Posts Tagged ‘Filmes Plásticos’

Primeira matriz de extrusão do mundo com 9 manifolds, fabricada pela Nordson, produz filmes de camadas múltiplas com redução expressiva na variação da espessura

06/10/2015

A mais avançada matriz do tipo multi-manifold da Nordson proporciona tolerâncias mais estreitas do que um sistema comparável de blocos de alimentação, economizando nos custos de material e aprimorando a qualidade do produto

Representação do corte vertical da matriz de 9 manifolds da Nordson EDI, com fluxos de polímero apresentados em diferentes cores. Os fluxos combinados formam uma estrutura única de camadas múltiplas que sai da matriz à esquerda. Na parte superior esquerda, pode-se ver a unidade de ajuste automático de lábios.

Representação do corte vertical da matriz de 9 manifolds da Nordson EDI, com fluxos de polímero apresentados em diferentes cores. Os fluxos combinados formam uma estrutura única de camadas múltiplas que sai da matriz à esquerda. Na parte superior esquerda, pode-se ver a unidade de ajuste automático de lábios.

O mais recente avanço em tecnologia de coextrusão da Nordson Corporation (www.nordsonpolymerprocessing.com) permite que produtores de filmes multi-camadas (especialmente aqueles com linhas de alta produtividade dedicadas a uma gama de produtos limitada) atinjam tolerâncias de espessura mais estreitas para as camadas individuais.

Uma matriz plana com nove manifolds da Nordson EDI, a primeira de seu tipo, já está em funcionamento e cumpriu sua tarefa com êxito, produzindo filmes de nove camadas a partir de várias resinas. Embora o grau de melhoria dependa da aplicação, a tecnologia de matriz com nove manifolds da Nordson EDI promete, de modo geral, reduzir a variação de espessura de camadas individuais para uma tolerância de +/-  5%, de acordo com Sam G. Iuliano, tecnólogo chefe da Nordson EDI. Atualmente, a tolerância frequentemente encontrada em sistemas comparáveis de blocos de alimentação avançados é de +/-  15%.

“Essa maior precisão que pode ser alcançada com as matrizes do tipo multi-manifold permite que os processadores obtenham camadas mais finas dos materiais para finalidades especiais de alto custo, geralmente exigidas para filmes de embalagens de alto desempenho. Ao mesmo tempo, a precisão melhora a qualidade e a consistência do produto”, explica Iuliano.

Parte traseira da matriz com 9 manifolds da Nordson EDI, com portas de entrada para os fluxos de polímero mostradas em diferentes cores. À esquerda, pode-se ver uma das duas estruturas de fixação da parte de fora, projetadas para evitar vazamento nas extremidades da matriz. Na parte central superior, vê-se a parte de cima de uma unidade de ajuste automático de lábios.

Parte traseira da matriz com 9 manifolds da Nordson EDI, com portas de entrada para os fluxos de polímero mostradas em diferentes cores. À esquerda, pode-se ver uma das duas estruturas de fixação da parte de fora, projetadas para evitar vazamento nas extremidades da matriz. Na parte central superior, vê-se a parte de cima de uma unidade de ajuste automático de lábios.

Um manifold é um canal de distribuição de fluxo dentro da matriz, cuja complexa geometria interna, projetada para um polímero específico, é desenvolvida para fornecer um fluxo uniforme e otimizado e distribuir o material até a largura total. Em uma matriz do tipo multi-manifold, cada fluxo de polímero tem seu próprio manifold e as camadas são combinadas em uma única estrutura somente após cada uma delas ter sido individualmente distribuída até a largura total. Para fins de comparação, um bloco de alimentação combina vários fluxos de polímero em um “sanduíche” estreito de múltiplas camadas que é, subsequentemente, ajustado até a largura final em uma matriz de manifold único. O método de manifolds múltiplos fornece maior uniformidade e precisão de espessura de camadas principalmente porque evita grande parte da deformação da interface da camada que ocorre quando várias camadas pré-montadas em um bloco de alimentação são distribuídas simultaneamente pela matriz.

“Os clientes da Nordson EDI ao redor do mundo têm se beneficiado há muito tempo da coextrusão de manifolds múltiplos, usando matrizes com dois, três, quatro ou cinco manifolds”, observa o Sr. Iuliano. “Projetar uma matriz com nove manifolds foi um grande desafio para nós, pois era preciso apertar e aquecer adequadamente dez importantes segmentos de corpo da matriz. Além disso, os nove canais de fluxo foram projetados de forma personalizada para a camada específica que estavam distribuindo, o que significa que tínhamos que acomodar canais de fluxo de diferentes tamanhos e layouts no projeto”.

Ferramentas com manifolds múltiplos melhoram a qualidade e a eficácia de produção

Para a distribuição de polímero fundido das extrusoras para uma matriz do tipo multi-manifold, a Nordson EDI faz o projeto blocos de distribuição – localizados logo acima da matriz – em uma variedade de configurações opcionais. As versões mais simples têm um projeto fixo, distribuindo o polímero fundido para as entradas da matriz multi-manifold em uma única estrutura sequencial dedicada de camadas. Blocos de distribuição mais sofisticados oferecem a capacidade de redirecionamento de fluxos de material fundido para alterar a sequência das camadas, por meio de placas seletoras permutáveis. Os blocos de distribuição mais avançados, além das placas seletoras, incluem subconjuntos de blocos de alimentação que combinam alguns dos fluxos de material derretido antes que cheguem à matriz, permitindo versatilidade de produto e um maior número de camadas em relação ao número de manifolds da matriz.

Como a fabricante que mais construiu matrizes do tipo multi-manifold, a Nordson EDI aplicou sua experiência para deixá-las livres de problemas. Muitas matrizes com quatro e cinco manifolds da Nordson EDI estão em operação sem problemas de vazamento, mesmo com taxas de produtividade de quase 5.000 kg/h, afirma a empresa. Para a nova matriz com nove manifolds, a Nordson EDI desenvolveu elementos de fixação adicionais do lado externo dos principais corpos da matriz (na área de montagem de placas final) para garantir a vedação adequada.

A Nordson EDI pode projetar, de forma personalizada, sua estação de limpeza rápida Ultracart™ para a matriz do tipo multi-manifold específica de um cliente. Além disso, as unidades de ajuste automático de lábios Autoflex na matriz são modulares e pode ser destacadas facilmente, permitindo acesso conveniente aos elementos de fixação do corpo da matriz. Esses sistemas simplificam a montagem e desmontagem para limpeza periódica e a manutenção preventiva da matriz.

A estação de limpeza rápida Ultracart™ pode ser projetada para acomodar matrizes com 9 manifolds. A matriz desmontada mostrada aqui é uma unidade com 3 manifolds.

A estação de limpeza rápida Ultracart™ pode ser projetada para acomodar matrizes com 9 manifolds. A matriz desmontada mostrada aqui é uma unidade com 3 manifolds.

Nordson EDI oferece várias alternativas para a produção de filmes de camadas múltiplas

A matriz com nove manifolds é a mais recente de uma ampla gama de opções de coextrusão disponibilizadas pela Nordson EDI. O sistema de matrizes que a empresa recomenda para determinada aplicação depende de variáveis como taxa geral de produtividade, espessura das camadas e proporções de viscosidade, largura da matriz, número e tipo de estruturas de produto necessárias e se as temperaturas de processamento do material fundido para qualquer um dos fluxos de material são diferentes. Embora as soluções recomendadas possam variar de uma matriz de manifold único, com bloco de alimentação, até uma matriz completa do tipo multi-manifold, com canais separados para todas as camadas, geralmente a recomendação se encaixa nesses extremos, combinando abordagens de manifolds múltiplos e de blocos de alimentação. Por exemplo, se uma estrutura de cinco camadas incluísse uma única camada de cobertura crítica, então uma matriz de dois manifolds seria recomendada: a camada crítica seria distribuída pelo seu próprio canal de fluxo e as outras quatro camadas compatíveis seriam coextrudadas pelo segundo canal de fluxo.

Até mesmo ao desenvolver progressos em matrizes do tipo multi-manifold, a Nordson EDI está comprometida em inovar no projeto do bloco de alimentação, observa Iuliano. “Dependendo do cenário de processamento específico, uma matriz de manifold único com um bloco de alimentação de coextrusão pode ser a melhor forma a ser adotada – por exemplo, caso as ferramentas de extrusão precisem produzir muitas estruturas diferentes com proporções significativamente diferentes de camadas. Geralmente, a abordagem de bloco de alimentação permite maior versatilidade de produto, bem como procedimentos mais simples de limpeza e troca de produtos. No entanto, a abordagem de manifolds múltiplos é superior em termos de qualidade e consistência do produto. Atualmente, essa abordagem é uma alternativa mais prática e realista do que nunca para produtores de filmes de camadas múltiplas de ordem superior”.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde parafusos e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros. A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países.

Fonte: Martino Communications / Nordson Corporation

Curta nossa página no

Anúncios

Pesquisa do IPEN/USP desenvolve filme de polipropileno com nanopartículas de prata que possuem efeito bactericida

20/07/2015
Filme extrudado com nanopartículas de prata

Filme extrudado com nanopartículas de prata

Pesquisa do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), instituição associada à USP, desenvolveu filmes plásticos com nanopartículas de prata que possuem efeito bactericida. Os testes realizados com o material demonstraram sua eficácia na eliminação de bactérias causadoras de infecções em seres humanos, sem apresentar toxicidade. Os filmes poderão ser utilizados em embalagens de alimentos, para aumentar a vida útil dos produtos à venda. Futuramente, seu emprego pode ser estendido a instalações hospitalares e materiais cirúrgicos, como cateteres.

Nanopartículas de prata são agregadas ao plástico durante o processamento por extrusão

A pesquisa utilizou o polipropileno, um tipo de plástico de valor relativamente baixo, o que favorece sua utilização nos filmes. A ação bactericida das nanopartículas de prata acontece no contato direto com os micro-organismos. “Acredita-se que uma reação de ionização junto à membrana celular da bactéria cause danos no processo de respiração e leve as nanopartículas a penetrarem em seu interior”, explica o pesquisador Washington Oliani, que realizou o estudo no Laboratório de Polímeros do Centro de Química e Meio Ambiente (CQMA) do IPEN. “Ali dentro, as nanopartículas na forma iônica interagem com componentes celulares vitais, como o DNA, impedindo a divisão celular e consequente morte da bactéria”.

A incorporação das nanopartículas ao plástico ocorre em uma extrusora. “O polipropileno, a prata e outros componentes, na forma de grânulos, são inseridos em uma máquina extrusora, que funde esses materiais por meio de aquecimento”, relata Oliani. Após a extrusão, o material é resfriado e granulado novamente, obtendo-se grânulos com dimensão entre 2 milímetros (mm) e 3 mm.

Os grânulos com as nanopartículas de prata já incorporadas são novamente processados em uma extrusora, desta vez para produzir um filme plástico com espessura de 0,03 mm. O filme obtido contém as nanopartículas de prata, que medem entrem 22 e 42 nanômetros – milhões de vezes menores que um centímetro.

Efeito bactericida

O efeito bactericida dos filmes com nanopartículas de prata foi comprovado em testes realizados no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, supervisionados pelo professor Nilton Lincopan. Inicialmente, o material foi colocado em contato direto com culturas das bactérias Escherichia coli e Staphylococcus aureus, associadas a infecções em seres humanos. “Após ajustes na formulação, foi possível eliminar quase 100% de Staphylococcus”, ressalta Oliani. Experimentos posteriores com a bactéria Pseudomonas aeruginosa também tiveram eficiência próxima de 100%.

No Ipen foram realizados testes de citotoxicidade, em culturas de células de camundongos. “Durante o desenvolvimento de novos materiais, há uma grande preocupação com o risco de contaminação. Por esse motivo é necessário averiguar se existe toxicidade”, aponta o pesquisador. “Os testes realizados em laboratório mostraram que os filmes não são tóxicos para células de mamíferos, como os seres humanos”.

A pesquisa de Oliani é descrita em tese de doutorado defendida no Programa de Tecnologia Nuclear, realizado conjuntamente pelo Ipen e pela USP. O trabalho teve orientação da pesquisadora Duclerc Fernandes Parra, do CQMA. “O estudo terá continuidade no pós-doutorado, com o objetivo de aprimorar as propriedades do material, de modo a obter o mesmo efeito bactericida com uma menor quantidade de prata, viabilizando a patente e a colocação no mercado”, aponta Duclerc. “Também serão realizados testes de ecotoxicidade em organismos marinhos, para verificar se há liberação de partículas no meio ambiente”. A pesquisa de pós-doutorado terá apoio da Capes.

A principal utilização prevista para os filmes com nanopartículas de prata é a aplicação em embalagens de produtos alimentícios. “Com o efeito bactericida das nanopartículas seria possível aumentar a vida útil dos produtos embalados, especialmente os de origem orgânica”, afirma Oliani. Outro possível emprego do material está na área hospitalar. “Futuramente, os filmes poderão ser colocados em divisórias e janelas de hospitais, além de serem utilizados em materiais cirúrgicos, como cateteres”, conclui Duclerc.

Fonte: Abiplast / Agência USP de Notícias / Foto: Marcos Santos – USP Imagens

Curta nossa página no

Dow apresenta vantagens das tecnologias de unitização em seminário de embalagens

03/09/2012

Filmes Stretch e Stretch Hood são os destaques para os mercados de petroquímica, material de construção, bebidas e linha branca

Os ganhos logísticos a partir das melhores práticas de unitização para o transporte de cargas são o escopo da participação de Eduardo Ruiz, especilista técnico da Dow, no Seminário Embalagem de Distribuição e a Cadeia de Suprimentos, promovido pelo Centro de Tecnologia em Embalagens (CETEA) no próximo dia 5 de setembro, em Campinas (SP). Com foco nas embalagens plásticas, Ruiz apresentará, sobretudo, as vantagens dos filmes Stretch, Stretch Hood e Shrink que atendem com precisão aos mercados de petroquímica, material de construção, bebidas, linha branca, entre outros.

No Brasil, segundo o instituto Akatu, 30% do que se produz na cadeia de alimentos é perdido, sendo parte disso no transporte. Outro dado relevante, apontado por um estudo da Carolina Supply Chain Service – LLC sobre as perdas na cadeia de transporte nos EUA (2006), afirma que cargas mal paletizadas podem custar à indústria mais de U$388 milhões por ano.

A evolução da tecnologia dos filmes para embalagem de unitização, portanto, amplia as oportunidades para reduzir perdas e melhorar a segurança e armazenagem, alguns dos principais desafios do transporte de carga. Além disso, investir em embalagens secundárias pode melhorar consideravelmente aspectos-chave do processo de unitização, como melhor estabilidade da carga, proteção do produto, minimização do risco de contaminação e redução de danos e avarias, entre outros.

O seminário visa promover uma visão holística do papel da embalagem na cadeia de suprimentos que vai além do atendimento aos requisitos de proteção do produto acondicionado. “A indústria necessita de soluções customizadas de embalagens, criando valor para a cadeia de produtos”, resume Ruiz.

Fonte: Dow

Curta nossa página no

Matriz de extrusão e anel de ar da Davis Standard ajudam a aumentar em 50 % a produtividade de linha de filme da empresa americana Mid South Extrusion

13/07/2012

Michael A. Henagan, Executivo da Mid South Extrusion, e o novo sistema implementado pela Davis Standard.

Uma matriz Centrex de três camadas e um anel de ar Triple Lip da Davis Standard ajudaram a empresa Mid South Extrusion a aumentar em 50 % a produção de uma linha existente na empresa, ao mesmo tempo em que melhoraram o controle de uniformidade da espessura do filme. A Mid South, com sede em Monroe, Louisiana, reformou uma linha da Davis-Standard instalada originalmente em 1999 com a finalidade de produzir o novo filme metalocênico coextrudado ExtrudTuff ™ da empresa. Os limites de produção e qualidade da Mid South foram estudados através da aplicação da nova tecnologia usando uma linha piloto da Davis Standard.

“A demanda para o nosso novo filme ExtrudTuff tem sido excepcional, por isso chamamos a Davis-Standard para encontrar uma maneira econômica para melhorarmos as nossas taxas de produção e qualidade”, disse Mike Henagan, vice-presidente executivo de operações da Mid South. “A Davis-Standard provou que eram possíveis taxas de produção maiores e uma melhor qualidade pelo uso de nova tecnologia para produzir nosso novo filme coextrudado. Pudemos inicialmente validar as capacidades de processamento da matriz e do anel de ar na linha piloto da Davis Standard. Isto nos levou a comprar novas roscas e cilindros DSB ® III, juntamente com uma nova matriz Centrex e anel de ar Triplo Lip. Em seguida, desenvolvemos um plano para fazer a transição da forma mais suave possível, para evitar perturbações nas programações de produção críticas. Nós simplesmente não podíamos ter surpresas ou interrupções. A linha foi então reformada e colocada de volta à produção antes do previsto por causa do excelente gerenciamento do projeto e suporte. Nossos clientes estão muito satisfeitos com o resultado. “

Os ensaios na linha-piloto da Davis-Standard em Bridgewater, New Jersey, mostraram o aumento da taxa de produção em 50 por cento e uma melhoria substancial no controle da uniformidade da espessura do filme usando a matriz Centrex de três camadas e a tecnologia IBC (resfriamento interno do balão), em conjunto com o anel de ar Triple Lip. A linha piloto é um sistema de 300 mm de diâmetro. Embora a linha piloto seja muito menor do que a linha de produção existente na Mid South Extrusion, a Davis-Standard usou a informação obtida nos ensaios e desenvolveu uma solução para a linha existente, a qual inclui conjunto de novas roscas e cilindros, sopradores e controles para acompanhar a nova matriz e anel de ar. A matriz Centrex é reconhecida por grandes volumes de IBC (resfriamento interno do balão) e taxas de produção aumentadas, enquanto o anel de ar Triple Lip fornece um resfriamento superior e controle da espessura. Tanto a matriz como a anel de ar tem tido um um bom desempenho desde que foram testados no outono passado.

A adição do filme de engenharia ExtrudTuff dá à Mid South Extrusion uma vantagem ainda maior no mercado de filmes de embalagem, proporcionando propriedades físicas melhores que os filmes de polietileno tradicionais.

Fonte: Davis Standard

Curta nossa página no

Novas Resinas de Polietileno de Baixa Densidade da LyondellBasell Oferecem Melhores Níveis de Desempenho em Aplicações de Filme.

20/06/2011

A LyondellBasell lançou duas novas resinas de polietileno de baixa densidade (PEBD) que oferecem melhor desempenho para uma ampla gama de aplicações na área de filmes. Os novos grades são produzidos usando a tecnologia da empresa de processo tubular de alta pressão Lupotech T.

O Lupolen 3420J e o Lupolen 3426J, código dos novos grades, apresentam numerosos benefícios em comparação com produtos de PEBD padrão usados ​​em filmes, tais como maior rigidez, resistência ótima ao rasgo e à perfuração, propriedades óticas ótimas e baixos níveis de gel. Os principais beneficiários desta tecnologia incluem os produtores de filmes para etiquetas, produtos higiênicos, empacotamento e laminação, além de fabricantes de películas de proteção de superfície e embalagem de lenços higiênicos.

Enquanto o Lupolen 3420J é livre de aditivos e atende a requisitos para uma extrusão fácil e taxas de produção maiores em aplicações de filme, o Lupolen 3426J contém agentes de deslizamento e e anti-aderentes (anti-block). “Ambos os produtos oferecem boas propriedades mecânicas e ópticas, mas os clientes também podem obter um baixo valor de coeficiente de atrito que oferece facilidade de processamento em equipamentos de transfprmação”, disse Christof Justus, gerente de marketing de Polietileno da LyondellBasell.

Economia de material por meio de alta densidade
Benefícios adicionais oferecidos pela alta densidade e pela notável resistência do material fundido do Lupolen 3420J e 3426J Lupolen incluem a potencial redução de espessura de embalagens flexíveis. A redução de espessura permite que os transformadores usem menos material, oferecendo economias de custo ao longo de toda a cadeia de suprimento.

Fonte: LyondellBasell

Dow lança resinas para filmes “shrink” e “stretch”, direcionadas para mercados de paletização / unitização de produtos.

27/04/2011

A The Dow Chemical Company lança novas resinas para a produção de filmes industriais – aplicados na unitização de produtos – na Brasilplast 2011 (9 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi). Este mercado é um dos maiores consumidores de polietileno em todo o mundo e a Dow tem soluções para os principais métodos de unitização – stretch (esticáveis), shrink (encolhíveis) e stretch hood.

 Para filmes Shrink, a Dow oferece a nova resina Elite AT XUS 59999.18, um pós-metaloceno linear de baixa densidade (P-mLLDPE), especificamente desenhada para uso em filmes shrink, os quais podem ser utilizados na unitização de garrafas de bebidas, latas em geral, produtos de higiene e limpeza, entre outros.

 A nova solução apresenta excelente balanço de propriedades como processabilidade, boa estabilidade de balão, excelentes propriedades óticas e, principalmente, alta resistência à perfuração. Tudo isso combinado à possibilidade de redução de espessura do filme, gerando beneficios para cadeia, bem como o meio ambiente. “Esta resina viabiliza a modificação da formulação normalmente usada, para um filme com alta porcentagem de Polietileno Linear, resultando na redução da sua espessura e melhoria das propriedades óticas”, explica Sérgio Coleoni, Gerente de Marketing para Industrial, Consumer Packaging e Tubos.

 Segundo o executivo, o mercado de filmes termoencolhíveis continua demandando o máximo desempenho das resinas de polietileno. “Dependendo do tipo de carga a ser unitizada e do processo de transporte usado, os requerimentos mecânicos do filme podem ser bastante altos. Somam-se a isso as constantes reduções de espessuras que filmes termoencolhíveis vem sofrendo ao longo dos anos, obrigando sempre a mesma proteção, mesmo com menor volume de filme”, explica.

 Os filmes Stretch representam aproximadamente 75% do total de volume de filmes usados globalmente para unitização ou paletização e os filmes Shrink para paletização, cerca de 21% (AMI Stretch & Shrink 2009). Os Filmes Stretch Hood ainda aparecem com uma menor participação de mercado, porém este volume vem crescendo a taxas superiores que os demais mercados de unitização. Mercados como Linha Branca e Cimentos são os com maiores taxas de crescimento devido à alta proteção que este tipo de filme proporciona.

 Esse movimento deve ocorrer em virtude das vantagens que os filmes Stretch Hood apresentam: maior velocidade de paletização, economia de energia e unitização completa do produto, com maior qualidade. Para a confecção de filmes Stretch Hood, a Dow também traz uma nova resina: a XUS 59999.02 um pós-metaloceno linear de baixa (P-mLLDPE), parte da família de resinas Elite AT. Ela oferece um conjunto de características bastante relevantes para este tipo de filme como boas propriedades óticas, excelente resistência mecânica, recuperação elástica e força de retenção de carga.

 Ainda para o mercado de Stretch Hood, a Dow tem uma extensa e inovadora linha de resinas polielefínicas que pode ajudar os convertedores a desenvolver formulações diferenciadas, com excelente desempenho e produtividade. “Uma ampla gama de soluções pode ser desenvolvida e otimizada, dependendo da aplicação final do filme”, afirma o executivo.

Fonte: Dow / PorterNovelli

Dow inaugura primeiro Centro de Desenvolvimento de Aplicações de plásticos do Brasil

12/04/2011

Localizado em Jundiaí, SP, o local será um pólo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e soluções sustentáveis para o mercado latinoamericano de plásticos

A The Dow Chemical Company inaugura hoje, 12 de abril, em Jundiaí, São Paulo, o primeiro laboratório de plásticos do Brasil focado no desenvolvimento de soluções sustentáveis. O local será destinado a pesquisas e testes de produtos para as mais diversas áreas de aplicação, como embalagens especiais para alimentos, filmes e embalagens industriais, embalagens rígidas e soluções para o mercado de tubos de polietileno (tubos de pressão, distribuição de água e irrigação).

“A Dow deseja estar cada vez mais presente no mercado latinoamericano de plásticos. Queremos que este centro contribua significativamente para o avanço de toda a cadeia plástica nos países da América Latina, com pesquisas e estudos sobre o mercado e a busca contínua de soluções sustentáveis para os negócios e para o meio ambiente”, afirma Nestor de Mattos, diretor de vendas da área de Plásticos da Dow Brasil.

Uma equipe de químicos, engenheiros e técnicos será responsável pelo atendimento aos clientes, realização de testes e pelo desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis, como por exemplo, resinas com melhor desempenho (que propiciam a redução da quantidade de matéria-prima), ou ainda estruturas 100% recicláveis, entre outros.

“Iremos desenvolver junto com nossos clientes soluções inovadoras que proporcionem uma diferenciação no mercado. Aliando o portfólio da Dow a essa estrutura, ganharemos ainda mais rapidez, agilidade e capacitação de nossos clientes”, afirma.

O laboratório ocupa uma área de 1100 m2 distribuídos nas seguintes seções:

Laboratório de caracterização de polímeros: neste espaço será possível realizar análises de identificação de materiais (qual o tipo de polímero, aditivos, identificação microscópica de estruturas, contaminantes, entre outros).

Laboratório de Testes Físicos: destinado à realização de todos os testes requeridos pelo órgão de normatização American Society for Testing Materials (ASTM) como mensuração de impacto ao dardo, rasgo, ótica, tensão de ruptura, escoamento e perfuração, além de análise dessas propriedades a baixa temperatura (até -40ºC). “Esses testes são imprescindíveis para o desenvolvimento de aplicações para os mais diversos mercados de aplicação de plástico, tais como embalagens flexíveis, rígidas e tubos industriais”, comenta Carlos Costa, gerente de pesquisa e desenvolvimento de filmes industriais e embalagens de consumo para a área de Plásticos da Dow na América Latina.

Planta Piloto: neste local será implantada uma linha de extrusão de última geração, com capacidade de produzir filmes pelo processo tubular e plana que, em pequena escala, reproduz as condições de operação das máquinas industriais. “Isso proporcionará a nós e a nossos clientes muito mais agilidade para o desenvolvimento de soluções”, afirma Costa.

Na planta, já estão instaladas uma unidade de laminação para testes de performance e uma máquina de unitização para realização de testes de performance em paletização. Outros equipamentos, como termoformadora e empacotadora automática, estão previstos para 2012.

“Todos esses equipamentos têm por objetivo aprofundar o conhecimento do desempenho das nossas resinas nas aplicações dos nossos clientes e facilitar seu sucesso no mercado final”, explica o executivo.

Sala de Treinamento: com capacidade para 70 pessoas, o local será destinado ao treinamento da equipe Dow e também para que os clientes da companhia treinem sua própria equipe técnica.

Segundo Carlos Costa, o Centro de Desenvolvimento de Aplicações de Plásticos também será utilizado para os diversos projetos que a companhia está desenvolvendo em parceria com universidades de São Paulo. Os resultados das principais pesquisas a serem realizadas neste espaço serão compartilhados com clientes em Seminários Técnicos promovidos pela companhia.

Além da nova estrutura em Jundiaí, a The Dow Chemical Company possui laboratórios em todos os continentes (Europa – Espanha; Pacifico – Singapura; Estados Unidos – Texas).  Conta ainda com o Laboratório de Aplicação em Freeport Texas, com capacidade de produção industrial (máquinas industriais), testes organolépticos e planta piloto de produção de polímeros. O local é interconectado a todos os demais laboratórios da companhia e pode ser utilizado para demandas especiais de clientes, como a produção piloto de uma solução ou ainda testes específicos para aprovação de um produto em um determinado mercado.

Sobre a Dow

O portfólio líder e diversificado da Dow nas áreas de Químicos Especiais, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para mais de 160 países e em setores de grande crescimento, como eletrônicos, água, energia, tintas e revestimentos e agricultura. Em 2010, a Dow teve vendas anuais de US$ 53.7 bilhões e empregou aproximadamente 50.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 5.000 produtos da Companhia são produzidos em 188 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: PorterNovelli / Dow

Braskem lança nova resina para o mercado de filmes laminados de alta performance.

21/03/2011
A solução inovadora é resultado de longa pesquisa e garante melhor performance após laminação, transporte e armazenamento

A Braskem acaba de lançar a resina Flexus 9212XP (extra performance), desenvolvida em seu Centro de Tecnologia e Inovação, para atender às exigências do mercado de filmes laminados de alta performance utilizados nos processos de empacotamento automático de alta velocidade. Entre as principais vantagens estão elevada resistência à perfuração e ao impacto, baixa temperatura de selagem, excelente Hot Tack e maior estabilidade de CoF (Coeficiente de Fricção Cinético) após laminação.

O Flexus 9212XP é uma solução inovadora patenteada pela Braskem, resultado de uma formulação robusta capaz de melhorar a estabilidade do CoF após a laminação, transporte  e armazenamento das bobinas. O CoF é uma propriedade muito importante para a cadeia de filmes flexíveis, pois é uma medida utilizada como indicativo da facilidade de deslizamento do filme nas linhas de extrusão, impressão, laminação e, principalmente, nas máquinas de empacotamento automático. A exposição de filmes laminados durante alguns dias em temperaturas elevadas (40 a 60 °C), que pode ocorrer no transporte e armazenamento, provoca significativas alterações nos valores de CoF, prejudicando o desempenho no processo.

Foram realizados testes com filmes laminados acondicionados em estufa a temperatura de 60 C, visando simular as condições críticas de transporte e/ou armazenamento. Os resultados demonstraram que após exposição ao calor, o filme produzido com a resina Flexus 9212XP manteve o valor de CoF próximo  a  0,14 durante as 72 h de exposição.  O mesmo não ocorreu para o filme produzido com a resina convencional, o qual apresentou um aumento expressivo nos valores de CoF, chegando a atingir valores superiores a 0,35 após 24 h de exposição. Este aumento nos valores de CoF é indesejável e torna inviável o uso do filme no processo de empacotamento automático.

Fonte: Braskem

Fortymil apresentará novidades em compostos e recuperados paras linha de injeção e filmes durante Brasilplast 2011.

16/03/2011

Presente na 13º Feira Internacional da Indústria do Plástico – Brasilplast, que ocorre de 9 a 13 de maio, no Anhembi, em São Paulo/SP a Fortymil leva para essa edição uma série de inovações no segmento de materiais recuperados. Com as inovações, a Fortymil conseguiu melhorar a performance dos compostos e recuperados  na linha de injeção e blown film , o que permitirá aos clientes um ganho de produtividade e uma perfomance mais próxima a resina virgem.

Os participantes do evento também poderão conhecer a linha completa de compostos virgens e recuperados de PP, PE, ABS e PS, naturais e coloridos. Esses produtos são voltados para os mercados automotivo, agrícola, brinquedos, construção, eletro-eletrônico, eletrodomésticos, higiene-limpeza, UD, entre outros.

Para atender à crescente demanda do mercado nacional, a empresa também está renovando seu parque industrial, aumentando a capacidade instalada em 20%, além de ampliar seu laboratório. “Esse investimento permitirá ampliarmos a prestação de serviços de extrusão e micronização para os clientes, bem como fazermos frente à crescente demanda por material reciclado de alta qualidade, gerando perspectivas bem promissoras para a empresa em 2011”, assegura Ricardo Mason, diretor da Fortymil.

Importante player do setor, a Fortymil atua na área de fabricação e distribuição de resinas. Na área industrial, com atuação nacional, conta com um parque fabril moderno onde produz compostos de resinas virgens, compostos de resinas recuperadas e resinas recicladas, além de prestar serviço de beneficiamento, micronização, tingimento e aditivação. Na área de distribuição, atua com exclusividade para a Braskem para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santos.

Fonte: Brasiplast / Mais Comunicação

BASF inicia operações em planta expandida para produção de plástico biodegradável.

02/02/2011
  • A capacidade de produção de plástico biodegradável aumentou em 60.000 toneladas métricas por ano.
  • Aumenta também a produção de plásticos a partir de matérias-primas renováveis
  • A BASF espera um crescimento significativo do mercado para plásticos biodegradáveis até 2020.

A BASF iniciou a operação da sua planta expandida para a produção do plástico biodegradável Ecoflex®. A expansão da planta existente em Ludwigshafen (Alemanha) irá aumentar a capacidade de produção de Ecoflex de 14.000 para 74.000 toneladas métricas por ano. Ao mesmo tempo, a BASF aumentará a capacidade de produção do Ecovio®, um derivado do Ecoflex.

“Nós já temos sucesso no mercado com o nosso poliéster biodegradável Ecoflex e com o Ecovio. A maior capacidade de produção desses dois produtos irá melhorar significativamente nossa posição”, disse Dr. Worfgang Hapke, presidente da divisão de Polímeros de Desempenho da BASF. “A expansão da capacidade também nos permitirá responder mais efetivamente aos desejos dos nossos clientes”.

O Ecoflex é um plástico que possui as propriedades do polietileno convencional, sendo totalmente biodegradável sob condições de compostagem industriais, de acordo com a norma DIN EN 13432. O Ecovio é um derivado do Ecoflex que é também biodegradável e que contém até 75 % de matérias-primas renováveis. Aplicações típicas são sacos de supermercados, sacos para descarte de lixo orgânico, embalagem de alimentos e filmes para aplicações na agricultura. Uma das últimas inovações é o papel Ecovio FS, que é usado para fornecer um revestimento biodegradável à prova d’água nas superfícies internas de copos de papel e recipientes de papelão

Com o Ecovio e o Ecoflex, a BASF já é um dos fornecedores líderes mundiais de plásticos biodegradáveis e bioderivados. Ambas estas propriedades estão tendo uma demanda crescente e o mercado para plásticos biodegradáveis e bioderivados está crescendo no momento em mais de 20 % por ano.

Fonte: BASF

 

Interplastica Moscou: Economia da Rússia se recupera e registra crescimento na indústria de Plásticos e Borracha.

24/01/2011

INTERPLASTICA: Moscou,  de 25 a 28 de Janeiro de 2011

Depois de uma retração séria, a economia da Rússia está gradualmente voltando a tomar impulso. O volume de produção do setor manufatureiro teve um aumento de mais de 14 % em termos anuais na primeira metade de 2010, com crescimento especialmente forte nas indústrias de produtos químicos, plásticos e borracha. Esta é uma boa notícia para a Feira INTERPLASTICA 2011, a Feira Internacional da Indústria de Plásticos e Borracha da Rússia, cuja confiança se reflete no número de inscritos até o momento. Com expositores de aproximadamente 30 países, a feira irá acontecer no Centro de Exposições Krasnaja Presnja entre 25 a 28 de janeiro de 2011 e irá mais uma vez apresentar um corte transversal representativo da indústria do setor, compreendendo as áreas de máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha, máquinas de processamento e reciclagem, moldes e periféricos, equipamentos de medição, controle e teste, matérias-primas e materiais auxiliares, produtos de plásticos e borracha, tecnologia de armazenamento e serviços.

Em função da afinidade de temas, em 2011 a INTERPLASTICA ocorrerá novamente em paralelo à UPAKOVKA/UPAK ITALIA, Feira Internacional para Máquinas, Produção e Materiais de Embalagens. No total, os dois eventos esperam contar com aproximadamente 800 expositores, com um leve crescimento em tamanho, cobrindo aproximadamente 15.000 metros quadrados de área de exposição total. A INTERPLASTICA e a UPAKOVKA/UPAK ITALIA são organizadas pela Messe Düsseldorf GmbH e a sua subsidiária russa OOO Messe Düsseldorf Moscow.

Embora a maioria das empresas russas esteja ainda cautelosa no que se refere à previsão sobre o desenvolvimento futuro de negócios, elas estão planejando investimentos e gradualmente se modernizando e aumentando a sua capacidade. Alguns setores da indústria de plásticos já estão experimentando um forte crescimento, como, por exemplo, o mercado para filmes plásticos, onde novas linhas de produção estão sendo montadas e onde se espera uma progressiva substituição de importações. Há um potencial enorme, já que o consumo per capita de filme plástico na Rússia é ainda muito mais baixo do que nos Estados Unidos ou Europa Ocidental. Isto, por sua vez, significa boas perspectivas de negócios para os vendedores de máquinas para a fabricação de filmes, especialmente em função de haver um grande interesse em tecnologias inovadoras.

O maior contigente de expositores da INTERPLASTICA será novamente composto por empresas da Rússia, Alemanha e Itália, embora a Áustria, França, Portugal, China e Taiwan também devam ter uma presença forte. O número de expositores da Rússia e China, particularmente, irá aumentar de forma significativa em comparação com o ano passado.

Em Janeiro de 2010,  a INTERPLASTICA e a UPAKOVKA/UPAK ITALIA atraíram aproximadamente 21.000 visitantes da Rússia e países vizinhos. Apesar de um clima econômico difícil, os expositores ficaram satisfeitos com o resultado global da feira e, à luz das solicitações que eles receberam e dos investimentos planejados, ficaram também otimistas com o futuro.

Para mais informações, visitar www.interplastica.de

Fonte: Messe Duesseldorf

Novo estabilizante da BASF prolonga a vida útil dos filmes agrícolas – Proteção à luz para estufas

16/11/2010

Ø     BASF lançou estabilizante à luz para filmes agrícolas na Feira K, na Alemanha

Ø     Tinuvin® XT 200 oferece proteção aos filmes de resinas termoplásticas expostos à luz UV, assegurando estabilização aos filmes durante longo período

Ø     Aditivo contribui para soluções ambientais, aprimorando uso da água e uso racional de defensivos agrícolas

Segundo as estimativas das Nações Unidas, até o ano de 2050 o planeta Terra terá uma população de mais de nove bilhões de pessoas. Por outro lado, a quantidade de terras cultiváveis para alimentar todas essas pessoas não crescerá na mesma proporção.

As estufas agrícolas com filme plástico de cobertura representam uma maneira para solucionar esse problema. Com o cultivo em estufas, a produção por hectare pode ser elevada consideravelmente. A BASF, após seis anos de desenvolvimento, lançou durante a Feira K, na Alemanha, um novo estabilizante à luz, que ajudará a melhorar os filmes e torná-los ainda mais eficazes.

Chamado Tinuvin® XT 200, o aditivo oferece proteção aos filmes de resinas termoplásticas contra a degradação extremamente rápida que acontece quando o plástico é exposto à luz UV. Este novo aditivo assegura a estabilização dos filmes mesmo durante um longo período na presença de altas concentrações de defensivos agrícolas como, por exemplo, o enxofre.

Um mercado importante – em vários aspectos

Em conseqüência do crescimento urbano, mas também em razão da erosão do solo e das mudanças climáticas, a quantidade de terras cultiváveis está diminuindo. O desafio está em como aumentar a produtividade agrícola e ao mesmo tempo manter os produtos agrícolas acessíveis.

As estufas que podem ser construídas com um custo bastante baixo por meio do uso de filme plástico são uma possível saída para este dilema. Elas proporcionam um ambiente ideal para os cultivos, protegendo dos efeitos causados pela geada, vento e chuva, assegurando uma qualidade uniformemente alta e contribuindo para uma colheita mais rápida dos frutos.

Neste sentido, inúmeros cultivos podem ser feitos em um ano. Além disso, o filme plástico moderno pode ser desenvolvido especificamente para atender às necessidades únicas de luz e temperatura de muitas culturas conduzidas no campo. Ao mesmo tempo, os filmes plásticos contribuem para o melhor uso da água – um recurso que merece um cuidado ainda maior nos próximos anos.

Os benefícios da produção de estufas são tão convincentes que hortaliças como tomates, pimentões, pepinos e berinjelas já são cultivados em grande escala sob estufas com filmes plásticos. Em 2009, foram produzidas cerca de 900.000 toneladas de filme plástico mundialmente, cobrindo aproximadamente 800.000 hectares de terras aráveis. Isto corresponde aproximadamente à área total ocupada pelas cidades de Tóquio, Cidade do México, Madri, Johanesburgo, Roma, Moscou e Berlim juntas.

Ao mesmo tempo, a demanda por filmes agrícolas para uso em estufas deve crescer a uma taxa anual de aproximadamente quatro por cento. Os mercados mais importantes estão localizados na região do Mediterrâneo. Outras áreas em franco crescimento para estufas ao redor do globo estão na Ásia, América do Sul e África Oriental.

Agricultura tem necessidades especiais

A agricultura intensiva também inclui o uso racional de defensivos agrícolas para evitar que os cultivos sejam afetados por pragas ou doenças. As soluções ambientalmente corretas também estão conquistando espaço nessa frente.

O uso de enxofre, por exemplo, aprovado em alguns países para uso em cultivos orgânicos ou certificados, está registrando um crescimento digno de nota. Por outro lado, o uso de enxofre elementar e de outros defensivos agrícolas gera características especiais em relação aos filmes usados nas estufas.

A razão para isso recai sobre a sensibilidade dos filmes termoplásticos frente a agentes de degradação tais como a luz UV e metais ou elementos químicos presentes nos defensivos agrícolas. A radiação UV, rica em energia, faz com que os plásticos se tornem quebradiços ao longo do tempo por meio de um mecanismo químico de degradação complexo, composto de várias etapas. Os filmes de menor espessura podem tornar-se inúteis após poucas semanas de exposição a céu aberto em consequência desse impacto.

A química dos polímeros naturalmente já desenvolveu aditivos convencionais capazes de retardar a reação da degradação. Entretanto, a utilização em filmes agrícolas é bastante limitada, pois a sua eficácia é reduzida consideravelmente pelo enxofre e outros agentes catalisadores de degradação provenientes de defensivos agrícolas e da própria estrutura metálica das estufas.

Produtos especiais resistem a químicos agrícolas

No portfólio BASF existem diversas alternativas de aditivos para o setor agrícola. Os estabilizadores de luz recomendados dependem da severidade da exposição dos filmes aos defensivos agrícolas. Dentro desse portfólio existem o Tinuvin® NOR 371 (alta performance), o Tinuvin® 494 AR, o Tinuvin® 111 e a linha Chimassorb® (2020 e 944). O novo Tinuvin® XT 200 vem a complementar a linha de aditivos agrícolas para um mercado de média performance e altamente competitivo.

Produção econômica assegurada

Através do uso do produto Tinuvin® XT 200 é possível produzir de maneira bastante econômica os filmes de PEBD (polietileno de baixa densidade) que resistem aos níveis acentuados dos químicos agrícolas, assegurando uma vida útil de dois ou mais anos sob luz solar intensa e em contato com as estruturas de madeira ou metal das estufas agrícolas. Sem um estabilizante à luz, elas não sobreviveriam nem mesmo durante um ciclo de produção agrícola.

As características técnicas do novo aditivo foram confirmadas por um extenso processo de testes conduzidos pela Ciba (empresa adquirida pela BASF em abril de 2009) ao longo de vários anos. Os testes envolveram ensaios laboratoriais e de campo no centro de desenvolvimentos da BASF em Bolonha, Itália, dedicado ao desenvolvimento de aditivos para aplicação agrícola.

Após ensaios laboratoriais e de campo em nosso centro, o aditivo também foi colocado à prova em estufas comerciais, em ensaios de campo conduzidos na Itália, Espanha e Argentina. Agora, esse novo aditivo tem a oportunidade de crescer acompanhando o mesmo dinamismo do mercado de plasticultura.

Fonte: BASF

Embalagens de plástico a vácuo permitem estocar ovos por longos períodos, indica estudo

05/08/2010

Zootecnista atesta eficácia de armazenagem que não depende de refrigeração

Ovos embalados a vácuo: qualidade e baixo custo

A zootecnista Aline Mary Scatolini Silva defenderá em agosto tese que atesta a qualidade de uma forma de conservação de ovos que não depende de refrigeração. A embalagem é uma criação dos pesquisadores do Laboratório de Tecnologia dos Produtos de Origem Animal, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), do câmpus de Jaboticabal. A equipe é chefiada pela professora Hirasilva Borba Alves de Souza, especialista em Ciência Avícola.

A alternativa analisada é uma embalagem plástica fechada a vácuo que contém material que absorve o oxigênio. Em seu doutorado, a pesquisadora avaliou as características dos ovos armazenados nessas condições quanto à qualidade, aparência e desenvolvimento de microrganismos.

“Embora pesquisas anteriores apontem a refrigeração como eficaz para a preservação dos ovos, o alto custo faz com que 92% do que é comercializado no país seja transportado in natura”, explica a pós-graduanda. Em geral, os supermercados não empregam nenhuma forma de refrigeração nas gôndolas onde os ovos ficam expostos. Assim, o produto desenvolvido seria uma alternativa com preço estimado entre R$ 0,50 e R$ 0,70, e os pesquisadores ainda trabalham para que esse valor seja menor. Com os resultados positivos do estudo de Aline, o invento deve ser patenteado.

Melhor embalagem

A doutoranda realizou pesquisas  para a escolha do melhor tipo de embalagem.  Ela acompanhou e mediu os níveis de oxigênio, gás carbônico, umidade, bolores e leveduras durante o armazenamento e concluiu que a melhor opção é o embalamento a vácuo com absorvedor de oxigênio disperso dentro do plástico. Esse material é composto químico em pó a base de óxido de ferro e zeolite.

O oxigênio no interior de um pacote favorece a proliferação de microorganismos como bactérias e fungos que provocam a deterioração dos alimentos. “Por se tratar de um produto delicado, não é possível conseguir um embalamento a vácuo total ou muito efetivo dos ovos, o que torna a utilização dos sachês imprescindível”, explica a estudiosa.

Até o final da pesquisa a pós-graduanda deverá apresentar uma comparação formal entre os custos da refrigeração e os da embalagem. “Ampliar o prazo de validade do produto usando essa nova técnica poderá ser o próximo desafio da equipe”, diz ela.

Fonte: Assessoria de Imprensa da UNESP (Cínthia Leone)

Corona Brasil mostra na Interplast tratamento superficial corona que permite aderência de outros materiais

05/08/2010

A Corona Brasil, líder em vendas de equipamentos para tratamento superficial de plástico por efeito corona, mostra na Interplast 2010 as vantagens do sistema. Consiste em descarga elétrica de alta voltagem e alta frequência que aumenta a umectabilidade da superfície de materiais plásticos em diversas formas, permitindo a aderência de outros materiais. O tratamento é utilizado por fabricantes de embalagens flexíveis e rígidas e pode ser aplicado em polietileno, polipropileno, poliéster, PVC, borracha e folhas de alumínio, em processos de extrusão, impressão em linha e estática, laminação, recobrimento (coating), adesivagem, colagem, umedecimento e higienização.

Sobre a Corona Brasil
Fundada em 2002, a Corona Brasil fabricante de equipamentos de tratamento corona, é líder nesse mercado em volume de vendas. Possui equipamentos com alto desempenho e tecnologia diferenciada para todas as aplicações relacionadas a tratamento superficial por efeito corona. A empresa é responsável pela distribuição desemicondutores de alta potência da Westcode (USA), agora IXYS Long Beach. Além do Brasil, a Corona atua com representantes nos mercados do Peru, Colômbia, Argentina e México, e exporta para outros países da América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Fonte: Messe Brasil

Braskem lança resina para atender mercado de frutas tropicais.

27/07/2010

A Braskem acaba de lançar no mercado internacional um grade PEBD específico para confecção de filmes para proteção de frutas durante o período de maturação: o LD3001A. A proteção adequada das frutas garante a qualidade final exigida pelo mercado Europeu e Americano, principais importadores. Este grade será inicialmente destinado para a Região Andina e América Central.

A proteção adequada das bananas impede que insetos provoquem manchas escuras na casca, o que tira o valor comercial para exportação. A utilização dos filmes para proteção reduz significativamente o uso de inseticida, pois este fica limitado ao filme em vez de ser aplicado diretamente na fruta, fazendo com que o trabalhador rural fique menos exposto ao pesticida.

Além de aditivação específica, este grade apresenta ótima processabilidade e capacidade de confecção de filmes finos em processo blow. As características do grade permitem que ele seja processado em temperaturas relativamente baixas, pré-requisito para que os inseticidas adicionados ao polímero não sofram degradação térmica durante o processo de extrusão dos filmes, fazendo dele uma especialidade. “A estratégia comercial é ofertar 750 toneladas/mês e, devido ao volume desse mercado, buscar uma maior participação ao longo do tempo”, completa Marco Cione, gerente Comercial da Braskem, responsável pela Região Andina e América Central.

O desenvolvimento dessa resina, além de representar uma expansão nos negócios internacionais da empresa, contribui de forma significativa para que os produtores locais de banana alcancem o padrão de qualidade exigido para exportação. “Com o desenvolvimento de novos materiais e o crescimento de nossos negócios, há um ganho para toda a cadeia. E a resina LD3001A é um grande exemplo disso”, afirma Cione.

O mercado produtor de frutas tropicais na Região Andina e América Central é responsável pela maior parte do volume exportado de bananas para os Estados Unidos e Europa. Além do clima favorável, os países desta região também apresentam as maiores produtividades por hectare. No Equador e na Costa Rica, os maiores exportadores mundiais, a produtividade alcançada é, respectivamente, 3 e 4 vezes maior que a do Brasil e parte deste resultado está relacionado à proteção que as frutas recebem durante o crescimento e maturação.

É através de desenvolvimentos como esse, contando sempre com os recursos de inovação e buscando conhecer as necessidades e características de cada região, que a Braskem tem marcado presença no mercado global de resinas termoplásticas.

Fonte: Braskem

ITAL promove VI Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis TAPPI/ CETEA

17/06/2010

O Centro de Tecnologia de Embalagens – CETEA do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL realizará  a VI Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis TAPPI/CETEA nos dias 14 a 16 de setembro de 2010, no Auditório do ITAL, em Campinas (SP). A conferência é organizada a cada dois anos pelo CETEA em parceria com a Divisão de Polímeros, Laminações e Revestimentos da TAPPI ( Technical Association of Paper and Pulp Industry).

A conferência tem como objetivo divulgar os trabalhos de P&D e Inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior, além de proporcionar uma oportunidade de aperfeiçoamento profissional aos participantes em temas de interesse específico da indústria de embalagens flexíveis.

Para obter maiores informações , contactar eventos.cetea@ital.sp.gov.br.

Fonte: Abiplast / ITAL

INP divulga agenda de reuniões do ABNT/ONS 51 para Junho de 2010.

31/05/2010

O Instituto Nacional do Plástico (INP) divulgou as datas e locais dos próximos encontros que discutem as Normas Técnicas para Embalagem e Acondicionamento Plástico. Veja a seguir:

51:003.05-001 Potes plásticos conservadores de alimentos – Requisitos e métodos de ensaio
Local: INP – Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C – 4º andar – Vila Olímpia – São Paulo/SP
Quinta-feira, 10 de junho, das 14h às 16h
51:002.05-001 Filmes plásticos (lonas plásticas) para silagem – Requisitos e métodos de ensaio
Local: INP – Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C – 4º andar – Vila Olímpia – São Paulo/SP
Terça-feira, 15 de junho, das 9h às 12h
51:003.04-002 Contentores móveis de plástico
Parte 1: Contentor de duas rodas com capacidade de 120, 240 e 360 litros, destinado à coleta de resíduos sólidos urbanos por coletor compactador (RSU) e de saúde (RSS)
Parte 2: Contentor de quatro rodas com capacidade de 660, 770 e 1 000 litros, destinado à coleta de resíduos sólidos urbanos (RSU) por coletor compactador e de saúde (RSS)
Parte 3: Métodos de ensaio
Parte 4: Requisitos de segurança e saúde
Local: ANFIR –  Rua Conselheiro Saraiva, 306 – Santana – São Paulo/SP
Quarta-feira, 16 de junho, das 14h às 16h
Revisão ABNT NBR 14222 Embalagem plástica para água mineral e de mesa – Garrafão retornável – Requisitos e métodos de ensaio
Revisão ABNT NBR 14328 Embalagem plástica para água mineral e de mesa – Tampa para garrafão retornável – Requisitos e métodos de ensaio
Revisão ABNT NBR 14637 Embalagem plástica para água mineral e de mesa – Garrafão retornável – Requisitos para lavagem enchimento e fechamento
Revisão ABNT NBR 14638 Embalagem plástica para água mineral e de mesa – Garrafão retornável – Requisitos para distribuição
Local: INP – Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C – 4º andar – Vila Olímpia – São Paulo/SP
Quinta-feira, 17 de junho, das 13h30 às 16h30
51:005.01-003 Tanque estacionário rotomoldado em polietileno (PE) para acondicionamento de combustíveis – Requisitos e métodos de ensaio
Local: INP – Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C – 4º andar – Vila Olímpia – São Paulo/SP

As datas acima podem sofrer alterações ou cancelamentos. Para mais informações, entre em contato com Carla Castilho, pelo e-mail carla@inp.org.br.

Fonte: Instituto Nacional do Plástico