Archive for the ‘Plásticos na Construção’ Category

Estudo sobre Ecoeficiência de janelas é apresentado em feira em Blumenau

20/05/2016

Instituto do PVC participou da Fabricon e da 12ª Fenahabit, onde apresentou estudo que evidencia as vantagens ambientais das janelas de PVC considerando três cidades brasileiras: São Paulo, Curitiba e Natal

Kommerling-fabrica-esquadriasNesta sexta-feira, 20 de maio, o Instituto do PVC participou da Fabricon – Feira Brasileira de Fabricantes da Construção Civil e da 12ª Fenahabit – Feira Nacional das Tecnologias de Habitação, Construção e Imobiliário, eventos realizados paralelamente em Blumenau, Santa Catarina. Na ocasião, a entidade apresentou em detalhes a primeira Análise de Ecoeficiência de um produto de PVC realizada no país, que compara o desempenho e aspectos ambientais de janelas brancas de PVC e janelas brancas de alumínio.

O estudo contemplou a produção, montagem, instalação, uso (com e sem ar condicionado), manutenção e destinação final dos produtos. Foram consideradas variações térmicas diferentes, em cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Natal (RN) e em diferentes horários: comercial e residencial.

Os resultados mostraram que a janela de PVC é mais ecoeficiente que a janela de alumínio. Na avaliação das 11 categorias analisadas, a janela de PVC apresentou melhor desempenho em 10, se destacando principalmente na categoria Consumo de Energia, pois consome duas vezes menos energia que a janela de alumínio em todo o ciclo de vida dos produtos. Das mais relevantes categorias do estudo, destacaram-se ainda Consumo de Recursos e Potencial de Toxicidade. A janela de PVC consome três vezes menos recursos que a janela de alumínio e tem duas vezes menos pontos de toxicidade.

Na avaliação do impacto econômico, observou-se o preço de mercado mais elevado das janelas de PVC. Entretanto, essa variação inicial se dilui com o tempo de uso do produto, devido à melhor eficiência da janela de PVC em relação ao isolamento térmico e consequente economia de energia mensal.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, palestrante no evento, o objetivo do estudo foi analisar o desempenho de todo o ciclo de vida de duas das alternativas de janelas mais utilizadas pelo consumidor no Brasil, incluindo sua reciclagem. “A partir de informações técnicas e científicas, a população tem mais condições para tomar a melhor decisão sobre os produtos utilizados no dia a dia e obter o melhor benefício. Neste caso específico, arquitetos, construtoras e mesmo o consumidor final, ao tomarem conhecimento dos resultados, se sentirão confortáveis e seguros para especificar e usar janelas de PVC em obras, inclusive em reformas”, afirma o executivo.

A análise foi realizada pela Fundação Espaço ECO® (FEE®) para o Instituto do PVC e passou por uma revisão externa realizada pelo TÜVRheiland – instituto independente para inspeção técnica e certificação.

O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. Seu compromisso é orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, difundindo suas qualidades técnicas e ambientais, bem como sua versatilidade e reciclabilidade.

Fonte: Instituto do PVC

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Kömmerling montará fábrica de esquadrias de PVC na Fesqua 2016

18/04/2016

Ao demonstrar todas etapas do processo de produção, a ideia é desmistificar a dificuldade em se fabricar esquadrias modernas e de alto desempenho

Kommerling-fabrica-esquadriasUm dos principais players na área de sistemas e perfis de PVC, a Kömmerling terá um stand na Fesqua 2016 e também contará com um espaço de 330 m² onde será montada uma fábrica de esquadrias de PVC, contemplando todas as etapas do processo de produção,  desde o perfil até instalação.

“Em tempos de crise, o PVC surge como um grande diferencial em matéria de qualidade. Por isso, a intenção é demonstrar, durante a feira, a facilidade de se fabricar e instalar obras com padrão de excelência”, explica Priscila Oliveira Andrade, gerente de vendas da empresa.

Na oportunidade, técnicos da companhia estarão coordenando os trabalhos de produção de janelas – dentro das tipologias correr, giro, maximar – , que serão posteriormente instaladas em uma obra residencial em Curitiba.

Os clientes poderão interagir, fazendo simulações, já que serão programados tours guiados a cada 30 minutos para os visitantes da feira. Diariamente, também está prevista a instalação de janelas em um vão dentro da fábrica.

O projeto exigirá recursos da ordem de R$ 100 mil e contará com parceiros das áreas de máquinas, ferragens, vidros, dentre outros.

A Fesqua – Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens e Componentes – ocorrerá nos dias 21 a 24 de setembro no São Paulo Expo – Exhibition and Convention Center.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Soluções em plástico aumentam a economia de água no setor construtivo

14/04/2016

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Produtos garantem melhor aproveitamento de recursos hídricos

Responsável por um expressivo consumo de água potável no país, de acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), a construção civil já tem o segmento de plásticos como um grande aliado para a utilização cada vez mais consciente de recursos hídricos. A Braskem fornece matérias-primas para a empresas que fabricam produtos que podem ajudar a reduzir perdas ao longo de todo o processo construtivo e para o setor de abastecimento.

Uma das aplicações visíveis das resinas plásticas está nas caixas d’água em polietileno, que cada vez mais têm sido destinadas ao armazenamento de água da chuva ou para reúso. Há ainda outros produtos para este fim, como os reservatórios em formato compacto, que podem aproveitar até a água pós-lavagem de roupas para nova utilização. Com baixo custo, ocupam pouco espaço e não necessitam de escavação, além de não requisitarem bombeamento, o que economiza energia.

O plástico também está presente em soluções menos aparentes, mas fundamentais para qualquer tipo de construção, como projetos de saneamento básico. É o caso dos tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), que oferecem elevada durabilidade, resistência ao impacto e corrosão, além de serem mais leves se comparados a outras alternativas. Outra importante aplicação de polietileno está presente nas fossas sépticas, indicadas para a utilização residencial em regiões isoladas, litorâneas ou próximas a cursos d’água. As fossas podem ser responsáveis pela remoção de até 85% da matéria orgânica no efluente, evitando a contaminação de reservatórios naturais, lagoas, cursos d’água e lençóis freáticos.

Tubulações de esgoto também ganham em durabilidade e eficiência com o plástico, em especial com o polietileno de alta densidade, ideal para aplicações que precisem de resistência e facilidade de aplicação. Os materiais podem ser desenvolvidos tanto em polietileno de alta densidade (PEAD) como em PVC.

O plástico pode ser empregado ainda na captação de águas pluviais por meio de calhas em PVC, que proporcionam design diferenciado, mais qualidade e alta resistência aos raios ultravioleta. Outras soluções em PVC que podem aumentar a segurança no armazenamento de água, evitando perdas e contaminação, são os revestimentos de vinil e as geomembranas. Os produtos têm como objetivo evitar perdas por vazamentos em estruturas de alvenaria, no caso dos revestimentos, com a redução de resíduos na obra, e oferecer proteção de solos e aterros sanitários, entre outros, no caso das geomembranas de PVC.

Grandes obras de infraestrutura também contam com a modernidade das aplicações de plástico para o aumento de eficiência e otimização de recursos. São produtos destinados aos mais diversos fins, como drenagem, contenção, arrimo e outras funções que aumentam a eficiência dos processos construtivos e que também otimizam a utilização de água nas obras.

Fonte: Braskem

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Cipatex fornece geomembranas para canais de transposição do rio São Francisco

19/01/2016

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A Cipatex, fabricante de revestimentos sintéticos com sede em Cerquilho, interior de São Paulo, fornecerá geomembranas de PVC Cipageo® para o canal de transposição do rio São Francisco, no Brasil. O material será usado para impermeabilizar, inicialmente, um trecho de 460 mil metros quadrados da estação do eixo leste, na região de Pernambuco. Estão previstas construções de açudes e ramificações ao longo do percurso para levar água para cidades e comunidades rurais, o que deve gerar novas demandas pelo produto.

As geomembranas de PVC são utilizadas para garantir a estanqueidade do canal durante todo o percurso da água, para que não haja perdas com infiltração. “Entre os motivos que levaram as construtoras a optar pelo material da Cipatex® está a possibilidade da confecção das geomembranas em painéis com medidas que otimizam a instalação, garantindo um alto ganho de produtividade, redução de custos de aplicação e facilidade no transporte”, comenta Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da empresa.

Segundo a Cipatex, as geomembranas Cipageo® são produzidas pelo sistema de calandragem com geotêxtil aderido, o que confere maior resistência mecânica e a perfurações. Além de canais de irrigação, o material pode ser aplicado na impermeabilização de lagoas agrícolas e de tratamento de resíduos, ensilagem, lajes, muros de arrimo, áreas sujeitas à infiltração, túneis,  solo para lixiviação em pilhas e canaletas,  galvanoplastia, biodigestores, entre outros, acrescenta a empresa. O material é tolerante a diversos tipos de ácidos, sais e bases, com boa resistência ao envelhecimento e às influencias do meio ambiente. Devido ao grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade, pode ser empregado em qualquer tipo de superfície, complementa a Cipatex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Convenção Kömmerling debaterá Administração e Gestão de Serralherias para fabricação de sistemas de perfis de PVC

19/01/2016

Kommerling_economia_energiaNo período de 2 a 5 de fevereiro, a Kömmerling, tradicional fabricante alemão de sistemas de perfis de PVC, reunirá 50 participantes, representando 20  parceiros, durante a Convenção Anual, na cidade sul matogrossense de  de Bonito, Na ocasião, a empresa transferirá conhecimentos e expertise, por meio do curso Administração e Gestão de Serralherias.

“A iniciativa tem como base os procedimentos adotados para a melhoria de qualidade, em termos de atendimento e organização”, informa Priscila Oliveira de Andrade, gerente de vendas da empresa. Trata-se de um instrumento de orientação que ajudará os parceiros a se prepararem tecnicamente para fazer frente aos impactos da crise econômica no setor de esquadrias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Laboratório da UERJ é montado com painéis pultrudados pré-fabricados

11/01/2016

Pultrusao

A empresa Pultrusão do Brasil desenvolveu um sistema de construção modular com painéis pultrudados pré-fabricados para construções rápidas e canteiro de obra limpo para atender a demanda da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Ela necessitava de uma sede para o Laboratório de Adesão e Aderência (LAA), na Cidade Universitária, em Macaé, RJ.

A equipe de Engenharia da Pultrusão do Brasil projetou painéis “sanduíche” de perfis e chapas pultrudadas com núcleo de espuma EPS. A empresa pré-fabricou painéis com janelas, portas, paredes “cegas” e painéis para teto, que foram montados sobre um piso de concreto. A montagem foi concluída em 15 dias.

O laboratório tem 57,6 m² de área, distribuídos em três salas de ensaios (hidráulicos, colagem e materiais compósitos), sala de estar/reuniões, circulação e sanitários. A construção também recebeu uma estrutura pultrudada de cobertura, formando uma varanda (30m²), e foi coberta com telhas pultrudadas.

O perfil plástico estrutural pultrudado pode substituir materiais convencionais como o aço, alumínio, madeira e concreto. Entre as vantagens estão: imunidade à corrosão, alta resistência à agressividade química, isolamento elétrico, resistência a altas temperaturas, autoextinção de fogo, longa durabilidade com baixa manutenção, leveza (mais leve que aço e alumínio), comprimento apenas limitado ao transporte; baixa absorção de água; facilidade de transporte e manuseio.

A UERJ teve a parceria da Pultrusão do Brasil e da Fundação Educacional de Macaé para a construção da sede do laboratório com material pultrudado. Nele, em convênio com a Petrobras, a equipe do Mestrado em Ciências da Tecnologia da universidade desenvolverá projetos inovadores na área de materiais compósitos (fibra de vidro mais resina).

Fonte: Pultrusão do Brasil

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MVC exporta casas para abrigar refugiados na Alemanha

17/11/2015
Simulação no computador de uma casa da MVC

Simulação no computador de uma casa da MVC

MVC Plásticos, do Paraná, pretende enviar 1.200 unidades pré-fabricadas ao país europeu, num negócio de até 65 milhões de reais. Primeiro kit será montado em Bremen

A MVC, empresa do Grup Artecola e Marcopolo, que atua no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia, está desenvolvendo um projeto de residências com a tecnologia Wall System para a Europa, principalmente com objetivo de atender aos refugiados que chegam àquele país. O projeto terá várias etapas, que começarão com a homologação da primeira unidade na Alemanha, passando, em seguida, pela produção de um lote-piloto de 40 unidades, até chegar ao pedido de 100 kits por mês.

A primeira unidade foi entregue por via aérea em função da urgência, no dia 12 de novembro. A casa deverá estar montada para apresentação em Bremen, no noroeste da Alemanha, até o final de novembro. O plano prevê que operários alemães sejam treinados para montar as unidades que serão exportadas em 2016. Após o período de testes, que deve durar 15 dias, a previsão é que seja exportado um lote inicial de 40 casas, cujo prazo de entrega será até final de fevereiro/2016.  A partir de março, cem casas por mês deverão ser enviadas do Brasil para a Alemanha.

A empresa espera que, em 2016, o total de casas exportadas chegue a 1.200 unidades, num negócio que deve render 65 milhões de reais.

As casas, que têm 64m² e dois dormitórios, são baseadas em chapas de compósitos. A ideia inicial é construir casas para atender às necessidades atuais da Alemanha.  Elas serão adquiridas pelo consórcio alemão AMD, baseado em Bremen, que pretende revendê-las para empresas alemãs interessadas em doar as unidades para prefeituras e governos estaduais. Futuramente, a AMD espera negociar diretamente com as autoridades a venda das casas pré-fabricadas. A AMD também pretende expandir o negócio para outros países, em outros formatos, para atender ao mercado em geral.

No momento atual, trata-se de uma solução de emergência para acomodar famílias que chegam à Alemanha como refugiadas. As pessoas que vão habitar as residências não desembolsarão nada por elas, que deverão ser custeadas por prefeituras e doações. O material usado é semelhante ao de trailers e turbinas eólicas.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, a primeira casa exportada servirá de “cobaia” para avaliar a necessidade de eventuais modificações. Segundo ele, o projeto é uma das maiores conquistas da empresa e representa a consolidação internacional da tecnologia Wall System – a mesma utilizada no Brasil para a construção de escolas e creches. “O mercado europeu é muito exigente e já conhecia o produto e a qualidade MVC. A casa que produzimos hoje e fornecemos no País já tem padrão internacional e, em alguns requisitos, até superior. No caso especifico deste projeto, as mudanças são nas janelas e nas portas para atender as especificações de conforto térmico, em razão das baixíssimas temperaturas do inverno europeu. Tivemos que modificar algumas coisas, como reforçar o teto por causa do acúmulo de neve e adequar o layout ao gosto dos alemães”, destaca Gilmar Lima. “As casas serão montadas com nossa orientação e acompanhamento. Enviaremos dois profissionais para acompanhar a montagem e capacitar a equipe local. Mas o projeto prevê, em uma segunda fase, o fornecimento para outros países, como França, Áustria, Hungria e Turquia”, explica o executivo.

Os principais pontos que determinaram a escolha e aprovação do produto da MVC foram a velocidade de implantação, as características de conforto térmico e acústico, a durabilidade e a possibilidade de serem exportadas em módulos (desmontadas) e montadas de maneira rápida e eficaz.

Entre as novidades das casas, estão a aplicação da tecnologia de perfis pultrudados (em compósitos) na estrutura – o que dispensa a utilização de estrutura metálica (sem aço) -, a produção das portas  pelo processo de Compressão a Quente (SMC – Sheet Moulding Compound) e o uso de vidros duplos para garantir o conforto térmico e acústico. “Existe a possibilidade também das telhas serem em compósitos (SMC), que têm excelente desempenho térmico e acústico. O cliente gostaria que a casa fosse toda em compósitos, mas vamos fazer isto com decorrer do tempo”, comenta Lima.

“Como prevemos que a demanda para casas de refugiados não deve diminuir tão cedo, estamos estudando aumentar a capacidade para eventualmente exportar até 400 casas por mês”, afirma Lima, da MVC.

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Planta da casa pré-fabricada

Cada unidade vai custar 13.800 dólares (cerca de 52 mil reais) na fábrica brasileira. Além de paredes, forro e teto, os kits já incluem as instalações hidráulicas e elétricas. O acabamento final, que inclui janelas, portas e outros itens, vai ser fornecido por empresas alemãs, o que deve elevar o valor de cada unidade para 25 mil dólares (95 mil reais). A empresa afirma que as unidades são capazes de resistir por anos sem muita manutenção.

Segundo o diretor da MVC, o interesse pelas unidades brasileiras na Alemanha surgiu em parte devido à alta do dólar, que tornou o produto mais competitivo perante concorrentes da Turquia e da China.

O negócio envolvendo os refugiados é visto como um alívio para a empresa, que teve receitas de 670 milhões de reais em 2014, mas espera registrar pouco menos da metade disso em 2015 por causa da retração do mercado brasileiro de componentes automotivos e da construção de unidades para programas como o Minha Casa, Minha Vida, que vem sofrendo cortes.

Segundo Gilmar Lima, em que pese o baixo desempenho da economia brasileira em 2015, este contrato de exportação, assim como o crescimento no setor eólico, deve compensar em parte a queda de receita da empresa em 2015 e 2016. “A intenção é, no primeiro ano, entregar 1.200 unidades (100 casas por mês), mas a nossa meta é levar a tecnologia Wall System para toda a Europa e chegar à receita anual de R$ 200 milhões em novos contratos até o 2020”, salienta o executivo.

Sistema seguro e confiável

Desde 2004, a MVC já construiu, pelo sistema Wall System, cerca de 250 mil metros quadrados de conjuntos de escolas, casas, creches e edificações de usos diversos no Brasil e no exterior, em países como Angola, Moçambique, Paraguai, Uruguai e Venezuela, entre outros. Em vez dos materiais tradicionais, as construções com o sistema Wall System são compostas de estrutura de perfil pultrudado (compósito reforçado com fibra de vidro), painel sanduíche de lâminas em compósitos reforçados (similar ao utilizado em aviões, trailers e barcos, entre outros) e núcleo especial, que garante o desempenho térmico, acústico e resistência a fogo.

Segundo a empresa, as características do sistema construtivo Wall System da MVC proporcionam sensíveis ganhos no tempo na construção, padrão de acabamento de elevada qualidade e maior durabilidade e vida útil. Além disso, podem ser totalmente acessíveis, desenvolvidas especialmente para portadores de deficiência.

Entre as vantagens em relação ao processo tradicional, o sistema oferece maior velocidade de construção, durabilidade, resistência, flexibilidade, conforto térmico e acústico, obra limpa e desperdício zero, assegura a MVC. O sistema construtivo foi homologado sob a norma NBR 15.575/2013, que define os requisitos de desempenho da construção no Brasil, obtendo classificação superior na maioria dos parâmetros avaliados.

Refugiados na Europa

Oficialmente, o governo alemão espera receber 800 mil solicitantes de asilo em 2015, principalmente refugiados que fogem das guerras na Síria e no Iraque e imigrantes que deixam seus países por razões econômicas, especialmente pessoas originárias dos Bálcãs.

A maioria dos que fogem do Oriente Médio tem grande chances de conseguir o documento de permanência. Já os imigrantes econômicos têm poucas chances de ficar na Alemanha – só que, até que seus casos sejam analisados (o que costuma demorar semanas), eles têm uma permissão temporária para permanecer no país.

Várias prefeituras e governos estaduais afirmam que estão sobrecarregados com as tarefas de abrigar e alimentar os recém-chegados. Algumas cidades estão tendo que improvisar abrigos e instalações. Em Berlim, um terminal do antigo aeroporto de Tempelhof foi convertido num dormitório para mil pessoas. Outras cidades, como Hamburgo, armaram barracas para abrigar famílias.

O temor é que, com a chegada do inverno, muitas dessas instalações provisórias se revelem inadequadas. Segundo um levantamento realizado em outubro pelo jornal Die Welt, pelo menos 42 mil refugiados estão abrigados em barracas instaladas em acampamentos improvisados por prefeituras e governos estaduais da Alemanha.

Algumas empresas alemãs já entraram no negócio de fornecer casas e alimentação para refugiados. Entre elas está a European Homecare, que fechou contratos com prefeituras e fornece abrigo e comida para 15 mil refugiados. O governo alemão estima que vai gastar 6 bilhões de euros (24 bilhões de reais) com os refugiados em 2015.

Fonte: Assessoria de Imprensa – MVC / Deutsche Welle

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Saie Vetro fortalece presença da Kömmerling na região Nordeste

20/10/2015

Kommerling_esqudriasA Kömmerling é a única fornecedora de perfis de PVC a marcar presença no Saie Vetro, Salão Itinerante de Esquadrias e Vidro, que acontece  nos dias 22 e 23 de outubro, no Fiesta Bahia Hotel, em Salvador. Além da exposição de produtos, a empresa participa do evento  com a palestra “Esquadrias de PVC – a Evolução da Serralheria“, ministrada por Priscila Andrade, gerente de vendas da companhia.

Por meio da Saie Vetro, a Kömmerling quer demonstrar a importância do Nordeste para a expansão das vendas de esquadrias de PVC no Brasil, já que a região, vem registrando um crescimento de 35% dos seus negócios esse ano, porcentual que estima repetir em 2016.

A busca por materiais de construção com melhor desempenho, eventos de arquitetura e cursos de design são alguns componentes que têm contribuído, decisivamente, para tamanho avanço desse mercado, segundo Priscila Andrade. Ela aponta como grande vetor de crescimento a área residencial horizontal, em condomínios, instalada no litoral e nos grandes polos industriais, como Caruaru e Campina Grande.

Para dar sustentação a este ritmo de expansão, a Kommerling conta,  na região, com parceiros fabricantes em  Porto Seguro e Vitória da Conquista, bem como revendas em Salvador,  João Pessoa e  Caruaru.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Kommerling/ Schück demonstram diferentes tipologias e cores de perfis de PVC na Habitacon

19/10/2015

Exposição teve por objetivo despertar o interesse das demandas dos segmentos construtivo e condominial, bem como dos profissionais especificadores

Em parceria com a  empresa Schück, a Kommerling participou da  5 ª edição da Habitacon – Feira de Fornecedores para a Construção & Condomínios -, que aconteceu de 15 a17 de outubro no Expo Renault Barigui, em Curitiba.

Os destaques ficaram por conta das portas de giro, janelas oscilobatentes e persianas, bem como maxim-ar, esquadrias de correr, peças com perfil branco, amadeirado e preto.

“Demonstramos as difentes tipologias e cores disponíveis e realçamos as  características de qualidade do PVC  – ­como múltiplas câmaras, maior expessura da parede externa, reforço interno de aço galvanizado  – agregadas aos melhores componentes disponíveis no mercado, como ferragens da marca alemã Roto-Frank e da austríaca Maco “, destaca Philippe Oliveira de Andrade, gerente de vendas da Schück.

Segundo o executivo, a feira abriu oportunidade de intercâmbio entre fornecedores de produtos, equipamentos, tecnologias, serviços e consumidores, bem como proporcionou possibildades de atualização junto a profissionais especificadores, como engenheiros, arquitetos, síndicos, administradores, gestores e condôminos em geral.

A Schück vê grande potencial de expansão na venda de esquadrias de PVC de alta qualidade no mercado de Curitiba e região; “Estamos trabalhando para tornar a empresa referência”, enfatiza o dirigente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Braskem leva inovações em plástico ao Aeroporto do Galeão no Rio

30/09/2015

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Produtos como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno estão entre os produtos utilizados nas obras de ampliação do aeroporto

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, segue em ritmo acelerado para conclusão das obras de melhoria de infraestrutura para os Jogos Olímpicos de 2016, com investimento de R$ 2 bilhões. Com o objetivo de oferecer um espaço mais amplo, moderno e funcional, o Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura, investiu em diversas soluções inovadoras, como produtos em plástico para as áreas de estacionamento, cobertura e drenagem.

A Braskem, em parceria com alguns clientes, foi a responsável pelo fornecimento dos materiais. No total, foram aplicados mais de 544 toneladas de plásticos em aplicações como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno. Os produtos estão em todas as etapas da construção, desde a fundação até os acabamentos.

“Estamos fazendo grandes trabalhos de laboratório com a Braskem. O resultado é um produto com tecnologia mais avançada, mais sustentável e econômico em termos de sistemas construtivos”, afirma Eder Campos, diretor-executivo da Precon Material de Construção, empresa responsável pela fabricação das telhas de PVC. Mais leves, resistentes e duráveis, as telhas foram aplicadas nos canteiros da obra no Galeão, numa área de 1.046 m². A escolha foi feita considerando a necessidade de um produto econômico e versátil, sem abrir mão das características estéticas.

Já a aplicação Bubbledeck, composta por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço, foi utilizada nas lajes de 44.696 m² do Edifício Garagem do aeroporto, que ganha quatro novos pisos e mais de 2 mil vagas. Utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, a tecnologia reduz em 25% o uso de concreto na obra, segundo a Braskem, contribuindo para uma emissão de CO2, em média, 46 kg menor por m² de laje construída.

Por fim, os tubos de polietileno substituíram estruturas que antes eram de concreto. 6.888 metros de tubulações garantiram o novo sistema de drenagem, que agora possui maior resistência mecânica e estrutural, segundo a Braskem, além de alto desempenho hidráulico.

Para Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem, o empenho em fomentar a inovação na cadeia petroquímica tem garantido o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais eficientes. “Inovar é preciso. E, em parceria com clientes, temos conseguido transformar conhecimento em aplicações sustentáveis, alinhadas com as demandas da sociedade atual. O plástico é um material muito versátil e acessível, que deve ganhar cada vez mais espaço no setor de construção civil no país”, afirma.

A obra

Desde agosto de 2014, mais de 4 mil profissionais realizam obras para melhoria de infraestrutura do aeroporto. As novidades incluem a construção de um novo Píer de embarque, a reforma do Terminal de Passageiros 2 e ampliação do Edifício Garagem.

O projeto de grande porte vai adicionar ao aeroporto 26 novas pontes de embarque doméstico e internacional em uma área de 100 mil m². Além disso, terá mais 260 mil m² de pátio das aeronaves.  O Terminal 2 ganhará nova área comercial, além de novos balcões de check-in, migração e raio-x. O Edifício Garagem ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas.

Fonte: Braskem

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Importância da reciclagem de resíduos plásticos da construção civil e demolição é discutida em São Paulo

21/09/2015

O setor de plásticos e a construção civil têm papel relevante em termos econômicos e sociais para o país, sendo grandes geradores de postos de trabalho e divisas. A consciência ambiental em torno destes segmentos é uma crescente em todo o mundo e no Brasil não é diferente. A construção civil é um dos setores que mais cresceu nos últimos anos no Brasil, e também é um dos segmentos que mais gera resíduos.

Os plásticos são materiais recicláveis, inclusive aqueles utilizados em aplicações da construção civil e arquitetura. É neste cenário que a importância da reciclagem de resíduos plásticos da construção civil foi discutida em São Paulo, no Seminário Nacional da Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, organizada pela Abrecon e realizado no dia 17 de setembro.

Falou sobre o tema a engenheira química Silvia Rolim, assessora técnica da Plastivida e representante do Instituto do PVC durante a palestra “Resíduos Plásticos da Construção Civil: Valorização e Reciclagem”

“As tecnologias, os avanços e a importância da reciclagem – dos plásticos em particular – foram abordados. É importante a compreensão de que, além do ganho econômico obtido nesse reaproveitamento de resíduos, há também o benefício ambiental, cada vez mais discutido em todas as esferas da economia”, afirma Silvia Rolim.

Engenheira química  e especialista em Gestão Ambiental, Silvia Rolim coordena o comitê técnico da Plastivida e participou de todo o processo de elaboração do edital de chamamento bem como da elaboração do Acordo Setorial de Embalagens para implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, além de participar de vários grupos de trabalhos na área de Meio Ambiente.

O seminário foi organizado pela Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) com o intuito de ser o ponto de encontro entre o poder público, empresas e terceiro setor no que diz respeito à gestão e organização de toda a cadeia da reciclagem de resíduos da construção civil e demolição no Brasil. O evento foi uma ferramenta da Abrecon para divulgar, ampliar e consolidar os principais avanços no segmento nos últimos anos, servindo ainda como marco na reciclagem de entulho no país, onde há o encontro e confirmação dos principais dados do setor, tais como mapeamento, principais dificuldades do mercado e perspectiva de negócios. O evento contou com a presença de representantes de usinas de reciclagem de resíduos da construção civil, aterros de inertes, ATTs, beneficiadores, indústrias de bloco e tijolos, concreteiras e principais clientes e fornecedores do setor.

Fonte: Instituto do PVC

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Região Centro Oeste é estratégica para a expansão dos negócios da Kömmerling

09/09/2015

Por meio da parceria com a Vista Esquadrias, de Goiânia, empresa vê  boas possibilidades de vendas para o PVC em portas de correr e janelas com persianas integradas

A região Centro Oeste é conhecida nacionalmente pelas suas grandes obras residenciais, sejam em condomínios, sejam no meio rural, nas quais é priorizada a busca por ambientes com conforto para descanso.  Devido ao calor, o uso de ar condicionado  nestas instalações é quase indispensável, o que torna os itens  isolamento e conforto térmico preponderantes na hora de escolher uma esquadria.

Acompanhando de perto o potencial desse mercado, a  Kömmerling  antevê boas possibilidades de disseminação da vendas de perfis de PVC, não apenas no tradicional branco, para grandes vãos, mas, sobretudo,  para tons amadeirados e coloridos que estimulam a  criatividade dos arquitetos locais.

Para expandir seus negócios na região, a Kommerling mantém parceria com a Vista Esquadrias, de Goiânia,  desde novembro de 2014, incorporando-a a outras 27 em todo país.

“A Kömmerling está alçando novos horizontes, abrindo canais nas regiões do Brasil, onde o PVC ainda não é tão conhecido. Na região Centro Oeste, detectamos uma grande necessidade de produtos de alto padrão”,  informa Priscila Andrade, gerente de vendas da Kommerling.”Somente na capital goiana, há mais de 20 condomínios horizontais de alto padrão”, atesta Claudia Andrade Ferreira, sócia-proprietária  da Vista Esquadrias, que enxerga boas possibilidades de vendas para produtos como portas de correr e janelas com persianas integradas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Perfis de PVC amadeirado e portas e janelas automatizadas são os destaques da Amplex na Construsul

04/08/2015

Empresa gaúcha é parceira da multinacional alemã Kommerling, um dos players mundiais do setor de perfis de PVC para esquadrias

KommerlingEm parceria com a Amplex Aberturas em PVC, da cidade gaúcha de Carlos Barbosa, a Kommerling apresenta na Construsul portas e janelas com persianas automatizadas e perfis de PVC com acabamento amadeirado. A feira acontece de 5 a 8 de agosto, em Novo Hamburgo.

Os destaques ficam por conta das janelas basculantes e das portas de correr automatizadas. Outra atração é o PVC com acabamento amadeirado. Por meio de lâminas coladas nos perfis, é indicado para qualquer tipo de abertura. Está disponível com 5 tonalidades standard e 12  especiais, com cores que vão do azul ao vermelho e metálico O produto é destinado a um público que deseja um acabamento rústico da madeira sem os problemas de manutenção, como verniz e fungo, cupins, apodrecimento. Soma-se a estes benefício, o isolamento termoacústico estável.

Segundo Priscila Oliveira Andrade, gerente de vendas da Kommerling, a disponibilidade de perfis de PVC no padrão madeira é uma opção que avança em novas obras no Brasil, tendo em conta que a mão de obra de manutenção de esquadrias de madeira está cada vez mais escassa e cara.

Parceira da Kommerling desde 2010, a Amplex atua na  Serra Gaúcha, região metroplitana de Porto Alegre e nos Vales do Taquari e do CAI. “Somando a expertise em extrusão da Kommerling com o nosso conhecimento em engenharia, atendemos a um público que  busca conforto térmico/acústico  e economia de energia”, ressalta Andre Demari, diretor da Amplex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Kömmerling inova com perfis de janelas de PVC em preto fosco

31/07/2015

Kommerling-pretofosco

A Kömmerling  – empresa líder mundial no setor de sistemas de perfis em PVC –  quer acabar com a idéia que janela de PVC deve ser branca. A empresa disponibiliza, em seu estoque no Brasil, a cor preto fosco, sendo a massa de perfil interna preta e a lâmina com proteção térmica Cool Colors Plus da Skai.

Apesar do preto ser uma cor que absorve mais energia térmica, essa proteção faz uma barreira, o que dá um desempenho muito semelhante ao branco.Todos os parceiros fabricantes Kömmerling e as revendas Fenster estão capacitadas a fornecer essas janelas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Plastivida posiciona-se sobre o banimento de produtos de EPS em Nova Iorque

20/07/2015

Nota emitida pela Plastivida (16/06/2015)

A Plastivida, como representante da cadeia produtiva dos plásticos no que tange à sustentabilidade, vem se posicionar sobre a decisão pelo banimento de produtos de EPS (sigla internacional do Poliestireno Expandido, no Brasil conhecido como IsoporR, marca registrada) na cidade de Nova Iorque.

– O EPS é um plástico e sendo assim, é inerte, atóxico e 100% reciclável.

– Em função de sua versatilidade, leveza, resistência e excelente custo-benefício o EPS tem ganhado, ao longo dos anos, espaços em mercados relevantes, oferecendo bem-estar à população, assim como economia e vantagens ambientais:

• promove economia de energia e de água quando aplicado em construções
• oferece redução nas emissões de gases, por ser leve ao transporte;
• está presente na medicina, preservando a integridade de medicamentos e insumos e garantindo a saúde das pessoas;
• preserva a qualidade dos alimentos no caso das embalagens, entre tantas outras utilidades.
• acondiciona e protege bens duráveis como eletrodomésticos, computadores, entre outros.

– Falar em banimento desse ou daquele produto é falar em retrocesso. É abrir mão de um processo de desenvolvimento em prol da qualidade de vida, e pior ainda, muitas vezes de forma a não gerar nenhum benefício ambiental.

– Acreditamos que a decisão de se banir um determinado produto vai apenas mudar o tipo de material que será encontrado amanhã nos mares e nas ruas.

– A solução está na responsabilidade compartilhada entre indústria, população e governo para atuarem em torno da informação adequada, educação ambiental e gestão de resíduos.

• Informação – Conhecendo os produtos, sua funcionalidade, sabendo do impacto que gera, por meio da análise de seu ciclo de vida (desde a extração da matéria-prima até seu descarte) é possível fazer a melhor escolha.
• Educação ambiental – É o que desperta a sociedade para a importância do consumo responsável, redução de desperdício e descarte adequado. A partir da educação ambiental, as boas práticas se tornam perenes.
• Gestão de resíduos – Coleta seletiva, logística reversa, redução de aterros, destinação do lixo para a reciclagem mecânica ou energética são pontos que devem ser considerados na gestão de resíduos, principalmente dos grandes centros, onde a população cresce cotidianamente e, por consequência, o consumo e o descarte.

– O Brasil é um exemplo: somente o Brasil reciclou, em 2012, 34,5% do EPS que consumiu, ou seja, reciclou 13.570 toneladas das 39.340 toneladas de EPS pós-consumo. (estudo Maxiquim). Se levarmos em conta que menos de 20% dos municípios contam com sistemas de coleta seletiva, esse número é bastante elevado.

– Em 2012, as 22 recicladoras de EPS do Brasil faturaram juntas R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas representam uma capacidade instalada para reciclar 30.473 toneladas. Ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

Ass: Miguel Bahiense Neto
Presidente da Plastivida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Porta de PVC automatizada é destaque da Gaia/Kömmerling na InfoComm

13/05/2015

Kommerling_gaiaUm dos 30 parceiros da fabricante alemã de esquadrias de PVC, Kömmerling, a  empresa gaúcha Gaia Indústria e Comércio está apresentando uma porta automática de correr, com  acabamento amadeirado, durante a  InfoComm – Feira de Sistemas Prediais e Automação Residencial -, de 12 a 14 de maio, no Salão Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, em São Paulo.

O sistema  permite o uso de vidros simples e duplos com até 28 mm e é dotado de borrachas EPDM, garantindo isolamento termoacústico. Também se destaca pelo reforço metálico interno em aço e pelo tratamento da vedação, sendo recomendado para uso em regiões litorâneas, segundo o fabricante. “Nossa expectativa é despertar o interesse do mercado, oferecendo aberturas de PVC integradas com a automação”, faz questão de ressaltar Joel Sedrizzi, gerente comercial da Gaia.

Segundo Priscila Oliveira Andrade, gerente de vendas da Kömmerling, a disponibilidade de perfis de PVC no padrão madeira é uma opção que avança em novas obras no Brasil, tendo em conta que a mão de obra de manutenção de esquadrias de madeira está cada vez mais escassa e cara.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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BASF apresenta soluções inovadoras para as indústrias de construção e automotiva na Feiplastic 2015

01/05/2015

A BASF participa da Feira Internacional do Plástico – Feiplastic 2015 – que acontece de 4 a 8 de maio, no Anhembi, em São Paulo. Além de outras linhas de produtos, a empresa apresentará suas soluções voltadas para as indústrias de construção e automotiva.  A Feiplastic é uma das principais feiras de negócios da indústria de plásticos para a apresentação de tendências, lançamentos de produtos e networking.

A BASF irá apresentar desde sistemas de poliuretano a espumas e polímeros, voltados para varias aplicações das indústrias de construção e automotiva. De acordo com Antonio Lacerda, vice-presidente de Tintas e Soluções Funcionais, Automotivo e Construção da BASF para América do Sul, a Feiplastic é uma excelente oportunidade para apresentar o know-how BASF ao mercado, estreitar o relacionamento com parceiros e abrir portas para novos clientes.

Durante a feira, os seguintes produtos serão destacados:

Setor de Construção

  • Elastopor®: sistema de espuma rígida de PU (poliuretano) para a fabricação de painéis isotérmicos aplicados em construções comerciais e residenciais.  Os sistemas Elastopor também podem ser aplicados em spray diretamente sobre o item a ser isolado, o que permite variedade de aplicações.
  • Basotect®: espuma de melamina flexível de célula aberta usada para aplicações de conforto acústico, como forros e painéis. Segundo a empresa, o Basotect apresenta baixíssima densidade, alta estabilidade química e elevada segurança ao fogo (não propaga chamas nem gera fumaça tóxica em situações de incêndio).
  • Elastopir®: Polisocianurato (PIR) da BASF é utilizado na fabricação de painéis isotérmicos aplicados em construções comerciais e residenciais que exigem baixa propagação de chamas em situações de incêndio.
  • Ultramid® B27 HM 01: suas características técnicas, incluindo estabilidade térmica, resistência mecânica e química ao impacto e à abrasão, fazem essa poliamida aplicável no recobrimento de fios e cabos elétricos, afirma a BASF.
  • Irgastab® RM 68: estabilizante que otimiza o processo de rotomoldagem e contribui na redução da temperatura do forno, aumentando a flexibilidade das condições de processamento. Irgastab® RM 68 promove aos produtos de rotomoldagem, como caixas d’água e peças técnicas, uma melhor qualidade e economia de energia na produção.

Setor Automotivo

  • Elastoskin®: sistema de PU utilizado na fabricação de bancos e peças de acabamento do carro, promovendo um acabamento refinado no interior de veículos.
  • Ultradur®: segundo a BASF, trata-se de um polímero de elevada rigidez e estabilidade dimensional, baixa absorção de água e elevada resistência a intempéries, sendo aplicado no exterior de iluminações, conectores, mecanismos de elevação de vidros, entre outros.
  • Ultramid®: nome comercial das linhas de poliamidas da BASF (PA 6, PA 6.6, PA 6/6.6 e PA 6/6T). De acordo com a empresa, destacam-se pelas excelentes propriedades mecânicas e térmicas, elevada resistência química e temperatura de trabalho, além da facilidade de processamento. A gama de aplicações na indústria automobilística inclui, por exemplo, coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e do ar condicionado, invólucros de airbags e muito mais.
  • Ultraform®: linha de poliacetais (POM) da BASF. Destaca-se, segundo a BASF, pela elevada rigidez, resiliência, estabilidade dimensional, resistência a agentes químicos, baixa absorção de água, resistência à fadiga e baixo coeficiente de fricção, (característica auto-lubrificante). Na indústria automotiva, é utilizado em sistemas de injeção de combustível, engrenagens e em mecanismos de elevação de vidros.
  • Sicopal® Preto K 0095 e Lumogen® Preto FK 4280 para gerenciamento de calor: Pigmentos pretos (entre outros) que são refletivos ou transparentes no NIR (infravermelho próximo), possibilitando temperaturas mais baixas na exposição ao sol em diversas aplicações.

Produtos para ambos os setores (Construção e Automotivo)

Tinuvin® 1600: estabilizante à luz especialmente desenvolvido para mercado de construção e automotivo. De acordo com a BASF, promove maior durabilidade, mantendo a cor, transparência e retenção de propriedades mecânicas de materiais expostos a alto índice de UV, incluindo PET, PMMA, PC, SAN e ASA, em aplicações como coberturas, displays, filmes e fibras.

O portfólio da BASF contempla, adicionalmente, soluções para as indústrias de embalagens, moda e design, mineração, óleo & gás e monofilamentos.

Feiplastic 2015
Data: 4 a 08 de maio de 2015
Horário: das 11h às 20h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo – SP Estande: C500

Fonte: BASF

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Dow apresenta resina para tubos de alta temperatura e soluções em filmes industriais durante a Feiplastic

01/05/2015

Dow_HyperthermDurante a Feiplastic, que acontecerá de 4 a 8 de maio, em São Paulo (SP), a área de embalagens rígidas irá lançar o HYPERTHERM™ – uma resina para tubos de canalização de água quente e fria, tanto para uso residencial quanto industrial. A nova resina oferece resistência a altas temperaturas, além de maior flexibilidade da tubulação plástica, facilitando a instalação.

Primeira solução da Dow para tubos de canalização de água quente e fria, o HYPERTHERM™ reduz a probabilidade de vazamento e elimina a necessidade de pausas nas articulações, afirma a empresa. Além disso, a resina tem nível 5 na certificação de cloro, é resistente à corrosão, ajuda a melhorar a eficiência energética de aquecimento de água e pode ser reciclada, complementa a Dow.

“Tubos plásticos feitos com HYPERTHERM™  apresentam excelente durabilidade e resistência, contribuindo para o prolongamento da vida útil do produto”, diz Adriano Aun, gerente de marketing do segmento Unitização e Filmes Industriais para a América Latina.

Na área de filmes industriais, a Dow apresentará seu portfólio para essa divisão de negócios com foco no desenvolvimento de aplicações sustentáveis para embalagem e transporte de produtos. A empresa atua há mais de 20 anos no segmento de filmes industriais, agrícolas e de transporte.

De acordo com Adriano Aun, gerente de marketing do segmento de Unitização e Filmes Industriais para a América Latina, o Brasil segue uma tendência mundial de utilizar resinas de polietileno na fabricação de filmes para materiais paletizados, resistentes à perfuração e para o envolvimento de diversos produtos, como  limpeza, latas de alimentos e garrafas de bebidas. Para Adriano, cada vez mais nota-se a necessidade de uma proteção extra para as cargas durante todo o processo de deslocamento que evitem perdas e desperdícios.

Os destaques para resinas direcionadas à produção de filmes que atendem esta tendência crescente são o Stretch de alto desempenho (DOWLEXTM, ELITETM, ELITETM AT e ATTANETM), além da plataforma Elite AT para produção de filmes Stretch Hood 100% PE.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Reciclagem de EPS será destaque na Feiplastic 2015

01/05/2015

Mais conhecido como Isopor®, marca registrada da empresa Knauf, o EPS é um plástico 100% reciclável e com diversas aplicações voltadas para a construção, embalagens entre outros segmentos.

Plastivida_Isopor_ReciclavelO EPS (poliestireno expandido, mais conhecido por Isopor®,  marca registrada da  empresa Knauf), é um plástico e é 100% reciclável. Durante a Feiplastic 2015, a maior feira do setor do plástico da América Latina, que será realizada em maio, na cidade de São Paulo, a reciclagem do EPS será um dos temas em destaque pela Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer mais sobre o processo de preparação do EPS para reciclagem e os produtos resultados dessa transformação.

O EPS é um plástico que em seu processo de fabricação tem seu volume aumentado por gases. O produto final tem até 98% de ar e apenas 2% de poliestireno. Nesse processo não é utilizado o gás CFC ou qualquer um de seus substitutos. Os produtos de EPS são inertes e não contaminam o solo, água e ar. São 100% reaproveitáveis e recicláveis e podem, inclusive, voltar à condição de matéria-prima.

De acordo com pesquisa encomendada pela Plastivida, o Brasil recicla 35,5% do EPS e a Construção Civil é o maior mercado para o EPS reciclado, com cerca de 80% (misturado em argamassa, concreto leve, lajotas, telhas termoacústicas, rodapés e decks de piscinas). Outras aplicações são verificadas para a indústria de calçados (solados, chinelos), móveis (preenchimento de puffs, por exemplo), na fabricação de utilidades domésticas (vasos de flor, floreiras, molduras de quadro), entre outros produtos.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, os números da reciclagem do EPS  podem crescer com informação adequada sobre a coleta seletiva do produto e com a valorização dos processos de reciclagem. “Em suas aplicações, o EPS apresenta inúmeras vantagens, como capacidade de isolamento térmico, leveza, resistência química, mecânica, versatilidade e outras que fazem com que ele seja cada dia mais utilizado como uma opção que promove sustentabilidade e desenvolvimento”, afirma o executivo. E completa: “a reciclagem do EPS fecha o ciclo de sustentabilidade do produto, resultando em ganhos econômicos, sociais e ambientais.”

Serviço: Visite a Plastivida na Feiplastic 2015
Localização: Rua D, estande 010
Data: 4 a 8 e maio
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo/SP)
Horário da exposição: 11h às 20h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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BASF amplia sua gama de espumas de melamina para conforto acústico de interiores

15/04/2015
  • Espuma branca usada especificamente para aplicações visíveis em interiores
  • Excelente absorção acústica combinada com alto grau de reflexão de luz
  • Inúmeras opções para a criação de designs atrativos

Basf_Basotect_BA BASF expande sua gama de espumas de melamina Basotect® com uma versão que foi desenvolvida especificamente para aplicações visíveis. O novo Basotect® B é branco e atende aos padrões de exigências quando utilizado como absorvente de som para melhorar a acústica de ambientes internos, afirma a empresa.

Liberdade de novos designs em interiores

A nova espuma melamínica oferece novas opções de design. Ambientes iluminados com luz natural podem ser utilizados como vitrine para o Basotect® B branco. “A demanda de arquitetos e designers pela absorção acústica visualmente atraente é muito alta”, diz Johannes Kiefer, Professor no Departamento de Design, Ciência da Computação, Mídia na Universidade de Ciências Aplicadas de RheinMain em Wiesbaden. Segundo a BASF, o Basotect® B oferece possibilidades de design atraentes, graças à sua cor branca e as diversas opções para moldá-lo. Além de propriedades como a excelente absorção de som, elevada segurança ao fogo (não propaga chamas e não libera fumaça tóxica em situações de incêndio), alta rigidez, e facilidade de processamento, o Basotect® B tem um alto grau de reflexão de luz, que pode ajudar a diminuir a demanda de iluminação e, assim, economizar energia, afirma a empresa.

Projeto de alunos destaca opções criativas de design

Alunos que cursam design de interiores na Universidade de Ciências Aplicadas em Wiesbaden demonstraram em um projeto quais opções de design são possíveis com o Basotect® B branco. A estrutura ondulada do objeto em exposição foi desenhada por Vanessa Kaufmann e remete as ondas sonoras que são absorvidas pelo Basotect®. A combinação com a luz proporciona uma aparência atraente e animada. O design foi desenvolvido em conjunto com a BASF e exibido no estande da BASF no BAU 2015.

Fonte: BASF

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Cipatex lança estampa de vinil para piscina

15/04/2015

Cipatex_caribeA Cipatex®, fabricante de revestimentos sintéticos, lança uma nova estampa de vinil para piscina. Pastilhada em tons de azul, a versão “Caribe” da linha Cipavinil® conta com elementos que remetem ao ambiente marinho.

A nova estampa complementa as diversas opções de temas e cores oferecidas pela empresa. Os revestimentos vinílicos da linha Cipavinil permitem composição de fundos e bordas, que se adequam aos mais variados projetos e estilos.

Segundo Amauri Rosa, consultor técnico da linha Cipavinil®, a estampa “Caribe” surge como alternativa para quem deseja ter uma piscina com um visual mais moderno e arrojado. A nova versão também conta com borda decorativa, que é opcional, indicada para valorizar ainda mais o projeto.

​​Estampa Caribe

De acordo com o consultor técnico, as piscinas de vinil oferecem várias vantagens frente aos modelos convencionais, como o revestimento cerâmico. Dentre elas, a relação custo x benefício, que pode chegar a uma economia de até 60%. As diversas opções de estampas em vinil também têm chamado a atenção de decoradores, arquitetos e consumidores.

Segundo a Cipatex, outro diferencial das piscinas de vinil é que são mais fáceis de limpar, reduzem a possibilidade de vazamento, oferecem maior facilidade de manutenção e são 100% recicláveis, afirma a empresa.

Toda a linha Cipavinil® conta com alta resistência aos raios UV, a variações de temperatura e aos produtos para tratamento da água, afirma o fabricante. Além disso, os revestimentos vinílicos da Cipatex® possuem proteção antimicrobiana que é incorporada durante o processo de fabricação, inibindo o crescimento de microorganismos e oferecendo proteção eficaz contra bolor, evitando manchas e mau odor.

O revestimento vinílico da Cipatex® conta com uma grande variedade de estampas e possibilita a aplicação em vários formatos de piscina, seja em residências ou de uso coletivo, como academias, clubes e escolas. A Cipatex®, por exemplo, oferece várias opções nas linhas Pastilhas e Basic, além de estampas da linha Diversão onde alguns modelos foram desenvolvidos no conceito 3D.

Para facilitar a escolha da estampa, a Cipatex® oferece no site http://www.cipavinil.com.br um simulador, onde o cliente pode visualizar a piscina fazendo a combinação entre formatos, cores, estilos e modelos diferentes.

Criada em 1964, a Cipatex® conta hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual.  Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Esquadrias de PVC otimizam custos de climatização de ambientes

18/03/2015

Kommerling_economia_energiaCom o aumento de 17% nas contas de energia em 2014 e a previsão de que devem alcançar pelo menos 50% ao longo de 2015, as esquadrias de PVC apresentam-se como uma excelente opção para reduzir os custos com climatização com ar condicionado, sobretudo em relação às janelas de alumínio que, com a elevação da temperatura, transmitem o calor de fora para dentro, exigindo mais do funcionamento do ar condicionado para resfriar o ambiente.

As esquadrias de PVC – que não são condutoras nem de som nem de calor – reduzem os gastos com a climatização do ambiente, proporcionando uma economia de até 75% com a energia elétrica, em comparação com uma janela convencional, afirma a Kommerling, fabricante de esquadrias de PVC. Além de evitar o desperdício energético, elas são totalmente recicláveis  e não têm metais pesados em sua formulação, afirma a empresa

“Tendo em conta que toda esquadria deve desempenhar seu papel isolante, a janela tem um grande potencial para reduzir os gastos com a climatização. Neste quesito, as esquadrias de PVC contribuem para o menor consumo de energia com ar condicionado”, faz questão de ressaltar Oliver Legge, diretor para a América Latina da Kommerling. Ele excplica que quanto menos energia se perde pelas aberturas, mais se economiza, lembrando que quando se economiza energia elétrica, não se está apenas protegendo o próprio patrimônio, mas também o planeta.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kommerling

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Amut-Wortex apresenta sua nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC

03/06/2014

Amut_WortexA indústria de transformação de plástico nacional tem, a partir de agora, uma nova linha de extrusão de rosca dupla para fabricação de tubos de PVC, desenvolvida pela Amut-Wortex nas novas instalações, em Campinas (SP). Com investimentos de R$ 4 milhões, que envolvem a ampliação da fábrica e aquisição de maquinários, o grupo italiano Amut acredita no potencial do Brasil e na alta capacidade tecnológica e de produção da Wortex para expandir seus negócios.

“A partir da Itália, a AMUT exporta 90% da sua produção para os mercados europeu, norte-americano e asiático. Encontramos na Wortex o parceiro ideal para tornar realidade a manufatura e distribuição dos nossos produtos, a exemplo, desta linha de extrusão com dupla rosca contra-rotante com produção simultânea de dois tubos, ideal para produção de tubos pequenos e médios para os setores da construção”, explica Angelo Milani, diretor comercial da Amut.

Com uma ampla gama de aplicações, o PVC é usado principalmente na construção civil, em redes de distribuição de água e esgoto, irrigação, conduítes entre outros. A nova extrusora tem capacidade para produzir de 600 a 700kg/hora de tubos de PVC com diâmetros que vão de 20 a 125 mm. Entretanto, a Amut-Wortex está capacitada para produzir tubos de PVC de até 1,20m de diâmetro, de polietileno até 1,60m e vários outros tipos de tubos para aplicações para a indústria médica, automobilística, etc.

Atualmente, a Amut-Wortex tem um corpo de colaboradores, formado por engenheiros, equipe comercial e assistência técnica. A nova fábrica da empresa em Campinas possui instalações de 3,5 mil m². A meta é aumentar para 6 mil m² até o início de 2015.

Intercâmbio Brasil-Itália

A Wortex iniciou, em abril de 2013, junto ao grupo italiano Amut, uma joint-venture que está trazendo para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor.

De acordo com o diretor da Wortex, Paolo De Filippis, os produtos que a Amut-Wortex se propõe a fabricar aqui terão índice de nacionalização dentro dos parâmetros requeridos pelo BNDES para enquadramento ao FINAME. Trata-se de um intercâmbio, no qual a empresa italiana está transferindo tecnologia para produção de chapas, tubos, termoformadoras e equipamentos para reciclagem, principalmente de material pet, tecnologia esta que complementa as linhas de reciclagem já fabricadas pela Wortex.

Fonte: Wortex

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Braskem e Abitelha apresentam novidades em PVC na maior feira de coberturas do país

28/05/2014

Sustentáveis e inovadoras, as telhas em PVC devem atingir 15% do mercado de coberturas em 10 anos, com economia de 25% em relação às telhas convencionais

Em parceria com a Abitelha (Associação Brasileira da Indústria de Telhas de PVC), a Braskem esteve presente na TeCobI Expo 2014, evento que exibiu as principais novidades sobre telhados, coberturas, lajes e impermeabilização. A feira ocorreu entre os dias 20 e 22 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, reunindo mais de 6 mil visitantes, entre engenheiros, arquitetos, empreiteiros, revendedores e distribuidores de materiais de construção, com 150 marcas expositoras.

Braskem e Abitelha apresentaram os benefícios e crescimento das telhas de PVC, que têm um enorme potencial de mercado no país. Com expectativa de atingir 15% do mercado nacional em 10 anos, a cobertura oferece diversas vantagens, como maior praticidade e durabilidade, economia e variedade, além de ser sustentável e inovadora. O produto é ainda até 25% mais barato se comparado às telhas convencionais, dispensa a utilização de caibros e ripas para sua sustentação e oferece mais segurança, por ser resistente a chamas, por exemplo.

Primeira fabricante do item no país, com início da comercialização em 2011, a mineira Precon também esteve no evento. O produto disponível hoje no Brasil foi desenvolvido com tecnologia chinesa em parceria com a Braskem, fornecedora do PVC, que também foi parceira da empresa para adaptar a tecnologia ao país e identificar o maquinário apropriado para a produção do item. Hoje, o Brasil já conta com seis fabricantes de Telhas PVC e uma produção de aproximadamente 11 mil toneladas. Registrado em 2013, o número é quase quatro vezes superior à produção inicial.

“O crescimento e o potencial para este mercado mostram que as soluções em PVC, já presentes em diversos setores da infraestrutura brasileira, podem ajudar diretamente no desenvolvimento do país, em especial nas áreas de saneamento e construção”, diz Américo Bartilotti, diretor da área de vinílicos da Braskem. “Além disto, as telhas PVC podem representar, para nossos clientes, uma possibilidade de diversificar seus portfólios, possibilitando a atuação em um novo segmento e consequente consolidação no mercado”, conclui o executivo.

Fonte: Braskem

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Braskem desenvolve nova resina para tubos e adutoras

31/03/2014

Atenta à retomada do planejamento e execução das grandes obras de infraestrutura vinculadas ao PAC2 – Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal, a Braskem desenvolveu uma nova resina de polietileno destinada para tubos e adutoras no seu Centro de Tecnologia e Inovação, em Triunfo (RS). No total, foram investidos R$ 16 milhão nos ensaios, nas plantas-piloto da empresa e na adequação da planta industrial para o início da produção. O novo sistema empregado no processo conferiu ao produto uma performance superior, com uma durabilidade calculada de 100 anos em tubos de pressão, contra 50 anos da resina utilizada anteriormente.

As melhorias das propriedades mecânicas – creep (deformação a frio sobre tensão), resistência ao impacto e à propagação rápida de rasgo – garantiram à nova resina o atendimento de todas as normas vigentes utilizadas no segmento (ISO, DIN, EN e NBR). “Além do PAC2, a crescente demanda por esse tipo específico de resina está também vinculada ao programa do governo federal Saneamento para Todos, que tem o objetivo de promover a melhoria das condições de saúde da população por meio da redução dos déficits nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, afirma Marcos Celestino, engenheiro de aplicação da Braskem.

Entre as principais utilizações da resina, estão os tubos para rede de distribuição de água e gás natural, transporte de polpa de minério, de petróleo, redes de esgoto e adutoras. Além das companhias de saneamento e abastecimento de água (Sabesp, em SP, DMAE, no RS, e Copasa, em MG), empresas como Vale, Petrobras e Odebrecht estão entre os usuários finais dos materiais. Os principais clientes da Braskem que utilizam a resina para fabricação dos tubos são Tigre, FGS, Kanaflex, Majestic e Polierg.

Fonte: Braskem

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