalados de modo relativamente simples e econômico em custos, assegura a fabricante de polímeros. As linhas de aço rígido são soldadas umas às outras em segmentos de 10-20 metros de comprimento, usando navios de lançamento altamente especializados e são financeiramente dispendiosos.

De acordo com a Evonik, os dutos de compósito termoplástico da AOG são adequados e vantajosos em ampla variedade de aplicações offshore. Diversos operadores qualificaram os dutos da AOG para linhas de transporte offshore de petróleo & gás, nas quais os benefícios de uma instalação de baixo custo e a ausência de corrosão oferecem melhorias sem precedentes. Uma extensão considerável dos 150.000 a 200.000 km das linhas de transporte instaladas ao redor do mundo tem mais de 20 anos de idade e precisa ser substituída, o que representa um atraente ponto de entrada para a AOG.

Para a Evonik, a indústria de petróleo & gás é um atraente mercado em crescimento e um importante campo para inovações. Além disso, a empresa é líder de mercado na poliamida 12, comercializada como  VESTAMID®, marca consolidada em dutos para a produção e o transporte de petróleo e gás. “A Airborne Oil & Gas é uma excelente combinação estratégica para a Evonik”, diz   Bernhard Mohr, diretor de Venture Capital na Evonik. “A tecnologia de tubos ímpar da empresa e o portfólio de polímeros de alto desempenho da Evonik nos permitem desenvolver novas soluções para a indústria”.

“Na Evonik nós encontramos um investidor estratégico com conhecimentos abrangentes sobre plásticos para aplicação no setor de petróleo & gás”, diz Eric van der Meer, CEO da AOG. “Nós esperamos que isso nos traga um ímpeto adicional para desenvolver ainda mais o nosso negócio ”.

Excelentes propriedades mecânicas graças a fitas unidirecionais

As tubulações da AOG consistem em três camadas: Um duto polimérico interno é recoberto por um composto de fitas unidirecionais que, por sua vez, são envoltas por outro termoplástico. Polímeros como o polietileno, o polipropileno, a poliamida 12 e o PEEK podem ser usados para isso. Fitas unidirecionais são finas tiras poliméricas dotadas de fibras de reforço contínuo em alinhamento paralelo. Quando várias dessas tiras são empilhadas verticalmente em ângulos definidos e depois fundidas, o resultado é um compósito extremamente estável.

A expertise especial da AOG reside no design do material compósito e do tubo acabado, para uma variedade de aplicações: Todas as camadas são fundidas umas nas outras de modo inseparável, o que explica as extraordinárias propriedades mecânicas das tubulações, explica a Evonik. Por esse motivo, a AOG é vista como líder em inovação em tubulações de compósitos termoplásticos para aplicação no setor de petróleo & gás.

Como parte de suas atividades de venture capital, a Evonik planeja investir um total de €100 milhões em start-ups promissoras, detentoras de tecnologias inovadoras, e nos principais fundos de venture capital especializados. O foco regional se concentra na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Atualmente, a Evonik detém participação em diversas start-ups e em três fundos.

A Evonik, com sede na Alemanha, éum dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Petrobras adia partida da refinaria do Comperj para 2016

12/06/2013

A Petrobras espera que a sua refinaria no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) inicie as operações em agosto de 2016, mais de um ano depois do previsto.

Falando durante um evento na última sexta-feira (07/06/13),  a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster disse que as questões de licenciamento ambiental e as mudanças no projeto da refinaria foram as razões para o atraso.

Esperava-se anteriormente que o Comperj iniciasse o processamento do petróleo bruto em abril de 2015.

A refinaria do Comperj terá capacidade instalada para processar 165 mil barris de petróleo bruto por dia quando entrar em operação, segundo a empresa. Uma segunda fase, anteriormente prevista para ser concluída até 2018, dobraria a capacidade do complexo.

Quando concluída, a refinaria iria aliviar a dependência da Petrobras das caras importações de combustíveis que tem reduzido os lucros da empresa ao longo dos últimos dois anos.

As refinarias da Petrobras estão operando com capacidade de 98% e não tem atendido à crescente demanda por gasolina e óleo diesel no Brasil, forçando a empresa a importar gasolina e diesel para atender à demanda.

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Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem

Refinaria da Petrobrás no Maranhão tem contrato de terraplanagem assinado.

15/07/2010

A Petrobras e o Consórcio Galvão – Serveng – Fidens assinaram na manhã desta quarta-feira (14/7), no Edifício Sede da Companhia, no Rio de Janeiro, contrato para serviços de terraplenagem, drenagem e obras de acesso na área da Refinaria Premium I, no Maranhão.

O contrato tem prazo de 960 dias e visa preparar a área da refinaria para receber as unidades de processamento principais, auxiliares e de utilidades. No pico da obra a previsão é de 3.000 a 3.500 trabalhadores no canteiro, durante a terraplenagem.

A Refinaria Premium I será implantada no município de Bacabeira (Maranhão), a 60 km de São Luís, e vai processar 600 mil barris de petróleo por dia.

Fonte: Petrobrás

Barreiras de PVC protegem o Golfo do México e áreas costeiras contra avanço de vazamento de petróleo.

07/07/2010

Desde a fatal explosão da torre de perfuração de petróleo Deepwater Horizon, no Golfo do México, em abril passado, são utilizadas resistentes barreiras de PVC para ajudar a conter o intenso vazamento que ameaça a vida selvagem e as indústrias de pescados localizadas nas regiões do golfo e costeira.

Todas as alternativas têm sido utilizadas para conter o vazamento de petróleo definitivamente.

Enquanto alguns dos métodos empregados são experimentais, com resultados incertos, as barreiras de PVC são largamente utilizadas devido a seu sucesso comprovado na proteção de águas e de regiões costeiras em casos de acidentes dessa natureza.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental, as barreiras ajudam a conter o vazamento de petróleo no mar, em portos, em marinas, em rios, em lagos e nascentes. Elas são constituídas por bóias, que mantêm um longo laminado pré-tratado flutuando na superfície para cercar e conter o petróleo, com lastros que o mantém fixo nos locais. Há também um prolongamento do laminado por baixo da superfície com a função de impedir a passagem do óleo nesta região.

Desde 29 de abril, a Marinha dos Estados Unidos enviou mais de 20 quilômetros de barreiras, sete sistemas de reboque para varrer o petróleo da superfície do mar, e 50 empreiteiras para operar o equipamento.

Até 03 de maio, 147 quilômetros de barreiras tinham sido dispostas nas áreas ao redor de Mississipi. Uma vista aérea da região mostra faixas fluorescentes nas marismas, e ao redor das áreas úmidas e ilhas-barreiras. Em 06 de maio, Garret Graves, Diretor do Gabinete de Assuntos Costeiros do Governo de Bobby Jindal na Louisiana, emitiu um apelo “…para que as indústrias químicas locais disponibilizem todo seu estoque de barreiras para instalação na área costeira da Louisiana”. O gabinete do governador estima que serão necessários aproximadamente 232 quilômetros de barreiras flutuantes para proteger somente seu Estado, além da quantidade necessária para cobrir os estados de Mississipi, Alabama e região oeste da Flórida.

Milhares de tropas da Guarda Nacional, pescadores, autoridades ligadas à fauna e flora e voluntários têm espalhado as barreiras ao longo das praias e foz dos estuários que desembocam no Golfo, perfazendo até 15 de maio mais de 316 quilômetros.
As autoridades já esgotaram os estoques locais do equipamento e estão procurando fornecedores do Texas, Alaska, Canadá, Noruega e Brasil.

A palavra de ordem do dia é “imediatamente, ou o quanto antes”. Estima-se que serão necessários 3.167 quilômetros de barreiras para formar uma camada dupla de proteção para a área costeira do Golfo, que se estende desde o leste do Texas à cidade do Panamá, na Flórida. Recentes relatórios mostram que a mancha de óleo está se aproximando da Corrente de Loop, que corre do sul da Flórida em direção ao Oceano Atlântico.

Fonte: Instituto do PVC

Novo poço confirma potencial de petróleo leve em Tupi

24/06/2010

A perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-821-RJS (3-RJS-674) e informalmente conhecido como Tupi Alto, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em lâmina d’água de 2.111 metros, a cerca de 275 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a 12 km a nordeste do poço descobridor  Tupi – 1-RJS-628 (1-BRSA-369).

O poço 3-RJS-674, perfurado em posição estrutural mais elevada que os demais na área de Tupi, comprovou, por intermédio de amostragens de petróleo em teste a cabo, a descoberta de óleo com densidade ainda mais leve (cerca de 30oAPI) do que a média dos óleos verificada nos outros poços de Tupi (cerca de 28oAPI).

As informações obtidas no poço e nos demais já perfurados na área reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.

O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e aos investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP, no qual consta a perfuração de outros poços até a declaração de comercialidade, prevista para dezembro de 2010.

Fonte:  Agência Petrobrás de Notícias

Petrobrás faz nova descoberta de petróleo no pré-sal do Campo de Marlim.

07/06/2010

A Petrobras anunciou na última sexta-feira (04/06) a descoberta de nova acumulação de petróleo leve (29º API) no pré-sal da Bacia de Campos, em profundidade de água de 648 metros, no campo de Marlim. A descoberta foi resultado da perfuração do prospecto exploratório conhecido como Brava, realizada através do poço 6-MRL-199D-RJS, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.

A acumulação descoberta nos reservatórios carbonáticos encontra-se a 4.460 metros de profundidade total. Foram perfurados cerca de 5.000 metros, dos quais 1.000 metros de sal, para atingir o reservatório. Estimativas preliminares apontam para volumes recuperáveis potenciais em torno de 380 milhões de barris de óleo equivalente. Está prevista a realização de testes para avaliar a produtividade desses reservatórios.

A descoberta está localizada em área próxima à infraestrutura instalada dos campos de Marlim e Voador, sendo que o poço descobridor está situado a 4,5 km de distância da plataforma P-27, o que deverá facilitar o desenvolvimento do campo, reduzir o prazo necessário para o início da produção e poderá diminuir os investimentos.

Essa acumulação deverá ser objeto de Plano de Avaliação a ser apresentado em breve à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP).

Fonte: Petrobrás.

Petrobrás faz nova descoberta de petróleo no campo de Caratinga

28/05/2010

A Petrobras descobriu duas novas acumulações de petróleo leve em reservatórios do pós e do pré-sal em águas profundas da Bacia de Campos, resultante da perfuração do poço conhecido como Carimbé, localizado no Campo de Caratinga, a cerca de 106 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em local onde a profundidade d’água é de 1.027 metros.

A acumulação descoberta nos reservatórios do pós-sal está a 3.950 metros de profundidade no subsolo marinho. Estimativas indicam volumes recuperáveis de aproximadamente 105 milhões de barris de óleo equivalente.

A outra acumulação, confirmada pelo mesmo poço, encontra-se em reservatórios do pré-sal. Esses reservatórios, posicionados a 4.275 metros de profundidade, estão possivelmente relacionados à acumulação identificada anteriormente por um poço na área do Campo de Barracuda. Naquela ocasião, os volumes de óleo recuperável apontavam para cerca de 40 milhões de barris de óleo equivalente. Caso a ligação entre essas duas acumulações se confirme, dados preliminares do novo poço indicam o volume conjunto recuperável potencial de 360 milhões de barris de óleo equivalente.

Está prevista a realização de testes para avaliar a produtividade desses reservatórios, e a análise da interligação do poço à plataforma P-48, atualmente em operação no Campo de Caratinga, aproveitando a infraestrutura de produção e escoamento instalada na área.

Fonte: Petrobrás

Centro de Pesquisas da Petrobrás recebe premiação do CNPq

21/05/2010

O Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, é uma das instituições premiadas na cerimônia de comemoração do aniversário de 59 anos do CNPq. A Menção Especial de Agradecimento é concedida a instituições com significativa contribuição para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país.

O Cenpes é um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. Desde a sua criação, trabalha de forma integrada com diferentes instituições nacionais e estrangeiras.

No Brasil, a Petrobras é a empresa que mais investe em ciência e tecnologia. Por meio da formação e implementação de 50 redes em temas relacionados aos seus objetivos de negócio, a companhia investiu, nos últimos quatro anos, em média R$ 400 milhões por ano em projetos de pesquisa e de infraestrutura laboratorial em cerca de 100 universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Esse modelo de parceria tecnológica tem como objetivo a construção de capacidade local de desenvolvimento tecnológico na área de petróleo, gás e energia.

Fonte: Petrobrás

Marca “Petrobrás” entre as mais valiosas do mundo

21/05/2010

A Petrobras está entre as marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking “2010 BrandZ Top 100”, da Millward Brown Optimor. A Companhia estréia na 73ª posição, com sua marca avaliada em US$ 9,7 bilhões. É a marca brasileira com melhor colocação no ranking. Na frente continua o Google, marca avaliada em US$ 114,3 bilhões (alta de 14% sobre um ano antes).

Marca mais valiosa do Brasil

A Petrobras também se destacou como a marca mais valiosa do Brasil, segundo pesquisa realizada este ano pela consultoria BrandAnalytics e pelo instituto Millward Brown. Com valor de marca de R$ 19,3 bilhões, a Petrobras lidera o ranking das mais valiosas, à frente de Bradesco (R$ 14,8 bi), Itaú (R$ 13,3 bi), Banco do Brasil (R$ 11 bi), Natura (R$ 6 bi), Skol (R$ 5 bi), Brahma (R$ 2,5), Perdigão (R$ 2 bi), Casas Bahia (R$ 1,8 bi) e Sadia (R$ 1,6 bi).

Para chegar ao resultado, a pesquisa passou por quatro etapas. Na primeira, que mensurou a força da marca no Brasil, foram realizadas, nas principais cidades brasileiras, aproximadamente 12.500 entrevistas em 32 categorias de negócios, com a avaliação de 350 marcas de empresas que atuam no país. A etapa seguinte avaliou 147 companhias de capital aberto, que reúnem 200 marcas.

A terceira etapa da pesquisa levou em consideração os lucros das empresas e analisou a contribuição da marca para os consumidores e os investidores. Nesse último público, foram entrevistados consultores de investimentos norte-americanos, que apontaram a Petrobras em primeiro lugar no ranking das empresas mundiais de energia com maior potencial para futuras tecnologias (50% de lembrança contra 14% da segunda colocada), maiores reservas de petróleo (42% contra 23%); e boa parceria com governos locais (27% contra a 15%). A Petrobras aparece em destaque também como empresa que se esforça para ser ambientalmente responsável (em segundo lugar, com 6% de lembrança contra 9% da primeira).

A última etapa da pesquisa consistiu na construção do ranking final das marcas mais valiosas do Brasil.

A marca da Petrobras também se destacou no ranking das marcas mais forte do Brasil. A Companhia ocupa o terceiro lugar na lista, à frente da Coca-Cola e Microsoft. As duas primeiras posições ficaram com Omo e Mc Donald’s.

Fonte: Petrobras

Novo poço de petróleo confirma potencial em Tupi

21/05/2010

A perfuração de mais um poço na área de Tupi confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, conhecido como Tupi OW, está localizado em profundidade de água de 2.131 metros, a cerca de 270 km da costa do Rio de Janeiro.

A descoberta foi comprovada por amostragens de petróleo leve em teste nos reservatórios localizados em profundidades maiores do que as constatadas pelos poços perfurados anteriormente.

A soma das informações obtidas neste poço com as obtidas nas demais perfurações reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.

O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas em Tupi, com a perfuração de novos poços, prevista para dezembro de 2010.

Fonte: Petrobrás