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Bemis cria embalagens stand-up pouch sem alumínio para a Cargill

09/03/2017

Mudança diminuiu em 25% a emissão de carbono e reduziu o consumo de matéria-prima da embalagem

A Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, desenvolveu embalagens em formato stand-up pouch (sachê) com estrutura foilless (sem alumínio) para a linha de atomatados da Cargill, fabricante dos molhos de tomate Pomarola e Tarantella.

Entre os principais benefícios da mudança, afirma a Bemis, pode-se citar a redução de 25% das emissões de dióxido de carbono da embalagem e menor consumo de matéria-prima através da redução da gramatura da embalagem em 8%. Além disso, o processo de reciclagem das embalagens foi facilitado.
“Reduzir as emissões de carbono em 25% da embalagem representa 826.200 kg de CO2 a menos no ambiente, o equivalente a emissão de CO2 de aproximadamente 468 carros em circulação nas cidades por um ano”, afirma Márcio Barela, Coordenador de Sustentabilidade da Cargill.

“Utilizando a ferramenta de desenvolvimento Stage Gate, trabalhamos em conjunto com o cliente para entender suas necessidades e desenvolvemos um plano de ação minucioso de ajuste de maquinário, consultorias e treinamentos. Isso possibilitou que o novo conceito de embalagens fosse implementado de forma assertiva, atendendo ao cronograma de implementação definido pela Cargill”, explica Antonio Ponce, Gerente de Marketing de Shelf Stable de Alimentos e Bebidas da Bemis.

Além da sustentabilidade, outras vantagens da troca de estrutura da embalagem são o apelo visual no ponto de venda (sem aspecto amassado), resistência mecânica e proteção do produto, afirma a Bemis.

“A embalagem do produto é um dos elos de conexão entre marca e consumidor. A nova embalagem é visualmente mais atrativa e pode contribuir para uma melhor experiência do consumidor no ponto de venda”, afirma Daniel Pontes, Gerente de Marketing da Cargill.

Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a Bemis atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 18 mil funcionários em 60 unidades, localizadas em 12 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bemis

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BASF, Cargill e Novozymes estabelecem marco em processo biotecnológico para produção de ácido acrílico, matéria prima para polímeros superabsorventes

09/07/2013

 Sucesso na produção do ácido 3-hidroxipronanóico para ácido acrílico com base biológica

As empresas BASF, Cargill e Novozymes anunciaram nesta semana o estabelecimento de um importante marco no desenvolvimento conjunto de tecnologias para produzir o ácido acrílico a partir de matérias-primas renováveis ao demonstrarem com sucesso a produção do ácido 3-hidroxipropiónico (3-HP) em escala piloto.

O 3-HP é um bloco construtivo com base renovável e um possível precursor químico para o ácido acrílico. As empresas também estabeleceram com sucesso diversas tecnologias para desidratar o 3-HP para o ácido acrílico em escala laboratorial. Esta etapa do processo é essencial, pois ela é a base para a produção do ácido acrílico. Em agosto de 2012, as empresas BASF, Cargill e Novozymes anunciaram uma cooperação conjunta para o desenvolvimento de um processo para a conversão de matérias-primas renováveis em um ácido acrílico 100% à base biológica.

“O 3-HP é uma matéria-prima potencialmente importante para a produção do ácido acrílico com base tecnológica que é um precursor de polímeros superabsorventes”, disse Teressa Szelest, Vice-Presidente Sênior Mundial da Unidade de Negócio Higiene da BASF. “Ainda temos muito trabalho a fazer antes que o processo esteja pronto comercialmente, mas este é um marco importante e estamos confiantes que avançaremos para o próximo nível de expansão do processo como um todo em 2014.”

O ácido acrílico é um químico de alto volume que contribui para uma ampla linha de produtos. A BASF é maior produtora mundial de ácido acrílico e conta com grandes capacidades em sua produção e processamento interno. Inicialmente, a BASF planeja utilizar o ácido acrílico à base biológica para fabricar polímeros superabsorventes capazes de absorver grandes quantidades de líquido e são usados em fraldas para bebês e outros produtos de higiene. Atualmente, o ácido acrílico é produzido por meio da oxidação de propileno derivado da refinação do óleo bruto.

A equipe do projeto em parceria das empresas combina a experiência de excelência mundial em biotecnologia, matérias-primas renováveis, fermentação em escala industrial e no desenvolvimento de novos processos químicos.

“As três empresas formaram conjuntamente equipes de trabalho altamente talentosas e experientes para o projeto”, disse Jack Staloch, Vice-Presidente de P&D em Biotecnologia da Cargill. “As equipes estão avançando com rapidez e intensidade, e já demonstraram um grande progresso rumo à conquista dos nossos objetivos.”

“Estabelecemos um importante marco com a produção do 3-HP em escala piloto,” disse Rasmus von Gottberg, Vice-Presidente de Desenvolvimento Corporativo e Criação de Negócios da Novozymes. “Já demonstramos que é possível produzir este importante bloco químico construtivo a partir de matérias-primas renováveis em condições industriais robustas. E agora o trabalho de desenvolvimento seguirá para sua comercialização.”

Os polímeros superabsorventes derivados do ácido acrílico à base biológica será uma nova oferta inovadora para o mercado. As fraldas produzidas com esses polímeros superabsorventes atenderão à demanda de um grupo de consumidores significativo e crescente particularmente em mercados desenvolvidos. Eles também poderão permitir que os fabricantes de fraldas atendam à demanda dos consumidores, diferenciem seus produtos e contribuam para seus objetivos de sustentabilidade.

Fonte: BASF

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