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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Lord agenda o lançamento de dois adesivos na Feiplar

01/11/2018

  • À base de acrílico e poliuretano, produtos são ideais para a colagem de peças de compósitos
  • Consumidos principalmente por montadoras

Subsidiária local da norte-americana Lord Corporation, e especializada na fabricação de adesivos estruturais, a Lord participa mais uma vez da Feiplar, principal feira do setor latino-americano de compósito, que ocorre de 06 a 08 de agosto de Novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Desta vez, a empresa programou para o evento o lançamento de dois produtos. O primeiro, denominado Lord 852/25GB, é um adesivo base acrílico indicado para a colagem tanto de compósitos como de metal. “É o produto do nosso portfólio que apresenta atualmente o melhor desempenho pois combina grande uniformidade de colagem e alta resistência em razão da coesão interna muito grande, com maior alongamento, que são características desejáveis em adesivos de alta performance”, explica Andrios de Souza, supervisor de vendas da Lord.

Em comparação às gerações anteriores de adesivos acrílicos da Lord, Souza afirma que a novidade garante uma performance até 15% superior em termos de resistência – o percentual pode variar conforme o tipo de colagem. “A despeito dessa melhora importante de desempenho, o preço permanece bastante competitivo”. Fabricado no Brasil, o Lord 852/25GB já está sendo usado por montadoras de ônibus e fabricantes de pás eólicas.

A outra novidade da Lord na Feiplar faz parte da categoria de adesivos conhecida como “PU Fast”, isto é, formulações à base de poliuretano caracterizadas pela cura rápida. Chamado de Lord Fusor 2001/2003 NG, o produto mantém o mesmo tempo de aplicação (open time) dos adesivos PU convencionais, mas reduz de 2h30 para 45 minutos o tempo de manuseio da peça (handling time). “Por conta dessa curva de cura bem mais rápida, o Lord Fusor 2001/2003 NG propicia um ganho de produtividade de 25%”, calcula o supervisor de vendas da Lord.

Tal característica, observa Souza, atende a uma das principais demandas das montadoras, alvo principal do lançamento da Lord. “É o produto ideal para a colagem de para-choques, tetos e painéis, entre outras peças de compósitos presentes em ônibus, caminhões e veículos agrícolas”.

Sob o ponto de vista da aplicação, o Lord Fusor 2001/2003 NG é similar aos demais adesivos à base de PU produzidos pela Lord. “Apresenta a mesma viscosidade da geração anterior. Assim, o usuário não precisa fazer qualquer alteração na sua linha para utilizar essa nova formulação”.

Novo Stark

Outra atração do estande da Lord será a apresentação do Stark, novo jipe da TAC Motors. Parceira da TAC desde 2008, quando teve início o projeto de desenvolvimento do veículo, a Lord fornece o adesivo Lord LA 034/19 para a colagem do capô do Stark.

“Em paralelo, existem outros projetos de ampliação do uso dos nossos adesivos nos modelos montados em Sobral pela TAC, sobretudo focados em melhorias de processo e redução de peso”, comenta Tiago Fruet, gerente de contas sênior da Lord.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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MVC lança novos processos para produção de componentes para o setor eólico

10/05/2016

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A MVC desenvolveu um novo processo para a fabricação de peças de aerogeradores para atender ao setor eólico. Segundo a empresa, o processo inovador, denominado RTM Skin, permite a produção de componentes de grande porte (as maiores peças em compósitos produzidas pela empresa) com melhor produtividade, acabamento e menor impacto no meio ambiente.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o novo processo, assim como os processos de infusão e RTM Light, estão sendo utilizados para a produção de conjuntos de aerogeradores do modelo G114 2.1 MW (conversores de energia eólica em elétrica) para a Gamesa Eólica Brasil, na Bahia. “O projeto da nova peça foi elaborado pela engenharia da Gamesa, na Espanha. Com o auxílio da equipe da MVC, foram desenvolvidos métodos e processos para ser fabricada no Brasil, atendendo aos requisitos de qualidade e disponibilidade de materiais do mercado nacional”, explica.

Os materiais utilizados nas peças são tecidos de fibra de vidro, núcleos, resina ortoftálica e gel coat isoftálico. Por se tratar de um produto em gel acabado, a peça deixa o molde já com acabamento final, sem nenhuma necessidade de pintura. Também são utilizados componentes metálicos e fixadores que fazem parte da montagem posterior.

“A grande vantagem destes processos é que permitem fabricar um aerogerador de dimensões maiores, com menor impacto ambiental, e com qualidade excepcional”, avalia Gilmar Lima. “Estamos nos antecipando e atendendo à nova tendência existente no mercado de criação de máquinas cada vez maiores. A carcaça da nova Nacelle (palavra utilizada para definir o corpo do aerogerador) que estamos produzindo para Gamesa é a maior peça em compósitos já fabricada pela MVC”.

A carenagem do rotor dos aerogeradores (Spinner) – local onde há o acoplamento das pás – é desenvolvida e produzida pelo processo de infusão, apropriado para peças grandes – cada spinner possui mais de 4 m de altura – e alto teor de fibra. O procedimento de fabricação da MVC permite a obtenção de componentes que oferecem padrões de desempenho mais elevados e acabamento superficial, maior resistência a intempéries e melhores propriedades mecânicas (resistência e durabilidade).

Fonte: MVC

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ALMACO organiza evento sobre Compósitos em São Paulo

18/04/2016

2º Encontro Regional contará com a participação de diretor técnico da ABEEólica

Almaco1Os principais representantes da cadeia produtiva de compósitos estarão presentes no 2º Encontro Regional, evento que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) organizará no próximo dia 26, no auditório 50 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).

Além de palestras sobre matérias-primas e tecnologias de processamento de compósitos, o 2º Encontro Regional contará com a apresentação “Visão do mercado eólico do Brasil”, de Sandro Yamamoto, diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). “A geração de energia eólica é de vital importância econômica para o nosso setor, fora que exemplifica a elevada resistência mecânica típica dos compósitos”, afirma Erika Bernardino, gerente de marketing da Almaco.

Os compósitos à base de resina epóxi são usados na fabricação das pás eólicas, enquanto que os produtos moldados com resinas poliéster fazem parte de diversos componentes das turbinas, como nacelles, spinners e blocos elétricos. Em 2015, a geração de energia eólica respondeu por 95,6% da demanda brasileira por compósitos de epóxi – foi o único segmento, a propósito, que cresceu no período (+4,5%).

Confira, a seguir, a agenda do 2º Encontro Regional Almaco:

  • 13h: Credenciamento
  • 13h30: “Visão do mercado eólico no Brasil”, Sandro Yamamoto (ABEEólica)
  • 14h: “Contribuição do adesivo estrutural na evolução dos processos de fabricação de compósitos”, Gabriel da Silva (Lord)
  • 14h30: “A visão sistêmica nos processos decisórios da gestão: foco no gerenciamento com limitação de recursos”
  • 15h30: “Sustentabilidade e tecnologia em resinas para compósitos com zero emissão de estireno”, André Oliveira (Reichhold)
  • 15h50: “Unindo compósitos: possibilidades na medida certa”, Juliana Hoehne
  • 16h20: “RTM Light Classe A: melhoria cosmética”, Márcia Cardoso (Ashland)
  • 16h50: “Materiais compósitos termoplásticos: estado da arte e potencial crescimento”, Rodrigo Berardini (Toho Tenax)
  • 17h20: “Processo de fabricação de peças em material compósito com núcleos removíveis”, Fernando Melo (Universidade Positivo – pós-graduação em materiais compósitos).

O evento promovido pela Almaco conta com o patrocínio de Ashland, Lord, MVC Soluções em Plásticos, Owens Corning, Reichhold e Toho Tenax.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (Cetecom), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Bom momento do setor de energia eólica favorece a Redelease

25/02/2016

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Unidade da empresa em Sorocaba abastece os prestadores de serviço da Tecsis e Wobben Windpower

Até agora, a geração de energia eólica é o único segmento consumidor de compósitos imune à crise. Em 2015, quando a demanda pelo material caiu 21,2%, a moldagem de pás eólicas e demais componentes elevou em 4,5% o consumo de matérias-primas, como resinas, fibras de vidro e catalisadores. A Redelease, tradicional distribuidora de insumos para compósitos, tem observado de perto esse movimento a partir da sua unidade em Sorocaba (SP), cidade que abriga as plantas da Tecsis e Wobben Windpower, duas das principais fabricantes de pás e aerogeradores do país.

“Existe uma importante cadeia de prestadores de serviços para essas empresas na região. Eles necessitam de atendimento rápido para, por exemplo, pequenos trabalhos de manutenção. É aí que nós entramos”, descreve Ubirajara Santos, responsável pela filial da Redelease em Sorocaba.

Ao longo do último ano, Santos calcula que o volume de materiais fornecidos pela Redelease para os prestadores de serviços de Tecsis e Wobben Windpower cresceu cerca de 10%. “Do nosso portfólio, os itens mais procurados são resinas especiais e fibras e tecidos de vidro, além de adesivos e catalisadores”, detalha.

Para 2016, diante das previsões de aquecimento ainda maior do mercado de energia eólica, o gerente da Redelease projeta uma elevação de 15% nas vendas. “Somado ao fato de estarmos próximos a essas empresas, temos conseguido nos diferenciar da concorrência pela assistência técnica efetiva e variedade de portfólio, hoje formado por mais de 1.000 itens”.

Fundada em 1988, a Redelease mantém atualmente unidades em Barueri (sede), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto – ao todo, emprega 105 pessoas. É distribuidora de resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); peróxidos orgânicos (AkzoNobel), desmoldantes (Chem-Trend), adesivos estruturais (LORD) e tintas de alta performance (Lechler), entre outros produtos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Polinox fortalece presença no setor eólico

17/09/2015

Este ano, cerca de 10% da produção de peróxidos orgânicos da empresa têm sido absorvidos pelos fabricantes de pás e nacelles

Líder em peróxidos orgânicos na América Latina, a Polinox é a única empresa brasileira do seu segmento a fazer parte da rede de fornecedores dos fabricantes de pás e componentes para a geração de energia eólica instalados no país.

Ao longo deste ano, cerca de 10% da produção da Polinox foram absorvidos pelo segmento eólico, um dos poucos representantes da indústria brasileira a atravessar um bom momento – seja por causa das exportações ou em função dos contratos locais firmados antes da crise. “Os fabricantes de componentes para geração eólica estão com encomendas até o final de 2016, além do que há uma previsão de crescimento anual da demanda de 30% até 2018”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox.

Do portfólio da empresa – lista formada por mais de 40 tipos de peróxidos orgânicos –, os preferidos dos fabricantes de pás e componentes, como as nacelles, são o Brasnox MCP® e o Brasnox MCP 45 CR®. “São blendas de metil-etil-cetona e cumeno caracterizadas pela baixa exotermia, gel time longo e excelente cura final”, detalha.

Segundo Pontifex, fornecer para o setor de energia eólica atesta a qualidade e a performance dos produtos da Polinox. “Foram meses de testes muito rigorosos feitos aqui e lá fora até que conseguíssemos as homologações. É um mercado que opera com o que há de melhor em termos de matérias-primas para a moldagem de compósitos”.

As pás e diversos componentes das turbinas eólicas são feitos de compósitos e os peróxidos orgânicos da Polinox atuam como agentes de polimerização (cura) desses polímeros.

Fundada em 1960, a Polinox mantém um complexo industrial em Itupeva (SP) com capacidade para produzir, por mês, 300 toneladas de peróxidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Polinox

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MVC anuncia abertura de nova unidade em Camaçari.

12/09/2011

Agendada para partir em janeiro de 2012, fábrica atenderá apenas o mercado de energia eólica, produzindo  peças de compósitos para a Gamesa.

A MVC vai inaugurar em janeiro de 2012 uma fábrica em Camaçari (BA). A unidade, voltada ao mercado de energia eólica, abastecerá inicialmente a filial brasileira da espanhola Gamesa, companhia especializada em aerogeradores que, em julho, abriu uma planta na mesma cidade.

“A partir de 2013, pretendemos expandir a carteira de clientes desse segmento”, comenta Gilmar Lima, diretor geral da MVC. Com cerca de 2.000 m², a fábrica da MVC em Camaçari partirá com um potencial para processar 1.000 toneladas/ano de materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance que dá forma a diversas peças dos aerogeradores, como nacelles, bicos (noses) e coberturas. “A nova unidade terá capacidade para chegar a até 3.000 toneladas/ano, mas tudo vai depender da demanda”. De início, serão 60 funcionários, número que pode chegar a 200 em 2015.

 Produzir as gigantescas pás eólicas, também feitas de materiais compósitos, não faz parte da estratégia da MVC. “Queremos nos especializar nos outros componentes dos aerogeradores, tendo como diferencial o uso de processos mais automatizados e de melhor desempenho, como RTM e infusão”.

 O mercado de energia eólica deve gerar cerca de R$ 10 milhões em receitas para a MVC em 2012 – 6% do total projetado para o período. “A meta é que responda por 15% de uma receita estimada em R$ 400 milhões em 2015”, afirma o diretor geral.

Fonte: SLEA Comunicação

MVC firma parceria com Espanhola Gamesa e ingressa no segmento de energia eólica

28/03/2011

Contrato prevê inicialmente o fornecimento de 150 conjuntos por ano.

A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, fechou parceria com a fabricante espanhola de sistemas para energia eólica Gamesa. Inicialmente, a MVC fornecerá para a Gamesa Eólica Brasil o bico (nose) de aerogeradores (conversores de energia eólica em energia elétrica). Em uma segunda etapa, será desenvolvido também o corpo do gerador, parte integrada ao bico.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o fornecimento, com previsão para gerar receita de R$ 5 milhões a partir de 2012, marca a entrada da MVC em um novo segmento. “A nossa participação neste segmento se deu em razão do seu alto crescimento em todo o mundo e de utilizar materiais e tecnologias de alto desempenho. Outro fator importante para esta decisão é que acreditamos que possamos contribuir com soluções inovadoras e diferenciadas para este mercado”, explica o executivo.

A MVC estuda o mercado de energia eólica desde 1998 quando, com apoio do FINEP e da Pôle de Plasturgie de l’Est (centro de tecnologia francês), desenvolveu um novo conceito para a fabricação, em compósitos, das pás e dos demais componentes. “Desenvolvemos todo o projeto, materiais, processos, ensaios, controles e no final fabricamos uma peça do conjunto em escala. O que faltava para este projeto estar completo era o cliente e agora, com a Gamesa, o encontramos”, finaliza Lima.

Os bicos para aerogeradores levaram três meses para serem desenvolvidos e serão produzidos na unidade de São José dos Pinhais, pelo processo de infusão com moldes fechados, apropriado para peças grandes – cada bico possui 4,2 m de altura – e alto teor de fibra. O procedimento de fabricação da MVC permite a obtenção de componentes que oferecem padrões de desempenho mais elevados e acabamento superficial, maior resistência a intempéries e melhores propriedades mecânicas (resistência e durabilidade).

“Faz cerca de seis anos que a MVC e a Gamesa “vêm construindo” esta parceria. Neste período, ambas as empresas se prepararam para o início da produção no Brasil. Investimos em treinamentos no exterior e em novas tecnologias para produzir as peças e atender a Gamesa. O objetivo inicial do projeto é abastecer o mercado interno, principalmente os parques eólicos da região Nordeste, com uma produção de 150 peças até março de 2012. Posteriormente, ampliaremos o nosso fornecimento para outras regiões e países”, ressalta Lima.

Sobre a Gamesa

Com mais de 15 anos de experiência, a Gamesa é uma das líderes mundiais no mercado de projeto, fabricação, instalação e manutenção de turbinas de vento, com 21.000 MW instalados em 30 países em quatro continentes e mais de 13.600 MW em manutenção.

A Gamesa tem 30 fábricas na Europa, Estados Unidos, China e Índia, e mais de 7.200 empregados no mundo inteiro. A empresa também é uma referência mundial no mercado de construção, desenvolvimento e venda de parques eólicos, com mais de 4.000 MW, e tem 22.600 MW instalados em parques eólicos na Europa, América e Ásia.

A produção anual equivalente a cerca de 21.000 MW, representa mais de 5 milhões de toneladas de petróleo (TEP) por ano e evita a emissão na atmosfera de cerca de 31 milhões de toneladas de CO2/ano.

Em 2010, a Gamesa anunciou a construção de uma fábrica no Brasil, em Camaçari, na Bahia. A unidade deve começar a operar no próximo mês de abril, vai gerar 100 postos de trabalho e terá capacidade produtiva de 300 MW.

Fonte : Secco Consultoria de Comunicação / ABMACO