Archive for the ‘Embalagens’ Category

Sealed Air obtém certificação Halal para seus produtos da marca Cryovac

23/12/2021

Indústria de embalagem para carnes está entre as primeiras do segmento a receber a certificação que impulsiona comércio com o mundo islâmico

A Sealed Air, indústria de embalagens e soluções de proteção que fornece embalagens a vácuo da marca Cryovac, acaba de receber a Certificação Halal para sua fábrica de Jaguariúna (SP).

Emitida pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS), esta certificação valida os procedimentos exigidos e a utilização de matérias-primas autorizadas pelo Islamismo, tornando assim seus produtos permitidos para o consumo de muçulmanos.

“O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos já certificados com Halal do mundo e este reconhecimento global possibilita o acesso imediato da indústria brasileira neste mercado, garantindo oportunidade de exportação para as empresas certificadas”, comenta a Gerente de Qualidade da Sealed Air, Natália Pires.

As exportações de carne bovina para os países árabes cresceram em 2021. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), somente para os Emirados Árabes o avanço foi de 15%, apenas no primeiro semestre. A executiva explica que a certificação para o segmento de embalagens não é obrigatória, mas uma forte tendência para todos os envolvidos na cadeia de alimentos. “Adquirir este certificado e o selo de garantia Halal de uma instituição com alto nível de confiança de importadores, governos, consumidores – e que é reconhecido globalmente – é um passo muito importante para expansão de fornecimento de embalagens aos nossos clientes que mantém processos de exportação para países muçulmanos”, comenta Natália.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a Cryovac, essas marcas possibilitam coletivamente uma cadeia de suprimento global de alimentos mais eficiente, segura e com menos desperdício. A empresa continua a expandir seu portfólio de soluções sustentáveis, incluindo materiais de embalagem, sistemas automatizados e serviços inteligentes. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países

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Termotécnica apresenta embalagens iPack para vinhos e DaColheita para frutas na feira Tecnovitis 2021

08/12/2021

Soluções em EPS ganham  espaço e se consolidam como opção de embalagem de alta proteção

A Termotécnica expôs na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos. A empresa também apresentou na feira a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Segundo a empresa, essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reuniu expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Segundo a Termotécnica, os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como uma opção relevante na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem se revelado como uma alternativa atraente para embalagens de produtos de alto valor agregado – como o mercado de vinhos premium – por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

Segundo a Termotécnica, as embalagens em EPS permitem um acondicionamento com alta proteção. A empresa afirma que talvez o maior objetivo da embalagem seja justamente esse: manter o produto seguro durante todo o processo, de ponta a ponta. Não somente em relação à sua aparência e estética, mas também no que diz respeito à sua estrutura, minimizando defeitos com impactos. A grande quantidade de ar em sua estrutura torna o EPS (mais conhecido como isopor – marca registrada de empresa terceira) uma ótima proteção, capaz de resistir a quedas, vibrações e choques, e o transforma em uma opção relevante para embalagem quando a intenção é proteger mercadorias de danos e avarias, garantindo que o produto vai chegar intacto ao seu destino.

De acordo com a Termotécnica, o EPS também funciona como um excelente isolante térmico, assegurando a temperatura nas condições ideais em toda a cadeia de produção, distribuição e consumo.

A empresa assegura que o uso do EPS como embalagem também apresenta outras vantagens, tais como:

Versatilidade: molda-se às mais diferentes formas do produto, desde uma taça de cristal a um bloco de motor. Contribui para maior leveza e ergonomia no processo produtivo e logístico.

Custo: o peso da embalagem, é outro fator importante que, neste caso, pode refletir na redução de custos, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples.

Sustentabilidade: é 100% reciclável de forma contínua, com baixo consumo de água e energia.

iPack: solução de embalagens em EPS

Segundo a Termotécnica, as suas soluções em embalagens iPack  são projetadas para serem versáteis e atenderem às necessidades de segmentos distintos, desde produtos mais frágeis (taças, garrafas de vinho, televisores) até outros mais complexos (refrigeradores, aquecedores, cooktops, motores).

Atendendo às mudanças no comportamento do consumidor, que elevou a participação do e-commerce como opção de compra, a Termotécnica lançou o conceito da embalagem iPack, reunindo atributos de preservação e proteção requeridos por este novo canal de venda e escoamento de produtos. Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos por diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas, garante a empresa.

A estrutura leve e segura contribui para a ergonomia do processo: a Termotécnica afirma que sua solução foi projetada com preocupação funcional e estética. O EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é não higroscópico (não acumula umidade), contribuindo para garantir a entrega dos produtos íntegros e com todas as funcionalidades até o consumidor final.

Em termos de sustentabilidade, O EPS é um plástico formado por 98% de ar e desta forma deve ser reciclado como todo e qualquer outro plástico ao fim do processo. Sua reciclagem requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia. Por ser 90% mais leve que outros tipos de embalagem, contribui para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2 durante o transporte.

Conservadoras DaColheita e o shelf life das frutas

Segundo a Termotécnica, as suas conservadoras em EPS DaColheita, também expostas durante a Tecnovitis 2021, proporcionam a preservação da qualidade das frutas durante o processo logístico, desde a colheita até a mesa dos consumidores. Elas acondicionam tanto as frutas a granel quanto em bandejas , além de permitir a exposição no varejo, tornando possível uma fácil visualização dos produtos e reduzindo a manipulação.

O fabricante das conservadoras afirma que, por suas características, a linha DaColheita mantêm as propriedades organolépticas das frutas, como firmeza e textura. Isso garante frutas com qualidade comercial por mais dias, proporcionando menos perdas e melhores preços, afirma a Termotécnica. No que se refere à manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas transportadas nas conservadoras DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, garante a fabricante. As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, testes de transporte e armazenamento em diferentes culturas realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas tem melhor desempenho em comparação com caixas de papelão, conservando o frescor por mais tempo. A empresa afirma também que as suas conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A fabricante catarinense assegura que isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Unigel, Electrolux e Termotécnica fecham parceria para refrigerador sustentável

18/11/2021

Embalagens são reutilizadas na produção de peças para produtos da Electrolux

Em 2020, a Unigel anunciou a criação de uma nova marca de produtos sustentáveis para materiais reciclados chamada Ecogel. Agora, a Companhia firmou parceria com a Termotécnica e a Electrolux para utilização do Ecogel na fabricação de peças de refrigeradores da marca. “O Ecogel, marca que cobre poliestirenos com material reciclado pós-consumo em sua composição, apresenta grande potencial para garantir a circularidade do plástico na cadeia produtiva e incentiva empresas e consumidores a praticar o descarte adequado de materiais”, explica o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal.

A Unigel fornece à Termotécnica o monômero de estireno, matéria-prima para a produção de embalagens em EPS (poliestireno expandido, popularmente conhecido como Isopor, que é uma marca registrada) que são utilizadas pela Electrolux para garantir a integridade de seus eletrodomésticos durante o transporte. Além disso, a Unigel fornece o poliestireno para a Electrolux, empregado na fabricação de peças do interior de refrigeradores, como prateleiras e gavetas. A Termotécnica é detentora de um programa de coleta e reciclagem de EPS e poliestireno pós-consumo, gerando um novo material, o Repor, para ser reintroduzido no ciclo produtivo.

Agora, as três empresas estão juntas para fazer a circularidade de materiais acontecer na prática. “Na produção do Ecogel, o Repor é uma importante matéria-prima. Na prática, as embalagens em EPS de eletrodomésticos retornam para a cadeia produtiva após cumprirem com a sua função, sendo transformadas em novos componentes duráveis que serão incorporados aos refrigeradores Electrolux”, comenta Natal.

Segundo a Unigel, desde outubro de 2020, quando o Ecogel foi lançado, o material pós-consumo já reaproveitado equivale a embalagens de 3 mil refrigeradores da Electrolux ou 1,8 milhão de copos descartáveis. A Electrolux está realizando testes desde o ano passado para garantir a segurança e eficácia do produto. No momento, o produto ainda está em fase de implementação. A previsão é que os primeiros refrigeradores com componentes produzidos com Ecogel cheguem ao consumidor já no início de 2022.

O Diretor de Sustentabilidade da Electrolux América Latina, João Zeni, destaca a importância da parceria com a Unigel e ressalta que uma das principais frentes de atuação em sustentabilidade da Electrolux é tornar os produtos entregues aos consumidores cada vez mais eficientes e incorporados ao conceito de economia circular. “Os desafios e metas gerados pela Electrolux são de longo prazo e envolvem toda a sua cadeia de valor. Para isso acontecer, buscamos estabelecer parcerias que possam se tangibilizar como premissas e compromissos da empresa, tais como este com a Unigel. Entendemos que os grandes desafios ambientais e sociais demandam colaboração intrassetorial e de diferentes atores da sociedade, por isso estamos oferecendo este tipo de parcerias, para que assim possamos encontrar os melhores caminhos em colaboração “, explica Zeni.

João Zeni afirma que a Electrolux está comprometida a incentivar e fomentar a economia circular e a gestão de carbono no setor – com algumas metas globais, tal como atingir o uso de 50% de plástico reciclado em seus produtos globalmente até 2030.

“Nossa abordagem ambiental traz a circularidade na prática, incluindo uma visão integrada desde uma concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa e reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, dar uma nova vida como embalagens pós-consumo, transformando-as em produtos nobres, atende à demanda da sociedade por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade “, declara Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

De acordo com o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal, a linha Ecogel está tendo boa aceitação no mercado. “Estamos otimistas com os primeiros resultados obtidos pelos clientes que estão testando nossas soluções. Esperamos poder reaproveitar aproximadamente 200 toneladas de material pós-consumo até o final de 2022, que darão origem a novos produtos indispensáveis no dia a dia das pessoas “, afirma Natal.

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Stadler e RecycleMe anunciam cooperação em reciclabilidade prática

17/11/2021

Willi Stadler, CEO da Stadler e Sabrina Goebel, CEO da RecycleMe

Os dois parceiros unem forças na primeira cooperação deste tipo, onde a consultoria em reciclabilidade e a construção de plantas de triagem se unem

A consultoria internacional RecycleMe e a Stadler Anlagenbau GmbH anunciaram sua cooperação para conduzir testes de classificação para determinar a reciclabilidade de embalagens, em uma aliança única ao longo da cadeia de valor da reciclagem.

Os testes serão realizados no Centro de Inovação e Testes da Stadler recentemente inaugurado na Eslovênia (foto abaixo), para a RecycleMe GmbH – uma empresa do Grupo Raan, que também inclui as empresas do Grupo Reclay ativas na área de sistemas ERP. Os clientes da RecycleMe podem analisar o comportamento de classificação de suas embalagens em condições atuais e reais. “Estamos satisfeitos por ter a Stadler como um parceiro globalmente ativo e renomado ao nosso lado”, disse Sabrina Goebel, diretora administrativa da RecycleMe. “Esta cooperação permite-nos oferecer aos nossos clientes testes de triagem nas melhores condições, utilizando a mais recente tecnologia, simulando o comportamento das embalagens na prática – e com quantidades significativas. Isto nos permitirá aumentar ainda mais a qualidade dos resultados nas nossas análises de reciclabilidade e otimização de embalagens.”

A investigação prática da reciclabilidade de embalagens na categoria de produto circulate°optimize faz parte do serviço de consultoria da RecycleMe e já é utilizada por muitos clientes de diversos setores. Depois que o comportamento de uma embalagem é analisado pela RecycleMe e pela Stadler, os clientes recebem relatórios de alta qualidade e bem fundamentados. Eles também recebem uma análise de tendências e recomendações adicionais da equipe da RecycleMe, que é construída por especialistas da economia circular e da indústria de reciclagem. Por meio dessa cooperação única, fabricantes e distribuidores se beneficiarão da experiência de mercado acumulada dos dois parceiros.

Willi Stadler, Diretor Executivo da Stadler e chefe de sua empresa familiar, também está muito otimista sobre a nova parceria: “Estou muito ansioso para os projetos conjuntos e as descobertas que iremos tirar deles. Nosso Centro de Testes e Inovação é representante de uma planta de triagem de última geração. Além disso, temos tecnologia de sensores que nos permite fornecer aos clientes da RecycleMe soluções sob medida.” A Stadler também está convencida dos benefícios da cooperação. “Como um dos especialistas mais procurados na área de construção de plantas premium, nos consideramos pioneiros em nossa indústria. Ao trabalhar com uma empresa inovadora e bem conectada como a RecycleMe GmbH, ganhamos insights importantes sobre os atuais desenvolvimentos do mercado, que iremos incorporar em novos projetos. “

Em sua filosofia corporativa, os dois parceiros da cooperação compartilham um compromisso com uma economia circular funcional e sustentável.

RecycleMe GmbH é uma consultoria de negócios internacional na área de gestão de embalagens sustentáveis. A equipe aconselha e apoia clientes de renome de diversos sectores na otimização da reciclabilidade de embalagens nas atuais condições legais e de mercado e obrigações de responsabilidade alargada do produtor (EPR). Além disso, a RecycleMe GmbH desenvolve soluções digitais e inovadoras para a realização de uma economia circular global funcional.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Embalagem com toque aveludado é opção para linha de alimentos para animais domésticos da Guabi Natural

16/11/2021

Aguçar os sentidos dos consumidores é um dos grandes desafios das embalagens da atualidade. O consumidor quer mais do que proteção, conveniência e funcionalidade; ele espera que a embalagem ofereça uma experiência sensorial, sempre que possível. E foi pensando nisso que a Guabi Nutrição Animal optou pelo filme de Poliéster (PET) mate soft touch (sem brilho e com toque suave aveludado) da Terphane para as embalagens da linha Pet Food Guabi Natural.

O lançamento aconteceu no 1º semestre deste ano e, de acordo com a empresa, já vem conquistando os consumidores não apenas pelo toque aveludado como também pela grande atratividade no PDV. Segundo Célia Freitas, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, a solução soft touch usada na camada externa da embalagem também garante resistência térmica na área de solda e barreira a gases e gorduras, importantes para esse produto. “A embalagem ajudou ainda a posicionar o produto numa categoria premium, justamente pelo aspecto mate e soft touch que garantem uma maior qualidade de impressão e destaque para as informações, devido ao maior contraste, nitidez e alta definição das imagens.”

Outro grande diferencial está no “toque”, ou seja, na percepção sensorial. “Assim, o filme soft touch é uma solução inovadora para um mercado tão competitivo como o de pet food, onde se busca diferenciação no PDV e proteção ao produto”, completa Célia. A arte da embalagem também ganha destaque pela sofisticação do aspecto fosco. Pesquisas indicam que os consumidores associam as embalagens com acabamento fosco à produtos premium, mais saudáveis e mais sustentáveis. Além disso, a face fosca garante maior contraste, facilitando a leitura das informações impressas na embalagem.

Jucenei Donizetti Pereira, da área de Engenharia Industrial da Canguru, produtora da embalagem da Guabi, completa salientando que a apresentação diferenciada na gôndola é o grande diferencial da nova embalagem, trazendo ainda mais notoriedade à marca. “O resultado final foi tão positivo que já avaliamos utilizar os filmes soft touch da Terphane em outros projetos, onde se espera um efeito diferenciado e atratividade na gôndola.”

Segundo a Terphane, o uso deste filme na categoria pet food é inovador e inédito no Brasil; nos EUA o material já é vendido com sucesso para esta e outras aplicações. “O interessante desse conceito é realmente a sensação do toque aveludado; o tato pode remeter a uma memória afetiva, dependendo do produto e de sua aplicação. No caso da Guabi Natural, o aspecto mate aveludado remete ao pelo do cachorro. Quando este mesmo material de embalagem é utilizado em um sabonete líquido com aroma de rosas, por exemplo, a sensação do toque aveludado remete às pétalas”, finaliza André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Produção da indústria de embalagens flexíveis reage no terceiro trimestre de 2021

16/11/2021

Mesmo com o desempenho da economia inferior ao esperado, a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis registrou no terceiro trimestre de 2021 uma produção 2,6% superior à do trimestre anterior, puxada pelo melhor desempenho de setores como higiene, limpeza, agropecuária e pet food. No acumulado de janeiro a setembro de 2021, o setor cresceu 0,1% em relação a igual período de 2020.

“Os fatores que impediram a recuperação da macroeconomia – basicamente os altos custos logísticos de importação e a demanda do consumidor final ainda tímida por conta da alta da inflação e da estagnação dos salários – não impediram que nosso setor tivesse um melhor desempenho”, celebra Rogério Mani, empresário e presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis.

Segundo pesquisa W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF, foi possível observar que, apesar do bom desempenho dos principais setores demandantes de embalagens flexíveis no início do 3º trimestre, eles perderam força em agosto. Por outro lado, as indústrias de alimentos e bebidas apresentaram crescimento em agosto, mas sobre uma base fraca de comparação.

A expectativa da W4Chem para o quarto trimestre é boa, em função principalmente da aposta nas comemorações de final de ano. Outros fatores que deverão ter impacto positivo são o avanço da vacinação e o fato das grandes cidades estarem ponderando a redução de medidas restritivas. “Contudo, as empresas do setor plástico ainda reportaram, na sua maioria, uma performance fraca no 3T. Mas estamos confiantes na recuperação no 4T, apesar do otimismo dos meses anteriores ter esfriado”, analisa Mani.

Foram produzidas 536 mil ton de embalagens plásticas flexíveis no 3ºT contra 523 mil ton no trimestre anterior. Desse total, 95% foram produzidas com matérias-primas virgens e 5% com resinas recicladas. A indústria de alimentos permaneceu como principal cliente, absorvendo 222 mil toneladas do total produzido. Outros importantes clientes do setor foram: aplicações industriais, 89 mil ton; agropecuária, 64 mil ton; bebidas, 49 mil ton; e descartáveis, 43 mil ton. 75% do total foram produzidos com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade); PP (polipropileno 16%); e PEAD (polietileno de alta densidade) 9%.

Sobre a balança comercial, o estudo da W4Chem identificou que foram importadas 17 mil ton de embalagens flexíveis e exportadas 33 mil ton no 3T. Os principais tipos de embalagem importadas foram chapas, folhas autoadesivas e BOPP que, juntas, representaram 75% do total. As chapas e as folhas autoadesivas também foram as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 88% do volume total.

Com mais de 44 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Dow prorroga inscrições para Packaging Innovation Awards 2021

19/10/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

As inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards foram prorrogadas para até o dia 28 de outubro. A premiação, realizada pela Dow, reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“O Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Ana Allegue, diretora de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, que pode ser referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 28 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica a executiva.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

“A indústria de embalagens há duas décadas está passando por uma grande transformação, desde a matéria-prima até o chão de fábrica. Essa revolução na cadeia de valor é consequência do impacto da tecnologia, da mudança nos hábitos de compra dos consumidores e da maior consciência, globalmente, do cuidado com o meio ambiente. Os desafios que enfrentamos hoje como setor estão precisamente relacionados a essas questões. Portanto, a inovação é a chave”, finaliza Ana Allegue.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

Submissão do projeto: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html
Prazo final de inscrições: 28 de outubro de 2021
Prazo para envio de amostras do projeto: 19 de novembro de 2021
Anúncio dos Vencedores: primeiro trimestre de 2022

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Milliken desenvolve embalagem mais sustentável para a Ferrero Rocher

18/10/2021

O movimento global pela sustentabilidade tem engajado cada vez mais empresas da indústria de alimentos, entre elas a Ferrero Rocher, marca italiana de guloseimas e chocolates. Com as melhorias no processo de fabricação das embalagens dos produtos distribuídos na Europa, será possível reduzir os custos operacionais e as emissões de gases de efeito estufa, afirma a empresa.

O projeto das novas caixas em polipropileno – material transparente, leve e reciclável – foi criado pela Milliken & Company, parceira da Ferrero há vários anos. A empresa desenvolveu mais de 20 formulações personalizadas para atender as especificações da Ferrero, visando manter a transparência da icônica caixa de bombons da marca e garantir a qualidade do produto para milhares de consumidores.

“Na Milliken, trabalhamos para resolver os desafios técnicos que nossos clientes nos apresentam”, afirma Ruben Subira, gerente de mercado regional de aditivos para plásticos. “Este projeto com a Ferrero é um grande exemplo de como uma estreita colaboração pode ajudar a entregar soluções de valor agregado”.

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Termotécnica lança novos modelos de conservadoras em EPS para acondicionamento de frutas e hortaliças

14/10/2021

A Termotécnica está lançando dois novos modelos de conservadoras. Segundo a empresa, a sua nova conservadora DaColheita de 8 quilos multiuso, direcionada para atender ao mercado de uvas na sacola, em seus diversos tamanhos, pode também ser usada para outros tipos de produtos frescos. De acordo com a Termotécnica, essa nova embalagem amplia a capacidade de volume interno nas conservadoras, proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Já a nova conservadora multiuso de 5 quilos para cumbucas pode ser utilizada para qualquer produto fresco comercializado neste formato, como uva, caqui, pitaya, kiwi, tomate e outras frutas e hortaliças. De acordo com o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt “além de todas as vantagens logísticas e de preservação da qualidade dos produtos frescos acondicionados em comparação com outros tipos de embalagens, as conservadoras DaColheita diminuem custos e reduzem perdas de alimentos na cadeia”.

A Termotécnica afirma que as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

29 de Setembro: Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos

No dia 29 de setembro foi comemorado o Dia Internacional de Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, iniciativa da ONU para alertar sobre o impacto da segurança alimentar e nutricional na vida das pessoas. No Brasil, 116,8 milhões de pessoas não têm acesso pleno e permanente a alimentos (Fonte: Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar). No mundo todo, 1/3 de todo o alimento produzido é perdido nos processos de produção e distribuição ou vão para o lixo nas etapas de comercialização e consumo. O problema, que aumentou durante a pandemia da Covid-19, se agrava ainda mais com as perdas em todo o processo de produção e distribuição dos alimentos, o que pode ser combatido com soluções que diminuam a perda e desperdícios de alimentos em toda a cadeia de consumo.

A Termotécnica é uma das poucas empresas brasileiras a figurar desde 2014 entre as signatárias do Save Food Initiative, iniciativa da FAO (Food and Agriculture Organization) / ONU para combate à fome por meio da redução no desperdício de alimentos. A empresa afirma que as suas conservadoras DaColheita aumentam o shelf life (tempo de prateleira) dos alimentos e, dessa forma, contribuem para reduzir significativamente as perdas, mantendo a qualidade e frescor dos FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) em todo o pós-colheita. As conservadoras já são largamente utilizadas pelo mercado em todo o Brasil, além de serem usadas na proteção de produtos frescos exportados.

Redução da pegada ambiental no transporte de frutas

A Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, onde foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de uvas e de mangas, simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda, apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Foram feitos comparativos em transporte rodoviário no Brasil para as cargas de uva e também combinando os modais rodoviário nacional / aéreo internacional na exportação de manga para a Europa. Ambos os estudos mostram que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

No primeiro cenário, foi feito o comparativo do transporte de uma carga de uva (110 caixas) com ambos os tipos de embalagens, no trecho entre Petrolina (PE), onde a Termotécnica tem unidade fabril, e a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), via transporte rodoviário em caminhão de baú refrigerado padrão. Como resultado, as emissões presentes no transporte terrestre de uva em embalagens e paletes de EPS foram 9,52% menores do que em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira, uma diferença de 89,13 toneladas. Como comparação, no ano de 2019, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa), a emissão diária per capita do brasileiro é de 28,25 KgCO2 e/dia. Conclui-se, portanto, uma redução de CO2 equivalente às atividades diárias de 3.155 pessoas.

Estudo similar, que também envolveu os dois tipos de materiais para as embalagens, foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR), sendo o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira. A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Esta quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia.

A empresa enfatiza que, em resumo, o uso das conservadoras em EPS reúne três características de sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, já que o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life (vida de prateleira) dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte, em função do seu peso mais leve, o que reduz o consumo de combustível.

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Sealed Air amplia portfólio para e-commerce e lança no Brasil almofada de ar feita com plástico reciclado

13/10/2021

Fabricante de embalagens e soluções de proteção, a Sealed Air Brasil complementa seu portfólio local para o segmento de proteção com a chegada da almofada de ar EarthAware. Segundo a Sealed Air, a solução foi desenvolvida a partir de matéria-prima composta por pelo menos 95% de polietileno reciclado de origem pós-industrial, sendo 100% reciclável.

Muito utilizada por indústrias de diferentes segmentos – como eletrônicos, decoração e produtos com alta fragilidade – almofadas de ar são necessárias para o preenchimento de espaços vazios dos pacotes e na proteção das mercadorias durante seu percurso até o consumidor, minimizando impactos que podem causar avaria. Além de colaborar com uma operação mais sustentável, as almofadas de ar feitas de polietileno reciclado possuem alta densidade e maior espessura que as tradicionais, permitindo maior resistência e proteção.

Segundo a Sealed Air, a almofada de ar EarthAware apresenta durante todo seu ciclo de vida – fabricação, transporte e descarte – uma redução de 52% no consumo de combustíveis fósseis em comparação com soluções tradicionais, além de reduzir em 44% o consumo de água, quantia equivalente a 31 piscinas olímpicas.

“Com o avanço do e-commerce, decidimos investir ainda mais em soluções inovadoras para este mercado. O EarthAware é uma solução perfeita para o varejo eletrônico nacional, já que além de oferecer alta qualidade técnica, contribui para redução do impacto ambiental”, destaca Flávia Moreira, Gerente de Marketing para Fullfilment e Indústria da Sealed Air na América Latina. A executiva pontua também que a EarthAware foi desenvolvida para retornar ao ciclo da reciclagem, favorecendo assim, a economia circular.

Até 2025, a empresa tem como meta intensificar esforços para desenvolver soluções de embalagem 100% recicláveis ou reutilizáveis e atingir 50% de conteúdo reciclado, em média, em todas as soluções de embalagens.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a empresa, as suas marcas impulsionam o comércio por meio de soluções de embalagem e automação que levam proteção para o transporte mundial de mercadorias. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países.

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Braskem e Antilhas fornecem embalagem stand-up-pouch monomaterial para o relançamento de linha de arroz da Mãe Terra

13/10/2021

Com essa parceria, Mãe Terra é a primeira marca a utilizar o produto no mercado alimentício.

A Braskem e a Antilhas, empresa brasileira atuante no mercado de embalagens, passam a fornecer à Mãe Terra a embalagem stand up pouch (SUP) monomaterial, lançada ao mercado em 2019. O novo produto, feito 100% em polietileno, sem laminação, e que traz características sustentáveis e ciclo circulares, será utilizado pela primeira vez no setor alimentício para embalar a nova linha de arroz especial Ritto.

Como o nome sugere, as embalagens monomateriais são produzidas a partir de uma única matéria-prima, característica que garante alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de materiais na formulação do produto. Além disso, sua reciclagem gera uma resina reciclada pós-consumo de maior qualidade e com uma gama maior de possibilidades de aplicação.

De acordo com Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem, a iniciativa é reflexo do empenho da empresa em estimular o ciclo sustentável na cadeia plástica. “Temos um compromisso público com a economia circular de carbono neutro e entre nossas premissas está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia. Temos muito orgulho da trajetória construída em parceria com a Antilhas. Nossos times de Pesquisa & Desenvolvimento conseguiram desenvolver uma solução monomaterial que atende às necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, aborda a questão da reciclagem”, afirma.

A produção das embalagens foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam), processo de impressão externa por cura com feixe de elétrons, patenteado com exclusividade pela Antilhas. Segundo a empresa, essa tecnologia garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. Além disso, garante a Antilhas, a tecnologia permite benefícios adicionais no processo operacional: redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final; e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa.

“A inovação e compromisso com o meio ambiente são dois pilares que fazem parte do nosso DNA. A embalagem stand up pouch 100% PE, desenvolvida em parceria com a Braskem, é fruto de muita pesquisa e dedicação que resultaram no desenvolvimento da impressão em EB e em um produto sem a necessidade de laminação. O lançamento do Ritto, em conjunto com a Mãe Terra, é a confirmação que nossos esforços valeram a pena”, comenta Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas.

Para Isis Bialoskorski, gerente de marketing da Mãe Terra, o projeto em parceria com a Braskem e a Antilhas é mais uma das formas com que a empresa mostra o seu comprometimento com a sustentabilidade e a sociedade. “Há 40 anos, temos um compromisso com o bem estar social e ambiental, privilegiando pequenos produtores e ingredientes nativos e orgânicos do nosso Brasil. Mas nossa missão não para por aí: também buscamos soluções de embalagens que reforcem um ciclo positivo de economia. Por isso, temos diversas iniciativas para a melhoria das nossas embalagens. O Ritto -arrozes especiais – é a mais nova delas e nos enche de orgulho por ser o primeiro produto da marca que conta com uma cadeia circular para os resíduos”, comenta a executiva.

A embalagem stand up pouch monomaterial pode ser utilizada em aplicações de diferentes setores como cosméticos, alimentício e home & personal care. Além disso, a solução também permite manter as características, qualidade e proteção do produto, afirma a Braskem.

Resíduos que viram prêmios

A Molécoola , programa de fidelidade ambiental acelerado pelo Braskem Labs em 2020, foi convidada pelas empresas para apoiar, na prática, o processo de circularidade para a solução. Por meio da iniciativa, o participante ganha pontos na troca de resíduos pós-consumo, podendo convertê-los em produtos das marcas parceiras, inclusive da própria Mãe Terra. Para engajar o consumidor na ação, a Mãe Terra impulsionará a pontuação do programa. Ao final do processo, todas as embalagens serão devolvidas à Braskem, que ficará responsável pela reciclagem e retorno do resíduo à cadeia produtiva. “A economia circular depende da ação de cada um dos elos da cadeia de produção e consumo, desde a indústria até o consumidor. E o incentivo a ações que considerem o ciclo completo dos produtos faz parte do nosso compromisso”, explica Bartilotti.

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Italiana Gualapack adquire Teruel Embalagens e investirá R$ 125 milhões no Brasil até 2023

07/10/2021

Operação local aumenta importância na expansão internacional do grupo e implementação de um plano de investimentos

A companhia de origem italiana e especializada em embalagens flexíveis especiais anunciou seu plano de expansão no Brasil. Entre os objetivos, estão a incorporação de novos produtos e soluções ao portfólio, aumento de sua capacidade produtiva e a implantação de novas tecnologias com foco em soluções sustentáveis. O valor de R$ 125 milhões será investido aqui nos próximos dois anos.

Como primeiro passo, a Gualapack Brasil anuncia esta semana a sua segunda aquisição no país. Em 2015 a companhia adquiriu a Tradbor, especializada em embalagens stand-up pouches e, agora, comprou a Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda. (foto) – uma tradicional empresa familiar, com mais de 50 anos de operação e especializada em impressão flexográfica em filmes flexíveis – com duas fábricas em território nacional.

Alan Baumgarten, CEO da Gualapack Brasil, destaca que “a especialidade da Teruel, que inclui tecnologias próprias patenteadas no país e no mundo, bem como a utilização de papel em embalagens flexíveis, contribui de forma essencial para a linha de produtos sustentáveis da Gualapack. A aquisição permite ainda à Gualapack Brasil alinhar-se ao portfólio global da empresa”.

Em seis anos, a Gualapack Brasil consolidou uma primeira fase de investimentos e parte para um segundo patamar de expansão. Nesta segunda fase, e agora com três plantas produtivas, além da aquisição da Teruel, a companhia diz que investirá em novas tecnologias e aumento de capacidade, viabilizando a fabricação local de soluções sustentáveis, como os filmes e pouches mono-materiais recicláveis. “A solução já é adotada por grandes clientes da empresa na Europa e agora estará disponível ao mercado brasileiro. Nosso posicionamento internacional nos permite trazer ao país tecnologias e produtos disruptivos e inovadores para atender a grandes clientes globais e locais”, explica o executivo.

Além do Brasil, a Gualapack está presente na Itália, Chile, México, EUA, Costa Rica, Romênia, Ucrânia, Austrália, EUA e China. A Gualapack está há mais de seis anos no Brasil, sendo a unidade brasileira uma das que apresenta maior potencial de crescimento para as vendas anuais, que atingem EUR 300 milhões. O grupo é líder em embalagens stand-up pouches com bico e seu sistema de envase, um dos que mais cresce no mundo. No país, entre os principais clientes estão empresas como Nestlé, Danone e Catupiry. A Duff & Phelps, A Kroll Business assessorou a Gualapack na aquisição da Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda.

Fundada em 1969 pelo casal Amadeu e Amélia Teruel, a Teruel se especializou no processo de impressão flexográfica ao longo de seus 50 anos e hoje conta com duas fábricas no Brasil. A Teruel está baseada em Jaguariúna/ São Paulo com um parque gráfico de 30 mil m2 e uma unidade em Ouro Fino/ Minas Gerais com uma área de 20 mil m2. Trata-se de uma das maiores e mais tradicionais convertedoras em flexografia, contando com máquinas para produzir embalagens flexíveis industriais e comerciais para diversos usos e mercados.

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Alliz lança embalagem termoformada para linha de frango fresco fabricada com material rico em polietileno da Dow

30/09/2021

Segundo fabricante, a solução mantém o produto fresco para consumo por até 15 dias, sendo inviolável, resistente e hermética, além de eliminar vazamentos e odores, danos e perdas do produto.

A embalagem termoformada a vácuo e rica em polietileno desenvolvida com a linha Phormanto, da Dow, para cortes de frangos frescos e refrigerados da Alliz, empresa de processamento de aves do Grupo Zanchetta, recebeu troféu prata no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria ‘Estratégica – Soluções para varejo e e-commerce’. Em sua 21ª edição, a premiação tem como objetivo principal eleger as embalagens que se destacam no mercado brasileiro.

“A nossa proposta foi desenvolver uma embalagem otimizada e tecnicamente reciclável, à prova de vazamentos e odores, a partir de polietilenos de alto desempenho, e que permite porcionamento do produto. O resultado gera menos resíduo para o consumidor, afinal, caso seja descartado corretamente, o material pode entrar na cadeia de reciclagem existente após a higienização adequada e separação dos restos orgânicos”, explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Segundo a empresa, a embalagem também é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até 15 dias, oferecendo confiabilidade, higiene e segurança. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola em embalagem sustentável que pode contribuir para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Já o consumidor tem uma experiência de ‘mãos limpas’, pois não tem vazamento e cheiro no pacote, além de conseguir levar o produto embalado ao preparo em porções adequadas para sua necessidade.

Para a Alliz, a proposta possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa é referência nacional na tecnologia de processamento de aves há mais de duas décadas. “Nossa missão é ser uma empresa inovadora, que oferece soluções sustentáveis e que busca excelência para oferecer produtos de qualidade, a fim de atender os mercados, clientes e consumidores finais. Essa parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor a toda a cadeia”, afirma Carlos Augusto Zanchetta, Diretor de Operações da Alliz.

A Dow afirma que, além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução de 35% das emissões de CO2 por causa da otimização de 50% dos materiais utilizados na sua produção, quando comparada à embalagem referência de mercado. Em comparação a novas tecnologias já implementadas no mercado de proteínas, a redução de impacto é ainda maior, assegura a empresa. Outro diferencial da embalagem está na apresentação na gôndola e em sua cor diferenciada, o que melhora a visualização no PDV. Além disso, segundo a Dow, o design permite comunicação clara, objetiva, deixando em destaque as informações importantes para o consumidor.

Para a Zanchetta, os varejistas ganham com a tecnologia Phormanto ao oferecer carne de frango mais confiável, fresca e refrigerada, “pois a respirabilidade controlada foi projetada para essa proteína e, como resultado, temos um aumento de shelf life (vida de prateleira) de 25% em relação às embalagens de bandejas convencionais. Consumidores ganham, como vimos, uma experiência de compra de ‘mãos limpas’ e reduzem também o desperdício, pois o frango embalado com essa solução tem um prazo de validade maior ou também pode ser congelado, se adequando à necessidade do consumo”, enfatiza o executivo da Alliz.

Pesquisa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revela que 98,5% dos lares brasileiros consomem algum tipo de proteína animal, sendo que carne de frango, com 94%, perde apenas para o ovo, com 96% do consumo. “Neste cenário, fica evidente a importância de se ter no mercado de embalagens uma solução inovadora para garantir maior qualidade do produto, avançando mais na questão da sustentabilidade. Isso foi possível graças a um trabalho de colaboração com toda a cadeia, reunindo a fabricante de máquinas ULMA Packaging, da Plaszom Indústria de Plásticos, empresa produtora de embalagens do ramo de flexíveis, a Alliz, do Grupo Zanchetta, e a Dow. Esse case reforça que é parte do nosso comprometimento de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis”, finaliza Sabine Rossi.

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Fortaleza lança embalagem biodegradável para rejunte

23/09/2021

Compostas por papel cartão e biopolímero, a embalagem do Rejunta Acrílico pode ser descartada em compostagem

A Fortaleza, marca atuante no ramo da construção por argamassas e rejuntes, lançou uma  embalagem biodegradável para o seu Rejunta Acrílico. A inovação é uma iniciativa da equipe de P&D da Bostik, com o intuito de minimizar o impacto ambiental por meio da redução de 100% do plástico de origem fóssil na embalagem. A mudança também veio acompanhada de um ganho ergonômico no processo de fechamento dos potes e na redução do espaço necessário para armazenamento do produto.

“Comprometida com a sustentabilidade, a Fortaleza adiciona valor ao produto com a nova embalagem sem alterar o preço para o consumidor”, afirma Eduardo Cardoso, gerente de marketing da Bostik C&C Brasil. A embalagem do Rejunta Acrílico Fortaleza é composta por papel cartão e biopolímero. Segundo a Bostik, ambos são provenientes de fontes vegetais renováveis de amido de milho e eucalipto, permitindo o descarte em compostagem ou coleta seletiva de resíduos domésticos.

A parceria entre Fortaleza e a Bostik foi estabelecida em 2012, quando a Bostik comprou a Usina Fortaleza. Já em 2015, a Bostik foi adquirida pela Arkema, fabricante global de materiais especiais. “Comprometida com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a Arkema tem incentivado as empresas que fazem parte do grupo a investirem em iniciativas ligadas a diversos objetivos, como por exemplo a redução da emissão de poluentes.” conta Eric Schmitt, CEO do Grupo Arkema no Brasil e Cone Sul.

“O Rejunta Acrílico é o primeiro produto a receber este tipo de embalagem, que contribui para um ciclo com redução no consumo de combustível e emissão de CO2 devido a menor peso da carga. A intenção é que todos os produtos em pote da Fortaleza possam seguir este modelo de embalagem até 2023”, afirma Henrique Guedes, gerente de P&D, Bostik C&C Brasil. A marca tem um portfólio de mais de 100 produtos diferentes com foco em construção.

Segundo a Bostik, o Rejunta Acrílico Fortaleza é um rejunte sem solventes, antimofo e 100% impermeável, sendo pronto para uso e oferecendo acabamento liso. O Rejunta Acrílico Fortaleza na embalagem biodegradável estará disponível nas lojas e home centers à medida que os produtos na embalagem anterior forem acabando em estoque.

Fundada em 1969, a Fortaleza é uma indústria de produtos de construção civil que oferece argamassas, rejuntes, impermeabilizantes, soluções para pisos, adesivos e selantes, bricolagem e engenharia. Em 2012, a Fortaleza foi adquirida pela Bostik, unindo sua tradição ao posicionamento inovador da líder mundial em produção de soluções adesivas.

A Bostik, uma empresa do grupo Arkema, é líder global em adesivos especiais nos mercados de construção, consumo e industrial. Há mais de um século, desenvolve soluções adesivas que podem podem ser encontrados em todos os lugares. Com vendas anuais superior a € 2 bilhões de euros, a empresa emprega mais de 6.000 colaboradores e está presente em mais de 40 países.

O grupo francês Arkema oferece um portfólio de tecnologias estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas focalizadas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Grupo Carrefour, Green Mining e Ambev implementam ação para coleta e reciclagem de garrafas de Guaraná Antarctica em São Paulo

22/09/2021

O Grupo Carrefour Brasil firmou parceria com a startup brasileira Green Mining, especializada em logística reversa, e com a Cervejaria Ambev para levar a ação de reciclagem para seis lojas Carrefour Express de São Paulo.

Lançada esta semana com o slogan “Pequeno Grande Passo”, a campanha disponibiliza coletores personalizados para descarte de vidro e embalagens plásticas vazias em lojas Carrefour Express situadas em São Paulo (SP). Os recicláveis serão recolhidos pelos coletores da Green Mining que levarão o material até o ponto de concentração (hub). Ao atingir um certo volume, o material será prensado e destinado para reciclagem no Rio de Janeiro, sendo o vidro levado direto para a fábrica Ambev Vidros e o PET destinado para a produção de novas embalagens de Guaraná Antarctica, devolvendo, assim, o material à cadeia produtiva.

“Nossas decisões são tomadas com o objetivo de minimizar o impacto ambiental em toda a cadeia de produção, promover a inclusão e democratizar o acesso às práticas sustentáveis”, afirma Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Estamos em constante movimento pela preservação do meio ambiente e a parceria com a Green Mining e com a Ambev representa a perspectiva de um futuro melhor, pautado pelo desenvolvimento sustentável”, complementa.

Para garantir que todo o material seja destinado corretamente, a Green Mining realiza a pesagem dos resíduos em cada etapa do processo, registrando os dados no sistema da startup que garante a rastreabilidade com segurança da tecnologia blockchain. “A rastreabilidade é o futuro da logística reversa porque impede que qualquer dado inserido no sistema seja alterado. Seguimos na missão de mudança dessa cultura de descarte inadequado e, com essas grandes parceiras, inovamos e promovemos um modelo de economia circular de verdade, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“Como sempre dizemos, a sustentabilidade é o nosso negócio e não apenas parte dele. Em 2018, traçamos metas de sustentabilidade ambiciosas para 2025, incluindo toda nossa cadeia de valor. Antes disso, sempre tivemos compromissos ambientais dentro das nossas operações e, hoje, temos conquistas que refletem a solidez dessa jornada. Atualmente, nossas metas para 2025 estão apoiadas em cinco pilares: gestão da água, ações climáticas, agricultura sustentável, embalagem circular e ecossistema de empreendedores. Com eles, impulsionamos o progresso na direção dos ODS, usando a nossa escala e parcerias para gerar uma mudança positiva significativa”, finaliza Carolina Pecorari, Diretora de Sustentabilidade da Ambev.

A Green Mining integra o grupo de empresas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas, assim como o Grupo Carrefour Brasil e a Ambev, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Os pontos de descarte de vidro e embalagens plásticas vazias estão dispostas nos seguintes endereços das lojas Carrefour Express:

•Alameda Ribeirão Preto, 580 – Bela Vista, SP
•Rua Albuquerque Lins, 603 – Santa Cecília, SP
•Av. João Carlos da Silva Borges, 789 – Vila Cruzeiro, SP
•Rua Pedro de Toledo 145, Vila Clementino, SP
•Rua Fradique Coutinho, 125 – Pinheiros, SP
•Av. Dr. Gentil de Moura, 287 e 293 – Alto do Ipiranga, SP

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Embalagens para nutrição enteral da Unipac atendem a demanda crescente do segmento hospitalar e clínico

22/09/2021

A Unipac vem atuando na produção de embalagens para nutrição enteral utilizadas em sistemas fechados, ou seja, para uso hospitalar e clínico e destinadas a pessoas que precisam se alimentar por meio de um tubo ou sonda flexível.

O produto atende à demanda de empresas globais e permite a nacionalização do fornecimento de um tipo de embalagem que possui características específicas para a segurança alimentar. Com estrutura coextrudada de seis camadas, é feita de polipropileno e EVOH, matéria-prima que possibilita melhor barreira a gases para sistemas multicamadas. Possui resistência a temperaturas de até 135°C, sendo indicada para aplicações que exijam processamento térmico e envase a quente (hot filled) ou esterilização dentro da embalagem, tal como os processos em autoclave (retort).

A embalagem para nutrição enteral produzida pela Unipac possui 1 litro, com gramatura leve e olhal, um tipo de suporte para pendurar o produto pela extremidade inferior. Para que a alimentação seja administrada ao paciente, o sistema fechado é conectado a uma bomba infusora, que permite a programação de dosagem durante o período de tratamento.

O desenvolvimento de embalagens para nutrição enteral teve início em 2012, visando atender às demandas de clientes. Para a produção do produto, a Unipac investiu em uma sala limpa fechada e climatizada para atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF), com base nas resoluções da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na aquisição de máquina sopradora e cabeçote específico para multicamadas e na capacitação técnica de seus colaboradores.

As embalagens para alimentação enteral passam por testes diversos, tais como o de análise sensorial para verificar resíduos e odor; de migração total, que verifica se há migração de alguma substância para o produto; e o de transmissão de taxa de oxigênio, entre outros, feitos em parceria com centros de tecnologia. “Nossas equipes possuem sólidos conhecimentos no desenvolvimento de tecnologias que permitem a fabricação de embalagens de qualidade, como também adequadas às exigências legais e necessidades de nossos clientes, de forma a garantir o desempenho em sua finalidade”, explica André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

A expectativa da empresa é que o mercado de nutrição enteral cresça a taxa de dois dígitos em 2021 e nos próximos anos. “O produto atende a todas as normas vigentes e exigências dos clientes. Temos tecnologia, capacidade produtiva e know-how para atender a um segmento fundamental à manutenção da vida e estamos aptos a absorver demandas de segmentos específicos no mercado interno e externo”, finaliza Silvestre.

Com 45 anos em 2021, a Unipac é fornecedora de clientes que atuam nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos, além de ferramentaria própria para a produção de moldes.

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Adimax lança linha de alimentos para animais domésticos em embalagem fabricada com Poliéster Reciclado Pós-Consumo da Terphane

16/09/2021

Lançamento com a linha Ecophane é inédito no mercado de pet food.

Com a proposta de reforçar seu compromisso com as boas práticas ambientais e com o desafios de minimizar o impacto de seus produtos/embalagens no meio ambiente, a Adimax, uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos do Brasil, adotou a linha de filmes sustentáveis Ecophane da Terphane para os produtos da marca ‘Fórmula Natural’. “Estas embalagens são inéditas no mercado brasileiro de pet food”, celebra André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Como explica Leonardo Dalmagro, gerente de desenvolvimento de Embalagens da Adimax, “o projeto é o resultado da busca constante da empresa por alternativas que aprimorem seu produto final e o mantenha alinhado aos princípios de sustentabilidade durante todo o seu ciclo de vida, desde a produção, passando pela embalagem e chegando ao descarte”.

As embalagens plásticas da ‘Fórmula Natural’, com capacidade para 500 gramas, são produzidos pelo Grupo Copobrás com os filmes PET PCR (poliéster reciclado pós-consumo) da linha Ecophane. Segundo a Terphane, este filme tem, no mínimo, 30% de PET reciclado em sua composição.

Além disso, os filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) no Brasil aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos, garante a Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso, com aprovação da FDA e EFSA (união Europeia), informa a fabricante.

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por materiais que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, estes filmes estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens, garrafas ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“Desenvolvemos a linha Ecophane com base na plataforma de Sustentabilidade da Terphane, que está alinhada às necessidades de proprietários de marcas como a Adimax, ou seja, empresas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani. Nesta plataforma de Sustentabilidade, a Terphane afirma ter estabelecido como prioridades ações socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade, além de, sempre que possível, integrá-las ao conceito de Economia Circular.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora (Sorocaba- SP); filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG) e Goianápolis (GO); e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a empresa produz mais de 300 itens em diversas categorias. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy.

O Grupo Copobras – que engloba Copobras e Incoplast – possui mais de 50 anos de trajetória e 12 unidades produtivas em seis estados para atender ao mercado nacional e internacional. Com a inovação em seu DNA, aposta em tendências e investe em uma equipe altamente capacitada, trazendo para o mercado diversas soluções que oferecem praticidade, conforto e segurança para a vida das pessoas e contribuindo para os anseios das novas dinâmicas de consumo. Com esse olhar visionário, conquistou a liderança do mercado de descartáveis com a Copobras e o topo do segmento Pet Food com a marca Incoplast.

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Projeto Eco patrocinado pela Lord fala sobre sustentabilidade do plástico a voluntários

16/09/2021

Projeto teve início nesta semana e contou com a presença de aproximadamente 250 pessoas

Esta semana foi dado início ao Projeto Eco, que tem como principal objetivo difundir na sociedade os benefícios do plástico e a sua sustentabilidade. O projeto conta com a Lord – uma das principais fabricantes de embalagens plásticas flexíveis do Brasil – como principal apoiador.

Nesta primeira etapa, o programa recebeu cerca de 250 pessoas, que se inscreveram de forma 100% voluntária. Durante os dois dias de treinamento, os voluntários souberam mais sobre os benefícios do plástico no dia a dia, os diferentes tipos de resinas e formas de produção, a importância dos aditivos e masterbatches em diferentes aplicações plásticas e sua essencial contribuição para importantes segmentos da economia brasileira, como o agronegócio.

O Projeto Eco ainda terá algumas etapas para aprofundamento do assunto e de questões relacionadas ao material e à sustentabilidade, as quais acontecerão até novembro. Já no ano que vem, os voluntários participantes darão o passo mais importante: serão os multiplicadores na sociedade, levando todo o conteúdo recebido para escolas, ETEC´s e até mesmo, universidades. “O público jovem é o principal foco da empresa, uma vez que, em breve, essas pessoas serão os responsáveis por toda a cadeia de consumo”, destaca a coordenadora de marketing da Lord, Maria Claudia Muraro.

“Estamos fazendo a transição de uma economia linear para uma economia circular e abraçarmos inteiramente o Projeto Eco porque temos a plena convicção de que plástico e sustentabilidade devem caminhar juntos nessa nova realidade, de um futuro mais sustentável”, comenta Herman Moura presidente da Lord.

A Lord é especializada no desenvolvimento e na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis, atendendo ao mercado nacional e internacional há mais de 50 anos. A empresa atua nos segmentos agrícola, alimentício, bebidas, conversão, higiênicos e descartáveis, industrial, varejo entre outros.

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Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Unipac reitera sinergia com inpEV para reciclagem de embalagens vazias de agroquímicos

02/09/2021

A Unipac celebrou o Dia Nacional do Campo Limpo no último dia 18 de agosto, uma data criada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) com o objetivo de reconhecer a participação dos diferentes agentes da logística reversa de embalagens vazias de agroquímicos no Brasil – agricultores, revendas, cooperativas, indústrias e poder público – e comemorar os resultados alcançados com a atuação conjunta.

De acordo com dados do inpEV, em 2020, o Sistema Campo Limpo promoveu a correta destinação de 49,9 mil toneladas de embalagens de agroquímicos, ou seja, 94% das embalagens comercializadas no Brasil foram enviadas para reciclagem ou incineração. Do total recebido pelo Sistema em 2020, 93% foram recicladas e transformadas em novas embalagens e tampas ou outros produtos, como conduítes e dutos, tubo para esgoto, drenos e conexões. O trabalho só foi possível graças a uma estrutura composta de 411 unidades de recebimento e 3,9 mil recebimentos itinerantes.

Segundo sua cultura de sustentabilidade, a Unipac defende o trabalho de conscientização dos agentes envolvidos e de toda a comunidade sobre a responsabilidade de pensar e agir de forma sustentável, com efeito direto na vida das gerações presente e futuras. “O Brasil é uma referência no recebimento de embalagens para defensivos agrícolas no mundo e o inpEV, ao promover ações socioambientais em parcerias com cooperativas, escolas, universidades, entre outros públicos, visando incentivar a conservação ambiental e o compromisso de todos com a natureza e seu ciclo sustentável, tornou-se uma referência para outros setores e é prova de que é possível fazer a logística reversa com resultados positivos”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

O Grupo Jacto busca regularmente sinergias com o inpEV, com o objetivo de fomentar o recebimento e a destinação correta do maior número possível de embalagens e também afirma investir em pesquisa, desenvolvimento de processos e materiais sustentáveis, a exemplo da tecnologia em máquinas para fabricação de embalagens com resinas recicladas pós-consumo.

“Como integrante da cadeia, somos corresponsáveis pelo bom desempenho desse ciclo. Desenvolvemos produtos e processos voltados ao menor impacto ao meio ambiente e tecnologias mais limpas, a exemplo da embalagem com proteção por plasma destinadas exclusivamente ao envase de defensivos agrícolas, que é livre de solventes, sem emissão de resíduos sólidos e reduz potencialmente o aquecimento global, o que favorece a reciclagem do produto final, garantindo à empresa do agronegócio a segurança e a integridade dos defensivos agrícolas desde o envase até a sua utilização no campo”, afirma Silvestre.

Exemplo de sucesso

A logística reversa de embalagens de agroquímicos é obrigatória (Lei federal nº 9.974/00) e está inserida na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A legislação define as atribuições de empresas e poder público no que se refere à destinação de embalagens e produtos pós-consumo, bem como suas devidas responsabilidades.

Segundo a Unipac, todos os produtos fabricados pela empresa, embalagens ou tampas, podem ser reciclados e reaproveitados na fabricação de outros tipos de produtos, conforme normas vigentes.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos e mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os mais variados processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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Polipropileno quimicamente reciclado da Borealis é usado em embalagens para bebida gelada Cafè Latte da suíça Emmi

30/08/2021

A empresa suíça de laticínios Emmi está fazendo parceria com a Borealis e a Greiner Packaging para produzir copos para a bebida Caffè Latte da Emmi, usando polipropileno reciclado quimicamente.

O Caffè Latte da Emmi, uma das principais marcas de café gelado pronto para beber na Europa, começou a incorporar polipropileno reciclado quimicamente em suas embalagens. Os copos, contendo 30% de material quimicamente reciclado, são produzidos pela Greiner Packaging e o material reciclado quimicamente vem da Borealis.

A Emmi, a maior processadora de leite da Suíça, afirma estar comprometida com a proteção do clima e a economia circular. A empresa de laticínios tem a meta declarada de tornar todas as suas embalagens 100% recicláveis ​​e está comprometida com várias medidas para promover a circularidade, tais como a de usar embalagens que contenham pelo menos 30% de reciclado até 2027. Focalizando em embalagens recicláveis ​​e no uso de materiais reciclados, a Emmi está dando um primeiro passo com sua a marca Caffè Latte.

Escassez de materiais e política ambiental

A partir de setembro de 2021, a marca Emmi CaffÈ Latte, usará pelo menos 100 toneladas de plástico baseado em material reciclado a cada ano. A reciclagem química transforma quimicamente os resíduos de plástico novamente em plástico, criando materiais reciclados com um nível de pureza equivalente ao Polipropileno baseado em combustível fóssil e, portanto, adequado para proteção, segurança alimentar e outras aplicações exigentes. Desta maneira, a Emmi está utilizando matéria-prima de difícil reciclagem por vias convencionais, evitando o descarte de lixo plástico que provavelmente seria depositados em aterro ou incinerado. No futuro, dependendo da disponibilidade de material adequado, a quantidade de plástico reciclado nas embalagens Emmi Caffé Latte deverá ser aumentada.

A nova tecnologia de recuperação do polipropileno ainda está engatinhando e a Greiner Packaging e a Borealis são líderes nesse processo. Apenas quantidades limitadas de polipropileno reciclado quimicamente estão disponíveis atualmente e a Emmi é um dos poucos fabricantes de alimentos a ter garantido o fornecimento de uma parcela do polipropileno reciclado quimicamente, em função do seu compromisso inicial e colaboração de longa data com as empresas que estão à frente do desenvolvimento.

“São necessários esforços conjuntos dos fabricantes de alimentos e embalagens para reduzir o desperdício e fazer um progresso mensurável na economia circular”, diz Bendicht Zaugg, que é responsável por Embalagens Sustentáveis ​​na Emmi.

“Temos uma parceria longa e recompensadora com a Emmi e a Borealis”, disse o gerente de contas-chave da Greiner Packaging, Vincenzo Crescenza. “Esta conquista está de acordo com nosso objetivo declarado de trabalhar para alcançar uma economia circular. Nossa estratégia é desenvolver produtos inovadores, desenvolver novas parcerias de serviços e modelos de negócios, além de parcerias pioneiras em materiais. ”

“A Borealis anseia por um mundo sem resíduos de plástico”, disse Trevor Davis, Chefe de Marketing de Produtos de Consumo da Borealis. “O polipropileno reciclado quimicamente usado neste novo copo do Emmi Caffè Latte é fabricado com o portfólio Borealis Borcycle C de soluções de reciclagem química, dando outra vida aos resíduos pós-consumo à base de poliolefinas. Ele oferece benefícios abrangentes, permitindo a transição para uma indústria de poliolefinas circular, ao mesmo tempo que cria produtos plásticos de qualidade virgem. Ao permanecermos fiéis à nossa ambição EverMinds de acelerar a ação na circularidade, junto com nossos valiosos parceiros ao longo de toda a cadeia de valor, como Emmi e Greiner Packaging, estamos reinventando em direção a uma vida mais sustentável. ”

O material reciclado quimicamente usado para o copo da Emmi Caffè Latte é composto total e exclusivamente por material certificado com ISCC (International Sustainability & Carbon Certification), com base no balanço de massa. O balanço de massa é uma metodologia que permite rastrear a quantidade e as características de sustentabilidade do conteúdo circular e / ou de base biológica na cadeia de valor e em cada etapa do processo. Em última análise, isto proporciona transparência também aos consumidores, permitindo-lhes saber que o produto que estão comprando é baseado em material renovável.

A Borealis é uma das empresas líderes no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou EUR 6,8 bilhões em receitas de vendas e um lucro líquido de EUR 589 milhões. A OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, detém 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são detidos por uma holding da Mubadala, sediada em Abu-Dhabi. A joint venture fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas outras joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com a TotalEnergies, com sede nos EUA).

A Emmi é a maior processadora de leite da Suíça. Suas raízes remontam a 1907, quando foi fundada por 62 cooperativas de produtores de leite nos arredores de Lucerna. Na Suíça, a Emmi produz uma gama completa de produtos lácteos para suas próprias marcas e marcas próprias de clientes, incluindo Emmi Caffè Latte e Kaltbach. Além disso, existem produtos fabricados localmente dependendo do país – principalmente no segmento de especialidades. Além do leite de vaca, também é processado leite de cabra e ovelha. O Grupo Emmi possui 25 unidades de produção na Suíça. No exterior, a empresa possui subsidiárias em 14 países, incluindo unidades de produção em 8 deles. A Emmi exporta produtos da Suíça para cerca de 60 países. Além de seu mercado doméstico na Suíça, as atividades de negócios da empresa se concentram na Europa Ocidental e no continente americano. As vendas de CHF 3,7 bilhões – cerca de 10% dos quais vêm de produtos orgânicos – são divididas igualmente entre a Suíça e outros países. Dos quase 8.900 funcionários, mais de dois terços agora estão empregados em locais fora da Suíça.

Greiner Packaging é um fabricante europeu líder de embalagens plásticas nos setores alimentício e não alimentício. A empresa fornece soluções especializadas nas áreas de desenvolvimento, design, produção e decoração há mais de 60 anos. A Greiner Packaging possui duas unidades de negócios: Packaging e Assistec. Enquanto a unidade Embalagem se concentra em soluções de embalagem inovadoras, a unidade Assistec se dedica à produção de peças técnicas sob medida. A Greiner Packaging emprega uma força de trabalho de aproximadamente 4.900 em mais de 30 localidades em 19 países ao redor do mundo. Em 2020, a empresa gerou receitas de vendas anuais de EUR 692 milhões (incluindo joint ventures), o que representa aproximadamente 35 por cento das vendas totais da Greiner.

Nugali lança linha de chocolates utilizando Poliéster biodegradável

29/08/2021

  • Segundo empresa, trata-se da primeira linha de chocoloates que usam poliéster biodegradável no Brasil
  • O lançamento é com o filme PET sustentável e biodegradável da linha Ecophane, da Terphane.

A Nugali Chocolates apresentou para o mercado brasileiro seus produtos embalados com os filmes PET biodegradáveis da linha sustentável Ecophane, da Terphane. “O lançamento é único nesta categoria de produtos no país”, explica André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

A estrutura da embalagem laminada biodegradável é composta pela solução Ecophane, além de papel e filme selante biodegradável Greenflex desenvolvido pela Sulprint Embalagens. Como explica Gani, “nesta estrutura, o filme de poliéster Ecophane biodegradável foi metalizado para proporcionar a barreira necessária ao produto. Sua laminação com os outros materiais biodegradáveis permitiu superar o desafio de se criar uma embalagem 100% biodegradável em ambiente de aterro sanitário”.

“A aplicação deste material possibilita implementar diversos projetos; o filme PET Ecophane biodegradável combina com as duas linhas de polímeros biodegradáveis que usamos no desenvolvimento da linha Greenflex de embalagens 100% sustentáveis. Assim, conseguimos trabalhar com filmes de diferentes níveis de barreira, mantendo as características de processamento das embalagens, sem alterar os equipamentos de envase”, destaca André Santos, Gerente P&D da Sulprint.

Gani completa: “Desde o início do projeto, a Sulprint deixou claro que a Nugali Chocolates queria uma embalagem sustentável e que mantivesse a integridade e qualidade do produto, representando os atributos da marca. Esta, aliás, é uma reinvidicação fundamental em uma categoria tão competitiva como a de chocolates”.

Para Enrico Maiolino, da Nugali, “Os consumidores reagiram de forma bastante positiva à nova embalagem, com boa aceitação do conceito. Isto porque o consumidor está cada vez mais atento à importância de produtos eco friendly e tende a preferir marcas mais sustentáveis. Assim, a substituição das embalagens plásticas feitas com resinas convencionais por embalagens 100% biodegradáveis faz parte da estratégia da Nugali para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

Outro ponto positivo na adoção da embalagem biodegradável pela Nugali é que não foi preciso fazer nenhuma alteração nas linhas de envase, mantendo a mesma eficiência do processo anteriormente usado com materiais regulares. A eficiência também foi mantida nos processos de distribuição e houve um ganho importante de visibilidade e atratividade da marca no ponto de venda, afirma a empresa.

Segundo a Terphane, as embalagens produzidas com os filmes biodegradáveis de poliéster Ecophane podem ser destinadas para o aterro sanitário, junto com o lixo orgânico comum. Sua decomposição gera húmus que pode ser usado para fertilizar o solo; o gás liberado na degradação pode ser convertido em energia. A degradação não gera nenhum tipo de micro plásticos, garante a empresa. Além disso, a linha biodegradável Ecophane também pode ser reciclada.

Os filmes sustentáveis da linha Ecophane – com conteúdo reciclado e biodegradáveis – são os únicos aprovados pela Anvisa (Brasil) para contato direto com alimentos, afirma e Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) e da EFSA (união Europeia).

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 1977, a Sulprint Embalagens possui know how em estruturas técnicas, trazendo soluções inovadoras e sustentáveis para diversos segmentos. Com parques fabris nas cidades de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS, a Sulprint tem autonomia em todos os processos de fabricação de embalagens flexíveis.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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