Posts Tagged ‘Isolamento Térmico’

Dow apresenta soluções em poliuretano durante a Feipur 2018

30/10/2018

– Sob o conceito “Transforme a Sensação”, companhia aposta em tecnologias voltadas para colchões, calçados, infraestrutura, construção civil e automóveis
– Diretamente do evento, Maurício Arruda, arquiteto, designer e apresentador, fará uma live no Facebook da Dow mostrando as principais opções do mercado para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas

A Dow, uma das empresas líderes globais no fornecimento de soluções de poliuretano (PU), exibirá seu portfólio para espumas rígidas e flexíveis durante a Feipur 2018. A companhia apresenta sua completa linha de tecnologias dividida nas plataformas ComfortScience, InsulationScience, DurableScience e Mobility. Sob o conceito “Transforme a sensação”, pretende mostrar a versatilidade do material em aplicações que promovem conforto, bem-estar, segurança, eficiência energética, inovação e sustentabilidade para diferentes setores.

Sendo uma companhia integrada na produção de poliol na América Latina, a Dow afirma ter o compromisso de entregar aos clientes soluções customizadas em poliuretanos que atendam às necessidades mais específicas de cada mercado. “Temos vivido uma grande transformação na Dow que nos permite entender melhor os desafios da cadeia de valor e as demandas dos nossos parceiros para oferecer produtos mais inovadores e sustentáveis. Dessa forma, conseguimos contribuir para que eles desenvolvam produtos finais de melhor qualidade e alto valor agregado, tornando a experiência dos consumidores mais agradável, simples e positiva”, ressalta Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretano da Dow na América Latina.

Destaques na Feipur

Em InsulationScience, o foco da Dow são as tecnologias de poliuretano para melhorar a eficiência energética na cadeia do frio e garantir o conforto térmico nas construções. Durante o evento, os destaques são os painéis sanduiche, desenvolvidos com espumas rígidas de Poliuretano (PUR) /Poliisocianurato (PIR) sob as linhas Voracor™ e Voratherm™. “Este é um novo modelo construtivo que acompanha as tendências do país. A região latino-americana está em busca de opções mais inteligentes e sustentáveis, com uma série de benefícios quando comparados à construção convencional, como por exemplo leveza, menor geração de resíduos, aumento de produtividade e redução dos gastos com a conta de energia e ar condicionado” reforça Machado.

Em ComfortScience, a Dow apresenta diversas opções em espuma flexíveis para colchões, travesseiros, mobiliários e calçados que, segundo a empresa, proporcionam mais conforto para o consumidor. Muitas vezes, esse atributo é um conceito subjetivo para as pessoas, mas a companhia identificou três dimensões para explicá-lo cientificamente: Ergonomia, Microclima e Sensorial. Ao configurar essas qualidades de acordo com as especificações de cada cliente, é possível responder a diferentes necessidades e adaptar o produto para oferecer a experiência mais confortável possível. O portfólio de especialidades e a expertise técnica da empresa possibilita customizar as propriedades de cada tipo de espuma, permitindo, inclusive, o desenvolvimento de colchões com mais inovação, como os colchões em caixa – tendência mundial já mais consolidada nos Estados Unidos e Europa, que chega à América Latina.

A plataforma de DurableScience, especializada em soluções industriais de alto desempenho e durabilidade para aplicações em compósitos, revestimentos, elastômeros, adesivos e selantes, promove na Feipur os aglutinantes de borracha para superfícies de pistas de esporte e lazer. “Os polímeros da linha VoramerTM são fáceis de aplicar, têm propriedades de coesão superiores e podem ser combinados com pneus usados, ajudando na economia circular desse material e combatendo um problema grave de resíduos sólidos”, relata o executivo. Além disso, segundo a Dow, o VoramerTM permite a fabricação de pisos com maior absorção de impacto e propriedades antiderrapantes que atendam as normas técnicas de segurança (ABNT NBR 16071-3) e as exigências de qualidade e segurança do Instituto Nacional de Avaliação da Conformidade em Produtos (INNAC).

Por fim, a plataforma de Mobility, fornecedora de soluções para o mercado de automóveis, destaca possibilidades que, segundo a Dow, melhoram a performance dos veículos, trazendo conforto ergonômico, isolamento acústico, durabilidade, segurança e peso – o que contribui para redução dos gastos com combustível. Sob a linha SpecflexTM, a Dow oferece opções em poliuretano para assentos, encostos de cabeça e aplicações sob o capô e que promovem baixas emissões de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como compostos orgânicos voláteis (COV) e aldeídos.

As tecnologias das plataformas de negócios mencionadas acima, bem como mais informações sobre o portfólio da Dow e tendências em poliuretanos, podem ser conferidas na Mundo PU, um portal de conteúdo online que reúne as principais novidades, soluções e aplicações do setor para clientes, profissionais, acadêmicos e estudantes.

Live no Facebook

Em 06 de novembro, às 16h30, a Dow promove um encontro de clientes com o arquiteto, designer e apresentador Maurício Arruda. Ele fará uma transmissão ao vivo no Facebook diretamente do estande da companhia, mostrando as principais opções para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas. Para acompanhar, acesse a página “Dow e Maurício Arruda na Feipur 2018”.

Palestras técnicas

– Soluções versáteis e inovadoras que minimizam o impacto do aquecimento global garantem desempenho superior, além de seguirem as regulamentações e as tendências do mercado
Palestrante: Renan Mendoza, especialista técnico
Data: 06 de novembro, às 13h40

– Tecnologias inovadoras que minimizam as emissões de carbono nos automóveis
Palestrante: André Ritter, especialista técnico
Data: 07 de novembro, às 13h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Braskem apresenta nova aplicação do plástico para proteção e isolamento térmico de tubovias

07/02/2018

A Braskem começa a testar uma nova aplicação do plástico para a indústria. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a empresa passou a utilizar, em um projeto-piloto, jaquetas de isolamento térmico feitas em plástico para proteção de uma linha isolada de vapor, em substituição a chapas metálicas.

Segundo a empresa, o material plástico apresenta vantagens em relação a outros revestimentos utilizados, tais como vida útil maior e grande resiliência mecânica, ou seja, tem alta capacidade de voltar ao seu estado normal depois de ser submetido a uma situação de esforço. Além disso, as jaquetas de poliolefinas podem ser reutilizadas quando houver necessidade de realizar manutenção nas linhas.

De acordo com a Braskem, o trabalho aponta para ganhos de longo prazo e de performance técnica, com redução de custos de investimento e operação, a depender do elemento de isolamento térmico, dimensões e temperatura da linha. “Com essa tecnologia, demonstramos mais uma vez nosso foco em promover soluções plásticas que promovam ganhos de competitividade para indústria brasileira, com redução de custos de manutenção e aumento da confiabilidade do sistema operacional”, afirma Rodrigo Galvez, da área de Desenvolvimento de Mercado da companhia.

A tecnologia já é conhecida na Europa e foi adaptada para a indústria nacional pela área de desenvolvimento de mercado da Braskem, em parceria com a Röchling Plásticos de Engenharia do Brasil, a UCA Engineering Plastics e a Priner, empresa de serviços industriais responsável pela instalação das jaquetas de isolamento térmico.

“Os conceitos que o grupo Röchling tem como pilares – competência, qualidade e inovação – nos fizeram buscar essa parceria com a UCA e com a Braskem, empresas líderes de mercado com propósitos similares aos de nosso grupo. Esse projeto tem grande importância no mercado e quebra o paradigma, dentro até mesmo da própria Braskem, de que não é possível substituir o aço ou o alumínio em aplicações industriais sem comprometer o desempenho”, afirma Rodrigo Maldonado, gerente de Vendas da Röchling Plásticos de Engenharia do Brasil.

Fonte: Braskem

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Dow lança plataforma digital com conteúdo sobre poliuretanos

15/09/2017

Canal da empresa terá informações específicas, tecnologias e inovações para os setores calçadista, de colchões, construção civil e cadeia do frio

A Dow acaba de lançar nova plataforma de conteúdo online (foto) para apresentar suas soluções de poliuretanos e reunir informações sobre tendências e mercados que utilizam o material para seus produtos, em especial os setores moveleiro, calçadista, construção civil e refrigeração. A Mundo PU.com tem como objetivo ser um ponto confiável de informações para clientes, profissionais dos setores-foco, academia e estudantes.

Haverá informações segmentadas, principalmente, sobre as três áreas de negócio: ComfortScience, que engloba produtos que proporcionam mais conforto e comodidade ao consumidor final; DurableScience, com tecnologias de mais durabilidade, resistência e produtividade para mercados diversos; e InsulationScience, que traz maior eficiência energética a diversas indústrias. Também haverá conteúdo sobre as outras áreas que compõem o portfólio, como PO&PG e mercado automotivo, além de novidades sobre ações da Dow em poliuretanos na América Latina.

As reportagens do canal apresentarão tendências, inovações, negócios, soluções e prestação de serviço relacionados ao amplo universo de uso do poliuretano. Para isso, utilizará recursos como infográficos, vídeos, cases, demonstrações interativas e webinars. “A nova Mundo PU possibilitará uma exibição superior e mais dinâmica dos assuntos relevantes ao nosso negócio, oferecendo melhor navegação e exposição dos conteúdos”, afirma Marcelo Fiszner, diretor de Marketing para Poliuretanos da Dow na América Latina.

Com a nova plataforma, a companhia deseja reforçar sua expertise, elevar seu nível de serviço e participação no mercado, além de fidelizar o cliente.

Webinars técnicos

O canal também terá webinars com os especialistas da Dow sobre temas atuais e desafios de mercado. O primeiro deles, que está disponível para visualização, trata sobre proteção da camada de ozônio e o papel da indústria de poliuretanos nesse contexto. O próximo acontecerá em outubro e abordará o mercado de revestimentos, apresentando os novos produtos que serão promovidos no Congresso Internacional de Tintas da ABRAFATI 2017. Para participar, basta acessar a plataforma Mundo PU e se inscrever.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Poliestireno Expandido e Espuma Melamínica geram isolamento térmico e acústico na CasaE construída pela BASF

03/06/2013
  • Além de reduzir consideravelmente os ruídos externos, espuma especial Basotect®  retarda chamas.
  • Isolamente térmico do Neopor®  chega a 20% em relação tradicional.

O projeto CasaE, Casa de Eficiência Energética, pretende mostrar ao mercado brasileiro as últimas novidades em produtos e técnicas para uma construção mais sustentável. A iniciativa da BASF, que com a casa brasileira agora soma 10 unidades no mundo, tem o objetivo de revolucionar o mercado da construção civil. Um dos grandes diferenciais da CasaE é o seu sistema construtivo que, além de maior rapidez na obra, gera uma economia de energia que chega a aproximadamente 70%.

“Queremos mostrar que o conceito construtivo (método, técnica e produtos) utilizado na CasaE pode ser utilizado em uma moradia comum, sendo totalmente factível ao mercado. Aos poucos pretendemos transformar a cultura da indústria da construção e de seus consumidores“, ressalta Michel Mertens, vice-presidente sênior da BASF para a América do Sul.

Na CasaE o sistema construtivo não é de alvenaria tradicional. Entre as inovações que ela apresenta estão os Polímeros de Performance da BASF, que foram usados em quase todos os ambientes. Graças aos produtos dessa linha, a residência tornou-se mais protegida de ruídos externos e de incêndios.

O Neopor® é um dos isolantes mais eficientes do mercado. Os blocos de poliestireno expansível (EPS) geram maior proteção contra umidade e variações de temperatura. Na CasaE o produto foi aplicado nas paredes da sala, dos quartos, da cozinha e do elevador, além das lajes da sala e quartos. O produto apresenta performance de isolamento térmico acima de 20% em relação ao EPS convencional e até 70% acima da alvenaria tradicional.

Já os forros da sala de reunião, do auditório e do home teather foram revestidos com Basotect®, uma espuma especial à base de melamina que promove elevado nível de conforto acústico. O produto ainda é o único dessa categoria que é retardante de chamas.

Além dessas duas soluções, diversas outras foram aplicadas na casa para tornar seu processo mais ágil e com contribuição à eficiência energética.

Fonte: BASF

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Aplicações em Isolamento Térmico, Setor Aeroespacial e Espumas flexíveis para aplicações moveleiras e industriais são os destaques do 5º e último dia dos Painéis Setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

11/11/2010

12 de novembro de 2010: Dando seguimento e concluindo, no quinto dia, as atividades e painéis setoriais da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010, maior e mais importante feira de materiais composites, poliuretano e plásticos de engenharia das Américas, os temas Isolamento Térmico, Aeroespacial e Espumas flexíveis para aplicações moveleiras e industriais reunirão, em duas salas, apresentações sobre tecnologias para esses setores em composites, poliuretano e plásticos de engenharia. As palestras desses três painéis podem ser assistidas por qualquer interessado, que deve se inscrever com antecedência. As palestras terão tradução simultânea.

Na sala 2, às 8h10, como introdução ao Painel Isolamento Térmico, Gerson Silva, da Purcom (Barueri, SP), apresentará, em “Isolamento térmico: últimas aprovações com Ecomate em sistemas de poliuretano”, as mais recentes aprovações do formiato de metila Ecomate em sistemas de PU para aplicação em espumas rígidas para isolamento térmico. Em seguida, em “Alternativas ao HCFC-141b baseadas no HFC-365mfc – Considerações ecológicas, econômicas e técnicas”, Christoph Meurer, da Solvay Flúor (Alemanha) e Mário Sérgio Avezú, da Solvay do Brasil, abordarão considerações sobre as alternativas disponíveis ao phase out do HCFC-141b como agente expansor para espumas de PU para isolamento térmico, comparando os prós e contras, focando o HFC-365mfc e as diversas blendas com que ele vem sendo usado em diversos mercados, e os resultados obtidos com os sistemas disponíveis comercialmente, assim como casos históricos. Às 9h30, Matias Nonna, da Huntsman (Argentina), abordará, em “PIR – poliisocianurato aumenta a performance contra o fogo em painéis contínuos de metal”, o uso cada vez mais predominante das espuma de PIR para o crescente setor de painéis de isolamento térmico. Serão discutidos ensaios e normas de resistência ao fogo que se aplicam a este produto na América do Norte, América do Sul e Europa, e várias questões que envolvem os fabricantes de painéis para uso da espuma de PIR. Às 10h10 até as 10h30, haverá um coffee-break. Às 10h30, as atividades são retomadas por Paulo Altoé e André Fernandes, da Dow Brasil, em “Nova geração de espumas para isolamento térmico com expansores não agressivos ao meio ambiente”, em que os autores abordarão uma nova geração de sistemas de poliuretanos combinados com agentes de expansão não agressivos à camada de ozônio e sem impacto direto para o aquecimento global. A seguir, às 11h10, Roberto Vagner Luiz, da Evonik (Brasil), focará, em “Soluções de aditivos para a próxima geração de agentes expansores”, a utilização de aditivos – especialmente o estabilizador da espuma – para otimizar a performance da espuma com respeito aos diferentes agentes expansores. Às 12h, Arlindo Mendonça da Silva Filho, da BASF (Brasil), explicará, em “Agentes expansores ecológicos para espumas rígidas de PUR”, em que consistem os chamados agentes expansores ecológicos para polióis de espumas rígidas, utilizadas para isolamento térmico, e suas características. Às 12h40, ocorrerá um almoço informal. Em seguida, às 13h, Fabriciano Pinheiro, da InterTox (Brasil), explicará, em “Recomendações de segurança para sistemas de PU com agentes de expansão”, em que consistem as diversas recomendações à indústria para utilização e transporte de sistemas de PU contendo agentes de expansão substitutos ao HCFC-141b. A palestra das 13h40, “Avaliação de Expansores com baixo potencial de aquecimento global revela que HFCs 134ª e 245fa poderão ser substituídos com relativa facilidade”, terá a avaliação de Matias Schultz, da Bayer (Brasil), com respeito a estudos comparativos efetuados pela Bayer com substâncias que se propõem substituir os HFCs em processos em que o uso de expansores inflamáveis é indesejada com alguns dos expansores não inflamáveis mais usados atualmente nos Estados Unidos. Schultz apresentará e discutirá os resultados, com suas condições. Por último, Helen Walter Terrinoni, da DuPont (Brasil), apresentará, em “FEA-1100 da DuPont”, o novo agente expansor líquido da empresa, não inflamável, com zero ODP e baixo GWP, e outras características que o tornam um potencial substituto dos HCFC-141b e HFCs disponíveis no mercado.

O Painel Aeroespacial ocorrerá na sala 1, pela manhã. As palestras começarão com “Polímero Victrex PEEK para soluções aeroespaciais de menor peso e com maior inclinação”, de John Walling, da Victrex norte-americana, em que abordará a substituição que os polímeros PEEK vêm fazendo dos metais, composites tradicionais e outros plásticos, num crescente número de aplicações. Inclusive, vários novos gradesde polímeros e compostos PEEK vêm sendo desenvolvidos para maximizar as propriedades mecânicas e aumentar a moldabilidade dos polímeros na aplicação. Estudos de caso e comparações de materiais também serão apresentados, com exemplos descrevendo os fatores que levaram à conversão do metal e outros materiais para o PEEK. Às 9h, Rein Averill, da Evonik (Estados Unidos), abordará, em “Núcleos de espuma ROHACELL de alta performance para aplicações aeroespaciais”, a linha de produtos de núcleos de espuma ROHACELL de alta performance, para aplicações de construção sanduíche para a indústria aeroespacial. A ROHACELL é uma espuma de células 100% fechadas com química de PMI (polimetacrilimida), usada para aplicações de composites de alta performance. Averill também abordará a compatibilidade com processos de composites e sistemas de resina, além das numerosas aplicações do material. Às 10h, Waldomiro Moreira, da Elekeiroz (Várzea Paulista, SP), explicará, em “Tecnologia de processos e aplicações aeroespaciais em compósitos termofixos”, os materiais, processos e tendências envolvidos na fabricação de peças e aplicações de composites para a indústria aeroespacial. Às 10h40, Giorgio Solinas, da Texiglass (Vinhedo, SP), abordará, em “As vantagens da utilização de tecidos na área aeronáutica”, diversos aspectos de aplicações em composites em várias partes das aeronaves atualmente em fabricação. Com essa palestra, estarão concluídas as atividades do Painel Aeroespacial.

As atividades do Painel Espumas flexíveis para aplicações moveleiras e industriais transcorrerão na sala 3, pela manhã. A primeira palestra do painel será, às 8h10, “A utilização do retardante a chama nas formulações de espumas flexíveis”, por Raphael Carrieri, da M.Cassab (São Paulo, SP). Essa palestra abordará a utilização de retardantes de chama em espumas flexíveis de poliuretano, com os produtos e concentrações utilizadas para atender normas de diversos países. Serão também abordados os principais testes realizados pelos órgãos normativos desses países, com as vantagens de utilizar produtos livres de halogênio, as diferenças na viscosidade do poliol aditivado com retardante a chama, e possíveis problemas com a inclusão de altas dosagens de retardantes a chama. Às 9h, Álvaro Paupério Neto, da Purcom (Brasil), abordará, em “Espumas flexíveis: Especialidades em espumas flexíveis para pillow-top”, a utilização de poliuretano para esse tipo de aplicação. Às 9h40, Rogério Baixo, da Dow Brasil, explicará, em “Inovação, conforto e frescor em espumas flexíveis de alta resiliência”, uma nova especialidade de produtos para espumas flexíveis que promete agitar o mercado, em contínuo crescimento. Essa espuma, de poliuretano tipo látex, desenvolvida pela empresa, tem propriedades similares à espuma de látex convencional, com toque aveludado e ótima circulação de ar, além de maior durabilidade. Às 10h20, Annegret Terheiden, da Evonik (Alemanha), e CelsoToyoshima, da Evonik (Brasil), abordarão, em “Ajustando as propriedades físicas das espumas flexíveis para móveis e colchões”, as principais características das espumas de poliuretano flexível, com propriedades físicas como dureza, permeabilidade ao ar e elasticidade, flamabilidade e emissão de voláteis. Serão discutidas também as principais propriedades das espumas convencionais bem como as orientações gerais para ajustes. Às 11h, ocorrerá um coffee-break. Às 11h20, as atividades serão retomadas com “Espumas viscoelásticas para máquinas contínuas”, por Fernanda Porto, da Bayer MaterialScience, que explicará em que consistem as espumas viscoelásticas em propriedades como altíssima absorção de impacto, ótima distribuição de pressão e sensação de conforto. Porto abordará também as ofertas da Bayer para esse tipo de espuma, inclusive em alta produtividade. As atividades do painel serão concluídas com “Espumas flexíveis a partir de fontes renováveis”, por Sérgio Alves da Silva Júnior, da BASF (Brasil). Nessa última palestra, o profissional da BASF apresentará a concepção da tecnologia para obtenção do poliol Lupranol Balance a partir de fontes renováveis, com foco na performance técnica do material e controle das características físicas a partir da molécula da mamona.

Painéis Setoriais “Isolamento Térmico 2010”, “Aeroespacial 2010” e “Espumas flexíveis para aplicações moveleiras e industriais 2010” da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2010

Data: 12 de novembro de 2010, a partir das 8h, nas salas 1, 2 e 3.

Local: Expo Center Norte, Pavilhão Verde

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo / SP – Tel.: +55(11) 2089-8500

Visitação: Gratuita
Inscrições e informações
: www.feiplar.com.br

Fonte: Feiplar / Feipur

Bayer MaterialScience e parceiros desenvolvem nanoespumas de poliuretano para isolamento térmico.

15/10/2010

Nanoespumas dobram o desempenho de isolamento e reduzem o consumo de energia.

A Bayer MaterialScience está trabalhando no desenvolvimento de nanoespumas de poliuretano que podem levar a um salto no desempenho de isolamentos térmicos daqui há alguns anos. A empresa está focalizando seus esforços em microemulsões, que reagem sob condições supercríticas (Princípio da Expansão Supercrítica de Microemulsões, POSME) para formar espumas rígidas de poliuretanos. O objetivo é produzir espumas rígidas com tamanho de poro inferior a 150 nanômetros de diâmetro.

“Nanoespumas deste tipo alcançam o dobro do desempenho de isolamento térmico em relação às espumas de poliuretano atuais, significando que elas poderão, por exemplo, reduzir significativamente o consumo de energia de equipamentos de refrigeração e, por sua vez, gerar uma contribuição importante para a redução das emissões de CO2. Além disso, as paredes desses equipamentos poderão ser mais finas, resultando em mais espaço para armazenamento dos objetos refrigerados”, explica Dr. Stefan Lindner, um especialista em espumas rígidas de poliuretano da Bayer MaterialScience.

A empresa está se associando neste projeto de pesquisa com o Prof. Reinhard Strey do Instituto de Físico-Química da Universidade de Colônia, o qual já depositou uma patente referente ao processo POSME. Como parte da cooperação, o seu grupo de pesquisa está engajado na otimização das características das microemulsões.

O desempenho de isolamento térmico de uma espuma rígida de poliuretano depende basicamente do tamanho dos poros da espuma. Quanto menor o diâmetro, menor será a condutividade térmica e melhor será o efeito de isolamento. As espumas rígidas de poliuretano de hoje tem tamanho de poros de aproximadamente 150 micrômetros, tamanho este que é aproximadamente 1000 vezes maior que o das nanoespumas planejadas para o futuro.

Para sintetizar uma nanoespuma usando o método POSME, dióxido de carbono e as matérias primas líquidas do poliuretano (poliol e isocianato) são misturados com a ajuda de surfactantes especiais, a uma pressão de 200 bar, para formar uma microemulsão consistindo de gotas na escala de nanômetros, preenchidas com CO2 e encapsuladas em surfactantes. A pressão é então reduzida, fazendo com que o CO2 se expanda e transformando as gotas em bolhas, ainda na escala dos nanômetros. Ao mesmo tempo, as matérias primas de poliuretano reagem para formar uma rede de polímeros tridimensionais, que é a espuma de poliuretano rígida.

“Um dos desafios mais intrigantes que nós enfrentamos é como otimizar a coordenação da reação das matérias primas do poliuretano com a expansão das bolhas de CO2 através de um ajuste fino dos parâmetros de processo, de modo que se produzam nanoporos no diâmetro desejado” explicou o Sr. Lindner. “Não é uma tarefa fácil,” complementa Dr. Wolfgang Friederichs, líder global de pesquisa de produtos na Bayer MaterialScience. “É provável que ainda sejam necessários vários anos adicionais de trabalho até que estes desafios sejam superados.”

Fonte: Bayer MaterialScience

Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem