Posts Tagged ‘Construção Civil’

PICPlast realiza novo seminário para construção civil

14/09/2018

Iniciativa, que está em segunda edição, terá como foco projetos para o setor público.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, realiza, no dia 25 de setembro, em São Paulo, a segunda edição do seminário destinado a quem atua na construção civil, mais especificamente em projetos de obras de drenagem. O objetivo desta vez é mostrar a importância da ferramenta gratuita Building Information Modeling (BIM) para cálculos e projetos de rede de drenagem em polietileno de alta densidade (PEAD) também para o setor público.

“Estamos vivendo um momento em que o compliance é cada vez mais importante, por isso, queremos reforçar toda a inteligência por trás da tecnologia BIM como uma solução que contribui para um controle mais efetivo de todos os processos que envolvem a obra”, afirma Jorge Alexandre, executivo de desenvolvimento de mercado da Braskem e responsável pelo seminário.

As vagas são limitadas e os interessados devem entrar em contato até o dia 23 de setembro pelo e-mail picplast@picplast.com.br e aguardar a confirmação da inscrição.

Seminário PICPlast para Construção Civil
Dia: 25 de setembro
Horário: Das 8h30 às 12 horas
Local: Centro Cultural b_arco
Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426. Pinheiros, São Paulo

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Manta de polietileno para proteção de pisos acabados chega ao consumidor final

14/08/2017

Material que contém três camadas de PE garante economia e proteção e agora pode ser adquirido diretamente por quem está reformando

Atentas às necessidades do consumidor final, a Braskem e a Multinova apresentam nova solução para a proteção de pisos acabados, evitando danos na fase final de obras. Já utilizado pelo mercado de construção civil, o material estará à venda no varejo a partir de agosto.

Segundo a Braskem, a manta Multitriplex oferece economia e facilidade em reformas e é de fácil aplicação, com alta resistência e aderência, dispensando o uso de cola. “A manta traz facilidade para o consumidor, já que é fácil de aplicar e retirar. Com ela conseguimos garantir aos clientes eficiência e segurança durante a obra”, afirma Jair da Rosa, consultor de mercado da Multinova.

O produto tem três camadas, sendo a primeira com filme de polietileno expandido, que evita o escorregamento e ainda torna o produto mais leve, com maior durabilidade e menor custo; a segunda com plástico bolha que amortece a queda de materiais como martelos e baldes; e por último um filme de polietileno que protege contra líquidos. A união das camadas e as características de seus materiais evitam problemas como arranhões, trincas, manchas e umidade, em todos os tipos de pisos. A Multitriplex ainda é reciclável.

“Temos um relacionamento de muitos anos com a Multinova, com foco em otimização, inovação e desenvolvimento de novos mercados. Estamos felizes em fazer parte deste novo momento da companhia e em ajudar a viabilizar uma solução completa os consumidores”, afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE da Braskem.

Fonte: Braskem

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Termotécnica lança linha Monoforte para fechamento de galpões

18/03/2017

Sistema construtivo feito em EPS (isopor®) inclui nova linha, voltada para obras comerciais e industriais

Engajados no fortalecimento do mercado da construção civil em EPS, a Termotécnica apresenta um novo produto na linha Monoforte, que realiza o fechamento de galpões em obras comerciais e industriais. Os painéis, já utilizados em obras residenciais e de edifícios, passaram por uma série de ajustes com o objetivo de viabilizar o atendimento desse mercado com custos competitivos e eficácia, afirma a Termotécnica.

Reforço na equipe comercial

Para reforçar a atuação comercial do Sistema Construtivo Monoforte, a Termotécnica contratou novos representantes comerciais que atuarão nos mercados do Sul e Sudeste, especialmente focalizados em obras comerciais e industriais. Recentemente, a Termotécnica reuniu essa equipe para dois dias de treinamento, na sede da empresa, em Joinville (SC), com o objetivo de alinhar o conhecimento desses profissionais aos princípios e valores da Termotécnica.

O Sistema Construtivo Monoforte em EPS corresponde a paredes feitas de painéis monolíticos de concreto armado com isolamento térmico que podem substituir a alvenaria estrutural ou de vedação. As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica do Monoforte são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente, rápido e econômico. O sistema permite que todo o processo construtivo seja otimizado, com a redução no tempo de execução e na mão de obra necessária que, dependendo do projeto, pode ser superior a 30%. A facilidade se estende ao transporte e manuseio do material, que é leve e compacto, afirma a Termotécnica. Além disso, o isolamento térmico e acústico é outro diferencial do Sistema Monoforte, segundo o fabricante.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Resina de metil metacrilato ganha espaço no mercado de pisos

08/09/2015

Evonik_MMA_pisos

Por sua elevada resistência mecânica e química  e rápida liberação do local, a resina de MMA vem ganhando cada vez mais importância como sistema ideal na área de pisos e revestimentos de alto desempenho

Por MEvonik_Woolfichael F. Wolff*

Resina MMA (metil metacrilato), resina PMMA, resina de metacrilato (MA), resina acrílica ou resina de acrilato. Os nomes são muitos e as aplicações amplas: indo de implante dentário e ósseo, lentes de contato, fibras óticas e materiais ortopédicos até vidros à prova de bala. Mas o que pretendemos destacar é, na verdade, sua utilização na área de pisos e revestimentos de alto desempenho. Por sua elevada resistência mecânica e química, vem ganhando cada vez mais importância como sistema ideal para locais de circulação interna e externa, seja pela estética diferenciada, pelo desempenho, pela longa expectativa de vida útil e pelo excelente custo-benefício, proporcionado pelo baixo custo de manutenção e conservação.

Tudo começou na década de 1960, com a precursora Evonik, quando ainda era Degussa. Naquela época o mercado de revestimentos necessitava urgentemente de um produto de ágil aplicação. A partir disso, as resinas MMA começaram a ser empregadas sobre concreto, cerâmica, madeira e metal com grande ganho e, principalmente, sem a proliferação de fungos e bactérias. Resultado: desde então a MMA é um dos revestimentos mais indicado para áreas industriais, decorativas e alimentícias.

Resinas reativas à base de metacrilato têm sido usadas durante décadas no setor de construção para proteger superfícies. Como curam rapidamente, mesmo sob baixas temperaturas, são o material de escolha em muitos casos, especialmente quando existem altas exigências de resistência mecânica ou química. A sua excelente resistência a raios UV e a variedade de formulações, fazem da MMA uma tecnologia indispensável para proteção e reparo de superfícies de concreto. Piso industrial é a principal área de aplicação na construção. Para o cliente final isso significa curtas interrupções e perda mínima de produção, economizando, dessa maneira, tempo e dinheiro.

Outro ponto importante é que a variedade de formulações de resinas de metacrilato permite ajustar as propriedades mecânicas dos revestimentos, produzindo superfícies duras e resistentes ao impacto mecânico ou elástica e flexível. Atributo bastante interessante é que as resinas de metacrilato curam por uma reação química chamada polimerização via radical, bastante rápida em comparação com outras reações. Variando a quantidade de endurecedor adicionado, o processo de cura pode ser ajustado individualmente para diferentes temperaturas de trabalho e leva, na maioria das condições, menos de uma hora – o que significa a liberação do local para uso em menos tempo.

Mundialmente, mais de 20.000 toneladas de resinas de metacrilato são utilizadas por ano na área de construção, como, por exemplo, na proteção de superfícies. No Brasil, os sistemas em MMA vêm ganhando espaço devido à sua performance superior, rapidez na aplicação e liberação de área e grande versatilidade de acabamentos, apresentado soluções eficientes para pisos industriais e comerciais. E, considerando a orientação no Brasil por materiais mais sustentáveis, espera-se que o MMA ganhe uma atenção ainda maior no mercado nacional.

* Michael F. Wolff é Gerente de Vendas Técnicas na Evonik Industries AG, na Alemanha, e responsável pela linha DEGADUR® nas Américas.

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Plastivida posiciona-se sobre o banimento de produtos de EPS em Nova Iorque

20/07/2015

Nota emitida pela Plastivida (16/06/2015)

A Plastivida, como representante da cadeia produtiva dos plásticos no que tange à sustentabilidade, vem se posicionar sobre a decisão pelo banimento de produtos de EPS (sigla internacional do Poliestireno Expandido, no Brasil conhecido como IsoporR, marca registrada) na cidade de Nova Iorque.

– O EPS é um plástico e sendo assim, é inerte, atóxico e 100% reciclável.

– Em função de sua versatilidade, leveza, resistência e excelente custo-benefício o EPS tem ganhado, ao longo dos anos, espaços em mercados relevantes, oferecendo bem-estar à população, assim como economia e vantagens ambientais:

• promove economia de energia e de água quando aplicado em construções
• oferece redução nas emissões de gases, por ser leve ao transporte;
• está presente na medicina, preservando a integridade de medicamentos e insumos e garantindo a saúde das pessoas;
• preserva a qualidade dos alimentos no caso das embalagens, entre tantas outras utilidades.
• acondiciona e protege bens duráveis como eletrodomésticos, computadores, entre outros.

– Falar em banimento desse ou daquele produto é falar em retrocesso. É abrir mão de um processo de desenvolvimento em prol da qualidade de vida, e pior ainda, muitas vezes de forma a não gerar nenhum benefício ambiental.

– Acreditamos que a decisão de se banir um determinado produto vai apenas mudar o tipo de material que será encontrado amanhã nos mares e nas ruas.

– A solução está na responsabilidade compartilhada entre indústria, população e governo para atuarem em torno da informação adequada, educação ambiental e gestão de resíduos.

• Informação – Conhecendo os produtos, sua funcionalidade, sabendo do impacto que gera, por meio da análise de seu ciclo de vida (desde a extração da matéria-prima até seu descarte) é possível fazer a melhor escolha.
• Educação ambiental – É o que desperta a sociedade para a importância do consumo responsável, redução de desperdício e descarte adequado. A partir da educação ambiental, as boas práticas se tornam perenes.
• Gestão de resíduos – Coleta seletiva, logística reversa, redução de aterros, destinação do lixo para a reciclagem mecânica ou energética são pontos que devem ser considerados na gestão de resíduos, principalmente dos grandes centros, onde a população cresce cotidianamente e, por consequência, o consumo e o descarte.

– O Brasil é um exemplo: somente o Brasil reciclou, em 2012, 34,5% do EPS que consumiu, ou seja, reciclou 13.570 toneladas das 39.340 toneladas de EPS pós-consumo. (estudo Maxiquim). Se levarmos em conta que menos de 20% dos municípios contam com sistemas de coleta seletiva, esse número é bastante elevado.

– Em 2012, as 22 recicladoras de EPS do Brasil faturaram juntas R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas representam uma capacidade instalada para reciclar 30.473 toneladas. Ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

Ass: Miguel Bahiense Neto
Presidente da Plastivida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Amut-Wortex apresenta sua nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC

03/06/2014

Amut_WortexA indústria de transformação de plástico nacional tem, a partir de agora, uma nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC, desenvolvida pela Amut-Wortex nas novas instalações, em Campinas (SP). Com investimentos de R$ 4 milhões, que envolvem a ampliação da fábrica e aquisição de maquinários, o grupo italiano Amut acredita no potencial do Brasil e na alta capacidade tecnológica e de produção da Wortex para expandir seus negócios.

“A partir da Itália, a AMUT exporta 90% da sua produção para os mercados europeu, norte-americano e asiático. Encontramos na Wortex o parceiro ideal para tornar realidade a manufatura e distribuição dos nossos produtos, a exemplo, desta linha de extrusão com dupla rosca contra-rotante com produção simultânea de dois tubos, ideal para produção de tubos pequenos e médios para os setores da construção”, explica Angelo Milani, diretor comercial da Amut.

Com uma ampla gama de aplicações, o PVC é usado principalmente na construção civil, em redes de distribuição de água e esgoto, irrigação, conduítes entre outros. A nova extrusora tem capacidade para produzir de 600 a 700kg/hora de tubos de PVC com diâmetros que vão de 20 a 125 mm. Entretanto, a Amut-Wortex está capacitada para produzir tubos de PVC de até 1,20m de diâmetro, de polietileno até 1,60m e vários outros tipos de tubos para aplicações para a indústria médica, automobilística, etc.

Atualmente, a Amut-Wortex tem um corpo de colaboradores, formado por engenheiros, equipe comercial e assistência técnica. A nova fábrica da empresa em Campinas possui instalações de 3,5 mil m². A meta é aumentar para 6 mil m² até o início de 2015.

Intercâmbio Brasil-Itália

A Wortex iniciou, em abril de 2013, junto ao grupo italiano Amut, uma joint-venture que está trazendo para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor.

De acordo com o diretor da Wortex, Paolo De Filippis, os produtos que a Amut-Wortex se propõe a fabricar aqui terão índice de nacionalização dentro dos parâmetros requeridos pelo BNDES para enquadramento ao FINAME. Trata-se de um intercâmbio, no qual a empresa italiana está transferindo tecnologia para produção de chapas, tubos, termoformadoras e equipamentos para reciclagem, principalmente de material pet, tecnologia esta que complementa as linhas de reciclagem já fabricadas pela Wortex.

Fonte: Wortex

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Espuma da BASF com proteção antichamas é opção para locais que precisam de conforto acústico

27/01/2014
  • Basotect® é uma das inovações utilizadas na CasaE, Casa de Eficiência Energética da BASF
  • Material à base de  melamina atende integralmente às normas de segurança ao fogo do Corpo de Bombeiros

Muitos espaços comerciais ou residenciais precisam de conforto acústico, seja por questões ocupacionais, de segurança ou para atender as normas da construção civil. A procura por um material de qualidade e que esteja de acordo com as regulamentações fez as vendas do Basotect® crescerem mais de 120% no último ano.

Para Murilo Feltran, gerente de Espumas Especiais da BASF, o aumento na procura pelo produto ocorreu principalmente devido ao endurecimento da fiscalização em todo país, já que as normas para forros e revestimento de parede já existem há alguns anos. “O Basotect®, espuma feita a partir de resina de melamina, é o material com melhor resistência ao fogo entre as espumas orgânicas conhecidas”, explica Feltran. O produto é antichamas, resistente à alta temperatura, funciona como isolante térmico e tem alta capacidade de absorção de som.

Por essas características, o Basotect® está entre as inovações apresentadas na CasaE, a Casa de Eficiência Energética da BASF. Os forros a base de Basotect® foram produzidos e instalados  pela Owa do Brasil Produtos Acústicos Ltda., sendo utilizados nos tetos do auditório e do home theater, nas cores indicadas pelo projeto arquitetônico.

“Outro benefício é que o produto tem instalação simples, pois não necessita de perfis de suporte, como os forros modulares convencionais, podendo ser instalado facilmente por meio de adesivos específicos. Os forros, também, são produzidos em diversas cores”, diz Feltran.

Normas de segurança

A “Instrução Técnica de Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento número 10/2004” do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo indica os parâmetros da norma de propagação superficial de chamas (NBR 9442, que mede a velocidade de alastramento das chamas) e da norma de densidade ótica de fumaça (ASTM E-662, que mede o quão escura está a fumaça, para não prejudicar a rota de fuga em situações de incêndio).

Segundo a BASF, nas aplicações acústicas, a espuma Basotect® é a única espuma orgânica que atende a essas duas normas determinadas pelo Corpo de Bombeiros. Apesar da regulamentação ser estadual, São Paulo é referência para os Bombeiros de outros estados.

De acordo com a empresa, o Basotect® também atende aos parâmetros de qualidade para habitações, determinados pela Norma de Desempenho NBR 15.575, que estabelece padrões mínimos de isolamento acústico, conforto térmico, durabilidade dos materiais e segurança. A exigência entrou em vigor em julho de 2013.Além disso, a alta reflexão de luz (exibida na espuma da cor branca), as baixas emissões e o desempenho acústico do Basotect® podem contribuir para a obtenção da  certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, principal selo de construção sustentável do Brasil.

Sobre o Basotect®: A espuma de melamina Basotect® pode ser utilizada em forros, painéis ou baffles com diversas opções de cores, apresentando propriedades acústicas e leveza (densidade de 6-9kg/m3). A facilidade de instalação/reposição é contemplada pela possibiolidade de colagem das peças acústicas utilizando-se adesivos e/ou penduradas por fios, dispensando estruturas metálicas mais complexas, por exemplo, reduzindo esforços e custos.

Segundo a BASF, a segurança é observada durante o processamento/manuseamento da espuma, não oferecendo risco ocupacional por não haver liberação de fibras minerais, além de apresentar baixíssima emissão de gases tóxicos segundo a norma europeia EN 45545 parte 2. As peças acústicas são higiênicas e possuem elevada durabilidade.

Fotne: BASF

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Braskem desenvolve solução de isolamento acústico para construção civil

20/03/2013

Com menor custo, produto atende a ABNT 15575 e proporciona maior redução de ruídos

Atenta às necessidades do mercado da construção civil, a Braskem, e a Multinova trazem ao mercado brasileiro as mantas expandidas de polietileno produzidas com tecnologia italiana, solução inovadora para reduzir a transmissão de ruídos entre os andares dos edifícios e conferir ainda mais qualidade em obras. O produto se apresenta como uma excelente alternativa para atendimento à norma ABNT NBR 15575-3:2013, que entra em vigor em julho deste ano e estabelece requisitos mínimos de desempenho acústico em edificações.

A nova exigência estabelece critérios e métodos de avaliação de desempenho para os principais sistemas que compõem um edifício: estrutura, pisos internos, vedações externas e internas, coberturas e instalações hidrossanitárias. Antecipadamente, as mantas de polietileno enquadram-se às novas regras estabelecidas, pois seguem um rigoroso controle de qualidade e têm sua eficiência comprovada através de ensaios técnicos realizado no IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas e também em institutos independentes italianos.

Com cinco ou dez milímetros de espessura, as mantas de polietileno são aplicadas entre a laje e o contra piso, o que proporciona redução de ruídos entre os andares, já que ela pode ser aplicada com qualquer tipo de piso e contempla também os rodapés. O produto é feito em polietileno expandido, o que o torna mais leve, com maior durabilidade e menor custo. Com estas características, serão evitados barulhos que causam incômodo aos moradores como crianças brincando, passos e animais.

“A manta de polietileno é a alternativa de melhor custo-benefício que podemos encontrar no mercado de isolamento acústico, permitindo atingir tanto o nível intermediário quanto o superior da norma. Com a forte expansão da construção civil, é preciso investir em novos produtos que garantam um bom desempenho e proporcionem conforto para o usuário”, afirma Jorge Alexandre, responsável por desenvolvimento de mercado de PE da Braskem.

“Com as novas regras estabelecidas pela ABNT, a demanda da construção civil irá aumentar muito. Por conta disso, pensamos em um produto de qualidade para o mercado e com custo inferior aos produtos similares comercializados”, destaca Jair da Rosa, gerente comercial corporativo da Multinova.

Fonte: Braskem

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