Posts Tagged ‘Saneamento’

Tecniplas apresenta no Concasan tanques projetados para áreas com elevadas cargas de vento

19/05/2018

Empresa também mostrará os seus megatanques no Congresso Catarinense de Saneamento

Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas é uma das expositoras do Congresso Catarinense de Saneamento (Concasan). Agendado para os dias 06, 07 e 08/06, em Florianópolis (SC), o Concasan é promovido anualmente pela Companhia Catarinense de Saneamento (CASAN), com o apoio do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (SENGE-SC).

Na edição deste ano, a Tecniplas pretende divulgar a importância de se projetar os tanques de compósitos levando em conta os sucessivos aumentos nas cargas de vento na Região Sul do país. Isso porque as rajadas de quase 200 km/h, comuns em determinadas épocas, podem danificar ou até mesmo arrancar os reservatórios das bases, caso não tenham sido construídos de forma adequada.

“Em linhas gerais, projetamos os tanques sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Outras atrações do estande da Tecniplas, adianta Rossi, serão os tanques de processo e armazenamento indicados para o trabalho com água, efluentes e produtos químicos. “A ideia é mostrar o quão mais vantajosa é a utilização de reservatórios de compósitos em comparação aos similares feitos de outros materiais, como concreto ou aço vitrificado”.

Em relação aos primeiros, Rossi ressalta que é necessária uma bem executada impermeabilização, em função da natural porosidade do concreto. “Além de elevar o preço, o revestimento tem vida útil limitada. Os compósitos, por sua vez, são impermeáveis, imunes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e podem ser formulados com resinas próprias para o contato com a água potável”.

Na comparação com o aço vitrificado, os benefícios são a maior facilidade de instalação – os tanques de compósitos são monolíticos, e não formados por milhares de placas parafusadas – e a ausência de vazamentos. “Fora que a cadeia produtiva do material que processamos é toda local, enquanto que o aço usado nos reservatórios é importado, o que deixa o cliente exposto às oscilações cambiais”, compara.

Megatanques oblatados

A Tecniplas também mostrará no Concasan os seus megatanques de compósitos. Com diâmetro máximo de 15 m e capacidade para armazenar até 4,5 milhões de litros, os gigantescos reservatórios são fabricados em seções na planta da empresa e, pelo processo de oblatação, redimensionados para permitir o transporte rodoviário.

“Ovalizamos e acinturamos as seções para que assumam o formato semelhante ao do número oito e fiquem com 5 m de largura. Assim, é possível transportar um megatanque numa carreta convencional, o que pode significar a redução do tempo de transporte de 90 para 10 dias”. Depois, na unidade do cliente, as seções são redimensionadas e laminadas umas sobre as outras. “A Tecniplas é única fabricante brasileira de tanques de compósitos a deter a tecnologia de oblatação”, observa Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Tecniplas fornece à Casan tanque monolítico de 250 m³ para armazenamento de água potável

09/12/2017

Maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas acaba de concluir a produção de um reservatório (foto) adquirido pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN). De acordo com Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, um dos diferenciais desse projeto é o fato de o tanque ter sido produzido em uma peça única (monolítica), apesar das suas dimensões.

“Com 250 m³, 5 m de diâmetro e 12,75 m de altura, é o maior reservatório monolítico a entrar em operação na Casan”, ele afirma, lembrando que é possível fabricar tanques desse tipo com até 400 m³ de capacidade. Acima disso, a Tecniplas recorre à oblatação, tecnologia que permite a fabricação, em seções, de tanques de até 4.500 m³.

O reservatório da Casan armazenará água potável e fará parte do sistema de abastecimento da cidade de Palma Sola, no oeste catarinense. Por conta do tipo de aplicação, observa o diretor da Tecniplas, o tanque foi produzido de acordo com as exigências da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle de qualidade da água para o consumo humano.

“Utilizamos resinas próprias para o contato com água potável. Também ajustamos a translucidez desses polímeros para que a luz solar não contribua com a proliferação de algas”, detalha Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas opera em Cabreúva (SP) uma planta para a fabricação de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV. Além de atuar no mercado de saneamento básico, a empresa está presente nos setores de álcool e açúcar, papel e celulose, alimentos e bebidas, química e petroquímica e fertilizantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Tecniplas mostra soluções em tancagem na Fenasan

26/09/2017

Um dos tanques da Tecniplas fornecidos para a Sabesp

Empresa fabrica tanques e megatanques de PRFV para aplicações em saneamento

A Tecniplas, fornecedor brasileiro de tanques e equipamentos especiais em compósitos (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), participa mais uma vez da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan), evento que acontece entre os dias 03-05/10, em São Paulo.

Fabricante do maior tanque de Plástico Reforçado com Fibra de Vidro do Brasil – com 15 m de diâmetro, armazenando até 3,5 milhões de litros –, a Tecniplas pretende divulgar na Fenasan não só os seus megatanques, mas também os reservatórios que produz de acordo com as padronizações das concessionárias de água e esgoto. “Por exemplo, uma das exigências mais comuns é a inclusão de pontos de descanso, estruturas compostas por plataformas intermediárias e escadas”, explica José Roberto Vasconcellos, gerente comercial da Tecniplas.

Outra determinação das concessionárias diz respeito à coloração das resinas utilizadas na fabricação das paredes dos tanques. “Ajustamos o tom dos polímeros que processamos para que fiquem mais escuros. Assim, o líquido envasado não sofre qualquer influência da luz solar”, detalha.

A Tecniplas também demonstrará na Fenasan a importância de se contemplar nos projetos dos tanques a influência das cargas de vento. Por conta das recentes mudanças climáticas, tem crescido no Brasil o número de ocorrências causadas pela maior velocidade das rajadas. “Projetamos os reservatórios sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”.

Os tanques da Tecniplas para aplicações em saneamento podem ter até 15 m de diâmetro e armazenar 4,5 milhões de litros. Frente aos tradicionais reservatórios de concreto, garantem diversas vantagens, tais como maior estanqueidade e vida útil superior. “Concessionárias como Sabesp, em São Paulo, Corsan, no Rio Grande do Sul, e Casan, em Santa Catarina, já operam com os nossos tanques”.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos também são utilizados pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes e alimentos.

Serviço: Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan)
Quando: 03-05/10
Onde: São Paulo Expo
Tecniplas: estande G04

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Solvay obtém aprovação para seus polímeros especiais para contato com água potável em aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento

10/05/2017

A Solvay informa que dois grades da linha de polisulfeto de fenileno (PPS) Ryton® foram certificados para contato com água potável, de acordo com as regulamentações NSF 61 (EUA), WRAS (Reino Unido), W270 / DVGW / KTW (Alemanha), ACS (França) e DM 174 (Itália).

Estes produtos passam a compor o portfólio de soluções da Solvay para substituição de metais em diferentes aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento. Segundo a Solvay, os seus produtos para substituição de metais eliminam o risco de corrosão galvânica e acúmulo de incrustações, ajudam a reduzir custos e facilitam o cumprimento de regulamentações cada vez mais rigorosas para níveis admissíveis de chumbo na água potável.

Os dois novos grades de Ryton® PPS – R-4-242-NA (natural) e R-4-242-BL (preto)  – substituem tanto metais como plásticos de engenharia concorrentes, além de permitir solucionar os principais desafios impostos a equipamentos utilizados no processamento de água potável, tais como trocadores de calor, hidrômetros, bombas de água,  caldeiras, torneiras, válvulas e outras, afirma a empresa. Ambos os grades se beneficiam de uma nova tecnologia de tratamento da fibra de vidro que lhes confere uma vantagem em relação a outros PPS disponíveis comercialmente neste segmento de mercado, especialmente para aplicações em sistemas pressurizados de aquecimento de água, assegura a Solvay.

“Nossos novos grades da série Ryton® R-4-242 expandem a oferta de polímeros de alto desempenho da Solvay que podem efetivamente substituir o latão e outros metais, com custo competitivo, em aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento “, diz Terry Brcka, Gerente Global de Produto da Unidade de Negócios Specialty Polymers da Solvay. “Eles foram especialmente desenvolvidos para oferecer um conjunto  superior de propriedades e cumprir com os mais exigentes regulamentos para o contato com água potável.”

De acordo com a empresa, os novos grades da linha Ryton® PPS combinam altas propriedades mecânicas, incluindo uma adequada resistência ao escoamento quando expostos à água quente e vapor, com resistência química e térmica. Eles também oferecem estabilidade dimensional, devido em parte ao fato de absorverem pouca a nenhuma umidade, e resistência à hidrólise até 140°C. Além do mais, os dois novos grades desta linha exibem uma viscosidade muito baixa, o que permite o design e a moldagem por injeção de peças com geometrias complexas e/ou com paredes finas, afirma a Solvay.

“Em todo o mundo há uma crescente demanda por polímeros de alto desempenho para aplicações envolvendo contato com água potável e estes novos grades de Ryton® PPS são uma importante adição à nossa ampla linha de soluções de materiais certificados para este segmento altamente dinâmico”, acrescenta Philippe-Jacques Leng, Gerente Global de Mercado da Unidade de Negócios Specialty Polymers da Solvay. “Eles nos ajudarão a atender às necessidades dos clientes que buscam um leque mais amplo de materiais avançados, disponíveis globalmente, abrindo novas oportunidades para diferenciação de produtos e crescimento nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento”.

A Solvay oferece uma ampla seleção de polímeros de alto desempenho para substituição de metais em sistemas de manuseio de água. Além dos novos grades da linha Ryton® PPS, o portfólio da Solvay inclui a linha de poliftalamidas Amodel® PPA, de poliarilamidas Ixef® PARA, de polietercetonas KetaSpire® PEEK e de poliamidas de alto desempenho Omnix® HPPA.

Complementando estes produtos, a Solvay também oferece diferentes polímeros à base de sulfona adequados para aplicações envolvendo exposição prolongada à água quente, incluindo a linha de polisulfonas Udel®  PSU, de polietersulfona Veradel® PESU e de polifenilsulfonas Radel® PPSU e Acudel® modified PPSU. Além disso, produz também materiais baseados em polifluoreto de vinilideno, comercializados sob a marca Solef® PVDF, que tem desempenho adequado em tubos e conexões para água ultrapura, água quente e ácidos concentrados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Poços de visita em polietileno se destacam como opção rápida e segura para obras de saneamento

13/09/2012

As peças se destacam pela facilidade de instalação, manutenção e economia

Poço de inspeção fabricado pela Brinquedos Bandeirantes

O setor de infraestrutura passa a contar com mais uma solução para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento no Brasil. São os poços de visita e poços de inspeção rotomoldados em polietileno (PV’s), desenvolvidos pelas empresas Asperbrás e Brinquedos Bandeirante, com o apoio da Braskem.

Os poços de visita rotomoldados tornam as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Produzidos com polietileno linear de baixa densidade desenvolvido pela Braskem especialmente para essa finalidade, possuem elevada durabilidade, graças à excelente resistência à quebra sob pressão e resistência ao impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Com suas características, os poços de visita rotomoldados são soluções adaptáveis a qualquer tipo de solo. Por serem impermeáveis são ideais para terrenos alagadiços e são de fácil adaptação tanto em redes novas quanto na reposição de poços de concreto ou alvenaria já instalados. Como as peças são mais leves do que as de concreto usadas tradicionalmente, são mais fáceis de serem movimentadas, além de ocorrer uma menor emissão de gases de efeito estufa durante o seu transporte. Um poço de visita feito de concreto pesa cerca de 700 kg, enquanto um equivalente de polietileno pesa 70 kg.

O custo global do produto também é menor, já que possui custo zero de manutenção e menor custo de instalação.

Tecnologia na prática

A Foz do Brasil, empresa de soluções ambientais da Organização Odebrecht, investiu em novas tecnologias para desenvolver um projeto moderno e inovador no segmento de esgotamento sanitário. O projeto de saneamento da Foz do Brasil em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai, caracteriza-se com um dos mais modernos na área, por utilizar tecnologia de ponta, visando melhor aplicabilidade, economia e durabilidade. No município, uma das principais metas da Foz do Brasil é a universalização dos serviços de abastecimento de água e de esgoto em cinco anos. Entre os diferenciais, a empresa adotou em Uruguaiana a implantação de poços de visita em polietileno rotomoldado, pela sua elevada resistência.

Na obra que está sendo desenvolvida na cidade serão usados cerca de quatro mil poços de visita, instalados ao longo de cinco anos. Segundo o diretor operacional, Eduardo Frediani, a aplicabilidade é rápida e fácil, sendo que cada um é instalado em 30 minutos. Ganha destaque também sua superfície polida, não aderente e sem emendas, que deixa o material autolimpante, impermeável e com maior vida útil.

Fonte: Braskem / Asperbrás / Brinquedos Bandeirantes

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TIGRE-ADS inaugura sua primeira fábrica no Brasil

15/03/2011

Joint venture foi criada para atuar na América do Sul e no Brasil introduz solução inovadora para grandes obras de infraestrutura

A Tigre, líder na produção de tubos, conexões e acessórios em PVC e a ADS (Advanced Drainage Systems Inc.), líder na fabricação de tubos corrugados em Polietileno de alta densidade (PEAD) nos Estados Unidos, anunciaram no dia 02 de março a inauguração da primeira fábrica no Brasil de sua joint venture TIGRE-ADS, em Rio Claro, interior de São Paulo. O investimento para a criação da joint venture e início de suas operações na América do Sul foi de US$ 40 milhões no triênio 2009 a 2011.

Criada em agosto de 2009, a nova companhia atua na América do Sul para a produção e comercialização de tubos, conexões e acessórios de PEAD de grandes diâmetros (de 100 mm a 1200 mm) para aplicação em sistemas de saneamento, drenagem, detenção e retenção de água. Atende principalmente aos mercados de infraestrutura, mineração, agricultura, aterros sanitários e drenagem esportiva. “A inovação dos produtos da TIGRE-ADS é nossa principal estratégia para atuar no mercado brasileiro, que desconhece nosso conceito moderno em soluções de PEAD para grandes obras de infraestrutura. Cito o Brewery Parkade, um gigantesco centro comercial de 42 acres inaugurado em 2001, que utilizou em seu projeto nosso sistema de retenção e detenção de águas pluviais. Foram instalados 5 mil metros de tubos corrugados de dupla parede e diâmetro interno de 1.200 mm, resultando em uma capacidade de armazenamento e escoamento de 8,5 milhões de litros de água, afirma Joseph Chlapaty, CEO da ADS.

Um dos principais motivos para a construção de uma fábrica no Brasil foi ter uma estrutura capaz de atender os importantes projetos que o País implementará nos próximos anos. “Temos uma expectativa muito positiva para o desenvolvimento de grandes obras por conta dos eventos esportivos, como a Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016”, completa Evaldo Dreher, presidente da Tigre.

No Brasil, os tubos TIGRE-ADS já estão sendo utilizados no projeto Água Viva de Uberaba (MG) para um sistema de esgotamento sanitário e também no município de Cruz das Almas, na Bahia. “Podemos citar algumas vantagens de nossos produtos em relação a outros materiais: dependendo do tipo de solo, o tempo de instalação é três a cinco vezes mais rápido; a relação custo x benefício é superior, chegando a 10% de economia; e o tempo médio de vida útil do produto é 75 anos, em média, entre outros”, explica Igor Nelsen, gerente geral da TIGRE-ADS no Brasil.

A cidade de Rio Claro está a 177 km de São Paulo e foi escolhida para abrigar a fábrica da joint venture, ao lado do complexo industrial da Tigre. A cidade possui excelentes vias de escoamento de produtos e mão-de-obra qualificada. A planta possui quatro linhas de produção com processos automatizados de tubos corrugados de parede simples e de parede dupla (drenagem e saneamento), conduítes corrugados de PEAD (energia, telecomunicações e predial) e Sistemas de Retenção & Detenção / Conexões Padrão e Customizadas.

Tigre em números

Presente no mercado brasileiros há 70 anos
20 fábricas no Brasil e no exterior
Mais de 6.763 funcionários
Volume produzido de mais de 350 mil toneladas/ano

ADS em números

Presente no mercado americano há 45 anos
42 fábricas e 30 Centros de Distribuição
2.800 funcionários
Volume produzido de mais de 270 mil toneladas/ano

SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC no Brasil e na América do Sul e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem oito plantas no Brasil, incluindo fábrica de pincéis (Pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile (3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.763 funcionários e mais de 350 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

SOBRE A ADS

Drenagem Advanced Systems, Inc. (ADS) é o maior produtor mundial de tubo corrugado em polietileno de alta densidade (PEAD). Fundada em 1966, tem uma rede global de 42 fábricas e mais de 30 centros de distribuição. Além do seu carro-chefe, os tubos N-12, a empresa oferece uma linha completa de conexões e outros acessórios, incluindo produtos renomados como: StormTech ®, Nyloplast ®, BaySaver Technologies ®, FLEXSTORM ™ Inlet Filtros e vários geotêxteis.

SOBRE A TIGRE-ADS

A TIGRE-ADS é uma joint venture criada em 2009 pela brasileira Tigre e pela americana ADS (Advanced Drainage Systems Inc.) para atuar na produção e comercialização de tubos corrugados de Polietileno de alta densidade (PEAD) para sistemas de drenagem, saneamento e detenção, retenção e infiltração. A empresa atende aos mercados de infraestrutura, mineração, irrigação, aterros sanitários e drenagem esportiva. Sua atuação é na América do Sul com sede em Santiago, Chile, onde possui duas fábricas. A terceira unidade inaugurada em março de 2011 fica localizada no Brasil, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Na América do Sul, a empresa conta com 175 funcionários e investiu US$ 40 milhões no triênio de 2009 a 2011, para dar suporte à construção de suas plantas e início das operações.

Fonte: Tigre

Tubos de PVC são usados em novos projetos para substituição de sistemas hidráulicos obsoletos nos Estados Unidos.

14/01/2011

Com adutoras quebradas e sistemas de tubulação corroídos, que abastecem precariamente as residências e estabelecimentos comerciais, cada vez mais, de costa a costa dos USA, as cidades estão solucionando essa deficiência com a instalação de tubos de PVC duráveis projetados para durar até o próximo século.

Essa substituição por tubos de PVC vem sendo aplicada em vários projetos nos últimos seis meses.

Aproximadamente metade da infraestrutura atual instalada nos USA é composta por tubos de ferro fundido, com 100 anos de idade, ou de ferro dúctil, tendo a maioria sido instalada após a Segunda Guerra Mundial. Na maior parte dos casos, esses sistemas de tubulação de ferro já ultrapassaram sua vida útil em 2010.

De acordo com a Uni-Bell PVC Pipe Association, ocorrem nos Estados Unidos, por dia, mais de 700 interrupções de abastecimento de água, totalizando 250.000 no ano. O cálculo atual dos custos de manutenção e concertos no Canadá e nos Estados Unidos desde 2000 está disponível no site www.watermainbreakclock.com.

Em primeiro lugar, como consequência das quebras nos sistemas e corrosões nos tubos são desperdiçados anualmente nos USA 2.6 trilhões de galões de água, o suficiente para suprir as necessidades de água potável de todos os homens, mulheres e crianças por um ano.

O The Vinyl Institute afirma que os sistemas de tubulação de PVC têm sido empregados com sucesso na América do Norte desde 1950, tanto no sistema de água potável como no de efluentes. Milhões de instalações apresentam hoje o mesmo desempenho que apresentavam na época de sua instalação, e são rigorosamente testados em sua eficiência e segurança por empresas certificadoras independentes de reconhecimento nacional.  Esses sistemas são fortes, com excelente resistência tanto à corrosão interna como externa, conduzem água potável limpa, oferecem um maior fluxo, resistem a rachaduras mesmo quando dobrados ou submetidos a excesso de peso, e possuem conexões contra vazamentos.

Segundo um novo estudo realizado pela TNO, um instituto holandês para pesquisa técnica, o tempo de vida útil de tubulações de PVC para sistema de esgoto será superior a 100 anos sob as mais diversas situações de uso. Para a realização do estudo foram selecionadas várias amostras coletadas por escavação, coleta e reciclagem, e efetuadas inspeção microscópica e visual, análises geométricas, testes quanto à deformação, aspereza da superfície e deterioração.  Os dados foram então cuidadosamente calculados para chegarem à conclusão de que os sistemas de tubulação de PVC vão durar mais de um século.

Fonte: Instituto do PVC (adaptado do Vynil Institute)

 

Braskem expandirá capacidade de produção de PVC em 40 %

27/08/2010

Volume de negócios projetado para os próximos anos leva Braskem a realizar novos investimentos na produção de PVC, com destaque para a construção de uma fábrica em Alagoas

A Braskem investirá R$ 920 milhões para expandir sua capacidade de produção de PVC em 40% até 2012. Esse montante, recentemente aprovado pela empresa, tornará possível a construção de uma nova fábrica, situada ao lado da Unidade de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió. Hoje, a Braskem produz 510 mil t/ano de PVC, das quais 260 mil em Marechal Deodoro e 250 mil em Camaçari (BA). A partir de maio de 2012, data prevista para a inauguração da nova planta fabril, serão mais 200 mil t/ano, reforço necessário para atender à demanda nacional.

“No atual ritmo de crescimento do Brasil, o mercado doméstico deverá absorver 980 mil t de PVC até o fim de 2010”, afirma Marcelo Cerqueira, Diretor do Negócio de Vinílicos. “Existe equilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado brasileiro, mas, considerando o volume de negócios projetado para os próximos anos, exigem-se investimentos em novas capacidades.”

A construção civil responde por quase 60% da aplicação de PVC, em tubos, conexões, perfis e esquadrias. O desempenho do segmento melhora sempre que a economia do país vai bem, como agora, quando a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) varia de 5% a 7% até o fim do ano.

Além da construção civil, o setor de infraestrutura também gera bons negócios para a resina, em suas diferentes aplicações – de tubulações para levar água e saneamento básico à população até estações compactas de tratamento de esgoto e imóveis, que podem ser projetados em Concreto-PVC, um sistema construtivo utilizado há quase uma década no Brasil e que representa soluções para cidades como São Luís do Paraitinga (SP).

Cidade histórica do Vale do Paraíba, São Luís do Paraitinga foi duramente atingida por uma enchente no começo de 2010. Agora, 45 casas e 106 sobrados de Concreto-PVC estão sendo construídos. Os futuros moradores estão entre os que perderam tudo o que tinham por causa do transbordamento do Rio Paraitinga. Após dias de chuva forte, bem acima do normal mesmo para o período, o rio saiu de seu leito, destruindo igrejas e casarões de tijolo e barro, imóveis típicos do século 19 e começo do século 20.

A construção das novas casas e sobrados é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). O terreno tinha sido destinado à construção de casas populares pela Prefeitura um mês antes da enchente. A situação de emergência exigiu uma solução diferenciada, que reunisse qualidade e rapidez na execução. “Essas casas vão atender famílias cadastradas, cuja situação se agravou no início do ano”, diz Ana Lúcia Bilard, Prefeita de São Luís do Paraitinga. “Numa segunda etapa, vamos construir moradias para retirar famílias instaladas em Áreas de Proteção Permanente (APPs).”

O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil Technologies, cliente da Braskem. O Sistema Construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, e que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, preenchido por concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome Concreto-PVC deve-se a outro parceiro, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

A Royal tem uma equipe própria em São Luís do Paraitinga, composta de arquiteto, engenheiro e técnicos, além de 66 trabalhadores contratados e capacitados localmente (montadores, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, marceneiros e ajudantes de obra). “Atuamos no Brasil desde 2002 e já construímos casas, escolas, clínicas e postos de gasolina, além de termos executado projetos de saneamento e em outros segmentos”, informa Carlos Eduardo Torres, Diretor Geral da empresa no país.

Entre as qualidades do Sistema Construtivo Concreto-PVC, Torres destaca a rapidez de execução, a durabilidade e praticidade do PVC (facilidade de limpeza e manutenção), e o menor consumo de água e energia na obra.

“Começamos o projeto de São Luís do Paraitinga em 17 de março e já temos 45 casas prontas ou em fase de conclusão.” Os imóveis têm, em média, 65 m2.

O Concreto-PVC também está sendo utilizado em outro grande empreendimento voltado para a construção de casas em municípios destruídos por enchentes, nesse caso provocadas pela chuvas de 2008, em Santa Catarina. O parceiro da Braskem é a Global Housing, fornecedor dos perfis e painéis de PVC. Os recursos financeiros para a construção das cerca de 300 casas foram doados pela Arábia Saudita.

Rumo à Copa e às Olimpíadas

O Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. São eventos que mobilizarão bilhões de reais em investimentos. Para a Copa do Mundo, por exemplo, há estudos e estimativas de impactos econômicos potenciais de cerca de R$ 180 bilhões, dos quais 26% são diretos, inclusive com investimentos em infraestrutura, e 76% indiretos. Os mesmos estudos indicam a possibilidade de geração de 330 mil oportunidades de trabalho permanentes e 380 mil temporárias.

A definição de projetos e a seleção de fornecedores já começaram. A Odebrecht participou da licitação para entrega de três estádios a serem construídos de acordo com o novo conceito de estádio-arena ou estádio multi funcional. Eles terão capacidade para até 50 mil pessoas e, além de jogos de futebol, poderão receber shows, congressos e eventos diversos, movimentando recursos extras para a sua manutenção.

Das três licitações, a Odebrecht ganhou duas: a reconstrução do Estádio da Fonte Nova, em Salvador, e a construção de um novo estádio em Recife. “Estamos analisando propostas de parceiros para esses projetos. Entre eles a Braskem, como fornecedora de PVC e outras resinas termoplásticas para assentos, elementos de fachada, cobertura, sistema de captação de água de chuva para reúso e outros itens da construção”, explica Eduardo Martins, Coordenador do Projeto Copa Odebrecht.

Esse conjunto de oportunidades de negócios para o PVC orientou a decisão da Braskem de construir a nova fábrica em Marechal Deodoro. O projeto, a ser executado em regime de aliança com a Odebrecht, começará em julho. Criará cerca de 2 mil oportunidades de trabalho durante a fase de execução da obra, a serem aproveitadas por profissionais locais.

Fonte: Instituto do PVC / Odebrecht Informa (jul/ago 2010)
Por Thereza Martins
Fotos: Lalo de Almeida