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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Dow apresenta soluções em poliuretano durante a Feipur 2018

30/10/2018

– Sob o conceito “Transforme a Sensação”, companhia aposta em tecnologias voltadas para colchões, calçados, infraestrutura, construção civil e automóveis
– Diretamente do evento, Maurício Arruda, arquiteto, designer e apresentador, fará uma live no Facebook da Dow mostrando as principais opções do mercado para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas

A Dow, uma das empresas líderes globais no fornecimento de soluções de poliuretano (PU), exibirá seu portfólio para espumas rígidas e flexíveis durante a Feipur 2018. A companhia apresenta sua completa linha de tecnologias dividida nas plataformas ComfortScience, InsulationScience, DurableScience e Mobility. Sob o conceito “Transforme a sensação”, pretende mostrar a versatilidade do material em aplicações que promovem conforto, bem-estar, segurança, eficiência energética, inovação e sustentabilidade para diferentes setores.

Sendo uma companhia integrada na produção de poliol na América Latina, a Dow afirma ter o compromisso de entregar aos clientes soluções customizadas em poliuretanos que atendam às necessidades mais específicas de cada mercado. “Temos vivido uma grande transformação na Dow que nos permite entender melhor os desafios da cadeia de valor e as demandas dos nossos parceiros para oferecer produtos mais inovadores e sustentáveis. Dessa forma, conseguimos contribuir para que eles desenvolvam produtos finais de melhor qualidade e alto valor agregado, tornando a experiência dos consumidores mais agradável, simples e positiva”, ressalta Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretano da Dow na América Latina.

Destaques na Feipur

Em InsulationScience, o foco da Dow são as tecnologias de poliuretano para melhorar a eficiência energética na cadeia do frio e garantir o conforto térmico nas construções. Durante o evento, os destaques são os painéis sanduiche, desenvolvidos com espumas rígidas de Poliuretano (PUR) /Poliisocianurato (PIR) sob as linhas Voracor™ e Voratherm™. “Este é um novo modelo construtivo que acompanha as tendências do país. A região latino-americana está em busca de opções mais inteligentes e sustentáveis, com uma série de benefícios quando comparados à construção convencional, como por exemplo leveza, menor geração de resíduos, aumento de produtividade e redução dos gastos com a conta de energia e ar condicionado” reforça Machado.

Em ComfortScience, a Dow apresenta diversas opções em espuma flexíveis para colchões, travesseiros, mobiliários e calçados que, segundo a empresa, proporcionam mais conforto para o consumidor. Muitas vezes, esse atributo é um conceito subjetivo para as pessoas, mas a companhia identificou três dimensões para explicá-lo cientificamente: Ergonomia, Microclima e Sensorial. Ao configurar essas qualidades de acordo com as especificações de cada cliente, é possível responder a diferentes necessidades e adaptar o produto para oferecer a experiência mais confortável possível. O portfólio de especialidades e a expertise técnica da empresa possibilita customizar as propriedades de cada tipo de espuma, permitindo, inclusive, o desenvolvimento de colchões com mais inovação, como os colchões em caixa – tendência mundial já mais consolidada nos Estados Unidos e Europa, que chega à América Latina.

A plataforma de DurableScience, especializada em soluções industriais de alto desempenho e durabilidade para aplicações em compósitos, revestimentos, elastômeros, adesivos e selantes, promove na Feipur os aglutinantes de borracha para superfícies de pistas de esporte e lazer. “Os polímeros da linha VoramerTM são fáceis de aplicar, têm propriedades de coesão superiores e podem ser combinados com pneus usados, ajudando na economia circular desse material e combatendo um problema grave de resíduos sólidos”, relata o executivo. Além disso, segundo a Dow, o VoramerTM permite a fabricação de pisos com maior absorção de impacto e propriedades antiderrapantes que atendam as normas técnicas de segurança (ABNT NBR 16071-3) e as exigências de qualidade e segurança do Instituto Nacional de Avaliação da Conformidade em Produtos (INNAC).

Por fim, a plataforma de Mobility, fornecedora de soluções para o mercado de automóveis, destaca possibilidades que, segundo a Dow, melhoram a performance dos veículos, trazendo conforto ergonômico, isolamento acústico, durabilidade, segurança e peso – o que contribui para redução dos gastos com combustível. Sob a linha SpecflexTM, a Dow oferece opções em poliuretano para assentos, encostos de cabeça e aplicações sob o capô e que promovem baixas emissões de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como compostos orgânicos voláteis (COV) e aldeídos.

As tecnologias das plataformas de negócios mencionadas acima, bem como mais informações sobre o portfólio da Dow e tendências em poliuretanos, podem ser conferidas na Mundo PU, um portal de conteúdo online que reúne as principais novidades, soluções e aplicações do setor para clientes, profissionais, acadêmicos e estudantes.

Live no Facebook

Em 06 de novembro, às 16h30, a Dow promove um encontro de clientes com o arquiteto, designer e apresentador Maurício Arruda. Ele fará uma transmissão ao vivo no Facebook diretamente do estande da companhia, mostrando as principais opções para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas. Para acompanhar, acesse a página “Dow e Maurício Arruda na Feipur 2018”.

Palestras técnicas

– Soluções versáteis e inovadoras que minimizam o impacto do aquecimento global garantem desempenho superior, além de seguirem as regulamentações e as tendências do mercado
Palestrante: Renan Mendoza, especialista técnico
Data: 06 de novembro, às 13h40

– Tecnologias inovadoras que minimizam as emissões de carbono nos automóveis
Palestrante: André Ritter, especialista técnico
Data: 07 de novembro, às 13h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Covestro investirá 1,5 bilhão de euros em nova fábrica de MDI de escala mundial no Texas (EUA)

19/10/2018

  • Expansão da capacidade global
  • Mercado de MDI altamente atrativo com perspectivas de crescimento em longo prazo
  • Nova fábrica de MDI com capacidade de 500 ktons para atender à demanda e acompanhar o crescimento da indústria
  • Capacidade de MDI da região do NAFTA irá atingir 740 ktons por ano até o final de 2024
  • Ampliação da posição de liderança regional e global em MDI da Covestro

A Covestro acelera suas atividades de investimento para capitalizar o forte crescimento do mercado de MDI. O Conselho de Supervisão da Covestro aprovou em 11 de outubro um investimento de cerca de 1,5 bilhão de euros para construir uma nova fábrica de MDI de escala mundial em Baytown, EUA. Esse investimento na fábrica existente em Baytown é o maior investimento único da história da empresa. A capacidade total do novo sistema será de 500 ktons de MDI por ano e a produção está prevista para começar em 2024. Paralelamente, uma unidade de MDI mais antiga e menos eficiente, com capacidade de produção de 90 quilotoneladas, será fechada. Assim, a capacidade total de MDI da Covestro na região do NAFTA atingirá cerca de 740 quilotoneladas por ano, tornando a Covestro líder em capacidade da indústria na região até 2024. Com isso, a Covestro também enfatizará firmemente sua posição global de liderança em capacidade da indústria.

“A demanda por materiais inovadores de MDI continuará crescendo no futuro previsível e, da mesma forma, promete taxas atrativas de utilização de capacidade. Já anunciamos um aumento significativo nos gastos de capital e agora é hora de colocá-lo em ação”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Com o novo sistema de MDI em Baytown, fortaleceremos ainda mais nossa posição de liderança global em Poliuretanos, atenderemos ainda melhor nossos clientes e criaremos valor em longo prazo para os acionistas”.

Mercado de MDI com perspectivas atraentes

Estima-se que o mercado global de MDI cresça cerca de 5% ao ano em longo prazo, superando o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em cerca de 2 pontos percentuais. Os principais fatores determinantes do mercado de MDI incluem a substituição de materiais de menor desempenho e menos sustentáveis, bem como megatendências globais, como a crescente demanda por soluções de isolamento com eficiência energética. O MDI é um precursor da espuma rígida, que é um excelente material de isolamento e é usado, por exemplo, em edifícios e refrigeradores. O crescimento esperado da demanda global por MDI se traduz na necessidade de aproximadamente uma fábrica adicional de escala mundial por ano.

Embora a Covestro já esteja dobrando sua capacidade de produção de MDI em Brunsbuettel (Alemanha) de 200 para 400 ktons por ano no segundo semestre de 2019, o forte crescimento da demanda cria novas oportunidades de mercado significativas. Portanto, os investimentos – que fazem parte do investimento já anunciado de até 1,2 bilhão de euros por ano nos próximos três anos – ajudarão a Covestro a manter e fortalecer sua posição de liderança e apoiar um crescimento mais lucrativo.

Complementando o anúncio divulgado pela Covestro globalmente, Fernando d’Andrea, Head para Negócios de Poliuretanos para a América Latina e CEO da Covestro Polímeros, confirma que os investimentos têm impacto bastante positivo na região – que se beneficiará desta nova capacidade instalada – e permitirão que a empresa ainda forneça quantidades adicionais para clientes globais e regionais que utilizam esta matéria-prima. “O mercado de MDI tem demanda crescente, algo que também ocorre em nossa região”, conclui o executivo.

Abordagem de CAPEX (investimentos de capital) com boa relação custo-benefício com retorno superior sobre o investimento

O CFO da Covestro, Dr. Thomas Toepfer, explicou: “Mesmo com todos os anúncios de aumento de capacidade considerados, a oferta projetada do setor não é suficiente para equilibrar totalmente o crescimento esperado da demanda. Estamos, portanto, confiantes de que alcançaremos altas taxas de utilização de nossas novas capacidades logo após a implementação, tornando o investimento altamente eficiente. Com base na infraestrutura e nos processos existentes, será um excelente exemplo de nossa abordagem de criação de valor.”

Com seu programa global de investimentos em MDI, a Covestro segue uma abordagem de CAPEX com boa relação custo-benefício, alavancando a infraestrutura existente e as redes de fornecimento para alcançar investimentos específicos mais baixos e ROCE (Retorno sobre o Capital Investido) mais alto. O programa também inclui a continuação e a expansão das unidades de Tarragona (Espanha) e Caojing (China) da Covestro, bem como investimentos na unidade de produção da empresa em Antuérpia (Bélgica).

Baytown com condições ideais

A decisão de construir a nova fábrica de escala mundial em Baytown foi tomada após uma análise minuciosa das diferentes opções. Além da atratividade do mercado interno, as principais vantagens de Baytown são os custos, além de benefícios significativos em termos de infraestrutura e logística disponíveis. A posição de custo superior é impulsionada principalmente por economias de escala e um alto grau de integração vertical. Além disso, os baixos custos de energia e transporte devido à alta demanda interna na América do Norte se somam ao caso de Baytown. Com a nova fábrica, as futuras capacidades de MDI da Covestro na América do Norte de 740 ktons por ano até 2024 também alcançarão as futuras capacidades da empresa na Europa, Oriente Médio e África (820 quilotoneladas por ano até 2022) e na Ásia-Pacífico (670 quilotoneladas por ano até 2021).

Com vendas de 14,1 bilhões de euros em 2017, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais estão focadas na fabricação de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos utilizados ​​em diversas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, de processamento e móveis de madeira e os setores elétrico e eletrônico. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2017.

Fonte: Covestro

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BASF amplia produção de poliuretano termoplástico expandido em Taiwan

05/10/2018

A BASF anunciou a abertura de uma nova unidade de produção do seu poliuretano termoplástico expandido (E-TPU), o Infinergy®, em sua fábrica em Taiwan (foto). O aumento da capacidade de fornecimento do material inovador vai atender à demanda crescente pela solução para diversas aplicações e indústrias. A inovação tem diversas aplicações e é largamente usada no transporte, mobiliário, construção e equipamentos esportivos.

“A unidade de produção de Changhua terá um papel crucial para nos ajudar a atender à crescente demanda por E-TPU”, afirma Jens Dierssen, diretor global Business Management Infinergy da BASF. “Com a nova unidade de produção, expandimos nosso alcance global para melhor atender aos clientes na região da Ásia-Pacífico”, afirma.

“Este investimento reflete nosso compromisso com o mercado, oferecendo produção eficiente e um processo de qualificação adequado para atender às crescentes demandas de mercado e necessidades dos clientes”, acrescenta Kin Wah Chay, diretor geral da BASF Taiwan.

A espuma de célula fechada e partícula elástica tem uma combinação única de propriedades, como alta recuperação, baixa densidade, durabilidade em uma ampla faixa de temperaturas, resistência química e baixo peso, assegura a empresa. Esta inovação tem sido largamento usada nos transportes, indústria de móveis, construção e equipamentos esportivos, tais como em um assento de bicicleta criado pela Ergon, uma empresa de inovação em ciclismo com sede em Koblenz, Alemanha.

Os assentos de bicicleta da Ergon são compostos por duas estruturas em concha que funcionam isoladamente uma da outra, em um arranjo tipo “sanduíche”. Elas são soprepostas e sustentadas em um mecanismo flutuante pelo amortecedor de elastômero de alto desempenho, fabricado com o Infinergy.

Em um veículo conceitual de três rodas, o 05GEN da Yamaha Motor Co., Ltd., o Infinergy da BASF foi usado nos pneus para melhorar a experiência geral de direção. Sua estrutura celular característica contribuiu com o design marcante do projeto

O material também tem sido adotado na construção, oferecendo uma experiência esportiva mais segura e melhor em pistas de corrida e campos, graças ao excelente efeito de amortecimento das partículas de E-TPU.

Fonte: BASF

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Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Evonik promove novo núcleo de espuma de acrílico para aplicação em estrutura sanduíche de compósitos durante a JEC World em Paris

02/03/2018

Um novo desenvolvimento da Evonik Industries em tecnologia de materiais de núcleo faz sua estreia na JEC World 2018 em Paris. O novo integrante da família de produtos Performance Foam é o Rohacryl™ uma espuma estrutural baseada na química do acrílico, com alto potencial para aplicações em compósitos.

Segundo a Evonik, a espuma Rohacryl™ é uma solução de material de núcleo com excelentes propriedades mecânicas, além de apresentar estabilidade térmica e de ser leve, fácil de processar e ambientalmente amigável.

Esse produto é a mais nova solução em materiais da linha Performance Foams, um negócio que já conhecido por oferecer a espuma de alto desempenho Rohacell® PMI. Seus produtos para materiais de núcleo estrutural são empregados há mais de 40 anos em indústrias que incluem os setores aeroespacial, automotivo, eletrônico, de tecnologia médica, equipamentos esportivos e outros. Com o lançamento do RohacrylTM, a Evonik dá o próximo passo na expansão de seu portfólio de produtos para o mercado mundial de compósitos.

O que motivou o desenvolvimento inicial do Rohacryl™ foi a tendência na indústria de energia eólica por pás de turbina cada vez maiores e que precisam cumprir requisitos altamente exigentes. De maneira ideal, os materiais usados na produção de pás devem ser leves e ao mesmo tempo oferecer melhores propriedades mecânicas e, simultaneamente, a habilidade de continuar estáveis na cura a altas temperaturas. As diversas soluções em materiais disponíveis no mercado ou ofereciam boas propriedades mecânicas ou resistiam a altas temperaturas de cura, mas antes do lançamento da espuma Rohacryl™ nenhuma solução em material de núcleo podia oferecer as duas características em um único produto, afirma a Evonik. Outras indústrias com métodos de produção e necessidade de eficiência similares podem também achar o novo produto interessante para suas aplicações.

Uma amostra do Rohacryl™ será apresentada no estande da Evonik na feira (J40, hall 5). Representantes da empresa estarão presentes para compartilhar detalhes do produto e discutir se esta é a solução perfeita em material de núcleo para os clientes interessados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Covestro comemora 80 anos de invenção do Poliuretano

30/11/2017

  • Uma versátil classe de plásticos celebra seu aniversário
  • Covestro conduz a história de sucesso
  • Projetos inovadores e sustentáveis que fazem do mundo um lugar melhor

Os poliuretanos mudaram o mundo. Devemos agradecê-los pelos refrigeradores com eficiência energética, móveis estofados confortáveis, assentos de carro seguros, revestimentos protetores e compósitos leves. Há 80 anos, o Dr. Otto Bayer (foto) descobriu a química do poliuretano praticamente por acidente. Sua perseverança e criatividade lançaram o sucesso arrebatador de um dos plásticos mais versáteis do mundo – e a história de sucesso está longe de acabar (vídeo da empresa (em inglês) no Youtube em https://youtu.be/Brwl9ASvSJs)..

“Com curiosidade e coragem, a Covestro está avançando no desenvolvimento de poliuretanos para fazer do mundo um lugar melhor”, diz Daniel Meyer, Head Global da Unidade de Poliuretanos. “Estamos desafiando os limites para desenvolver materiais isolantes mais eficientes, materiais ainda mais leves e produtos com maior economia de recursos”.

Todos os novos desenvolvimentos devem atender aos objetivos de sustentabilidade da Covestro. “Tomamos uma abordagem abrangente para todo o ciclo de vida do produto, incluindo os aspectos sociais, ecológicos e econômicos”, diz Daniel Meyer. “Nossos produtos são fabricados com base no carbono. Nosso objetivo é tirar o benefício máximo do carbono que utilizamos”.

Refrigeradores mais eficientes

Os poliuretanos contribuem de maneira importante para garantir o fornecimento global dos alimentos: cerca de 95% dos refrigeradores do mundo contêm isolamento térmico com espuma rígida de poliuretano. Segundo a Covestro, o seu sistema de poliuretano Baytherm® Microcell pode elevar a sua performance de isolamento em mais 10%. Isto significa maior economia de energia e custos domésticos e redução da emissão de CO2. Uma fabricante líder em utensílios já está utilizando este sistema em sua produção.

Dióxido de carbono como matéria-prima

A Covestro desenvolveu um método para utilizar o gás do efeito estufa CO2 para sintetizar os componentes do poliuretano. A empresa comercializa essas matérias-primas, conhecidas como polióis, sob a marca cardyon™, para a produção de espuma flexível de poliuretano e opera uma nova planta de produção para isto em seu site de produção em Dormagen, na Alemanha. Até 20% das matérias-primas fósseis anteriormente utilizadas nesses produtos foram substituídas pelo dióxido de carbono. Um catalisador especial proporciona o nível de reatividade desejado à molécula.

Novo modelo de habitação a preços acessíveis

A disponibilidade de habitação rápida, acessível e sustentável é um desafio global. A Covestro está trilhando novos caminhos em sua busca por soluções criativas. Junto com parceiros industriais, governos, agências governamentais e a sociedade, a Covestro está desenvolvendo modelos de habitação acessível e executando projetos específicos na Alemanha. Um exemplo é uma construção multiuso em Bergisch Gladbach, na Alemanha, que foi planejada e construída pelo conselho local, pela empresa de construção pré-fabricada francesa Logelis e a Covestro.

Pás de rotor da próxima geração para energia eólica

De acordo com a sua estratégia de sustentabilidade, a Covestro desenvolve materiais e tecnologias para gerar energia renovável – com foco na energia eólica. A empresa desenvolveu uma tecnologia inovadora para a fabricação de pás de rotor para turbinas eólicas. Os rotores são fabricados em um processo especial a partir de uma resina de poliuretano e um tecido de fibra de vidro. Para a resina, a Covestro recebeu recentemente a certificação da DNV GL para a China e agora pode fornecer seus produtos para fabricantes de pás de rotor no país.

Passado orgulhoso

O Dr. Otto Bayer apenas poderia ter sonhado com esses desenvolvimentos. Mas mesmo 80 anos atrás, buscou obstinadamente seu objetivo de melhorar a eficiência da fabricação de plásticos e, assim, descobriu a química do poliuretano, que se tornou sua paixão. E ainda se manteve firme em suas convicções quando seus superiores desdenharam a massa borbulhante que produzira em seus experimentos, dizendo que era no máximo um “substituto do queijo suíço”. Longe disso! Com uma criatividade incrível, ele e sua equipe descobriram toda uma série de aplicações possíveis.

Poliuretanos: Marcos de uma história de sucesso
1937 – Otto Bayer inventa a química do poliuretano
1943 – Novas marcas: Desmodur® (isocianatos) e Desmophen® (polióis)
1952 – Primeira espuma flexível feita de TDI e polióis
1958 – Revestimentos premium feitos de Desmodur® e Desmophen® (“Revestimentos DD”)
1962 – Estreia da espuma rígida de poliuretano como um material isolante em refrigeradores
1967 – Primeiro carro com um corpo totalmente plástico na feira comercial K’67
1970 – Painéis sanduíche com revestimento de metal para envelopes de construção
A partir de 1970 – Introdução dos sistemas de poliuretano Baydur® para espumas rígidas integrais
1980 – Assentos de carro com vários níveis de dureza
1990 – Espumas viscoelásticas abrem uma nova dimensão em conforto
1995 – Agentes de expansão sem HCFCs
1998 – Introdução do sistema de pulverização Baypreg® para compósitos
2000 – Polióis para revestimentos e adesivos à base da tecnologia Impact™
2005 – Avanços nos compósitos de poliuretano
2012 – Baytherm® Microcell para sistemas de refrigeração isolantes – tecnologia CO2
2016 – Lançamento no mercado do cardyon™ – Primeira pá de rotor feita de resina de poliuretano na Ásia

Fonte: Covestro; foto: Wikipedia

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Matéria-prima da Basf para componentes automotivos de poliuretano proporciona menos emissões no interior de veículos

14/08/2017

  • Material  permite que as montadoras atendam às regulamentações e aos padrões da indústria, afirma a empresa;
  • Potencial de redução médio de até 20% nas emissões de aldeído

Segundo a BASF, o seu processo de fabricação do Lupranol® (poliol poliéter) foi aprimorado a fim de que os componentes de veículos fabricados a partir dos sistemas de poliuretano da empresa emitam, em média, 20% a menos de aldeído, um Composto Orgânico Volátil (VOC). Assim, os fornecedores automotivos que fabricam, por exemplo, peças acústicas, assentos e volantes ou painéis de instrumentos e portas com espuma de poliuretano, conseguirão atender às crescentes exigências das montadoras na redução de emissões de VOCs no interior dos veículos.

Após a mudança no processo nas plantas de produção da BASF na Ásia, no início de 2017, a modificação está agora sendo feita na Europa e ocorrerá também nos Estados Unidos ao longo do ano. Junto com o isocianato, o poliol é o produto básico para os sistemas de espuma de poliuretano.

As emissões foram otimizadas com a melhoria dos processos de limpeza e acabamento na produção do Lupranol®, de modo que as propriedades mecânicas do material permanecem inalteradas durante os estágios seguintes de espumação e processamento nos clientes. Com isso, os grades de Lupranol® atualmente em uso podem ser substituídos imediatamente, sem necessidade de testes ou novas aprovações dos sistemas de PU que são baseados nesses grades de Poliol. A BASF comercializa sistemas de PU para espuma flexível, semi-rígida e integral sob as marcas Elastoflex® W, Elastoflex® E e Elastofoam® I.

Com os grades melhorados de Lupranol®, as emissões dos componentes automotivos fabricadas com o produto serão cada vez menores. As autopeças produzidas com esses sistemas PU são testadas tanto internamente como também por laboratórios certificados, como o Imat-Uve e o Institut Fresenius. A melhoria dos valores de emissão varia de peça para peça. É possível obter uma redução média de 20%, medida segundo os métodos de teste de câmara comumente aceitos como, por exemplo, o VDA276 e o BMW GS 97014-3, afirma a BASF.

Autoridades governamentais em todo o mundo estão continuamente exigindo emissões cada vez mais baixas no interior de veículos para reduzir o potencial impacto de substâncias voláteis sobre a saúde dos motoristas, mas também para diminuir o cheiro característico de carro novo. Atualmente o foco está em aldeídos como o formaldeído, acetaldeído e propionaldeído, além de aromáticos oriundos dos poliuretanos. A BASF tem trabalhado no desenvolvimento de sistemas de PU que possibilitem componentes automotivos com menores emissões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – BASF

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Termotécnica apresentou diferenciais de sua linha do Agronegócio durante feiras em Louveira

01/06/2017

Empresa participou da 50ª Festa da Uva e 7ª Expo Caqui, em Louveira(SP)

A Termotécnica participou, nos dias de 19 a 21 e de 26 a 28 de maio, da 50ª Festa da Uva e da 7ª Expo Caqui, em Louveira (SP). O foco da empresa foi a apresentação dos diferenciais de seus produtos da linha do Agronegócio.

Durante o evento, a Termotécnica deu destaque ao produto DaColheita, uma linha de embalagens conservadoras em EPS (isopor®), desenvolvida com tecnologia e designs próprios, que amplia a vida de prateleira da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo, afirma a Termotécnica. A linha de produtos já é utilizada com sucesso tanto por produtores de Uva Niágara, da região de Louveira (SP), quanto por produtores do Vale do São Francisco, onde a empresa estruturou uma unidade fabril para atender ao mercado, contando com mais de 20 grandes clientes e cooperativas de agricultores.

Um dos principais benefícios das embalagens DaColheita, segundo a Termotécnica é o aumento na vida de prateleira da fruta, permitindo que permaneçam por até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, em comparação com as frutas em outros tipos de embalagens.

Além da conservadora de frutas, a empresa tem em seu portfólio outros itens na sua linha de Agronegócios, como a Linha Mudas, a caixa de abelhas MaisMel e o Upally – Solução em Movimentações Logísticas.

DaColheita acomoda frutas em exposição

Entre as atrações da Festa da Uva e Expo Caqui, destaca-se a tradicional “Exposição de Frutas Selecionadas”. Os produtores participantes escolhem seus melhores exemplares que – acondicionados nas conservadoras DaColheita – são avaliados pelos jurados e premiados em concurso, ação que proporciona visibilidade ao produto Termotécnica junto ao público alvo.

Inovação nas embalagens

Embalagens produzidas com tecnologia antimicrobiana – Safe Pack – reduzem em 99% a ação de micro-organismos, mostrando-se uma excelente opção para as conservadoras DaColheita, podendo também ser aplicado para conservação em geral, afirma a Termotécnica. A tecnologia ainda tem como diferencial proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. Aos 55 anos, possui unidades de negócios em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Sapucaia do Sul (RS).

Fonte: Termotécnica

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Evonik investe na expansão de capacidade de produção de espumas estruturais na Alemanha

15/12/2016

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  • Expansão da capacidade na planta de Darmstadt, Alemanha
  • Incremento inicial de 20%
  • Início das operações estimado para o segundo semestre de 2017

A Evonik Resource Efficiency irá investir na expansão da capacidade de seu negócio de Performance Foams (espumas de desempenho) na unidade de produção em Darmstadt, Alemanha. Inicialmente, o investimento aumentará a produção da unidade em cerca de 20%. O Grupo irá adicionar equipamentos de produção ao seu complexo operacional que fabrica produtos de espuma estrutural rígida de polimetacrilimida (PMI) comercializados sob a marca ROHACELL®. A nova capacidade de produção deverá estar disponível no segundo semestre de 2017.

“A marca ROHACELL® vem apresentando crescimento de dois dígitos nos últimos anos e tudo indica que esse sucesso se manterá. Com esse nível consistente de aumento da demanda global, nós entendemos essa expansão da capacidade como um passo positivo e necessário para garantir que os nossos clientes tenham acesso contínuo aos nossos produtos inovadores – agora e em qualquer ocasião no futuro”, disse o Dr. Matthias Kottenhahn, Senior Vice President da Linha de Negócios High Performance Polymers no segmento Resource Efficiency da Evonik.

A planta de Darmstadt atualmente produz a espuma ROHACELL® para ser usada como material básico na construção de compósitos tipo sanduíche. O mercado global vem apresentando um crescimento anual estável no uso de compósitos na medida em que múltiplas indústrias enfrentam o desafio de fabricar produtos para os seus clientes que são mais leves em peso, fortes e confiáveis, além de eficientes do ponto de vista da produção.

“À medida que a tendência da utilização de compósitos continua em alta, nós estamos preparados para responder por meio das soluções leves em peso disponíveis em nossa linha de produtos de espuma ROHACELL®. Seja o produto um avião, um automóvel, um navio, a pá de uma turbina eólica, um dispositivo eletrônico ou até mesmo um taco de hóquei – todos podem se beneficiar de um menor peso global. A espuma ROHACELL® constitui a solução ideal para futuros avanços nesses produtos e, expandindo a nossa capacidade, estaremos prontos para atender as necessidades desse mercado em transformação”, observou o Dr. Andreas Hoff, Vice-Presidente da linha de Peformance Foams no segmento Resource Efficiency.

ROHACELL® é uma espuma estrutural rígida de polimetacrilimida usada no projeto e na produção de compósitos tipo sanduíche empregados em tecnologias aeroespaciais, automotivas, marinhas, eletrônicas, médicas e de equipamentos esportivos. A espuma de peso ultraleve permite aos fabricantes de peças de compósito uma solução em material básico resistente a altos níveis de pressão e temperatura, afirma a Evonik. Esse fato respalda a adoção de uma produção de peças rápida e eficiente, reduzindo, dessa forma, o tempo de produção e os custos do fabricante.

A fábrica de Darmstadt é a unidade de produção original das espumas de performance, e operamos plantas adicionais em Mobile (Alabama, EUA) e Xangai (China) que dispõem de equipes de fornecimento regional para apoiar os clientes nas Américas do Norte e do Sul e na Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Evonik promove evento para mercado de espumas de poliuretano

31/10/2016

Com foco em treinamento, encontro reunirá fabricantes de espumas flexíveis de poliuretano e será o lançamento oficial do projeto “Evonik PU Foam Academy” na América do Sul

evonik_pu-foam-academyNo próximo dia 7 de novembro, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, realizará o 4º Encontro com Espumadores. O evento, que é destinado a formuladores de espuma de poliuretano de toda América Latina e equipe de distribuidores da empresa, será realizado das 8 às 18 horas no Hotel Novotel São Paulo Center Norte, na capital paulista.

“Como um dos líderes mundiais no fornecimento de aditivos de poliuretano, acreditamos que os investimentos devam ser contínuos em treinamentos, principalmente diante do cenário atual de exigências do mercado, que busca incessantemente a melhoria dos processos, qualidade dos produtos e cumprimento das mais diversas normas”, destaca Roberto Luiz, Gerente de Poliuretanos da Evonik.

A quarta edição do evento – que já se tornou uma referência no setor – reunirá espumadores de toda América Latina, a equipe comercial da Evonik na América Latina, incluindo distribuidores e agentes, e ainda executivos da diretoria da Evonik na Alemanha. No encontro serão abordadas as plataformas de treinamentos e de serviços da empresa, apresentação de novos produtos e tecnologias e o lançamento oficial da “Evonik PU Foam Academy” na América do Sul.

Evonik PU Foam Academy

Este projeto foi lançado na Alemanha em 2011 e permitiu a padronização dos treinamentos realizados pela empresa em todo o mundo. O objetivo é promover a capacitação de clientes sobre a tecnologia do poliuretano com foco em espumas flexíveis em bloco, por meio de treinamentos personalizados e eventos especialmente desenvolvidos para este público. O programa já conta com mais de 1.200 slides de treinamentos.

No Brasil, os treinamentos oferecidos pela Evonik ocorrem desde o início das operações da empresa no País e foram intensificados em 2003, com a inauguração do Centro Técnico de Poliuretanos América do Sul, localizado no município de Americana (SP). No local, é possível oferecer projetos customizados, simulação de processos de produção em escala industrial, medidas de propriedades físicas, suporte de infraestrutura para construção de laboratórios e relatórios técnicos, entre outros serviços.

Teóricos e práticos, os cursos possuem flexibilidade de duração, conteúdo de acordo com o nível de conhecimento e interesse e podem ser realizados nas instalações do cliente, no Centro Técnico de Poliuretanos ou ainda em formato de eventos oferecidos a todos os clientes da Evonik de maneira conjunta. Desta forma, são moldados às necessidades de cada cliente – sejam fabricantes de espumas flexíveis para o mercado de colchões e móveis, automotivo, entre outros.

Encontro de Distribuidores

O incentivo aos treinamentos na área de poliuretanos também é estendido aos distribuidores da Evonik. Por isso, a empresa reunirá de 03 e 05 de novembro, no Hotel Sofitel Jequitimar, no Guarujá (SP), todos os seus distribuidores e agentes da América do Sul e Central.

No encontro, que é bianual, serão discutidos práticas e ações inerentes ao negócio, diferenciais dos novos produtos, plataformas de serviços e também serão compartilhadas as melhores práticas e experiências, bem como novos projetos. “Com uma equipe bem preparada, temos condições de oferecer não só o melhor produto, como também excelência nos serviços, criando uma relação de confiança com nossos clientes”, destaca Roberto Luiz.

Serviço:
4º Encontro com Espumadores
Data: 07/11/2016 – 8h00 às 18h00
Local: Hotel Novotel São Paulo Center Norte
Avenida Zaki Narchi, 500 – Vila Guilherme, São Paulo

Fonte: Assessoria de Imprensa- Evonik

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Braskem desenvolve nova resina de PP para a produção de espumas

24/09/2016

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Material leve, resistente e reciclável pode ser utilizado nos mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

A Braskem está apresentando ao mercado brasileiro uma nova resina de polipropileno (PP-HMS), com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alto desempenho e tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações, visando os mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

O PP-HMS permitirá o desenvolvimento de soluções mais leves, seguras e sustentáveis, sendo indicado, por exemplo, para o revestimento interno de veículos. O novo produto é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a produção de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro da escala de densidade, que pode ir de 35 a 300 quilogramas por metro cúbico, afirma a Braskem. Além disso, o PP-HMS pode ser reciclado, sendo assim uma alternativa mais sustentável.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento do PP-HMS foram realizados no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que recentemente partiu uma linha de produção de espumas em escala piloto para apoiar novos desenvolvimentos.

O lançamento oficial do novo produto será feito na Feira K, maior feira da indústria de plásticos e borrachas do mundo, realizado na Alemanha, de 19 a 26 de outubro.

Fonte: Braskem

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Ford é a primeira montadora a usar CO2 para desenvolver espumas e plásticos para veículos

25/05/2016

Ford_CO2

  • A Ford é o primeiro fabricante de automóveis a desenvolver espumas e plásticos utilizando dióxido de carbono capturado para a sua linha de veículos; utilização prevista inclui uso em assentos e aplicações no compartimento do motor
  • Espumas formuladas com polióis com até 50 por cento de CO2 poderiam reduzir o uso de petróleo em mais de 270 mil toneladas por ano
  • Pesquisadores da Ford prevêem que os novos materiais entrem em veículos de produção dentro de cinco anos; objetivos futuros incluem o desenvolvimento de outros materiais plásticos usando carbono capturado para ajudar a reduzir ainda mais a necessidade de plásticos à base de combustíveis fósseis

A Ford Motor Company é o primeiro fabricante de automóveis a formular e testar novos componentes de espuma e plástico usando o dióxido de carbono como matéria-prima. Os pesquisadores tem a expectativa de que os novos materiais sejam usados em veículos de produção da Ford dentro de cinco anos.

Formulada com polióis à base de até 50 por cento de CO2, a espuma tem se mostrado promissora à medida que atende aos rigorosos padrões de testes automotivos. Pode ser utilizada em assentos e aplicações do compartimento do motor, reduzindo potencialmente o uso de petróleo em mais de 270 mil toneladas por ano – o suficiente para encher cerca de 35.000 lares americanos. A espuma derivada de CO2 irá reduzir ainda mais o uso de combustíveis fósseis em veículos da Ford e aumentar a presença de espumas sustentáveis nas linhas globais da montadora.

“A Ford está trabalhando agressivamente para reduzir o seu impacto ambiental, reduzindo o uso de plásticos e espumas à base de petróleo”, disse Debbie Mielewski, líder técnico sênior de sustentabilidade da Ford. “Esta tecnologia é emocionante porque contribui para a resolução de um problema aparentemente insuperável – a mudança climática. Estamos entusiasmados por estar liderando uma iniciativa para reduzir as emissões de carbono e os efeitos da mudança climática. “

As emissões de carbono e as alterações climáticas são uma preocupação crescente de líderes mundiais à medida que um impressionanete número de mais de mil toneladas de gás carbônico por segundo são liberados para a atmosfera ao redor do mundo. A fabricação de plástico é responsável por quase 4 por cento do uso de petróleo no mundo, de acordo com a Federação Britânica de Plásticos. Pesquisadores da Ford estão esperançosos de que os passos iniciais da empresa para uso do carbono capturado de forma inovadora irão ajudar a alcançar as metas de longo prazo para reduzir o aquecimento global recentemente estabelecidas no Acordo de Paris da ONU.

Durante quase duas décadas, os pesquisadores da Ford vem trabalhando com sucesso no desenvolvimento de materiais sustentáveis para os produtos da empresa. Na América do Norte, espuma de soja está presente em todos os veículos Ford. Fibras de coco são parte do forro do porta malas. Pneus reciclados e soja estão presentes em juntas do espelho; camisas recicladas e jeans transformam-se em carpete; e garrafas plásticas recicladas tornaram-se o tecido REPREVE, utilizado na F-150 2016.

A Ford começou a trabalhar com várias empresas, fornecedores e universidades em 2013 para encontrar aplicações para CO2 capturado. Entre eles está a Novomer – uma empresa sediada em Nova York que utiliza dióxido de carbono capturado de plantas industriais para produzir materiais inovadores. Através de um sistema de conversões, a Novomer produz um polímero que pode ser formulado em uma variedade de materiais, incluindo espuma e plástico que são facilmente recicláveis.

“A Novomer está animada com o trabalho pioneiro que a Ford concluiu com nossos polióis Converge®, à base de CO2 “, disse Peter Shepard, diretor de negócios da Novomer. “É necessário que empresas arrojadas e inovadoras como a Ford habilitem novas tecnologias a se tornarem produtos mainstream.”

Fonte: Ford

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Termotécnica lançará EPS com tecnologia antimicrobiana para caixas conservadoras de frutas durante Fenagri 2016

24/05/2016

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Buscando se aproximar ainda mais de seus clientes e reforçar sua linha de produtos, a Termotécnica participará da Fenagri 2016 (Feira Nacional da Agricultura Irrigada), considerada a maior feira de fruticultura irrigada da América Latina. Em sua 26ª edição, o evento ocorre de 25 a 28 de maio, no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, em Petrolina (PE), com o foco na agroindústria.

Durante o evento, o grande destaque da Termotécnica será o produto DaColheita, uma linha de embalagens conservadoras em EPS (isopor®)), desenvolvida com tecnologia e designs próprios, que amplia a vida de prateleira da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo. Ela já é utilizada com sucesso por produtores de no Vale do São Francisco, onde a empresa estruturou uma unidade fabril para atender àquele mercado, já contando com mais de 20 grandes clientes e cooperativas de agricultores.

Segundo a Termotécnica, o aumento na vida de prateleira das frutas permite que elas permaneçam por até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, em comparação com as frutas em outros tipos de embalagens.

Além de apresentar outros produtos de sua linha para o agronegócio, como o Upally – Solução em Movimentações Logísticas, a caixa de abelhas MaisMel e a Linha Mudas, a Termotécnica também lançará na feira o Safe Pack – EPS com tecnologia antimicrobiana. Segundo a empresa, o Safe Pack reduz em 99% a ação de micro-organismos, mostrando-se uma opção para as conservadoras DaColheita, podendo também ser aplicado para conservação em geral. O Safe Pack ainda tem como diferencial proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade.

Fenagri – Projetada para ocupar uma área de 10 mil metros quadrados e receber um público estimado em 50 mil pessoas, a Fenagri 2016 apresenta uma programação vasta e diversificada. Realizará o Encontro de Negócios, o Seminário Agroindústrias no Vale, os Minicursos e a Vila da Agricultura Familiar, além da exposição de produtos e serviços no Galpão de Exposições, onde serão montados 150 estandes empresariais e institucionais.

A Fenagri 2016 também tem o objetivo de consolidar o desenvolvimento regional pela promoção e troca de informações e experiências. Tradicionalmente, a feira atrai a atenção de investidores nacionais e estrangeiros, inclusive com a participação confirmada de inúmeras delegações de várias partes do mundo. O acesso ao evento é gratuito, funcionando das 17h às 22h.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. Com a inauguração da unidade de Petrolina, em Pernambuco, a Termotécnica consolidou seu atendimento ao mercado produtor de uvas. Com as conservadoras DaColheita, a Termotécnica passou a integrar o Save Food, iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. A empresa compartilha da filosofia da organização que é contribuir para o desenvolvimento de produtos e debater alternativas para reduzir o desperdício e as perdas de alimentos.

Fonte: Termotécnica

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Caixa de abelhas em isopor da Termotécnica agora tem canal exclusivo na Internet

08/02/2016

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Com a proposta de fortalecer a divulgação da MaisMel – inovadora caixa de abelhas produzida em EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor) – para o mercado brasileiro, e em especial para os apicultores, a Termotécnica lançou o site http://www.caixamaismel.com.br

Além de apresentar em detalhes o novo produto, o site informa as vantagens da caixa MaisMel e seus benefícios em relação às demais opções disponíveis no mercado. Destaca uma série de notícias relacionadas ao tema e um vídeo que orienta o apicultor para a montagem e o início da produção. Mostra também uma galeria de fotos de colmeias que já estão formadas e produzindo mel nas caixas de abelhas em EPS.

Detalhes sobre a caixa de abelhas em isopor®

A MaisMel é produzida pela Termotécnica, maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Sua criação está de acordo com a ABNT NBR 15713 e contou com o apoio de pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Segundo a Termotécnica, por ser feita em isopor, a MaisMel mantém estabilidade térmica dentro da caixa, o que gera conforto e reduz o stress das abelhas. Elas não precisam se movimentar tanto ou consumir parte do mel estocado para repor energia ou amenizar as diferenças de temperatura na colmeia que é, normalmente, em torno de 33° a 36°C. Dessa maneira, ficam mais saudáveis e potencializam a produção do mel, complementa a empresa.

MaisMel surpreende apicultores catarinenses

De acordo com a Termotécnica, as primeiras safras de mel com a caixa de abelhas de EPS no lugar da tradicional caixa de madeira vêm surpreendendo os apicultores catarinenses. Ingo Weinfurter, técnico apícola da Fundação 25 de Julho, de Joinville (SC), está animado e conta que a sua produção deve chegar aos 30 quilos de mel por colmeia com o uso da MaisMel, o que significa o acréscimo em 20% na produção em relação à caixa de madeira. Ele ressalta que, até poucos anos atrás, a apicultura era uma atividade simples para o agricultor, que avançou muito com a inclusão de soluções inovadoras. Destaca que, além do design e do isolamento térmico que o isopor® proporciona, pensados para atender ás necessidades e os hábitos das abelhas, a caixa MaisMel se diferencia pelo peso e ergonomia, que facilitam sua disposição, manutenção e transporte.

“Atualmente, pesquisadores se dedicam em busca de novas técnicas que melhorem a qualidade, aumentem a quantidade do mel e auxiliem os apicultores na gestão do manejo. A caixa de abelhas da Termotécnica, a MaisMel, é um excelente exemplo de inovação que nos oferece diversos benefícios”, afirma Weinfurter.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Covestro confirma previsão de aumento da lucratividade para o ano de 2015

17/11/2015

 

covestro

  • Aumento substancial no EBITDA ajustado esperado em 2015
  • Fluxo de caixa operacional livre no rumo de um novo recorde
  • Terceiro trimestre forte: lucro líquido aproximadamente 62% maior que o ano anterior

Após um terceiro trimestre bem-sucedido, a fabricante de polímeros Covestro recebe a confirmação do que esperava para todo o exercício de 2015. A empresa, que recentemente abriu o capital na bolsa de valores, prevê um aumento substancial na lucratividade em 2015. O fluxo de caixa operacional livre ruma para um novo recorde e o lucro líquido do terceiro trimestre melhorou aproximadamente 62%.

“2015 deve ser um ano muito bom para a Covestro”, afirmou o CEO Patrick Thomas. “Estamos demonstrando, acima de tudo, nossa capacidade de gerar receitas e nossa força financeira. É uma satisfação que os três segmentos e, especialmente os policarbonatos, possam participar do desenvolvimento positivo”.

Previsão de aumento considerável dos rendimentos

A Covestro prevê um aumento considerável no EBITDA ajustado em 2015, de 1,16 bilhão de euros acima do ano anterior. Este aumento foi favorecido sobretudo por uma situação de oferta e procura mais vantajosa. A empresa está presumindo um aumento no EBITDA ajustado do quarto trimestre em relação ao ano passado.

Em 2015, a Covestro espera que as vendas aumentem levemente (como divulgado) em relação ao valor do ano anterior de 11,76 bilhões de euros. Está previsto um aumento percentual de um dígito no crescimento geral de volume.

A Covestro também espera obter um novo recorde de fluxo de caixa operacional livre no ano corrente. Esse indicador constitui a base para a política de dividendos sustentáveis planejada pela empresa e permaneceu em 302 de euros milhões em 2014.

A Covestro está planejando reduzir a dívida financeira líquida, incluindo as obrigações com verbas rescisórias, para até 4 bilhões de euros.

Maiores rendimentos de segmentos esperados

No segmento de poliuretanos, está previsto um leve crescimento no volume geral em 2015. Está previsto que o EBITDA ajustado ultrapassará o valor do ano passado de 592 milhões de euros. Os poliuretanos são espumas de alto desempenho utilizadas, por exemplo, em bancos de automóveis, móveis estofados e materiais isolantes de prédios e aparelhos refrigerados.

A Covestro prevê um aumento percentual médio de um dígito no crescimento geral do volume no segmento de policarbonatos em 2015. Espera-se que o EBITDA ajustado seja mais que o triplo do valor do ano passado de 160 milhões de euros. O policarbonato é um plástico de alto desempenho utilizado em áreas chaves como os setores automotivo e de eletrônica.

No segmento de coberturas, adesivos e produtos especiais, a empresa planeja aumentar o EBITDA ajustado em relação ao valor do ano passado de 437 milhões de euros. Este segmento desenvolve e manufatura matérias-primas para coberturas, adesivos e materiais de vedação, além de produtos especiais para uso com artigos têxteis, cosméticos, médicos e esportivos.

Terceiro trimestre lucrativo

A Covestro já publicou aumentos no EBITDA ajustado em todos os três segmentos no terceiro trimestre de 2015. Com o pano de fundo de uma situação de oferta e procura mais favorável, esse valor aumentou quase 45% de forma geral ante o ano anterior, chegando a 471 milhões de euros. O lucro líquido aumentou aproximadamente 62% para 160 milhões de euros.

Por outro lado, o declínio nos preços de venda causou uma redução nas vendas da Covestro de 1,4% no terceiro trimestre, chegando a 3,02 bilhões de euros. No entanto, o crescimento no volume geral permaneceu estável. O fluxo de caixa operacional livre aumentou quase 13% ante o ano anterior, chegando a 251 milhões de euros.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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BASF apresenta soluções para calçados de segurança na A + A 2015, em Düsseldorf

03/11/2015

BASF_Shoes

  • O Infinergy® apresenta propriedades de suspensão e absorção para calçados de segurança
  • Para temperaturas extremas, a BASF um grade com propriedades de alta resistência à flexão, mesmo a temperaturas de – 45 °C

Neste ano, a BASF apresentou seu novo portfolio de poliuretano (PU) e poliuretano termoplástico (TPU) para calçados de segurança na A + A 2015, a feira internacional de saúde e segurança ocupacional em Düsseldorf (Alemanha). De 27 a 30 de outubro, os visitantes do evento puderam conferir as soluções de PU/TPU da BASF em calçados de segurança.

Infinergy® – elástico como borracha, porém mais leve

O primeiro poliuretano termoplástico expandido do mundo  (TPU-E)  está sendo usado pela primeira vez em calçados de segurança. De acordo com a BASF, a espuma de células fechadas de partículas elásticas apresenta baixa densidade, alta elasticidade, elevada resistência à abrasão, força de tração e uma boa durabilidade a longo prazo com um amplo intervalo de temperaturas (chegando até a -20 °C), juntamente, com uma boa resistência química. Entretanto, a principal característica do Infinergy® é a sua alta resiliência. Segundo a empresa, o teste de elasticidade de rebote de acordo com a norma ISO 8307 (teste de rebote de bola) e DIN 53512 (com martelo pêndulo definido) demonstra que o Infinergy® atinge uma altura de rebote de mais de 55%, colocando-o à frente em comparação com outros tipos de espumas, tais como polipropileno expandido (PPE) a 30%, acetato de vinilo etileno (EVA) a 37%, e polietileno expandido (EPE) a 50%. O Infinergy® não perde sua alta resiliência, mesmo com o uso contínuo, tornando-o o material ideal para entressolas nos calçados de segurança.

O Infinergy®  é usado pela primeira vez na linha de calçados de segurança “Wellmaxx”, produzidos pelo fabricante inovador ELTEN. “Nenhuma entressola produziu até agora maior retorno de energia. Na prática, a nova tecnologia de amortecimento torna a vida mais fácil para todos os membros de equipes cujo trabalho envolve corridas – um fator importante em alguns setores, pois significa uma grande melhoria na prevenção da fadiga e problemas de articulação”, confirma Stefan Tintrup, sapateiro ortopédico e especialista líder em tecnologia de calçados da fabricante Elten, na Renânia do Norte. As pessoas que participaram do teste de desgaste ficaram muito entusiasmadas com as propriedades únicas de suspensão e absorção dos sapatos.

Elastopan® Light Safe – leve e antiestático

No Elastopan® Light Safe, a BASF oferece outro sistema de baixa densidade. Segundo a BASF, este é um poliuretano expandido por água, extremamente antiestático e com baixa densidade. As entressolas feitas com esse novo material são até 40% mais leves do que os sistemas de PU padrão utilizados em entressolas em calçados de segurança e, portanto, proporcionam maior conforto para o usuário, afirma a empresa.

Ele pode ser usado em combinação com TPU ou sola exterior de borracha para produzir uma camada de dupla densidade que atende à norma ISO EN20344: 2011. O material não requer qualquer tecnologia de produção especial, pode assim ser processado com máquinas injetoras e de casting convencionais com a finalidade de produzir solas e sapatos.

Grades de Elastopan® para as temperaturas mais baixas

A BASF oferece uma família de sistemas de PU sob o nome Elastopan® Extreme Frost, projetada especialmente para condições climáticas muito frias. Em contraste com os sistemas convencionais, as solas feitas desse material exibem uma resistência à flexão a -45 ° C em mais de 50.000 ciclos, no  Teste canadensa de flexão Ross, e em mais de 8.000 ciclos, nas condições do Certificado Russo de Conformidade GOST, afirma a empresa. Outras propriedades principais incluem alta resistência ao deslizamento em superfícies molhadas e congeladas, baixa abrasão e alta absorção, segundo a BASF.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba todo o know-how de materiais da BASF em  plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo,  a Divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 6,5 bi em 2014.

Fonte: BASF

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Termotécnica lança caixa de abelhas em isopor

06/08/2015

Produto pode triplicar a produtividade e auxiliar os apicultores no manejo

TermotecnicaMaisMel é uma nova opção de caixa de abelhas, disponível para o mercado de apicultura. Produzida em EPS ( mais conhecido como isopor®) pela Termotécnica, apresenta uma série de diferenciais em comparação à caixa semelhante, feita de madeira, afirma o fabricante. Além do design e do isolamento térmico, pensados para atender as necessidades e os hábitos das abelhas, seu peso e ergonomia facilitam a disposição, manutenção e transporte das caixas.

A importância do isolamento térmico

Segundo a Termotécnica, a caixa MaisMel mantém uma melhor estabilidade térmica dentro da caixa, gerando conforto e reduzindo o stress das abelhas, que não precisam se movimentar tanto ou consumir parte do mel estocado para repor energia ou amenizar as diferenças de temperatura na colmeia – normalmente, em torno de 33° a 36°C. Assim, elas ficam mais saudáveis e ampliam a produção do mel, pois potencializam sua atividade.

Franciele Silveira D’avila, que atua no setor de Pesquisa e Desenvolvimento da Termotécnica, conta que a estabilidade da temperatura presente na MaisMel é positiva sob diversos aspectos, inclusive no equilíbrio do enxame em relação à manutenção das crias e reprodução. “As abelhas se movimentam menos para aquecer o ninho e as crias, possibilitando melhor desenvolvimento do enxame, a maior dedicação à estocagem do mel e, consequentemente, aumentando sua produtividade”, ressalta. Ela destaca também que o novo produto está de acordo com a ABNT NBR 15713.

Incentivo à agricultura familiar

Contribuir para o desenvolvimento da agricultura familiar e a transformação da apicultura num negócio cada vez mais rentável, o que se reflete diretamente na redução do êxodo rural, também faz parte dos objetivos que levaram a Termotécnica a investir no desenvolvimento de uma caixa de abelha em EPS. Além disso, a empresa é signatária do Save Food Initiative, programa da FAO, Agência para a Agricultura e Alimentação das Nações Unidas, contra o desperdício de alimentos.

Pesquisa e Universidade de referência na área comprovam eficácia

Sob a coordenação da Profa. Dra. Lucimar Pontara Peres, do Departamento de Zootécnica da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi realizada uma pesquisa e experiências em campo, para avaliar os dados preliminares do desempenho do novo produto.

No setor de Apicultura da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI) da UEM, foram dispostas 15 caixas padrão, modelo Langstroth, sendo cinco caixas fabricadas de madeira de eucalipto  com cobertura de fibroamianto (T1), cinco caixas com cobertura de telha PET (T2) e cinco caixas de EPS (T3), dispostas em paralelo e com as mesmas condições de estruturas, espaço, luminosidade e umidade. Elas receberam, inclusive, abelhas rainhas virgens com o mesmo perfil genético, para que a liderança dos enxames não influenciasse o resultado.

Entre dezembro de 2013 e março de 2014, foram coletadas amostras para análises físico-químicas efetuadas no laboratório de Farmácia e Farmacologia da UEM, seguindo as recomendações contidas na Instrução Normativa do Ministério da Agricultura e do Abastecimento  (Brasil, 2000).

Resultados surpreendentes

Os enxames alojados em ninhos fabricados de EPS da Termotécnica apresentaram uma produção em quilos mais alta e significativa (T3=30,5a) se comparados aos demais tratamentos (T1=17,2b e T2=7,05c).  Nas condições do estudo, a caixa de EPS chegou a produzir duas vezes mais mel do que a caixa de madeira com fibroamianto e três vezes mais mel do que a com cobertura de telha PET.

A Profa Dra. Lucimar Pontara Peres comenta que os ninhos fabricados em EPS foram beneficiados pelo conforto térmico e seu enxame se desenvolveu melhor. Ela destaca como exemplo dessa melhoria a umidade (%) dos méis, que foi de: T1=17,8b; T2=18,8c; T3=17a e a acidez livre (meq/Kg) de 38,17b; 36,71a; 39,7c . O mel produzido em caixas de EPS apresentou resultados de umidade abaixo do limite de 20%, de acordo com a legislação vigente. A acidez livre do mel produzida pelo enxame de caixas em EPS se encontra dentro da normalidade.

As tendências evidenciam um resultado positivo para a caixa MaisMel por causa da estabilidade na homeostase, ou seja, a temperatura é estável e a pressão é apropriada. Assim, e consequentemente tiveram maior produtividade.

Mais inovação

Novas pesquisas estão sendo validadas e o grupo vem desenvolvendo – em parceria com o Departamento de Zootecnia e de Informática da UEM – um protótipo de sistema móvel que registra imagens e monitora a temperatura interna e umidade de clusters de Apis mellifera africanizada por 24 horas durante 18 meses.

A Termotécnica, empresa com 53 anos de existência, é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Plastivida posiciona-se sobre o banimento de produtos de EPS em Nova Iorque

20/07/2015

Nota emitida pela Plastivida (16/06/2015)

A Plastivida, como representante da cadeia produtiva dos plásticos no que tange à sustentabilidade, vem se posicionar sobre a decisão pelo banimento de produtos de EPS (sigla internacional do Poliestireno Expandido, no Brasil conhecido como IsoporR, marca registrada) na cidade de Nova Iorque.

– O EPS é um plástico e sendo assim, é inerte, atóxico e 100% reciclável.

– Em função de sua versatilidade, leveza, resistência e excelente custo-benefício o EPS tem ganhado, ao longo dos anos, espaços em mercados relevantes, oferecendo bem-estar à população, assim como economia e vantagens ambientais:

• promove economia de energia e de água quando aplicado em construções
• oferece redução nas emissões de gases, por ser leve ao transporte;
• está presente na medicina, preservando a integridade de medicamentos e insumos e garantindo a saúde das pessoas;
• preserva a qualidade dos alimentos no caso das embalagens, entre tantas outras utilidades.
• acondiciona e protege bens duráveis como eletrodomésticos, computadores, entre outros.

– Falar em banimento desse ou daquele produto é falar em retrocesso. É abrir mão de um processo de desenvolvimento em prol da qualidade de vida, e pior ainda, muitas vezes de forma a não gerar nenhum benefício ambiental.

– Acreditamos que a decisão de se banir um determinado produto vai apenas mudar o tipo de material que será encontrado amanhã nos mares e nas ruas.

– A solução está na responsabilidade compartilhada entre indústria, população e governo para atuarem em torno da informação adequada, educação ambiental e gestão de resíduos.

• Informação – Conhecendo os produtos, sua funcionalidade, sabendo do impacto que gera, por meio da análise de seu ciclo de vida (desde a extração da matéria-prima até seu descarte) é possível fazer a melhor escolha.
• Educação ambiental – É o que desperta a sociedade para a importância do consumo responsável, redução de desperdício e descarte adequado. A partir da educação ambiental, as boas práticas se tornam perenes.
• Gestão de resíduos – Coleta seletiva, logística reversa, redução de aterros, destinação do lixo para a reciclagem mecânica ou energética são pontos que devem ser considerados na gestão de resíduos, principalmente dos grandes centros, onde a população cresce cotidianamente e, por consequência, o consumo e o descarte.

– O Brasil é um exemplo: somente o Brasil reciclou, em 2012, 34,5% do EPS que consumiu, ou seja, reciclou 13.570 toneladas das 39.340 toneladas de EPS pós-consumo. (estudo Maxiquim). Se levarmos em conta que menos de 20% dos municípios contam com sistemas de coleta seletiva, esse número é bastante elevado.

– Em 2012, as 22 recicladoras de EPS do Brasil faturaram juntas R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas representam uma capacidade instalada para reciclar 30.473 toneladas. Ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

Ass: Miguel Bahiense Neto
Presidente da Plastivida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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BASF amplia sua gama de espumas de melamina para conforto acústico de interiores

15/04/2015
  • Espuma branca usada especificamente para aplicações visíveis em interiores
  • Excelente absorção acústica combinada com alto grau de reflexão de luz
  • Inúmeras opções para a criação de designs atrativos

Basf_Basotect_BA BASF expande sua gama de espumas de melamina Basotect® com uma versão que foi desenvolvida especificamente para aplicações visíveis. O novo Basotect® B é branco e atende aos padrões de exigências quando utilizado como absorvente de som para melhorar a acústica de ambientes internos, afirma a empresa.

Liberdade de novos designs em interiores

A nova espuma melamínica oferece novas opções de design. Ambientes iluminados com luz natural podem ser utilizados como vitrine para o Basotect® B branco. “A demanda de arquitetos e designers pela absorção acústica visualmente atraente é muito alta”, diz Johannes Kiefer, Professor no Departamento de Design, Ciência da Computação, Mídia na Universidade de Ciências Aplicadas de RheinMain em Wiesbaden. Segundo a BASF, o Basotect® B oferece possibilidades de design atraentes, graças à sua cor branca e as diversas opções para moldá-lo. Além de propriedades como a excelente absorção de som, elevada segurança ao fogo (não propaga chamas e não libera fumaça tóxica em situações de incêndio), alta rigidez, e facilidade de processamento, o Basotect® B tem um alto grau de reflexão de luz, que pode ajudar a diminuir a demanda de iluminação e, assim, economizar energia, afirma a empresa.

Projeto de alunos destaca opções criativas de design

Alunos que cursam design de interiores na Universidade de Ciências Aplicadas em Wiesbaden demonstraram em um projeto quais opções de design são possíveis com o Basotect® B branco. A estrutura ondulada do objeto em exposição foi desenhada por Vanessa Kaufmann e remete as ondas sonoras que são absorvidas pelo Basotect®. A combinação com a luz proporciona uma aparência atraente e animada. O design foi desenvolvido em conjunto com a BASF e exibido no estande da BASF no BAU 2015.

Fonte: BASF

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Caixas da Termotécnica em EPS mantém frutas saudáveis por mais tempo

18/03/2015

Termotecnica_dacolheitaA Linha DaColheita, da Termotécnica, compreende caixas para acondicionamento de frutas feitas em EPS(isopor®). Seu diferencial de maior destaque é a conservação térmica. Ao manter a temperatura dentro da caixa, a fruta sofre menor perda de peso, desidratação e mantém seu teor vitamínico por mais tempo.

As conservadoras DaColheita já são utilizadas com sucesso por produtores de frutas premium de Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, onde a Termotécnica tem uma unidade fabril para atender este mercado em franco desenvolvimento.

De acordo com o Gerente Comercial da Fazenda Special Fruit, Roberto Carvalho, da cidade de Petrolina, as conservadoras em EPS da Termotécnica têm como principal benefício o aumento na vida de prateleira da fruta. “Identificamos que as uvas acondicionadas e transportadas em EPS duravam em torno de 20% a mais de tempo nas prateleiras, em comparação com as frutas nas embalagens de papelão”, explica Roberto.

A Fazenda Special Fruit é cliente da Termotécnica há quatro anos, consumindo cerca de 600 mil embalagens DaColhieta por ano de EPS para uvas. Além do ganho em maior tempo de conservação, Roberto destaca que os clientes que preferem a embalagem de EPS costumam ser os mais exigentes. “Além de terem o produto por mais tempo nas prateleiras, esses clientes também buscam uma melhor apresentação da fruta, que se destaca quando está no EPS”, frisa. A Special Fruit comercializa a marca Suemi no mercado interno e para exportação.

A Cooperativa de Agronegócio de Juazeiro adotou há mais de dois anos as conservadoras de EPS para transporte e comercialização de uvas do segmento premium. De acordo com o engenheiro agrônomo Junior Silveira, responsável pela área Comercial da cooperativa, as embalagens de EPS trazem uma impressão bastante positiva no aspecto visual, de higiene, no contraste das frutas que ficam mais vistosas e com um visual fantástico. “Nossas vendas foram alavancadas com as embalagens DaColheita, proporcionando agregação de valor principalmente para os mercados de São Paulo e Rio de Janeiro”, revela Silveira.

Segundo a Gerente Comercial da Termotécnica, Maida Rodrigues, as conservadoras em EPS também proporcionam ao produtor a facilidade e durabilidade durante o transporte e empilhamento, já que o material tem alta resistência ao peso e absorve bem os impactos. “Além disso, para o varejista, as conservadoras DaColheita agregam uma melhor estética na exposição dos produtos pois mantêm o formato e não absorvem umidade e, para o consumidor final, garantem a integridade das características nutricionais, ou seja, um produto de maior qualidade”, ressalta Maida.

A engenheira de alimentos, Franciele D’avila, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Termotécnica, reforça que os benefícios com o armazenamento da uva em EPS são muito significativos e vão desde a otimização da mão de obra na fazenda, a menor perda de água e vitamina C da fruta, a menor perda de degrana, até a satisfação dos consumidores. Ela ainda complementa que, além de testes internos, estudos de centros de pesquisa e universidades de renome mundial comprovam a superioridade das características de conservação pelo EPS.

Segundo a Termotécnica, um desses estudos, conduzido pelo Korean Food Research Institute, entidade localizada na Coreia do Sul, que estuda tecnologias de base sobre o armazenamento, segurança e distribuição de alimentos para melhorar a saúde das pessoas e a qualidade de sua vida, realizou uma série de pesquisas que destacam o percentual de vitamina C de frutas e legumes, após uma semana de armazenamento em embalagens de EPS e papelão. A média de ganhos com o EPS é significativa. Ao comparar a conservação de uvas quando armazenadas em embalagens semelhantes, sendo uma de papelão e outra de EPS, verifica-se um aproveitamento de mais de 40% superior quando armazenada na embalagem de EPS.

Sobre a Termotécnica:  maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento a Termotécnica produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Comunicação / Termotécnica

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Poliuretano Termoplástico Expandido da BASF confere novas propriedades a tênis de corrida da Adidas

29/08/2013
  • Nova espuma InfinergyTM da BASF usada em calçados adidas para corrida
  •  Jogging mais confortável: material exclusivo revestido com espuma oferece efeito  mola e propriedades de amortecimento
  •  Maior efeito elástico: estrutura com câmara de ar especial de esferas de espuma fundidas retorna energia em grande proporção
  • Leve e flexível: poliuretano termoplástico expandido confere novas aplicações.

BASF_AdidasO mundo está em movimento. Para manter a boa forma, cada vez mais pessoas caminham quilômetros em campos e estradas. Pode-se correr simplesmente em qualquer lugar. Tudo o que se precisa são de  roupas confortáveis e calçados para corrida. A indústria mundial de equipamentos esportivos está se beneficiando de um maior entusiasmo por corrida: mundialmente, os corredores investem cerca de €15 bilhões em equipamentos. Os clientes colocam prioridade máxima em bons calçados. Mesmo as pessoas que praticam jogging eventualmente procuram solados leves que proporcionem excelente absorção de choque e mais conforto durante a corrida.

Os calçados esportivos atuais são genuinamente produtos de alta tecnologia se comparados com as versões anteriores: os inúmeros materiais diferentes utilizados para fabricar os calçados os tornam leves e estáveis. Os materiais permitem que os calçados sejam personalizados com precisão para se ajustar ao estilo de corrida.

Tudo isto pode ser confirmado ao observarmos os laboratórios de desenvolvimento dos fabricantes de calçados esportivos: as amostras de teste passam por placas de medição de pressão que analisam e avaliam todos os passos. Câmeras de alta velocidade filmam os padrões de movimento e o deslocamento da planta dos pés nos mínimos detalhes. Toda esta informação segue para o design do calçado, que permite aos atletas conquistarem novos recordes pessoais – além de oferecer aos corredores recreativos excelentes condições de corrida.

Os fabricantes estão em busca permanente por tecnologias de ponta e materiais inovadores. A adidas também desenvolve constantemente seus calçados para corrida. A empresa, com sede em Herzogenaurach, Alemanha, já conta com o suporte dos especialistas da BASF há mais de 20 anos. Ao utilizar a nova espuma InfinergyTM da BASF, a adidas desenvolveu o Energy Boost, um calçado para corrida completamente novo com molas e propriedades amortecedoras. A entressola do calçado é seu recurso diferencial, o elemento central de todos os calçados para corrida. Ela é feita de uma nova espuma em partículas capaz de absorver o impacto de choque nos pés durante a prática do jogging, ao mesmo tempo que os amortece simultaneamente. Segundo a BASF, o alto efeito elástico do material proporciona ao corredor um retorno de energia não oferecido por nenhum outro calçado para corrida.

O Infinergy é feito de poliuretano termoplástico expandido (E-TPU). “O E-TPU é produzido pela formação de espuma do material primário, grânulos de TPU” , explica o Dr. Uwe Keppeler, desenvolvedor de materiais e processos da BASF. “Depois do pré-tratamento com pressão e calor, os grânulos individuais que medem até cinco milímetros estouram como pipoca”. No processo, seu volume aumenta dez vezes para produzir esferas de espuma ovais com bolhas de gás fechadas no interior. “Estas câmaras de ar vedadas tornam as esferas de espuma leves bastante elásticas e proporcionam o efeito elástico desejado. As esferas individuais podem ser ilustradas como bolas de futebol minúsculas: quanto mais ar elas contêm, mais elas batem e voltam”, diz o Dr. Frank Prissok, cientista de pesquisas da BASF.

2.500 esferas de espuma em um calçado

Para todas as entressolas, a adidas precisa de aproximadamente 2.500  pequenas esferas. Para transformá-las na forma desejada, elas são tratadas com vapor quente, um processo no qual a camada externa das esferas derrete levemente, fazendo com que as mesmas se unam e tomem uma forma estável. A estrutura interna das câmaras de ar permanece inalterada por meio do processo.

De acordo com a BASF, uma entressola feita de Infinergy pode ser comprimida a um grau extremo: até cerca de metade de seu volume a uma pressão de dois bars. Esta propriedade é particularmente eficaz na absorção de impacto do choque nos pés. Assim que o impulso compressivo diminui, a espuma retorna a sua forma inicial em velocidade relâmpago. O solado, portanto, absorve a energia do corredor, mas depois retorna uma grande quantidade para o corredor. Este efeito elástico das esferas individuais de Infinergy transforma literalmente os calçados do corredor em fontes de energia: “Quando os pés pressionam o piso, a força despendida é amplamente retornada ao atleta. Isto resulta em um comportamento de corrida completamente novo e melhor. Muitos corredores dizem que o calçado parece estar praticamente vivo”, explica Gerd Manz, Diretor Sênior Mundial de Inovação em Marcas da adidas. Outra vantagem da espuma, segundo a BASF, é que ela não é apenas leve, mas também mantém sua elasticidade em uma ampla faixa de temperaturas. As partículas garantem que o calçado Energy Boost também retenha suas propriedades positivas a menos 20ºC. “As características de corrida são, portanto, as mesmas em temperaturas congelantes como a 30ºC”, diz Manz.

Material para pneus que não furam

Muito leve e elástico – estas propriedades especiais fazem de Infinergy um material com uma ampla variedade de aplicações, afirma a BASF. Algumas das aplicações já estão em fase de ensaio. Outras talvez estejam distantes, mas certamente são viáveis: no futuro, a espuma da BASF poderá, por exemplo, tornar uma realidade o pneu de bicicleta que nunca fura, algo com o qual muitos ciclistas sonham.
Infinergy também é potencialmente ideal como piso para pistas de corrida. Para os fabricantes da indústria automotiva, que estão sempre em busca de materiais leves e robustos, a espuma de especialidades da BASF também oferece oportunidades completamente novas.

“Combinando propriedades irreconciliáveis”

Segundo Gerd Manz, Diretor Sênior Mundial de Inovação em Marcas da Adidas, o novo material da BASF permite a combinação de propriedades, tais como suavidade e resiliência altamente reativa – duas características consideradas irreconciliáveis anteriormente. A entressola do Energy Boost oferece uma experiência em corrida completamente nova.

Afirma Manz que durante o teste do novo material pela adidas, entras outras coisas, eles simularam o impacto do salto para medir o retorno de energia do material. Descobriram que o plástico de especialidades da BASF retorna a energia muito melhor que os materiais anteriores. Analisaram também a estabilidade de temperatura na câmara climática e descobriram que o material do solado oferece resistência à temperatura três vezes mais em comparação à espuma convencional.

Sobre a durabilidade do solado, afirma Manz: ” No teste de compressão, o material foi comprimido 10.000 vezes para avaliarmos sua resistência: apesar de a espuma ser mais macia do que os materiais anteriores, a estrutura das células permanece intacta por muito mais tempo e o calçado retém suas propriedades por centenas de quilômetros.”

Fonte: BASF

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