Archive for the ‘Embalagens’ Category

Volume produzido pela indústria brasileira de embalagens flexíveis ultrapassa 1 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2020

08/09/2020

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) acaba de divulgar os dados de sua pesquisa setorial feita com exclusividade pela W4Chem. De acordo com o levantamento, o setor produziu 1,026 milhão de toneladas, com um consumo aparente de 1,003 milhão de ton. Neste período a importação de embalagens plásticas flexíveis ficou na casa das 31 mil toneladas e as exportações chegaram a 54 mil toneladas.

Chama a atenção na pesquisa o desempenho da indústria de alimentos como principal cliente do setor. Do total de embalagens produzidas no semestre, 38% foram absorvidas pelo setor alimentício. O segundo principal cliente são as aplicações industriais (18%), seguidas pelos descartáveis, com 13%. A indústria de bebidas e o setor de agropecuária tiveram desempenho semelhante, 9% cada, assim como higiene pessoal e limpeza doméstica, com 5% cada. Pet food começa a ganhar mais espaço e já responde por 2% do consumo de embalagens plásticas flexíveis produzidas no país.

Esta é a primeira vez que o estudo da W4Chem, feito para a ABIEF, traz a segmentação pelo tipo de estrutura utilizada nas embalagens. O resultado mostra que as estruturas multicamadas – stretch, shrink, BOPP, coextrudados, laminados e embalagens barreira – ainda são dominantes, com uma participação de 33% no total produzido. Na sequência vem monocamada com 28% (stretch, shrink e bobina); shrink com 13%; sacolas de varejo e sacos de lixo também com 13%; stretch com 10% e outros (lonas e filmes agrícolas) com 3%.

“A partir deste relatório também foi incluído no dimensionamento do mercado o volume de poliolefinas recicladas utilizadas em embalagens flexíveis. Por isso, os volumes totais dos dois primeiros trimestres de 2020 também foram revisados”, explica Rogério Mani, empresário e Presidente da ABIEF. Segundo ele, este ajuste foi necessário para refletir de forma fidedigna a realidade do mercado. “As resinas recicladas são uma realidade e já tem uma participação importante no mercado nacional.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Dow e parceiros criam plataforma de serviços de embalagens flexíveis baseada no conceito de co-packing

28/08/2020

Programa Incubapack facilita posicionamento de mercado de empresas por meio de desenvolvimento de embalagem, ganho de escala e melhoria de produtos.

A Dow, a Saberpack, EBA e parceiros da cadeia de embalagens se uniram para a criação da Incubapack, plataforma de serviços de embalagens baseada no conceito de co-packing, que abrange todas as etapas produtivas: design, impressão e envase. Segundo a Dow, a plataforma facilita a criação e otimização de invólucros flexíveis para empresas que buscam se destacar no mercado.

A iniciativa tem por objetivo atender marcas que não possuem linhas de produção em grande escala, mas que precisam apresentar embalagens que atendam à demanda específica de seu produto e atraiam o consumidor. A Dow afirma que, por meio de uma plataforma única, a Incubapack oferece ganho de escala para empresas que não possuem maquinário de envase próprio, participando das etapas desde a criação da embalagem, passando pelo processo de impressão da marca e envase do produto. Além disso, o programa também serve como piloto para marcas que queiram utilizar este recurso para testes de novos produtos ou embalagens.

A plataforma, além de proporcionar maior competitividade às marcas, permite que os produtores façam quantidades personalizadas de embalagens, de acordo com suas necessidades, além de ajudar na redução de custos e economia com mão de obra, espaço físico e investimento em equipamentos.

“Acreditamos que a embalagem faz toda a diferença para a comercialização de um produto. Por isso, nos juntamos aos nossos parceiros para facilitar o desenvolvimento e envase de embalagens flexíveis para empresas do mercado brasileiro. Nosso objetivo é contribuir para que nossos clientes sejam cada vez mais competitivos e estejam alinhados às inovações do mercado de embalagens”, afirma Marcus Carvalho, Gerente de Marketing para Embalagens de Alimentos e Especialidades Plásticas na América Latina.

“A integração do envase, desenvolvimento da embalagem e criação, em um único ecossistema, permite ao mercado lançar produtos, testá-los e produzi-los de maneira rápida e com drástica redução de investimentos”, comenta Cesar Saber, CEO da Saberpack Sistemas de Embalagens.

A Incubapack possui três tipos de planos: Light, que contempla embalagem e envase; Total, com embalagem, envase e impressão; e a categoria Plus, que permite a embalagem, envase, impressão e design do produto.

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ExxonMobil lança novo grade para aplicações em polipropileno expandido

23/08/2020

A ExxonMobil lançou um novo grade de resina de polipropileno para aplicações em espuma, o Achieve Advanced PP6302E1. Segundo a empresa, é uma solução sustentável de processamento fácil e com preço atrativo para aplicações de alto volume, incluindo embalagens de alimentos e bebidas, embalagens industriais, produtos de construção e peças automotivas. A ExxonMobil afirma que o novo grade também apresenta alta resistência no material fundido (High Melt Strenght – HMS) e melhora a rigidez do produto em até 30 por cento, em comparação com a espuma de PP HMS padrão, oferecendo oportunidades de redução de custos.

“Historicamente, as aplicações de espuma têm sido dominadas por polímeros amorfos, como Poliestireno, Poliuretanos e PVC. A espuma de PP é um avanço relativamente recente, tendo sido introduzida apenas cerca de 20 anos atrás, mas nunca ganhou muito impulso comercial”, disse Olivier Lorge, gerente de desenvolvimento de mercado global de polipropileno, Vistamaxx e Negócios de Adesivos da ExxonMobil. “Os clientes agora podem desafiar a realidade e repensar o que é possível para peças leves em PP expandido, em aplicações de alto volume, devido ao valor de uso oferecido por nosso novo Achieve Advanced PP6302E1. O potencial comercial do PP expandido agora pode ser explorado e totalmente implementado.”

Segundo a ExxonMobil, o Achieve Advanced PP6302E1 é uma alternativa viável para a espuma de poliestireno, PFAs e VOCs e preocupações com monômeros (Proposição 65-California) que estão sendo cada vez mais regulamentados. A empresa afirma que o material pode eliminar “trade-offs” (compensações) e define novos padrões para peças de espuma de PP sustentáveis, oferecendo valor de uso de várias maneiras. A nova resina é processável em linhas de produção de Poliestireno expandido já existentes, com agentes de expansão variados, além de reduzir o uso de material, ao mesmo tempo em que fornece integridade do produto, afirma a ExxonMobil. O Achieve Advanced PP6302E1 também é reciclável em comunidades que possuam instalações de coleta e reciclagem, assegura a empresa.

“Transformadores, proprietários de marcas e OEMS podem destravar oportunidades em uma variedade de aplicações que se beneficiam da leveza e isolamento, ao mesmo tempo em que aproveitam as propriedades do PP”, disse Lorge.

Em embalagens de alimentos e bebidas (como bandejas de carne, tigelas/refeições /bandejas para micro-ondas, conchas e copos), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece rigidez e custo favorável, afirma a ExxonMobil. Ele também oferece propriedades de isolamento e resistência durável à umidade e à gordura, mesmo em aplicações de alta temperatura, como no micro-ondas e lava-louças, garante a empresa. A embalagem mantém a temperatura do conteúdo do produto durante o transporte e as superfícies confortáveis ao toque são possíveis.

“À medida que a legislação, metas de sustentabilidade e preferências mudam, a indústria de embalagens de alimentos está passando por uma mudança do Poliestireno para o Polipropileno, e esta é uma tendência que deverá continuar “, disse Lorge. “Além disso, a resistência ao calor para uso em fornos de micro-ondas continua a ser um fator de diferenciação chave que torna o PP uma escolha mais atraente do que PS. “

Segundo a ExxonMobil, em embalagens industriais (como caixas, divisórias e chapas), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece resistência, estabilidade térmica, resistência à umidade e produtos químicos e leveza. A embalagem rígida e durável pode ser reutilizada e é adequada para substituir chapas onduladas para proteção de produtos valiosos.

Na área de construção (como isolamento e juntas de concreto), a nova resina oferece durabilidade e flexibilidade para facilidade de instalação, afirma o fabricante. Os produtos são termicamente estáveis em uma ampla faixa de temperatura e resistentes à umidade para estabilidade dimensional, garante a empresa. Propriedades de isolamento acústico e térmico criam um ambiente mais confortável e eficiente em termos de energia.

A ExxonMobil afirma que, em peças automotivas como forros de teto, dutos, revestimentos de piso, o Achieve Advanced PP6302E1 oferece a rigidez que permite aos fabricantes de veículos manter propriedades críticas de desempenho, ao mesmo tempo em que reduz o peso e aumenta a eficiência do uso de combustível. A estrutura de espuma também pode fornecer benefícios, como isolamento térmico e dissipação de som para um passeio mais confortável.

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Criadores de gado leiteiro na Espanha escolhem envase asséptico em PET da Sidel

23/08/2020

A empresa de laticínios espanhola Andía Lácteos de Cantabria S.L. modernizou sua fábrica em Renedo de Piélagos com a tecnologia de envase asséptico em PET para leite UHT da Sidel.

A Andía Lácteos de Cantabriaé parte do Iparlat Group, que foi criado originalmente pela união espanhola de cooperativas de criadores de gado leiteiro. A empresa envasa principalmente bebidas lácteas comercializadas sob uma marca de varejo espanhola bem conhecida. A mesma varejista deu o estímulo inicial para realizar a troca de embalagem longa vida cartonada e garrafas de PEAD para o envase de leite em PET. Em sua Sidel Aseptic Combi Predis, já em operação, são envasados leite de prazo de validade prolongado (ESL), leite UHT e milkshakes em três formatos (0,25 L, 1 L e 1,5 L), dando à empresa a oportunidade de ampliar seu leque de SKUs.

A Sidel Aseptic Combi Predis, com sua tecnologia de esterilização seca de preformas e tampas, foi integrada a uma linha de envase que a empresa já tinha para garrafas de PEAD. Segundo a Sidel, a integração proporcionou uma produção simples, eficaz quanto ao custo, bem como sustentável e flexível.

“A nova Aseptic Combi Predis de baixa velocidade está funcionando a todo vapor e oferece as melhores condições de segurança alimentar, atendendo perfeitamente a nossos rigorosíssimos requisitos de qualidade de produção”, revela Javier Villafranca, Industrial Director do Iparlat Group. A linha opera atualmente a 9.000 garrafas por hora com eficiência de 97%. Com essa nova linha de embalagem, muitos milhões de garrafas foram produzidas pela Andía Lácteos em 2019. “Conseguimos ampliar nosso portfólio com a produção de novas receitas de leite UHT que antes não podíamos produzir, como leite sem lactose, por exemplo, cuja demanda no mercado tem crescido todo dia. Com essa linha de envase asséptico em PET, poderemos fortalecer significativamente a imagem da nossa marca no mercado espanhol”, explica Javier Villafranca.

As garrafas PET para leite mostraram ser um enorme sucesso, afirma a Sidel. Com o aumento das vendas, a Andía Lácteos de Cantabria decidiu recentemente investir em outra Sidel Aseptic Combi Predis, combinada com a solução de transporte e acumulação Gebo AQFlex®,a fim de aumentar ainda mais sua capacidade produtiva.

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Termotécnica lança tecnologia com ação antimicrobiana para embalagens de Poliestireno expandido (EPS)

19/08/2020

Segundo a empresa, solução de biossegurança reduz o tempo e a carga de atividade viral nas embalagens em EPS fabricadas pela companhia para os segmentos de fármacos, agro, conservação de alimentos e embalagens e componentes para linhas branca, marrom e automotivo.

Atendendo às novas demandas do consumidor por biossegurança em tempos de pandemia por Covid-19, a Termotécnica lançou o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano com desenvolvimento inteiramente nacional. Segundo a Termoténica, o Safe Pack utiliza nanotecnologia patenteada para reduzir o tempo e a quantidade dos agentes virais e de bactérias nas embalagens em EPS produzidas pela companhia. “Acredito que é na crise que surgem as melhores oportunidades de inovar. Em uma pesquisa nacional com consumidores em março, 80% dos participantes relataram preocupação com a segurança dos alimentos. Vimos nessa mudança de comportamento dos consumidores diante deste ‘novo normal’, uma demanda importante e agregamos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado essa solução inovadora em tempo recorde”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Com o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano, a Termotécnica afirma ser a primeira empresa a realizar a aplicação desta formulação em embalagens de EPS. Segundo a empresa, a tecnologia fornece proteção por toda estrutura do EPS e, desta forma, inibe o crescimento e a permanência de vírus e bactérias. O aditivo integrado ao Safe Pack foi desenvolvido pela catarinense TNS, de Florianópolis.

O objetivo é oferecer uma atividade antiviral em uma ação conjunta contra vírus envelopados que podem causar doenças como hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), influenza A (H1N1), ebola e herpes (HSV). Sua eficácia foi comprovada em testes realizados em laboratórios independentes com laudos que apresentam a redução da atividade viral, de acordo com a norma internacional ISO 21702:2019, e antibacteriana conforme JIS Z 2801:2000, assegura a Termotécnica.

De acordo com a emprsa, as suas embalagens em EPS com nanotecnologia Safe Pack contribuem para reduzir o risco e a velocidade de contaminação e transmissão destes inimigos invisíveis, proporcionando mais segurança aos produtos acondicionados. Isso porque os vírus tendem, de forma geral, a permanecer na superfície onde tenham contato, afirma o fabricante.

Para o seu desenvolvimento, a Termotécnica partiu da idéia de como atender à demanda e adequar-se aoo novo comportamento dos consumidores, que buscam por maior segurança e higiene ao adquirir alimentos, refeições e medicamentos, entre outros produtos. Em pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Saúde da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, os vestígios de vírus do tipo envelopado permaneceram por até 72 horas em superfícies plásticas, por exemplo. Então, como oferecer embalagens que auxiliem na prevenção da transmissão desses vírus e bactérias de forma rápida e eficaz ? Essa foi a premissa para a inovação do Safe Pack.

De acordo com os testes realizados pelo laboratório Núcleo Vitro e pelo laboratório de virologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), seguindo a norma internacional ISO 21702:2019, a nanotecnologia inovadora do Safe Pack proporciona desativação de até 99% dos herpes vírus simples humano (HSV-1) e de 90% dos coronavírus da cepa VR-809, gênero alfacoronavírus (pertencente à mesma família dos vírus SARS-CoV-1, Sars-CoV-2 e MERS), além de até 99,9% de eficácia antibacteriana, informa a Termotécnica. Além disso, segundo a empresa, a tecnologia Safe Pack auxilia ainda na inibição e replicação de bactérias que também funcionam como hospedeiros para vírus (bacteriófagos).

Desta forma, afirma a Termotécnica, se uma pessoa contaminada manipular ou espirrar sobre uma embalagem em EPS Safe Pack, ao invés dos vírus permanecerem por dias sobre a superfície, eles podem ser reprimidos em um curto espaço de tempo. Vale ressaltar que esses conclusões foram alcançadas em experimentos conduzidos apenas com os tipos de vírus testados pelo laboratório da UFSC, já mencionados. Os mesmos testes confirmaram a eficácia do nível de proteção antiviral após 60 dias da fabricação das embalagens. “Pensando em toda a cadeia de produção, transporte, armazenamento e consumo de alimentos, vacinas e até das embalagens de eletrodomésticos que são entregues nas casas das pessoas, essa ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano tem inúmeras e importantes aplicações no mercado”, afirma Albano Schmidt.

As embalagens em EPS da Termotécnica com a ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano atendem as normas brasileiras de qualidade e podem ter aplicações diversas, com o objetivo de aumentar a segurança das embalagens.

Setor de fármacos

Por já atuar fortemente no segmento Fármaco com as conservadoras térmicas para armazenar e transportar materiais e medicamentos, esta área deve se beneficiar desta nova tecnologia. Atuando no mercado Fármaco há mais de 20 anos, a Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, com conservadoras térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

A empresa possui um portfólio para esse mercado contando com cerca de 30 itens, com capacidades que variam de 0,5 a 170 litros, contemplando caixas para transporte de ampolas, amostras de sangue, vacinas e até órgãos para transplantes. São térmicas, inertes e resistentes à umidade, proporcionando higiene e garantindo os prazos de validade dos produtos fármacos acondicionados.

Agronegócio

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compras de uma só vez. As soluções de conservadoras em EPS mantêm uma atmosfera propícia para prolongar a vida útil das FLVs (frutas, legumes e verduras), mantendo o seu frescor e qualidade do campo à mesa do consumidor. Segundo a Termotécnica, a ação do Safe Pack, aliada às propriedades das suas conservadoras DaColheita, permite que estes produtos frescos permaneçam mais protegidos de vírus e bactérias.

A empresa afirma que a formulação exclusiva das suas conservadoras DaColheita atrasa efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibindo a decomposição microbiana e preservando a qualidade e o valor nutricional das FLVs embaladas. Desta forma, o prazo de consumo é ampliado, evitando-se ainda o desperdício de alimentos. Por isso, são amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

De acordo com a Termotécnica, as embalagens em EPS podem estender a vida de prateleira de produtos frescos em até 30%, ajudando a enfrentar questões logísticas. A linha da Termotécnica conta com mais de 20 itens no portfólio, com capacidade entre 1 quilo a 16 quilos, com conservadoras para diversos tipos de frutas, legumes e verduras.

Conservação de Alimentos

Com a segurança sanitária no topo das prioridades dos consumidores em tempos de pandemia, as embalagens em EPS com ação antimicrobiana podem garantir mais higiene no transporte e armazenamento de alimentos, como os pescados, afirma a Termotécnica. Os alimentos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

As conservadoras em EPS da Termotécnica permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Isso representa também dias a mais com os alimentos saudáveis e frescos nas gôndolas.

Embalagens e Componentes

A maior parte dos produtos industrializados que chegam à casa dos consumidores, principalmente os mais frágeis e de alto valor agregado, como louças, bebidas finas e eletrodomésticos, está protegida por uma embalagem ou berço de EPS. Com a agregação da nanotecnologia Safe Pack, o consumidor terá maior segurança de que estas embalagens auxiliam no combate de vírus e bactérias, assegura a Termotécnica.

Para o segmento de embalagens e componentes que atendem à Linha Branca, Linha Marrom, Automotivo e Embalagens Especiais, a Termotécnica desenvolveu o conceito iPack – tecnologia patenteada –, que apresenta uma solução inovadora. A partir de um trabalho junto aos fabricantes, há a possibilidade de embalar vários produtos e modelos com apenas um molde. Isso acontece por que as embalagens iPack são projetadas para serem flexíveis, adaptando-se a vários itens de uma mesma linha.

Em relação às questões logísticas, as embalagens e componentes em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o material é one-way e pode ser 100% reciclado no pós-consumo. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

A Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). O EPS é formado por 98% de ar e é 100% reciclável. Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que, após o uso e reciclagem, foram usados como matéria-prima para outras aplicações. A Termotécnica afirma que o desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

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Filmes de PET da Terphane evitam embaçamento em embalagens

16/08/2020

O material já é usado na Europa e EUA, para alimentos frescos, especialmente frutas, legumes e verduras em embalagens plásticas transparentes.

Em resposta à crescente demanda dos consumidores por embalagens que garantam aumento de vida de prateleira (shelf life) e segurança alimentar, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET que atende aos requisitos de aparência e segurança, afirma a empresa.

E esta preocupação é ainda maior no segmento FLV (frutas, legumes e verduras). Os consumidores querem produtos frescos, mas não abrem mão da segurança e da aparência. Assim, as embalagens devem ter sua hermeticidade garantida e garantir também uma maior vida de prateleira para estes itens; se forem transparentes, permitindo a visualização clara dos alimentos, ainda melhor.

Contudo, as embalagens transparentes tradicionais para gôndolas refrigeradas têm que resolver outro problema: evitar o efeito de embaçamento (fog) que ocorre quando a umidade interna condensa na superfície interna da embalagem, formando pequenas gotas que podem impedir ou distorcer a visualização do produto. Isto resulta em redução de vendas e aumento do desperdício de alimentos.

Para atender a este mercado, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET antiembaçantes seláveis para servir como tampas ou coberturas de bandejas de FLV. A solução, já usada nos mercados da Europa e Estados Unidos, consiste em bandejas de poliéster (APET), seladas com filmes de PET, substituindo os saquinhos (bags) com zíper, bandejas com tampa rígida (clamshell) ou bandejas de poliestireno expandido (EPS) com filmes de PVC.

O filme antiembaçante evita a condensação da umidade na sua superfície, possibilitando uma visão clara e limpa do produto, mantendo a aparência de produto fresco e, portanto, atraindo mais a atenção dos consumidores.

Segundo a Terphane, os filmes com tratamento antiembaçante apresentam atributos como fácil abertura e selagem, além de um sistema de re-selagem.

Alguns dos filmes antiembaçantes do portfólio da Terphane incluem o Sealphane 10.63CTAF, que é projetado para selar bandejas APET de produtos frescos ou refrigerados. Segundo a Terphane, as bandejas seladas com o Sealphane 10.63CTAF tem alta transparência, redução de fogging e são fáceis de serem abertas pelo consumidor, embora ainda possam mostrar possíveis violações. Outra linha, o Sealphane 10.94TAF, é projetado para uso em embalagens flowpack, stand up pouches (SUP) ou bandejas APET. A Terphane afirma que a selagem resistente permite embalar produtos pesados e também permite mostrar violação da embalagem no caso de tampas para bandejas.

Normalmente, os filmes antiembaçantes BOPET tradicionais usam revestimentos químicos à base de solventes para a selagem a quente. Fabricadas por coextrusão, os filmes da Terphane têm o agente antiembaçante incluído em sua própria estrutura, o que permite o prolongamento da propriedade anti embaçamento e uma melhoria considerável da selagem, inclusive com redução da temperatura necessária para tal, afirma a empresa. Estes são atributos importantes para os proprietários de marcas, varejo e para o consumidor final. A solução antiembaçante da Terphane também facilita a reciclagem pós consumo por se tratar de uma embalagem mono material.

Outra possibilidade é a substituição das embalagens rígidas do tipo clamshell pelos filmes PET da Terphane. Segundo a empresa, além de garantirem a redução do uso de material plástico na embalagem em cerca de 30%, a aplicação também permite utilizar uma mescla de filmes PET tradicionais com filmes contendo PET reciclado pós consumo grau alimentício.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Unipac oferece linha de embalagens para o segmento de defensivos agrícolas

16/08/2020

O armazenamento e transporte de defensivos agrícolas exige soluções que proporcionem maior robustez e segurança. Segundo a Unipac, suas embalagens para defensivos agrícolas são desenvolvidas com o objetivo de garantir a segurança necessária, além da integridade dos produtos, desde o envase até a sua utilização no campo. A empresa afirma que dá suporte aos times de desenvolvimento de seus clientes, desde a concepção da embalagem, com design adequado à aplicação, até a adaptação do produto para cada linha de envase, além de alocar recursos para definir o melhor tipo de material, a estrutura mecânica e a gramatura de embalagem, com foco na relação custo-benefício.

Embalagens recicláveis e mais leves

Em busca da sustentabilidade, a Unipac investiu na construção de um portfólio com opções de embalagens – para as diferentes classes de defensivos – que podem ser recicladas, contribuindo para o aumento do índice de reciclagem dentro do processo de logística reversa estabelecido pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias). A empresa também tem outras iniciativas em andamento e produz embalagens com resina reciclada resina pós-consumo (PCR).

As embalagens da Unipac estão disponíveis tanto com tecnologia monocamada (utilizadas nas classes de produto à base de água) como com tecnologia de barreira (para uso nas classes de produtos à base de solvente químico) – neste caso, disponíveis nas versões Coex (revestimento interno com EVOH -Álcool etileno vinílico – ou Nylon), Fluoretação (barreira por meio de tratamento químico à base de flúor) e Nanocompósitos (utilização de nanopartículas atuando como barreira, impedindo a permeabilidade de gases).

O portfólio completo de produtos inclui desde frascos de 250 ml até embalagens de 20 litros, além de tampas autolacráveis, que permitem maior segurança ao produto acondicionado durante o fluxo logístico. A empresa tem capacidade para projetar conjuntos completos – embalagem e tampa – dentro nas normas vigentes no Brasil e no mundo. Recentemente, a empresa conquistou a homologação da embalagem de 20 litros monocamada mais leve do mercado brasileiro, graças à redução de 13% do peso frente à referência de mercado.

A Unipac, que é uma empresa do grupo Jacto, também tem experiência como fornecedora in house desde a década de 1990. “Apresentamos propostas de valor competitivas e inovadoras, suportadas pela busca da excelência operacional e pelos constantes investimentos que temos realizado, como a aquisição de sopradoras de última geração e demais tecnologias no processo produtivo, que trazem confiabilidade e diferenciação aos clientes com os quais temos alianças estratégicas”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

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Desempenho da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis se mantém estável no 2o. trimestre de 2020

11/08/2020

Pesquisa da W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), indica que a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis comportou-se de forma relativamente estável no 2o. trimestre de 2020, com uma leve queda em relação ao trimestre anterior. Se considerarmos o primeiro semestre do ano, podemos dizer que o setor de flexíveis teve um desempenho superior ao da indústria como um todo.

Este desempenho deve-se especialmente ao desempenho da indústria de alimentos, um grande cliente do setor que, durante a pandemia, tem apresentado variações positivas em sua produção. De modo geral, a população não deixou de comprar alimentos e, em algumas ocasiões, inclusive destinou mais recursos financeiros para este tipo de consumo. O que ocorreu foi uma transição para marcas de menor valor agregado.

Por outro lado, a indústria de bebidas, outro importante cliente dos flexíveis, registrou uma queda de 19% na produção em março, seguida por outra queda de 38% em abril. “Parte dessa queda foi compensada com um grande crescimento em maio, mas que não foi suficiente para retornar aos níveis de consumo”, explica o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF. A boa notícia é que o 3o. trimestre sinaliza uma retomada na produção das grandes empreas do segmento de bebidas.

As indústrias de higiene e limpeza, também importantes clientes do setor de flexíveis, especialmente neste momento de pandemia, mantiveram um bom desempenho no período, contribuindo para o desempenho estável do setor.

O estudo da W4Chem mostra ainda que a produção de embalagens plásticas flexíveis chegou a 480 mil toneladas no 2o. trimestre do ano. Embalagens de PEBD (polietileno de baixa densidade) e de PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) tiveram uma participação de 72% nese total, seguidas de PP (polipropileno, com uma participação de 16% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 12%.

Com isso, o setor fecha o 1o. semestre de 2020 com uma produção total de 967 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis e um consumo aparente de 944 mil toneladas; foram exportadas 54 mil toneladas e importadas 31 mil toneladas.

Segundo Mani, “mais uma vez os números mostram o potencial do setor de embalagens flexíveis, especialmente em momentos de crise, como este do Covid-19. Na verdade, todos os itens plásticos tiveram – e continuarão a ter – um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. E, nesta pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”.

Para Mani, ainda há muitos desafios a serem vencidos, especialmente no que tange à sustentabilidade. “Mas, acredito que esta nova percepção e consciência da sociedade sobre a importância do plástico abrirá mais espaço para discussões conjuntas e soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Desta forma, teremos cada vez mais embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e à preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Conservadoras da Termotécnica são usadas na exportação de limão do Brasil para a Europa e Ásia

18/07/2020

Frutas suportam o longo tempo de trânsito mantendo o frescor e a qualidade nutricional com menores custos logísticos

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais do limão Tahiti e o maior exportador da fruta para a União Europeia, de acordo com a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados). Ainda que apenas 7% do que é produzido seja destinado ao mercado internacional – cerca de 70 milhões de toneladas -, na última década a exportação do limão dobrou no País. E em 2020, em decorrência da pandemia e da recomendação de profissionais de saúde para se aumentar o consumo de FLVs (frutas, legumes e verduras), visando o reforço da imunidade, a demanda por cítricos em todo o mundo vem crescendo.

Agora em julho, uma grande carga de limão Tahiti acabou de ser despachada para abastecer o mercado da Eurásia, acondicionada em conservadoras DaColheita, fabricadas pela Termotécnica.

O tempo de trânsito longo – cerca de um mês desde a colheita no Brasil até o produto estar disponível para o consumidor nos países compradores – requer que os limões sejam acondicionados em embalagens em EPS que apresentem características como as conservadoras DaColheita. A Termotécnica afirma que, com essa solução de embalagem e conservação, as frutas importadas do Brasil podem suportar a longa jornada de transporte, chegando frescas e com seus valores nutricionais preservados nos mercados distantes. “As nossas soluções pós-colheita valorizam e são um grande ativo para os produtores de frutas brasileiras, pois garantem que elas sejam acondicionadas, transportadas, entregues e expostas aos seus clientes em diversos países com a mesma qualidade, frescor e cuidado do processo de cultivo e colheita”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Oliveira.

Nessa corrida contra o tempo, entre o produtor e o consumidor de frutas, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% a vida de prateleira das frutas, afirma a Termotécnica, mantendo as propriedades nutricionais dos produtos por mais tempo. Segundo a empresa, os resultados são certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), atestando redução de perdas e desperdício de alimentos.

De acordo com a Termotécnica, os produtos da linha DaColheita são adequados para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, permitindo alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte e, também, reduzindo a absorção de impactos durante o trânsito do produto. Segundo o fabricante, as conservadoras também permitem uma melhor exposição no varejo e dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas.

A Termotécnica ressalta que, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia do frete aéreo.

Na Europa, com a segurança sanitária no topo das preocupações dos consumidores, a Organização de Embalagem e Meio Ambiente solicitou à Comissão Europeia, em março, que reconhecesse a embalagem como um componente essencial para manter o fluxo ininterrupto de grupos de produtos identificados como críticos, tais como os “bens relacionados à saúde e perecíveis, principalmente alimentos”. A Termotécnica posiciona a linha DaColheita como um “companheiro de viagens” para as frutas cultivadas pelos produtores brasileiros chegarem em perfeito estado a mercados exigentes como o europeu e o asiático. “Apresentamos os resultados de testes e quantificamos os ganhos de acordo com cada realidade. Com a ampliação do shelf-life e as características de eficiência logística, como redução no frete, ajudamos os clientes a aumentar a competitividade e, consequentemente, seus volumes de venda e participação nos mercados em todo o mundo”, afirma Nivaldo de Oliveira.

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Terphane apresenta soluções sustentáveis em filmes PET para embalagens de café

15/07/2020

Vantagens dos filmes de poliéster para embalagens de café foram abordadas em um webinar promovido pela ABIC.

A Terphane, fornecedora de filmes PET (poliéster), participou do primeiro webinar da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), como parte de uma série que tem como tema principal a “Reciclabilidade das embalagens de café”. Neste webinar, Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, apresentou diversas opções de filmes PET para café, com ênfase nos metalizados de alta barreira e nos filmes sustentáveis da linha Ecophane.

“Devemos lembrar que os filmes de poliéster fazem parte da história das embalagens de café. O material está presente em praticamente todas as embalagens. Se não estiver na sua estrutura, certamente está nos selos de fechamento, como no caso de alguns potes e cápsulas.” Célia justifica esta penetração no mercado pelas propriedades mecânicas e físicas que o PET oferece às embalagens de café. Entre elas, a “printabilidade“, altas barreiras a gases, aroma e umidade, e maquinabilidade, tanto no processo de conversão como no envase, afirma a executiva.

Como inovação, Célia cita as estruturas especiais com alta barreira que uma nova metalizadora instalada na planta da Terphane em Cabo de Santo Agostinho (PE) permite produzir. “Graças a toda a tecnologia aplicada em nossa linha de produção, conseguimos criar estruturas que variam de 8 a 50 micra de espessura. Especificamente para café, já atingimos uma redução de espessura (downgauging) de 12 para 10 micra.” Segundo Célia, O processo de metalização também tem a vantagem de eliminar a folha de alumínio da estrutura da embalagem, evitando o efeito de flex cracking (micro rachaduras na folha de alumínio que podem comprometer a qualidade do café) e promovendo a redução da pegada de carbono já que o alumínio dificulta a reciclagem da embalagem pós consumo.

Ainda sobre o aspecto da sustentabilidade, Célia dá ênfase à nova linha de filmes sustentáveis Ecophane, da Terphane, dividida em duas famílias de produtos: os filmes BOPET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição e os filmes biodegradáveis. No caso dos biodegradáveis, sua decomposição ocorre em aterros sanitários, num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. Segundo a Terphane, toda a linha Ecophane já foi aprovada pela Anvisa para contato com alimentos, bem como por órgãos internacionais como a FDA (EUA) e a EFSA (União Europeia).

Dados do censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET – http://www.abipet.org.br) mostram que o Brasil reciclou 55% das embalagens PET descartadas pós consumo em 2019, 12% a mais que no ano anterior. “A proposta da Terphane é justamente trabalhar com este material descartado e reciclado na composição da linha Ecophane PCR, oferecendo um produto ambientalmente responsável para os convertedores e brand owners e contribuindo para reduzir a ociosidade dos recicladores que hoje ainda é superior a 30%, por conta das limitações da coleta.”

Segundo Paula Tavares, consultora em sustentabilidade da ABIC, a associação vem investindo em comunicação e conscientização de seus associados e consumidores: “Quando falamos em sustentabilidade, a ABIC trabalha no tripé social, ambiental e econômico. Seja através das redes sociais, de comunicados internos ou campanhas, a entidade focaliza em ações e parcerias que estimulem a reciclagem e o consumo consciente. O café gera conversas, a ABIC conexões”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Embaquim aumenta produção de liners com nova máquina de corta/solda

08/07/2020

Com o investimento, a empresa amplia o portfólio de liners ofertados

Desde o início de Julho, está em funcionamento na planta da Embaquim, em São Bernardo do Campo (SP), o novo equipamento para a produção de liners simplificados. Conforme Renata Canteiro, Diretora da empresa, “o objetivo é que a Embaquim também possa oferecer para os seus clientes liners simplificados fabricados com mono material (Polietileno), a partir de bobinas de 1,8 a 2 metros de largura. Esta oferta vai ao encontro de uma demanda dos clientes que já compram os liners especiais”.

“Até então, para atender a esta demanda por liners simplificados, extraíamos as bobinas e enviávamos para os clientes formatarem o liner manualmente em suas empresas”, explica Renata. Segundo ela, esta nova estrutura garantirá aumento de competitividade e valor agregado para os liners da Embaquim.

Liner para Big Bag da Embaquim

A nova máquina de corte/solda foi produzida sob encomenda e tem como diferencial oito cabeçotes de soldas inclinadas, afirma a empresa. O liner produzido pode ter válvula superior e/ou inferior, com tamanhos que variam de 150 a 1200 mm. O novo equipamento também dá a opção de produzir o liner com fundo soldado ou não. Segundo a Embaquim, os seus novos liners atendem às indústrias de alimentos, agroquímicos, químicos em geral, grãos e outras aplicações.

A instalação da nova máquina de corte/solda faz parte de um plano de investimento e expansão da empresa. No início do ano, a Embaquim anunciou a operação de uma nova coextrusora com capacidade para produzir 50 toneladas/mês de filmes com 05 camadas. De acordo com a Embaquim, o equipamento gerou um aumento de 15% na capacidade produtiva total de filmes da empresa, que hoje conta com cinco extrusoras em sua planta.

A Embaquim produz sistemas de embalagem bag-in-box e oferece embalagens plásticas flexíveis (bolsas) de 800 ml até 1.000 litros, com diversas estruturas e várias opções de bocais e tampas. Ela fornece para vários segmentos industriais, entre eles os de alimentos, bebidas, químicos, cosméticos e farmacêuticos. A empresa possui certificação ISO 9001:2015, o que inclui a rastreabilidade de seus produtos, que são testados em termos de características físico-químicas e em simulações de uso.

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Terphane aumenta capacidade de metalização de filmes de Poliéster no Brasil

03/07/2020

O novo equipamento vai atender à crescente demanda nacional.

Como fruto de um investimento de R$ 20 milhões, desde março está em funcionamento na planta da Terphane, em Cabo de Santo Agostinho (PE), uma nova metalizadora da Bobst, produzido no Reino Unido, que permitirá o atendimento à crescente demanda por filmes metalizados.

“O investimento da Terphane em uma nova metalizadora está alinhado à tendência global de busca por embalagens mais sustentáveis e de menor impacto ambiental. Fizemos questão de trazer o que há de melhor no mundo em tecnologia para a metalização de filmes, em um equipamento que será o primeiro do seu tipo em todas as Américas. Com isso continuaremos a promover o desenvolvimento de filmes especiais de alta barreira nestes mercados, oferecendo soluções que não só protejam os alimentos, mas também permitam uma melhor relação custo benefício às embalagens. Embalagens utilizando filmes metalizados permitem migrar das embalagens rígidas para as flexíveis, gerando significativa redução de peso, e por consequência, do uso de recursos materiais, além de permitirem menores custos de transporte e armazenamento”, esclarece José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

E completa: “Os filmes metalizados também viabilizam a substituição da folha de alumínio que ainda é usada em algumas aplicações em embalagens flexíveis, trazendo uma melhor relação custo/benefício devido à menor espessura do filme e sua processabilidade”.

“Com a finalização do projeto de instalação da nova metalizadora, que durou quase dois anos, a Terphane consolida sua posição como fornecedor local e especializado em filmes metalizados, garantindo para os clientes maior agilidade no atendimento à demanda do mercado por filmes metalizados e reduzindo os lead times”, pontua Edson Albuquerque, Diretor de Operações da Terphane no Brasil.

A Terphane afirma que o novo equipamento também garantirá à empresa maior qualidade de deposição e, consequentemente, redução de possíveis defeitos durante a metalização. A inspeção dos filmes é feita em linha e o equipamento consegue detectar pequenas falhas na metalização, imperceptíveis a olho nu, garante a empresa. “Assim, o tempo de resposta do time de produção para corrigir possíveis problemas é reduzido. Este é o segundo equipamento da Terphane com esta funcionalidade”, explica Albuquerque.

Segundo a empresa, a nova metalizadora possibilitará aumentar o portfólio de filmes metalizados com altíssima barreira e transparência. Desta forma, a empresa poderá atender à demanda do mercado de substituição da folha de alumínio nas embalagens flexíveis, resultando em uma embalagem mais sustentável. Testes com a nova tecnologia aplicada aos filmes-base da Terphane também mostraram que o novo equipamento possibilita o lançamento de novas linhas de produtos. Isto ajudará os convertedores a ampliarem sua capacidade de laminação de estruturas flexíveis em processos mais complexos e em aplicações mais críticas, assegura a Terphane.

Para Eduardo Petroni, CEO da Bobst America do Sul, “A Terphane é conhecida como líder em filmes especiais de poliéster (PET) na América Latina e no mundo. E a Bobst veio como o parceiro ideal para levar o mercado ao próximo patamar de filmes-barreira e metalizados de alta qualidade”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

A Bobst é um dos principais fornecedores mundiais de equipamentos e serviços de conversão, impressão e processamento de substratos para as indústrias de etiquetas, embalagens flexíveis, cartão e papelão ondulado. Fundada em 1890 na Suíça, a Bobst está presente em mais de 50 países, administra 15 instalações de produção em 8 países e emprega mais de 5.500 pessoas em todo o mundo. A empresa registrou um faturamento consolidado de 1,636 bilhão de francos suíços no ano encerrado em 31 de dezembro de 2019.

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Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Nova linha de PET asséptica e design de garrafa para leite UHT da Sidel impulsiona os negócios da Fattoria Latte Sano na Itália

04/06/2020

Pela primeira vez, a produtora de leite italiana local Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite UHT de embalagens longa vida para as de PET assépticas com uma nova linha de embalagem, que conta com a Sidel Aseptic Combi Predis. Combinada com um novo design de garrafa, essa mudança abre caminho para um crescimento sustentável do negócio com flexibilidade para uma necessidade de produção futura de laticínios sem refrigeração de sua própria marca e de redes varejistas.

Com amor pelo campo e pela criação de gado, a Fattoria Latte Sano tem servido lares na província de Lazio há mais de 70 anos. Localizada a poucos quilômetros de Roma, a empresa se tornou importante e bem conhecida para consumidores e varejistas na região. A Fattoria Latte Sano produz leite, que é coletado em fazendas selecionadas. A empresa comercializa produtos com sua própria marca e também opera como co-packer de laticínios para marcas de varejistas e outras indústrias.

Capacidade de produção de leite incrementada com solução de envase asséptico em PET

Embora o mercado italiano de leite ainda seja dominado pelas embalagens longa vida cartonadas ou de polietileno de alta densidade (PEAD), o envase de leite em PET está se tornando cada vez mais comum no país, oferecendo maior valor agregado na percepção do consumidor.

A Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite de prazo de validade prolongado (ESL) e leite UHT para o material de embalagem PET, que é 100% reciclável. “Uma combinação da demanda do mercado com nossa disposição de buscar uma prática de negócios sustentável serviu de incentivo para que escolhêssemos a solução de embalagem PET asséptica da Sidel com seu sistema integrado de sopro, enchimento e fechamento baseado na tecnologia de esterilização seca de preformas”, comenta Marco Lorenzoni, Presidente da Fattoria Latte Sano.

O fato de vários nomes importantes na indústria mundial de laticínios já ter depositado sua confiança na Sidel contribuiu para a decisão da Fattoria Latte Sano de trabalhar com a empresa. Outro elemento-chave foi a aprovação da Aseptic Combi Predis pela Food & Drug Administration (FDA) em 2017, validada para fabricação e distribuição comercial de bebidas de baixa acidez nos Estados Unidos. Segundo a Sidel, isso fez dela a primeira solução de envase asséptico com a tecnologia de esterilização seca de preformas do mundo. Para a empresa italiana, esse foi um importante reconhecimento do nível de segurança alimentar, reforçando sua confiança ao investir em sua primeira solução asséptica em PET.

A equipe de engenheiros da Sidel colaborou de perto com a equipe da Fattoria Latte Sano para projetar o layout de linha mais otimizado, que ocupa relativamente pouco espaço, bem como para instalar a linha e validá-la. Também deu o suporte para a equipe do cliente aprimorar suas rotinas operacionais e fornecer orientação quanto a boas práticas de fabricação. “Desde o start-up bem-sucedido em janeiro de 2019, a linha de PET asséptica completa mantém os mais altos padrões de segurança alimentar, simplicidade de produção e flexibilidade, bem como os aspectos ergonômicos que buscávamos”, explica Marco Lorenzoni.

Além disso, afirma a Sidel, a linha proporciona liberdade quanto ao cronograma de produção e gama de produtos. Ela pode processar múltiplas SKUs com quatro tipos de leite — integral, semidesnatado, desnatado e orgânico — produzidos assepticamente em garrafas de 1 L e 500 mL com tipos diferentes de rótulos conforme cada marca. A linha também proporciona ganhos ambientais com uma redução significativa no consumo de água e de produtos químicos, garante a Sidel.

Novo design de garrafa PET com contornos de vaca: visual moderno e original

O envase de bebidas lácteas em garrafas PET tem trazido benefícios tanto para produtores quanto para consumidores: desde atender a altos padrões alimentares até proporcionar experiências de consumo diferenciadas. O PET é a solução de embalagem mais sustentável e eficaz quanto ao custo que permite aos fabricantes diferenciar os laticínios nas prateleiras dos supermercados das tradicionais caixas cartonadas ou garrafas de PEAD. A liberdade praticamente ilimitada de design de embalagem que ele proporciona foi muito importante para Fattoria Latte Sano realmente diferenciar a marca da concorrência.

Durante a implementação da linha de embalagem, a Sidel também ajudou a criar o design das novas garrafas PET. Fabricada com material monocamada — para facilitar a reciclagem — e com característicos contornos de vaca na parte superior da garrafa, o novo design confere um visual moderno e original. Segundo a Sidel, a garrafa de 1 L pesa apenas 26 g, pois não há restrições térmicas ligadas ao processo tradicional de enxágue de garrafas, contribuindo para uma economia significativa de PET. Também garante opções de fácil abertura e fechamento, bem como a qualidade e integridade do leite, graças à perfeita vedação entre o gargalo e a tampa sem folha de alumínio, acrescenta o fabricante.

Conforme observado por Luigi Camorali, Account Manager for Sales Southern Europe da Sidel, o processo de criação para a embalagem UHT para a Fattoria Latte Sano foi um marco importante no inteiro projeto de implementação: “Nosso suporte desempenhou um grande papel ao selecionar e qualificar a solução de barreira PET mais adequada para a nova embalagem, e também em recomendar a nosso cliente a solução mais eficaz quanto ao custo para a rotulagem: sugerimos manter o mesmo diâmetro e painel de rotulagem em todas garrafas para minimizar custos adicionais ao trocar os rótulos”, revela Luigi. Os rótulos são aplicados com uma rotuladora Sidel RollQUATTRO Evo, proporcionando a flexibilidade necessária a fim de atender aos requisitos da empresa de laticínios quanto à troca de produtos, aplicação precisa de rótulos e manuseio de frascos leves.

Ao tirar partido da expertise da Sidel em design de embalagens, a Fattoria Latte Sano também buscou ampliar as oportunidades comerciais no segmento de marcas próprias de redes varejistas. “Para ajudar nesse objetivo, o logotipo da empresa foi colocado só no rótulo, em vez de gravado em relevo na garrafa, para que os mesmos frascos em diferentes formatos pudessem ser usados para o envase de bebidas lácteas comercializadas não só sob sua própria marca, mas também outras”, conclui Luigi.

Com uma capacidade de produção de 12.000 garrafas por hora, a linha opera atualmente oito horas por dia, cinco dias por semana com eficiência média superior a 90% para cada formato de garrafa, assegura a empresa. E com seus atributos, a linha oferece à Fattoria Latte Sano uma oportunidade para incrementar a capacidade de produção e ampliar sua participação no mercado de leite UHT.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Indústria brasileira de embalagens plásticas auxilia no combate à pandemia e tem desempenho positivo no primeiro trimestre do ano

29/04/2020

Apesar da produção de automóveis, eletro eletrônicos, artigos de construção e papel e celulose ter registrado queda nos primeiros três meses do ano, setores como os de alimentos, produtos de higiene (doméstica e pessoal) e embalagens tiveram um desempenho mais favorável. Segundo estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), as embalagens plásticas flexíveis se destacaram dentro do setor mais amplo das embalagens, já que são utilizadas diretamente em itens da cesta básica e artigos de higiene e limpeza.

Alimentos como arroz, feijão, macarrão e molhos registraram alta de consumo puxada pelo aumento do número de refeições preparadas em casa. Itens de higiene pessoal, como sabonetes, também apresentaram um crescimento nas vendas no período analisado. “Isto justifica o desempenho das embalagens plásticas flexíveis no período, visto que estes são importantes mercados para o setor”, explica Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim aponta que a produção de embalagens plásticas flexíveis cresceu 1,6% no Brasil nos primeiros três meses de 2020, em comparação com o último trimestre de 2019, chegando a 487 mil toneladas. Já o consumo aparente de embalagens flexíveis registrou alta de 1,3% no período, atingindo 474 mil toneladas. A resina mais utilizada foi o PP (polipropileno), com um incremento de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD (polietileno de alta densidade), com um aumento de 3,6% no volume. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões de receitas.

“Estes números são importantes para expor o potencial do setor e, principalmente, demonstrar como o plástico – incluindo a embalagem plástica flexível – tem um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Neste período de pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”, atesta Mani.

“Isso não significa que o grande desafio de nosso setor, a sustentabilidade, será deixada de lado. Com a maior consciência da sociedade sobre a importância do plástico, poderemos abrir discussões conjuntas e chegar a soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Assim, cada vez mais teremos embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores. Mais do que nunca, o plástico provou que não é lixo, mas sim uma matéria-prima de grande valor”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Estado da California (EUA) suspende por sessenta dias proibição de fornecimento de sacolas plásticas em mercados para reduzir exposição de funcionários ao Coronavírus

27/04/2020

O decreto não afeta cidades e condados que adotaram legislações próprias proibindo ou regulando o uso de sacolas plásticas de uso único.

Segundo o jornal Los Angeles Times, o governador da California, Gavin Newsom (foto), suspendeu a proibição de fornecimento de sacolas plásticas de uso único vigente no Estado, em meio a preocupações de que os funcionários de mercados e mercearias tenham risco de exposição ao coronavírus, caso os clientes sejam obrigados a fornecer suas próprias sacolas reutilizáveis ​​para embalar suas compras.

O governador anunciou na quinta-feira passada (23/04/2020) ter assinado um decreto para suspender por sessenta dias a proibição de sacolas plásticas no estado, vigente desde 2016, depois de ouvir relatos preocupados da Associação de Mercearias da California (California Grocers Association) sobre os balconistas manuseando sacolas reutilizáveis trazidas ​​de casa pelos clientes. O decreto do governo da California se junta a outros estados como Nova York e Maine, que interromperam a aplicação de legislações proibindo o uso de sacolas plásticas.

“Estamos sendo cautelosos para garantir que não haja transmissão do vírus”, disse Dave Heylen, vice-presidente da Associação. Ele disse que os mercados voltarão a respeitar a proibição de sacolas plásticas quando o decreto expirar.

O decreto assinada na quarta-feira não afeta as mais de 100 cidades e condados que adotaram suas próprias leis proibindo ou regulamentando o uso de sacolas plásticas descartáveis. No entanto, a California Grocers Association pediu a essas cidades e condados que também suspendam suas próprias proibições ou restrições.

O decreto de Newsom disse que as suspensões são “essenciais para proteger a saúde e a segurança do público e minimizar o risco de exposição ao COVID-19 para trabalhadores envolvidos em atividades essenciais, como aqueles que manipulam sacolas de compras reutilizáveis ​​ou recipientes recicláveis ​​onde os centros de reciclagem não estão disponíveis”.

Grupos ambientalistas, no entanto, adotaram uma diferente postura. Mark Murray, diretor executivo da Californians Against Waste, que havia apoiado a aprovação da proibição pelo Legislativo, disse que, embora os retalhistas tenham boas intenções, o decreto é desnecessário.

“As sacolas reutilizáveis ​​são perfeitamente seguras e representam uma ameaça zero para os funcionários da loja e outros clientes, desde que os consumidores assumam a responsabilidade de embalar suas próprias compras”, disse Murray.

O Legislativo da Califórnia aprovou a proibição de sacolas plásticas de uso único com a justificativa de poder eliminar o lixo de praias e ruas, permitindo que as lojas cobrem dos clientes 10 centavos pelo fornecimento de sacolas plásticas ou de papel reutilizáveis ​​quando os compradores não trazem suas próprias sacolas.

A medida foi contestada na época por um grupo de fabricantes de sacolas, a American Progressive Bag Alliance, que disse que a proibição prejudicaria a economia ao mesmo tempo em que enriquecia mercearias que poderiam cobrar dos clientes por papel e sacolas reutilizáveis.

Fonte: Los Angeles Times

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Unigel doa materiais e alimentos para auxiliar na mitigação da Covid-19

27/04/2020

A Unigel, uma das maiores indústrias químicas e petroquímicas do país, com presença nos estados da Bahia e de São Paulo, vem intensificando suas ações sociais para auxiliar a população a amenizar os impactos da pandemia de coronavírus – Covid-19, com a doação, até o momento, de 47 toneladas de materiais de seu portfólio, 13 toneladas de alimentos e 2 respiradores.

Essenciais para o setor médico e hospitalar, materiais que garantem descartabilidade e higiene são necessários em ambientes de risco durante situações de pandemia como a atual. Por isso, foram doadas 5 toneladas de poliestireno (PS) para, em conjunto com a indústria transformadora ligada à Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), fornecer 2 milhões de copos descartáveis para hospitais da rede pública. Adicionalmente, a Unigel doou 2 toneladas de Poliestireno para produção, em conjunto com a Copobras, de 200 mil embalagens alimentícias em isopor (EPS) para atendimento da população vulnerável em Salvador/BA.

Em resposta às necessidades dos profissionais de saúde por equipamentos de proteção para combater a COVID-19, a Unigel realizou a doação de 30 toneladas de metil-metacrilato (MMA) para que, em parceria com os transformadores de chapas acrílicas (Cristal e Cor, Castcrill, Central do Acrílico, Dacril, Acrimax e Itacril), fossem fornecidas a hospitais 6 mil cúpulas de intubação para evitar contaminação dos médicos com COVID-19. A companhia ainda realizou a compra de dois respiradores importados para doação a hospitais públicos de Salvador/BA, em ação coordenada com a FIEB (Federação das Indústrias do Estado da Bahia).

Ainda dentro do portfólio de produtos químicos e petroquímicos que podem, neste momento, ajudar no combate à pandemia, a Unigel uniu-se a outro grande grupo industrial químico no projeto de fabricação de 500 mil litros de álcool em gel para distribuição à rede pública de saúde, doando, para isso, 10 toneladas de ácido metacrílico.

Os itens descartáveis têm se mostrado fundamentais no combate ao vírus e, neste sentido, eles são a base da iniciativa da Unigel que não se restringe, porém, a este segmento para apoiar o combate à COVID-19. Para auxiliar emergencialmente as famílias vulneráveis que podem estar temporariamente com a renda prejudicada em razão do isolamento social, a Unigel doou 13 toneladas de alimentos, sendo 750 cestas básicas, aos alunos da Escola Gisella Tygel e 550 cestas básicas aos alunos da Escola XIV de Agosto, ambas instituições de ensino mantidas pela companhia em Candeias/BA.

Foto: Bahianoticia.com.br

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Greif e Campo Limpo se unem à Dow para viabilizar envasamento de álcool em gel para doação em São Paulo

27/04/2020

Dow irá doar mais de 25 toneladas de álcool em gel a cinco cidades paulistas

Com o objetivo de auxiliar a população no combate à proliferação da Covid-19, a Dow readequou as linhas de produção de sua unidade em Hortolândia (SP) para a fabricação de álcool em gel, que será doado a hospitais públicos e unidades de saúde do estado de São Paulo. Para esta iniciativa, a empresa trabalhou em conjunto com parceiros engajados na luta contra o novo coronavírus.

Para a conservação do produto, ou seja, para as embalagens, a Dow contou com dois parceiros estratégicos: a Greif, fornecedora de embalagens industriais, e a Campo Limpo, fornecedora de tampas fabricadas com material reciclado.

A Greif, cliente e fornecedora global da Dow, teve um papel importante nesse projeto ao doar para o envasamento do álcool em gel 3,4 mil embalagens que inicialmente teriam uma destinação diferente, mas que foram aprovadas pelos órgãos reguladores,

O trabalho de aprovação das embalagens foi intenso, pois elas normalmente são utilizadas para outras finalidades, como a armazenagem ou transporte de produtos químicos e lubrificantes, por exemplo. Mas, devido à sua versatilidade e resistência, as embalagens conseguiram ser aprovadas em tempo recorde, para o uso emergencial. O produto será disponibilizado em bombonas plásticas, produzidas com polietileno de alta densidade (PEAD), seguindo as exigências e recomendações do INMETRO.

“Mais do que nunca, numa crise, foi possível ver que as grandes colaborações mostram os valores que unem parceiros. A Dow só consegue atingir suas ambições graças a esses parceiros, clientes, fornecedores e órgãos reguladores, que caminham juntos por um bem maior. Isso nos mostra que, quando há união, os resultados são ainda melhores”, afirma Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Dow no Brasil.

Já a Campo Limpo, localizada em Taubaté (SP), irá fornecer todas as tampas das embalagens seguindo as especificações de desempenho necessárias. As tampas produzidas pela companhia são feitas com RPC (resina pós-consumo) 100% reciclado e garante a segurança contra vazamentos no manuseio e no transporte.

União em prol de um único objetivo

Como o álcool em gel não faz parte do portfólio da Dow, foi necessário ainda que a companhia readaptasse sua fábrica de Hortolândia (SP), a qual originalmente fabrica silicones, e contasse com o esforço conjunto de diversas unidades de negócio da companhia, além da colaboração de clientes e fornecedores, para viabilizar a produção na unidade.

O objetivo da Dow é distribuir 25 toneladas de álcool em gel (30 mil litros na conversão do produto), para as cidades paulistas de Campinas, Guarujá, Hortolândia, Jacareí e Jundiaí. O material será destinado para nove hospitais públicos, 18 unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 185 Unidades de Saúde (UBS) e quatro Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), o que vai abastecê-los por três meses. A doação será feita por meio do Governo do Estado de São Paulo.

A companhia conta ainda com a colaboração de outras empresas. O Grupo Cesari fornecerá o transporte do etanol para a fábrica de Hortolândia e fará a limpeza do tanque que realizará o transporte. A Intertank, especializada em tanques de pequeno e médio portes, emprestará os contêineres metálicos para fracionar o etanol que ficará armazenado na fábrica de Hortolândia. O transporte para os locais indicados pelas secretarias de Saúde das cidades contará com apoio do Grupo Toniato.

A empresa de logística EBMAC, com sede em Cambé, no Paraná, se encarregará do transporte das embalagens para a fábrica de Hortolândia; e a Transbueno, do Grupo Bueno, localizada em Jacareí, São Paulo, fará a retirada e entrega das tampas da embalagem em Hortolândia, local da fabricação do álcool em gel. A distribuição será viabilizada via secretarias de Saúde de cada localidade.

A Greif conta com mais de 140 anos de existência e produz embalagens industriais de aço, plástico, fibra, flexíveis, corrugadas, recondicionadas, IBCs e acessórios para embalagens

A Campo Limpo é pioneira na produção de embalagens que usam plástico reciclado oriundo de logística reversa das embalagens vazias de defensivos agrícolas (Sistema Campo Limpo) e produz também um sistema de vedação de alta desempenho.

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Na França, Sidel fornece garrafas para álcool em gel a estabelecimentos de saúde locais

27/04/2020

Na luta contra a Covid-19, a Sidel transformou seu centro para desenvolvimento de embalagens PET e soluções de sopro na França em um centro de produção para a fabricação excepcional de garrafas para gel hidroalcoólico. Um primeiro lote de 5.000 garrafas plásticas de PET para o produto antisséptico já foi fornecido ao Hospital de Dijon, e um segundo foi distribuído para farmácias e hospitais da cidade de Le Havre, Normandia.

Na França, assim como em qualquer outro lugar no momento, há grande demanda por gel hidroalcoólico para desinfecção. Assim, o governo francês fez um apelo geral pedindo auxílio quanto à produção desse artigo atualmente em escassez. Várias indústrias bem como hospitais têm atendido ao apelo e estão produzindo o gel. Mas os estabelecimentos de saúde têm enfrentado dificuldades para distribuí-lo aos funcionários, visto que ele tem sido produzido em frascos grandes.

“Com habilidades colaborativas e trabalho ágil e criativo, nossos funcionários engajados conseguiram transformar nosso centro de excelência em um pequeno centro de produção em apenas dois dias”, revela Vincent Le Guen, Vice President Packaging da Sidel. Um primeiro pedido foi recebido do Hospital de Dijon em meados de março, solicitando frascos de tamanho menor para acondicionamento do gel hidroalcoólico. A empresa respondeu rapidamente e encontrou as matérias-primas e parceiras certas para produzir as garrafas, que são fabricadas usando um molde de 500 ml que a Sidel já tinha, preformas fornecidas por uma importante empresa de bebidas e tampas esportivas fornecidas por uma fabricante de tampas. A tampa esportiva permite controlar o fluxo do gel e mantê-lo seguro. Em uma semana, as primeiras 5.000 garrafas PET já foram enviadas ao Hospital de Dijon.

Enquanto isso, outras iniciativas similares foram instauradas. “Entramos em contato com um deputado na Normandia e conversamos sobre como a Sidel poderia dar apoio às instituições de cuidado à saúde locais nessa época desafiadora. O deputado nos informou que farmácias também estão tendo dificuldades na distribuição do gel. Assim, além da garrafa de 500 ml para os hospitais, projetamos rapidamente um formato menor, de 200 ml, que é mais prático para o uso individual e distribuição nas farmácias locais. Ao todo, mais de 1.000 garrafas foram entregues às farmácias locais em 1º. de abril, todas 100% recicláveis e potencialmente recarregáveis após esterilização”, prossegue Vincent.

A Sidel tem priorizado suas atividades e tomado posição no sentido de usar os recursos disponíveis para apoiar a comunidade. Normalmente, o laboratório em Octeville-sur-Mer é um centro de desenvolvimento de embalagens dedicado a auxiliar os clientes da Sidel com suas consultas em relação a opções e viabilidade de design de embalagens PET. A unidade geralmente não é reservada para produção industrial.

“Essa iniciativa é um gesto de solidariedade aos nossos profissionais da saúde. Vai nos ajudar a fazer a diferença em vencer a escassez de suprimentos que surgiu devido à situação atual”, acrescenta Vincent. “A flexibilidade sempre foi destaque em nossas soluções e serviços. Ao trabalhar nesse modo, nossa capacidade de produção semanal é de até 20.000 garrafas, e podemos atender a mais solicitações desse tipo. A Sidel faz um apelo à generosidade de qualquer parceiro comercial em fornecer mais preformas e tampas para manter a continuidade da atividade. Além disso, também estamos preparados para apoiar outras empresas que precisariam de moldes para produzir garrafas em suas linhas de envase, desejando assumir responsabilidade adicional na luta que todos temos contra o vírus”, conclui.

Os funcionários da Sidel estão prontos para produzir várias dezenas de milhares de garrafas para álcool em gel a fim de atender às necessidades locais nas próximas semanas tanto quanto for preciso.

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Dow desenvolve nova resina para filmes de polietileno biorientado (BOPE) e reforça compromisso com Economia Circular

21/04/2020

A resina Innate TF permite produção de filmes biorientados para serem usados na confecção de embalagens monomateriais

Buscando aprimorar o portfólio de soluções para o mercado de embalagens recicláveis, a Dow lança a resina Innate TF. Novidade na América Latina, a nova resina permite a produção de filmes de polietileno biorientados (BOPE) com excelentes propriedades óticas e mecânicas, além de alta rigidez, afirma a Dow. A pioneira nesse mercado a usar essa tecnologia é a Oben Holding Group.

O Innate TF foi desenhado para proporcionar ampla janela de processo em equipamentos usados para fabricação de polipropileno biorientado (BOPP) e atender às necessidades dos produtores regulares de BOPP que procuram inovação de portfólio e o fornecimento de substratos que facilitem a confecção de embalagens monomateriais. Esta nova resina pode ser utilizada em máquinas comerciais de BOPP ou em novas máquinas hibridas já disponíveis no mercado. Segundo a Dow, o novo filme de polietileno biorientado possui excelente desempenho mecânico, selagem e, quando laminado com filme de polietileno tradicional, permite a produção de embalagens recicláveis para diferentes aplicações, tais como ração para animais, alimentos processados, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza etc.

“Na Dow, acreditamos que a embalagem deva cumprir seu propósito de maneira eficiente sem impactar o ambiente. Por isso trabalhamos constantemente no desenvolvimento de novas ferramentas para o desenho de embalagens eficientes e recicláveis. O lançamento da resina Innate TF representa mais um importante passo em direção ao nosso comprometimento com essa cadeia de valor”, afirma Marcus Vinicius Carvalho, Gerente de Marketing para o setor de Embalagens Flexíveis da Dow na América Latina.

“Esta nova resina oferece excelente processabilidade, permitindo a produção de uma variedade de produtos planos e seláveis, combinados em coextrusões com resinas Elite, gerando um grande potencial para o desenvolvimento de filmes à base de polietileno biorientado”, complementa Erik Sosa, diretor técnico da Oben Holding Group.

A resina Innate TF já está em fase comercial e é fornecida pela Dow. O filme de polietileno biorientado (BOPE) é comercializado pela Oben Holding Group em diferentes países da America Latina.

A Dow combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. O portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma variedade de produtos e soluções para segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

O Oben Holding Group é um grupo industrial dedicado ao desenvolvimento, produção e comercialização de filmes de polipropileno, poliéster e poliamida, produtos de polipropileno revestido e termoformado. O grupo iniciou suas operações em 1991 com a primeira fábrica no Equador. Hoje, possui 10 fábricas localizadas em 6 países, 2 centros de distribuição e 5 escritórios comerciais em diferentes países das Américas. Seus principais mercados estão em todas as Américas. No entanto, atualmente exportam para mais de 35 países, incluindo Europa e África. A matriz principal está localizada em Lima, no Peru, onde está concentrada a maior capacidade de fabricação. Toda a organização é composta por mais de 1.800 funcionários.

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Filmes de PET com resina pós-consumo da Terphane tem aprovação da Anvisa para contato direto com alimentos

21/04/2020

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, confirmou que os novos filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e foi aprovada pela FDA e EFSA (União Europeia).

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados a uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Além de permitirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane, da Terphane, estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu como prioridades em sua jornada de sustentabilidade, ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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UBE América e Michigan State University anunciam parceria para pesquisa inédita sobre embalagem de e-commerce para alimentos

21/04/2020

A UBE America, subsidiária da japonesa UBE nos EUA, anunciou uma parceria com a Escola de Embalagem da Michigan State University (MSU SoP) no projeto ‘Estudo de mercado de embalagens de alimentos para e-commerce’. A proposta é unir a expertise da Universidade com a experiência de um dos principais players globais de nylon para avaliar as necessidades da cadeia de suprimentos de alimentos e bebidas e desenvolver soluções em embalagem que atendam às especificidades do e-commerce. “Ao combinarmos os recursos da universidade com o grande alcance de nossa indústria, estamos prontos para enfrentar o desafio de mudar o paradigma da embalagem nos canais digitais de vendas”, sintetiza Daniel Hernandes, Gerente de Vendas UBE Latin America.

Assim, o estudo coletará informações relevantes para a otimização das embalagens para e-commerce, sendo os principais tópicos:

  • pesquisa sobre os formatos e materiais atuais de embalagem usados no e-commerce e nas cadeias de suprimento tradicionais;
  • quantificação e categorização dos impactos da e-supply chain nos formatos tradicionais de embalagem;
  • identificação de deficiências específicas e de áreas para melhoria;
  • estabelecimento de oportunidades para mudanças de materiais e de design;
  • estudos de shelf life para validar o desempenho dos novos materiais na cadeia de suprimento do e-commerce.

A primeira fase do estudo inclui uma pesquisa desenvolvida especificamente para empresas envolvidas na produção/distribuição de embalagens para e-commerce (varejo, convertedores, fabricantes, end users, etc). Os resultados, que incluem as embalagens flexíveis mono e multi material, serão fundamentais para reduzir as falhas e aumentar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos, levando à segunda etapa do estudo. Esta etapa avaliará as mudanças de cenário da embalagem. Com isto em mente, o nylon será pesquisado como o material para o desenvolvimento de embalagens otimizadas para este crescente canal de distribuição.

Os resultados do estudo deverão ser anunciados ainda no primeiro semestre de 2020.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%. Ao todo são três plantas de nylon – no Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

A Escola de Embalagem da Michigan State University, que figurou como #1 no Best Colleges 2017, se dedica à geração de conhecimento, ciência e tecnologia de embalagem desde 1952. Pioneira na disciplina de embalagem e a única instituição dos EUA com programa de doutorado (Ph.D.) em embalagem, a Escola tem preparado líderes nesta área em todo o mundo, com uma reputação destacada e com a criação de uma comunidade com excelência em pesquisa e educação. A Escola acredita que a embalagem é uma área interdisciplinar que integra ciência, engenharia, tecnologia e gestão para proteger e identificar produtos para distribuição, armazenagem, comercialização e uso. Ela abrange ainda os processos de design, avaliação e produção das embalagens. Trata-se de um sistema integral para a cadeia de valor que impacta na qualidade do produto, satisfação do usuário, eficiência na distribuição e segurança.

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Embaquim aumenta capacidade produtiva de Bag-in-Box com investimento em coextrusora

27/02/2020

Já está em pleno funcionamento na fábrica da Embaquim em São Bernardo do Campo (SP), a nova coextrusora Carnevalli (foto) que permite produzir filmes a partir de um mix de PE (polietileno) com materiais de alta barreira, como o nylon e o EVOH. A nova ‘coex’ garante mais flexibilidade e maior qualidade aos filmes barreira, afirma a empresa. “Outra vantagem é que passamos a produzir nossos próprios filmes coextrudados, que antes eram comprados de fornecedores externos. Com isso, aumentamos a competitividade e a agilidade em atender ao mercado”, explica Renata Canteiro, Diretora da Embaquim.

A nova coextrusora tem capacidade para produzir 50 toneladas/mês de filmes com 05 camadas. O equipamento também garantiu um aumento de 15% na capacidade produtiva total de filmes da Embaquim. Hoje a empresa dispõe de cinco extrusoras em sua planta.

Segundo Renata Canteiro, a coextrusora permitirá atender com mais agilidade aos mercados em que a Embaquim já atua como fornecedora de embalagens, tais como alimentos, bebidas, cosméticos, químicos, farmacêuticos e agrícolas, além dos mercados tradicionais. “O importante é garantir ao cliente que, a partir de agora, estamos à frente de todas as etapas de produção do sistema bag-in-box, inclusive do filme coextrudado.”

De acordo com a Embaquim, os seus novos filmes coex estão sendo submetidos a testes de validação, internos e externos, para determinar sua adequação aos requisitos especificados. Testes de stress cracking, pressão, resistência química e microscopia estão em andamento, com resultados satisfatórios até o momento, afirma a empresa. Um último teste está sendo feito no CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem de Alimentos) para garantir que os novos filmes coex atendam às exigências de barreira a oxigênio e a umidade, que são os diferenciais da estrutura de barreira quando comparada ao filme monocamada (PE).

A Embaquim espera iniciar a comercialização das soluções bag-in-box com seus próprios filmes coex ainda em fevereiro.

A Embaquim produz sistemas de embalagem bag-in-box, oferecendo embalagens plásticas flexíveis (bolsas) de 800 ml até 1.000 litros com diversas estruturas e várias opções de bocais e tampas. A certificação ISO 9001:2015, concedida pela Bureau Veritas, garante a rastreabilidade de seus produtos. As bolsas são fabricadas em processo automatizado, com matéria-prima 100% virgem e atóxica.

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Primeira edição da Feira PPW – Packaging & Process Week reúne apoiadores institucionais de vários segmentos do mercado

17/02/2020

Feira Internacional de Tecnologia, Processos e Embalagens para as Indústrias de Alimentos, Bebidas, Cosmética, Farmacêutica e Química recebe o apoio do Instituto de Embalagem e de mais de 30 associações do setor industrial

A primeira edição da PPW – Packaging & Process Week – Feira Internacional de Tecnologia, Processos e Embalagens para as Indústrias de Alimentos, Bebidas, Cosmética, Farmacêutica e Química, já tem o apoio de mais de 30 entidades do Brasil e América Latina, dentre as quais o apoio do Instituto de Embalagens, referência em ensino e pesquisa sobre embalagens no País.

Segundo os organizadores, a PPW foi desenvolvida para atender às necessidades dos mercados de tecnologia, processos e embalagens que sentiam a ausência de um evento dedicado mais abrangente a todas as indústrias, com foco tecnológico e com presença internacional. “Iremos debater as tendências e fomentar negócios entre todos os elos da cadeia, com a participação de fabricantes, fornecedores de máquinas e dispositivos, equipamentos e componentes, processos e automação, além de uma audiência extremamente qualificada representada pelos compradores das indústrias de alimentos, bebidas, cosmética, farmacêutica e química”, afirma o diretor da PPW na Reed Exhibitions Alcântara Machado, Leandro Lara.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), instituição nacional da avicultura e da suinocultura, é uma das entidades que apoiam a PPW. O presidente da ABPA, Francisco Turra, destaca que este é um evento voltado para o mercado e altamente profissionalizado. “É uma oportunidade para o setor se reunir e discutir as práticas atuais, ao mesmo tempo em que apresenta novas soluções e tecnologias”. Ainda de acordo com Turra, a feira beneficiará todo o setor produtivo que, direta ou indiretamente, utiliza as tecnologias e processos que serão apresentados durante o evento. “Nós, da ABPA, temos as melhores expectativas quanto à capacidade da PPW em contribuir para a ampliação de oportunidades, o intercâmbio de informações e o fortalecimento da inovação no segmento, que atualmente carece de inovações diante de um mercado dinâmico, com um consumidor em constante evolução em termos de conceitos e necessidades. Esse é o grande desafio para este eixo produtivo”.

“A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) está honrada em apoiar a Packaging and Process Week 2020 (PPW), pois a embalagem é essencial para a indústria de bebidas não alcoólicas. Trata-se de um importante cartão de visita, ou seja, a primeira impressão do consumidor ao se deparar com o produto nas prateleiras. Portanto, quanto mais atrativa no formato, design, cores, sustentabilidade, mais (a embalagem) cativará o consumidor. Além do aspecto visual, também é essencial na conservação e durabilidade de nossos produtos, garantindo assim a segurança alimentar de nossos consumidores”, afirma o presidente da ABIR, Alexandre Jobim.

As expectativas positivas são reforçadas pela vice-presidente da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros (FEBRAE/RJ), Duaia Vargas da Silveira, entidade que também apoia institucionalmente a primeira edição da PPW. “Somos motivados a colaborar com toda a área de tecnologia que envolve engenharia e tem como finalidade apresentar serviços que busquem atender às demandas de mercado, priorizando o meio ambiente e, consequentemente, a população”.

“A Associação Gaúcha das Indústrias de Gelados Comestíveis (Agagel) é uma entidade atuante e atenta às demandas do setor. A área de embalagens é considerada uma parte muito importante da cadeia produtiva, podendo muitas vezes ser estratégica na apresentação final do produto. Acreditamos no potencial dessa feira por concentrar fornecedores. Esse é um aspecto que para nós, gaúchos, é muito importante, sem falar na agilidade das indústrias entre o lançamento e a disponibilização dessas novidades no mercado. Em termos de opções de embalagens, algo que mais buscamos atualmente são alternativas biodegradáveis, tendo em vista a consciência crescente de empresas e consumidores pela preservação ambiental”, afirma o presidente da Agagel, Vanderlei Bonfante.

A PPW será de 15 a 18 de setembro no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). É uma realização da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com promoção e organização da Reed Exhibitions Alcântara Machado, e apoio institucional da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abal (Associação Brasileira do Alumínio), ABEAÇO (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates), ABIEA (Amendoim e Balas, Associação Brasileira das Indústrias Etiquetas Adesivas), Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados); ABIPLA (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins), ABIR (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas), Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ABPO (Associação Brasileira do Papelão Ondulado), ABRADILAN (Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos), ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), ABRAFRIGO (Associação Brasileira de Frigoríficos), ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento), AGAGEL (Associação Gaúcha das Indústrias de Gelados Comestíveis e Afins), ANR (Associação Nacional de Restaurantes), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), FENEMI (Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial), Sistema FIEAC (Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre), Sistema FIEPA (Federação das Indústrias do Estado do Pará), FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Instituto de Embalagens, SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho) e SINDIMOV (Sindicato da Indústria do Mobiliário de São Paulo).

SERVIÇO
PPW – Packaging & Process Week
Data: 15 a 18 de setembro de 2020
Local: São Paulo Expo
Mais informações: https://www.ppwfeira.com.br/pt-br.html

A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A Reed Exhibitions é uma empresa líder mundial na organização de feiras e eventos com atuação em 38 países e 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia. No Brasil, organiza mais de 40 feiras em todo o território nacional entre eventos de negócios e voltados ao consumidor final. Anualmente recebe mais de 5 mil expositores e mais de 1 milhão de compradores em seus eventos.

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