Archive for the ‘Resinas’ Category

Indusbello lança grampo invisível para radiografia odontológica criado a partir de polímero especial da Solvay

13/03/2019

O polímero especial PSU (polisulfona) pode substituir outros materiais com vantagens de maior resistência mecânica, térmica e química, oferecendo flexibilidade no design e variedade de cores

A substituição de materiais na produção de equipamentos e dispositivos utilizados pela indústria de saúde já é uma realidade no Brasil. Vários polímeros especiais, com alto desempenho, além de apresentar propriedades mecânicas, térmicas e químicas diferenciadas, também são mais leves, oferecendo maior flexibilidade no design e tendo fácil fabricação, além de permitirem a diferenciação de produtos e marcas utilizando cores.

Um novo produto odontológico, exemplo de aplicação nessa área, está sendo lançado pela Indusbello Company, reconhecida produtora e fornecedora da área de saúde. Trata-se do grampo invisível, desenvolvido para minimizar as dificuldades no dia a dia do endodontista e facilitar as radiografias transoperatórias de tratamento de canal, possibilitando uma imagem total do dente. O produto foi elaborado a partir do polímero especial Udel® PSU (polisulfona) da Solvay Specialty Polymers.

Os grampos invisíveis da Indusbello são fabricados dentro de rigorosos padrões de qualidade, em material translúcido que não apresenta radio-opacidade. Por isso, além de manter o lençol de borracha em posição estável e promover o isolamento absoluto, ele permite a visualização da raiz do dente sem interferência na radiografia.

“Buscando sempre atender às demandas dos profissionais de odontologia e, com foco na inovação, decidimos introduzir em nossa produção a resina Udel® PSU, da Solvay, que oferece uma combinação superior de propriedades mecânicas, excelente resistência, e ao mesmo tempo é leve e com maior flexibilidade no design”, afirma Eduardo Rodrigues, Diretor de Logística da Indusbello Company.

Os grampos estão disponíveis em dois modelos, o GI-01 para molares inferiores e o GI-03 para pré-molares superiores e inferiores e, além de permitirem uma melhor visualização, não aparecendo nas radiografias, evitam o retrabalho, otimizam o tempo do dentista, são anatômicos e sem bordas cortantes, além de resistentes.

“Alguns dentes tem a inclinação para dentro da boca e, na radiografia feita com o grampo de isolamento convencional (grampo de metal), praticamente o dente inteiro fica encoberto, o que impede a visão de como está a câmara pulpar e as raízes.  Ao utilizar o grampo invisível, o dentista reduz o risco de não conseguir visualizar áreas importantes, sem contar que não haverá a necessidade de realizar uma nova radiografia, gerando economia”, explica Eduardo Rodrigues.

“O uso do Udel® PSU e outros polímeros de alta performance da Solvay vem crescendo continuamente em aplicações médico-hospitalares e odontológicas, principalmente na substituição de materiais tradicionais como metais, vidro e outros dispositivos de uso único ou reutilizáveis, e a escolha do Udel® pela Indusbello Company, com sua longa experiência neste mercado, sinaliza e reforça ainda mais esta tendência e a importância dos polímeros de alta performance”, diz Mônica Martins, Gerente do Mercado Healthcare para a América do Sul da Solvay Specialty Polymers.

Com um amplo portfólio de polímeros de alto desempenho, contemplando mais de 35 marcas em mais de 1.500 formulações, o Grupo Solvay está posicionado como um fornecedor estratégico no mercado global. Na área de saúde, esses polímeros são usados em ortopedia, instrumentos e dispositivos médicos, bandejas e caixas esterilizáveis, instrumentos dentários e cirúrgicos, dispositivos implantáveis, hemodiálise, entre outros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem lança nova resina da linha Maxio para produção de big bags

12/03/2019

A empresa firma que os clientes do segmento passaram a produzir até 30% a mais sem elevar o consumo energético

Na busca por soluções que gerem aumento da produtividade e redução de custos de clientes produtores de big bags (que são utilizados para embalar e transportar grãos, fertilizantes, minérios e produtos químicos), a Braskem desenvolveu a nova resina de polipropileno DP213A, novo grade da linha Maxio. Com sua aplicação, empresas do segmento elevaram sua produção em 30% sem aumentar o consumo de energia, afirma a Braskem.

A DP213A é uma resina com baixo índice de fluidez que contém aditivação anti-UV. A matéria-prima foi especialmente desenvolvida para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação a propriedades mecânicas da fita de rafia e ainda garantir benefícios de aumento de produtividade da etapa de extrusão.

“Grande parte das inovações da Braskem partem do nosso interesse em atender às demandas de clientes e o desenvolvimento deste novo grade da linha Maxio é um bom exemplo disto. Identificamos uma concorrência acirrada no setor de ráfia, o que levava as empresas a disputar mercado com base em preços. Com a aplicação da resina que estamos lançando, eles conseguirão reduzir seus custos operacionais e os preços de seus big bags, aumentando sua capacidade produtiva e consumindo menos energia”, afirma Carolina Bulhões, líder da área de Engenharia de Aplicação da Braskem.

Caso de sucesso: Propex tem ganho de produtividade e redução de consumo energético

A Propex, indústria têxtil pioneira na fabricação de tecidos plastificados e destaque na produção de big bags, registrou um aumento de aproximadamente 20% em sua capacidade produtiva, afirma o fabricante. De acordo com o engenheiro da empresa, Patrick Camargo, buscava-se uma velocidade maior das máquinas extrusoras sem que os motores atingissem seus limites operacionais e a resina DP213A apresentada pela Braskem foi a melhor solução para isso.

“A busca contínua da Braskem por soluções que melhoram a eficiência dos clientes proporcionou um resultado ótimo para nós. Aumentamos nossa produção sem consumir mais energia, preservando nossas máquinas e mantendo a qualidade do nosso produto”, afirma o executivo.

Fonte: Braskem

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Evonik lança novo pó polimérico para aplicações de impressão 3D em faixas mais altas de temperatura

07/03/2019

A Evonik continua ampliando a sua participação no atraente mercado de impressão 3D. A empresa de especialidades químicas desenvolveu um novo pó polimérico, da linha de Poliamida 6, para aplicações em faixas mais altas de temperatura. O produto expande mais o portfólio da Evonik de materiais de alta performance para tecnologias de impressão 3D em pó.

Segundo a empresa, o seu novo pó de poliamida apresenta alta resistência mecânica, além de excelente resistência química e à temperatura. Sua temperatura de deflexão térmica (HDT B) é de cerca de 195ºC. Além disso, o material em pó se destaca por sua baixa absorção de água – abaixo de 3% -, que tem um efeito positivo sobre a processabilidade na impressão 3D e a estabilidade dimensional de componentes impressos em 3D, assegura a Evonik.

Materiais inovadores para produção em série

“Materiais novos, prontos para usar, que são adaptados de maneira otimizada à cada impressora e que ampliam a faixa de aplicação para temperaturas mais altas, levam a indústria da impressão 3D um passo à frente, rumo à produção em série”, diz Mark Zhao, fundador e CEO da TPM 3D, empresa tecnológica chinesa para sinterização seletiva por laser (SLS). “Estamos registrando uma forte demanda por soluções 3D em faixas mais altas de temperatura – por exemplo, nas indústrias automobilística e eletrônica. É por isso que ficamos satisfeitos em lançar o novo material estável à temperatura em conjunto com a Evonik”.

A Evonik afirma que o seu novo pó polimérico da linha de poliamida 6, com sua forma granular quase redonda, destaca-se por sua excelente fluidez e propriedades de aplicação, tornando-o adequado para todas as tecnologias de impressão 3D em pó. A empresa adota um procedimento exclusivo para produzir o material de alta temperatura em sua fábrica em Marl (Alemanha).

O mercado de impressão 3D está em alta, com taxas de crescimento de dois dígitos. A Evonik é líder na produção mundial de pós de poliamida 12 (PA 12), que tem sido utilizados na manufatura aditiva há mais de 20 anos. Além do filamento de PEEK e dos pós de PA 12, o portfólio de produtos da empresa inclui pós flexíveis de PEBA, além de uma linha completa de aditivos, como agentes de dispersão, melhoradores de fluxo ou modificadores reativos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Construção do novo complexo de poliamida 12 da Evonik na Alemanha segue dentro do cronograma

11/02/2019

A Evonik concluiu a fase de engenharia conceitual e básica para a construção de seu novo complexo industrial de poliamida 12 (PA12) dentro do prazo, no final de dezembro, e já iniciou a fase de execução do projeto. O complexo deve iniciar as operações no primeiro semestre de 2021.

O projeto de cerca de 400 milhões de euros, maior investimento da Evonik na Alemanha, deve aumentar em mais de 50% a capacidade produtiva total de PA 12 do Grupo. Outras instalações para a produção do polímero e seus precursores serão construídas no parque químico de Marl, na Renânia do Norte-Westfália, complementando a produção de PA12 já existente no local.

“Este projeto representa um desafio especial”, explica Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik, que, entre outros produtos, fabrica os grânulos e pós de PA 12, Vestamid® e Vestosint®. “No setor de engenharia da Evonik há cerca de 80 engenheiros trabalhando no projeto. Também contratamos um mundialmente renomado provedor externo de serviços técnicos para executar a engenharia detalhada dos subprojetos individuais. O local da construção é próximo a unidades de produção já existentes, onde se aplicam normas de segurança especiais, e serão necessárias, além do local para a construção em si, áreas para contêineres de construção, armazenamento de materiais e pré-montagem. O parque químico de Marl nos oferece condições excelentes para atingir esse desafio. Depois que a nova unidade tiver iniciado suas atividades, as estruturas existentes no local há mais de 50 anos serão usadas para a distribuição do produto.”

A poliamida 12 está em demanda em atraentes mercados em crescimento como a indústria automobilística, o setor de petróleo e gás e a impressão 3D. “Este investimento respalda a concentração consistente da Evonik em especialidades químicas. Como polímero de alto desempenho para aplicações especiais, a poliamida 12 representa um componente importante do nosso motor de crescimento Smart Materials“, acrescenta Dr. Claus Rettig, responsável pelo segmento Resource Efficiency. “Além disso, os produtos fabricados com a PA12 costumam ter boa eficiência energética: eles são duráveis e exigem menos manutenção que os componentes de aço, por exemplo em tubulações de gás, e contribuem para a redução de peso, por exemplo no setor automotivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Solvay expande oferta de polímeros especiais para impressão 3D

06/02/2019

A Solvay anunciou que está adicionando polieteretercetona KetaSpire® (PEEK) com 10% de fibra de carbono e polifenilsulfona pura (PPSU) Radel® à mais recente versão do software de engenharia e-Xstream (2019.0) da Digimat®-Additive Manufacturing (AM). Os produtos complementam o filamento puro KetaSpire® PEEK AM já disponível para simulação na plataforma Digimat®-AM.

“Nossa crescente linha de filamentos AM ressalta a determinação da Solvay em se estabelecer como líder do setor nesse mercado de impressão 3D, que está em rápida evolução”, afirma Christophe Schramm, Gerente de Negócios de Manufatura Aditiva da unidade global de negócios Specialty Polymers. “O Digimat®-AM permite que os clientes simulem o processo de impressão e prevejam com sucesso o comportamento termomecânico de desenhos impressos em 3D para imprimir corretamente já na primeira vez”, disse Schramm.

Os novos materiais serão aplicados através da plataforma Digimat®-AM Advanced Solver com o software de engenharia e-Xstream. O software oferece dados de modelagem preditiva altamente precisos para os filamentos AM da Solvay em uma ampla gama de características críticas, incluindo empenamentos detalhados e tensão residual, para ajudar os projetistas e engenheiros a otimizar o processo e minimizar a deformação da peça antes da impressão 3D. Para aplicações altamente exigentes, o Digimat® permite ainda a validação do projeto, prevendo o desempenho da peça impressa (rigidez, resistência etc.) como uma função do material e dos parâmetros do processo de impressão.

“Com o acréscimo das novas classes de polímeros AM da Solvay, agora temos um portfólio mais amplo de graus de impressão 3D na Digimat® para fornecer novos materiais de ponta e ampliar os limites de design e aplicação nesse dinâmico mercado”, acrescenta Roger Assaker, CEO da e-Xstream engineering e Chief Material Strategist da MSC Software. “Como resultado de nossa parceria, reduzimos a lacuna na engenharia de simulação entre polímeros de alto desempenho e processos de impressão exigentes, como a fabricação de filamentos fundidos.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Olimpíadas de 2020: hóquei sobre a grama contará com gramado de polietileno derivado da cana-de-açúcar da Braskem

26/01/2019

Braskem e alemã Polytan serão as fornecedoras dos campos de hóquei, produzidos a partir do polietileno “verde” I’m greenT, para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem

Tóquio estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar, em 2020, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da história com neutralização de carbono, utilizando tecnologias verdes. A Polytan, fornecedora líder de campos de hóquei de primeira linha, e Parceira Global da FIH (Federação Internacional de Hóquei), está contribuindo de maneira importante com esta meta ao desenvolver o gramado sustentável Poligras Tokyo GT produzido com 60% de seus filamentos a partir da tecnologia do polietileno renovável I’m greenTM, da Braskem. A Polytan está utilizando o plástico verde para adicionar uma dimensão sustentável ao campo de fibras de monofilamento (grama sintética), feitas a partir do polietileno e já reconhecidas pelo mercado.

Uma camada feita de base elástica garante absorção ideal e constitui parte importante de todo o sistema do gramado de hóquei. A camada elástica da Polytan PolyBase GT confere ao gramado um equilíbrio ambiental ainda maior. Um aglutinante de alto desempenho, graças às suas baixas emissões de CO2, é utilizado para a amarração elástica permanente dos grânulos.

“A FIH está contente com o fato de que essa nova tecnologia de gramado apoiará o objetivo de Tóquio quanto à neutralização de carbono e contribuirá de forma positiva para os Jogos. Temos uma prioridade estratégica de melhorar a pegada ambiental do hóquei, por isso parcerias com empresas progressivas, como Polytan e Braskem, são cruciais. Estamos satisfeitos em constatar que este gramado sintético utiliza 66% menos água do que os campos de edições anteriores dos Jogos Olímpicos. A FIH acredita que o hóquei pode contribuir para um meio ambiente mais sustentável a partir da utilização de todas as possibilidades tecnológicas oferecidas pelo gramado moderno”, afirma o CEO da FIH, Thierry Weil.

“Com o desenvolvimento da Poligras Tokyo GT, conseguimos não apenas tornar o campo de hóquei mais sustentável, como também melhorar seu desempenho de maneira significativa. O gramado da modalidade nunca foi tão ecologicamente correto e nunca antes permitiu um jogo tão dinâmico e preciso”, diz Friedemann Söll, diretor de Gestão de Produtos da Polytan.

“Estamos muito orgulhosos pela escolha da Polytan e da FIH pelo polietileno I’m greenTM da Braskem para os campos de hóquei dos jogos de Tóquio em 2020. A cidade estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar a primeira edição dos jogos com neutralização de carbono, e estamos felizes pelo fato de que a Braskem possa contribuir também”, acrescenta Marco Jansen, diretor comercial de Química Renovável da Braskem para Europa e América do Norte.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar. A Polytan optou por essa matéria-prima para a produção do seu gramado artificial pelo impacto positivo da pegada de carbono do polietileno verde I’m greenTM em relação ao polietileno de origem fóssil. Cada quilo do polietileno verde utilizado nos campos durante as olímpiadas evitará a emissão de quase 5kg de CO2, afirma a Braskem

Os pisos sintéticos da Polytan incluem desde superfícies de absorção de impacto leve até campos multifuncionais para todos os tipos de clima, além de superfícies de alta velocidade para eventos esportivos internacionais. Além do desenvolvimento, da fabricação e da instalação de suas próprias superfícies esportivas, a gama de serviços oferecidos pela Polytan também inclui marcação de linhas, reparo, limpeza e manutenção.

Fonte: Braskem

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Kommerling lança sistema de fechamento de janelas de PVC sem perfis visíveis

26/01/2019

A Kommerling está introduzindo no mercado brasileiro o inovador sistema .PremiFold 76. Sem perfis visíveis, quando as janelas estiverem completamente abertas,o sistema proporciona uma visão inalterada do seu espaço ao ar livre. Conta com um sistema de “deslizamento e dobra” para aumentar significativamente a eficiência do movimento e a facilidade de uso, afirma a Kommerling. “

“A tecnologia PremiFold é uma grande revolução para as esquadrias de PVC no Brasil, principalmente por manter o desempenho térmico, acústico e de segurança, quando ela estiver totalmente fechada. Com capacidade de envidraçamento de até 50 mm, ele é ideal para fechamento de fachadas de prédios”, ressalta Tonia Lima, diretora da empresa no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Termotécnica vence prêmio internacional de embalagem WorldStar 2019

16/01/2019

A Termotécnica é uma das vencedoras do WorldStar 2019, um dos mais importantes prêmios do mercado de embalagens. Concorrendo com outras 319 embalagens, de 35 países, a conservadora “DaColheita” para cumbucas de frutas reduz o desperdício de alimentos e venceu em duas categorias: Food e Save Food. Segundo a Termotécnica, a categoria SaveFood está alinhada com a iniciativa da ONU de mesmo nome que tem o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos.

A conservadora “DaColheita” é uma embalagem desenvolvida em EPS e 100% reciclável. A Termotécnica afirma que a solução permite alto isolamento térmico e a ampliação em até 30% da vida de prateleira das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais. Segundo a empresa, a eficácia da conservadora tem sido comprovada na prática por produtores de uva do Vale do São Francisco, tanto para o mercado interno quanto para exportação, que já utilizam a embalagem.

Certificados por testes em laboratórios europeus, o uso da embalagem resulta em redução de perdas e desperdício de alimentos, afirma a Termotécnica, o que torna a solução adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzindo a absorção de impactos no transporte e ainda podendo ser utilizada como embalagem expositora no ponto de venda.

Save Food

A iniciativa da ONU que faz parte dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da organização, propõe reduzir pela metade, até 2030, “o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita”. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço de toda a comida produzida no mundo é desperdiçada. Este volume seria suficiente para alimentar todas as pessoas que passam fome.

Foi pensando na cadeia produtiva e nas possibilidades de redução de perdas que a Termotécnica desenvolveu a embalagem “DaColheita”, vencedora do prêmio. Este tipo de iniciativa é pouco explorada no Brasil, o que faz da Termotécnica uma pioneira no desenvolvimento de soluções que levem em consideração a qualidade e manutenção do frescor das frutas.

O prêmio

Organizado pela World Packaging Organisation, entidade que reúne associações de embalagens de todo o mundo, o prêmio de reconhecimento dos vencedores será entregue no dia 15 de maio, em Praga, na República Tcheca.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Aos 57 anos, a empresa possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em poliuretano microcelular

09/01/2019

A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular da empresa.

“Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional”, comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.

“Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira”, afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.

Segundo a BASF, o Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

Fonte: BASF

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Aplicações de poliamidas 12 na indústria de extração de petróleo offshore ajudam a aumentar a produção

06/01/2019

Por mais de 50 anos a Evonik tem produzido a poliamida Vestamid®, um polímero que reúne propriedades como alta estabilidade, flexibilidade, resistência à temperatura e baixo peso. As aplicações do produto vão desde o seu uso na indústria automotiva, até o mercado de esportes e a extração de petróleo.

As características desejadas nos materiais são obtidas por modificação química do polímero-base ou por modificação física – por incorporação de fibras de vidro, Teflon ou grafite, por exemplo – ou uma combinação de ambos. Desta forma, é possível oferecer uma ampla gama de poliamidas com propriedades personalizadas.

O resultado disto é que o insumo pode ser utilizado em muitas aplicações exigentes e tecnicamente sofisticadas. Entre elas, como substituto para o aço em projetos automotivos e de redução de peso, tubulações de petróleo e gás, no setor médico e também na impressão 3D.

Uma das soluções oferecidas pela Evonik é a poliamida 12 (PA12) Vestamid® NRG, que atende ao mercado de óleo e gás. Segundo a empresa, o produto ajuda a indústria petrolífera a aumentar a produção offshore e a reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. É indicada para aplicação na camada de barreira e na capa externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas para umbilicais; em tubos de grande diâmetro, para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos para proteção anticorrosão.

Fonte: Evonik

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Mercado de chapas acrílicas cresce 14% em relação a 2017

20/12/2018

O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) acaba de divulgar levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8.000 toneladas vendidas em 2017, e chegará às 9.100 toneladas. Isso equivale a um crescimento de 14%.

Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas.

Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado chegue as 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 2013. Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram neste ano mil toneladas comercializadas.

Já o desempenho das importações é o que preocupa produtores de chapas nacionais. Não é para menos. Neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas. 700 toneladas a mais no que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.

Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. “Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12”, conclui.

Com mercado mais aquecido, o INDAC confirma a continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cosi di Acrilico. O curso ganha neste ano edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e a outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.

Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas funcionalidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura –,  também continua em 2019.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 18 anos por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.
A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Indac

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Linha de Resinas Maxio, da Braskem, incorpora primeira resina em polietileno para rotomoldagem

12/12/2018

Lançamento tem foco nos setores de construção civil, infraestrutura e agronegócio

Para atender a mercados com níveis técnicos e de qualidade mais exigentes, a Braskem lançou o primeiro grade de polietileno para se juntar à família Maxio, o PEAD HD4601U, que permite aumento da produtividade e economia de insumos, segundo a empresa.

A Braskem afirma que a resina HD4601U, com sua alta resistência e durabilidade, atenderá a clientes que atuam nos setores de construção civil / infraestrutura e do agronegócio, podendo ser aplicado em cisternas, tanques grandes, poços de visita e peças para máquinas agrícolas que exigem elevada resistência mecânica.

A nova resina possibilita que o processo de transformação por rotomoldagem ocorra de maneira mais rápida se comparada às resinas similares, resultando em menor consumo de energia e maior produtividade, garante a empresa

A linha Maxio é composta por resinas que proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que gera mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

De acordo com o especialista em rotomoldagem da área de Engenharia de Aplicação da Braskem, Eliomar Pimento, com o uso do novo grade foi possível verificar que houve a redução de 7% a 10% do tempo de ciclo de produção de cada peça, uma economia anual com gás natural de aproximadamente R$ 130 mil e de 1.600 kWh de energia elétrica, além da redução das emissões de CO2 em mais de 130 toneladas (dados reais aplicados).

“Com o desenvolvimento desta resina em novas aplicações, identificamos junto aos nossos clientes um potencial ganho de produtividade e economia no processo, mantendo seu excelente balanço entre rigidez e resistência ao impacto em peças de grandes volumes e alinhado ao conceito da família Maxio”, destaca Pimenta.

“A Braskem está trazendo ao mercado uma resina com propriedades já conhecidas atendendo demandas de alto desempenho, porém, a partir de agora, contribuindo também com uma maior eficiência produtiva de nossos clientes e redução do impacto ambiental”, afirma Fabiano Zanatta, responsável comercial de rotomodagem da Braskem.

Fonte: Braskem

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Aeronáutica utiliza impressora 3D da Stratasys na fabricação de modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos

10/12/2018

Modelo de laboratório do motor scramjet instalado na seção de teste do túnel de vento hipersônico do IEAv (condição operacional testada: Número de Mach 7 na estratosfera terrestre)

Instituto de Estudos Avançados (IEAv) substituiu usinagem tradicional por manufatura aditiva (impressão 3D) para fabricar subsistemas de um motor scramjet

A Divisão de Aerotermodinâmica de Hipersônica (EAH) do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), organização militar científico-tecnológica ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) do Comando da Aeronáutica, começou a utilizar uma impressora 3D Fortus 900mc, da Stratasys, para fabricar modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos, conhecidos como scramjet (abreviação de supersonic combustion ramjet). A impressão 3D dos modelos do motor já trouxe uma economia de RS$ 250 mil ao ano nos custos de fabricação.

“O IEAv decidiu apostar numa manufatura “híbrida” para desenvolver o motor, por meio da combinação de processos de usinagem convencional e de fabricação aditiva”, explica Israel Rêgo, Chefe da Subdivisão de Ensaios em Solo da Divisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv. O objetivo, afirma, é otimizar o ciclo de pesquisa e desenvolvimento, e também acelerar eventuais atualizações e adaptações, bem como reduzir os custos de manufatura.

“Em um primeiro momento, o motor scramjet poderá ser utilizado como estágio de propulsão aspirado de foguetes rumo ao espaço. Em um período de tempo maior, ele terá aplicações na propulsão de aeronaves civis ou militares hipervelozes”, diz Israel.

Atualmente, o Instituto utiliza a impressora 3D para produzir três subsistemas do motor scramjet para ensaios em túnel de vento hipersônico: i. O estágio de compressão que captura o ar atmosférico para o combustor; ii. O próprio combustor, dentro do qual ocorre a combustão supersônica, que estão sendo impressos em 3D, com o uso da resina Ulten 9085, de elevada resistência e durabilidade mecânica e térmica; e iii. A tubeira de aceleração dos produtos da reação de combustão, que está sendo impressa em 3D com a utilização do material PC-ABS, de resistência e durabilidade moderada.

Visão explodida do modelo de laboratório do motor scramjet, manufaturado via impressão 3D e usinagem convencional (processo “híbrido” de manufatura)

Já em 2019, o IEAv utilizará a manufatura aditiva para fabricar um modelo de engenharia do motor scramjet, funcional e em escala real. “É um antecessor do modelo utilizado para a qualificação de voo, o chamado protoflight. Sua impressão em 3D vai nos possibilitar rever planos de fabricação e montagem dos subsistemas do motor e validar a funcionalidade de suas partes móveis (bypass), de modo ágil e econômico”, diz Israel.

A impressora 3D Fortus 900mc foi importada pelo IEAv em dezembro de 2015, com o apoio da FINEP, e seu emprego na fabricação aditiva dos subsistemas do motor scramjet começou em fevereiro de 2016. “Ela foi escolhida porque, além das vantagens associadas à economia de tempo e redução de custos, possui o maior envelope de impressão disponível no mercado, o que satisfaz nossos requisitos de fabricação rápida de subsistemas do motor scramjet em escala real”, detalha Israel.

Ele conta que a ideia de utilizar a tecnologia de manufatura aditiva no IEAv surgiu em 2013, durante a Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (FEIMAFE). “Ali, logo identificamos a grande vantagem competitiva da tecnologia de prototipagem 3D para nossa atividade de pesquisa e desenvolvimento aqui na EAH”, explica Israel. Dois anos depois, o Instituto, com apoio da FINEP, importou o equipamento a um custo de cerca de US$ 400 mil. “Desde então, economizamos os custos da usinagem convencional realizada por terceiros, serviço que foi substituído por nossa impressora 3D”.

O sucesso do trabalho com a impressora 3D Fortus 900mc levou o IEAv a apresentar o artigo “Preliminary Studies on Hypersonic Flows Over 3D Printed Models” durante o Fórum de Aeronáutica e Espaço, realizado pelo American Institute of Aeronautics and Astronautics (AIAA) em Orlando, Estados Unidos, em setembro deste ano. O objetivo da apresentação foi mostrar como o Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv tem utilizado a tecnologia FDM para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias hipersônicas. A equipe do IEAv apresentou processos de fabricação de sistemas hipersônicos com o uso da impressora 3D Fortus 900mc.

“A manufatura aditiva está revolucionando as indústrias aeronáutica e de defesa, e essa revolução já está no Brasil. Ficamos satisfeitos por nossa solução impulsionar e facilitar a pesquisa e o desenvolvimento de projetos avançados como este em território nacional, afirma Anderson Soares, Territory Manager da Stratasys no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Stratasys

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Organizadores da Feiplar Composites & Feipur divulgam balanço do evento; Feira recebeu mais de 14.900 visitantes

10/12/2018

Entre os dias 6 e 8 de novembro de 2018, foi realizada a décima edição da Feiplar Composites & Feipur – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. Esta edição recebeu mais de 14.900 visitantes, um número 17 % superior ao evento de 2016, e ainda registrou outros importantes resultados como:

  • O aumento de 15% na quantidade de empresas que visitaram o evento
  • Crescimento de 34% no total de profissionais da América do Sul (excluindo o Brasil)
  • Recorde de participação de empresas fabricantes de peças: 51 empresas expuseram suas peças como Agrale, Annycasty, ASW, Bakof, Batevento, Capoliuretanos, Carbon Store, Carbox, Coart, Cogumelo, Cris-Metal, Engecom, Engiprinters, Fastplas, Fibrasmil, Gede Compósitos, Hogase Espuma, Estilglass, Fadim, Holos, Horus Aeronaves, IsoCompósitos, JE Fiber, Kohlenia, Luxtel, Mantoflex, Mantova, Mmolde, Nova Poliuretanos, Piatex, Plaquitex, Plasbortech, Polispuma, Projeto Júpter, R9 Postes e Cruzetas, Real Poliformas, Retaprene, SAC Composites, Speed Kids, Stratus, Stringal, Sunrise, Tanquetec, Technocoats, Themo-Iso, UCS, Unesp, Unicamp, Unifibra, UPR e VCI Composites. Foram apresentados, no total, 190 produtos acabados.

“Para os expositores, o público visitante foi extremamente qualificado e interessado em novos projetos”, explicou Simone Martins Souza, diretora do Grupo ArtSim, responsável pela organização do evento. “Os fabricantes de peças que expuseram no evento informaram que os resultados com contatos potenciais foi muito acima da expectativa. Até esta edição, viam a feira como um evento para se visitar, mas agora estão considerando como um evento para negócios.”

A exposição contou com mais de 280 empresas que apresentaram seus produtos e tecnologias, sendo 18% de outros países (total de 50 empresas), liderados por China e Estados Unidos, além da Argentina, Itália, Áustria, Suécia, Alemanha, Austrália, Dinamarca, Portugal, República Tcheca, Chile, Bangladesh e Inglaterra.

Paralelamente, cerca de 100 palestras técnicas ministradas no Congresso SAMPE Brasil, Congressos Internacionais e Painéis Setoriais reuniram um público de 2.640 profissionais. A sexta edição do Congresso SAMPE Brasil (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de importantes nomes da indústria e especialistas de materiais como Scott Tolson (Sigmatex), Kim Gingras (Solvay), Magalena Sandstrom (Diab Group), Carsten Schuett (Evonik), Joe Spangler (Teijin), Benjamin Benz (Olin Corporation) e Jose Maria Fernandes Marlet (Alltec Composites). Empresas e entidades como a Alpatechno, ICL, Cannon, Arkema, Covestro, COIM, Almaco, Fadim, IPT, Texiglass, Instituto Federal da Bahia, Tetra Pak, Sabic, Universidade Federal do ABC, Mercedes-Benz Brasil e Universidade do Sagrado Coração mostraram suas novas tecnologias e soluções no Congresso Internacional de Poliuretano, Congresso Internacional de Composites, e Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos.

Para complementar o conteúdo técnico, foram realizados os Painéis Setoriais (seminários), que abordaram diversos mercados como Náutico, Isolamento Térmico, Saneamento Básico, Petróleo & Gás, Automotivo, Construção Civil, Mineração, Energia Eólica, Aeroespacial e Espumas Flexíveis, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais: Abcol, Abeeolica, ABNT, Abratufi, Abrava, Acobar, Agrale, Alan Harper/AH Brasil, Assintecal, BASF, Brana, Chemours, Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim, Covestro, CPIC, Dow, Embraer, Evonik, Green Composites, Hennecke, Honeywell, Huntsman, Ibcom, IPT, Jushi, Lantor, Lanxess, Lubrizol, M.Cassab, Makerbot, Owens Corning, PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Purcom, R&D, Sabesp, Saertex, Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Sika, Solvay, Stacplastic, Teijin, Texiglass, Toray/Tencate, UBE e Univar.

Ainda foram realizados outros eventos simultâneos como:

  • Compósitos: Tecnologia, inovações e tendências (treinamento Almaco)
  • Tecnologias de ensaios não-destrutivos – NDT – para materiais e estruturas em composites e Avanços na tecnologia out-of-autoclave: materiais, metodologia de processamento e aplicações (cursos SAMPE EUA)
  • Durabilidade dos Compósitos: Modos de falha, Aspectos fundamentais na produçãode postes em compósitos e Inovações tecnológicas no Projeto e produção de tubos e tanques em compósitos (Fórum Ibcom)
  • Aquecimento por radiação infravermelho: noções e aplicações (demonstração técnica da Heraeus Noblelight)
  • Fabricação de postes em PRFV pelo processo de filament winding (demonstração técnica da Fibermaq)
  • Tecnologia Ontec – máquina de telas para reforço de compósitos e Tecnologia GFM-Máquinas para fabricação de filamentos e mantas de fibra de vidro (demonstrações técnicas da Rivitex).

Durante a Feiplar Composites & Feipur 2018 também foi realizada a quinta edição do Desafio Acadêmico em Composites SAMPE, que teve o objetivo de introduzir o tema “perfil em material composites” no meio acadêmico e contou com a inscrição de 51 projetos universitários (recorde mundial). Deste total, 35 foram classificados e 33 participaram das sessões de apresentação de vídeo e ensaios. O vencedor geral do V Desafio Acadêmico SAMPE Brasil foi o Centro Universitário da FEI (vencedor nas categorias A e C). A Unicamp – Universidade Estadual de Campinas venceu na categoria B e o Instituto Mauá de Tecnologia, na Categoria D.

A VI Fiberglass, como tem feito nas últimas edições do evento, organizou um momento especial para os seus clientes e visitantes, através de uma interessante e divertida apresentação do humorista Saulo Laranjeira, que interpreta, entre outros personagens, o Deputado João Plenário (A Praça É Nossa).

A Cerimônia do Prêmio Excelência, que neste ano reuniu mais uma vez os setores de composites, poliuretano e plásticos de engenharia num único evento, no dia 6 de novembro, com um público superior a 170 pessoas, mostrou os grandes nomes do mercado de plásticos de performance diferenciada, seja no desenvolvimento de peças, no fornecimento de matérias-primas e equipamentos, ou na atuação individual dos profissionais. As empresas vencedoras na categoria Produtos Acabados foram Termofixo, Sasazaki, Mantova, Horus Aeronaves, Universidade Caxias do Sul, Dupont, Cogumelo, Plasbortech, M.Molde, Fadim, Unicamp e Real Poliformas. Na categoria Destaque de Fornecedor, a Owens Corning, BASF e Sabic foram premiadas como Fabricantes do Ano, e VI Fiberglass, Purcom e Piramidal, como Distribuidores do Ano. As Personalidades do Ano foram Rodrigo Braga (Owens Corning), Jan Krueder (Química Anastácio) e Thiago Vides (DuPont). A homenagem aos profissionais que se dedicam de forma contínua e destacada no mercado (categoria Conjunto da Obra) consagrou Edouard Zurstrassen (ex-Owens Corning), Hélio da Costa Jr. (Amino Química) e Fernando Moncorvo (Pepasa). O Hall da Fama recebeu novos e importantíssimos nomes: Horst Peterhans (Mastergel) e Luiz Claudio Saldanha (Covestro).

A Feiplar Composites & Feipur 2018 foi patrocinada pelas empresas MCassab, Huntsman, Texiglass, Transtécnica, VI Fiberglass, Chem-Trend, Abcol, MVP, Covestro, Purcom, Owens Corning, Saertex e BASF, e contou com o apoio técnico da Sampe Brasil, Comissão de Poliuretanos da Abiquim, Almaco e Ibcom.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplar & Feipur

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Solvay lança filamentos para impressão 3D para peças na área de saúde

29/11/2018

A Solvay está ampliando seu portfólio de filamentos de alto desempenho para aplicações de manufatura aditiva (em 3D) com a introdução de três produtos de grau médico para uso no setor de saúde.

Os novos produtos são um filamento puro de polieteretercetona KetaSpire® PEEK AM, um filamento KetaSpire® PEEK AM reforçado com 10% de fibra de carbono e um filamento puro de polifenilsulfona Radel® PPSU AM. São indicados para impressão 3D na produção de peças de grau médico destinadas a aplicações de contato limitado (24 horas de contato com fluido corporal/tecido). Os três produtos estão imediatamente disponíveis para clientes da Europa e da América do Norte, na plataforma de comércio eletrônico de polímeros especiais da Solvay.

“O setor de saúde está se expandindo rapidamente como um mercado que vai se beneficiar da tecnologia da manufatura aditiva, possibilitando peças personalizadas para uso único ou de baixo volume”, afirma Christophe Schramm, Gerente Global de Negócios de Manufatura Aditiva da Solvay Specialty Polymers. “Com esses novos produtos de grau médico, vamos ocupar uma parte do mercado que ainda tem opções muito limitadas de filamentos de alto desempenho para atender aos rigorosos requisitos regulatórios em saúde”, acrescentou.

Segundo a Solvay, os seus filamentos KetaSpire® PEEK AM são projetados para permitir uma excelente fusão de camadas impressas e possibilitar a fabricação de peças com alta densidade e resistência excepcional, inclusive ao longo do eixo z. Os filamentos Radel® PPSU AM também oferecem excelente fusão de camadas impressas, além de transparência, alto alongamento e tenacidade, garante a empresa.

“Esses novos filamentos de AM de grau médico representam as iniciativas contínuas da Solvay para apoiar nossos clientes. Os filamentos podem ser usados para uma variedade de aplicações de saúde, como guias de corte específicos para pacientes em cirurgias e para componentes complexos em dispositivos médicos de uso único e reutilizáveis”, disse Jeff Hrivnak, Gerente Global de Negócios da Saúde da Solvay Specialty Polymers.

A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos, comercializados sob 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluoroelastômeros, fluídos fluorados, poliamidas semi-aromáticas, polímeros sulfônicos, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho e polímeros de alta barreira – para uso nos setores Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotivo, Saúde, Membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Tubulações, Semicondutores, Fios e Cabos, e outras indústrias.

Fonte: Solvay

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Radici comemora 20 anos de presença no Brasil

22/11/2018

Crescimento orgânico, sustentabilidade, atendimento personalizado e mão de obra especializada colocaram a filial brasileira da Radici Performance Plastics em lugar de destaque

Com fábricas e sedes na América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa, uma das filiais de destaque do RadiciGroup é a brasileira. Situada no município de Araçariguama, em São Paulo, a unidade, focalizada no segmento de poliamidas e plásticos de engenharia, acaba de completar 20 anos com um crescimento sustentável e orgânico. Os planos de expansão no mercado Sul-Americano são ambiciosos e, segundo a empresa, estão sendo alcançados antes do prazo. Em 2016, a meta era sair do patamar de 16% de market share para chegar em 20% ou 25% até 2021. Em 2017, no entanto, o crescimento foi da ordem de 20%. Em 2018, a previsão era fechar com 10%, mas até o último mês de julho, o índice já apontava um valor bem acima do previsto.

A Radici atribui este desempenho à qualidade de seus produtos e à interpretação da necessidade do mercado e das particularidades de cada cliente. Só a indústria automobilística representa 40% dos negócios da filial brasileira, seguida de eletroeletrônicos com 17% e embalagens com 12%.

“Administrar uma empresa não é fácil. Por isso, eu sempre brinco que uma boa gestão empresarial deve ser igual ao controle de uma geladeira. Nada pode sobrar ou estragar, tudo precisa ser utilizado, ou seja, controle absoluto de estoque, matérias-primas, sobra de aditivos etc.,” explica Jane Campos – Country Manager da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.

E apesar do cenário econômico no país, a Radici não desanimou e continuou a investir em seu parque fabril. De 2017 a 2018 foram mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e de recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa tem capacidade instalada de 20 mil toneladas por ano, um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua autonomia para atender à crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

Outro ponto importante é que, apesar da escassez mundial de matéria-prima PA 66, a companhia nunca deixou de atender a seus clientes. Inclusive, nos últimos dois anos, a empresa teve que suspender as férias coletivas dos colaboradores. “Enquanto muitas indústrias suspenderem as atividades no fim do ano, nós mantivemos o mesmo ritmo de produção. A verdade é que temos tido muitos desafios, mas com resultados acima da média”, afirma Jane Campos. “Não adianta investir e crescer se sua mão de obra não estiver preparada para as mudanças da empresa. Por isso, um dos nossos pilares são os treinamentos internos, para mantermos a excelência na prestação de serviços”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 70 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017,e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerada uma das principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos com aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos. Com macro áreas de negócio – Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) – a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (Itema), energia (Geogreen) e Hotelaria (San Marco).

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup; Foto: Divulgação

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Coim destaca uso do poliuretano em várias soluções industriais “sob demanda”

22/11/2018

“Personalizar para conquistar o mercado”: essa foi a máxima da palestra de R. Scott Archibald, gerente de desenvolvimento e assistência técnica da linha Imuthane e TPU da Coim dos EUA. O executivo destacou a versatilidade de aplicações do poliuretano durante sua palestra “Elastômeros de Poliuretano para aplicação sob demanda” na edição 2018 da Feiplar Composites & Feipur.

Durante o painel, Scott forneceu uma visão geral da indústria de uretano,  com foco no mercado de poliuretano fundido. “Discutimos como a química de vários sistemas de poliuretano é usada para aumentar a vida útil de muitos dos mercados finais do poliuretano fundido.”, explica.

O poliuretano pode ser aplicado em diversos ramos da indústria: da mineração à produção de pneus, passando também pela utilização no setor de calçados, eletrônicos e automotivo. Adequando os diversos usos às demandas, a Coim  afirma oferecer soluções personalizadas para seus clientes em todas essas áreas.

“Antes de escolher o poliuretano a ser aplicado em um determinado projeto, é preciso prestar atenção a algumas propriedades importantes como possíveis falhas de material, agentes de cura, engenharia da peça, capacidade de processamento e também testes de campo. Como trata-se de um material muito versátil, é necessário buscar características específicas para aplicações específicas do uso que se deseja.”, pontua Scott.

“Para saber se o poliuretano é o material mais adequado ao uso que o cliente necessita, é preciso explorar as comparações dele com outros materiais. A partir dessa aferição e, respeitando e entendendo as características de cada material, conseguimos determinar se ele é ou não a melhor opção para aquela aplicação.”, explica R. Scott.

Poliuretano e o futuro da mineração

Setor responsável por movimentar milhões de dólares todos os anos, a mineração também encontrou o seu modo de incorporar o poliuretano às rotinas produtivas. Em função do seu custo benefício e características importantes para esse segmento industrial – como versatilidade e durabilidade- , o produto rapidamente ganhou espaço. “O poliuretano fundido já vem sendo utilizado dentro da mineração há algumas décadas, porém, cada vez mais esta tecnologia tem sido empregada nesse mercado, seja em substituição a produtos que já existem ou na criação de novas peças.”, explica Ari Sales Bento, gerente de negócios da Coim.

Os pré-polimeros de fundição – ou casting como são conhecidos – são elastômeros com excelentes características físicas. O fato dos principais componentes serem líquidos permite criar um número expressivo de peças para as mais variadas aplicações. “Os itens mais conhecidos são, telas, revestimento de tubos, raspadores de correia, bombas etc. A utilização se deve à resistência a abrasão, ao rasgo, corte, resiliência, elasticidade etc. O crescimento no interesse por esse tipo de tecnologia vai ao encontro de uma busca da indústria de mineração por um melhor desempenho e longevidade dos equipamentos, uma vez que a tendência nesse tipo de trabalho é que se desgastem mais rapidamente.”, completa Bento.

A Coim (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e grande fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa possui unidades fabris na Itália, Brasil (foto), Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Coim

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Eastman e Solac apresentam liquidificador duplo com jarra de copoliéster

22/11/2018

O Orbit Solac é movido por uma base de motor duplo. Acompanha uma jarra de 2,5 litros e dois containers de 500ml 2GO! fabricados com o copoliéster Tritan™ da Eastman

O Grupo Taurus, multinacional de origem espanhola atuante no segmento de eletrodomésticos, acaba de lançar, no México, o “Orbit”, o primeiro liquidificador duplo sob sua marca Solac. Este produto inovador inclui uma jarra de 2,5 litros e duas garrafas 2GO!, fabricadas com o copoliéster Tritan™ da Eastman.

O Orbit da Solac é pioneiro no uso, no mercado mexicano, do copoliéster da Eastman para fabricação de produtos que mantém contato com alimentos.

A Solac e a Eastman relatam que a parceria entre elas surgiu da necessidade de oferecer ao mercado um produto durável e de qualidade. Para demonstrar a durabilidade do produto, o Orbit da Solac possui uma garantia de 5 anos em sua jarra, assim como nas garrafas de 500ml.

“Um dos eletrodomésticos mais utilizados na cozinha é o liquidificador. O Orbit proporciona aos segmentos doméstico e profissional excelente desempenho, potência e durabilidade por um preço justo e acessível. Ao oferecer a praticidade de performance de dois trituradores ao mesmo tempo, também reduz o tempo de preparação”, afirma Maria Fernanda Riestra Ampudia, gerente sênior de Marketing de Produto da Solac para o México e América Central.

A jarra maior, de 2,5 litros, utiliza ambos os discos para triturar os ingredientes até um nível celular, sem deixar resíduos fibrosos ou pedaços de alimentos e gelo. Os recipientes 2GO! oferecem a flexibilidade da preparação de uma porção única. A fabricante de matéria prima afirma que todas as jarras Tritan são resistentes a estilhaçamento e são fáceis de lavar.

Segundo a Eastman, o Tritan oferece muitas vantagens sobre vidros e plásticos tradicionais, incluindo a habilidade de resistir a manchas e a suportar mudanças bruscas de temperaturas, sem quebrar ou trincar. Após a preparação de bebidas quentes, os usuários podem simplesmente lavar o container e, em seguida, bater uma bebida bem gelada, sem perder a transparência ou durabilidade do recipiente, garante a empresa.

De acordo com Rogério Dias, gerente regional da América Latina para Plásticos Especiais da Eastman, “no que diz respeito às jarras de liquidificador, sempre existe uma preferência pelo vidro como material de fabricação no lugar de plásticos. No entanto, o Tritan oferece as vantagens de um material premium, livre de BPA, com menor peso, maior resistência a impacto e transparência superior”.

“Tritan é um material de excelente qualidade para o nosso liquidificador Orbit”, acrescenta Guillermo Freyria Pérez, responsável pelo departamento de Inovação e Desenvolvimento da Solac. “Ele complementa perfeitamente a promessa de durabilidade enquanto soluciona os principais problemas do vidro e oferece aos consumidores benefícios maiores”.

O liquidificador Orbit da Solac está disponível em lojas de departamento no México e poderá ser encontrado na Europa em 2019.:

A Eastman é uma empresa global de materiais plásticos e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

A Solac é uma companhia espanhola com mais de 100 anos no mercado europeu. Segundo a empresa, ela lançou o primeiro ferro de passar elétrico. O Orbit, assim como os outros produtos da marca Solac, é resultado de vários anos de pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Stratasys lança novo elastômero e materiais com cores vibrantes para impressão 3D

15/11/2018

  • Desenvolvido para as impressoras 3D da Série F123, o novo termoplástico oferece elasticidade e durabilidade;
  • Materiais com cores vibrantes possibilitam protótipos ultrarrealistas nas impressoras 3D modelos J750 e J735

Impulsionando a Manufatura Aditiva, a Stratasys lança um elastômero e materiais aprimorados para seus principais equipamentos das tecnologias FDM e PolyJet, com aplicações em prototipagem rápida, produção de ferramental customizado e peças de uso final. Segundo a empresa, a solução de elastômero FDM oferece novos níveis de elasticidade e durabilidade aos fabricantes, com suporte solúvel, enquanto as cores avançadas dos materiais da tecnologia PolyJet proporcionam maior realismo, transformando os processos tradicionais de design e prototipagem. Os materiais já estão disponíveis para comercialização no mercado brasileiro.

Com o novo material elastômero, os clientes podem produzir peças com resistência única e com a capacidade de alongamento ou compressão, sem comprometimento da forma, afirma a empresa. Disponível para as impressoras 3D da Série F123, o elastômero Stratasys TPU 92A destina-se a atender às Caixas de texto:  a Stratasys assegura que o seu elastômero TPU 92A permite aos clientes imprimir em 3D peças com resistência única – com grande capacidade de alongamento ou compressão, sem perder sua forma – necessidades dos fabricantes que precisam de peças com capacidade de alongamento, alta resistência e total liberdade de design. Com o suporte solúvel, a nova solução pode reduzir significativamente o tempo de produção e os custos de trabalho, garante o fabricante.

“A criação de peças de elastômero usando silicone tradicional ou moldes CNC é um processo extremamente caro e demorado. Ao mesmo tempo, entendemos que outras técnicas aditivas não podem, por si só, apresentar peças com o tamanho e a complexidade obtidas com o nosso material elastômero”, diz Zehavit Reisin, Vice-Presidente e Head da área de Soluções e Materiais, Stratasys. “Os fabricantes precisam de soluções de impressão 3D que possam ser colocadas em operação em ambientes reais e extremos de prototipagem e de produção. Com peças confiáveis e altamente resistentes, nossas soluções são desenvolvidas para permitir que eles obtenham exatamente isso”, complementa Reisin.

“O novo material Stratasys 92A é interessante para nossos clientes, pois quando combinado com suporte solúvel, oferece a oportunidade de produzir peças de elastômero médias ou grandes, complexas, duráveis e resistentes, que antes eram inviáveis”, afirma Vince Anewenter, Diretor do Consórcio de Prototipagem Rápida, Escola de Engenharia de Milwaukee.

Realismo aprimorado para protótipos avançados

A Stratasys anunciou também uma variedade de novos materiais para suas impressoras 3D PolyJet J750 e J735, os quais, segundo a empresa, permitem a produção de protótipos altamente realistas. Os lançamentos incluem cinco novos materiais com capacidade de imitar borracha, couro ou plástico. Estes materiais são projetados para permitir que as equipes atendam melhor aos objetivos específicos do projeto, agilizem as iterações e reduzam os tempos de lançamento dos produtos no mercado, afirma a Stratasys.

Caixa de texto: As novas opções de materiais para as impressoras 3D PolyJet J750 e J735 da Stratasys são projetadas para criar protótipos mais realistas em termos de texturas e cores vívidas. De acordo com a Stratasys, o material Agilus30 White pode imitar peças emborrachadas como vedações e juntas para montadoras – ou modelos em cores vívidas usados para protótipos de artigos esportivos, componentes eletrônicos ou brinquedos/bonecos. Mesclando materiais rígidos e macios, o Agilus30 White produz a maior variedade de protótipos realistas com alto nível de detalhes em um único processo de impressão, afirma a fabricante do material. Como o mais novo membro da família de cores Agilus, que inclui preto e transparente, o Agilus White é essencial para indústrias como a de saúde, na qual a cor branca é necessária para certas aplicações, como protótipos de dispositivos médicos.

O material VeroVivid Cyan expande a gama de cores das impressoras 3D J750 e J735 para mais de meio milhão de cores distintas, abrangendo do rígido ao opaco, flexível e transparente. Produzindo cores vibrantes e transparência em um único processo de impressão, a VeroVivid Cyan e o novo VeroFlexVivid criam protótipos efetivos e realistas para indústrias de bens de consumo, embalagens e óculos, afirma a Stratasys. Usando o software GrabCAD Print, os designers podem imprimir em 3D com maior precisão de cores.

Antero 800NA e MED625FLX

Cumprindo o plano previamente anunciado, a Stratasys disponibiliza um termoplástico FDM baseado em PEKK – o Antero800NA – disponível para a impressora 3D Fortus 900mc. Segundo a empresa, este material de alto desempenho é resistente a produtos químicos, possui propriedades ultrabaixas de liberação de gases e apresenta alta resistência ao calor – ideal para aplicações espaciais e em aeronaves.

De acordo com a Stratasys, o seu MED625FLX é um material biocompatível, adequado para aplicações dentais e ortodônticas, além de procedimentos de implantologia. Já disponível nas impressoras 3D Objet260 Dental e Objet260/500 Dental Selection, o material permite a impressão direta de modelos de arcada flexíveis. Segundo a empresa, isto possibilita aos ortodontistas reduzirem o tempo de colocação e de alinhamento de braquetes em até 75%, sendo que o  material também permite diminuir o custo de produção em laboratórios em 40%.

Stratasys na formnext 2018

A Stratasys está lançando sua solução de elastômero e suas novas opções de materiais avançados na formnext 2018, realizada em Messe Frankfurt, Alemanha, a partir da terça-feira, 13 de novembro, até sexta-feira, 16 de novembro. A empresa está proporcionando demonstrações práticas exclusivas, casos detalhados de uso do cliente e apresentações durante toda a exposição – Hall 3.1, Estande G40.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Stratasys

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Chem-Trend apresentou novidades em diversos segmentos na Feiplar Composites & Feipur 2018

13/11/2018

A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg que atua no mercado de agentes desmoldantes, participou da edição 2018 da Feiplar Composites & Feipur apresentando novas linhas de produtos, com foco em sustentabilidade e desempenho para diversos segmentos de indústrias. E aproveitou a ocasião para lançar oficialmente seu mais recente Relatório de Sustentabilidade para seus parceiros e clientes.

Tecnologia em Compósitos

A Chem-Trend possui um sistema consolidado para o mercado de compósitos (limpadores, seladores, primers e desmoldantes). Entre os produtos que diminuem o tempo de preparação do molde, a linha Flex-Z®, fabricada localmente e composta por produtos com diferentes níveis de “slip” (alto, médio, baixo), é elaborada com solvente ambientalmente amigável.

Segundo a empresa, com o sistema “wipe on leave on”, é possível obter uma fácil aplicação, sem a necessidade de remover excessos, e ainda promover resultado com alto brilho e durabilidade para o ferramental retirando as imperfeições. A Chem Trend afirma que ele reduz o acúmulo de produto, fazendo com que o molde fique limpo por mais tempo, sendo indicado para moldagens de todos os tamanhos em processos abertos e fechados.

Fabricado no Brasil, o Chem-Trend® Flow Promoter possui função auxiliar, ou seja, não substitui o desmoldante, mas melhora o acabamento superficial de peças rotacionalmente moldadas devido à cobertura em áreas de difícil preenchimento e fluxo, rápida secagem e formação de filme protetor, garante a empresa.

Já a linha Zyvax®1070W, de agentes desmoldantes à base de água e não inflamável, é destinada para o segmento aeroespacial. Segundo a Chem-Trend, sua formulação reduz o tempo de aplicação e o aumento de calor. É livre de silicone, fazendo com que a limpeza das peças seja mais rápida e exija um menor esforço físico.

Tecnologia em Poliuretanos

Para o mercado de Poliuretanos (PU), a empresa desenvolveu várias novas linhas.

A série Chem-Trend® PU-21 é composta por produtos convencionais, com tecnologia híbrida e base aquosa, tendo como características o alto flash point e baixa emissão de VOCs – Compostos Orgânicos Voláteis -, elementos químicos potencialmente perigosos à saúde e ao meio ambiente. Essa linha é indicada para a aplicação de espuma flexível moldada de PU e, segundo a empresa, oferece benefícios como acabamento superficial de qualidade, poder de desmoldagem, baixo acúmulo na cavidade do molde e redução do nível de refugo e retrabalho, além de redução de riscos associados a flamabilidade e promoção de um abiente mais seguro.

Para solados e palmilhas em PU, foi desenvolvida uma linha especial à base de água, o Chem-Trend® PU-23W, que garante acabamento superficial, aplicação em uma ampla faixa de trabalho com diferentes temperaturas e durabilidade em processos que são submetidos à pintura posterior.

Para o segmento de pele integral (IMC e revestimento com couro) e indústria moveleira, a Chem-Trend também desenvolveu uma nova linha de produtos à base de água, o Chem-Trend® PU-25, que oferece itens compatíveis com diversos tipos de sistemas de poliuretano em uma ampla faixa de temperatura.

“Nossos clientes estão cada vez mais atentos às questões sustentáveis e acabam optando por parceiros que desenvolvem soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Pensando nisso, a Chem-Trend reformulou seu portfólio de produtos, sem perder a qualidade já reconhecida pelo mercado”, comenta Patricia Ajeje, Diretora de Vendas da empresa no Brasil. “Os diversos desenvolvimentos só corroboram a ideia de que não fornecemos apenas especialidades químicas, e sim produtividade e qualidade de processo e produtos aos clientes. É a forma como adicionamos valor”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem-Trend

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Unidade de Uretanos da Lanxess participou da feira e congresso Feipur & Feiplar

12/11/2018

Participação no evento reforçou o compromisso da empresa com o segmento de pré-polímeros

A Lanxess participou da Feipur & Feiplar Composites – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretanos e Plásticos de Engenharia, que ocorreu entre 6 e 8 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na oportunidade, foi apresentado o portfólio de produtos da unidade Urethane Systems, líder no desenvolvimento de sistemas de pré-polímeros de uretano para elastômeros, revestimentos, adesivos e selantes.

A presença da Lanxess na feira reforçou a importância que o setor de Uretanos tem para a companhia, que está construindo uma nova planta para a produção de pré-polímeros em Porto Feliz (foto), com previsão de ficar pronta no segundo trimestre de 2019. “A nova unidade irá ampliar a capacidade produtiva da companhia, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções”, explica Ailton Pereira, gerente de vendas, assistência técnica e desenvolvimento, da unidade Urethane Systems, da Lanxess.

A Lanxess também marcou presença no Congresso através de dois painéis setoriais. Na terça-feira, dia 6, Bruno Moraes de Nadai, vendedor técnico da divisão de Poliuretanos e Julie Chapelet, gerente de marketing estratégico global, falaram no Painel de Petróleo e Gás sobre as soluções de poliuretano da Lanxess para aplicações tradicionais e de extrema demanda técnica desse mercado. Na quarta- feira, dia 7, a divisão de Uretanos marcou presença com o tema “Novos desenvolvimentos para o mercado”, no painel de Mineração, que foi apresentado por Ailton Pereira, Gerente de vendas, assistência técnica e desenvolvimento e Jean Pauletto, Especialista em assistência técnica para sistemas de PU.

Entre as novidades que foram apresentadas no evento estão os tubos sem pós-cura utilizados no segmento de mineração e os adesivos para a reciclagem de colchões e pneus. “Com esse adesivo, pedaços de espuma gerados na produção de colchões podem ser aglomerados e assim utilizados em conjunto na confecção dos mesmos, bem como borrachas moídas podem se transformar em pisos de playground e academias, podendo também ser aplicados como isolante acústico na construção civil”, complementa o executivo.

A Lanxess Urethane Systems é líder em sistemas de poliuretano para elastômeros, revestimentos, adesivos e selantes, com foco especial em sistemas livres de solventes e monômeros. A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de 9,7 bilhões de Euros em 2017 e cerca de 19.200 funcionários em 25 países. Atualmente, a empresa está representada em 74 unidades de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Solvay apresentou solução para expansão de espumas de poliuretano durante Feipur

12/11/2018

Segundo a Solvay, seus agentes de expansão de espumas de poliuretano da linha Solkane® estão alinhados ás melhores soluções para isolamento térmico encontradas no mercado, tendo em vista as restrições impostas pela regulamentação internacional criada pelo Protocolo de Montreal, há 31 anos, que foi referendado e ampliado pela Emenda de Kigali, aprovada em 2016.

Segundo Mário Sérgio Avezú, responsável por Vendas e Marketing na América do Sul da unidade global de negócios Special Chem da Solvay, os produtos da linha Solkane® têm obtido sucesso como alternativa a outros agentes de expansão comercializados na região.

“Dadas as suas características e propriedades, o hidrofluorcarbono pentafluorbutano HFC 365 mfc e suas blendas com heptafluorpropano 227ea são os produtos ideais para substituição do HCFC 141b na expansão de espumas de PU destinadas a isolamento térmico”, diz Avezú. São compatíveis com todas as demais matérias-primas, como os polióis, isocianatos, silicones, retardantes de chama etc., exigindo apenas alguns ajustes na receita, sem implicar alterações na linha de produção, afirma a empresa.

Segundo a Solvay, os produtos da linha Solkane® têm ODP (potencial de degradação da camada de ozônio) igual a zero, ou seja, diferentemente do HCFC-R141b, não agride a camada de ozônio. Entre os benefícios oferecidos por essas soluções destacam-se a facilidade e segurança de manuseio combinadas a um o desempenho superior em termos de propriedades das espumas e custo satisfatório, garante o fabricante. Permitem a obtenção de espumas satisfatórias quanto a estabilidade dimensional e resistência a compressão e com elevada capacidade de isolamento térmico, tanto quando recém produzidas quanto após o envelhecimento.,

Os produtos Solkane® estão entre as opções mais confiáveis, seguras, eficientes e econômicas para o atual ambiente de negócios, garante Mário Sérgio Avezú, ressaltando que estão perfeitamente alinhados com os prazos de substituição de HCFCs e HFCs estabelecidos para o mercado brasileiro com base no Protocolo de Montreal e na sua Emenda de Kigali.

“Temos trabalhado junto aos clientes e ao mercado em geral com o objetivo de reforçar nossa mensagem de que somos um player ativo, que oferece soluções competitivas e adequadas às suas necessidades”, assinala Avezú. Ao mesmo tempo, a Solvay tem intensificado suas atividades nesse segmento, buscando criar produtos inovadores para apoiar o desenvolvimento futuro dos clientes.

Fonte: Solvay

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