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Embalagens em EPS ampliam proteção e conservação de produtos frescos na cadeia de consumo

18/07/2022

Know how no mercado de frutas com a linha DaColheita levou a prospecção de oportunidades em outros segmentos na Hortitec

Os atributos de facilidades logísticas e de ampliação do shelf-life dos produtos frescos proporcionada pelas embalagens em EPS DaColheita foram destaque na Hortitec 2022 – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas -, realizada Em Holambra. “Na Feira de Holambra foram avaliadas oportunidades em outros segmentos, a exemplo de flores, hortaliças e inoculantes (defensivos), para levar o know how que temos com frutas para mercados onde a cadeia de frio é tão importante e onde o EPS pode ser um grande aliado”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Há quase uma década, a Termotécnica vem participando destes eventos nacionais e internacionais, fazendo parcerias com as entidades do setor para o desenvolvimento de tecnologias que auxiliem os produtores de frutas a atenderem os mercados consumidores no Brasil e no mundo. Segundo a empresa, o objetivo é divulgar as propriedades das conservadoras DaColheita em toda a cadeia do agronegócio: no embalamento dos produtos frescos, na facilidade e no custo/benefício da logística de transporte, no armazenamento e no varejo. Para Nivaldo de Oliveira a volta destes eventos presenciais como a Hortitec é muito importante para a troca de experiências. “A nossa experiência em diversas cadeias produtivas permite apresentar soluções em todos os processos logísticos de FFLVs, mantendo a qualidade e o frescor dos produtos acondicionados, do campo à mesa dos consumidores”, diz.

Com a expertise adquirida nesta interação com os produtores dos principais pólos de fruticultura do país, fornecendo conservadoras de forma contínua desde 2010, a Termotécnica amplia e implementa melhorias na linha DaColheita para atender a outras regiões e culturas de FFLVs. “Temos feito um esforço gigantesco no agronegócio, tanto para o mercado interno quanto para exportação, agregando valor com nossas conservadoras pós-colheita para frutas, legumes e verduras, aumentando significativamente o shelf-life destes produtos com resultados comprovados por laboratórios internacionais e contribuindo para a redução de desperdícios em toda a cadeia de distribuição”, reforça o diretor.

Para atender às demandas de clientes e trazer mais vantagens em custos e funcionalidades, as conservadoras DaColheita multiuso para 5 e 8 quilos receberam um novo design mais resistente às movimentações e empilhamento, o que permite acondicionar diversos tipos e tamanhos de frutas e produtos frescos, assegura a Termotécnica. Segundo a empresa, as novas embalagens ampliam a capacidade de volume interno, proporcionando melhor aproveitamento logístico. Podem ser utilizadas para uvas de diversos calibres e são multiuso, ou seja, podem ser utilizadas para caqui, pitaya, kiwi, tomate, entre outras frutas e hortaliças.

A Termotécnica afirma que as embalagens em EPS (mais conhecido como isopor*) agregam características de resistência, flexibilidade, leveza, trazendo vantagens para os envolvidos na cadeia de produção, distribuição e varejo de produtos frescos, como hortifrútis. Isso porque a manutenção da qualidade e integridade dos produtos acondicionados nas conservadoras em EPS proporcionam menor índice de desperdício e mais dias com os produtos frescos dentro dos padrões de qualidade exigidos pelos clientes, garante a fabricante catarinense.

Os benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS em relação a outros materiais também são importantes. Com a alta dos preços dos combustíveis, aumenta a pressão para diminuir custos como os fretes aéreos e rodoviários nacionais e internacionais. Por isso, o peso da embalagem é um fator importante, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples. Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo dependendo do tipo de produto acondicionado, garante a Termotécnica.

No mercado de frutas premium, as soluções DaColheita têm sido utilizadas há mais de uma década. As frutas exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para consumo. Nesse contexto, a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para a manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e Frutify), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, afirma a Termotécnica. Com isso, garante a empresa, a linha DaColheita torna-se sustentável e adequada para acondicionar os produtos frescos da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos mecânicos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

De acordo com a empresa, os produtos frescos transportados nas conservadoras DaColheita desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo, conservando os nutrientes.

Com a pandemia, a preocupação com a segurança sanitária também é uma tendência que veio para ficar. Os produtos embalados ganham ainda mais força para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade, integridade e mais protegidos contra vírus e bactérias.

A Termotécnica assegura que as soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos resultantes da redução significativa de perdas nos embarques de longa distância, além da conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia, e menor desidratação da fruta.

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Programa de reciclagem de EPS da Termotécnica amplia alcance em estados do Sul e São Paulo

13/06/2022

Na última década, vem aumentando a pressão para que as empresas em todas as cadeias de produção e consumo realizem a logística reversa e reciclagem dos resíduos pós-consumo, fazendo a economia circular acontecer na prática. Antecipando-se à PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos –, desde 2007 a Termotécnica vem atuando para dar nova vida às embalagens pós-consumo de EPS, mais conhecido como isopor. Com o Programa Reciclar EPS a companhia vem transformando um material antes rejeitado nas coletas seletivas em um insumo valorizado no mercado e contribuindo para a inclusão sócio-produtiva de famílias de baixa renda que vivem desta cadeia de reciclagem.

Segundo a Termotécnica, neste período, a empresa já recuperou mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo, o que representa 1/3 do material reciclado no mercado. “Todos nós, como sociedade, temos que estar conscientes de que uma vez que um material, produto ou embalagem sejam utilizados, temos a responsabilidade individual por sua correta destinação. Mas, para isso, é preciso também que os agentes públicos e privados ofereçam condições para esta destinação correta dos materiais, com um sistema de gestão de resíduos, de coleta e reciclagem como preconiza a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Para ampliar o volume de captação do material a ser reciclado, a Termotécnica afirma estar buscando expandir a cobertura do Programa Reciclar EPS no país. A empresa diz contar com uma rede de parceiros como cooperativas e associações de recicladores, gerenciadores de resíduos e prefeituras, entre outras, de forma a reforçar a conscientização para a destinação correta, reciclagem e reintrodução do EPS pós-consumo e pós-industrial na cadeia produtiva.

De acordo com a fabricante catarinense, atualmente o Programa Reciclar EPS gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de recicladores parceiras no país, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. “Sendo a única fonte de renda de recicladores autônomos e associações, com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias”, afirma.

Em Rio Claro (SP), onde a Termotécnica tem uma unidade de fabricação de embalagens de EPS para atender principalmente às indústrias das linhas branca e de conservadoras para produtores de frutas do interior paulista, a empresa compra a sucata de embalagens de EPS-pós consumo no mercado. Uma das fornecedoras é a Cooperviva – Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reaproveitável de Rio Claro -, que está completando 20 anos em 2022. Presidida por Inair Francisca da Rocha Marcelino, a Cooperviva conta com 37 associados, sendo que deste total, 95% é constituído de mulheres, que são responsáveis pelo sustento de cerca de 200 famílias.

Dos materiais reciclados que passam pela triagem, beneficiamento e comercialização na cooperativa, 50% chegam por meio da coleta seletiva municipal e os outros 50% são provenientes dos próprios catadores (porta a porta) e dos dois veículos próprios da cooperativa que fazem um roteiro de coleta nos comércios e indústrias. “A demanda pela compra do EPS tem aumentado e, consequentemente, também o incentivo e valorização destes trabalhadores para a coleta deste material”, afirma Valdemir dos Santos de Lima, que faz o apoio técnico para os cooperados.

Em Curitiba (PR), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, por meio do Programa Ecocidadão, promove a inclusão socioambiental dos catadores por meio do fortalecimento das diversas etapas da cadeia informal da reciclagem. Atualmente, são 40 associações e cooperativas credenciadas, envolvendo cerca de 900 trabalhadores. “Os materiais provenientes da coleta seletiva do município e o que é recolhido diretamente pelos catadores são selecionados nas áreas de triagem nos barracões destas centrais e destinados para comercialização, gerando renda para estas famílias”, afirma a gerente de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba, Leila Maria Zem.

Buscando ampliar a cobertura de parceiros para reciclagem do EPS pós-consumo em todo o estado do Paraná, a Termotécnica iniciou uma parceria com a startup de soluções socioambientais A Riqueza dos Resíduos, de Curitiba. Na semana passada, o gerente de Sustentabilidade da Termotécnica, Paulo Michels e a fundadora e CEO da startup, Tatiane Martins Soares, foram convidados para participar da reunião do Grupo R20 (Associação dos Municípios do Paraná para a implementação da Logística Reversa). O objetivo foi apresentar o Programa Reciclar EPS que, a partir do uso do aplicativo Transbordo desenvolvido pela startup, irá facilitar a Logística Reversa do EPS no Estado do Paraná.

Com uma proposta inovadora de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, a startup busca ser o elo da logística reversa de materiais recicláveis e realizar a inclusão sócio-produtiva de catadores e recicladores. Na parceria com a Termotécnica, a startup realiza o conceito de carga digital. Ou seja, os caminhões de coleta passam nesses locais de reciclagem em um roteiro pré-definido, formando uma carga completa para ser entregue nas unidades da Termotécnica em São José dos Pinhais (PR) e em Joinville (SC). Atualmente são 7 associações e cooperativas de recicladores que fazem parte da rede da startup da região metropolitana de Curitiba, mas a meta para atender a demanda da Termotécnica é aumentar esse número para cerca de 40 centros de triagem em todo o estado do Paraná. “Somos a conexão entre recicladores e as indústrias que compram os materiais pós-consumo, facilitando o acesso e otimização da rotina diária pela busca de recicláveis”, afirma Tatiane.

A startup A Riqueza dos Resíduos também está implantando ecopontos em escolas municipais de Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo e fazendo um trabalho de capacitação de professores e equipe de limpeza e de conscientização dos alunos para a reciclagem do EPS. “Com isso, uma parte do valor que a Termotécnica paga pela compra das cargas recolhidas nas recicladoras é revertida para as Associações de Pais e Mestres destas escolas em forma de cashback. Esses recursos são reinvestidos em atividades de Educação Ambiental dos alunos”, conta Tatiane.

Em Santa Catarina, a Termotécnica conta com parceiros de cooperativas para reciclagem de EPS pós-consumo e com gerenciadores de resíduos (pós-indústria). Esta cooperação acontece também, há alguns anos, diretamente com os municípios como Canoinhas, Indaial e, mais recentemente, com a Prefeitura de Fraiburgo, por meio da SANEFRAI – Autarquia Municipal de Saneamento. “Esta parceria com a Termotécnica visa atender aos requisitos de destinação e disposição ambientalmente correta do material EPS, fazendo com que toda a carga deste tipo de material que chega na SANEFRAI seja transformada em novos produtos, não agredindo o meio ambiente e aumentando a vida útil do nosso aterro sanitário”, afirma Charles Weider Silveira, Engenheiro Sanitarista e Ambiental na SANEFRAI.

Em Jaraguá do Sul, são 12 cooperativas de recicladores credenciadas junto ao Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) com as quais a Termotécnica mantém contato para compra de EPS pós-consumo. De acordo com o supervisor de Manejo de Resíduos Sólidos do SAMAE, Jean Pablo de Mello Cordeiro, essas cooperativas envolvem mais de 100 famílias que recebem orientação para a seleção e comercialização de todo o isopor coletado. “Por meio do Programa Recicla Jaraguá, também realizamos campanhas de conscientização da população para incentivar a separação e destinação correta destes materiais e temos notado um aumento no volume de embalagens de isopor disponibilizado para coleta seletiva”, afirma Jean.

A fundadora e presidente da Reciclavale – Cooperativa de Trabalho de Reciclagem do Vale do Itajai – Marli Martins, desenvolve esse trabalho desde 2008. Hoje a cooperativa, com sede em Itajaí, envolve diretamente 16 famílias que vivem do beneficiamento e comercialização deste material. A Reciclavale conta com um caminhão para coletar o EPS nas cidades do Alto Vale do Itajaí e em todo o Litoral Norte catarinense, de Florianópolis a Itapoá. “A parceria sustentável com a Termotécnica vem de longa data e é fundamental para garantir essa renda aos nossos associados”, diz. Além da geração de emprego e renda, por meio do Instituto Reciclavale, Marli desenvolve um trabalho social e de educação ambiental nas escolas.

Em Joinville, cidade sede da Termotécnica, há diversas ações para promover a reciclagem das embalagens isopor. A mais recente é o ecoponto para coleta de resíduos recicláveis que a Prefeitura disponibilizou no Centreventos Cau Hansen. Para descartar corretamente as embalagens de EPS os moradores devem utilizar a lixeira vermelha destinando os resíduos junto com os plásticos.

A Termotécnica também tem uma parceria para recolher e reciclar marmitas de isopor distribuídas pelos Restaurantes Populares de Joinville. As marmitas acondicionam cerca de 1.500 refeições diárias, que atendem principalmente pessoas vulneráveis do município. Essas pessoas são sensibilizadas a trazer de volta suas embalagens para o restaurante, para que possam ser coletadas e recicladas pela Termotécnica. O primeiro contato entre a Termotécnica e o Restaurante Popular aconteceu durante a programação da Semana Lixo Zero Joinville 2020, quando a equipe dos restaurantes conheceu como era feito o processo de reciclagem do isopor na unidade da companhia em Pirabeiraba. Na sequência foi feito um trabalho de conscientização dos funcionários e dos usuários do restaurante e a coleta passou a acontecer semanalmente.

Uma ação similar está acontecendo em Joinville com o Projeto Isopor® Amigo, uma iniciativa de reciclagem da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) com apoio de diversas empresas do segmento (Termotécnica entre elas). Depois de um projeto-piloto no Perini Business Park, o projeto Isopor Amigo trabalha para expandir a sua rede de coleta. Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, destaca a importância das empresas investirem em ações conjuntas de educação para a reciclagem. “Tudo começa nas pessoas, que precisam fazer a sua parte: descartar o produto limpo no local adequado. Parcerias como essa podem se estender para outros lugares que distribuem alimentos e para outras cidades”, diz.

Quer saber onde reciclar EPS na sua cidade?

O consumo do EPS é prejudicado pela falta de informação sobre seu descarte pós-uso. Atenta a essa realidade, a Termotécnica disponibiliza o site: www.reciclareps.com.br, que localiza em todo o território nacional o pontos de entrega voluntária (PEV) mais próximos de recebimento de EPS para reciclagem.

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Termotécnica firma parceria com startup para ampliar volume de reciclagem de EPS de embalagens pós-consumo

06/06/2022

Iniciativa contribui para a inclusão sócio-produtiva e o incremento da renda e a valorização de recicladores e catadores

Maior fabricante de soluções de embalagens de EPS e uma das principais recicladoras do material no país, a Termotécnica tem uma demanda maior do que a atual produção para fornecimento do Repor, matéria-prima desenvolvida pela companhia de origem proveniente de EPS pós-consumo reciclado. No entanto, a logística reversa do EPS – mais conhecido como isopor (marca de terceiros) -, para fazer chegar o material até as suas unidades de reciclagem ainda é um desafio. Para ampliar o volume de captação do EPS a ser reciclado, a Termotécnica iniciou uma parceria com a startup de soluções socioambientais A Riqueza dos Resíduos, de Curitiba (PR).

Com uma proposta inovadora de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, a startup busca ser o elo da logística reversa de materiais recicláveis e realizar a inclusão sócio-produtiva de catadores e recicladores. Na parceria com a Termotécnica, a startup realiza o conceito de carga digital. Ou seja, os caminhões de coleta passam nesses locais de reciclagem em um roteiro pré-definido formando uma carga completa para ser entregue nas unidades da Termotécnica em São José dos Pinhais (PR) e em Joinville (SC).

Atualmente são 7 associações e cooperativas de recicladores que fazem parte da rede da startup da região metropolitana de Curitiba, mas a meta para atender a demanda da Termotécnica é aumentar esse número para cerca de 40 centros de triagem em todo o estado do Paraná. “Somos a conexão entre recicladores e as indústrias que compram os materiais pós-consumo, facilitando o acesso e otimização da rotina diária pela busca de recicláveis”, afirma a fundadora e CEO da startup, Tatiane Martins Soares.

De acordo com Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, desde 2007 a empresa vem buscando ampliar a cobertura do seu Programa Reciclar EPS no país, com uma rede de parceiros como cooperativas e associações de recicladores, prefeituras, entre outras, de forma a reforçar a conscientização para a destinação correta, reciclagem e reintrodução do EPS pós-consumo na cadeia produtiva, realizando a economia circular na prática. “Sendo a única fonte de renda de recicladores autônomos e associações de catadores de baixa renda e com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias”, afirma.

A startup A Riqueza dos Resíduos também está implantando ecopontos em escolas municipais de Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo e fazendo um trabalho de capacitação de professores e equipe de limpeza e de conscientização dos alunos para a reciclagem do EPS. “Com isso, uma parte do valor que a Termotécnica paga pela compra das cargas recolhidas nas recicladoras é revertida para as Associações de Pais e Mestres destas escolas em forma de cashback. Esses recursos são reinvestidos em atividades de Educação Ambiental dos alunos”, conta Tatiane.

As embalagens em EPS estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas e das empresas. O material é amplamente utilizado no acondicionamento, conservação, transporte e proteção de alimentos, medicamentos e vacinas, eletrodomésticos, peças diversas e itens frágeis. Por ser um tipo de plástico, ele pode ser 100% reciclado e virar novos produtos, evitando que essa matéria-prima vá para um aterro.

A Termotécnica tem uma trajetória pioneira em logística reversa e economia circular ao estruturar uma rede de parceiros e investir na reciclagem do EPS pós-consumo, transformando o material em um insumo reciclado valorizado no mercado. Antecipando-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), desde 2007 a Termotécnica coleta, recicla e reintroduz o material pós-consumo no mercado.

O Programa Reciclar EPS contempla serviços de logística reversa e reciclagem, ampliando o ciclo de vida dos materiais, evitando a exploração de novos recursos finitos e contribuindo para circularidade do material e preservação do meio ambiente. A reciclagem do EPS gera uma nova matéria-prima, denominada Repor – marca de poliestireno reciclado da Termotécnica -, utilizado na fabricação de rodapés, molduras, solados de sapatos, decks para piscinas, entre outros produtos.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, o Programa Reciclar EPS atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, afirma o presidente, Albano Schmidt.

O programa reciclar EPS é responsável pela reciclagem de 1/3 do EPS disponível no mercado, afirma a Termotécnica. Em 2021, foram mais de 44 mil toneladas de EPS recicladas. Mais de 300 cooperativas no país são parceiras do programa, captando e selecionando EPS. Internamente, a empresa conta com cerca de 100 funcionários diretos atuando no reprocessamento deste material. Segundo a empresa, esse processo ajuda a gerar renda para aproximadamente 5.000 famílias.

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Conservadoras para frutas DaColheita usadas para embalagem de goiaba

21/03/2022

O Brasil é líder mundial na produção de goiaba vermelha e a receita anual dos pomares brasileiros chega a R$ 800 milhões (IBGE). São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro são os estados que concentram 80% do total da produção da fruta. Os produtores de goiaba para comercialização da fruta in natura, que representa 14% do total desta produção, estão buscando a diferenciação no mercado com agregação de valor no varejo. Para preservar a qualidade da fruta durante toda a cadeia de produção, logística e consumo, as embalagens DaColheita fabricadas pela Termotécnica estão ganhando cada vez mais espaço.

As embalagens em EPS são usadas para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como a goiaba, que precisam de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Por ser muito sensível a danos mecânicos, qualquer batida, amassamento no seu manuseio, armazenamento e transporte já acelera o processo de apodrecimento da fruta, diminuindo a vida útil na comercialização e a manutenção do valor. Dessa forma, essas embalagens são úteis para o embalamento das goiabas, pois absorvem e protegem as frutas destes impactos em relação a outras embalagens.

Segundo a Termotécnica, as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life (vida de prateleira) das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. A empresa afirma que os resultados são certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG) para diversas culturas. , conferindo redução de perdas e desperdício de alimentos e tornando a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

Além disso, afirma a Termotécnica, permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Isso representa também dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas com vantagens para o varejista.  Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia no frete, garante a empresa.

De acordo com a fabricante das conservadoras, os produtores se beneficiam com menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Outrs vantagem citada pelo fabricante é que, desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa. As conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, afirma a empresa. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

“As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reitera o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

No quesito sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes, afirma a Termotécnica:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.
2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.
3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”. E complementa: “Já temos muitos cases de sucesso da marca DaColheita para soluções para frutas junto a toda a cadeia, desde os fruticultores no campo, o canal de distribuição, inclusive na exportação de frutas premium. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para diversos tipos de frutas, como é o caso da goiaba”.

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Maior fabricante de pranchas de surf do país utiliza EPS como uma das principais matérias-primas

17/01/2022

Atualmente, cerca de 50% das pranchas fabricadas pela Pró-Ilha têm em sua estrutura blocos de EPS fornecidos pela Termotécnica

As pranchas utilizadas por importantes atletas do surf e do wakeboard que representam o Brasil nos campeonatos mundo afora são produzidas pela Pró-Ilha Surfboards, de São Francisco do Sul (SC). A empresa é a maior fabricante de pranchas para esportes aquáticos do país e a parceria com a Termotécnica vem desde 2015. De acordo com o presidente da Pró-Ilha, Josenir Breis Pereira, cerca de 50% das pranchas produzidas, tanto para sua marca própria como para marcas mundiais licenciadas, já têm em sua estrutura a matéria-prima fornecida pela Termotécnica.

Tanto para os surfistas que estão no topo do ranking quanto para amadores, as pranchas são customizadas pela Pró-Ilha de acordo com as características específicas de cada um. “Cada surfista tem uma prancha com um formato e um tipo de material que mais se adapta às suas características como atleta. Para cada surfista, seja de alta performance ou amadores, nós produzimos a prancha quase totalmente de forma artesanal, aliada com tecnologia de ponta “, diz Josenir.

Em maio de 1984, Josenir Breis Pereira abriu uma loja chamada QT Surf, na Ilha de São Francisco do Sul (SC). Esse foi o início do que, dois anos mais tarde, juntamente com a fabricação de pranchas de surf, viria a se tornar a atual Pró-Ilha Surfboards. Hoje, após mais de 30 anos, a marca é reconhecida como uma das maiores fabricantes de pranchas do país. Os seus mais de 900 m² de área são totalmente voltados para a fabricação de pranchas de surf e com capacidade de produzir até 500 pranchas por mês. Além da loja física com mais de 120 m², a Pró-Ilha apresenta um sistema e-commerce, onde conta com uma linha de acessórios para surf e para outros esportes aquáticos.

Fundada há 60 anos, a Termotécnica possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Termotécnica apresenta embalagens iPack para vinhos e DaColheita para frutas na feira Tecnovitis 2021

08/12/2021

Soluções em EPS ganham  espaço e se consolidam como opção de embalagem de alta proteção

A Termotécnica expôs na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos. A empresa também apresentou na feira a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Segundo a empresa, essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reuniu expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Segundo a Termotécnica, os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como uma opção relevante na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem se revelado como uma alternativa atraente para embalagens de produtos de alto valor agregado – como o mercado de vinhos premium – por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

Segundo a Termotécnica, as embalagens em EPS permitem um acondicionamento com alta proteção. A empresa afirma que talvez o maior objetivo da embalagem seja justamente esse: manter o produto seguro durante todo o processo, de ponta a ponta. Não somente em relação à sua aparência e estética, mas também no que diz respeito à sua estrutura, minimizando defeitos com impactos. A grande quantidade de ar em sua estrutura torna o EPS (mais conhecido como isopor – marca registrada de empresa terceira) uma ótima proteção, capaz de resistir a quedas, vibrações e choques, e o transforma em uma opção relevante para embalagem quando a intenção é proteger mercadorias de danos e avarias, garantindo que o produto vai chegar intacto ao seu destino.

De acordo com a Termotécnica, o EPS também funciona como um excelente isolante térmico, assegurando a temperatura nas condições ideais em toda a cadeia de produção, distribuição e consumo.

A empresa assegura que o uso do EPS como embalagem também apresenta outras vantagens, tais como:

Versatilidade: molda-se às mais diferentes formas do produto, desde uma taça de cristal a um bloco de motor. Contribui para maior leveza e ergonomia no processo produtivo e logístico.

Custo: o peso da embalagem, é outro fator importante que, neste caso, pode refletir na redução de custos, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples.

Sustentabilidade: é 100% reciclável de forma contínua, com baixo consumo de água e energia.

iPack: solução de embalagens em EPS

Segundo a Termotécnica, as suas soluções em embalagens iPack  são projetadas para serem versáteis e atenderem às necessidades de segmentos distintos, desde produtos mais frágeis (taças, garrafas de vinho, televisores) até outros mais complexos (refrigeradores, aquecedores, cooktops, motores).

Atendendo às mudanças no comportamento do consumidor, que elevou a participação do e-commerce como opção de compra, a Termotécnica lançou o conceito da embalagem iPack, reunindo atributos de preservação e proteção requeridos por este novo canal de venda e escoamento de produtos. Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos por diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas, garante a empresa.

A estrutura leve e segura contribui para a ergonomia do processo: a Termotécnica afirma que sua solução foi projetada com preocupação funcional e estética. O EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é não higroscópico (não acumula umidade), contribuindo para garantir a entrega dos produtos íntegros e com todas as funcionalidades até o consumidor final.

Em termos de sustentabilidade, O EPS é um plástico formado por 98% de ar e desta forma deve ser reciclado como todo e qualquer outro plástico ao fim do processo. Sua reciclagem requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia. Por ser 90% mais leve que outros tipos de embalagem, contribui para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2 durante o transporte.

Conservadoras DaColheita e o shelf life das frutas

Segundo a Termotécnica, as suas conservadoras em EPS DaColheita, também expostas durante a Tecnovitis 2021, proporcionam a preservação da qualidade das frutas durante o processo logístico, desde a colheita até a mesa dos consumidores. Elas acondicionam tanto as frutas a granel quanto em bandejas , além de permitir a exposição no varejo, tornando possível uma fácil visualização dos produtos e reduzindo a manipulação.

O fabricante das conservadoras afirma que, por suas características, a linha DaColheita mantêm as propriedades organolépticas das frutas, como firmeza e textura. Isso garante frutas com qualidade comercial por mais dias, proporcionando menos perdas e melhores preços, afirma a Termotécnica. No que se refere à manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas transportadas nas conservadoras DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, garante a fabricante. As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, testes de transporte e armazenamento em diferentes culturas realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas tem melhor desempenho em comparação com caixas de papelão, conservando o frescor por mais tempo. A empresa afirma também que as suas conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A fabricante catarinense assegura que isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Unigel, Electrolux e Termotécnica fecham parceria para refrigerador sustentável

18/11/2021

Embalagens são reutilizadas na produção de peças para produtos da Electrolux

Em 2020, a Unigel anunciou a criação de uma nova marca de produtos sustentáveis para materiais reciclados chamada Ecogel. Agora, a Companhia firmou parceria com a Termotécnica e a Electrolux para utilização do Ecogel na fabricação de peças de refrigeradores da marca. “O Ecogel, marca que cobre poliestirenos com material reciclado pós-consumo em sua composição, apresenta grande potencial para garantir a circularidade do plástico na cadeia produtiva e incentiva empresas e consumidores a praticar o descarte adequado de materiais”, explica o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal.

A Unigel fornece à Termotécnica o monômero de estireno, matéria-prima para a produção de embalagens em EPS (poliestireno expandido, popularmente conhecido como Isopor, que é uma marca registrada) que são utilizadas pela Electrolux para garantir a integridade de seus eletrodomésticos durante o transporte. Além disso, a Unigel fornece o poliestireno para a Electrolux, empregado na fabricação de peças do interior de refrigeradores, como prateleiras e gavetas. A Termotécnica é detentora de um programa de coleta e reciclagem de EPS e poliestireno pós-consumo, gerando um novo material, o Repor, para ser reintroduzido no ciclo produtivo.

Agora, as três empresas estão juntas para fazer a circularidade de materiais acontecer na prática. “Na produção do Ecogel, o Repor é uma importante matéria-prima. Na prática, as embalagens em EPS de eletrodomésticos retornam para a cadeia produtiva após cumprirem com a sua função, sendo transformadas em novos componentes duráveis que serão incorporados aos refrigeradores Electrolux”, comenta Natal.

Segundo a Unigel, desde outubro de 2020, quando o Ecogel foi lançado, o material pós-consumo já reaproveitado equivale a embalagens de 3 mil refrigeradores da Electrolux ou 1,8 milhão de copos descartáveis. A Electrolux está realizando testes desde o ano passado para garantir a segurança e eficácia do produto. No momento, o produto ainda está em fase de implementação. A previsão é que os primeiros refrigeradores com componentes produzidos com Ecogel cheguem ao consumidor já no início de 2022.

O Diretor de Sustentabilidade da Electrolux América Latina, João Zeni, destaca a importância da parceria com a Unigel e ressalta que uma das principais frentes de atuação em sustentabilidade da Electrolux é tornar os produtos entregues aos consumidores cada vez mais eficientes e incorporados ao conceito de economia circular. “Os desafios e metas gerados pela Electrolux são de longo prazo e envolvem toda a sua cadeia de valor. Para isso acontecer, buscamos estabelecer parcerias que possam se tangibilizar como premissas e compromissos da empresa, tais como este com a Unigel. Entendemos que os grandes desafios ambientais e sociais demandam colaboração intrassetorial e de diferentes atores da sociedade, por isso estamos oferecendo este tipo de parcerias, para que assim possamos encontrar os melhores caminhos em colaboração “, explica Zeni.

João Zeni afirma que a Electrolux está comprometida a incentivar e fomentar a economia circular e a gestão de carbono no setor – com algumas metas globais, tal como atingir o uso de 50% de plástico reciclado em seus produtos globalmente até 2030.

“Nossa abordagem ambiental traz a circularidade na prática, incluindo uma visão integrada desde uma concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa e reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, dar uma nova vida como embalagens pós-consumo, transformando-as em produtos nobres, atende à demanda da sociedade por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade “, declara Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

De acordo com o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal, a linha Ecogel está tendo boa aceitação no mercado. “Estamos otimistas com os primeiros resultados obtidos pelos clientes que estão testando nossas soluções. Esperamos poder reaproveitar aproximadamente 200 toneladas de material pós-consumo até o final de 2022, que darão origem a novos produtos indispensáveis no dia a dia das pessoas “, afirma Natal.

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Termotécnica e a startup Sensorweb firmam cooperação técnica e lançam solução de monitoramento da Cadeia Fria

16/11/2021

Solução atende às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa, que dispõe sobre boas práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos termolábeis

A Termotécnica, empresa atuante no segmento de embalagens técnicas em EPS (Poliestireno Expandido), que há mais de duas décadas atende ao segmento da Cadeia Fria, fornecendo para as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, está lançando a marca TermoChain com uma linha de soluções para controle e monitoramento de temperatura em armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis. Para atender às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos, a Termotécnica firmou uma cooperação técnica com a startup Sensorweb. Desta maneira, o mercado pode combinar as tecnologias destas empresas para cumprir a nova regulamentação da Anvisa, que passou a vigorar a partir de março de 2021, e que exige que as empresas do setor se adequem, mantendo o monitoramento e controle da temperatura de medicamentos e vacinas em toda a cadeia de distribuição.

“Estamos sempre atentos às novas tendências tecnológicas, às mudanças de comportamento dos consumidores e às necessidades dos clientes para agregarmos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado soluções inovadoras de forma rápida e eficiente. Agora, em cooperação técnica com a Sensorweb, a Termotécnica oferece uma solução completa, integrando as embalagens para acondicionamento, transporte e conservação de produtos termossensíveis, com sensores físicos e sistema on-line para rastreamento, controle e monitoramento da temperatura ao longo da cadeia logística”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb, complementa: “Além de uma solução inovadora, esta cooperação técnica visa oferecer uma alternativa especializada e com respaldo de anos de atuação em cadeia fria de ambas as empresas para apoiar o mercado na adequação à RDC 430/20”. A startup Sensorweb, com sede em Florianópolis (SC), oferece soluções de Internet das Coisas (IoT) e é referência no monitoramento de temperatura para a cadeia fria da Saúde no Brasil. Com uma solução de IoT, está presente em unidades de saúde de mais de 220 clientes e parceiros, compreendendo mais de seis mil sensores de monitoramento instalados em hospitais, clínicas e operadores logísticos que atendem ao segmento, afirma a empresa.

A Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional como a do H1N1, produzindo conservadoras que abrangem rotas de até 120 horas. Especificamente para transportar as vacinas para Covid-19, as conservadoras da Termotécnica estão sendo utilizadas com diferentes tecnologias e elementos de refrigeração, para atender cada uma das faixas de temperatura, sejam elas de 2 a 8°C ou de -70°C. “Por suas características térmicas, o EPS proporciona grande estabilidade de temperatura, além de ser capaz de absorver impactos e garantir assim a integridade dos medicamentos”, complementa o Gerente de Inovação Empreendedora, Alexandre Cotrim.

A manutenção da temperatura em níveis adequados na indústria farmacêutica e nos serviços de saúde é fundamental, especialmente num país de dimensões continentais e características climáticas regionais, como é o caso do Brasil. “A temperatura é um dos pontos críticos para a indústria farmacêutica. É uma verdadeira corrida contra o tempo. E agora, com a nova resolução da Anvisa, as empresas fornecedoras da Cadeia Fria terão que se adaptar e passam a contar com soluções que se complementam, como é o caso do que estamos oferecendo ao mercado com a linha TermoChain”, explica Albano Schmidt, da Termotécnica.

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Termotécnica lança novos modelos de conservadoras em EPS para acondicionamento de frutas e hortaliças

14/10/2021

A Termotécnica está lançando dois novos modelos de conservadoras. Segundo a empresa, a sua nova conservadora DaColheita de 8 quilos multiuso, direcionada para atender ao mercado de uvas na sacola, em seus diversos tamanhos, pode também ser usada para outros tipos de produtos frescos. De acordo com a Termotécnica, essa nova embalagem amplia a capacidade de volume interno nas conservadoras, proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Já a nova conservadora multiuso de 5 quilos para cumbucas pode ser utilizada para qualquer produto fresco comercializado neste formato, como uva, caqui, pitaya, kiwi, tomate e outras frutas e hortaliças. De acordo com o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt “além de todas as vantagens logísticas e de preservação da qualidade dos produtos frescos acondicionados em comparação com outros tipos de embalagens, as conservadoras DaColheita diminuem custos e reduzem perdas de alimentos na cadeia”.

A Termotécnica afirma que as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

29 de Setembro: Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos

No dia 29 de setembro foi comemorado o Dia Internacional de Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, iniciativa da ONU para alertar sobre o impacto da segurança alimentar e nutricional na vida das pessoas. No Brasil, 116,8 milhões de pessoas não têm acesso pleno e permanente a alimentos (Fonte: Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar). No mundo todo, 1/3 de todo o alimento produzido é perdido nos processos de produção e distribuição ou vão para o lixo nas etapas de comercialização e consumo. O problema, que aumentou durante a pandemia da Covid-19, se agrava ainda mais com as perdas em todo o processo de produção e distribuição dos alimentos, o que pode ser combatido com soluções que diminuam a perda e desperdícios de alimentos em toda a cadeia de consumo.

A Termotécnica é uma das poucas empresas brasileiras a figurar desde 2014 entre as signatárias do Save Food Initiative, iniciativa da FAO (Food and Agriculture Organization) / ONU para combate à fome por meio da redução no desperdício de alimentos. A empresa afirma que as suas conservadoras DaColheita aumentam o shelf life (tempo de prateleira) dos alimentos e, dessa forma, contribuem para reduzir significativamente as perdas, mantendo a qualidade e frescor dos FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) em todo o pós-colheita. As conservadoras já são largamente utilizadas pelo mercado em todo o Brasil, além de serem usadas na proteção de produtos frescos exportados.

Redução da pegada ambiental no transporte de frutas

A Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, onde foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de uvas e de mangas, simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda, apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Foram feitos comparativos em transporte rodoviário no Brasil para as cargas de uva e também combinando os modais rodoviário nacional / aéreo internacional na exportação de manga para a Europa. Ambos os estudos mostram que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

No primeiro cenário, foi feito o comparativo do transporte de uma carga de uva (110 caixas) com ambos os tipos de embalagens, no trecho entre Petrolina (PE), onde a Termotécnica tem unidade fabril, e a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), via transporte rodoviário em caminhão de baú refrigerado padrão. Como resultado, as emissões presentes no transporte terrestre de uva em embalagens e paletes de EPS foram 9,52% menores do que em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira, uma diferença de 89,13 toneladas. Como comparação, no ano de 2019, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa), a emissão diária per capita do brasileiro é de 28,25 KgCO2 e/dia. Conclui-se, portanto, uma redução de CO2 equivalente às atividades diárias de 3.155 pessoas.

Estudo similar, que também envolveu os dois tipos de materiais para as embalagens, foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR), sendo o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira. A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Esta quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia.

A empresa enfatiza que, em resumo, o uso das conservadoras em EPS reúne três características de sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, já que o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life (vida de prateleira) dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte, em função do seu peso mais leve, o que reduz o consumo de combustível.

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Escada em EPS é nova solução para a construção civil

17/09/2021

Com montagem simples, escada em Monopainel confere suporte estrutural e ajuda na limpeza da obra

A construção civil tem evoluído nos últimos anos no sentido de se tornar mais sustentável. Neste âmbito, as soluções em EPS (poliestireno expandido) permitem uma obra limpa, sem sobra de materiais, além da rapidez na instalação e economia. O Grupo Isorecort (isorecort.com.br), especializado nestas soluções, acaba de lançar a escada de Monopainel. Para marcar a novidade, a empresa a destacou em sua nova campanha de Marketing, La Casa de EPS, chamando a atenção para as variadas possibilidades de aplicação do material na construção civil, que podem resultar em economias de até 30 %, garante o grupo Isorecort.

Segundo o Engenheiro Denilson Rodrigues, a escada em EPS tem montagem simples e confere alto suporte estrutural: “os profissionais conseguem instalá-la sem dificuldade, em poucas horas. Por ser um material leve e resistente, ele exige uma estrutura de sustentação menor que as escadas convencionais, sem gerar resíduos como de recortes de madeira, por exemplo”, afirma.

O Grupo Isorecort explica que a escada em EPS é produzida em modelo padrão à pronta entrega ou sob medida, conforme o projeto de cada cliente, e pode ser instalada no local da obra sem comprometer o andamento da construção. Segundo a empresa, a escada é dimensionada em três peças diferentes, com dois lances e um patamar intermediário, e atende às normas vigentes, com medidas de 1,20 m e 0,80 m de largura, carga de 300 kg por m², e instalação em até 3 metros de pé direito alto.

“A partir destas três peças, é possível montar uma escada de lance único, realizar a instalação com um patamar intermediário ou ainda criar uma escada de lance sobre lance em formato de U, ou mesmo em L”, explica o Engenheiro.

De acordo com a Isorecort, outra vantagem é que a solução foi desenvolvida para ser instalada de forma isolada em relação às paredes. Ou seja, enquanto a escada pré-moldada comum fica encostada nas paredes, a de EPS estruturado não precisa de vigas ou colunas para sustentação. Ela é projetada para ser instalada sem apoio nas laterais, apenas com apoio no início e outro no final, no chão da obra. Inclusive, além de funcionar muito bem com outras soluções em EPS, ela pode ser aplicada em qualquer tipo de construção, independente do sistema construtivo utilizado.

Montagem simples

A empresa explica que, d=Depois de instalada no local projetado, o meio da escada é preenchido com armação e concreto usinado. Após essa etapa, basta projetar a argamassa por fora e por cima, em pouca quantidade, que a escada estará pronta.

“Quando uma pessoa planeja o seu imóvel, ela busca por soluções que atendam às suas necessidades e desejos de forma rápida e eficiente, garantindo economia na construção. As soluções em Monopainel de EPS são um terço mais rápidas de se executar em comparação à alvenaria convencional”, comenta Rodrigo Rezende, gerente administrativo do Grupo Isorecort.

O Grupo Isorecort é um dos principais transformadores de EPS (isopor) do país. É líder de mercado no segmento da construção civil e no desenvolvimento de peças técnicas para aplicações industriais. Fundado há mais de 15 anos, está presente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, atendendo clientes em todo o Brasil. O Grupo integra diversas entidades que visam ao desenvolvimento sustentável do setor, como a Comissão Setorial do EPS da Abiquim e o Comitê de EPS da Plastivida, além de integrar o GBC Brasil (Green Building Council – Brasil), organização que tem por objetivo fomentar o desenvolvimento da indústria da construção sustentável no país.

Foto: Grupo Isorecort

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Acondicionamento em EPS amplia vida de prateleira e mantém propriedades da fruta na cadeia de comercialização de mamão

06/08/2021

  • Uso da solução proporciona vantagens competitivas para produtores de mamão, distribuidores e varejistas
  • Soluções em EPS da Termotécnica ampliam o shelf life da fruta com ganhos de qualidade, preço e ampliação de novos mercados

A Termotécnica afirma que sua linha de conservadoras DaColheita é ideal para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como o mamão, que precisa de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Segundo a fabricante da embalagem, a conservadora feita em EPS (mais conhecido como isopor® – marca registrada de terceiro) amplia o shelf life da fruta, mantendo sua qualidade e frescor do campo até o consumidor final mesmo em mercados distantes. É o caso da 3M Hortifruti, que atua no Ceasa/RS (Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, e que utiliza as conservadoras DaColheita para mamão para trazer a fruta produzida no Espírito Santo para distribuição no mercado gaúcho.

Segundo a Termotécnica, estudos comparativos realizados pelo Laboratório Agrotropical em todas as etapas do processo logístico, do campo ao ponto de venda, demonstram que a conservadora em EPS DaColheita mantém as frutas em maturação nível 2, o ideal para a qualidade comercial, até 9 dias após a colheita, contra 6 dias das embalagens similares em papelão. Os padrões de conservação como aparência, textura, nível de maturação e coloração interna e externa das frutas (shelf life) foram 30% maiores nas embalagens DaColheita.

Desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa, afirma a Termotécnica. As conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, garante a fabricante. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A Termotécnica afirma que tudo isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona-lhes menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita tem bom desempenho em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reforça o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

Aliado a isso, questões como logística reversa das embalagens, diminuição das emissões de gases do efeito estufa e do desperdício de alimentos em toda a cadeia são cada vez mais importantes para os consumidores. Segundo a Termotécnica,as caixas conservadoras DaColheita contribuem nestas três frentes no quesito sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”.

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Conservadoras DaColheita da Termotécnica são usadas na exportação de figos in natura para Canadá e Europa

16/03/2021

Solução em EPS da Termotécnica permite manutenção do resfriamento da fruta, frescor e qualidade nutricional

A produção de frutas para o mercado externo seguiu firme em 2020 e alcançou a marca de mais de 1 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. O setor faturou 875 milhões de dólares, 3% a mais que em 2019. (Fonte: Agrostat, sistema de estatísticas do Mapa – Ministério da Agricultura). Com uma participação cada vez maior neste setor, a Termotécnica vem registrando aumento no fornecimento de conservadoras para exportações de frutas in natura, tais como limão Tahiti, uva, manga e, mais recentemente, no início de 2021, também o figo. Cargas aéreas de figos frescos estão sendo despachadas para Europa e para o Canadá nas conservadoras em EPS DaColheita, afirma a fabricante.

Luis Christofoli, diretor Comercial da Adelpho Frutas, com sede em Valinhos (SP), responsável pela exportação de figos – uma fruta especialmente sensível e que requer um cuidado extra no seu embalamento e transporte –, aponta as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. “O que percebemos logo de início com o uso das conservadoras em EPS para acondicionamento dos figos é a aparência. As frutas parecem mais limpas e higienizadas. Outra vantagem você sente na câmara fria. A fruta se resfria muito mais rápido do que nas embalagens de papelão, o que se traduz em maior durabilidade e qualidade durante todo o armazenamento e transporte. Além disso, as conservadoras em EPS são mais leves. E, com a cotação do dólar e os fretes aéreos nas alturas, essa característica garante maior economia para o importador”, atesta Christofoli.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita (FarmFresh no mercado internacional), a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. De acordo com o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira “a nossa solução de conservadoras em conjunto com os nossos pallets, ambos de EPS, proporcionam uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens, além de uma significativa economia no frete aéreo”.

Para atender a mercados exigentes, como do Canadá e dos países europeus, os exportadores brasileiros estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. Os produtores de frutas para exportação buscam cuidados com o pós-colheita, além da excelência em todas as etapas de produção. As frutas premium tipo exportação exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (ponto de venda).

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.

Com o aumento da preocupação com a segurança sanitária, cada vez mais também os consumidores no exterior querem os produtos prontos para consumo, evitando ao máximo a manipulação. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita desempenham um papel em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, afirma o diretor da Termotécnica.

Outra questão importante para atender ao mercado externo é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. Por isso, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

As soluções pós-colheita também contribuem para reduzir drasticamente as perdas por impactos mecânicos. No que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas se desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo, afirma a Termotécnica. Nesta corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo, garante a fabricante.

A Termotécnica afirma que testes de transporte e armazenamento de figos realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela tem um melhor desempenho que caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por mais tempo (comparativo abaixo).

Segundo a empresa, as suas conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos, afirma a Termotécnica.

“Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação de frutas. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, reforça Nivaldo de Oliveira.

A Termotécnica completa 60 anos em 2021, possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba. A empresa tem também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

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Iniciativa de reciclagem de EPS é testada no conceito de solução para cidades inteligentes

24/10/2020

Artigo de Albano Schmidt (*)

“A Termotécnica é uma das parceiras do Projeto Isopor® Amigo, lançado no Ágora Tech Park, parque tecnológico localizado no Perini Business Park, em Joinville (SC). No lançamento, além do Simpesc – Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina, do qual sou presidente, também representei a ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e a CNRPLAS – Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos. Realizado primeiramente dentro do projeto Perini City Lab, que acontece no ambiente do Perini Business Park, o objetivo da iniciativa é conscientizar e promover junto ao público a reciclagem de bandejas e recipientes de isopor® utilizados para embalar alimentos, promovendo a economia circular na prática. O EPS é um tipo de plástico, mais conhecido pela população como isopor® (marca de empresa terceira). o material pode ser totalmente reciclado, desde que seja descartado corretamente e destinado para a reciclagem.

O Perini City Lab É o primeiro one-stop shop do Brasil de soluções para cidades inteligentes, um projeto do Ágora Tech Park. Como Living Lab, permite que empresas – desde startups até multinacionais – utilizem a infraestrutura do Perini Business Park, O maior parque empresarial multissetorial da América Latina, como campo de testes para tecnologias e iniciativas voltadas às cidades inteligentes. São 2,8 milhões de m², 15 quilômetros de ruas internas pavimentadas, com circulação diária de mais de 8 mil pessoas.

Como uma “cidade privada em ambiente controlado”, o parque é perfeito para desenvolver, validar, implantar e demonstrar soluções e programas para melhoria da qualidade de vida de quem mora nas cidades, permitindo que sejam realizadas simulações antes de levá-las para os ambientes públicos, que têm suas particularidades em termos de legislação e políticas a serem atendidas.

Sem inovação e parcerias para apoiar a rápida urbanização, as cidades do futuro não poderão dar suporte aos seus cidadãos, principalmente aos mais desassistidos e vulneráveis. E a geração e destinação do lixo, que pode ser reciclado e reaproveitado como matéria-prima, é um dos problemas que se agravam cada vez mais nas principais cidades. No entanto, o uso de dados, tecnologia e integração entre os atores da cadeia geram um grande potencial econômico para soluções inovadoras e melhoria da vida urbana.

É um movimento extremamente necessário para repensar a inovação e a sustentabilidade como coirmãs. Neste ecossistema integrado, as soluções e programas são desenvolvidos, testados, modificados e entregues ao mercado, ao poder público e à sociedade com velocidade e efetividade. Como mais uma iniciativa em teste no Perini City Lab, o Projeto Isopor® Amigo conta com a instalação de PEVs (pontos de entrega voluntária) para recolhimento e reciclagem do Isopor® no Ágora Tech Park, nas empresas e em espaços comuns do parque.

Jean Vogel, diretor executivo do Ágora Tech Park, reforça: “O projeto Isopor® Amigo vem compor o ecossistema de sustentabilidade do Perini City Lab e se une aos projetos de coleta de lixo seletivo e de lixo eletrônico que já acontecem no parque, reforçando toda a nossa preocupação, responsabilidade e comprometimento com o desenvolvimento sustentável.

O Perini Business Park e o Ágora Tech Park de primeira hora se prontificaram a sediar uma ação concreta para o Projeto Isopor® Amigo, disponibilizando a sua infraestrutura e o seu know-how, através da gestão do projeto efetuada pela Macnica DHW. Serão testadas a comunicação da campanha, o tamanho, formato e identidade visual dos PEVs, a mecânica do recolhimento e destinação do material.

No Perini City Lab poderemos responder a questões como “Funciona ou não funciona?” e “Onde estão as dificuldades e onde estamos acertando?”. A partir deste beta teste, o Projeto Isopor® Amigo poderá ser empacotado e escalado para além do ambiente controlado do Perini. A ideia é que, futuramente, seja ampliado para outras cidades e estados.”

(*) Albano Schmidt é Presidente da Termotécnica

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Conservadoras de frutas da Termotécnica são utilizadas na exportação de manga do Brasil para Europa

15/10/2020

Solução pós-colheita da Termotécnica mantém propriedades da fruta durante o longo transit-time e diminui custos com frete

Aumento do consumo de frutas em todo o mundo para reforçar a imunidade na pandemia; real desvalorizado; condições climáticas que permitem múltiplas safras no ano. Todos estes fatores estão contribuindo para o aumento nas exportações das frutas brasileiras, com destaque cada vez maior para a manga. De acordo com o Agrostat, sistema de estatísticas do Ministério da Agricultura (Mapa), em 2019 as vendas externas de frutas somaram 997 mil toneladas (alta de 16% em relação a 2018) e US$ 858 milhões em receita (aumento de 8,5%), com destaque para melão, manga, limão, banana e uva. Com os bons resultados, mesmo em meio à pandemia, as exportações brasileiras de frutas apresentam boas perspectivas e devem acelerar no segundo semestre, ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho, também entende que o Brasil pode ser favorecido tanto pela maior procura dos países mais desenvolvidos por alimentos saudáveis e ricos em vitaminas, quanto pela entressafra com o fim do verão nos países de clima temperado. “A gente produz manga e uva o ano inteiro. No Brasil, temos duas safras, enquanto os demais países de clima temperado não conseguem produzir fora da primavera e do verão”, analisa.

Atenta a este cenário, a Termotécnica vem ampliando sua atuação na venda de conservadoras para exportações de frutas. Cargas aéreas para exportação de manga estão sendo despachadas para Europa nas conservadoras DaColheita. De acordo com os traders, além de ser uma fruta bastante produzida, a manga brasileira é muito rentável para exportação pois tem um grande apelo no mercado internacional, principalmente da Europa.

Para atender ao exigente mercado europeu, os exportadores brasileiros de manga estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. De acordo com Nivaldo de Oliveira, diretor superintendente da Termotécnica, os produtores de manga para exportação buscam cuidados com o pós-colheita, além da excelência em todas as etapas de produção. Nesse sentido, a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (Ponto de Venda). “Pensando nessa qualidade, desde a produção da manga premium no campo até a mesa do consumidor, as soluções DaColheita têm sido um diferencial que agrega muito valor” afirma Nivaldo.

Segundo ele, os clientes relatam as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. No que se refere a manutenção da vida de prateleira ou shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas se desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. “O design diferenciado das nossas conservadoras também agrega valor visualmente nos pontos de venda e facilidades logísticas de movimentação e empilhamento, além de serem mais leves, o que garante diminuição no frete, principalmente no modal aéreo. Pensando na cadeia logística como um todo, é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, afirma o superintendente.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca FarmFresh no mercado internacional, a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. A companhia define o posicionamento como um grande “companheiro de viagens” para as frutas cultivadas pelos produtores brasileiros chegarem em perfeito estado a mercados exigentes como o europeu.

Segundo a Termoténica, nessa verdadeira corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo, garante a fabricante.

Segundo a Termotécnica, há vários benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais. Dependendo do tipo de fruta, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo, afirma a empresa.

A Termotécnica afirma que as soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação através da redução significativa de perdas nos embarques de longa distância e conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia. Além disso, garante a empresa, há menor desidratação da fruta.

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Termotécnica lança tecnologia com ação antimicrobiana para embalagens de Poliestireno expandido (EPS)

19/08/2020

Segundo a empresa, solução de biossegurança reduz o tempo e a carga de atividade viral nas embalagens em EPS fabricadas pela companhia para os segmentos de fármacos, agro, conservação de alimentos e embalagens e componentes para linhas branca, marrom e automotivo.

Atendendo às novas demandas do consumidor por biossegurança em tempos de pandemia por Covid-19, a Termotécnica lançou o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano com desenvolvimento inteiramente nacional. Segundo a Termoténica, o Safe Pack utiliza nanotecnologia patenteada para reduzir o tempo e a quantidade dos agentes virais e de bactérias nas embalagens em EPS produzidas pela companhia. “Acredito que é na crise que surgem as melhores oportunidades de inovar. Em uma pesquisa nacional com consumidores em março, 80% dos participantes relataram preocupação com a segurança dos alimentos. Vimos nessa mudança de comportamento dos consumidores diante deste ‘novo normal’, uma demanda importante e agregamos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado essa solução inovadora em tempo recorde”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Com o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano, a Termotécnica afirma ser a primeira empresa a realizar a aplicação desta formulação em embalagens de EPS. Segundo a empresa, a tecnologia fornece proteção por toda estrutura do EPS e, desta forma, inibe o crescimento e a permanência de vírus e bactérias. O aditivo integrado ao Safe Pack foi desenvolvido pela catarinense TNS, de Florianópolis.

O objetivo é oferecer uma atividade antiviral em uma ação conjunta contra vírus envelopados que podem causar doenças como hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), influenza A (H1N1), ebola e herpes (HSV). Sua eficácia foi comprovada em testes realizados em laboratórios independentes com laudos que apresentam a redução da atividade viral, de acordo com a norma internacional ISO 21702:2019, e antibacteriana conforme JIS Z 2801:2000, assegura a Termotécnica.

De acordo com a emprsa, as suas embalagens em EPS com nanotecnologia Safe Pack contribuem para reduzir o risco e a velocidade de contaminação e transmissão destes inimigos invisíveis, proporcionando mais segurança aos produtos acondicionados. Isso porque os vírus tendem, de forma geral, a permanecer na superfície onde tenham contato, afirma o fabricante.

Para o seu desenvolvimento, a Termotécnica partiu da idéia de como atender à demanda e adequar-se aoo novo comportamento dos consumidores, que buscam por maior segurança e higiene ao adquirir alimentos, refeições e medicamentos, entre outros produtos. Em pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Saúde da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, os vestígios de vírus do tipo envelopado permaneceram por até 72 horas em superfícies plásticas, por exemplo. Então, como oferecer embalagens que auxiliem na prevenção da transmissão desses vírus e bactérias de forma rápida e eficaz ? Essa foi a premissa para a inovação do Safe Pack.

De acordo com os testes realizados pelo laboratório Núcleo Vitro e pelo laboratório de virologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), seguindo a norma internacional ISO 21702:2019, a nanotecnologia inovadora do Safe Pack proporciona desativação de até 99% dos herpes vírus simples humano (HSV-1) e de 90% dos coronavírus da cepa VR-809, gênero alfacoronavírus (pertencente à mesma família dos vírus SARS-CoV-1, Sars-CoV-2 e MERS), além de até 99,9% de eficácia antibacteriana, informa a Termotécnica. Além disso, segundo a empresa, a tecnologia Safe Pack auxilia ainda na inibição e replicação de bactérias que também funcionam como hospedeiros para vírus (bacteriófagos).

Desta forma, afirma a Termotécnica, se uma pessoa contaminada manipular ou espirrar sobre uma embalagem em EPS Safe Pack, ao invés dos vírus permanecerem por dias sobre a superfície, eles podem ser reprimidos em um curto espaço de tempo. Vale ressaltar que esses conclusões foram alcançadas em experimentos conduzidos apenas com os tipos de vírus testados pelo laboratório da UFSC, já mencionados. Os mesmos testes confirmaram a eficácia do nível de proteção antiviral após 60 dias da fabricação das embalagens. “Pensando em toda a cadeia de produção, transporte, armazenamento e consumo de alimentos, vacinas e até das embalagens de eletrodomésticos que são entregues nas casas das pessoas, essa ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano tem inúmeras e importantes aplicações no mercado”, afirma Albano Schmidt.

As embalagens em EPS da Termotécnica com a ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano atendem as normas brasileiras de qualidade e podem ter aplicações diversas, com o objetivo de aumentar a segurança das embalagens.

Setor de fármacos

Por já atuar fortemente no segmento Fármaco com as conservadoras térmicas para armazenar e transportar materiais e medicamentos, esta área deve se beneficiar desta nova tecnologia. Atuando no mercado Fármaco há mais de 20 anos, a Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, com conservadoras térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

A empresa possui um portfólio para esse mercado contando com cerca de 30 itens, com capacidades que variam de 0,5 a 170 litros, contemplando caixas para transporte de ampolas, amostras de sangue, vacinas e até órgãos para transplantes. São térmicas, inertes e resistentes à umidade, proporcionando higiene e garantindo os prazos de validade dos produtos fármacos acondicionados.

Agronegócio

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compras de uma só vez. As soluções de conservadoras em EPS mantêm uma atmosfera propícia para prolongar a vida útil das FLVs (frutas, legumes e verduras), mantendo o seu frescor e qualidade do campo à mesa do consumidor. Segundo a Termotécnica, a ação do Safe Pack, aliada às propriedades das suas conservadoras DaColheita, permite que estes produtos frescos permaneçam mais protegidos de vírus e bactérias.

A empresa afirma que a formulação exclusiva das suas conservadoras DaColheita atrasa efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibindo a decomposição microbiana e preservando a qualidade e o valor nutricional das FLVs embaladas. Desta forma, o prazo de consumo é ampliado, evitando-se ainda o desperdício de alimentos. Por isso, são amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

De acordo com a Termotécnica, as embalagens em EPS podem estender a vida de prateleira de produtos frescos em até 30%, ajudando a enfrentar questões logísticas. A linha da Termotécnica conta com mais de 20 itens no portfólio, com capacidade entre 1 quilo a 16 quilos, com conservadoras para diversos tipos de frutas, legumes e verduras.

Conservação de Alimentos

Com a segurança sanitária no topo das prioridades dos consumidores em tempos de pandemia, as embalagens em EPS com ação antimicrobiana podem garantir mais higiene no transporte e armazenamento de alimentos, como os pescados, afirma a Termotécnica. Os alimentos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

As conservadoras em EPS da Termotécnica permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Isso representa também dias a mais com os alimentos saudáveis e frescos nas gôndolas.

Embalagens e Componentes

A maior parte dos produtos industrializados que chegam à casa dos consumidores, principalmente os mais frágeis e de alto valor agregado, como louças, bebidas finas e eletrodomésticos, está protegida por uma embalagem ou berço de EPS. Com a agregação da nanotecnologia Safe Pack, o consumidor terá maior segurança de que estas embalagens auxiliam no combate de vírus e bactérias, assegura a Termotécnica.

Para o segmento de embalagens e componentes que atendem à Linha Branca, Linha Marrom, Automotivo e Embalagens Especiais, a Termotécnica desenvolveu o conceito iPack – tecnologia patenteada –, que apresenta uma solução inovadora. A partir de um trabalho junto aos fabricantes, há a possibilidade de embalar vários produtos e modelos com apenas um molde. Isso acontece por que as embalagens iPack são projetadas para serem flexíveis, adaptando-se a vários itens de uma mesma linha.

Em relação às questões logísticas, as embalagens e componentes em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o material é one-way e pode ser 100% reciclado no pós-consumo. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

A Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). O EPS é formado por 98% de ar e é 100% reciclável. Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que, após o uso e reciclagem, foram usados como matéria-prima para outras aplicações. A Termotécnica afirma que o desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Primeiro lote de exportação de uvas de cooperativa paulista para Hong Kong é acondicionado em conservadoras da Termotécnica

03/02/2020

A Termotécnica vem estreitando parceria com a Cooperativa Agroindustrial APPC, que representa um grupo de produtores rurais de Pilar do Sul (SP). Formada, em sua maioria, por descendentes de imigrantes japoneses –, a APPC tem como foco a produção de frutas diferenciadas e de alto padrão, entre elas uvas, atemoias, tangores (um tipo de tangerina), ameixas, nêsperas, pêssegos e lichias.

O carro-chefe da APPC é a Pilar Moscato, uva gourmet que é marca registrada da Cooperativa. No primeiro lote de exportação desta uva para Hong Kong, realizada agora em janeiro de 2020, as frutas de qualidade premium viajaram acondicionadas nas conservadoras DaColheita fabricadas pela Termotécnica.

Segundo a empresa, as conservadoras DaColheita permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Na corrida contra o tempo,que acontece no trajeto entre o produtor e o consumidor, as soluções DaColheita ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, afirma a Termotécnica, que também garante que a embalagem mantém as propriedades nutricionais e as condições ideais para frutas e hortaliças preservarem sua integridade, qualidade nutricional e frescor por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, ao proteger contra trocas bruscas de temperatura, as conservadoras DaColheita contribuem para reduzir podridões e conservar o peso e o aspecto de frescor das frutas.

Como consequência, assegura a empresa, essas características aumentam o valor agregado com a percepção de fruta de qualidade superior, ao meesmo tempo em que promovem aumento do giro das mercadorias, o fortalecimento da marca do produtor com identidade visual e associação à qualidade.

A Termotécnica afirma que as soluções DaColheita também abrem um leque de oportunidades para ofertar o produto em outros períodos além da safra.

A parceria entre a Termotécnica e a Cooperativa Agroindustrial APPC foi destacada na 2ª Cerimônia de Início de Safra da Uva Pilar Moscato, que ocorreu no último sábado, 25 de janeiro, na Associação Cultural e Desportiva de Pilar do Sul (KAIKAN).

“Temos um grande ativo de proximidade e reconhecimento da marca DaColheita para FLV junto a toda a cadeia, desde os produtores no campo, o canal de distribuição e o varejo de hortifrútis especializado. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para todas as culturas de produtos frescos”, afirma o coordenador Comercial/Região Sudeste da Termotécnica, Pedro Scatena.

O diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira, reforça: “somos reconhecidos pelos agricultores por não apenas fornecer o produto, mas introduzir novas tecnologias e soluções e um novo modelo de negócios para agregar valor à produção de hortifrutis brasileiros. Essa visão de que somos protagonistas no desenvolvimento de ações inovadoras neste mercado com soluções de pós-colheita tem sido extremamente positiva para nossa marca e para a credibilidade do nosso trabalho”.

Sustentabilidade

As soluções DaColheita reforçam o compromisso da Termotécnica com a economia circular, desenvolvendo soluções de embalagens sustentáveis. O EPS (isopor), usado na fabricação das embalagens DaColheita, é um material 100% reciclável formado por 98% de ar, não utilizando CFC e HCFC e por isso não gerando danos à camada de ozônio. Por ser inerte, não prolifera fungos e bactérias. O seu processo requer baixa utilização de recursos naturais como água e energia, não contamina e não gera riscos à saúde e ao meio ambiente.

Desde 2007, a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – ou seja, 1/3 de todo o material consumido no país. Além da parceria próxima com os produtores e agentes de toda a cadeia logística, a Termotécnica amplia também o trabalho com os varejistas para aderirem ao Reciclar EPS e disponibilizarem ao consumidor final pontos de recolhimento para reciclagem deste material.

Aos 58 anos, a Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina e produz desde soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas até itens para Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Pirabeiraba (SC).

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Chevron Phillips em negociação para comprar a canadense Nova Chemicals – Reuters

23/06/2019

A Chevron Phillips Chemical Corp está considerando fazer uma oferta de U$ 15 bilhões pela Nova Chemicals, empresa com sede em Calgary (Canada). A oferta inclui a dívida da Nova.

A joint venture entre a Phillips 66 e a Chevron Corp, sediada em Woodlands (Texas, EUA), que já é uma grande empresa petroquímica global, pode se expandir mais ainda com a aquisição da Nova Chemicals.

Fontes não identificadas disseram à Reuters na quinta-feira (20/06) que a Chevron Phillips já fez a proposta, mas há a possibilidade de outro comprador ainda surgir. O dono da Nova Chemical, o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Investment Co., vem tentando vender a petroquímica desde o início do ano, mas não há nenhuma certeza de que irá aceitar a proposta da Chevron Philiphs Chemical. A Mubadala também pode decidir manter uma participação na Nova Chemicals, acrescentou uma das fontes.

Tanto a Chevron Phillips Chemical Co. como a Nova Chemicals não confirmaram as informações.

Fundada em 1954, a Nova Chemicals relatou um Ebitda de U$ 271 milhões no primeiro trimestre de 2019, abaixo dos U$ 418 milhões registrados no mesmo período de 2018, de acordo com dados do site da empresa.

A Nova Chemicals tem 2.900 funcionários globalmente e fabrica polietileno e etileno. Produz também poliestireno expandido usado na construção, em embalagens, copos e recipientes, manuseio de materiais, segurança e outras aplicações.

Se o negócio se concretizar, pode fazer da Chevron Phillips a terceira maior produtora de polietileno da América do Norte, logo após a Exxon Mobil Chemical Company e a Dow Chemical Company, disse Ashish Chitalia, analista da área química da firma de pesquisa Wood Mackenzie. A aquisição também significará que a Chevron Phillips se tornará a maior produtora de polietileno de alta densidade na América do Norte, seguida pela LyondellBasell, acrescentou Chitalia.

Uma das variáveis a serem levadas em conta na transação é o fato de que há expectativas de que haja excesso de oferta de polietileno nos próximos três anos. Além disso, a indústria petroquímica está lutando com os impactos da guerra comercial EUA-China, que pode reduzir os preços e prejudicar o crescimento nos EUA.

O governo de Abu Dhabi adquiriu a Nova Chemicals em 2009 por U$ 500 milhões, evitando que a empresa se submetesse a uma reestruturação financeira, em virtude da sua alta dívida na época. Desde então, os negócios da Nova cresceram rapidamente, como resultado da expansão vertiginosa das atividades de shale gas na América do Norte.

No ano passado, a Dow venceu uma ação judicial de US $ 1 bilhão contra a Nova em uma disputa relacionada a um cracker de etileno em Alberta.

No início deste ano, a joint venture da Nova com a Borealis AG, sediada em Viena, chamada Novealis, iniciou a construção de uma unidade de 625.000 toneladas métricas de Polietileno, em Pasadena, Texas, em parceria com a petrolífera francesa Total SA. A unidade pertence a uma joint venture Total-Novealis denominada Bayport Polymers LCC e deve iniciar operações em 2021.

Outros grandes projetos incluem um cracker e uma expansão de polietileno em Sarnia, Ontário, com previsão de partida para o quarto trimestre de 2021 e um recente projeto de flexibilização de matérias-primas em Sarnia.

Fundada no ano 2000, a Chevron Philips Chemical tem instalações fabris nos Estados Unidos, Cingapura, Arábia Saudita, Catar e Bélgica. O faturamento total da empresa foi U$ 12 bi no ano passado, de acordo com seu site.

Fonte: Reuters, Calgary Herald, Chron

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Solução contra o desperdício de alimentos leva DaColheita à final do Prêmio ABRE de Embalagem

26/09/2018

Contribuir para a redução do desperdício de alimentos em toda a cadeia logística, do produtor ao consumidor final. Essa é a proposta da Termotécnica ao desenvolver soluções para o agronegócio, por meio de sua linha de conservadoras DaColheita para frutas, legumes e verduras (FLVs) produzidas em EPS (isopor®). Um dos lançamentos da linha, a Conservadora para Cumbucas Vazada, que teve patente concedida para a empresa, é finalista do Prêmio ABRE 2018, da Associação Brasileira de Embalagem, na categoria Especial Save Food.

Segundo a Termotécnica, a Conservadora para Cumbucas Vazada tem como um de seus diferenciais a conservação térmica, que proporciona a manutenção da temperatura, da umidade e da higiene. Desta maneira, há ampliação no tempo de vida e na qualidade, além da preservação de boa parte dos nutrientes e do peso dos alimentos, afirma a empresa. É uma embalagem versátil que tem seu design projetado para atuar como embalagem de transporte e expositora, sendo também 100% reciclável. Por ser leve, há também a redução do consumo de combustível e do custo com o frete, garante o fabricante.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, destaca que a empresa integra o Save Food, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e, em conformidade com as ações deste grupo, há uma constantemente busca por soluções para a redução do desperdício de alimentos. Ele conta que, para isso, dispõe de uma equipe dedicada de engenheiros e especialistas de mercado. “Precisamos unir forças para reduzir o volume absurdo de alimentos que são desperdiçados em todo o mundo”, detalha.

Diferenciais do EPS

Em relação ao papelão, há uma série de benefícios quando o produtor utiliza o EPS. O resultado mais impactante é o aumento da vida de prateleira. Segundo a Termotécnica, ao se conservar as frutas em EPS, a vida de prateleira é ampliada em 45 dias nas câmaras e 20% nas gôndolas, proporcionando mais 40% de vitamina C. A perda da água da fruta é 50% menor. Além disso, testes indicam que há a redução da perda de peso da fruta após simulação de vibração, que ficou pela metade.

A tecnologia do EPS oferece alto grau de isolamento térmico e absorção de impactos. Seu design permite melhor conservação e proteção das frutas.

Mais uma finalista

Além da Conservadora para Cumbucas de Frutas Vazada, a Termotécnica também é finalista no Prêmio ABRE 2018 com a conservadora modular para maçãs, na categoria Design Estrutural e Funcionalidade. A cerimonia de premiação acontecerá no próximo dia 27, em São Paulo (SP).

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.  Com matriz em Joinville (SC), possui unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Termotécnica participa de feira na Espanha para promover soluções em EPS para acondicionamento de frutas

21/09/2018

Brasil deve exportar U$ 920 milhões em 2018 e empresa catarinense está explorando as oportunidades

Alimentar-se de forma saudável, ingerindo cada vez mais produtos naturais é uma tendência que vem se fortalecendo em todo o mundo. Fornecedores brasileiros de frutas e hortaliças, além dos elos desta cadeia de abastecimento, têm aí uma oportunidade de crescimento.

O Brasil se apresenta como um grande fornecedor, graças à diversidade de solo e clima. A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) divulgou que em 2018 as exportações brasileiras de frutas devem somar US$ 920 milhões e, em 2019, este número deve crescer para US$ 1 bilhão. É um mercado expressivo, mas que exige a entrega de produtos de alta qualidade, em perfeitas condições de transporte, armazenamento e – de preferência – produzidos de forma ética e sustentável.

Produtores brasileiros exportam seus produtos na conservadora DaColheita

Atenta a essas oportunidades, a Termotécnica contratou especialistas para conhecer o mercado e otimizar seus produtos para atender às demandas do mercado internacional. A empresa fortalece sua linha de agronegócio com a solução DaColheita, uma conservadora que exerce papel fundamental ao acondicionar e transportar frutas, verduras e legumes (FLVs). Segundo a empresa, por ser produzida em EPS (isopor®), ela amplia o shelf life, proporciona menor perda de peso pela desidratação e mantém o teor vitamínico das FLVs por mais tempo – benefícios que contribuem para exportação.

No primeiro semestre de 2018, a Termotécnica participou como expositora na Fruit Logística, na Alemanha, maior feira mundial no setor hortifrutícola. Em outubro, entre os dias 23 e 25, apresentará sua linha de agronegócio junto ao exportador brasileiro na Fruit Attraction, em Madrid, na Espanha. “Nosso objetivo na Fruit Attraction é destacar para o importador os benefícios da linha DaColheita. Estaremos junto do produtor brasileiro e, desta maneira, apresentaremos os diferenciais de transportar para o país destino as FLVs acondicionadas em EPS”, reforça Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

Conservadoras e Pallets

As conservadoras DaColheita contam com modelos específicos que acomodam diferentes tipos de culturas, tais como uvas, figos, mangas, frutas de caroço, mamão, entre outros. Integradas à base de movimentação logística Upally, também fabricada em EPS pela empresa, as conservadoras DaColheita possibilitam a redução de aproximadamente 30% do custo de frete aéreo, diferencial que agrega valor aos produtos exportados, afirma a Termotécnica. Nivaldo Fernandes de Oliveira, diretor Superintendente da empresa, enaltece o fato de que a conservação térmica, característica do EPS, faz com que as embalagens DaColheita mantenham as FLVs com ótima qualidade e reduzam de forma significativa o desperdício de alimentos.

Save Food Iniciative

Com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento de produtos e debater alternativas para reduzir o desperdício e as perdas de alimentos em toda a cadeia logística, do produtor ao consumidor final, a Termotécnica faz parte do Save Food, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“O Brasil e o mundo desperdiçam uma quantidade absurda de alimentos, quase 1/3 do que é produzido. Precisamos criar consciência e unir forças para reduzir este número.”, argumenta Albano Schmidt, presidente da Termotécnica. Ele acrescenta que constantemente a empresa realiza uma série de pesquisas para o desenvolvimento de conservadores eficazes que possam garantir a redução do desperdício de alimentos em todas as etapas da cadeia logística, desde o produtor até a mesa do consumidor final.

A FAO atua como um fórum neutro e conta com a participação de 191 países. A Organização trabalha no combate à fome e à pobreza, promove o desenvolvimento agrícola, a melhoria da nutrição, a busca da segurança alimentar e o acesso de todas as pessoas aos alimentos necessários para uma vida saudável.

Isopor® é 100% Reciclável

O EPS, popularmente conhecido como isopor®, é um plástico 100% reciclável que tem em sua composição 98% de ar. Em 2007, a Termotécnica iniciou o Programa Reciclar EPS, que, segundo a empresa, já deu um destino correto a mais de 40 mil toneladas de EPS. Representativo, esse número equivale a 1/3 de todo o EPS reciclado no Brasil neste período.

O Programa gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de 5 mil famílias. Após reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

Onde reciclar o EPS

A Termotécnica disponibiliza o site http://www.reciclareps.copm.br para que empresas e comunidades possam localizar o ponto mais próximo de recebimento de EPS para reciclagem. Para fortalecer o conceito da reciclabilidade do EPS, a Termotécnica é integrante da Global Packaging Alliance, parceria que reúne os principais fabricantes de EPS do mundo para troca de tecnologias e soluções em reciclagem. São mais de 30 países – como Alemanha, Reino Unido, Espanha, Holanda, Portugal e França – que participam deste Acordo Internacional para Reciclagem.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócio, Conservação, Cadeia de Frio, Construção Civil e Movimentação de Cargas. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

Missão de empresários do setor plástico do Rio de Janeiro e Alagoas visitam Termotécnica

21/08/2018

Uma comitiva formada por 20 profissionais, entre empresários, gestores e lideranças do setor plástico, integrantes da FIRJAN – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro; do SIMPERJ – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro; e SINPLAST-AL – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Alagoas, realizaram uma visita à Termotécnica.

O objetivo do grupo, que veio à cidade para participar da Interplast, foi compartilhar conhecimento e boas práticas nas áreas de inovação, gestão e sustentabilidade, além de fazer prospecção de oportunidades e negócios. Eles foram acompanhados pelo presidente da empresa, Albano Schmidt, e pela diretora de Operações, Regina Zimmermann.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Uso do EPS na produção sustentável de Flores, Frutas, Legumes e Verduras no Brasil

01/05/2018

Artigo de: Andrés da Silva (*)

Em todas as agendas de produtores, varejo e fornecedores de insumos para agricultura, a palavra sustentabilidade aparece em destaque. Existe, hoje,uma real demanda em se oferecer produtos com a imagem de segurança alimentar e de responsabilidade ambiental. Ainda que para a maioria dos consumidores a definição do termo sustentabilidade seja distorcida por campanhas de marketing, precisamos pensar em sustentabilidade – não somente ambiental, mas também social e econômica.

Segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, unir desenvolvimento econômico e conservação ambiental é praticar o desenvolvimento sustentável, ou seja, suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer as necessidades das gerações futuras.Os americanos chamam Sustainability e os franceses de Dévélopment Durable. Em ambos os casos, a noção de “desenvolvimento” é intrínseca à sustentabilidade, ou seja, o uso de técnicas que permitam o aprimoramento da produção, da produtividade e da qualidade, levando em conta os fatores de mitigação ambiental e social e desenvolvimento econômico de toda a cadeia.

Mas, para os produtores, a demanda do mercado por sustentabilidade se traduz em investimentos necessários, tais como certificações, análises de laboratórios, laudos, treinamentos, equipamentos, rastreabilidade e a contratação de consultores e ou mão de obra especializada. Estes investimentos são importantes, mas podem descapitalizar o produtor rapidamente sem trazer um retorno imediato. Outras vezes, o termo sustentabilidade é utilizado como simples ferramenta de marketing. As famosas apelações “sem agrotóxico”, “ecológico”, “sem resíduos” e “natural”confundem o consumidor.

O setor de flores, frutas, legumes e verduras (FFLV) representa uma parte importante do PIB brasileiro e emprega milhares de pessoas. No entanto, os produtos no Brasil são caros e de baixa qualidade, se comparados com os de países mais desenvolvidos. O baixo consumo médio percapita de FFLV (a metade do que consome um americano) comprova esta realidade, onde o acesso é “insustentável” para o bolso da maioria. O brasileiro consome em média a metade de hortaliças de um norte americano, a terça parte de um europeu e um quarto de um asiático.

O cultivo de FFLV em estufas agrícolas é uma das soluções mais modernas e seguras em termos de produção sustentável, pois reúne alta produtividade e baixo impacto ambiental. O aumento da produtividade é de até 10 vezes, quando comparada com o campo aberto. A redução do consumo de água, insumos e defensivos fazem desta tecnologia a solução para o futuro da agricultura, seja ela convencional ou orgânica. Para que esses resultados sejam alcançados, é necessário um investimento em tecnologias, sistemas de controle de clima, de irrigação e de nutrição, além de um manejo rigoroso.

Base Substrato – Tomate

Na hidroponia, as plantas são cultivadas em sistemas fechados, onde se reduz a perda de agua e de fertilizantes (lixiviação e volatização), evitando assim a salinização dos solos e a contaminação dos lençóis freáticos.

Em 2017, a Termotécnica lançou a Base Universal para Substrato DaColheita (BUS), que visa contribuir para a sustentabilidade do agronegócio. A BUS é uma peça moldada em EPS, de alta densidade, que pode ser utilizada como suporte para vasos, slabs e substrato a granel para a produção hidropônica. É modular, de fácil montagem e possui um sistema de coleta de solução drenada integrada. Com a BUS, a produção de morango em estufas, por exemplo, pode ser feita facilmente em bancadas elevadas, o que melhora a ergonomia e a qualidade das frutas, pois elas não ficam em contato com o solo. Além disso, a recuperação da solução nutritiva permite uma economia de fertilizantes e uma redução da umidade do solo, que gera menor manutenção e incidência de doenças. Uma verdadeira revolução em comparação ao cultivo tradicional em campo aberto.

Para o agronegócio, a Termotécnica também produz bandejas de mudas, embalagens para frutas e verduras e colmeias para a apicultura. E, há mais de 10 anos, a empresa exerce um papel muito importante no esclarecimento, estímulo e reciclagem do isopor®.

(*) Andrés da Silva (foto)
Eng. Agrícola, M.Sc.
EACEA – Soluções em Cultivo Protegido/ Termotécnica

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Termotécnica recicla mais de 35 mil toneladas de isopor® em 10 anos

30/11/2017

Ponto de coleta de EPS em Joinville (SC)

Esclarecer que o isopor® pode ser 100% reciclado é um dos maiores desafios do Programa, que se iniciou em 2007

O Programa Reciclar EPS já deu um destino correto a mais de 35 mil toneladas de pós-consumo de EPS – material popularmente conhecido como isopor®. Representativo, o número equivale a 1/3 de todo o isopor® que foi reciclado no Brasil desde 2007, quando o programa foi iniciado. O Reciclar EPS gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de 5 mil famílias.

Isopor é 100% Reciclável

Compreendendo 98% de ar, o  isopor® (ou EPS) possui o material plástico Poliestireno na sua composição e pode ser 100% reciclável.

O Programa Reciclar EPS nasceu em 2007, de forma pioneira, antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). A Termotécnica investiu no desenvolvimento de uma ampla cadeia de logística reversa, o que foi um desafio substancial, pelo fato de ser um material extremamente leve (98% de seu volume é composto por ar).

Com investimentos na ordem de R$15 milhões a empresa instalou unidades próprias de reciclagem nas cidades onde possui filiais: Manaus (AM), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR), Joinville (SC) e Petrolina (PE).

Após reciclado, o isopor® pode ser utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, corpo de caneta, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

Atendimento a estudantes

O Programa Reciclar EPS também pretende conscientizar as próximas gerações por meio de palestras para crianças sobre a reciclagem do isopor®. Com frequência, grupos escolares visitam a unidade de reciclagem da Termotécnica para aprender.

Portal online indica o ponto de entrega mais próximo

Com o objetivo de fortalecer a divulgação do Programa, a Termotécnica disponibiliza o Portal Reciclar EPS: www.reciclareps.com.br.  Para verificar onde está o ponto de entrega mais próximo, é só acessar o portal. Ao clicar no link “Onde reciclar”, o site identifica e direciona o ponto mais próximo de recolhimento de EPS para reciclagem.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócios, Conservação e Movimentação de Cargas. Aos 56 anos, tem matriz em Joinville (SC) e possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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Termotécnica lança linha Monoforte para fechamento de galpões

18/03/2017

Sistema construtivo feito em EPS (isopor®) inclui nova linha, voltada para obras comerciais e industriais

Engajados no fortalecimento do mercado da construção civil em EPS, a Termotécnica apresenta um novo produto na linha Monoforte, que realiza o fechamento de galpões em obras comerciais e industriais. Os painéis, já utilizados em obras residenciais e de edifícios, passaram por uma série de ajustes com o objetivo de viabilizar o atendimento desse mercado com custos competitivos e eficácia, afirma a Termotécnica.

Reforço na equipe comercial

Para reforçar a atuação comercial do Sistema Construtivo Monoforte, a Termotécnica contratou novos representantes comerciais que atuarão nos mercados do Sul e Sudeste, especialmente focalizados em obras comerciais e industriais. Recentemente, a Termotécnica reuniu essa equipe para dois dias de treinamento, na sede da empresa, em Joinville (SC), com o objetivo de alinhar o conhecimento desses profissionais aos princípios e valores da Termotécnica.

O Sistema Construtivo Monoforte em EPS corresponde a paredes feitas de painéis monolíticos de concreto armado com isolamento térmico que podem substituir a alvenaria estrutural ou de vedação. As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica do Monoforte são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente, rápido e econômico. O sistema permite que todo o processo construtivo seja otimizado, com a redução no tempo de execução e na mão de obra necessária que, dependendo do projeto, pode ser superior a 30%. A facilidade se estende ao transporte e manuseio do material, que é leve e compacto, afirma a Termotécnica. Além disso, o isolamento térmico e acústico é outro diferencial do Sistema Monoforte, segundo o fabricante.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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