Posts Tagged ‘Construção Civil’

Fortaleza lança embalagem biodegradável para rejunte

23/09/2021

Compostas por papel cartão e biopolímero, a embalagem do Rejunta Acrílico pode ser descartada em compostagem

A Fortaleza, marca atuante no ramo da construção por argamassas e rejuntes, lançou uma  embalagem biodegradável para o seu Rejunta Acrílico. A inovação é uma iniciativa da equipe de P&D da Bostik, com o intuito de minimizar o impacto ambiental por meio da redução de 100% do plástico de origem fóssil na embalagem. A mudança também veio acompanhada de um ganho ergonômico no processo de fechamento dos potes e na redução do espaço necessário para armazenamento do produto.

“Comprometida com a sustentabilidade, a Fortaleza adiciona valor ao produto com a nova embalagem sem alterar o preço para o consumidor”, afirma Eduardo Cardoso, gerente de marketing da Bostik C&C Brasil. A embalagem do Rejunta Acrílico Fortaleza é composta por papel cartão e biopolímero. Segundo a Bostik, ambos são provenientes de fontes vegetais renováveis de amido de milho e eucalipto, permitindo o descarte em compostagem ou coleta seletiva de resíduos domésticos.

A parceria entre Fortaleza e a Bostik foi estabelecida em 2012, quando a Bostik comprou a Usina Fortaleza. Já em 2015, a Bostik foi adquirida pela Arkema, fabricante global de materiais especiais. “Comprometida com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a Arkema tem incentivado as empresas que fazem parte do grupo a investirem em iniciativas ligadas a diversos objetivos, como por exemplo a redução da emissão de poluentes.” conta Eric Schmitt, CEO do Grupo Arkema no Brasil e Cone Sul.

“O Rejunta Acrílico é o primeiro produto a receber este tipo de embalagem, que contribui para um ciclo com redução no consumo de combustível e emissão de CO2 devido a menor peso da carga. A intenção é que todos os produtos em pote da Fortaleza possam seguir este modelo de embalagem até 2023”, afirma Henrique Guedes, gerente de P&D, Bostik C&C Brasil. A marca tem um portfólio de mais de 100 produtos diferentes com foco em construção.

Segundo a Bostik, o Rejunta Acrílico Fortaleza é um rejunte sem solventes, antimofo e 100% impermeável, sendo pronto para uso e oferecendo acabamento liso. O Rejunta Acrílico Fortaleza na embalagem biodegradável estará disponível nas lojas e home centers à medida que os produtos na embalagem anterior forem acabando em estoque.

Fundada em 1969, a Fortaleza é uma indústria de produtos de construção civil que oferece argamassas, rejuntes, impermeabilizantes, soluções para pisos, adesivos e selantes, bricolagem e engenharia. Em 2012, a Fortaleza foi adquirida pela Bostik, unindo sua tradição ao posicionamento inovador da líder mundial em produção de soluções adesivas.

A Bostik, uma empresa do grupo Arkema, é líder global em adesivos especiais nos mercados de construção, consumo e industrial. Há mais de um século, desenvolve soluções adesivas que podem podem ser encontrados em todos os lugares. Com vendas anuais superior a € 2 bilhões de euros, a empresa emprega mais de 6.000 colaboradores e está presente em mais de 40 países.

O grupo francês Arkema oferece um portfólio de tecnologias estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas focalizadas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Colorfix aposta no crescimento do uso do plástico na Construção Civil

29/08/2021

Com o setor aquecido nos últimos tempos, empresas do ramo de construção precisam reduzir custos e diversificar matérias-primas. A indústria do plástico, de olho nesta necessidade, oferece alternativas.

A utilização do plástico em muitos dos canteiros de obras país afora pode se tornar um bom negócio. “Cabe a nós, que trabalhamos com soluções e pesquisas constantes, mostrar ao mercado que existem boas alternativas no setor de transformação do plástico que podem ajudar a Construção Civil a continuar crescendo com menor custo”, explica o superintendente da Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua na área de transformação do plástico há mais de 30 anos.

O plástico já é uma realidade no dia a dia de obras em todo o país. Componentes de terminais da instalação elétrica, como caixas, espelhos, tomadas, interruptores, esquadrias e portas, tubos e conexões, telhas e forros são atualmente alguns dos itens de plásticos mais encontrados em um canteiro de obras. A preferência do mercado tem relação com os benefícios que esses produtos trazem como leveza, possibilidade de reuso e maior durabilidade.

Outro item muito utilizado são as caixas d’água feitas em polietileno, que são leves e de fácil instalação, manutenção e limpeza, além de porssuir maior resistência a intempéries. As caixas em PE vem substituindo as caixas de amianto.

As propriedades do PVC (alta resistência à corrosão, durabilidade, facilidade de corte e colagem, isolamento elétrico, não-propagação de chama e resistência aos agentes químicos usuais, como produtos de limpeza) garantem o seu espaço em aplicações como tubulações e conexões elétricas e hidráulicas, nos revestimentos de fios e cabos elétricos, tubos condutores para fiações elétricas (conduítes) e componentes terminais para a instalação de luz. Em várias dessas aplicações, o uso do PVC apresenta vantagens sensíveis, como por exemplo em relação aos eletrodutos galvanizados.

“A Construção Civil já tem essa afinidade com o plástico e isso o uso do material pode ser ampliado para outros produtos que podem substituir os tradicionais à base de ferro e/ou cimento, por exemplo”, exemplifica Fardo.

A Colorfix afirma que tem investido em pesquisas em masterbatches e aditivos para melhorar o desempenho dos produtos finais, disponibilizando para o mercado um leque de linhas que agregam valor e diminuem custos para a construção. Segundo a empresa, a sua linha Revora é uma dessas soluções que já está ao alcance de quem quer construir com economia e com sustentabilidade.

A Colorfix oferece linhas de aditivos destinadas a aprimorar as propriedades de materiais plásticos, como, por exemplo, o Flamefix, que é utilizado como retardante de chama. Outros produtos, como o Revora UV, proporcionam o aumento da vida útil em peças plásticas, como por exemplo, caixas d’água e telhas. Já o Stactifix é usado para para repelir a poeira em superfícies.

Produtos para aumentar a resistência ao impacto, como o Exofix, são usados como agente expansor e também diminuir o peso das peças, enquanto que o Revora Bact foi desenvolvido para ser antimicrobiano nas caixas d’água.

Segundo Fardo, cada material plástico tem suas peculiares para atender demandas que necessitam de aplicações específicas. “O que vale destacar é que a sustentabilidade e a economia circular agregam valor ao setor da Construção Civil. Quando se fala em sustentabilidade, não devemos levar em consideração apenas a reciclagem e o reuso de materiais. Devemos também estar preocupados com a durabilidade do material, os danos causados pela sua extração do meio ambiente e também pela sua industrialização”, ressalta o superintendente da Colorfix.

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Grupo Arkema adquire fabricante brasileira de adesivos e selantes Poliplás

09/02/2021

Negociação ocorreu por meio da subsidiária Bostik e visa fortalecer presença no mercado de adesivos e selantes

O grupo francês Arkema, por meio da sua Bostik, líder global em soluções inovadoras para adesivos e selantes, iniciou processo de aquisição da Poliplás Ltda, empresa brasileira produtora de tecnologias híbridas para adesivos e selantes. A negociação faz parte da estratégia do conglomerado francês de consolidar a presença da Bostik no segmento de adesivos para construção, e ampliar a participação do grupo em regiões com forte potencial de expansão.

Fundada em 1995, a Poliplás conta com 95 funcionários em sua planta em São José do Rio Preto, faturou R$ 65 milhões em 2020, e está presente em mais de 15 países, sendo líder na América Latina na fabricação de adesivos e selantes híbridos. Esta tecnologia, com amplo espectro de funcionalidades, é estratégica para a Bostik globalmente.

Atendendo ao mercado através de sua marca com o mesmo nome, a Poliplás passa a complementar a oferta da Bostik, que está presente no Brasil com a marca Fortaleza (argamassas, rejuntes, bricolagem, entre outros). As duas identidades serão mantidas.

O atual Diretor Geral da Poliplás Ltda, José Ricardo Checa, continuará na equipe, integrando-se ao time Bostik e sendo o responsável pela expansão comercial do negócio de Adesivos e Selantes.

Estratégia global

O presidente da Arkema Brasil, Eric Schmitt, ressalta a importância da aquisição e as perspectivas futuras. “Estamos dando todos os passos para implementar soluções inovadoras e a aquisição da Poliplás faz parte da estratégia de crescimento da Bostik no segmento da construção civil, reforçando a liderança global em adesivos e selantes híbridos. Assim, pretendemos ampliar nossa área de atuação, levando mais produtos e conquistando mais clientes”, disse.

Fabrício Buzeto, diretor geral da Bostik, destaca que a empresa é sustentada pela inovação. “Buscamos a inovação vigorosamente, aplicando os avanços tecnológicos mais recentes ao desenvolvimento de adesivos “inteligentes”. Observamos com atenção as tendências do mercado e trabalhamos para implementar soluções pioneiras e sustentáveis. Com a Poliplás, líder na fabricação de adesivos e selantes híbridos, vamos ampliar de forma consistente nosso leque de produtos, e oferecendo mais diversidade e qualidade”.

Com plantas localizadas em São Roque (SP) e Araraquara (SP),a Bostik passou a fazer parte do grupo Arkema em 2015. Hoje, está presente em 49 países, incluindo 54 centros técnicos de distribuição, vendas e administração, e agora expande sua presença no Brasil com a aquisição da Poliplás.

O Grupo Arkema está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Covestro recebe primeira remessa de benzeno sustentável para fabricação de precursor de espumas de poliuretano rígidas

27/01/2021

  • Total entrega 2 mil toneladas de benzeno com certificação ISCC Plus
  • Covestro utiliza benzeno na produção de importantes precursores para diferentes aplicações
  • Uso de matéria-prima alternativa para paineis de isolamento, partes automotivas e equipamentos de refrigeração mais sustentáveis

A Covestro recebeu a primeira remessa de 2 mil toneladas de benzeno sustentável da Total e, segundo a empresa, alcança mais um marco em sua trajetória para uma Economia Circular. A matéria-prima com certificação ISCC Plus foi fornecida pela plataforma de refinaria e petroquímica da Total em Normandia, no noroeste da França, e transportada para o site da Covestro na Antuérpia. Lá, ela será como utilizada como uma precursora para a produção de anilina, um produto importante para a produção do MDI pela Covestro na Alemanha.

O MDI é a base inicial para a produção de espumas rígidas de poliuretano, utilizadas por ano no isolamento térmico de prédios e equipamentos de refrigeração, além de aplicações na indústria automotiva e em muitas outras indústrias.

“Por meio da parceria com a Total, nós estamos ajudando nossos clientes do segmento de espuma rígida a tornarem sua produção ainda mais sustentável e se posicionarem no mercado”, afirma Daniel Meyer, head global do segmento de Poliuretanos na Covestro. “Eles podem utilizar esta matéria-prima imediatamente em seus processos de produção sem nenhuma conversão técnica. A qualidade do produto está ao par daqueles baseados em produtos petroquímicos”.

“Essa parceria comercial com a Covestro demonstra o objetivo da Total em produzir e comercializar novos produtos sustentáveis, ajudando nossos clientes a reduzirem sua pegada de carbono”, afirma Jean-François Renglet, vice-presidente de Marketing da Divisão de Químicos de Base da Total Refining and Chemicals. “Está em linha com a ambição da Total em atingir a neutralidade em carbono até 2050 para todas suas atividades no mundo, da produção aos produtos de energia utilizados por seus clientes”.

Transição gradual para matérias-primas alternativas

Com a transição gradual de sua produção para matérias-primas alternativas, a Covestro visa substituir as matérias-primas fósseis e tornar suas cadeias de valor mais sustentáveis. Recentemente, a empresa recebeu a certificação ISCC Plus para a produção de anilina renovável em Antuérpia, na Bélgica, e MDI em Uerdingen, na Alemanha, além da produção de policarbonato nos dois sites. Para a Covestro, o projeto é parte de um amplo programa com o qual a empresa, junto com parceiros, irá promover a transição para a economia circular e, consequentemente, tornar-se totalmente circular.

As certificações de balanço de massa em toda a cadeia de valor tornam as produções mais sustentáveis – reduzindo a pegada de CO₂ do produto e o uso de matérias-primas fósseis – e mais transparentes. O acrônimo ISCC representa International Sustainability and Carbon Certification, um sistema reconhecido internacionalmente para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Total é uma companhia de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade. Seus 100 mil funcionários atuam em mais de 130 países.

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Resinas da Ineos Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

24/10/2020

  • Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis
  • Prédios com a certificação LEED tendem a reduzir as despesas com água, luz e manutenção

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos e deve seguir aumentando em termos de fatia de mercado, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a disponibilidade de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando conseguir certificações “verdes” para os seus empreendimentos. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios. Em um deles, segundo a Ineos Composites, os materiais da sua família de resinas Envirez podem contribuir: o de “Materiais e Recursos”. As resinas podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre muitas outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da Ineos Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo, afirma a Ineos.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra (440 a 2100 kcal/kg). “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra (3880 kcal/kg) a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Márcia ressalta que, entre os benefícios econômicos da certificação LEED, os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

A Ineos Composites é uma líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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PICPlast realiza novo seminário para construção civil

14/09/2018

Iniciativa, que está em segunda edição, terá como foco projetos para o setor público.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, realiza, no dia 25 de setembro, em São Paulo, a segunda edição do seminário destinado a quem atua na construção civil, mais especificamente em projetos de obras de drenagem. O objetivo desta vez é mostrar a importância da ferramenta gratuita Building Information Modeling (BIM) para cálculos e projetos de rede de drenagem em polietileno de alta densidade (PEAD) também para o setor público.

“Estamos vivendo um momento em que o compliance é cada vez mais importante, por isso, queremos reforçar toda a inteligência por trás da tecnologia BIM como uma solução que contribui para um controle mais efetivo de todos os processos que envolvem a obra”, afirma Jorge Alexandre, executivo de desenvolvimento de mercado da Braskem e responsável pelo seminário.

As vagas são limitadas e os interessados devem entrar em contato até o dia 23 de setembro pelo e-mail picplast@picplast.com.br e aguardar a confirmação da inscrição.

Seminário PICPlast para Construção Civil
Dia: 25 de setembro
Horário: Das 8h30 às 12 horas
Local: Centro Cultural b_arco
Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426. Pinheiros, São Paulo

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Manta de polietileno para proteção de pisos acabados chega ao consumidor final

14/08/2017

Material que contém três camadas de PE garante economia e proteção e agora pode ser adquirido diretamente por quem está reformando

Atentas às necessidades do consumidor final, a Braskem e a Multinova apresentam nova solução para a proteção de pisos acabados, evitando danos na fase final de obras. Já utilizado pelo mercado de construção civil, o material estará à venda no varejo a partir de agosto.

Segundo a Braskem, a manta Multitriplex oferece economia e facilidade em reformas e é de fácil aplicação, com alta resistência e aderência, dispensando o uso de cola. “A manta traz facilidade para o consumidor, já que é fácil de aplicar e retirar. Com ela conseguimos garantir aos clientes eficiência e segurança durante a obra”, afirma Jair da Rosa, consultor de mercado da Multinova.

O produto tem três camadas, sendo a primeira com filme de polietileno expandido, que evita o escorregamento e ainda torna o produto mais leve, com maior durabilidade e menor custo; a segunda com plástico bolha que amortece a queda de materiais como martelos e baldes; e por último um filme de polietileno que protege contra líquidos. A união das camadas e as características de seus materiais evitam problemas como arranhões, trincas, manchas e umidade, em todos os tipos de pisos. A Multitriplex ainda é reciclável.

“Temos um relacionamento de muitos anos com a Multinova, com foco em otimização, inovação e desenvolvimento de novos mercados. Estamos felizes em fazer parte deste novo momento da companhia e em ajudar a viabilizar uma solução completa os consumidores”, afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE da Braskem.

Fonte: Braskem

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Termotécnica lança linha Monoforte para fechamento de galpões

18/03/2017

Sistema construtivo feito em EPS (isopor®) inclui nova linha, voltada para obras comerciais e industriais

Engajados no fortalecimento do mercado da construção civil em EPS, a Termotécnica apresenta um novo produto na linha Monoforte, que realiza o fechamento de galpões em obras comerciais e industriais. Os painéis, já utilizados em obras residenciais e de edifícios, passaram por uma série de ajustes com o objetivo de viabilizar o atendimento desse mercado com custos competitivos e eficácia, afirma a Termotécnica.

Reforço na equipe comercial

Para reforçar a atuação comercial do Sistema Construtivo Monoforte, a Termotécnica contratou novos representantes comerciais que atuarão nos mercados do Sul e Sudeste, especialmente focalizados em obras comerciais e industriais. Recentemente, a Termotécnica reuniu essa equipe para dois dias de treinamento, na sede da empresa, em Joinville (SC), com o objetivo de alinhar o conhecimento desses profissionais aos princípios e valores da Termotécnica.

O Sistema Construtivo Monoforte em EPS corresponde a paredes feitas de painéis monolíticos de concreto armado com isolamento térmico que podem substituir a alvenaria estrutural ou de vedação. As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica do Monoforte são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente, rápido e econômico. O sistema permite que todo o processo construtivo seja otimizado, com a redução no tempo de execução e na mão de obra necessária que, dependendo do projeto, pode ser superior a 30%. A facilidade se estende ao transporte e manuseio do material, que é leve e compacto, afirma a Termotécnica. Além disso, o isolamento térmico e acústico é outro diferencial do Sistema Monoforte, segundo o fabricante.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Resina de metil metacrilato ganha espaço no mercado de pisos

08/09/2015

Evonik_MMA_pisos

Por sua elevada resistência mecânica e química  e rápida liberação do local, a resina de MMA vem ganhando cada vez mais importância como sistema ideal na área de pisos e revestimentos de alto desempenho

Por MEvonik_Woolfichael F. Wolff*

Resina MMA (metil metacrilato), resina PMMA, resina de metacrilato (MA), resina acrílica ou resina de acrilato. Os nomes são muitos e as aplicações amplas: indo de implante dentário e ósseo, lentes de contato, fibras óticas e materiais ortopédicos até vidros à prova de bala. Mas o que pretendemos destacar é, na verdade, sua utilização na área de pisos e revestimentos de alto desempenho. Por sua elevada resistência mecânica e química, vem ganhando cada vez mais importância como sistema ideal para locais de circulação interna e externa, seja pela estética diferenciada, pelo desempenho, pela longa expectativa de vida útil e pelo excelente custo-benefício, proporcionado pelo baixo custo de manutenção e conservação.

Tudo começou na década de 1960, com a precursora Evonik, quando ainda era Degussa. Naquela época o mercado de revestimentos necessitava urgentemente de um produto de ágil aplicação. A partir disso, as resinas MMA começaram a ser empregadas sobre concreto, cerâmica, madeira e metal com grande ganho e, principalmente, sem a proliferação de fungos e bactérias. Resultado: desde então a MMA é um dos revestimentos mais indicado para áreas industriais, decorativas e alimentícias.

Resinas reativas à base de metacrilato têm sido usadas durante décadas no setor de construção para proteger superfícies. Como curam rapidamente, mesmo sob baixas temperaturas, são o material de escolha em muitos casos, especialmente quando existem altas exigências de resistência mecânica ou química. A sua excelente resistência a raios UV e a variedade de formulações, fazem da MMA uma tecnologia indispensável para proteção e reparo de superfícies de concreto. Piso industrial é a principal área de aplicação na construção. Para o cliente final isso significa curtas interrupções e perda mínima de produção, economizando, dessa maneira, tempo e dinheiro.

Outro ponto importante é que a variedade de formulações de resinas de metacrilato permite ajustar as propriedades mecânicas dos revestimentos, produzindo superfícies duras e resistentes ao impacto mecânico ou elástica e flexível. Atributo bastante interessante é que as resinas de metacrilato curam por uma reação química chamada polimerização via radical, bastante rápida em comparação com outras reações. Variando a quantidade de endurecedor adicionado, o processo de cura pode ser ajustado individualmente para diferentes temperaturas de trabalho e leva, na maioria das condições, menos de uma hora – o que significa a liberação do local para uso em menos tempo.

Mundialmente, mais de 20.000 toneladas de resinas de metacrilato são utilizadas por ano na área de construção, como, por exemplo, na proteção de superfícies. No Brasil, os sistemas em MMA vêm ganhando espaço devido à sua performance superior, rapidez na aplicação e liberação de área e grande versatilidade de acabamentos, apresentado soluções eficientes para pisos industriais e comerciais. E, considerando a orientação no Brasil por materiais mais sustentáveis, espera-se que o MMA ganhe uma atenção ainda maior no mercado nacional.

* Michael F. Wolff é Gerente de Vendas Técnicas na Evonik Industries AG, na Alemanha, e responsável pela linha DEGADUR® nas Américas.

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Plastivida posiciona-se sobre o banimento de produtos de EPS em Nova Iorque

20/07/2015

Nota emitida pela Plastivida (16/06/2015)

A Plastivida, como representante da cadeia produtiva dos plásticos no que tange à sustentabilidade, vem se posicionar sobre a decisão pelo banimento de produtos de EPS (sigla internacional do Poliestireno Expandido, no Brasil conhecido como IsoporR, marca registrada) na cidade de Nova Iorque.

– O EPS é um plástico e sendo assim, é inerte, atóxico e 100% reciclável.

– Em função de sua versatilidade, leveza, resistência e excelente custo-benefício o EPS tem ganhado, ao longo dos anos, espaços em mercados relevantes, oferecendo bem-estar à população, assim como economia e vantagens ambientais:

• promove economia de energia e de água quando aplicado em construções
• oferece redução nas emissões de gases, por ser leve ao transporte;
• está presente na medicina, preservando a integridade de medicamentos e insumos e garantindo a saúde das pessoas;
• preserva a qualidade dos alimentos no caso das embalagens, entre tantas outras utilidades.
• acondiciona e protege bens duráveis como eletrodomésticos, computadores, entre outros.

– Falar em banimento desse ou daquele produto é falar em retrocesso. É abrir mão de um processo de desenvolvimento em prol da qualidade de vida, e pior ainda, muitas vezes de forma a não gerar nenhum benefício ambiental.

– Acreditamos que a decisão de se banir um determinado produto vai apenas mudar o tipo de material que será encontrado amanhã nos mares e nas ruas.

– A solução está na responsabilidade compartilhada entre indústria, população e governo para atuarem em torno da informação adequada, educação ambiental e gestão de resíduos.

• Informação – Conhecendo os produtos, sua funcionalidade, sabendo do impacto que gera, por meio da análise de seu ciclo de vida (desde a extração da matéria-prima até seu descarte) é possível fazer a melhor escolha.
• Educação ambiental – É o que desperta a sociedade para a importância do consumo responsável, redução de desperdício e descarte adequado. A partir da educação ambiental, as boas práticas se tornam perenes.
• Gestão de resíduos – Coleta seletiva, logística reversa, redução de aterros, destinação do lixo para a reciclagem mecânica ou energética são pontos que devem ser considerados na gestão de resíduos, principalmente dos grandes centros, onde a população cresce cotidianamente e, por consequência, o consumo e o descarte.

– O Brasil é um exemplo: somente o Brasil reciclou, em 2012, 34,5% do EPS que consumiu, ou seja, reciclou 13.570 toneladas das 39.340 toneladas de EPS pós-consumo. (estudo Maxiquim). Se levarmos em conta que menos de 20% dos municípios contam com sistemas de coleta seletiva, esse número é bastante elevado.

– Em 2012, as 22 recicladoras de EPS do Brasil faturaram juntas R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas representam uma capacidade instalada para reciclar 30.473 toneladas. Ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

Ass: Miguel Bahiense Neto
Presidente da Plastivida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Amut-Wortex apresenta sua nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC

03/06/2014

Amut_WortexA indústria de transformação de plástico nacional tem, a partir de agora, uma nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC, desenvolvida pela Amut-Wortex nas novas instalações, em Campinas (SP). Com investimentos de R$ 4 milhões, que envolvem a ampliação da fábrica e aquisição de maquinários, o grupo italiano Amut acredita no potencial do Brasil e na alta capacidade tecnológica e de produção da Wortex para expandir seus negócios.

“A partir da Itália, a AMUT exporta 90% da sua produção para os mercados europeu, norte-americano e asiático. Encontramos na Wortex o parceiro ideal para tornar realidade a manufatura e distribuição dos nossos produtos, a exemplo, desta linha de extrusão com dupla rosca contra-rotante com produção simultânea de dois tubos, ideal para produção de tubos pequenos e médios para os setores da construção”, explica Angelo Milani, diretor comercial da Amut.

Com uma ampla gama de aplicações, o PVC é usado principalmente na construção civil, em redes de distribuição de água e esgoto, irrigação, conduítes entre outros. A nova extrusora tem capacidade para produzir de 600 a 700kg/hora de tubos de PVC com diâmetros que vão de 20 a 125 mm. Entretanto, a Amut-Wortex está capacitada para produzir tubos de PVC de até 1,20m de diâmetro, de polietileno até 1,60m e vários outros tipos de tubos para aplicações para a indústria médica, automobilística, etc.

Atualmente, a Amut-Wortex tem um corpo de colaboradores, formado por engenheiros, equipe comercial e assistência técnica. A nova fábrica da empresa em Campinas possui instalações de 3,5 mil m². A meta é aumentar para 6 mil m² até o início de 2015.

Intercâmbio Brasil-Itália

A Wortex iniciou, em abril de 2013, junto ao grupo italiano Amut, uma joint-venture que está trazendo para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor.

De acordo com o diretor da Wortex, Paolo De Filippis, os produtos que a Amut-Wortex se propõe a fabricar aqui terão índice de nacionalização dentro dos parâmetros requeridos pelo BNDES para enquadramento ao FINAME. Trata-se de um intercâmbio, no qual a empresa italiana está transferindo tecnologia para produção de chapas, tubos, termoformadoras e equipamentos para reciclagem, principalmente de material pet, tecnologia esta que complementa as linhas de reciclagem já fabricadas pela Wortex.

Fonte: Wortex

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Espuma da BASF com proteção antichamas é opção para locais que precisam de conforto acústico

27/01/2014
  • Basotect® é uma das inovações utilizadas na CasaE, Casa de Eficiência Energética da BASF
  • Material à base de  melamina atende integralmente às normas de segurança ao fogo do Corpo de Bombeiros

Muitos espaços comerciais ou residenciais precisam de conforto acústico, seja por questões ocupacionais, de segurança ou para atender as normas da construção civil. A procura por um material de qualidade e que esteja de acordo com as regulamentações fez as vendas do Basotect® crescerem mais de 120% no último ano.

Para Murilo Feltran, gerente de Espumas Especiais da BASF, o aumento na procura pelo produto ocorreu principalmente devido ao endurecimento da fiscalização em todo país, já que as normas para forros e revestimento de parede já existem há alguns anos. “O Basotect®, espuma feita a partir de resina de melamina, é o material com melhor resistência ao fogo entre as espumas orgânicas conhecidas”, explica Feltran. O produto é antichamas, resistente à alta temperatura, funciona como isolante térmico e tem alta capacidade de absorção de som.

Por essas características, o Basotect® está entre as inovações apresentadas na CasaE, a Casa de Eficiência Energética da BASF. Os forros a base de Basotect® foram produzidos e instalados  pela Owa do Brasil Produtos Acústicos Ltda., sendo utilizados nos tetos do auditório e do home theater, nas cores indicadas pelo projeto arquitetônico.

“Outro benefício é que o produto tem instalação simples, pois não necessita de perfis de suporte, como os forros modulares convencionais, podendo ser instalado facilmente por meio de adesivos específicos. Os forros, também, são produzidos em diversas cores”, diz Feltran.

Normas de segurança

A “Instrução Técnica de Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento número 10/2004” do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo indica os parâmetros da norma de propagação superficial de chamas (NBR 9442, que mede a velocidade de alastramento das chamas) e da norma de densidade ótica de fumaça (ASTM E-662, que mede o quão escura está a fumaça, para não prejudicar a rota de fuga em situações de incêndio).

Segundo a BASF, nas aplicações acústicas, a espuma Basotect® é a única espuma orgânica que atende a essas duas normas determinadas pelo Corpo de Bombeiros. Apesar da regulamentação ser estadual, São Paulo é referência para os Bombeiros de outros estados.

De acordo com a empresa, o Basotect® também atende aos parâmetros de qualidade para habitações, determinados pela Norma de Desempenho NBR 15.575, que estabelece padrões mínimos de isolamento acústico, conforto térmico, durabilidade dos materiais e segurança. A exigência entrou em vigor em julho de 2013.Além disso, a alta reflexão de luz (exibida na espuma da cor branca), as baixas emissões e o desempenho acústico do Basotect® podem contribuir para a obtenção da  certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, principal selo de construção sustentável do Brasil.

Sobre o Basotect®: A espuma de melamina Basotect® pode ser utilizada em forros, painéis ou baffles com diversas opções de cores, apresentando propriedades acústicas e leveza (densidade de 6-9kg/m3). A facilidade de instalação/reposição é contemplada pela possibiolidade de colagem das peças acústicas utilizando-se adesivos e/ou penduradas por fios, dispensando estruturas metálicas mais complexas, por exemplo, reduzindo esforços e custos.

Segundo a BASF, a segurança é observada durante o processamento/manuseamento da espuma, não oferecendo risco ocupacional por não haver liberação de fibras minerais, além de apresentar baixíssima emissão de gases tóxicos segundo a norma europeia EN 45545 parte 2. As peças acústicas são higiênicas e possuem elevada durabilidade.

Fotne: BASF

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Braskem desenvolve solução de isolamento acústico para construção civil

20/03/2013

Com menor custo, produto atende a ABNT 15575 e proporciona maior redução de ruídos

Atenta às necessidades do mercado da construção civil, a Braskem, e a Multinova trazem ao mercado brasileiro as mantas expandidas de polietileno produzidas com tecnologia italiana, solução inovadora para reduzir a transmissão de ruídos entre os andares dos edifícios e conferir ainda mais qualidade em obras. O produto se apresenta como uma excelente alternativa para atendimento à norma ABNT NBR 15575-3:2013, que entra em vigor em julho deste ano e estabelece requisitos mínimos de desempenho acústico em edificações.

A nova exigência estabelece critérios e métodos de avaliação de desempenho para os principais sistemas que compõem um edifício: estrutura, pisos internos, vedações externas e internas, coberturas e instalações hidrossanitárias. Antecipadamente, as mantas de polietileno enquadram-se às novas regras estabelecidas, pois seguem um rigoroso controle de qualidade e têm sua eficiência comprovada através de ensaios técnicos realizado no IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas e também em institutos independentes italianos.

Com cinco ou dez milímetros de espessura, as mantas de polietileno são aplicadas entre a laje e o contra piso, o que proporciona redução de ruídos entre os andares, já que ela pode ser aplicada com qualquer tipo de piso e contempla também os rodapés. O produto é feito em polietileno expandido, o que o torna mais leve, com maior durabilidade e menor custo. Com estas características, serão evitados barulhos que causam incômodo aos moradores como crianças brincando, passos e animais.

“A manta de polietileno é a alternativa de melhor custo-benefício que podemos encontrar no mercado de isolamento acústico, permitindo atingir tanto o nível intermediário quanto o superior da norma. Com a forte expansão da construção civil, é preciso investir em novos produtos que garantam um bom desempenho e proporcionem conforto para o usuário”, afirma Jorge Alexandre, responsável por desenvolvimento de mercado de PE da Braskem.

“Com as novas regras estabelecidas pela ABNT, a demanda da construção civil irá aumentar muito. Por conta disso, pensamos em um produto de qualidade para o mercado e com custo inferior aos produtos similares comercializados”, destaca Jair da Rosa, gerente comercial corporativo da Multinova.

Fonte: Braskem

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