Archive for the ‘Filmes’ Category

Plastiweber apresenta embalagem plástica reciclada ao setor calçadista durante evento

13/06/2022

A Plastiweber participou, no último dia 25, da 29ª edição do Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), em Gramado. A diretora de marketing da Plastiweber, Aline Assmann, e o diretor circular da Plastiweber, Pedro Bolfoni, apresentaram o Green Packing, embalagem secundária de plástico reciclado focalizada no setor de calçados. O filme, termoencolhível e de embalamento automatizado, chega como uma solução mais eficiente e sustentável para agregar as unidades em fardos para transporte, afirma a empresa.

Aline Assmann, conta que, no setor calçadista, já há algumas soluções sustentáveis em produtos, como calçados feitos com parcela de material reciclado, com plástico retirado dos oceanos e garrafas PET, entre outros. Agora, explica ela, é possível expandir as soluções para embalagens, mantendo a performance e a viabilidade econômica: “A Plastiweber trabalhou para ampliar as soluções sustentáveis para as embalagens secundárias e terciárias de forma que fossem não apenas economicamente viáveis, mas que também trouxessem melhorias nos processos de logística e gerassem uma série de benefícios socioambientais para aproveitamento pelas marcas no setor de marketing. Tivemos um caso de uso que foi premiado no ano passado: o da Pampili, uma cliente nossa que aderiu ao Green Packing e nos permitiu insights sobre como essa nova forma de embalar calçados pode impactar positivamente as marcas de diversas formas”.

O Green Packing conquistou o Prêmio Grandes Cases 2021 na categoria Impacto Econômico, a partir da substituição das caixas de papelão por embalagens plásticas recicladas. Segundo a Plastiweber, um estudo da empresa feito a partir desse caso de uso no setor calçadista mostra que a automatização para o embalamento e a maleabilidade da embalagem plástica – que ocupa menos espaço – permitem melhorias logísticas na cadeia produtiva.

As embalagens da Plastiweber, incluindo a linha Green Packing, são geradas dentro de um ecossistema circular, afirma a empresa. Através de logística reversa com clientes, parcerias com grandes varejistas e projetos socioambientais com cooperativas, escolas e comunidades, a empresa coleta o resíduo plástico que iria parar em aterros sanitários, os seleciona e processa para que retornem ao mercado como uma nova embalagem.

A Plastiweber afirma que este ciclo gera uma série de benefícios socioambientais agregados ao uso do plástico reciclado. Segundo a empresa, em 2021 o volume total de plástico que ela reciclou tornou possível a redução de emissões de 17 mil toneladas de CO2.

A Plastiweber é uma empresa de soluções sustentáveis em plástico sediada em Feliz (RS). Com um ecossistema circular que envolve logística reversa com clientes, parcerias com grandes varejistas e programas socioambientais com cooperativas, escolas e comunidades, a empresa recebe, seleciona e processa resíduos plásticos para que retornem à economia como novas embalagens. A Plastiweber afirma ter sido homologada com o certificado europeu EUCertPlast, que atesta a rastreabilidade e a qualidade do plástico reciclado produzido por recicladores ao redor do mundo. Além disso, carrega o selo nacional de plásticos reciclados SENAPLAS, que reconhece o trabalho efetuado conforme a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Em 2022, a empresa recebeu o título de 1º filme 100% pós-consumo de alta performance pela Organização Mundial de Embalagens (World Packaging Organisation).

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Associados Adirplast do segmento de filmes biorientados fecham os quatro primeiros meses deste ano com resultados estáveis

13/06/2022

Distribuidores de BOPP e BOPET vêem um ano estável. A expectativa de um pequeno aquecimento no segundo semestre

Até agora, o ano tem se mostrado estável para os associados Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) do segmento de BOPP e BOPET. As vendas de janeiro a abril somaram 9853 toneladas, volume 1.8% maior do que o obtido no mesmo período de 2021. Essa seria uma notícia positiva, não tivesse o setor amargado no ano passado uma queda considerável em suas vendas. Considerando o varejo de BOPP e BOPET, foram comercializadas no país no ano passado 39 mil toneladas desses insumos. Em 2020, esse número chegou a 48 mil toneladas, sendo os associados da Adirplast responsáveis por, em média, 75% desses valores. Para a vice-presidente da entidade, Cecília Vero, da Nova TIV, tanto o volume quanto as margens de ganho neste ano estão muito abaixo do esperado. “Entraves, demanda fraca, recessão e inflação impactam diretamente no poder de compra do consumidor final e isso tem se refletido nos resultados destes primeiros quatro meses”, explica.

Para Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilmes, as vendas do primeiro quadrimestre deste ano estão em linha com a realidade do varejo supermercadista brasileiro. “O principal problema é a forte contração do poder de renda das classes C, D e E. O fenômeno vem ocorrendo com muita intensidade desde o início de 2021; quem não percebeu, acabou errando as previsões”, complementa.

Cláudia Savioli, da Polymark, explica que os dois primeiros meses deste ano foram bem tímidos. “As transformações mundiais continuam impactando nos negócios e prejudicando os planos estratégicos das empresas, que hoje precisam ser elaborados para cenários de curtíssimos prazos”. Ainda preocupa, segundo ela, a velocidade com que os preços dos insumos têm aumentado, além dos altos juros, o que absorvido boa parte do foco do trabalho. “Tudo isso acarreta a perda de demanda em toda a cadeia do setor de embalagens e ainda impossibilita que as empresas consigam repassar os custos extras que têm”, desabafa.

Osvaldo Coltri, diretor presidente da Vitopel, fornecedor de muitos dos associados Adirplast, explica que, quando a economia está menos aquecida e o consumidor está com o bolso mais fraco, há um menor volume para embalagens de alimentos menos essenciais, como snacks, doces e chocolates, entre outros: “Economia fraca e povo sem dinheiro é geralmente entrave para o crescimento do setor de BOPP”. Neste cenário, alerta o executivo, é comum que as empresas que tenham clientes de menor estrutura enfrentem ainda problemas com a inadimplência.

Expectativas para o segundo semestre

Para Fraccalvieri não será um segundo semestre muito diferente. “A não ser pelos auxílios liberados pelo governo federal em abril e maio. Vemos um aquecimento nos volumes, porém sem euforia. Mesmo com o aumento momentâneo da demanda, o repasse de custos está difícil de ser implementado e a cadeia continua espremida. O foco está no posicionamento através da leitura do segundo semestre, este sim, mais desafiador”.

Os empresários do setor também temem problemas que parecem ainda longe de serem solucionados, como guerra e problemas de logística. Além dos problemas internas, no âmbito político, fiscal e econômico, o que pode agravar ainda mais o cenário. “Tudo parece incerto, o que inviabiliza a escolha de um só caminho para este segundo semestre. Os fluxos comerciais estão tensos e exigem paciência e conectividade entre as pessoas envolvidas. Precisamos agir de forma coerente, com participação e responsabilidade”, acredita Savioli. A executiva acrescenta: “Toda a cadeia do segmento tem a responsabilidade de trazer informações ágeis e ações em conjunto, agindo de forma coerente, com participação e comprometimento de todos e para todos”.

Para a vice-presidente da Adirplast, este é um momento de atenção e de muita instabilidade. “Sentimos muita dificuldade na retomada econômica, porém acreditamos em um segundo semestre levemente aquecido, estimulado tanto pelos auxílios oferecidos pelo governo à população, quanto pela própria sazonalidade do período, porém com olho afiado na inadimplência / solvência das empresas”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a associação agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

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Terphane participa de projeto da Braskem para o desenvolvimento de embalagens com resinas recicladas pós-consumo

06/06/2022

O projeto conta ainda com a participação dos convertedores Antilhas e Gualapack

A Terphane é uma das empresas parceiras da Braskem num projeto que prevê o desenvolvimento de stand-up pouches (SUP), para uso não alimentício, a partir dos filmes sustentáveis da linha PCR Ecophane feitos com até 30% de poliéster reciclado pós consumo. O projeto nasceu do compromisso da Braskem em ajudar os proprietários de marca a atingirem suas metas de sustentabilidade. As outras duas empresas participantes são Antilhas e Gualapack.

A produção dos SUP começa com o envio das resinas de PE PCR (polietileno com reciclado pós-consumo) da Braskem, junto com um filme de poliéster com material reciclado pós consumo da linha Ecophane, da Terphane, para a Antilhas, que é responsável pela conversão da embalagem (laminação e impressão). Após a conclusão desta etapa, a estrutura da embalagem é encaminhada para a Gualapack que formata o pouch e injeta o bico e a tampa, também produzidos com material reciclado pós-consumo.

A colaboração para desenvolver esta tecnologia, a partir de PCR, resultou na produção de um material com 43,3% de conteúdo pós-consumo (r-PE + r-PET), gerado em duas linhas de produção, além da logística reversa de embalagens da Braskem e do polietileno de alta densidade (PEAD) de aterros sanitários.

Segundo a Terphane, em 2021 foram utilizadas 1.000 toneladas de resinas PET PCR (recicladas pós consumo), grau alimentício, na produção de filmes da linha Ecophane. Ou seja, por este processo de circularidade foram consumidas mais de 45 milhões de garrafas PET de 1 litro descartadas após o consumo.

“Este projeto com a Braskem, Antilhas e Gualapack é um exemplo extremamente bem-sucedido de desenvolvimento colaborativo. Fica cada vez mais claro que a união de diversos players é a chave para o sucesso de ações de sustentabilidade. E todos saem ganhando, em especial os proprietários de marcas, que passam a oferecer alternativas mais sustentáveis para seus consumidores, e a sociedade, que se sente parte do processo de reciclagem, contribuindo com o meio ambiente. O que seria lixo é transformado em matéria-prima e retorna para o consumo, dentro de um conceito de Economia Circular”, pontua José Bosco Silveira, Presidente do Grupo Terphane.

André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane, completa: “O desenvolvimento da linha Ecophane não vai apenas ao encontro das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos proprietários de marcas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis. Ela é produzida a partir do PET reciclado de garrafas e embalagens e possui ao menos 30% de PCR em sua composição. Ou seja, além de garantir um menor uso de matérias-primas virgens, contribui para a estimular a Economia Circular”.

“Essa parceria reforça nossa contribuição com a economia circular. Atuamos em diversas frentes e em conjunto com empresas altamente qualificadas, de modo a criar produtos mais sustentáveis e que atendam às demandas do mercado. A ampliação do uso de conteúdo reciclado em aplicações de alto valor como essa somente será possível com a união de todos os elos da cadeia”, afirma Américo Bartilotti, Diretor do Negócio de Embalagens e Bens de Consumo da Braskem.

Alan Baumgarten, CEO da Gualapack, destaca que as embalagens foram submetidas aos mesmos protocolos de testes e segurança que as versões feitas com resina virgem, mostrando que estão prontas para atender aos requisitos do mercado. “Após submetermos os pouches a uma bateria de testes de resistência, concluímos que a tecnologia desenvolvida tem boa selagem, o que viabiliza sua aplicação em produtos mais técnicos.”

A embalagem tem como objetivo ser um primeiro passo do retorno dos insumos reciclados à cadeia de produção, sendo possível sua comercialização em mercados não alimentícios e sem restrição quanto ao uso de resina reciclada pós consumo. “Esta é uma alternativa interessante para marcas que buscam atingir as metas de incorporação de PCR em suas embalagens e que não possuem restrição ao uso deste tipo de material, como produtos de home care’’, completa o CEO da Gualapack.

“A participação da Antilhas neste projeto é mais um passo para ajudar as marcas a alcançarem a meta de ter 100% das embalagens reformuladas, tornando-as aderentes aos desafios listados na agenda de sustentabilidade das principais empresas e alcançando o status de Aterro Zero. Assim como fizemos com o stand up pouch 100% PE, estamos seguindo o nosso DNA e o nosso compromisso com o meio ambiente e com o desenvolvimento de projetos para a sustentabilidade”, afirma Carlos Hugo, Gerente de Desenvolvimento Técnico Comercial da Antilhas.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Adirplast divulga levantamento sobre varejo de resinas plásticas e insumos afins

06/06/2022

Pesquisa contratada pela entidade mostra os indicadores do mercado brasileiro de distribuição de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes de BOPP e BOPET, como também o mercado brasileiro de masterbatches em 2021. Levantamento aponta ainda os resultados deste segmento nos primeiros quatro meses de 2022

Os indicadores do mercado brasileiro de distribuição de resinas no varejo são parte integrante do estudo divulgado pela Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins). O levantamento foi realizado entre abril de 2021 a abril de 2022. “O propósito da pesquisa foi o de saber nosso posicionamento no mercado nacional, nosso market share, além de entender o crescimento ou queda das vendas e os impactos da regionalização”, explica Laercio Gonçalves, presidente da associação.

Diversas fontes foram consultadas para elaboração do estudo, entre elas os associados Adirplast, fabricantes e traders, mas também empresas não associadas. Além disso, foram utilizadas informações de comércio exterior e de balanço de oferta e de demanda.

O levantamento, que avalia o desempenho do setor de varejo de resinas plásticas e outros produtos deste mercado, foi feito considerando quatro segmentos. O primeiro deles é o de resinas termoplásticas de PEs, PP e PS, também conhecidas como as resinas commodities. No geral, o volume comercializado no país desses três produtos se manteve estável em 2021, com 720 mil toneladas, com leve incremento das importações em relação ao ano anterior. Os distribuidores, que em 2020 tinham mais da metade desse segmento, foi responsável no ano passado por apenas 26% das vendas. “Na pesquisa chama a atenção o crescimento de revendas com produtos nacionais, importados e fontes da zona franca de Manaus. Isso mostra que a diferença de ICMS entre estados tem cada vez mais influência competitiva”, diz Gonçalves. Segundo ele, isso também mostra a necessidade de não apenas se reduzir o imposto em momentos de crise, mas de revê-lo. A diferença nas alíquotas cobradas hoje pelos Estados é uma das principais fontes geradoras de sonegação e de concorrência desleal.

A distribuição de filmes flexíveis BOPP (biorientados de polipropileno) e BOPET (biorientados de poliéster) também foi avaliada na pesquisa. Diferentemente das resinas commodities, aqui houve um recuo considerável nos volumes de vendas deste segmento. No ano passado foram comercializadas 39 mil toneladas desses produtos, 18% a menos do que em 2020. Outra diferença entre esse mercado e o de commodities plásticas é que aqui são os distribuidores formais que respondem pela maior parte deste mercado, com uma fatia de mais de 75% das vendas. “O poder de compra do consumidor diminuiu neste último ano, impactado pela inflação e, consequentemente, nosso setor sentiu este recesso”, conta Cecília Vero, vice-presidente da entidade e diretora da Nova TIV.

Já para o varejo de plásticos de engenharia, no qual se enquadram produtos como ABS, PA6, PA66, POM e PBT, o estudo mostra que os números são positivos, com crescimento de 31% do volume de vendas em 2021, atingindo 52 mil toneladas comercializadas. “Este crescimento reflete uma importante retomada da economia interna, apesar dos problemas econômicos gerados pela pandemia, e demonstra uma pujança do setor em 2022. Ainda assim, é preciso lembrar que tivemos desafios causadas pela escassez de algumas matérias-primas, além de componentes, como os eletrônicos, que prejudicaram a retomada da indústria automotiva e problemas logísticos com os fretes marítimos internacionais”, comenta Osvaldo Cruz, da Entec.

No que diz respeito ao mercado total de masterbatches, o estudo destaca que houve uma retomada do consumo dessas resinas em 2021. Ao todo, foram comercializadas 153 mil toneladas dessas resinas no ano passado, a um valor de R$ 2.127 milhões.

A pesquisa feita pela Maxiquim, a pedido da Adirplast, também levou em consideração a receita envolvida. O levantamento mostra que, de forma geral, todos os segmentos experimentaram incrementos bastante consideráveis de preços em função dos novos patamares de valores praticados em 2021. No que diz respeito aos termoplásticos, pode-se dizer que os preços de 2021 foram em média 55% maiores do que no ano anterior. Já entre os plásticos de engenharia, os preços subiram em média 80%. “Falta de matéria-prima, dificuldades com a importação e frete alto são alguns fatores que resultaram no aumento de preços”, finaliza o presidente da entidade.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a associação agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

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Fornecedores de equipamentos levam tecnologias diferenciadas para a Interplast

24/01/2022

De 5 a 8 de abril, Joinville sedia a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, consolidada como um dos principais eventos do Brasil que reúne a cadeia completa do plástico no mesmo ambiente. Abrange fornecedores de moldes e matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios. Entre os fornecedores de equipamentos destacam-se empresas nacionais e internacionais que trazem tecnologias diferenciadas para o evento.

Os moinhos que a Neobravo lança na Interplast chegam ao mercado com diferenciais de baixo ruído e limpeza rápida, afirma a empresa. Além de compactos, apresentam um design arrojado e o sistema magazine que, juntamente com fechamento por engate rápido, possibilita uma limpeza ampla, ágil e com suavidade pelos seus operadores, garante a fornecedora. Os moinhos Neobravo atuam de formao integrado com injetoras. Os equipamentos são compostos por três facas móveis e duas facas fixas, com corte uniforme e preciso, diminuindo a formação de pó, além de rodízios reforçados que facilitam a locomoção para cada injetora. O equipamento é ideal para recuperação imediata de galhos e pequenas peças do processo de injeção.

Especializada em soluções de codificação e rastreabilidade industrial, a Vertec leva para a Interplast uma tecnologia testada por indústrias de diversificados segmentos. As impressoras industriais imprimem diretamente na superfície de produtos, peças, alimentos, plásticos, embalagens e outros materiais, facilitando a rastreabilidade e eliminando o uso de etiquetas, o que amplia a autonomia da operação de linhas industriais. Segundo a Vertec, o uso dessa tecnologia da Vertec garante uma codificação sem erros e permite marcar informações como data de validade, lote, fabricação, números sequenciais, código de barras, QR-Code e logomarcas. A empresa afirma que o sistema atende às demandas exigidas com segurança, qualidade, além de permitir a rastreabilidade adequada exigida por padrões internos e externos, atendendo às exigências de clientes e órgãos de regulamentação. As impressoras garantem uma operação contínua, alto rendimento e sem erros na linha de produção, assegura a Vertec. Utilizam a tecnologia de impressão CIJ (inkjet), TIJ, por transferência térmica ou laser.

A Octagon estará presente na Interplast 2022 com o anel de ar SmartLip para extrusoras de filmes. Segundo a empresa, o diferencial do produto, com tecnologia alemã, é fazer o controle automático do fluxo de ar por elementos mecânicos, que se posicionam automaticamente. A Octagon afirma que os ganhos desse sistema abrangem a redução de uso de matérias-primas, aparas e do tempo de parada das máquinas. Tecnicamente, o processo da correção de espessura no anel de ar SmartLip é feito por meio da movimentação interna dos elementos que controlam a passagem do fluxo de ar refrigerado. Esse diferencial beneficia a regulagem da geometria, estabilidade do balão e correção do perfil de espessura. Com o anel de ar SmartLip, o balão demora mais para bater (flatejar), em função do projeto especial dos lábios. Com isso, o operador pode fazer os ajustes finos, acelerar a extrusora e ainda acompanhar os índices de variação de espessura indicados no painel, explica a empresa.

Uma linha completa de equipamentos periféricos para indústria termoplástica será apresentada pela Injetec aos visitantes da Interplast. Entre os itens estão alimentadores, funis secadores, misturadores, unidades de água gelada, torres de resfriamento, aquecedores de molde, moinhos trituradores, entre outros. A Injetec representa no Brasil a marca chinesa Wensui. Segundo a empresa, os equipamentos se diferenciam pela alta qualidade e rendimento, com garantia e diminuição do consumo de energia.

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UBE indica filmes de poliamida como alternativa na agricultura

17/01/2022

Já faz algum tempo que a UBE vem recomendando a utilização da poliamida em estruturas de filmes plásticos para agricultura. Segundoa empresa, os principais atributos do material para esta aplicação são a resistência aos raios ultravioleta, a resistência mecânica, uma baixa permeação aos gases CO2 e O2 e a redução da espessura das camadas

“A poliamida se destaca, principalmente, por suas propriedades mecânicas que garantem maior resistência à perfuração e a intempéries, além de baixa permeabilidade aos gases CO2 e O2. Estas propriedades ajudam a manter a integridade dos produtos no momento da silagem (armazenamento e conservação de plantações e produtos agrícolas)”, explica Edgar Veloso, supervisor de Vendas da UBE América Latina.

Segundo Edgar, a UBE aposta no aumento do uso da poliamida em aplicações agrícolas, não apenas pelas vantagens do material, mas pelo próprio desempenho altamente positivo do mercado. “O mercado agrícola brasileiro tem um papel extremamente importante na economia do país e hoje já corresponde a 5% de todo o PIB”. Segundo o Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção agropecuária de 2021 deve chegar a R$ 1,119 trilhão, um resultado 9,9% superior ao registrado em 2020.

“Recomendamos a linha Terpalex (terpolímeros) e as copoliamidas por proporcionarem menor efeito curling (encanoamento do filme), melhor processabilidade, melhor resistência à ruptura e menor barreira aos gases”, destaca Edgar.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de poliamidas – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Embalagem com toque aveludado é opção para linha de alimentos para animais domésticos da Guabi Natural

16/11/2021

Aguçar os sentidos dos consumidores é um dos grandes desafios das embalagens da atualidade. O consumidor quer mais do que proteção, conveniência e funcionalidade; ele espera que a embalagem ofereça uma experiência sensorial, sempre que possível. E foi pensando nisso que a Guabi Nutrição Animal optou pelo filme de Poliéster (PET) mate soft touch (sem brilho e com toque suave aveludado) da Terphane para as embalagens da linha Pet Food Guabi Natural.

O lançamento aconteceu no 1º semestre deste ano e, de acordo com a empresa, já vem conquistando os consumidores não apenas pelo toque aveludado como também pela grande atratividade no PDV. Segundo Célia Freitas, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, a solução soft touch usada na camada externa da embalagem também garante resistência térmica na área de solda e barreira a gases e gorduras, importantes para esse produto. “A embalagem ajudou ainda a posicionar o produto numa categoria premium, justamente pelo aspecto mate e soft touch que garantem uma maior qualidade de impressão e destaque para as informações, devido ao maior contraste, nitidez e alta definição das imagens.”

Outro grande diferencial está no “toque”, ou seja, na percepção sensorial. “Assim, o filme soft touch é uma solução inovadora para um mercado tão competitivo como o de pet food, onde se busca diferenciação no PDV e proteção ao produto”, completa Célia. A arte da embalagem também ganha destaque pela sofisticação do aspecto fosco. Pesquisas indicam que os consumidores associam as embalagens com acabamento fosco à produtos premium, mais saudáveis e mais sustentáveis. Além disso, a face fosca garante maior contraste, facilitando a leitura das informações impressas na embalagem.

Jucenei Donizetti Pereira, da área de Engenharia Industrial da Canguru, produtora da embalagem da Guabi, completa salientando que a apresentação diferenciada na gôndola é o grande diferencial da nova embalagem, trazendo ainda mais notoriedade à marca. “O resultado final foi tão positivo que já avaliamos utilizar os filmes soft touch da Terphane em outros projetos, onde se espera um efeito diferenciado e atratividade na gôndola.”

Segundo a Terphane, o uso deste filme na categoria pet food é inovador e inédito no Brasil; nos EUA o material já é vendido com sucesso para esta e outras aplicações. “O interessante desse conceito é realmente a sensação do toque aveludado; o tato pode remeter a uma memória afetiva, dependendo do produto e de sua aplicação. No caso da Guabi Natural, o aspecto mate aveludado remete ao pelo do cachorro. Quando este mesmo material de embalagem é utilizado em um sabonete líquido com aroma de rosas, por exemplo, a sensação do toque aveludado remete às pétalas”, finaliza André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Italiana Gualapack adquire Teruel Embalagens e investirá R$ 125 milhões no Brasil até 2023

07/10/2021

Operação local aumenta importância na expansão internacional do grupo e implementação de um plano de investimentos

A companhia de origem italiana e especializada em embalagens flexíveis especiais anunciou seu plano de expansão no Brasil. Entre os objetivos, estão a incorporação de novos produtos e soluções ao portfólio, aumento de sua capacidade produtiva e a implantação de novas tecnologias com foco em soluções sustentáveis. O valor de R$ 125 milhões será investido aqui nos próximos dois anos.

Como primeiro passo, a Gualapack Brasil anuncia esta semana a sua segunda aquisição no país. Em 2015 a companhia adquiriu a Tradbor, especializada em embalagens stand-up pouches e, agora, comprou a Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda. (foto) – uma tradicional empresa familiar, com mais de 50 anos de operação e especializada em impressão flexográfica em filmes flexíveis – com duas fábricas em território nacional.

Alan Baumgarten, CEO da Gualapack Brasil, destaca que “a especialidade da Teruel, que inclui tecnologias próprias patenteadas no país e no mundo, bem como a utilização de papel em embalagens flexíveis, contribui de forma essencial para a linha de produtos sustentáveis da Gualapack. A aquisição permite ainda à Gualapack Brasil alinhar-se ao portfólio global da empresa”.

Em seis anos, a Gualapack Brasil consolidou uma primeira fase de investimentos e parte para um segundo patamar de expansão. Nesta segunda fase, e agora com três plantas produtivas, além da aquisição da Teruel, a companhia diz que investirá em novas tecnologias e aumento de capacidade, viabilizando a fabricação local de soluções sustentáveis, como os filmes e pouches mono-materiais recicláveis. “A solução já é adotada por grandes clientes da empresa na Europa e agora estará disponível ao mercado brasileiro. Nosso posicionamento internacional nos permite trazer ao país tecnologias e produtos disruptivos e inovadores para atender a grandes clientes globais e locais”, explica o executivo.

Além do Brasil, a Gualapack está presente na Itália, Chile, México, EUA, Costa Rica, Romênia, Ucrânia, Austrália, EUA e China. A Gualapack está há mais de seis anos no Brasil, sendo a unidade brasileira uma das que apresenta maior potencial de crescimento para as vendas anuais, que atingem EUR 300 milhões. O grupo é líder em embalagens stand-up pouches com bico e seu sistema de envase, um dos que mais cresce no mundo. No país, entre os principais clientes estão empresas como Nestlé, Danone e Catupiry. A Duff & Phelps, A Kroll Business assessorou a Gualapack na aquisição da Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda.

Fundada em 1969 pelo casal Amadeu e Amélia Teruel, a Teruel se especializou no processo de impressão flexográfica ao longo de seus 50 anos e hoje conta com duas fábricas no Brasil. A Teruel está baseada em Jaguariúna/ São Paulo com um parque gráfico de 30 mil m2 e uma unidade em Ouro Fino/ Minas Gerais com uma área de 20 mil m2. Trata-se de uma das maiores e mais tradicionais convertedoras em flexografia, contando com máquinas para produzir embalagens flexíveis industriais e comerciais para diversos usos e mercados.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Terphane afirma que sua nova linha de filmes de PET é eficaz na inativação do coronavírus

21/03/2021

Segundo a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection apresentou, em testes de laboratório, eficácia de até 99,65% de inativação do vírus SARS-CoV-2.

A Terphane desenvolveu a tecnologia Terphane Active Protection que, segundo a empresa, inativa o vírus SARS-CoV-2 em até 99,65% (*). A Terphane afirma que a sua nova linha de filmes PET Terphane AV apresenta propriedades antimicrobianas e antivirais, podendo ser utilizado em embalagens para contato com alimentos.

De acordo com a empresa, a propriedade antiviral dos novos filmes PET Terphane AV foi testada e aprovada pelo Laboratório de Biologia Molecular – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. O experimento foi realizado seguindo as Boas Práticas Laboratoriais (BPLs), metodologias descritas e adaptadas de acordo com a Standard Practice to Assess Virucidal Activity of Chemicals Intended for Disinfection of Inanimate, Nonporous Environmental Surfaces E1053-2 e de acordo com a norma ISO21702.

“Se a superfície da embalagem for contaminada com o vírus do SARS-CoV-2, o filme Terphane AV acelerará o processo de inativação do vírus, reduzindo o risco de propagação. Desta forma, embalagens feitas com os nossos produtos conferem maior proteção para o consumidor final e contribuem para aumentar o controle das infecções e garantir maior prevenção na transmissão de microrganismos patógenos, principalmente o Sars-CoV-2”, comenta José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

O filme Terphane AV apresenta as mesmas propriedades físicas e mecânicas dos demais filmes Terphane, incluindo as propriedades de barreira, sendo aprovado para contato com alimentos conforme a regulamentação da Anvisa, afirma a fabricante.

O filme Terphane AV é usado na camada externa das embalagens plásticas flexíveis multicamadas. As ações antimicrobiana e antiviral foram testadas, inclusive, após os processos de impressão e laminação do filme. A tecnologia também pode ser utilizada na linha Ecophane de filmes sustentáveis da Terphane, sem prejuízo de suas propriedades.

Segundo Bosco, “o principal conceito por trás do desenvolvimento da tecnologia Terphane Active Protection é o cuidado com as pessoas nas diversas situações de manuseio e de uso de uma embalagem, desde sua saída das plantas industriais, passando pelo check-out do supermercado, pelo uso no domicílio, até chegar ao descarte e a reciclagem. Estamos falando de apoiar na proteção de toda a cadeia de valor da embalagem e do produto”.

Por estas características, afirma a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection tem potencial de aplicação em filmes para embalagens de diversos segmentos, mas especialmente em embalagens para alimentos e embalagens para delivery. As aplicações que hoje utilizam o filme PET podem migrar para a estrutura com Terphane Active Protection, como por exemplo, sachês de condimentos (ketchup, mostarda, maionese, etc) embalagens de café, leite em pó, tampas para potes de iogurte e atomatados, entre outras.

No entanto, o Presidente da Terphane alerta que a nova tecnologia Terphane Active Protection não muda os cuidados pessoais que todos devem ter durante a pandemia. “Devemos continuar mantendo todos os protocolos de segurança e higiene para evitar a contaminação. Esta tecnologia é um passo complementar para evitar a transmissão do vírus nas cadeias de abastecimento, consumo e descarte das embalagens. Isto, aliado ao bom senso e ao cuidado de todos com todos, será essencial para continuarmos a combater esta pandemia.”

(*) Os filmes Terphane AV foram eficazes para reduzir as partículas virais por inativação acima de 97% até 99,65% em laboratório, demonstrando ter capacidade de inativar as partículas virais de SARS-CoV-2 pelo tempo de contato a partir de 40 minutos. A ressalva, contudo, é que as condições do laboratório não são idênticas às condições de propagação do vírus em outros ambientes.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Adirplast fecha os números de 2020 e vê incertezas em 2021

09/02/2021

O volume total distribuído pelos associados da Adirplast, incluindo todos os produtos (Polietilenos,PP,PS, Plásticos de Engenharia e filmes bi-orientados), atingiu 438.392 toneladas em 2020. Os números mostram uma redução de 8,5% das vendas feitas em relação a 2019

Entre as empresas associadas à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) os números indicam que 2020 não foi um ano fácil para os distribuidores. “O volume de venda de resinas plásticas em dezembro de 2020 foi de 17.934 toneladas, o que representa uma redução de 12,2% em relação a novembro; enquanto o total em 2020 alcançou 400.595 t, revelando uma diminuição de 11,0% em relação a 2019”, explica o presidente da entidade Laercio Gonçalves.

Resinas Commodity

Em relação à quantidade vendida de Polietilenos, Polipropileno e Poliestireno, Gonçalves afirma que em dezembro foi de 17.021 t, com redução de 12,4% sobre novembro. “Em 2020, o total chegou a 374.526 t, ou seja, nós amargamos neste ano uma redução de 5,1% em relação a 2019”.

Para Silvia Regina da Silva, da Premix, o ano de 2020 foi desafiador. “Na Premix, tivemos queda de 23% em volumes”, explica. E ela segue receosa em relação a 2021: “Já tínhamos uma leitura de que teríamos problemas, principalmente pela falta de resinas. E o cenário que vemos hoje é pior até do que estimamos. Assim, para o primeiro trimestre deste ano, não vejo crescimento, mas queda”.

Plásticos de Engenharia

Os associados do segmento de plástico de engenharia também estão sofrendo com a queda de volumes, puxada principalmente pela influência da retração do setor automobilístico. O volume total da distribuição de plásticos de engenharia alcançou 26.069 t, com redução de 7,8% em relação a novembro e significativa redução de 48% sobre 2019.

Segundo Vladimir de Oliveira, da Krisoll, as empresas experimentaram em 2020 cenários antagônicos no que diz respeito à demanda e ao abastecimento. “Isso refletiu diretamente nos preços dos plásticos de engenharia. Tivemos as paralisações de importantes plantas de poliamida por conta da pandemia e também de problemas climáticos nos EUA que afetaram diretamente no desabastecimento desse produto”. Oliveira ainda diz que houve um descompasso entre a retomada das atividades produtivas com a oferta de produtos, mas que, graças à volta parcial das atividades industriais, foi possível no quarto trimestre recuperar parte das perdas causadas, sobretudo durante o segundo trimestre de 2020”.

2021 também é visto com cautela pelo executivo: “São muitas variáveis que ofuscam as previsões para este ano, como as questões ligadas ao controle da pandemia, o fim dos subsídios governamentais e as demandas reprimidas de alguns setores. É viável considerar que os ajustes estruturais feitos em 2020 por necessidade de adaptação sejam virtuosos na composição dos resultados de 2021”. Oliveira projeta para a Krisoll um primeiro trimestre análogo ao quarto trimestre de 2020, o que significa algo como 5% acima do primeiro trimestre desse ano.

Filmes bi-orientados

Entre os associados Adirplast, o segmento de filmes bi-orientados foi o que conseguiu o melhor resultado em 2020. As vendas de dezembro alcançaram 2.481 t e o volume total do ano atingiu 37.797 t. Com isso, apesar do volume total de dezembro ter sido 19,4% menor que o de novembro, o resultado total de 2020 foi 9,5% superior ao de 2019. Também vale observar que o BOPP teve um leve aumento na relação sobre o BOPET, indo de 78,4%, em 2019, para 80%, em 2020. Segundo Raul Almeida, da Plastilux, o ano passado permitiu com que o mercado voltasse a operar com valores mais justos. “Tivemos um crescimento importante. A escassez do produto fez com que nossas margens fossem recompostas e isso trouxe o setor para uma realidade saudável”.

O executivo conta que a Plastilux, no primeiro semestre de 2020, reduziu o seu volume por precaução contra a inadimplência e que, no segundo semestre, já com o mercado operando de forma mais “acirrada”, foi possível recompor os resultados. Almeida também reforça que 2021 será um ano saudável para os negócios. “Teremos um primeiro trimestre bem justo devido às manutenções nas fábricas dos fornecedores e as dificuldades de importação, mas isso deverá já estar normalizado entre abril e junho”, complementa.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, atendendo cerca de 65% dos transformadores de plásticos no Brasil. Para isso, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Solvay inicia negociações exclusivas para a venda de seu negócio de Materiais de Processo para a Composites One

20/11/2020

A transação permanece sujeita a informações prévias e procedimentos de consulta com os funcionários e aprovação das autoridades regulatórias relevantes.

A Solvay e a Composites One entraram em um período de negociação exclusivo para a aquisição do negócio de Materiais de Processo (PM) da Solvay pela Composites One. O negócio de Materiais de Processo oferece uma ampla variedade de materiais, incluindo filmes para “vacuum bagging“, tecidos respiráveis, lonas destacáveis, fitas selantes, além de válvulas e mangueiras. Além disso, o negócio é líder na fabricação de kits consumíveis sob medida e ferramentas duras e macias.

“A Solvay fortaleceu significativamente o negócio de Materiais de Processo ao longo dos últimos anos. A transação proposta agregará valor aos nossos acionistas e permitirá que a Solvay continue a se focalizar no núcleo do nosso portfólio de tecnologia de compósitos. Os funcionários e clientes do negócio de Materiais de Processo se beneficiarão da bem estabelecida e reconhecida infraestrutura de distribuição da Composites One. A intenção da Composites One é crescer e investir no negócio, promovendo inovação, confiabilidade e atendimento ao cliente e tirando proveito do excelente trabalho que nossos colegas têm feito até agora. ” disse Carmelo Lo Faro, Presidente da Unidade de Negócios Global de Materiais Compósitos da Solvay.

“Como seu distribuidor por mais de dois anos, trabalhamos em estreita colaboração com a liderança experiente e membros da equipe da Solvay e vimos seu foco em servir os clientes – sabemos que este negócio é um excelente complemento para a Composites One. Por meio de sua excelente equipe, o negócio de Materiais de Processo nos fornecerá uma conexão global com os clientes dos setores eólicos e aeroespaciais ”, comentou Steve Dehmlow, CEO da Composites One.

A conclusão da transação, esperada no início do primeiro trimestre, permanecerá sujeita aos subsequentes processos sociais e à aprovação das autoridades regulatórias relevantes.

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Filmes com acabamento fosco e toque aveludado são apostas da Terphane para destacar produtos no PDV

18/11/2020

Linha de filmes BOPET ajuda os proprietários de marcas a posicionarem suas embalagens em um novo patamar de atratividade.

Um dos grandes desafios da atualidade no desenvolvimento de embalagens é fazer com que os produtos se destaquem da concorrência no PDV. Ou seja, a embalagem é responsável por chamar a atenção do consumidor e comunicar os atributos dos produtos e das marcas, motivando o consumidor a efetivar a compra.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, desenvolveu uma solução para atender a essa finalidade. “Nossa linha de filmes com acabamento fosco está associada a produtos mais saudáveis e mais sustentáveis, especialmente quando comparada a materiais alternativos mais brilhantes. Os consumidores enxergam a embalagem com acabamento mate como uma opção mais natural e confiável”, explica Célia Freitas Gerente de Desenvolvimento de Mercado Terphane.

Segundo ela, “outra vantagem dos filmes mate é a facilidade de leitura das informações da embalagem, incluindo informações nutricionais, ingredientes, receitas e outros. A superfície sem brilho dos filmes ajuda os consumidores a revisarem as informações que os interessa, o que tem um impacto bastante positivo”.

O portfólio da Terphane é composto por filmes com acabamento mate e diferentes texturas. Segundo a empresa, todos os filmes são aprovados pela Anvisa, FDA e EU para contato com alimentos, inclusive em aplicações de envase a quente (Hot fill).

“O mercado reagiu de forma bastante positiva ao lançamento de nosso primeiro filme mate coextrudado para impressão”, celebra Marcos Vieira, Diretor Global de P&D da Terphane. “Agora trabalhamos para atender à demanda por produtos de maior valor agregado, adicionando ao portfólio os filmes mate barreira (BMAT) e selável (SMAT)”, completa. “Recentemente, criamos o VMAT2Z, nosso novo filme mate de toque aveludado, que traz baixíssimo brilho e alta transparência aliados a um toque aveludado único.”

“A tendência por texturas em embalagens está crescendo rapidamente. Segundo estimativas de especialistas, particularmente nos Estados Unidos, o crescimento é superior a 15% ao ano”, afirma Célia Freitas. “Há uma grande demanda por filmes mate da Terphane, especialmente para embalagens de luxo. Já oferecemos também soluções para diferentes segmentos como cosméticos, lenços umedecidos, pet food, snacks, candies, alimentos congelados, produtos lácteos, carne processada, café, entre outros”, finaliza.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Grupo Piovan adquire 100% do capital social da Doteco Spa

07/10/2020

06 de Outubro de 2020 – O Grupo Piovan, empresa global com atuação no desenvolvimento e produção de sistemas de automação de processos para armazenagem, transporte e tratamento de plásticos, polímeros e pós alimentícios, listado no segmento Star da Bolsa de Valores Italiana, anunciou a assinatura do acordo de aquisição de 100% do capital social da Doteco SpA.

Fundada em 1994, a Doteco SpA, tem sede em Modena, na Itália, e é uma das líderes mundiais em tecnologias para dosagem de filmes plásticos (para embalagens alimentícias e não alimentícias) e fibras sintéticas. A empresa fechou 2019 com um volume de negócios consolidado em € 19.7 milhões de Euros e um Ebitda consolidado em € 3.4 milhões de Euros. A Doteco atua internacionalmente e tem, entre seus parceiros, os principais produtores de equipamentos de extrusão a nível mundial.

“A aquisição da Doteco fortalece e aumenta a liderança tecnológica mundial da Piovan, consolidando o processo de crescimento estratégico que sempre distinguiu o Grupo Piovan” declara Nicola Piovan, Presidente Executivo do Grupo Piovan.

“Com esta integração, destaca Filippo Zuppichin, CEO do Grupo Piovan, podemos combinar as tecnologias de dosagem para filmes da Doteco com a automação em alimentação e armazenamento da Piovan, tornando-nos líderes no fornecimento de plantas completas neste campo e conquistando novos clientes em um setor que, em virtude das crescentes melhorias necessárias em termos sanitários e de higiene, cada vez mais mandatórias, está se tornando estratégico na embalagem de alimentos”.

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Terphane apresenta embalagem conceito para ser levada direto ao forno

20/09/2020

As chamadas ‘oven bags’ possibilitam o cozimento ou aquecimento dos alimentos de forma rápida, fácil, segura e mais sustentável.

20/09/2021 – A preocupação do consumidor em garantir conveniência e funcionalidade para as suas refeições é uma realidade sem volta. Especialmente nos grandes centros urbanos, há uma necessidade urgente de alimentos que tenham um preparo fácil e rápido e sejam nutritivos e saborosos. Atenta à esta realidade, a Terphane disponibiliza filmes PET que atendem a esta necessidade de cozimento e/ou aquecimento dos alimentos na própria embalagem, afirma a empresa.

Os chamados filmes para ‘oven bags’ têm como principal diferencial a possibilidade de serem colocados em micro-ondas ou fornos convencionais. “Outra importante vantagem é a possibilidade de se usar uma única embalagem. Ao invés do tradicional assa-fácil onde temos um ‘oven bag’ dentro de uma outra embalagem (pouch ou flowpack), podemos dispensar a embalagem externa e ter uma única embalagem monomaterial (somente poliéster)”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Além de permitir a redução do uso de materiais de embalagem, esta é uma solução mais sustentável que o modelo atual por utilizar apenas um material (o poliéster), que é totalmente reciclável. Esta solução já é usada na Europa e nos Estados Unidos e está disponível para o mercado brasileiro. A Terphane também desenvolveu com um parceiro local uma solução técnica que permite que essa embalagem possa ser impressa e ainda suporte as altas temperaturas de cozimento.

Segundo a empresa, a sua embalagem ‘oven bags’ também suporta baixas temperaturas de refrigeração e/ou congelamento (até -30 graus C), sendo, portanto, ideal para vários tipos de produtos derivados de animais (suínos, bovinos e aves), com ou sem tempero, e cujo cozimento acontece na própria embalagem.

A Terphane afirma que a sua proposta leva praticidade e conveniência ao consumidor brasileiro, já que os alimentos são envasados no próprio fabricante, o que contribui para aumentar a segurança alimentar e a higiene. “Estamos falando de uma embalagem hermética e “amigável” ao meio ambiente, que vai da gôndola diretamente ao forno e quando sai, o alimento está pronto para consumo. Os consumidores adoraram a novidade e toda a praticidade. Inclusive ressaltam que não há travessa suja e, no caso do frango, ele sai do forno suculento – além de reduzir o tempo do consumidor na cozinha”, explica Célia.

O cozimento eficiente deve-se ao fato do filme de poliéster ajudar a manter o calor dentro da embalagem, afirma a Terphane, evitando ainda o ressecamento do alimento. Os filmes PET da Terphane para ‘oven bags’ têm aprovação para contato com alimentos, inclusive para ir ao forno.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Volume produzido pela indústria brasileira de embalagens flexíveis ultrapassa 1 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2020

08/09/2020

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) acaba de divulgar os dados de sua pesquisa setorial feita com exclusividade pela W4Chem. De acordo com o levantamento, o setor produziu 1,026 milhão de toneladas, com um consumo aparente de 1,003 milhão de ton. Neste período a importação de embalagens plásticas flexíveis ficou na casa das 31 mil toneladas e as exportações chegaram a 54 mil toneladas.

Chama a atenção na pesquisa o desempenho da indústria de alimentos como principal cliente do setor. Do total de embalagens produzidas no semestre, 38% foram absorvidas pelo setor alimentício. O segundo principal cliente são as aplicações industriais (18%), seguidas pelos descartáveis, com 13%. A indústria de bebidas e o setor de agropecuária tiveram desempenho semelhante, 9% cada, assim como higiene pessoal e limpeza doméstica, com 5% cada. Pet food começa a ganhar mais espaço e já responde por 2% do consumo de embalagens plásticas flexíveis produzidas no país.

Esta é a primeira vez que o estudo da W4Chem, feito para a ABIEF, traz a segmentação pelo tipo de estrutura utilizada nas embalagens. O resultado mostra que as estruturas multicamadas – stretch, shrink, BOPP, coextrudados, laminados e embalagens barreira – ainda são dominantes, com uma participação de 33% no total produzido. Na sequência vem monocamada com 28% (stretch, shrink e bobina); shrink com 13%; sacolas de varejo e sacos de lixo também com 13%; stretch com 10% e outros (lonas e filmes agrícolas) com 3%.

“A partir deste relatório também foi incluído no dimensionamento do mercado o volume de poliolefinas recicladas utilizadas em embalagens flexíveis. Por isso, os volumes totais dos dois primeiros trimestres de 2020 também foram revisados”, explica Rogério Mani, empresário e Presidente da ABIEF. Segundo ele, este ajuste foi necessário para refletir de forma fidedigna a realidade do mercado. “As resinas recicladas são uma realidade e já tem uma participação importante no mercado nacional.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Adirplast tem recuperação de vendas em Junho e Julho e prevê segundo semestre estável

05/09/2020

Volume total de vendas dos associados da Adirplast no mês de julho foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 toneladas (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET)

Mesmo com a pandemia afetando todos os setores da economia brasileira, os associados da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estão conseguindo recuperar parte de suas vendas. Segundo a entidade, a demanda no mês de julho foi 23% maior do que a de junho, que já tinha apresentado uma tendência de alta. “A recuperação é gradual. Junho foi 31,1% maior que maio, que por sua vez foi 11,8% maior que abril – pior mês do histórico da associação”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas total dos associados Adirplast (incluindo todas as resinas e os filmes BOPP e BOPET) de janeiro a julho de 2020 foi de 259.041 toneladas. Comparando esse período com os mesmos meses de 2019, houve uma queda de 6,9% nas vendas. Considerando os volumes por grupo de produtos, em julho deste ano foram vendidos pelas empresas associadas à entidade 36.560 toneladas das commodities PEs, PP e PS, 2.663 toneladas de plástico de engenharia (PA6, PA6.6, PMMA, PC, PBT, ABS-SAN, POM e PU) e 3.462 toneladas de filmes Bi-orientados (BOPP e BOPET). “Estes volumes representam cerca de 10% do consumo brasileiro de resinas plásticas, inclusive recicladas. Não entra nesta conta apenas o PVC”, observa Gonçalves.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, a retomada das vendas em junho e julho foi significativa. Porém, ainda não é capaz de neutralizar a brutal parada da economia iniciada na segunda quinzena de março e que teve seu pico em abril. “É preciso observar que, no acumulado do ano, ainda estamos em patamar 6,9% inferior ao igual período de 2019, que, diga-se de passagem, também não foi um ano de grande desempenho nem para o setor plásticos nem para a economia do país”, ratifica.

Apesar de pontuar a realidade, Cruz diz que, diante das condições atuais, em meio a uma pandemia, foi possível ver nos meses de junho e julho deste ano uma capacidade formidável de reação do mercado nacional. “Se levarmos em conta os prognósticos mais sombrios que apareciam nos noticiários, essa reação traz um alento e sinaliza um segundo semestre melhor para a economia e, consequentemente, para os setores produtivo e da distribuição. Há luz no fim do túnel!”, ressalta.

O ano teve sua história transformada pela pandemia do Covid-19, explica Daniela Antunes Guerini, diretora da Mais Polímeros. “Já no mês de março as projeções mudaram, devido à queda do volume de venda. Abril trouxe um novo cenário (um dos piores da história), volume baixo, vários pedidos de prorrogação, inadimplência e uma incerteza enorme. Maio foi o mês de controlar os problemas e tentar entender nosso mercado. Já em junho, com grande parte das Indústrias retomando suas atividades, iniciou-se uma fase de reposição de estoques na cadeia. A partir de então, os volumes subiram consideravelmente, porém, ainda não voltamos aos níveis de pré pandemia”, resume.

Para a executiva da Mais Polímeros, a demanda atual tende a se manter até outubro. “A partir do mês 10, acontece uma queda já esperada das vendas devido à redução dos estoques para fechamento do ano. Assim, estimamos que o ano termine com volumes 10% menores do que os do ano passado”.

Cláudia Savioli, diretora da Polymark, conta que este tem sido um ano de mudanças profundas na empresa e seus negócios – e não apenas pela transformação digital a qual já vinha implantando. “Esse é um período oné é necessária muita resiliência para se adaptar às mudanças e reconfigurar funções e processos”, conta Savioli. Segundo ela, o mercado de embalagens flexíveis se mostrou forte desde maio. “O setor tem conseguido reconquistar o valor das embalagens flexíveis, material versátil e de extrema importância para a conservação de outros produtos. Esse fator e mais as vendas reprimidas de abril têm feito nossa demanda crescer. Mas as margens foram apertadas”, explica.

Mesmo assim, diz Savioli, os desafios ainda não foram superados e o segundo semestre vai trazer um novo componente para o jogo: a falta de produto. “A falta de resina limita o crescimento de todo o mercado. Por isso, teremos que ter mais amplitude em estoques e diversificação, aumentar os custos de segurança e valer-nos de bons negócios e de boa comunicação, com transparência e comprometimento. Puxados pela maior demanda, os preços continuarão aumentando. Serão meses intensos”.

Para a APTA Resinas, distribuidora de plástico de engenharia, que é distribuidora exclusiva no Brasil da ExxonMobil (Metalocenos), de PP e de PE importados, apenas os meses de maio e abril foram muito ruins, conta Eduardo Cansi, diretor da empresa. “Nos demais meses, tivemos bons resultados”, conta. Assim, o executivo segue otimista e acredita que o segundo semestre siga tendência de alta apresentada nesses últimos dois meses do primeiro semestre do ano.

A percepção de que o segundo semestre seja melhor que o primeiro e siga estável é comum entre os associados da Adirplast. Todos estão cientes dos obstáculos à frente, mas acreditam também que o pior já passou. “Hoje temos um mercado mais unido. Além disso, a expectativa de mudanças podem auxiliar no crescimento do setor, tais como a da aprovação da Reforma Tributária e até mesmo do início da conscientização das pessoas e dos governantes de que o plástico não é um vilão, mas um grande aliado no que se refere a conservação de alimentos ou de cuidados com a saúde, “, finaliza Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Filmes de PET da Terphane evitam embaçamento em embalagens

16/08/2020

O material já é usado na Europa e EUA, para alimentos frescos, especialmente frutas, legumes e verduras em embalagens plásticas transparentes.

Em resposta à crescente demanda dos consumidores por embalagens que garantam aumento de vida de prateleira (shelf life) e segurança alimentar, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET que atende aos requisitos de aparência e segurança, afirma a empresa.

E esta preocupação é ainda maior no segmento FLV (frutas, legumes e verduras). Os consumidores querem produtos frescos, mas não abrem mão da segurança e da aparência. Assim, as embalagens devem ter sua hermeticidade garantida e garantir também uma maior vida de prateleira para estes itens; se forem transparentes, permitindo a visualização clara dos alimentos, ainda melhor.

Contudo, as embalagens transparentes tradicionais para gôndolas refrigeradas têm que resolver outro problema: evitar o efeito de embaçamento (fog) que ocorre quando a umidade interna condensa na superfície interna da embalagem, formando pequenas gotas que podem impedir ou distorcer a visualização do produto. Isto resulta em redução de vendas e aumento do desperdício de alimentos.

Para atender a este mercado, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET antiembaçantes seláveis para servir como tampas ou coberturas de bandejas de FLV. A solução, já usada nos mercados da Europa e Estados Unidos, consiste em bandejas de poliéster (APET), seladas com filmes de PET, substituindo os saquinhos (bags) com zíper, bandejas com tampa rígida (clamshell) ou bandejas de poliestireno expandido (EPS) com filmes de PVC.

O filme antiembaçante evita a condensação da umidade na sua superfície, possibilitando uma visão clara e limpa do produto, mantendo a aparência de produto fresco e, portanto, atraindo mais a atenção dos consumidores.

Segundo a Terphane, os filmes com tratamento antiembaçante apresentam atributos como fácil abertura e selagem, além de um sistema de re-selagem.

Alguns dos filmes antiembaçantes do portfólio da Terphane incluem o Sealphane 10.63CTAF, que é projetado para selar bandejas APET de produtos frescos ou refrigerados. Segundo a Terphane, as bandejas seladas com o Sealphane 10.63CTAF tem alta transparência, redução de fogging e são fáceis de serem abertas pelo consumidor, embora ainda possam mostrar possíveis violações. Outra linha, o Sealphane 10.94TAF, é projetado para uso em embalagens flowpack, stand up pouches (SUP) ou bandejas APET. A Terphane afirma que a selagem resistente permite embalar produtos pesados e também permite mostrar violação da embalagem no caso de tampas para bandejas.

Normalmente, os filmes antiembaçantes BOPET tradicionais usam revestimentos químicos à base de solventes para a selagem a quente. Fabricadas por coextrusão, os filmes da Terphane têm o agente antiembaçante incluído em sua própria estrutura, o que permite o prolongamento da propriedade anti embaçamento e uma melhoria considerável da selagem, inclusive com redução da temperatura necessária para tal, afirma a empresa. Estes são atributos importantes para os proprietários de marcas, varejo e para o consumidor final. A solução antiembaçante da Terphane também facilita a reciclagem pós consumo por se tratar de uma embalagem mono material.

Outra possibilidade é a substituição das embalagens rígidas do tipo clamshell pelos filmes PET da Terphane. Segundo a empresa, além de garantirem a redução do uso de material plástico na embalagem em cerca de 30%, a aplicação também permite utilizar uma mescla de filmes PET tradicionais com filmes contendo PET reciclado pós consumo grau alimentício.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Terphane apresenta soluções sustentáveis em filmes PET para embalagens de café

15/07/2020

Vantagens dos filmes de poliéster para embalagens de café foram abordadas em um webinar promovido pela ABIC.

A Terphane, fornecedora de filmes PET (poliéster), participou do primeiro webinar da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), como parte de uma série que tem como tema principal a “Reciclabilidade das embalagens de café”. Neste webinar, Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, apresentou diversas opções de filmes PET para café, com ênfase nos metalizados de alta barreira e nos filmes sustentáveis da linha Ecophane.

“Devemos lembrar que os filmes de poliéster fazem parte da história das embalagens de café. O material está presente em praticamente todas as embalagens. Se não estiver na sua estrutura, certamente está nos selos de fechamento, como no caso de alguns potes e cápsulas.” Célia justifica esta penetração no mercado pelas propriedades mecânicas e físicas que o PET oferece às embalagens de café. Entre elas, a “printabilidade“, altas barreiras a gases, aroma e umidade, e maquinabilidade, tanto no processo de conversão como no envase, afirma a executiva.

Como inovação, Célia cita as estruturas especiais com alta barreira que uma nova metalizadora instalada na planta da Terphane em Cabo de Santo Agostinho (PE) permite produzir. “Graças a toda a tecnologia aplicada em nossa linha de produção, conseguimos criar estruturas que variam de 8 a 50 micra de espessura. Especificamente para café, já atingimos uma redução de espessura (downgauging) de 12 para 10 micra.” Segundo Célia, O processo de metalização também tem a vantagem de eliminar a folha de alumínio da estrutura da embalagem, evitando o efeito de flex cracking (micro rachaduras na folha de alumínio que podem comprometer a qualidade do café) e promovendo a redução da pegada de carbono já que o alumínio dificulta a reciclagem da embalagem pós consumo.

Ainda sobre o aspecto da sustentabilidade, Célia dá ênfase à nova linha de filmes sustentáveis Ecophane, da Terphane, dividida em duas famílias de produtos: os filmes BOPET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição e os filmes biodegradáveis. No caso dos biodegradáveis, sua decomposição ocorre em aterros sanitários, num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. Segundo a Terphane, toda a linha Ecophane já foi aprovada pela Anvisa para contato com alimentos, bem como por órgãos internacionais como a FDA (EUA) e a EFSA (União Europeia).

Dados do censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET – http://www.abipet.org.br) mostram que o Brasil reciclou 55% das embalagens PET descartadas pós consumo em 2019, 12% a mais que no ano anterior. “A proposta da Terphane é justamente trabalhar com este material descartado e reciclado na composição da linha Ecophane PCR, oferecendo um produto ambientalmente responsável para os convertedores e brand owners e contribuindo para reduzir a ociosidade dos recicladores que hoje ainda é superior a 30%, por conta das limitações da coleta.”

Segundo Paula Tavares, consultora em sustentabilidade da ABIC, a associação vem investindo em comunicação e conscientização de seus associados e consumidores: “Quando falamos em sustentabilidade, a ABIC trabalha no tripé social, ambiental e econômico. Seja através das redes sociais, de comunicados internos ou campanhas, a entidade focaliza em ações e parcerias que estimulem a reciclagem e o consumo consciente. O café gera conversas, a ABIC conexões”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Embaquim aumenta produção de liners com nova máquina de corta/solda

08/07/2020

Com o investimento, a empresa amplia o portfólio de liners ofertados

Desde o início de Julho, está em funcionamento na planta da Embaquim, em São Bernardo do Campo (SP), o novo equipamento para a produção de liners simplificados. Conforme Renata Canteiro, Diretora da empresa, “o objetivo é que a Embaquim também possa oferecer para os seus clientes liners simplificados fabricados com mono material (Polietileno), a partir de bobinas de 1,8 a 2 metros de largura. Esta oferta vai ao encontro de uma demanda dos clientes que já compram os liners especiais”.

“Até então, para atender a esta demanda por liners simplificados, extraíamos as bobinas e enviávamos para os clientes formatarem o liner manualmente em suas empresas”, explica Renata. Segundo ela, esta nova estrutura garantirá aumento de competitividade e valor agregado para os liners da Embaquim.

Liner para Big Bag da Embaquim

A nova máquina de corte/solda foi produzida sob encomenda e tem como diferencial oito cabeçotes de soldas inclinadas, afirma a empresa. O liner produzido pode ter válvula superior e/ou inferior, com tamanhos que variam de 150 a 1200 mm. O novo equipamento também dá a opção de produzir o liner com fundo soldado ou não. Segundo a Embaquim, os seus novos liners atendem às indústrias de alimentos, agroquímicos, químicos em geral, grãos e outras aplicações.

A instalação da nova máquina de corte/solda faz parte de um plano de investimento e expansão da empresa. No início do ano, a Embaquim anunciou a operação de uma nova coextrusora com capacidade para produzir 50 toneladas/mês de filmes com 05 camadas. De acordo com a Embaquim, o equipamento gerou um aumento de 15% na capacidade produtiva total de filmes da empresa, que hoje conta com cinco extrusoras em sua planta.

A Embaquim produz sistemas de embalagem bag-in-box e oferece embalagens plásticas flexíveis (bolsas) de 800 ml até 1.000 litros, com diversas estruturas e várias opções de bocais e tampas. Ela fornece para vários segmentos industriais, entre eles os de alimentos, bebidas, químicos, cosméticos e farmacêuticos. A empresa possui certificação ISO 9001:2015, o que inclui a rastreabilidade de seus produtos, que são testados em termos de características físico-químicas e em simulações de uso.

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Terphane aumenta capacidade de metalização de filmes de Poliéster no Brasil

03/07/2020

O novo equipamento vai atender à crescente demanda nacional.

Como fruto de um investimento de R$ 20 milhões, desde março está em funcionamento na planta da Terphane, em Cabo de Santo Agostinho (PE), uma nova metalizadora da Bobst, produzido no Reino Unido, que permitirá o atendimento à crescente demanda por filmes metalizados.

“O investimento da Terphane em uma nova metalizadora está alinhado à tendência global de busca por embalagens mais sustentáveis e de menor impacto ambiental. Fizemos questão de trazer o que há de melhor no mundo em tecnologia para a metalização de filmes, em um equipamento que será o primeiro do seu tipo em todas as Américas. Com isso continuaremos a promover o desenvolvimento de filmes especiais de alta barreira nestes mercados, oferecendo soluções que não só protejam os alimentos, mas também permitam uma melhor relação custo benefício às embalagens. Embalagens utilizando filmes metalizados permitem migrar das embalagens rígidas para as flexíveis, gerando significativa redução de peso, e por consequência, do uso de recursos materiais, além de permitirem menores custos de transporte e armazenamento”, esclarece José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

E completa: “Os filmes metalizados também viabilizam a substituição da folha de alumínio que ainda é usada em algumas aplicações em embalagens flexíveis, trazendo uma melhor relação custo/benefício devido à menor espessura do filme e sua processabilidade”.

“Com a finalização do projeto de instalação da nova metalizadora, que durou quase dois anos, a Terphane consolida sua posição como fornecedor local e especializado em filmes metalizados, garantindo para os clientes maior agilidade no atendimento à demanda do mercado por filmes metalizados e reduzindo os lead times”, pontua Edson Albuquerque, Diretor de Operações da Terphane no Brasil.

A Terphane afirma que o novo equipamento também garantirá à empresa maior qualidade de deposição e, consequentemente, redução de possíveis defeitos durante a metalização. A inspeção dos filmes é feita em linha e o equipamento consegue detectar pequenas falhas na metalização, imperceptíveis a olho nu, garante a empresa. “Assim, o tempo de resposta do time de produção para corrigir possíveis problemas é reduzido. Este é o segundo equipamento da Terphane com esta funcionalidade”, explica Albuquerque.

Segundo a empresa, a nova metalizadora possibilitará aumentar o portfólio de filmes metalizados com altíssima barreira e transparência. Desta forma, a empresa poderá atender à demanda do mercado de substituição da folha de alumínio nas embalagens flexíveis, resultando em uma embalagem mais sustentável. Testes com a nova tecnologia aplicada aos filmes-base da Terphane também mostraram que o novo equipamento possibilita o lançamento de novas linhas de produtos. Isto ajudará os convertedores a ampliarem sua capacidade de laminação de estruturas flexíveis em processos mais complexos e em aplicações mais críticas, assegura a Terphane.

Para Eduardo Petroni, CEO da Bobst America do Sul, “A Terphane é conhecida como líder em filmes especiais de poliéster (PET) na América Latina e no mundo. E a Bobst veio como o parceiro ideal para levar o mercado ao próximo patamar de filmes-barreira e metalizados de alta qualidade”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

A Bobst é um dos principais fornecedores mundiais de equipamentos e serviços de conversão, impressão e processamento de substratos para as indústrias de etiquetas, embalagens flexíveis, cartão e papelão ondulado. Fundada em 1890 na Suíça, a Bobst está presente em mais de 50 países, administra 15 instalações de produção em 8 países e emprega mais de 5.500 pessoas em todo o mundo. A empresa registrou um faturamento consolidado de 1,636 bilhão de francos suíços no ano encerrado em 31 de dezembro de 2019.

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Dow desenvolve nova resina para filmes de polietileno biorientado (BOPE) e reforça compromisso com Economia Circular

21/04/2020

A resina Innate TF permite produção de filmes biorientados para serem usados na confecção de embalagens monomateriais

Buscando aprimorar o portfólio de soluções para o mercado de embalagens recicláveis, a Dow lança a resina Innate TF. Novidade na América Latina, a nova resina permite a produção de filmes de polietileno biorientados (BOPE) com excelentes propriedades óticas e mecânicas, além de alta rigidez, afirma a Dow. A pioneira nesse mercado a usar essa tecnologia é a Oben Holding Group.

O Innate TF foi desenhado para proporcionar ampla janela de processo em equipamentos usados para fabricação de polipropileno biorientado (BOPP) e atender às necessidades dos produtores regulares de BOPP que procuram inovação de portfólio e o fornecimento de substratos que facilitem a confecção de embalagens monomateriais. Esta nova resina pode ser utilizada em máquinas comerciais de BOPP ou em novas máquinas hibridas já disponíveis no mercado. Segundo a Dow, o novo filme de polietileno biorientado possui excelente desempenho mecânico, selagem e, quando laminado com filme de polietileno tradicional, permite a produção de embalagens recicláveis para diferentes aplicações, tais como ração para animais, alimentos processados, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza etc.

“Na Dow, acreditamos que a embalagem deva cumprir seu propósito de maneira eficiente sem impactar o ambiente. Por isso trabalhamos constantemente no desenvolvimento de novas ferramentas para o desenho de embalagens eficientes e recicláveis. O lançamento da resina Innate TF representa mais um importante passo em direção ao nosso comprometimento com essa cadeia de valor”, afirma Marcus Vinicius Carvalho, Gerente de Marketing para o setor de Embalagens Flexíveis da Dow na América Latina.

“Esta nova resina oferece excelente processabilidade, permitindo a produção de uma variedade de produtos planos e seláveis, combinados em coextrusões com resinas Elite, gerando um grande potencial para o desenvolvimento de filmes à base de polietileno biorientado”, complementa Erik Sosa, diretor técnico da Oben Holding Group.

A resina Innate TF já está em fase comercial e é fornecida pela Dow. O filme de polietileno biorientado (BOPE) é comercializado pela Oben Holding Group em diferentes países da America Latina.

A Dow combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. O portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma variedade de produtos e soluções para segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

O Oben Holding Group é um grupo industrial dedicado ao desenvolvimento, produção e comercialização de filmes de polipropileno, poliéster e poliamida, produtos de polipropileno revestido e termoformado. O grupo iniciou suas operações em 1991 com a primeira fábrica no Equador. Hoje, possui 10 fábricas localizadas em 6 países, 2 centros de distribuição e 5 escritórios comerciais em diferentes países das Américas. Seus principais mercados estão em todas as Américas. No entanto, atualmente exportam para mais de 35 países, incluindo Europa e África. A matriz principal está localizada em Lima, no Peru, onde está concentrada a maior capacidade de fabricação. Toda a organização é composta por mais de 1.800 funcionários.

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Embaquim aumenta capacidade produtiva de Bag-in-Box com investimento em coextrusora

27/02/2020

Já está em pleno funcionamento na fábrica da Embaquim em São Bernardo do Campo (SP), a nova coextrusora Carnevalli (foto) que permite produzir filmes a partir de um mix de PE (polietileno) com materiais de alta barreira, como o nylon e o EVOH. A nova ‘coex’ garante mais flexibilidade e maior qualidade aos filmes barreira, afirma a empresa. “Outra vantagem é que passamos a produzir nossos próprios filmes coextrudados, que antes eram comprados de fornecedores externos. Com isso, aumentamos a competitividade e a agilidade em atender ao mercado”, explica Renata Canteiro, Diretora da Embaquim.

A nova coextrusora tem capacidade para produzir 50 toneladas/mês de filmes com 05 camadas. O equipamento também garantiu um aumento de 15% na capacidade produtiva total de filmes da Embaquim. Hoje a empresa dispõe de cinco extrusoras em sua planta.

Segundo Renata Canteiro, a coextrusora permitirá atender com mais agilidade aos mercados em que a Embaquim já atua como fornecedora de embalagens, tais como alimentos, bebidas, cosméticos, químicos, farmacêuticos e agrícolas, além dos mercados tradicionais. “O importante é garantir ao cliente que, a partir de agora, estamos à frente de todas as etapas de produção do sistema bag-in-box, inclusive do filme coextrudado.”

De acordo com a Embaquim, os seus novos filmes coex estão sendo submetidos a testes de validação, internos e externos, para determinar sua adequação aos requisitos especificados. Testes de stress cracking, pressão, resistência química e microscopia estão em andamento, com resultados satisfatórios até o momento, afirma a empresa. Um último teste está sendo feito no CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem de Alimentos) para garantir que os novos filmes coex atendam às exigências de barreira a oxigênio e a umidade, que são os diferenciais da estrutura de barreira quando comparada ao filme monocamada (PE).

A Embaquim espera iniciar a comercialização das soluções bag-in-box com seus próprios filmes coex ainda em fevereiro.

A Embaquim produz sistemas de embalagem bag-in-box, oferecendo embalagens plásticas flexíveis (bolsas) de 800 ml até 1.000 litros com diversas estruturas e várias opções de bocais e tampas. A certificação ISO 9001:2015, concedida pela Bureau Veritas, garante a rastreabilidade de seus produtos. As bolsas são fabricadas em processo automatizado, com matéria-prima 100% virgem e atóxica.

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Dow oferecerá PEBD e PEBDL baseados em reciclados pós-consumo na América do Norte

15/01/2020

  • Dow combina suas resinas de polietileno virgem com os pellets de resina pós-consumo (PCR) da Avangard Innovative, obtidos a partir de filmes plásticos
  • Contrato exclusivo permitirá lançamento dos primeiros produtos baseados em PCR da Dow na América do Norte

Em um contrato exclusivo, a Avangard Innovative LP, empresa de Houston (Texas) especialista em valorização de resíduos, fornecerá à Dow pellets de resina pós-consumo (PCR) obtidos a partir de filme plástico, o que corresponde a uma adição significativa ao portfólio de circularidade plástica da Dow – alinhado ao objetivo da empresa de promover a economia circular de plásticos.

As duas empresas esperam começar a oferecer no final deste ano as primeiras inovações baseadas em PCR da Dow a clientes norte-americanos que estão exigindo perfis de sustentabilidade mais consistentes em aplicações direcionados, tais como revestimentos, embalagens retráteis e embalagens protetoras, entre outras aplicações. A Dow inicialmente utilizará a PCR da Avangarde para criar produtos de polietileno linear de baixa densidade (PEBDL) e polietileno de baixa densidade (PEBD).

“Estamos oferecendo aos nossos clientes as ferramentas necessárias para fornecer aos consumidores produtos feitos de plástico reciclado, tais como os revestimentos que colocam em suas lixeiras e e a embalagem retrátil que eles usam para empacotar e enviar mercadorias embaladas”, disse Victor Zapata, diretor comercial para reciclagem na América Latina e América do Norte. “Esta colaboração combina a tecnologia de coleta e classificação de resíduos da Avangard e ​​com o conhecimento da Dow em ciência de materiais, além da sua experiência em aplicações e escala operacional, a fim de oferecer um processamento consistente e um fornecimento confiável de PEBD e PEBDL baseados em PCR para nossos clientes em toda a América do Norte”.

Promovendo soluções para a economia circular de plástico

A colaboração entre a Dow e a Avangard impulsiona esforços que garantem que o valor do plástico não seja perdido após apenas somente um ciclo de uso de material.

“Qualquer plástico perdido no meio ambiente como lixo é inaceitável”, disse Nestor de Mattos, vice-presidente comercial da Dow na América do Norte para Embalagens e Plásticos Especiais. “É por isso que estamos colaborando com a Avangard para promover novas soluções que mantenham o valor dos plásticos usados. Esse esforço não apenas ajuda a Dow a atingir suas metas de sustentabilidade, mas também ajuda nossos clientes a alcançarem seus próprios objetivos de sustentabilidade, promovendo a mudança para uma economia cicular dos plásticos “.

Contrato com a Dow dá continuidade ao crescimento da Avangard

O contrato exclusivo para fornecimento de PCR à Dow, que será combinado com resinas virgens para criar novos produtos de PEBD e PEBDL, vem em seguida ao anúncio da Avangard de que está expandindo sua coleta e classificação de filmes no próximo ano – facilitada por uma segunda fábrica em Houston e novas plantas em Nevada e no México .

“A combinação de nossa colaboração com a Dow e a nossa expansão planejada torna este um momento muito emocionante para a Avangard Innovative”, disse Rick Perez, CEO da Avangard. “Construímos uma experiência de coleta e classificação de filmes ao longo de 35 anos, posicionando-nos de maneira única para oferecer materiais de PCR que permitirão à Dow desenvolver produtos circulares para seus clientes “.

A Avangard foi certificada como uma empresa comercial minoritária (MBE) pelo Conselho de Desenvolvimento de Fornecedores Minoritários de Houston (HMSDC) e pelo Estado do Texas.

O portfólio da Dow é composto pelos segmentos Materiais de Desempenho, Intermediários Industriais e Plásticos e oferece aos clientes de indústrias de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e bens de consumo, uma gama de produtos e soluções diferenciados. A Dow opera 113 unidades de produção em 31 países e emprega cerca de 37.000 funcionários em todo o mundo. Em 2018, a empresa gerou um faturamento de cerca de US $ 50 bilhões (pro forma)

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Reifenhäuser apresenta linha de produção de filme de PE totalmente reciclável para embalagens pouch

04/12/2019

Solução 100% Monomaterial foi apresentada durante a K 2019

Possuir 100% de reciclagem e excelentes propriedades de barreira não precisam ser uma contradição. A máquina EVO Ultra Stretch patenteada pela Reifenhäuser produz filme monomaterial (100 % de polietileno). Segundo a empresa, é uma alternativa econômica ao uso do PET.

Filme Stretched de PE para aplicações complexas de embalagem

Em embalagens muiticamadas convencionais, o PET fornece propriedades de estabilidade e barreira. Por outro lado, sua reciclabilidade é muito restrita. A Reifenhäuser diz que o filme de PE “stretched” produzido com sua tecnologia pode substituir totalmente o PET, sem perda de qualidade.

Segundo a empresa, o processo EVO Ultra Stretch produz filmes de PE com propriedades mecânicas que atendem a todos os requisitos da indústria de embalagens em termos de embalagens de alto desempenho e sua conversão: propriedades de selagem térmica, alta rigidez na direção da máquina, boa planicidade e impressão de qualidade.

Eficiência energética e relação custo-benefício facilitam a entrada

O processo envolve o alongamento do filme até dez vezes sua área superficial inicial. Devido ao seu posicionamento na puxada, o EVO Ultra Stretch apresenta consumo de energia muito baixo e alta estabilidade do processo, afirma a Reifenhäuser. Uma grande vantagem é que o filme PE pode ser convertido em linhas de conversão existentes, sem necessidade de adaptação. O fabricante afirma que isso facilita consideravelmente a transição para embalagens monomaterial feitas de PE.

“Para ajudar nossos clientes a apresentarem o produto da maneira mais tranquila possível, nós fornecemos um pacote completo de know-how de uma única fonte, compreendendo tecnologia, receita de filme e parâmetros de processamento”, explica Eugen Friedel, Diretor de Vendas da Reifenhäuser Blown Film.

A aplicação já passou com sucesso em testes de campo em um cliente da Reifenhäuser e proprietário de marca. É um dos 15 exemplos de economia circular que foram exibidos no estande da Reifenhäuser durante a K 2019. “A embalagem monomaterial é a chave para uma economia circular em funcionamento”, diz Eugen Friedel.

Fonte: Reifenhäuser

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