Archive for the ‘Petróleo’ Category

Petrobras negocia conclusão do Comperj com petrolífera chinesa CNPC

04/07/2017

A Petrobras está negociando uma parceria com a gigante petrolífera chinesa CNPC (China National Petroleum Company) para a conclusão das obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

O acordo entre as duas empresas foi anunciado pela Petrobrás na manhã desta terça-feira, mas o comunicado afirma apenas que foi assinado um Memorando de Entendimentos para iniciar negociações para a realização de uma parceria estratégica.

No comunicado oficial, a Petrobrás limitou-se a informar que o Memorando prevê “avaliar, conjuntamente, oportunidades no Brasil e no exterior em áreas-chaves de interesse mútuo, beneficiando-se de suas capacidades e experiências em todos os segmentos da cadeia de óleo e gás, incluindo potencial estruturação de financiamento”.

Em virtude de restrições orçamentárias, a Petrobras havia retirado o Comperj de seu planejamento estratégico, limitando-se a investir em uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), destinada a receber e processar o gás natural produzido no pré-sal. A construção da UPGN será feita com investimentos próprios da Petrobras, da ordem de US$ 2,5 bilhões a US$ 3 bilhões, em Itaboraí, na região metropolitana do Rio.

O projeto original, todavia, incluía a construção de uma refinaria e um complexo petroquímico. As negociações com a CNPC dizem respeito à conclusão da refinaria, que tem capacidade projetada para processar 165 mil barris de petróleo por dia em sua primeira fase. O Comperj foi um dos projetos-alvo das investigações da Operação Lava-Jato e teve suas obras paradas desde 2014. Com obras interrompidas desde 2015, as instalações do Comperj apresentam sinais de deterioração, com a corrosão dos equipamentos e tubulações já instaladas. A Petrobras já colocou US$ 13 bilhões no empreendimento. Segundo uma fonte, a expectativa é que a construção da refinaria no Comperj necessite de investimentos da ordem de US$ 3,5 bilhões a US$ 4 bilhões.

A CNPC é sócia da Petrobrás na exploração de petróleo da área de Libra, a maior descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Libra começará a produzir em fase de testes este ano. O acordo assinado em Pequim prevê ainda a análise conjunta de outras áreas de exploração e produção de petróleo.

Segundo fonte citada por “O Globo”, a CNPC manifestou maior interesse em fazer acordos com a Petrobras no segmento de de exploração e produção, aceitando participar do projeto do Comperj com uma participação minoritária. A parceria com a CNPC vinha sendo negociada há cerca de seis meses pela Petrobras.

“As parcerias estratégicas têm como benefícios potenciais o compartilhamento de riscos, o aumento da capacidade de investimentos na cadeia de óleo e gás, o intercâmbio tecnológico e o fortalecimento da governança corporativa”, disse a Petrobras no comunicado de imprensa.

“Para a CNPC, a parceria com a Petrobras reforça seu interesse em investir e aumentar suas atividades no Brasil”, conclui o texto.

A CNPC é a maior empresa integrada no segmento de Petróleo e Gás da China, com atividades nos setores de upstream, midstream, downstream, marketing e comercialização, prestação de serviços petrolíferos, engenharia, construção e fabricação de equipamentos. A CNPC tem presença em mais de 70 países.

Fontes: Folha de São Paulo e O Globo

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Grupo Solvay lança produtos na Rio Oil&Gas 2016

03/08/2016

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O Grupo Solvay, para reforçar sua participação como fornecedor do setor de petróleo e gás, fará o lançamento de novos produtos e tecnologias na Rio Oil&Gas 2016 (de 24 a 27 de outubro, no Centro de Convenções do Riocentro (Pavilhão 4 – X16A).

A oferta do Grupo Solvay inclui produtos para exploração e produção de petróleo e gás, além de tecnologia de retardância a chama em uniformes profissionais (EPI) e tratamento de água e efluentes. São polímeros especiais, solventes, surfactantes e aditivos, especialidades químicas para têxteis e peróxidos de hidrogênio.

A principal novidade será o lançamento mundial de um polímero especial da linha Solef ® PVDF, resistente a temperaturas de até 150º C, usado como camada de barreira em linhas flexíveis (risers) e mangueiras umbilicais, afirma a Solvay.

Fonte: Solvay

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Contrato de fornecimento de nafta da Petrobrás à Braskem tem preço fixo e prazo de 5 anos

07/01/2016

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Depois de quase três anos de negociação e cinco aditivos contratuais, a Braskem e a Petrobrás assinaram no dia 23/12 um novo contrato para fornecimento de um volume de 7 milhões de toneladas anuais de nafta por um prazo de 5 anos e preço de 102,1% da referência internacional ARA (cotação da nafta nas cidades europeías de Amsterdã, Roterdã e Antuérpia). As negociações entre as partes tiveram início em 2013, quando a Petrobras comunicou à Braskem que o acordo até então em vigor, com validade entre 2009 e 2014, não seria prorrogado.

Por um lado, a Braskem conseguiu evitar um sobrepreço de até 5 % sobre os valores praticados no mercado europeu, como a Petrobrás chegou a propor, no passado. Por outro, a empresa petroquímica não conseguiu vincular os valores contratuais a um preço internacional de nafta, como pretendia. A diretoria da Braskem defendia que a referência ARA não era competitiva em termos mundiais, de modo que a cadeia química brasileira sofria o impacto dos preços propostos pela Petrobras.

Ao longo da negociação, a Braskem propôs, sem sucesso, uma fórmula flexível de preço variando de 90% a 110% da referência ARA, de forma a refletir as alterações de cenário que eventualmente ocorressem durante a vigência do contrato. O intervalo seria, dessa forma, maior do que o existente no último contrato de longo prazo entre as empresas, que vigeu de 2009 a 2014 e que previa flexibilidade entre 92,5% e 105% do preço ARA.

Como a solução encontrada entre as empresas estabelece o valor fixo de 102,1 % do preço ARA, a Petrobras e Braskem concordaram em estabelecer gatilhos no contrato, de modo que as duas empresas têm direito a renegociar o contrato se “determinadas condições de mercado” forem alteradas a partir do 3º ano da vigência do acordo. As duas empresas não informaram quais seriam essas condições.

Em nota, a Braskem salientou que “entendeu ser necessária a assinatura do contrato de forma a reduzir as graves incertezas que rondam o setor, evitando a paralisação das centrais petroquímicas e considerando também o momento difícil da indústria e da economia brasileira”.

Fonte: Braskem / Exame

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Microgrânulos de PEEK da Evonik são usados na fabricação de vedações para a indústria de óleo e gás

08/12/2015

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Material usado no processo de compressão a quente permite adição de reforços e aditivos

Vedações para óleo e gás de PEEK em tamanhos e comprimento padrão costumam ser produzidas através de três processos bem estabelecidos: moldagem por injeção, extrusão e moldagem por compressão a quente. Quando se quer um produto customizado, a moldagem por compressão a quente costuma ser escolhida em razão da redução dos custos associados à adaptação dos processos de produção adicionais. O VESTAKEEP® 5000 HCM representa uma melhora adicional do processo de moldagem por compressão a quente, proporcionando maior rendimento e melhor qualidade do produto final, afirma a Evonik

Eliminação de pontos pretos e melhora da resistência mecânica

Em forma de microgrânulos, o VESTAKEEP 5000 HCM apresenta a capacidade de minimizar ou até mesmo eliminar o ar que fica preso no molde de compressão a quente, segundo a Evonik. Os pós de PEEK tradicionais comumente empregados na moldagem por compressão a quente tendem a reter o ar no molde, o que pode causar a oxidação durante o processamento, fazendo com que o componente acabado apresente pontos pretos. A presença de pontos pretos pode causar retrabalho adicional ou, em casos extremos, fazer com que a vedação tenha que ser inutilizada. Além disso, relata a empresa, a medição da densidade aparente dos microgrânulos de VESTAKEEP 5000 HCM apresentou valores significativamente mais altos do que no caso do pó de PEEK padrão, resultando em melhores propriedades mecânicas, por exemplo, no alongamento na ruptura.

Microgrânulos abrem novas possibilidades

De acordo com a Evonik, outra vantagem associada aos microgrânulos VESTAKEEP 5000 HCM é a eliminação da etapa adicional de esmagamento dos grânulos para transformá-los em pó. Esse fato abre de imediato novas possibilidades para o desenvolvimento de compostos de microgrânulos PEEK reforçados com fibra de vidro ou até mesmo de compostos com aditivos de fluoropolímeros para a moldagem por compressão a quente. Isso não é possível com o pó de PEEK por causa da etapa de esmagamento, que destrói os efeitos positivos do reforço ou dos aditivos.

Fonte: Evonik

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Evonik destacou soluções para o mercado de óleo e gás durante a Offshore Technology Conference

17/11/2015

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Durante evento no Rio de Janeiro, a empresa expôs suas especialidades para o setor

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, marcou presença em um dos eventos mais importantes do mundo para o desenvolvimento dos recursos offshore nas áreas de perfuração, exploração, produção de petróleo e proteção ambiental: a Offshore Technology Conference (OTC) – realizada de 27 a 29 de outubro, no Rio de Janeiro.

Realizada a cada dois anos, a OTC Brasil apresentou um extenso programa de conferências, com 39 sessões técnicas, 12 painéis e quatro almoços-palestras. Mais de 220 trabalhos foram apresentados, incluindo temas como geociências, sistemas de perfuração, processamento submarino e integridade de ativos, entre outros. A exposição contou com a participação de 160 empresas e organizações, de 16 países.

“Foi uma excelente oportunidade para apresentarmos nossas soluções para o mercado de óleo e gás a um público altamente qualificado e especializado. Nestas ocasiões, a troca de informações e experiências são essenciais para a empresa e clientes”, destaca Vitor Lavini, Chefe de Produto – Polímeros de Alta Performance América do Sul da Evonik.

Soluções apresentadas

Os visitantes da OTC tiveram a oportunidade de conhecer no stand da Evonik a poliamida 12 (PA12) VESTAMID®, indicada para aplicação na camada de barreira e na camada externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas (MLT – Multi Layer Tubing) para umbilicais; em tubos de grande diâmetro para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos.

Um dos destaques da linha, VESTAMID NRG 1001, é uma Poliamida 12 plastificada largamente empregada na produção de risers e flow lines (dutos flexíveis) offshore. Este grade de VESTAMID NRG pode ser utilizado na camada de barreira, na camada externa e para a produção das fitas antiatrito (“anti wear tapes”) que ficam entre as camadas metálicas. Segundo a Evonik, por possuir elevada resistência à hidrólise e altas resistências mecânica e química, estende a vida útil das tubulações. Hoje, já existem mais de 1.000 quilômetros de dutos flexíveis produzidos e instalados em todo o mundo com o VESTAMID NRG 1001.

O sistema multicamadas de PA12 e fluorpolímeros para mangueiras em umbilicais foi outro destaque no stand da Evonik. Devido à baixa permeabilidade dos fluorpolímeros, esse sistema composto por duas camadas – uma de Poliamida 12 e outra de fluorpolímero – dá maior segurança aos umbilicais uma vez que reduz a contaminação cruzada de um fluido com outro, segundo a Evonik. Mais um dado importante a ressaltar é o fato da adesão entre camadas ser feita por meio de ligações químicas, eliminando-se, desta forma, qualquer chance de delaminação.

Adequado para aplicações que requerem exigências químicas, mecânicas e térmicas extremamente elevadas, como as do mercado offshore, o poliéter-éter-cetona (PEEK) VESTAKEEP®, também foi apresentado pela Evonik no evento. Mais leve do que o aço é indicado principalmente na produção de anéis de vedação, válvulas e peças de compressão, informa a fabricante.

A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Evonik investe em empresa fabricante de tubulações de compósitos termoplásticos para produção de petróleo e gás offshore

03/11/2015

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  • Investimento direto em empresa holandesa por intermédio do braço de venture capital da Evonik
  • Tubulações não corrosivas feitas de compósitos termoplásticos para o setor de petróleo & gás offshore
  • Ampliação da expertise da Evonik para a indústria de petróleo & gás

Por meio de seu braço de venture capital, a Evonik investiu na empresa Airborne Oil & Gas, sediada em Ijmuiden, Holanda. O grupo de especialidades químicas detém participação minoritária na empresa holandesa. O investimento foi realizado em conjunto com as empresas HPE Growth Capital (HPE) e a Shell Technology Ventures. As partes concordaram em não revelar o valor da transação. A Airborne Oil & Gas (AOG) domina uma tecnologia única para a produção de dutos fabricados com compósitos termoplásticos para uma variedade de aplicações no setor de petróleo e gás offshore.

A atual infraestrutura de petróleo & gás offshore consiste em dutos rígidos de aço ou nos chamados flexíveis, compostos por camadas múltiplas de aço e polímeros. Os dutos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço, o que os torna imunes à corrosão. Segundo a Evonik, eles apresentam estabilidade mecânica extremamente alta, mas também são flexíveis. Como vantagem adicional, são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, o que significa que os dutos da AOG podem ser instalados de modo relativamente simples e econômico em custos, assegura a fabricante de polímeros. As linhas de aço rígido são soldadas umas às outras em segmentos de 10-20 metros de comprimento, usando navios de lançamento altamente especializados e são financeiramente dispendiosos.

De acordo com a Evonik, os dutos de compósito termoplástico da AOG são adequados e vantajosos em ampla variedade de aplicações offshore. Diversos operadores qualificaram os dutos da AOG para linhas de transporte offshore de petróleo & gás, nas quais os benefícios de uma instalação de baixo custo e a ausência de corrosão oferecem melhorias sem precedentes. Uma extensão considerável dos 150.000 a 200.000 km das linhas de transporte instaladas ao redor do mundo tem mais de 20 anos de idade e precisa ser substituída, o que representa um atraente ponto de entrada para a AOG.

Para a Evonik, a indústria de petróleo & gás é um atraente mercado em crescimento e um importante campo para inovações. Além disso, a empresa é líder de mercado na poliamida 12, comercializada como  VESTAMID®, marca consolidada em dutos para a produção e o transporte de petróleo e gás. “A Airborne Oil & Gas é uma excelente combinação estratégica para a Evonik”, diz   Bernhard Mohr, diretor de Venture Capital na Evonik. “A tecnologia de tubos ímpar da empresa e o portfólio de polímeros de alto desempenho da Evonik nos permitem desenvolver novas soluções para a indústria”.

“Na Evonik nós encontramos um investidor estratégico com conhecimentos abrangentes sobre plásticos para aplicação no setor de petróleo & gás”, diz Eric van der Meer, CEO da AOG. “Nós esperamos que isso nos traga um ímpeto adicional para desenvolver ainda mais o nosso negócio ”.

Excelentes propriedades mecânicas graças a fitas unidirecionais

As tubulações da AOG consistem em três camadas: Um duto polimérico interno é recoberto por um composto de fitas unidirecionais que, por sua vez, são envoltas por outro termoplástico. Polímeros como o polietileno, o polipropileno, a poliamida 12 e o PEEK podem ser usados para isso. Fitas unidirecionais são finas tiras poliméricas dotadas de fibras de reforço contínuo em alinhamento paralelo. Quando várias dessas tiras são empilhadas verticalmente em ângulos definidos e depois fundidas, o resultado é um compósito extremamente estável.

A expertise especial da AOG reside no design do material compósito e do tubo acabado, para uma variedade de aplicações: Todas as camadas são fundidas umas nas outras de modo inseparável, o que explica as extraordinárias propriedades mecânicas das tubulações, explica a Evonik. Por esse motivo, a AOG é vista como líder em inovação em tubulações de compósitos termoplásticos para aplicação no setor de petróleo & gás.

Como parte de suas atividades de venture capital, a Evonik planeja investir um total de €100 milhões em start-ups promissoras, detentoras de tecnologias inovadoras, e nos principais fundos de venture capital especializados. O foco regional se concentra na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Atualmente, a Evonik detém participação em diversas start-ups e em três fundos.

A Evonik, com sede na Alemanha, éum dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Petrobras adia partida da refinaria do Comperj para 2016

12/06/2013

A Petrobras espera que a sua refinaria no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) inicie as operações em agosto de 2016, mais de um ano depois do previsto.

Falando durante um evento na última sexta-feira (07/06/13),  a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster disse que as questões de licenciamento ambiental e as mudanças no projeto da refinaria foram as razões para o atraso.

Esperava-se anteriormente que o Comperj iniciasse o processamento do petróleo bruto em abril de 2015.

A refinaria do Comperj terá capacidade instalada para processar 165 mil barris de petróleo bruto por dia quando entrar em operação, segundo a empresa. Uma segunda fase, anteriormente prevista para ser concluída até 2018, dobraria a capacidade do complexo.

Quando concluída, a refinaria iria aliviar a dependência da Petrobras das caras importações de combustíveis que tem reduzido os lucros da empresa ao longo dos últimos dois anos.

As refinarias da Petrobras estão operando com capacidade de 98% e não tem atendido à crescente demanda por gasolina e óleo diesel no Brasil, forçando a empresa a importar gasolina e diesel para atender à demanda.

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Comperj poderá se limitar a apenas uma refinaria, segundo jornal

20/09/2012

Matéria do jornal Estado de São Paulo do dia 17/09/12  relata que o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), empreendimento conduzido pela Petrobrás no município fluminense de Itaboraí, poderá concretizar-se sob a forma de apenas uma refinaria da empresa. O projeto original compreendia também a participação de sócios privados na implantação de indústrias petroquímicas de primeira e segunda geração e de empresas de transformação de plásticos.

Segundo o jornal, os produtos petroquímicos derivados do “shale gas” (gás de xisto) americano oferecem uma competividade bem maior que aqueles derivados da nafta ou gás natural, matérias-primas que seriam utilizada nas petroquímicas do COMPERJ. A tendência é que as fábricas dos Estados Unidos baseadas no gás de xisto continuem a suprir o mercado com derivados petroquímicos com um preço inferior ao das empresas que operam com nafta ou gás natural. Esta tendência tem levado grandes empresas do setor a reavaliar a viabilidade econômica de novos projetos e a buscar investimentos nos Estados Unidos utilizando o “shale gas”, abundante e barato naquele país.

A expectativa para o COMPERJ era de que a Braskem se associasse à Petrobrás para a implantação de indústrias petroquímicas de 1a. e 2a. geração. Segundo a matéria do Estadão, o projeto original do Complexo previa o início da operação para 2011. Devido a uma série de atrasos, a inauguração da primeira unidade de refino está prevista agora para 2015, podendo ainda sofrer adiamento.

Segundo a presidente da Petrobrás, Graça Foster, o preço do “shale gas” americano pode atrapalhar o desenvolvimento da petroquímica brasileira. “Nos Estados Unidos, o preço do gás é muito baixo. Por mais que o aumento da produção seja alto, o preço final é reduzido quase a custo. Me preocupa o desenvolvimento da petroquímica (brasileira)”, afirmou Graça Foster.

O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, também demonstrou preocupação similar ao comentar o prejuízo registrado pela empresa no segundo trimestre deste ano. Segundo Fadigas, novos projetos da Braskem estão sendo revistos. “O cenário econômico atual deixará mais criteriosos os aportes da empresa. Com isso, a agenda de investimentos terá que ser readequada com base nessa análise que estamos fazendo. Essa nova postura significa que a lista de projetos da Braskem será menor. Alguns projetos deixarão de ser feitos”, afirmou Fadigas.

A Braskem não comentou sobre a sua participação no COMPERJ, ao ser procurada pelo articulista do jornal Estado de São Paulo.

A matéria completa no Estadão pode ser lida no link a seguir:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,maior-projeto-da-petrobras-complexo-petroquimico-do-rio-deve-encolher-,931577,0.htm

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Braskem e PetroPerú assinam acordo para analisar viabilidade de projeto petroquímico no sul do Peru

25/11/2011

A Braskem e a Petróleos Del Perú (PetroPerú), empresa estatal dedicada ao transporte, refino e comercialização de combustíveis e outros derivados do petróleo, se uniram e assinaram nesta quinta-feira, 24/11, um Memorando de Entendimento para análise técnica e econômica da viabilidade de um projeto petroquímico no Peru.

O objetivo das duas empresas é estudar a viabilidade da implementação de unidades para a produção integrada de 1,2 milhão de toneladas/ano de eteno e polietilenos, utilizando o etano proveniente das reservas de gás natural da região de Las Malvinas. Após a confirmação de sua viabilidade e sujeito às negociações dos contratos definitivos e das aprovações societárias das partes, este empreendimento fará parte do denominado Projeto Integrado do Sul, que inclui a construção do Gasoduto Andino do Sul, pela empresa Kuntur, e de um moderno complexo industrial na região sul do Peru, que será um marco no processo de industrialização do país.

“Com a realização desta parceria, traremos mais desenvolvimento econômico e social ao nosso país. O projeto terá como grande vantagem sua localização estratégica na costa do Pacífico e a capacidade para atender tanto ao mercado peruano como aos de outros países da região andina”, ressalta Humberto Campodónico, presidente da PetroPerú.

“Esta iniciativa da Braskem está em linha com sua visão estratégica de se tornar uma das empresas líderes na indústria química mundial até 2020, por meio da combinação de crescimento no mercado doméstico, alternativas de acesso a matérias-primas competitivas e busca de oportunidades de internacionalização para o acesso a novos mercados, especialmente no eixo da América”, afirma Sergio Thiesen, diretor de Negócios Internacionais para América do Sul da Braskem.

Fonte: Braskem

Presidentes da Braskem e Petrobrás integram lista das 40 pessoas mais influentes da Indústria Química mundial

03/01/2011

A publicação ICIS.com elegeu as 40 pessoas mais influentes  da Indústria Química mundial em 2010. Da lista fazem parte CEO´s e presidentes das maiores empresas químicas, petroquímicas e de petróleo do mundo. Dois brasileiros integram a lista,  nas posições 13 e 14, respectivamente: José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, e Carlos Fadigas, recém empossado presidente da Braskem. Veja a seguir a lista completa:

1. Erew Liveris – Chairman, –  Presidente e CEO, Dow Chemical

2. Peter Bahnsuk Kim, – CEO, LG Chem

3. Mohamed Al-Mady, –  CEO, SABIC

4. Yoshimitsu Kobayashi  – Presidente, Mitsubishi Chemical Holdings

5. Kurt Bock – CEO-eleito, BASF

6. James Gallogly – CEO, LyondellBassell Industries

7. Mukesh Ambani – Chairman e Diretor, Reliance Industries

8. Jim Ratcliffe – Chairman, INEOS

9. Abdullah Bin Al-Attiyah – Chairman e Diretor, Qatar Petroleum

10. Stephen Pryor – Presidente, ExxonMobil Chemical

11. Mohamed Hassan Marican – CEO, PETRONAS

12. Ellen Kullman – Chairwoman e CEO, DuPont

13. Jose Sergio Gabrielli – Presidente e CEO, Petrobras

14. Carlos Fadigas – CEO eleito, Braskem

15. Su Shulin – Chairman, Sinopec

16. Dmitry Konov – Presidente, Sibur

17. Axel Heitmann – Chairman, LANXESS

18. Feike Sijbesma – Chairman, DSM

19. Stephen Clark – CEO, Brenntag

20. John Zillmer – Presidente e CEO, Univar

21. James Rogers – Presidente e CEO, Eastman Chemical

22. Chong Bum Shik – Presidente e CEO, Honam Petrochemical

23. Abdulaziz Abdulla Alhajri – CEO, Borouge

24. Christian Jourquin – CEO, Solvay

25. Hans Wijers – Chairman e CEO, Akzonobel

26. Stephanie Burns – Chairman e CEO, Dow Corning

27. Khalid Al-Falih – Presidente e CEO

28. Graeme Burnett – Senior vice Presidente Asia e Middle East, Total Petrochemicals

29. Patrick Thomas – CEO, Bayer Materialscience

30. Jeffrey Quinn – Chairman, Presidente e CEO, Solutia

31. Klaus Engel – CEO, Evonik Industries

32. Giorgio Squinzi – Presidente, CEFIC

33. John McGlade – Chairman, Presidente e CEO, Air Products

34. Peter Huntsman – Presidente e CEO, Huntsman

35. Geert Dancet – Diretor Executivo, European Chemicals Agency

36. Craig Morrison – Chairman e CEO, Momentive performance Materials

37. Cal Dooley – Presidente e CEO, American Chemistry Council

38. Francois Vleugels – CEO, Spolchemie

39. Nathan Ticatch – Presidente, Petrologistics

40. Chris Jahn – Presidente, National Association of Chemical Distributors

Fonte: ICIS

Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem

Presidente da Petrobrás anuncia estudos para Pólo Gás Químico no Espírito Santo.

16/07/2010

No último dia 15, durante a cerimônia de início da produção comercial na camada pré-sal do Espírito Santo, no campo de Baleia Franca,   o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli anunciou que a empresa está realizando estudos para avaliar a viabilidade de implantação de um Pólo Gás Químico no Estado, para aproveitar o Gás produzido na região.

“Nós estamos desenvolvendo projetos, que estão ainda em fase de projetos, mas se tornarão realidade dentro em breve para desenvolver a química do gás natural, para produzir produtos químicos no Estado do Espírito Santo”,  afirmou Gabrielli, depois de ser estimulado pelo presidente Lula a anunciar os planos da estatal.

As negociações iniciais previam a construção de uma planta de fertilizantes a partir do gás natural, mas durante os debates com o governo do Espírito Santo surgiu a idéia de expandir o projeto para a implantação de um Pólo Gás Químico.

O Espírito Santo hoje produz  cerca de 5 milhões de metros cúbicos de gás e aproximadamente 160 mil barris diários de petróleo, sendo o segundo maior produtor nacional da commodity. Afirma o governador Paulo Hartung que o estado está a caminho de produzir 500 mil barris diários de petróleo, em breve.

O campo do pré sal de Baleia Franca vai produzir inicialmente 13 mil barris diários de óleo leve, devendo alcançar 100 mil barris até  final de 2010. A camada do pré sal do Espírito Santo situa-se a 100 metros de profundidade, sendo bem mais próxima da superfície que a da bacia de Santos, que chega a alcançar dois quilômetros.

Refinaria da Petrobrás no Maranhão tem contrato de terraplanagem assinado.

15/07/2010

A Petrobras e o Consórcio Galvão – Serveng – Fidens assinaram na manhã desta quarta-feira (14/7), no Edifício Sede da Companhia, no Rio de Janeiro, contrato para serviços de terraplenagem, drenagem e obras de acesso na área da Refinaria Premium I, no Maranhão.

O contrato tem prazo de 960 dias e visa preparar a área da refinaria para receber as unidades de processamento principais, auxiliares e de utilidades. No pico da obra a previsão é de 3.000 a 3.500 trabalhadores no canteiro, durante a terraplenagem.

A Refinaria Premium I será implantada no município de Bacabeira (Maranhão), a 60 km de São Luís, e vai processar 600 mil barris de petróleo por dia.

Fonte: Petrobrás

Novo poço confirma potencial de petróleo leve em Tupi

24/06/2010

A perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-821-RJS (3-RJS-674) e informalmente conhecido como Tupi Alto, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em lâmina d’água de 2.111 metros, a cerca de 275 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a 12 km a nordeste do poço descobridor  Tupi – 1-RJS-628 (1-BRSA-369).

O poço 3-RJS-674, perfurado em posição estrutural mais elevada que os demais na área de Tupi, comprovou, por intermédio de amostragens de petróleo em teste a cabo, a descoberta de óleo com densidade ainda mais leve (cerca de 30oAPI) do que a média dos óleos verificada nos outros poços de Tupi (cerca de 28oAPI).

As informações obtidas no poço e nos demais já perfurados na área reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.

O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e aos investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP, no qual consta a perfuração de outros poços até a declaração de comercialidade, prevista para dezembro de 2010.

Fonte:  Agência Petrobrás de Notícias

Petrobrás faz nova descoberta de petróleo no pré-sal do Campo de Marlim.

07/06/2010

A Petrobras anunciou na última sexta-feira (04/06) a descoberta de nova acumulação de petróleo leve (29º API) no pré-sal da Bacia de Campos, em profundidade de água de 648 metros, no campo de Marlim. A descoberta foi resultado da perfuração do prospecto exploratório conhecido como Brava, realizada através do poço 6-MRL-199D-RJS, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.

A acumulação descoberta nos reservatórios carbonáticos encontra-se a 4.460 metros de profundidade total. Foram perfurados cerca de 5.000 metros, dos quais 1.000 metros de sal, para atingir o reservatório. Estimativas preliminares apontam para volumes recuperáveis potenciais em torno de 380 milhões de barris de óleo equivalente. Está prevista a realização de testes para avaliar a produtividade desses reservatórios.

A descoberta está localizada em área próxima à infraestrutura instalada dos campos de Marlim e Voador, sendo que o poço descobridor está situado a 4,5 km de distância da plataforma P-27, o que deverá facilitar o desenvolvimento do campo, reduzir o prazo necessário para o início da produção e poderá diminuir os investimentos.

Essa acumulação deverá ser objeto de Plano de Avaliação a ser apresentado em breve à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP).

Fonte: Petrobrás.

Petrobrás faz nova descoberta de petróleo no campo de Caratinga

28/05/2010

A Petrobras descobriu duas novas acumulações de petróleo leve em reservatórios do pós e do pré-sal em águas profundas da Bacia de Campos, resultante da perfuração do poço conhecido como Carimbé, localizado no Campo de Caratinga, a cerca de 106 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em local onde a profundidade d’água é de 1.027 metros.

A acumulação descoberta nos reservatórios do pós-sal está a 3.950 metros de profundidade no subsolo marinho. Estimativas indicam volumes recuperáveis de aproximadamente 105 milhões de barris de óleo equivalente.

A outra acumulação, confirmada pelo mesmo poço, encontra-se em reservatórios do pré-sal. Esses reservatórios, posicionados a 4.275 metros de profundidade, estão possivelmente relacionados à acumulação identificada anteriormente por um poço na área do Campo de Barracuda. Naquela ocasião, os volumes de óleo recuperável apontavam para cerca de 40 milhões de barris de óleo equivalente. Caso a ligação entre essas duas acumulações se confirme, dados preliminares do novo poço indicam o volume conjunto recuperável potencial de 360 milhões de barris de óleo equivalente.

Está prevista a realização de testes para avaliar a produtividade desses reservatórios, e a análise da interligação do poço à plataforma P-48, atualmente em operação no Campo de Caratinga, aproveitando a infraestrutura de produção e escoamento instalada na área.

Fonte: Petrobrás

Centro de Pesquisas da Petrobrás recebe premiação do CNPq

21/05/2010

O Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, é uma das instituições premiadas na cerimônia de comemoração do aniversário de 59 anos do CNPq. A Menção Especial de Agradecimento é concedida a instituições com significativa contribuição para o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país.

O Cenpes é um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. Desde a sua criação, trabalha de forma integrada com diferentes instituições nacionais e estrangeiras.

No Brasil, a Petrobras é a empresa que mais investe em ciência e tecnologia. Por meio da formação e implementação de 50 redes em temas relacionados aos seus objetivos de negócio, a companhia investiu, nos últimos quatro anos, em média R$ 400 milhões por ano em projetos de pesquisa e de infraestrutura laboratorial em cerca de 100 universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Esse modelo de parceria tecnológica tem como objetivo a construção de capacidade local de desenvolvimento tecnológico na área de petróleo, gás e energia.

Fonte: Petrobrás

Marca “Petrobrás” entre as mais valiosas do mundo

21/05/2010

A Petrobras está entre as marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking “2010 BrandZ Top 100”, da Millward Brown Optimor. A Companhia estréia na 73ª posição, com sua marca avaliada em US$ 9,7 bilhões. É a marca brasileira com melhor colocação no ranking. Na frente continua o Google, marca avaliada em US$ 114,3 bilhões (alta de 14% sobre um ano antes).

Marca mais valiosa do Brasil

A Petrobras também se destacou como a marca mais valiosa do Brasil, segundo pesquisa realizada este ano pela consultoria BrandAnalytics e pelo instituto Millward Brown. Com valor de marca de R$ 19,3 bilhões, a Petrobras lidera o ranking das mais valiosas, à frente de Bradesco (R$ 14,8 bi), Itaú (R$ 13,3 bi), Banco do Brasil (R$ 11 bi), Natura (R$ 6 bi), Skol (R$ 5 bi), Brahma (R$ 2,5), Perdigão (R$ 2 bi), Casas Bahia (R$ 1,8 bi) e Sadia (R$ 1,6 bi).

Para chegar ao resultado, a pesquisa passou por quatro etapas. Na primeira, que mensurou a força da marca no Brasil, foram realizadas, nas principais cidades brasileiras, aproximadamente 12.500 entrevistas em 32 categorias de negócios, com a avaliação de 350 marcas de empresas que atuam no país. A etapa seguinte avaliou 147 companhias de capital aberto, que reúnem 200 marcas.

A terceira etapa da pesquisa levou em consideração os lucros das empresas e analisou a contribuição da marca para os consumidores e os investidores. Nesse último público, foram entrevistados consultores de investimentos norte-americanos, que apontaram a Petrobras em primeiro lugar no ranking das empresas mundiais de energia com maior potencial para futuras tecnologias (50% de lembrança contra 14% da segunda colocada), maiores reservas de petróleo (42% contra 23%); e boa parceria com governos locais (27% contra a 15%). A Petrobras aparece em destaque também como empresa que se esforça para ser ambientalmente responsável (em segundo lugar, com 6% de lembrança contra 9% da primeira).

A última etapa da pesquisa consistiu na construção do ranking final das marcas mais valiosas do Brasil.

A marca da Petrobras também se destacou no ranking das marcas mais forte do Brasil. A Companhia ocupa o terceiro lugar na lista, à frente da Coca-Cola e Microsoft. As duas primeiras posições ficaram com Omo e Mc Donald’s.

Fonte: Petrobras

Novo poço de petróleo confirma potencial em Tupi

21/05/2010

A perfuração de mais um poço na área de Tupi confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, conhecido como Tupi OW, está localizado em profundidade de água de 2.131 metros, a cerca de 270 km da costa do Rio de Janeiro.

A descoberta foi comprovada por amostragens de petróleo leve em teste nos reservatórios localizados em profundidades maiores do que as constatadas pelos poços perfurados anteriormente.

A soma das informações obtidas neste poço com as obtidas nas demais perfurações reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.

O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas em Tupi, com a perfuração de novos poços, prevista para dezembro de 2010.

Fonte: Petrobrás