Archive for the ‘Resinas’ Category

Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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BASF fecha aquisição do negócio de poliamida da Solvay

03/02/2020

A BASF concluiu em 30 de janeiro a aquisição do negócio de poliamida (PA 6.6) da Solvay. A transação amplia os recursos em poliamidas da BASF com produtos bem conhecidos, como o Technyl. Isso permitirá que a BASF ofereça suporte a seus clientes com mais soluções em plásticos de engenharia, por exemplo, para veículos autônomos e mobilidade eletrônica. A transação também aumento o acesso da empresa a mercados em crescimento na Ásia, bem como na América do Norte e do Sul. Através da integração vertical com a fabricação de adiponitrila (ADN), matéria prima chave, a BASF estará presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6 e melhorará sua confiabilidade no fornecimento. O preço de compra do negócio de poliamida, adquirido pela BASF em dinheiro e sem dívidas, é de € 1,3 bilhões; as vendas geradas em 2018 foram de cerca de 1,0 bilhão de euros. O negócio será integrado às divisões Performance Materials e Monômeros da BASF.

A transação entre a Solvay e a BASF inclui oito unidades de produção na Alemanha, França, China, Índia, Coréia do Sul, Brasil e México, além de centros de pesquisa e desenvolvimento e centros de consultoria técnica na Ásia, América do Norte e do Sul. Além disso, abrange ações de duas joint ventures (JV) na França: a participação de 50% da Solvay na Butachimie, uma JV com a Invista para produzir ADN e hexametilenodiamina (HMD), e uma participação de 51% na nova JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals, para produzir ácido adípico.

Aproximadamente 700 funcionários da Solvay ingressam na BASF. A JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals na França emprega aproximadamente 650 funcionários e a JV Butachimie entre a BASF e a Invista possui aproximadamente 400 funcionários.

Essa é a última etapa da transação acertada entre a Solvay e a BASF, para a qual a Comissão Europeia exigiu a cessão de alguns dos ativos da área de Performance Polyamides da Solvay para terceiros.

Esses ativos, que foram adquiridos pela empresa Domo Chemicals, incluem os locais de produção de poliamidas da Solvay em Belle-Etoile e Valence (França), além de participação na joint venture recém-criada entre a BASF e a Domo. Também envolvem locais de produção em Gorzow (Polônia), Blanes (Espanha) e atividades comerciais na Alemanha e Itália.

A BASF adquirirá todas as atividades de Performance Polyamides da Solvay que não foram compradas pela Domo Chemicals e que fazem parte do contrato original entre a Solvay e a BASF, assinado no final de 2017.

A conclusão do negócio permitirá à Solvay fortalecer seu recentemente anunciado programa de crescimento denominado G.R.O.W., cuja estratégia tem como base três pilares principais – Materiais Avançados, Produtos Químicos e Soluções.

O Grupo Solvay informa ainda que no Brasil mantém sem alterações suas atividades de produção e comercialização de produtos químicos intermediários, polímeros e fibras e fios têxteis de poliamida, cujas fábricas estão instaladas em Paulínia e em Santo André (SP).

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Primeiro lote de exportação de uvas de cooperativa paulista para Hong Kong é acondicionado em conservadoras da Termotécnica

03/02/2020

A Termotécnica vem estreitando parceria com a Cooperativa Agroindustrial APPC, que representa um grupo de produtores rurais de Pilar do Sul (SP). Formada, em sua maioria, por descendentes de imigrantes japoneses –, a APPC tem como foco a produção de frutas diferenciadas e de alto padrão, entre elas uvas, atemoias, tangores (um tipo de tangerina), ameixas, nêsperas, pêssegos e lichias.

O carro-chefe da APPC é a Pilar Moscato, uva gourmet que é marca registrada da Cooperativa. No primeiro lote de exportação desta uva para Hong Kong, realizada agora em janeiro de 2020, as frutas de qualidade premium viajaram acondicionadas nas conservadoras DaColheita fabricadas pela Termotécnica.

Segundo a empresa, as conservadoras DaColheita permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Na corrida contra o tempo,que acontece no trajeto entre o produtor e o consumidor, as soluções DaColheita ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, afirma a Termotécnica, que também garante que a embalagem mantém as propriedades nutricionais e as condições ideais para frutas e hortaliças preservarem sua integridade, qualidade nutricional e frescor por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, ao proteger contra trocas bruscas de temperatura, as conservadoras DaColheita contribuem para reduzir podridões e conservar o peso e o aspecto de frescor das frutas.

Como consequência, assegura a empresa, essas características aumentam o valor agregado com a percepção de fruta de qualidade superior, ao meesmo tempo em que promovem aumento do giro das mercadorias, o fortalecimento da marca do produtor com identidade visual e associação à qualidade.

A Termotécnica afirma que as soluções DaColheita também abrem um leque de oportunidades para ofertar o produto em outros períodos além da safra.

A parceria entre a Termotécnica e a Cooperativa Agroindustrial APPC foi destacada na 2ª Cerimônia de Início de Safra da Uva Pilar Moscato, que ocorreu no último sábado, 25 de janeiro, na Associação Cultural e Desportiva de Pilar do Sul (KAIKAN).

“Temos um grande ativo de proximidade e reconhecimento da marca DaColheita para FLV junto a toda a cadeia, desde os produtores no campo, o canal de distribuição e o varejo de hortifrútis especializado. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para todas as culturas de produtos frescos”, afirma o coordenador Comercial/Região Sudeste da Termotécnica, Pedro Scatena.

O diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira, reforça: “somos reconhecidos pelos agricultores por não apenas fornecer o produto, mas introduzir novas tecnologias e soluções e um novo modelo de negócios para agregar valor à produção de hortifrutis brasileiros. Essa visão de que somos protagonistas no desenvolvimento de ações inovadoras neste mercado com soluções de pós-colheita tem sido extremamente positiva para nossa marca e para a credibilidade do nosso trabalho”.

Sustentabilidade

As soluções DaColheita reforçam o compromisso da Termotécnica com a economia circular, desenvolvendo soluções de embalagens sustentáveis. O EPS (isopor), usado na fabricação das embalagens DaColheita, é um material 100% reciclável formado por 98% de ar, não utilizando CFC e HCFC e por isso não gerando danos à camada de ozônio. Por ser inerte, não prolifera fungos e bactérias. O seu processo requer baixa utilização de recursos naturais como água e energia, não contamina e não gera riscos à saúde e ao meio ambiente.

Desde 2007, a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – ou seja, 1/3 de todo o material consumido no país. Além da parceria próxima com os produtores e agentes de toda a cadeia logística, a Termotécnica amplia também o trabalho com os varejistas para aderirem ao Reciclar EPS e disponibilizarem ao consumidor final pontos de recolhimento para reciclagem deste material.

Aos 58 anos, a Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e produz desde soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas até itens para Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Pirabeiraba (SC).

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Premiação promovida pelo Indac ressalta atributos do acrílico

03/02/2020

De projeto arquitetônico de 20 toneladas aos objetos mais delicados, plástico nobre ajuda a criar peças únicas

Para incentivar mais profissionais a exporem seus projetos e descobrirem as potencialidades do acrílico, o INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), criou o Prêmio Design em Acrílico. Neste mês, o Instituto anunciou os ganhadores da quinta edição do prêmio, que teve inscrições abertas até 14 de dezembro do ano passado. “Tivemos inscrições de todo o país, o que nos permite conhecer e apresentar para o mercado o trabalho feito por profissionais e empresas de todos os cantos do Brasil”, diz Carlos Rizzo, arquiteto fundador da Acrilaria e membro do corpo diretivo do Instituto.

Nesta edição do Prêmio, o primeiro lugar ficou com o projeto COBERTURA RETRÁTIL DO SHOPPING CIDADE JARDIM (foto), em São Paulo. Maior cobertura telescópica da América Latina, a obra pesa 20 toneladas e conta com sistema retrátil motorizado, além de 16 módulos compostos de alumínio estrutural e cobertos com chapas de acrílico cast transparente de 3mm de espessura cada. “Precisávamos cobrir duas áreas de 15mX30m cada no último piso do shopping. Projetamos então, para cada uma delas, oito conjuntos de estruturas metálicas independentes, sendo apenas dois deles fixos. O acionamento é feito via controle remoto”, explica Marco Antonio Pie, responsável pelo projeto. “Optamos pelo acrílico pela leveza e transparência que ele proporciona. O manuseio das placas nos conjuntos, manutenção, conforto térmico e acústico, também impactaram na escolha do material”, conta.

Embora seja amplamente usado em edificações em países da Europa e da Ásia, o acrílico ainda é pouco explorado pelos arquitetos e engenheiros civis brasileiros, conta Rizzo: “A escolha acertada do material nesse projeto chamou bastante a atenção de nós, jurados, que ainda ficamos bastante impressionados com a beleza do trabalho. Recebemos trabalhos de diversas modalidades, o que mostra na prática a versatilidade que o acrílico tem de atender a diferentes propósitos e demandas. Não por menos ressaltamos que o acrílico é incrível para nichos diversos, como a movelaria, a comunicação visual, a iluminação, a arquitetura e a engenharia. Se fossemos separar os projetos que recebemos por áreas, teríamos com certeza uma dúzia de nichos diferentes sendo representados”.

O segundo projeto premiado pelo Instituto nesta edição do evento vem do segmento de design de interiores: A ADEGA DE VINHOS de Alexandre Lima, de Recife, com prateleiras verticais de acrílico e furos angulados, espelho e iluminação especial, proporcionam um ambiente onde a garrafa do vinho suspensa parece flutuar, totalmente livre de qualquer interferência visual, tanto na parte da frente como na de trás. No projeto, conta Alexandre, o grande desafio foi o de deixar as garrafas em ângulo inclinado com apenas um furo nas pranchas verticais de acrílico, como sustentação. “Para resolver, aumentamos a espessura da chapa para proporcionar mais área de sustentabilidade ao gargalo, daí partimos para os furos angulados e transversais, pois desta maneira as garrafas ficariam na posição correta de repouso”, explica.

Lima, que foi revendedor de chapas de acrílico no começo do seu trabalho, descobriu na transformação da peça sua verdadeira vocação: “O acrílico se ajusta a tudo que se deseja, com uma farta diversidade de cores, espessuras e formas. É só pensar e desejar que se cria”.

Direcionada ao segmento moveleiro, a POLTRONA NOME – AK, de Thais Oncken, ficou com o terceiro lugar da premiação. A peça, que mistura acrílico transparente e madeira de demolição, traduz não apenas a versatilidade que esse plástico tem de ser moldado das formas mais variadas, mas, principalmente, de sua enorme capacidade de adequação a outros materiais. “O acrílico é extremamente resistente, transparente e tem muitas características positivas para ter seu uso muito ampliado no design de interiores ou em projetos de arquitetura e engenharia, como guarda-corpos de prédios e escadas e boxes de banheiros”, diz Thais. Oncken é designer e trabalha exclusivamente com acrílico há seis anos.

Júri Popular

Além das escolhas feitas pelos jurados do INDAC, a entidade ainda promoveu um júri popular em seus canais de comunicação digital, onde foram escolhidos outros três projetos. O primeiro colocado desta categoria foi o APARADOR COLONIAL DE ACRÍLICO, de Danilo Cardoso: “A peça define-se em uma mistura de estilos. Os pés foram inspirados nos móveis talhados em madeira trazidos pelos portugueses ao Brasil colônia. Já o tampo tem um estilo mais contemporâneo. Desta forma aliamos o design do móvel à nobreza e sofisticação do acrílico”, conta. O móvel foi desenvolvido para um projeto de decoração da arquiteta Mônica Andrade em um apartamento no bairro nobre de Salvador”, conta o empresário.

O segundo lugar da escolha popular ficou com a MESINHA DE CENTRO OU CANTO, de Paulo Sérgio de Oliveira e Silva. Nela, de forma totalmente artesanal, o designer uniu acrílico e madeira, aplicando no plástico a arte milenar da marchetaria. “Essa experiência recente de manipular o acrílico me mostrou que o material é um mundo que não tem limite para criações”, explica o marceneiro que tem artesanato como hobby.

O segmento de comunicação visual e merchandising, que é, no país, o maior consumidor do acrílico, também teve um trabalho ressaltado na premiação. O TROFÉU DO PRÊMIO MINUANO DE LITERATURA, desenvolvido por Bárbara Lopes, surpreende pela composição e leveza. “Esse troféu foi criado para atender um concurso literário com temática no vento Sul, aquele que traz as tempestades e, aqui no Sul do Brasil é chamado de Vento Minuano”, conta Bárbara. Entre os desafios do projeto, diz ela, que há mais de 20 anos trabalha com criação e desenvolvimento de peças em acrílico, estava a confecção das páginas em ângulos que ficassem seguros, mas, ao mesmo tempo, que remetessem a sensação de folhas sendo sopradas pelo vento. Deu certo.

Prêmios

Única premiação do setor de acrílico no país, o Prêmio Design em Acrílico do INDAC visa valorizar os trabalhos que melhor ressaltam algumas das muitas características do material, como beleza, transparência, versatilidade, leveza e alta capacidade de propagação da luz.

Neste ano, o 1º colocado ganhou um tour no Salão de Design de Móveis de Milão (ISALONI), com direito também a estadia na cidade italiana, além de traslado do hotel ao evento. Os outros ganhadores terão seus trabalhos expostos pelo INDAC, além de receberem um troféu confeccionado exclusivamente para o Prêmio.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 35 filiados em todo o país.

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Eastman expande capacidade de fábrica em Dresden (Alemanha) para apoiar nova linha de revestimento e de laminação de películas

28/01/2020

A Eastman Chemical Company anunciou uma expansão de capacidade em sua fábrica de Dresden, na Alemanha, para apoiar uma nova linha de revestimento e de laminação. Esse investimento dará suporte ao crescimento do mercado para as películas de proteção à pintura e das películas para vidros da Eastman, afirma a empresa. A ampliação complementará os ativos da Eastman em Martinsville, Virgínia (EUA), e deve estar funcionando em meados de 2021, além de gerar aproximadamente 50 novos empregos na unidade.

“Estamos muito empolgados em anunciar esse investimento em nossa fábrica de Dresden e em nossos negócios de películas”, diz Erin Bernhardt, gerente geral dos negócios de Performance Films da Eastman. “A capacidade adicional nos permitirá atender ao forte crescimento contínuo que estamos observando na Europa e ao redor do mundo para nossas películas de proteção à pintura, além de proporcionar versatilidade para responder às crescentes necessidades dos clientes em películas para vidros, nos segmentos automotivo e arquitetônico de alto valor”.

Segundo a Eastman, a sua película de proteção à pintura feita de uretano é elástica, transparente e ajuda a proteger e preservar superfícies automotivas pintadas de fábrica. O produto é óticamente claro e formulado cientificamente para criar uma camada forte e confiável de proteção contra danos causados ​​por rochas, sal, insetos e outros detritos da estrada, afirma a empresa. Sua tecnologia de auto regeneração repara arranhões por meio do uso do calor do sol ou do motor do carro, informa a fabricante da película.

As películas de proteção à pintura são uma categoria crescente de acessórios automotivos que aprimora a estética e a longevidade dos veículos e outras superfícies pintadas. A Eastman reinvidica a liderança desse mercado com as marcas LLumar, SunTek e V-KOOL.

A empresa também anunciou uma série de investimentos significativos em películas de proteção à pintura, incluindo um Centro de Excelência de Padrões e Softwares de Filmes de Desempenho (Performance Films), várias expansões em sua unidade de fabricação em Martinsville e o software de padrão e operações de negócios Core.

A unidade de Performance Films faz parte do segmento de negócios de Materiais Avançados da Eastman.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que atua em atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

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Unidade reativa da Engel para polimerização de ε Caprolactam in situ agora disponível em dois tamanhos

24/01/2020

A polimerização in situ abre muitas oportunidades na produção de componentes plásticos com matriz de poliamida termoplástica reforçada com fibra. Com base em reforços têxteis secos, a polimerização e a moldagem são combinadas, permitindo processos de produção em série particularmente eficientes e automatizados, em aplicações, por exemplo, de engenharia automotiva leve. A Engel diz que o fator decisivo para a eficiência do processamento e a qualidade do produto é a unidade reativa desenvolvida especificamente para a preparação e injeção de ε Caprolactama. A Engel lançou um sistema com um tamanho menor.

A Engel afirma que a nova unidade reativa menor pode lidar com volumes da matriz entre 10 e 600 cm³, oferecendo flexibilidade especialmente para instalações de teste, na produção de peças de teste, amostras e peças com peso de até 1,5 kg. A unidade maior pode processar volumes da matriz de até 1500 cm³. Ambas as unidades são compactas, afirma a empresa.

Na polimerização in situ – o processo de RTM termoplástico – pré-formas pré-moldadas de fibra seca são infiltradas diretamente na cavidade do molde com a matriz reativa. Graças à baixa viscosidade da ε caprolactam no estado fundido, as fibras secas podem ser bem umedecidas. Comparado ao RTM duroplástico, torna-se possível utilizar trajetos de fluxo mais longos e um maior teor de fibras. Quando a ε Caprolactam é polimerizada para criar a Poliamida 6, é formado um compósito com capacidade de suporte de carga particularmente alta, a qual pode ser funcionalizada por moldagem por injeção imediatamente após a fabricação, no mesmo processo.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Shell Chemicals e CNOOC irão produzir policarbonato na China

16/01/2020

A Shell anunciou no dia 13 de janeiro que assinou um Memorando de Entendimento com a empresa chinese CNOOC para planejar a implantação de sua primeira unidade de produção de policarbonato em escala comercial, a qual ficaria localizada no complexo químico da Joint Venture entre as duas empresas, localizada de Huizhou, China.

A plataforma para a entrada deste novo produto é a tecnologia de processo de difenil carbonato (DPC) patenteada pela Shell, que foi desenvolvida nos últimos anos. A empresa diz que o processo obtém vantagens significativas em termos de custos, segurança, eficiência e pegada de CO2. A Shell agora combinará sua tecnologia DPC com a tecnologia de Policarbonato em fase fundida licenciada pela EPC Engineering & Technology GmbH na Alemanha.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Tecnologias da Covestro recebem selo “Solar Impulse” de Soluções Eficientes

16/01/2020

Secadoras solares para secar alimentos.

A Covestro acaba de receber o Selo “Solar Impulse” de “Soluções Eficientes” para dois projetos cujas soluções se provaram economicamente rentáveis e ambientalmente amigáveis: estufas movidas a energia solar para secagem e preservação de alimentos e uma tecnologia base água para revestimentos têxteis sustentáveis.

Este selo da Fundação Solar Impulse serve como um símbolo confiável e uma garantia de qualidade para quem busca a implementação de soluções limpas.

“Com este selo queremos reconhecer e divulgar desenvolvimentos como estas tecnologias da Covestro – desenvolvimentos que podem promover o crescimento econômico, além de presentar o meio-ambiente”, explica Bertrand Piccard, pioneiro suíço e fundador da Fundação Solar Impulse. “Ao selecionarmos mil soluções eficientes, queremos apoiar e acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis na indústria”.

Christian Haessler, Chefe de Sustentabilidade da Covestro, comemora o novo selo: “Este é um excelente reconhecimento – por especialistas independentes – de que a nossa empresa está comprometida com soluções realmente sustentáveis, que são benéficas para a sociedade, criam valor e reduzem o impacto ambiental. Acima de tudo, isso inclui o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”.

Ideias que dão frutos

Segundo a Covestro, a estufa movida a energia solar é uma solução eficiente, descentralizada, sustentável e com bom custo-benefício para a redução de perdas pós-colheita em produtos agrícolas. A alta eficiência da secadora é possível graças ao uso do policarbonato para a construção de uma estufa em formato de parábola. O material é transparente à luz visível e, em particular, à luz infravermelha e mostra boas propriedades de isolamento térmico, permitindo um rápido aquecimento da secadora.

A instalação das secadoras solares para preservação de alimentos é parte da estratégia de “negócios inclusivos” da Covestro, com a qual a empresa quer fortalecer desenvolvimentos econômicos locais, reduzir a pobreza e apoiar o progresso social integrando comunidades de baixa renda na cadeia de valor.

Até o momento, a Covestro forneceu materiais para a instalação de mais de 1500 secadoras de tamanhos diferentes na Índia e outros países asiáticos, impactando de forma significativa a renda dos agricultores regionais.

A Covestro também recebeu o selo Selo Solar Impulse de “Soluções Eficientes” por sua tecnologia INSQIN para revestimentos têxteis sustentáveis.

Produção sustentável de revestimentos têxteis

A Covestro afirma que a sua tecnologia INSQIN® aumenta de forma significante a sustentabilidade dos revestimentos têxteis. A tecnologia se baseia em revestimentos poliuretânicos de base água, tornando a produção ambientalmente amigável e fácil de ser realizada, diz a empresa. Ela também garante uma redução de 95% no uso de água e 50% de energia no processo produtivo, garante o fabricante de sistemas poliuretânicos.

Para a implementação da tecnologia, a Covestro vem trabalhando diretamente com marcas próprias nas indústrias de roupas e calçados, assim como com fabricantes têxteis. Recentemente a empresa apresentou a tecnologia à indústria automotiva, abrindo novas possibilidades para revestimentos mais sustentáveis, flexíveis e duráveis para o interior dos automóveis – com aparência e toque extraordinários.

A World Alliance for Efficient Solutions, fundada com o patrocínio da Fundação Solar Impulse, colabora com start-ups, empresas, instituições, ONGs e investidores a fim de criar sinergias, compartilhar conhecimento e construir relações para acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Dow oferecerá PEBD e PEBDL baseados em reciclados pós-consumo na América do Norte

15/01/2020

  • Dow combina suas resinas de polietileno virgem com os pellets de resina pós-consumo (PCR) da Avangard Innovative, obtidos a partir de filmes plásticos
  • Contrato exclusivo permitirá lançamento dos primeiros produtos baseados em PCR da Dow na América do Norte

Em um contrato exclusivo, a Avangard Innovative LP, empresa de Houston (Texas) especialista em valorização de resíduos, fornecerá à Dow pellets de resina pós-consumo (PCR) obtidos a partir de filme plástico, o que corresponde a uma adição significativa ao portfólio de circularidade plástica da Dow – alinhado ao objetivo da empresa de promover a economia circular de plásticos.

As duas empresas esperam começar a oferecer no final deste ano as primeiras inovações baseadas em PCR da Dow a clientes norte-americanos que estão exigindo perfis de sustentabilidade mais consistentes em aplicações direcionados, tais como revestimentos, embalagens retráteis e embalagens protetoras, entre outras aplicações. A Dow inicialmente utilizará a PCR da Avangarde para criar produtos de polietileno linear de baixa densidade (PEBDL) e polietileno de baixa densidade (PEBD).

“Estamos oferecendo aos nossos clientes as ferramentas necessárias para fornecer aos consumidores produtos feitos de plástico reciclado, tais como os revestimentos que colocam em suas lixeiras e e a embalagem retrátil que eles usam para empacotar e enviar mercadorias embaladas”, disse Victor Zapata, diretor comercial para reciclagem na América Latina e América do Norte. “Esta colaboração combina a tecnologia de coleta e classificação de resíduos da Avangard e ​​com o conhecimento da Dow em ciência de materiais, além da sua experiência em aplicações e escala operacional, a fim de oferecer um processamento consistente e um fornecimento confiável de PEBD e PEBDL baseados em PCR para nossos clientes em toda a América do Norte”.

Promovendo soluções para a economia circular de plástico

A colaboração entre a Dow e a Avangard impulsiona esforços que garantem que o valor do plástico não seja perdido após apenas somente um ciclo de uso de material.

“Qualquer plástico perdido no meio ambiente como lixo é inaceitável”, disse Nestor de Mattos, vice-presidente comercial da Dow na América do Norte para Embalagens e Plásticos Especiais. “É por isso que estamos colaborando com a Avangard para promover novas soluções que mantenham o valor dos plásticos usados. Esse esforço não apenas ajuda a Dow a atingir suas metas de sustentabilidade, mas também ajuda nossos clientes a alcançarem seus próprios objetivos de sustentabilidade, promovendo a mudança para uma economia cicular dos plásticos “.

Contrato com a Dow dá continuidade ao crescimento da Avangard

O contrato exclusivo para fornecimento de PCR à Dow, que será combinado com resinas virgens para criar novos produtos de PEBD e PEBDL, vem em seguida ao anúncio da Avangard de que está expandindo sua coleta e classificação de filmes no próximo ano – facilitada por uma segunda fábrica em Houston e novas plantas em Nevada e no México .

“A combinação de nossa colaboração com a Dow e a nossa expansão planejada torna este um momento muito emocionante para a Avangard Innovative”, disse Rick Perez, CEO da Avangard. “Construímos uma experiência de coleta e classificação de filmes ao longo de 35 anos, posicionando-nos de maneira única para oferecer materiais de PCR que permitirão à Dow desenvolver produtos circulares para seus clientes “.

A Avangard foi certificada como uma empresa comercial minoritária (MBE) pelo Conselho de Desenvolvimento de Fornecedores Minoritários de Houston (HMSDC) e pelo Estado do Texas.

O portfólio da Dow é composto pelos segmentos Materiais de Desempenho, Intermediários Industriais e Plásticos e oferece aos clientes de indústrias de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e bens de consumo, uma gama de produtos e soluções diferenciados. A Dow opera 113 unidades de produção em 31 países e emprega cerca de 37.000 funcionários em todo o mundo. Em 2018, a empresa gerou um faturamento de cerca de US $ 50 bilhões (pro forma)

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Momentive anuncia novo distribuidor brasileiro para o mercado de poliuretanos

14/01/2020

Parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição dos aditivos de uretanos no Brasil

A Momentive Performance Materials (www.momentive.com) anunciou uma parceria com a Flexível Tecnologia em Poliuretanos, que atuará como distribuidora oficial das soluções inovadoras de uretanos para o mercado brasileiro.

Os principais produtos comercializados serão os aditivos de poliuretanos da linha Niax, desenvolvidos para uma ampla gama de aplicações em espumas flexíveis, rígidas, moldadas e microcelulares de diversas indústrias.

Para a Momentive, a parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição. “Além da experiência de 20 anos em sistemas e insumos para aplicações em espumas, o amplo conhecimento deste distribuidor em poliuretano possibilita aos clientes um excelente suporte técnico”, destaca Celso Trasferetti, executivo de contas de Aditivos de Uretano da Momentive.

O novo distribuidor também acredita na sinergia com a Momentive para levar ao mercado de poliuretanos inovação em produtos, serviços de qualidade e assistência técnica especializada. “Atuamos com a mesma estratégia para manter a liderança no setor, bem como promover o crescimento mútuo das empresas”, afirma Alysson Padovani, gerente comercial da Flexível.

As duas empresas contam com laboratórios e equipamentos avançados, além de equipes especializadas no Controle de Qualidade.

A Momentive Performance Materials Inc. é líder global em silicones e materiais derivados, com uma tradição de 75 anos no mercado. No Brasil, a empresa está localizada em Itatiba, na região de Campinas, interior de São Paulo. A unidade conta com capacidade instalada para a produção de matéria-prima para os segmentos de Tintas, Adesivos, Aditivos de Uretanos, Cosméticos e Cuidados Pessoais, Têxtil, Agricultura, Construção Civil e Especialidades para a Indústria Automobilística e Aeroespacial.

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ExxonMobil apresenta soluções e aplicações voltadas para a região do Oriente Médio durante a Plastex 2020, no Egito

14/01/2020

  • Destaque em aplicações de embalagem
  • Aumentando o conteúdo reciclado em aplicações de alto valor
  • Apresentando soluções de filmes agrícolas resistentes e que usam menos material

A ExxonMobil demonstrou em seu estande na feira Plastex soluções para uma variedade de aplicações, incluindo embalagens, agricultura, construção civil e higiene e cuidados pessoais. A Plastex 2020 foi realizado no Cairo, Egito, de 9 a 12 de janeiro.

“Há uma demanda crescente na região do Oriente Médio por soluções inovadoras de embalagens que ofereçam desempenho ao mesmo tempo em que façam mais com menos”, disse Adeline Duponchel, gerente regional de desenvolvimento de mercado de polietileno da ExxonMobil. “Na Plastex, os visitantes tiveram a oportunidade de ver soluções inovadoras para uma ampla gama de aplicações, discutir seus desafios e descobrir os benefícios de trabalhar juntos para desenvolver soluções inovadoras e diferenciadas”, complementou Duponchel.

Os principais destaques da presença da ExxonMobil na Plastex incluíram:

▪ Aplicações de embalagem fabricadas com os polímeros de PE Exceed XP, Exceed e Enable, incluindo: Stand-up Pouches totalmente de polietileno (PE); sacos para aplicações pesadas ​​fabricados com polietileno reciclado (PE) em multiciclos; embalagem retrátil (shrink); e, filmes de embalagem stretch.

▪ Repensando a Reciclagem (“Rethink Recycle”) com polímeros Vistamaxx – segundo a ExxonMobil, os polímeros Vistamaxx são elastômeros termoplásticos à base de propileno que são compatíveis com outros materiais poliolefínicos. De acordo com a empresa, é uma solução comprovada e econômica, permitindo uma maior utilização de conteúdo reciclado para aplicações de alto valor. O fabricante afirma que os polímeros Vistamaxx podem melhorar as propriedades de produtos contendo conteúdo reciclado (como resistência ao impacto), agindo como um compatibilizador entre PE e polipropileno (PP) em fluxos de conteúdo reciclado.

▪ Filmes agrícolas. A Exxon Mobil diz que, como os filmes são feitos com polímeros PE de desempenho, eles são mais resistentes e finos que os filmes convencionais, tem uma vida útil mais longa e usam menos material.

“Além do “Rethink Recycle”, os polímeros de desempenho Vistamaxx ajudam a criar novas possibilidades em uma ampla variedade de aplicações, pois podem aprimorar atributos como resistência, aderência, vedação, maciez, clareza, dispersão, adesão, elasticidade e flexibilidade”, disse Gertrud Masure, Gerente de Desenvolvimento de Mercado de Vistamaxx para o EMEAF da ExxonMobil.

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Ineos Styrolution investe em fábrica de ABS de escala mundial na China

14/01/2020

Menos de um ano após o anúncio da aquisição de duas unidades de produção de poliestireno na China, a Ineos Styrolution inicia planos para aumentar significativamente sua capacidade de produção no país. A empresa planeja construir uma planta de ABS green field adjacente à planta de poliestireno de Ningbo, na província de Zhejiang, no leste da China.

Sua capacidade anual está prevista em 600.000 toneladas. A construção está prevista para começar em 2020, com conclusão prevista para 2023.

O anúncio feito pela Ineos Styrolution faz parte de um Acordo de Cooperação Estratégica mais amplo com o Governo Popular Municipal de Ningbo, assinado nesta data pela Ineos. Este acordo ajudará a facilitar o benefício mútuo entre a Ineos e Ningbo City.

“A China é o maior mercado de ABS do mundo. Esse novo investimento nos dará uma tremenda oportunidade para oferecer a nossos clientes da região grades de ABS produzidos localmente ”, disse Steve Harrington, presidente da Ásia-Pacífico.

“Nós identificamos a Ásia como um mercado em crescimento significativo”, acrescenta Kevin McQuade, CEO da Ineos Styrolution. “O anúncio de hoje mostra nossa dedicação à nossa estratégia de crescimento. Como líder global em estirênicos, estamos comprometidos em apoiar o crescimento de nossos clientes chineses com nossas novas capacidades de produção locais. ”

A Ineos Styrolution é o principal fornecedor global de estirênicos, com foco em especialidades de monômero de estireno, Poliestireno, ABS Standard e Estireno. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos do cotidiano em uma ampla gama de indústrias, incluindo a automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, brinquedos / esportes / lazer e embalagens. Em 2018, as vendas da empresa foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 pessoas e opera 20 unidades de produção em dez países.

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Solvay fornece filme termoplástico à Safran para aplicação em motor de aviões

14/01/2020

A Solvay assinou um acordo com a fabricante de motores de avião Safran para fornecer o filme de alto desempenho Halar ECTFE para os painéis acústicos do seu motor LEAP1. Segundo a Solvay, o filme feito de Halar ECTFE (copolímero etileno-clorotrifluoroetileno) com tratamento adicional de plasma oferece excelente adesão a substratos de compósitos, proporcionando uma estética superior na superfície para que se harmoniza com o ambiente ao redor.

O Halar ECTFE da Solvay, um polímero semi-cristalino parcialmente fluorado, é usado como uma camada protetora no painel do anel acústico do motor contra a agressão do ambiente hostil típico da entrada de um motor de aeronave. A Solvay afirma que o material é forte e tenaz e que sua resistência à erosão, abrasão e a produtos químicos e fluidos de aeronaves o tornam ideal para esta aplicação.

“A Solvay é uma parceira confiável de longa data da Safran, fornecendo soluções avançadas de materiais compósitos para nossos programas de motores de aeronaves e nacelas”, disse Thierry Haud, vice-presidente de compras da Safran. “O contrato de fornecimento do filme termoplástico de alto desempenho da Solvay amplia nossa colaboração mútua e consolida ainda mais o relacionamento entre nós, à medida que ampliamos nosso portfólio de materiais, técnicas e processos de ponta.”

A Solvay afirma que o seu filme Halar ECTFE mantém suas propriedades em uma ampla faixa de temperaturas, exibindo uma resistência ao impacto particularmente notável a baixa temperatura. A empresa diz que o filme demonstrou excelentes propriedades de erosão, extrema resistência à radiação UV e pode ser considerado uma excelente barreira ao vapor de água, oxigênio e outras pequenas moléculas de gás. Também é leve e durável e atende aos rigorosos requisitos da indústria aeroespacial no que diz respeito à resistência ao fogo e à queima, devido à sua inerente retardância de chama, garante a fabricante do material.

“Como líder mundial em materiais termoplásticos e compósitos de alto desempenho e possuindo uma infraestrutura operacional global, a Solvay está totalmente comprometida em dar suporte à Safran, à medida que essa empresa aprimora o design e a integração de aplicações para o programa de motores LEAP”, disse Mike Finelli, Presidente da Unidade de Negócios Globais de Polímeros da Solvay. “Os benefícios de nossa ampla gama de materiais ofertados ajudam ainda mais o ambicioso programa de motores LEAP a manter melhor seu desempenho e níveis de ruído durante toda a vida útil do motor”.

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin

09/01/2020

A Covestro obteve êxito na venda do seu negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin, situado em Munique (Alemanha), em 2 de janeiro de 2020. A venda inclui funções-chave administrativas e de vendas por toda a Europa, bem como os sites de produção na Bélgica e Itália. O segmento gerou vendas de 130 milhões de euros em 2018. O Grupo Serafin manterá as operações com 250 funcionários em todas as localidades. Além disso, a Covestro continuará sendo a principal fornecedora de matérias-primas no futuro próximo.

Com a venda deste negócio, a Covestro segue o seu plano de otimização de portfolio. O desinvestimento dá seguimento às transações concluídas na América do Norte e Índia, assim como a conversão do site de Guangzhou (China) para a produção de filmes especiais. Desta forma, a Covestro encerra suas atividades no mercado de chapas de policarbonatos.

Nova empresa chamada Exolon Group

A partir de agora, o antigo negócio da Covestro irá operar sob o nome Exolon Group (www.exolongroup.com). Dentro do Grupo Serafin, o Grupo Exolon será estabelecido como uma empresa independente de médio porte, que continuará a trabalhar na produção e distribuição de chapas de alta ualidade utilizadas em diversas indústrias e aplicações, como nas indústrias de construção civil e iluminação, além de engenharia mecânica e mobilidade.

A Covestro e o Grupo Serafin concordaram em não divulgar os detalhes financeiros da transação.

O Grupo Serafin é um grupo industrial diversificado cuja filosofia se baseia em mais de 150 anos de tradição empreendedora de sua família acionista. Com a aquisição do Grupo Exolon, as empresas do Grupo Serafin irão gerar receitas de mais de 900 milhões de euros com 5 mil funcionários.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Ineos Styrolution recebe Prêmio de Inovação da ICIS pela Reciclagem Química de Poliestireno

30/12/2019

Vencedor conjunto da categoria “Inovação com melhor benefício para o meio ambiente e a sustentabilidade”

A Ineos Styrolution, empresa atuante no setor de estirênicos, foi escolhida como vencedor do ICIS Innovation Awards na categoria “Inovação com melhor benefício para o meio ambiente e a sustentabilidade”.

O prêmio reconhece as ações da Ineos Styrolution para impulsionar a reciclagem química de poliestireno. A empresa está trabalhando com líderes tecnológicos globais em soluções de circuito fechado para poliestireno, polimerizando estireno a partir de poliestireno anteriormente despolimerizado. O desenvolvimento de soluções para uma economia circular de estirênicos está no topo da agenda da empresa e a reciclagem química de poliestireno é um dos principais projetos da Ineos Styrolution.

As soluções de reciclagem química fazem parte da recém-anunciada família de soluções ECO da Ineos Styrolution para a economia circular de estirênicos.

Norbert Niessner, Diretor Global de P&D / Propriedade Intelectual, comenta: “No início deste ano, estabelecemos uma prova de conceito com as primeiras bateladas de produção de poliestireno a partir de estireno despolimerizado anteriormente em escala laboratorial / piloto. Agora estamos trabalhando na comercialização da solução”. Ele acrescenta: “Desenvolvemos nosso processo com base em uma propriedade química exclusiva do poliestireno, a qual nos permite reverter o processo de polimerização. O poliestireno produzido a partir de resíduos despolimerizados tem propriedades idênticas às do material inicial. Em outras palavras: o processo não resulta em “downcycling” e o novo material atende até os requisitos de qualidade para contato com os alimentos. ”

Sven Riechers, vice-presidente de gerenciamento de negócios de Produtos Padrão (EMEA), observa: “Estamos empenhados em fazer da despolimerização do poliestireno a base de um modelo de negócios circular para estirênicos. Nós enxergamos os resíduos pós-consumo como um recurso valioso. Essa abordagem irá maximizar o potencial de resíduos pós-consumo como um recurso valioso e também contribuirá para um ambiente mais limpo. ”

Ele continua: “O poliestireno vem contribuindo para o bem-estar de nossa sociedade há muitas décadas. Contribui para reduzir o desperdício de alimentos, preservando os alimentos e prolongando a sua vida útil. Além disso, ajuda a economizar energia com soluções leves na indústria automotiva e com soluções de isolamento térmico na indústria da construção. Com a reciclagem química, podemos continuar a produzir poliestireno novo com os mesmos padrões de qualidade com os quais nossos clientes estão acostumados – sem impacto no meio ambiente. ”

O ICIS Innovation Award foi entregue em uma cerimônia especial em 13 de dezembro de 2019 no The Savoy Hotel, no centro de Londres.

A Ineos Styrolution é o principal fornecedor global de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos do cotidiano em uma ampla gama de indústrias, incluindo automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, brinquedos / esportes / lazer e embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 pessoas e opera 20 locais de produção em dez países.

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Evonik e Dow desenvolvem síntese direta em escala industrial de Propileno Glicol a partir de propeno e peróxido de hidrogênio

25/12/2019

Fluidos descongelantes para aviões com base em Propileno Glicol desempenham função importante na segurança, continuidade e pontualidade das viagens aéreas em condições climáticas severas

  • Parceria estratégica para desenvolver uma tecnologia disruptiva até à maturidade de mercado
  • Planta piloto será alocada para o site da Evonik em Hanau
  • Propileno Glicol é usada na produção de resinas de poliéster e como agente descongelante
  • Novo processo preserva recursos e reduz custos de investimento

As empresas Dow e Evonik firmaram parceria tecnológica exclusiva com a finalidade de desenvolver um método exclusivo para a síntese direta de Propileno Glicol (PG) a partir de propeno e peróxido de hidrogênio até à sua maturidade de mercado.

A base do método denominado Hyprosyn foi criada nos últimos anos por um time de mais de 100 colaboradores da Evonik. O elemento crucial é um sistema catalítico desenvolvido pelos pesquisadores da Evonik que permite a síntese direta do PG diretamente a partir de propeno e peróxido de hidrogênio, em um processo que se destaca por um alto rendimento e um consumo de energia comparativamente baixo, afirma a empresa.

Cerca de 1,9 milhão de toneladas de Propileno Glicol foram consumidas no mundo em 2018. A substância é empregada na produção de resinas de poliéster ou como agente descongelante. É também um importante aditivo alimentar e serve como umectante e cossurfactante em muitos produtos no mercado de cuidados pessoais e do lar.

“Estamos muito satisfeitos com a cooperação com a Dow a fim de levar o Hyprosyn ao estágio de maturidade de mercado. A Dow é de longe a maior produtora de PG do mundo e é líder no campo da ciência de materiais. A experiência técnica e de mercado da Dow será inestimável no desenvolvimento dessa tecnologia”, afirma Michael Träxler, responsável pela linha de negócios Active Oxygens da Evonik.

Até o final de 2020, uma planta piloto será erguida no site de Hanau da Evonik, seguida de implementação em larga escala nos próximos anos.

“Acreditamos que a nova tecnologia de síntese direta Hyprosyn possibilitará uma alternativa mais competitiva para a produção de PG com um melhor perfil ambiental e nos permitirá mais flexibilidade no atendimento das necessidades dos nossos clientes”, disse Andrew Jones, diretor global de negócios para óxido de propeno, Propileno Glicol, cloro-álcali e vinil na Dow. A Dow é o único produtor global de PG com cinco unidades de produção localizadas em quatro continentes.

No processo tradicional, o óxido de propileno (PO) é convertido em PG mediante o uso de água. Segundo a Evonik, a tecnologia Hyprosyn oferece diversas vantagens em relação a esse processo:

  • O novo processo consome significativamente menos energia ao mesmo tempo em que oferece um rendimento nitidamente mais alto;
  • O processo Hyprosyn combina todas as etapas de reação em um único reator, eliminando a necessidade de investir em uma unidade de PO.
  • As plantas de PG existentes podem ser adaptadas com facilidade;
  • Somente peróxido de hidrogênio e propeno são processados como insumo, o que aumenta a flexibilidade e reduz os custos totais do investimento.

“Além das potenciais receitas provenientes de licenças, essa parceria também demonstra como criamos novas áreas de aplicação para o peróxido de hidrogênio, além de nos posicionar como fornecedor preferencial”, acrescentou Träxler. Em anos recentes, o H2O2 se estabeleceu como importante agente oxidante na síntese química – especialmente em resultado do processo HPPO para a produção de óxido de propileno.

“Estamos animados por colaborar com a Evonik para colocar essa nova tecnologia inovadora e sustentável no mercado. Acreditamos que seja um desenvolvimento importante em apoio à crescente demanda dos nossos clientes de PG no mundo inteiro”, diz Jones.

A Evonik é uma das maiores fabricantes mundiais de peróxido de hidrogênio, uma das duas matérias-primas usadas no processo Hyprosyn. As 13 unidades de produção da empresa, localizadas em diversas partes do mundo e com uma capacidade anual de 950.000 toneladas, asseguram um abastecimento ideal de peróxido de hidrogênio (H2O2).

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Acrílico reciclado ganha espaço no mercado

25/12/2019

Nestes tempos em que o plástico se tornou vilão ambiental, o setor de acrílico que trabalha com a recuperação de sucatas do material mostra-se sustentável. Por ano, mais de 1200 toneladas do material são recuperadas no País

No setor de acrílicos, a recuperação e o reaproveitamento de sucatas são realidade, assim como as chapas “ecológicas” – produto final do reaproveitamento de sobras industriais. “Por ser um plástico com maior valor agregado, o acrílico não é descartado facilmente. Tenho clientes para os quais fiz cadeiras há mais de 12 anos que, uma vez ou outra, aparecem pedindo para polir o material. Claro que a valorização também tem um lado ruim, pois o produto acaba sendo menos utilizado em tempos difíceis, mas o acrílico não é descartável, muito longe disso”, explica Marcos Rodrigues, diretor da Sheet Cril.

João Orlando Vian, consultor executivo do INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), lembra que não se pode confundir o plástico de uso único – descartável – com o acrílico, que é o material plástico que menos se descarta, principalmente por conta de sua valorização. “Só para se ter uma ideia, o preço pago pelo mercado por um quilo de sucata de acrílico é de em média 1 dólar. E vale ressaltar que, para se fazer um quilo de chapa ecológica, são necessários dois quilos de sucata, já que o processo envolve perdas durante o refino”, ressalta Gonçalves.

A Sheet Cril, que fica em Arealva, interior de São Paulo, é hoje a maior recicladora de acrílico do país. Na empresa são recicladas por ano cerca de 800 toneladas de acrílico, que, após processadas, resultam em cerca de 400 toneladas de chapas “ecológicas”. Considerando todo o país, que atualmente conta com nove empresas recicladoras de acrílico, de 100 a 120 toneladas de chapas acrílicas por mês são reaproveitadas. “Esse número pode variar bastante dependendo do mercado, mas, no geral, a maior dificuldade das empresas deste segmento é mesmo encontrar sucata. Não há sobra pra que você consiga atender uma maior demanda. Lembrando que a maior parte do material com que trabalhamos são sobras industriais”, afirma Marcos.

Ao contrário do que acontece normalmente no mercado, em que os produtos ditos “ecológicos” são mais caros que suas versões padrão, no mercado de acrílico as chapas recicladas vão para o mercado com um valor em torno de 20% inferior ao das chapas originais. A preferência por chapas coloridas é maior entre os compradores de chapas “ecológicas” do que entre os compradores de chapas virgens. Enquanto no segmento “ecológico” as chapas coloridas movimentam 40% das vendas, no de chapas transparentes ou cristal respondem por cerca de 20% das vendas.

Por outro lado, como acontece no mercado de chapas acrílicas no país, o segmento de comunicação visual também é o que mais consome acrílico “ecológico” e responde por cerca de 70% da demanda. As vantagens oferecidas não deixam por menos: elas são mais facilmente moldadas e possuem durabilidade muito similar à de uma chapa virgem, ressalta o diretor da Sheet Cril. “Temos testado aqui na empresa também, com bastante sucesso, a produção de luminosos e letras caixas feitas inteiramente em acrílico, sem fundo misto, que, graças à adição de um protetor solar, podem ser usadas mesmo em ambientes externos”.

Novo player

De olho neste mercado, a Castcril, maior produtora de chapas acrílicas do país, desenvolveu uma chapa de acrílico “ecológica” que promete superar as ofertadas atualmente. “Desenvolvemos uma matéria-prima de alta qualidade, feita para atender especialmente grandes empresas. Nosso objetivo é quebrar o paradigma de que o acrílico reciclado deve ser aplicado apenas em projetos que visam redução de custo e baixa exigência de qualidade”, explica William Oliveira, diretor da empresa que há um ano já trabalha com a reciclagem do acrílico. O novo produto será lançado no início de 2020.

Ainda segundo Oliveira, o baixo reaproveitamento de materiais plásticos hoje no país se deve a falta de educação ambiental e de políticas públicas que incentivem a reciclagem. Neste sentido, ressalta ele, o acrílico é 100% reciclável, mas vale lembrar que mesmo ele sofre com a falta de políticas públicas que incentivem o uso e a comercialização de materiais reciclados.

Apesar da maior oferta do produto no mercado, o executivo do INDAC alerta para a importância de se ficar atento à qualidade do produto e critérios de reciclagem adotados pela empresa. No caso das chapas, vale conferir os aspectos visuais da superfície, além das resistências química e mecânica, que precisam ser comparáveis a do produto original.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 30 filiados em todo o país.

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Evonik e NXT Factory intensificam cooperação em impressão 3D

24/12/2019

A tecnologia QLS da NXT Factory foi projetada para processar materiais de alta temperatura, como a poliamida 613 da Evonik.

A empresa de especialidades químicas Evonik e a startup americana de tecnologias para impressão 3D NXT Factory, com sede em Ventura, Califórnia, expandem sua parceria na manufatura aditiva. Como parte dessa colaboração, a Evonik usará o seu conceito de desenvolvimento de materiais prontos para uso em prol da inovadora tecnologia QLS da NXT Factory, a fim de estabelecê-la no mercado com um portfólio de materiais correspondente.

Fabricação totalmente automatizada

A QLS 350 é uma tecnologia de impressão em pó desenvolvida pela NXT Factory tendo como base uma fonte de luz a laser patenteada. Segundo a empresa, a tecnologia foi projetada para aplicação em operações contínuas 24/7 totalmente automatizadas. Assim, o sistema transfere a manufatura aditiva do estágio de prototipagem para o de produção em série pequena a média.

O fabricante afirma que o design de fácil utilização dos recursos da impressora inclui, dentre outros atributos, um sistema de transporte autônomo (AGV), para que o leito do pó seja resfriado fora da máquina e transferido automaticamente para a estação de eliminação do pó, melhorando de maneira significativa a produtividade. A QLS 350 também foi projetada para permitir o processamento de materiais de alta temperatura como a poliamida 613 (PA 613) da Evonik.

“Aplicamos toda a nossa experiência em engenharia mecânica no desenvolvimento da tecnologia QLS, a fim de criar uma nova categoria na produção industrial”, diz Kuba Craczyk, CEO da NXT Factory. “Estamos muito empolgados por usar a profunda expertise em materiais da Evonik para, em conjunto, promover o avanço da nossa tecnologia.

Uma ampla gama de materiais em uso

“A nova tecnologia da NXT Factory oferece outras possibilidades para as nossas formulações poliméricas e se encaixa perfeitamente no nosso conceito pronto para uso no desenvolvimento de materiais estratégicos. Temos como objetivo fornecer novos sistemas de materiais em cooperação com nossos clientes e parceiros a fim de continuar diversificando o mercado de materiais para impressão em 3D, fazendo-o avançar na direção da produção em série”, diz Thomas Große-Puppendahl, responsável pela área de crescimento em inovação Additive Manufacturing na Evonik.

A Evonik reúne suas competências no setor da impressão 3D em sua área de crescimento em inovação Additive Manufacturing. O foco estratégico é o desenvolvimento e a fabricação de materiais de alta performance “prontos para uso” em todos os segmentos tecnológicos importantes. A empresa de especialidades químicas pretende lançar seu pó de poliamida de alta temperatura PA 613 na plataforma NXT Factory QLS 350 da NXT Factory no primeiro trimestre de 2020.

O mercado de impressão 3D está em franco desenvolvimento, apresentando taxas de crescimento de dois dígitos. Dentro desse mercado, a Evonik a firma ser a principal empresa mundial na fabricação de pós de poliamida 12 (PA 12), que vêm sendo empregados em tecnologias de manufatura aditiva há mais de 20 anos. Além de filamento em PEEK e dos pós PA 12, o portfólio de produtos da empresa inclui pós de PEBA flexíveis e copoliésteres, além de uma variedade de aditivos como dispersantes, melhoradores de fluxo e modificadores reativos.

Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

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Solvay dobra capacidade de produção de polímero PVDF para fabricação de baterias de lítio

24/12/2019

Polímero especial PDVF da Solvay é utilizado principalmente em baterias para veículos elétricos

A Solvay está reforçando sua atividade no mercado de baterias de íons de lítio por meio da duplicação de sua capacidade de produção do polímero Solef PVDF (fluoreto de polivinilideno), em sua unidade de produção em Changshu, na China.

Este projeto apoia a recém-anunciada estratégia de crescimento da companhia, denominada GROW, que se focaliza no investimento em soluções sustentáveis de forte crescimento na área de materiais avançados. A nova unidade deverá iniciar a produção no primeiro semestre de 2022.

Segundo a empresa, a mobilidade sustentável está estimulando uma demanda com crescimento de dois dígitos para o polímero Solef PVDF em aplicações de baterias de íon de lítio para veículos elétricos, em especial na Ásia, que é atualmente o maior mercado desses produtos.

Segundo a Solvay, as soluções e o pipeline de inovação da empresa no Solef PVDF ajudarão seus clientes a otimizar a eficiência do armazenamento de energia, aumentando a densidade, a segurança e a potência da bateria. Outras aplicações em crescimento incluem tubos e revestimentos de petróleo e gás offshore, semicondutores de alta pureza e membranas para purificação de água.

“A decisão da Solvay de aumentar a capacidade do Solef PVDF em Changshu, após nosso recente anúncio de aumento da capacidade na Europa, comprova nosso compromisso contínuo de atender às necessidades de nossos clientes em todo o mundo”, disse Augusto Di Donfrancesco, membro do Comitê-Executivo da Solvay.

Recentemente, a Aliança Mundial para Soluções Eficientes, criada pela Fundação Solar Impulse, reconheceu o valor do Solef PVDF como uma solução sustentável (e lucrativa) para um meio ambiente mais limpo.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas. Seus produtos e soluções são utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas em 61 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018, com uma margem de EBITDA de 22%. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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SABIC lança policarbonato parcialmente baseado em matéria-prima renovável

05/12/2019

  • Solução tem potencial para reduzir as emissões de CO2 e o uso de matéria-prima fóssil durante a produção
  • Os clientes podem usar esta resina de policarbonato em seus equipamentos existentes, sob condições de processo idênticas

A SABIC, uma das empresas líderes globais na indústria química, anunciou o lançamento de seu policarbonato (PC) baseado em matéria-prima renovável certificada. A SABIC diz que é a pioneira nesse tipo de rota para a obtenção de policarbonato, disponibilizando para a empresa e seus clientes diretos e finais uma solução com potencial para reduzir as emissões de CO2 e o uso de matéria-prima fóssil durante a produção.

“A liderança de mercado da SABIC na arena de policarbonato com base em matéria-prima renovável certificada – parte de nossa iniciativa “Trucircle” de soluções circulares – está ligada aos compromissos de nossos clientes, que cada vez mais requerem soluções sustentáveis ​​em resposta tanto às demandas reguladoras como às dos consumidores”, disse Abdulrahman Al-Fageeh, vice-presidente executivo de petroquímicos da SABIC. “Esse importante marco no caminho estratégico de sustentabilidade da SABIC agora amplia nossa oferta para além das poliolefinas, onde já possuímos nossos portfólios certificados circulares e renováveis”, acrescentou.

A SABIC diz que seu estudo de ACV “cradle-to-gate” (do berço ao portão) para o PC (*) revela reduções potencialmente significativas na pegada de carbono (até 50%) e impactos de depleção fóssil (até 35%) para a produção de resina de policarbonato com base na incorporação de matéria-prima renovável, em comparação com a produção de policarbonato fóssil.

Os clientes podem usar as resinas de policarbonato baseadas em matérias-primas renováveis ​​e certificadas em seus equipamentos existentes, sob condições de processo idênticas. Assim, contribuindo potencialmente para a redução da pegada de carbono de seus produtos.

“Na SABIC, nós engajamos a nossa cadeia de valor e a nossa posição única na Europa para produzir policarbonato usando matérias-primas renováveis ​​de segunda geração que não estão em concorrência com a cadeia alimentar, para fabricar uma resina com desempenho igual ao produzido a partir da nafta fóssil”, disse Lennard Markestein , Diretor ETP BU Petroquímicos, SABIC.

A SABIC trabalhou em estreita colaboração com a International Sustainability and Carbon Certification (ISCC) para fornecer prova da incorporação de matéria-prima renovável em sua produção de PCs e as reivindicações de sustentabilidade resultantes, verificadas por auditores independentes.

Além disso, a CEPSA – empresa multinacional espanhola de petróleo e gás – é um parceiro estratégico da cadeia de valor nesse projeto, apoiando a SABIC por meio da produção de intermediários renováveis.

O processo utiliza uma mistura de matérias-primas de origem fóssil e renovável (**) para alimentar o Steam Cracker da SABIC, onde benzeno é obtido. Através de uma reação adicional em uma planta química de terceiros, o fenol é produzido a partir de benzeno e posteriormente convertido em BPA na planta de monômeros da SABIC. O próximo passo na cadeia de produção é uma reação de polimerização por condensação para gerar policarbonato (resina Lexan), onde o BPA é um dos reagentes. Após sua produção, a resina de policarbonato pode ser enviada para uma planta de compostagem para fabricar compostos de policarbonato que serão utilizados pelos clientes da SABIC na conversão em produtos acabados.

O policarbonato da SABIC baseado em matéria-prima certificada ISCC PLUS será produzido inicialmente em suas instalações de fabricação em Bergen op Zoom, na Holanda, com disponibilidade global no futuro. A resina PC certificada pode ser usada para aplicações em todos os segmentos de mercado, como Automotivo, Consumidor, Eletrônico e Elétrico, Construção e Construção e Saúde, atualmente atendidos pelo portfólio de PCs existente.

* A SABIC concluiu um estudo detalhado da ACV (análise de ciclo de vida) que atualmente está em processo de revisão crítica por terceiros. No entanto, o estudo passou na revisão interna da SABIC, que se baseia nos protocolos da SABIC para o controle de qualidade da ACV. Como normalmente ocorre com o uso de matéria-prima de base biológica, os resultados do estudo da ACV mostram perdas e ganhos ambientais com relação à eutrofização e consumo de água. Esses impactos ambientais podem ser mitigados por meio de práticas de gerenciamento sustentável na cadeia de valor a montante.

** Apenas uma parte da matéria-prima usada na produção de policarbonato é proveniente de matéria-prima renovável. O estudo da ACV avaliou o desempenho ambiental da rota renovável em comparação com a rota baseada em origem fóssil nos níveis de escopo “Cradle to Gate“, bem como os níveis de escopo “Cradle to Gate + End of Life” e se baseia na metodologia PAS 2050 para contabilidade de carbono biogênico .

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Ineos Styrolution anuncia família de materiais de SMMA para aplicações de contato com alimentos

05/12/2019

  • Conformidade com os regulamentos de contato com alimentos norte-americanos da FDA, UE, China e Mercosul
  • Combinação equilibrada de propriedades do produto
  • Grades do material usados para várias aplicações domésticas

A Ineos Styrolution, líder global em estirênicos, apresenta sua linha NAS como um material de escolha para aplicações de contato com alimentos. Segundo a empresa, clareza cintilante, fluidez, facilidade de processamento, estabilidade térmica, resistência a riscos e álcool são algumas das principais propriedades do NAS, um grade de SMMA (estireno-metilmetacrilato).

A Ineos Styrolution afirma que a sua família de materiais NAS inclui o NAS 21 (SMMA de uso geral), o NAS 30 (melhor cor, clareza, brilho e resistência a produtos químicos) e o NAS 90 (resistência). Segundo o fabricante, em virtude de apresentar conformidade com as regulamentações internacionais de contato com alimentos, incluindo a FDA americana, União Europeia (UE), os padrões GB nacionais da China e os regulamentos de contato com alimentos do Mercosul, a linha NAS apresenta-se como uma opção de material para aplicações nesse segmento. Além disso, afirma a empresa, a linha de NAS também atende às especificações USP XXIII para plásticos de classe VI, tornando-a adequada para aplicações ainda mais exigentes, como dispositivos médicos.

Os grades NAS da Ineos Styrolution são atualmente usadas em várias aplicações domésticas que exigem um plástico forte, rígido e transparente, incluindo filtros de água, copos, recipientes de água para máquinas de café e recipientes para alimentos, afirma a Ineos Styrolution.

“Com o aumento cada vez maior dos regulamentos de conformidade de segurança para contato com alimentos plásticos em todo o mundo, é importante que as aplicações desse segmento atendam aos regulamentos internacionais”, diz Paulo Motta, vice-presidente de gestão de negócios de especialidades da Ásia-Pacífico, Ineos Styrolution. “A gama NAS da Ineos Styrolution fornece uma excelente solução para atender aos requisitos internacionais de conformidade regulamentar e às necessidades de produção dos clientes.”

A Ineos Styrolution é o principal fornecedor global de estirênicos, com foco nas especialidades de monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos do dia-a-dia em uma ampla gama de indústrias, incluindo Automotiva, Eletrônica, Doméstica, Construção, Saúde, Embalagens e Brinquedos / Esportes / Lazer. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 pessoas e opera 20 plantas produtivas em dez países.

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Reifenhäuser apresenta linha de produção de filme de PE totalmente reciclável para embalagens pouch

04/12/2019

Solução 100% Monomaterial foi apresentada durante a K 2019

Possuir 100% de reciclagem e excelentes propriedades de barreira não precisam ser uma contradição. A máquina EVO Ultra Stretch patenteada pela Reifenhäuser produz filme monomaterial (100 % de polietileno). Segundo a empresa, é uma alternativa econômica ao uso do PET.

Filme Stretched de PE para aplicações complexas de embalagem

Em embalagens muiticamadas convencionais, o PET fornece propriedades de estabilidade e barreira. Por outro lado, sua reciclabilidade é muito restrita. A Reifenhäuser diz que o filme de PE “stretched” produzido com sua tecnologia pode substituir totalmente o PET, sem perda de qualidade.

Segundo a empresa, o processo EVO Ultra Stretch produz filmes de PE com propriedades mecânicas que atendem a todos os requisitos da indústria de embalagens em termos de embalagens de alto desempenho e sua conversão: propriedades de selagem térmica, alta rigidez na direção da máquina, boa planicidade e impressão de qualidade.

Eficiência energética e relação custo-benefício facilitam a entrada

O processo envolve o alongamento do filme até dez vezes sua área superficial inicial. Devido ao seu posicionamento na puxada, o EVO Ultra Stretch apresenta consumo de energia muito baixo e alta estabilidade do processo, afirma a Reifenhäuser. Uma grande vantagem é que o filme PE pode ser convertido em linhas de conversão existentes, sem necessidade de adaptação. O fabricante afirma que isso facilita consideravelmente a transição para embalagens monomaterial feitas de PE.

“Para ajudar nossos clientes a apresentarem o produto da maneira mais tranquila possível, nós fornecemos um pacote completo de know-how de uma única fonte, compreendendo tecnologia, receita de filme e parâmetros de processamento”, explica Eugen Friedel, Diretor de Vendas da Reifenhäuser Blown Film.

A aplicação já passou com sucesso em testes de campo em um cliente da Reifenhäuser e proprietário de marca. É um dos 15 exemplos de economia circular que foram exibidos no estande da Reifenhäuser durante a K 2019. “A embalagem monomaterial é a chave para uma economia circular em funcionamento”, diz Eugen Friedel.

Fonte: Reifenhäuser

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Ineos Styrolution avança e está mais perto de oferecer poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial

18/11/2019

  • O Unternehmensgruppe Theo Müller desenvolve os primeiros copos de iogurte a partir de poliestireno quimicamente reciclado
  • Ineos Styrolution recebe prêmio do ICIS pela reciclagem química de poliestireno
  • Ineos Styrolution apresentou soluções de reciclagem química na Feira K em Düsseldorf

A Ineos Styrolution, empresa líder global em estirênicos, deu um passo mais próximo de ofertar poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial.

No início deste ano, a Ineos Styrolution anunciou seu teste bem-sucedido na produção de poliestireno a partir de material reciclado. Seis meses depois, a empresa produziu seus primeiros pequenos lotes de poliestireno quimicamente reciclado em suas instalações em Antuérpia e forneceu chapas contendo 50% de Poliestireno de uso geral à Unternehmensgruppe Theo Müller, líder em produtos lácteos, que agora produziu copos de iogurte a partir deste material reciclado.

A Ineos Styrolution e o Unternehmensgruppe Theo Müller estão colaborando em um projeto conjunto para desenvolver uma solução circular para poliestireno baseada em reciclagem química². As duas empresas concordaram em relação a uma abordagem escalonada, com uma fase de escala de laboratório a ser iniciada neste ano, uma fase de escala piloto a começar em 2020 e uma fase em escala comercial em 2022.

O departamento de desenvolvimento de embalagens do Unternehmensgruppe Theo Müller gosta da similaridade em termos de qualidade e estética dos copos de iogurte feitos de poliestireno convencional e o poliestireno reciclado fornecido pela Ineos Styrolution.

Michiel Verswyvel, especialista global em P&D, comenta: “Estamos entusiasmados em observar que o material de poliestireno reciclado iguala a qualidade e as propriedades do nosso material feito com poliestireno convencional. Nosso próximo passo é aumentar o uso de estireno reciclado em nossos produtos para vários milhares de toneladas em 2021 ”.

Os desenvolvimentos da Ineos Styrolution na reciclagem química foram reconhecidos pela escolha da empresa como vencedora conjunta do Prêmio de Inovação ICIS (ICIS Innovation Awards) na categoria “Inovação com melhor benefício para o meio ambiente e a sustentabilidade”. A demonstração pela empresa de uma solução de circuito fechado pela polimerização de estireno a partir de poliestireno despolimerizado foi selecionada por mostrar um benefício diferenciado ao meio ambiente e à sustentabilidade da empresa e de seus clientes.

Rob Buntinx, Presidente da Styrolution para a Europa, Oriente Médio e Ásia (EMEA), resume: “Estamos muito satisfeitos por alcançar mais um marco em nosso caminho no desenvolvimento de soluções de circuito fechado para nossos produtos estirênicos para nossos clientes. Nossa colaboração bem-sucedida com o Unternehmensgruppe Theo Müller e o prêmio da ICIS mostram que estamos definitivamente no caminho certo. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com nossos clientes e todos os parceiros da cadeia de valor para desenvolver produtos e soluções inovadoras que atendam às suas metas de sustentabilidade. ”

A Ineos Styrolution esteve presente na K 2019, a principal feira mundial de plásticos e borracha, realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro. A exposição da Ineos Styrolution se concentrou em soluções inovadoras e sustentáveis ​​e apresenta vários produtos e soluções reciclados, incluindo copos de iogurte reciclado da Unternehmensgruppe Theo Müller.

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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O Boticário desenvolve processo de reciclagem para tampas de perfumaria feitas com ionômero da Dow

09/11/2019

Com o processo, as tampas produzidas com Surlyn pós consumo, que antes não completavam o ciclo de reciclagem, transformam-se em novas tampas, voltando ao consumidor

O Boticário desenvolveu um processo inédito na América Latina para a reciclagem de tampas de perfumaria produzidas com Surlyn, ionômero fabricado pela Dow. Por ter uma grande complexidade, essa matéria-prima, apesar de ser reciclável em outras categorias, não vinha sendo viável no setor de cosméticos. Agora, as tampas podem ser recolhidas depois do consumo, separadas por cooperativas de reciclagem e, por fim, retornadas ao consumidor em novos produtos — dentro do processo de Logística Reversa.

O Surlyn é a resina utilizada em tampas de perfumaria. Segundo a Dow, sua maior propriedade comercial é a transparência, que confere aspecto premium às embalagens, além da versatilidade de design e alta resistência química. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de beleza e cuidados pessoais teve uma alta de 1,53%. Na categoria de perfumaria, a Abihpec destaca o pulo de 8,1% nas vendas dos fabricantes em 2018 e estima que, para 2019, o crescimento em vendas seja de 4,1%, a R$ 50,43 bilhões.

Por isso, o Grupo Boticário e todas as marcas que abrange – O Boticário; Eudora; quem disse, berenice?; The Beauty Box; Multi B e Vult, que têm o meio ambiente como um dos seus principais pilares, entendeu a importância de olhar para esse novo mercado e criar essa solução. Além de permitir o retorno sustentável das embalagens que vêm dos consumidores (PCR – pós consumo), o novo processo de reciclagem também reaproveita os rejeitos de Surlyn que são descartados em processos industriais (PIR – pós industrial).

“O desenvolvimento dessa tecnologia, que por meio da reciclagem inovadora proposta pelo Grupo Boticário causa pouco impacto na coloração das novas tampas, faz com que esses materiais (pós consumo e industriais) tornem-se novas peças para as perfumarias comercializadas pelo Grupo”, afirma Eduardo Fonseca, Diretor de Assuntos Institucionais do Grupo Boticário.

Segundo a empresa, o Boti Recicla é o maior programa de logística reversa do país, permitindo que consumidores retornem suas embalagens nos mais de 4 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil e é a primeira etapa para a consolidação desse novo processo.

“A partir daí, inicia-se a participação das cooperativas, que separam as tampas recolhidas dos consumidores e ganham também um novo mercado, já que esses itens passam agora a ter um valor comercial e criam novas demandas. O terceiro passo é encaminhar todo esse material para a empresa de reciclagem Wise. É nessa etapa que o material descartado entra no processo de recuperação, através da lavagem, moagem e extrusão, dando origem aos pellets do Surlyn reciclado”, explica Alexandre Bouza, Head do Boticário.

Por fim, o material é encaminhado para a Aptar, empresa produtora das bombas e tampas dos produtos do Grupo Boticário, que passa a utilizar a resina reciclada em sua produção que será posteriormente direcionada para os consumidores.

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), a marca tem a maior rede franqueada de cosméticos do país com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve novos produtos e conta com um portfólio com mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. O programa de logística reversa da marca, o Boti Recicla, é um dos maiores do país em pontos de coleta – em todas as lojas os consumidores podem devolver as embalagens vazias, que são encaminhadas para a reciclagem correta. A sua fábrica de cosméticos de Camaçari (BA) é a primeira do segmento a receber o certificado LEED de construção sustentável no Brasil.

A Dow está presente no Brasil desde 1956. A companhia reúne atualmente cerca de 2.700 funcionários em suas 11 instalações, incluindo 9 unidades de produção em Aratu (BA), Breu Branco (PA), Campinas (SP), Guarujá (SP), Jacareí (SP), Jundiaí (SP), Palmyra (PA), Santa Vitória (MG) e Santos Dumont (MG), atendendo a clientes nos mercados de embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.  A Dow opera 18 complexos de manufatura em 4 países da América Latina e entregou vendas líquidas pro forma de US $ 4,9 bilhões em 2018. Ao redor do mundo, a Companhia opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 funcionários. A Dow teve vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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