Archive for the ‘Plásticos na Agricultura’ Category

Ensacamento em polipropileno controla pragas do tomate

15/02/2018

Técnica utiliza sacos de não-tecido para reduzir perdas nas lavouras

Produtores de tomate contam agora com uma nova alternativa para o controle da broca-pequena e da traça-do-tomateiro. Os sacos de não-tecido (TNT) Agrotex, produzidos pela Tntex Indústria e Comércio, protegem contra essas pragas que afetam os frutos do tomateiro durante seu crescimento. O não-tecido utilizado na fabricação dos sacos é produzido com polipropileno, matéria-prima fornecida pela Braskem, que tem como características a baixa absorção e retenção de água, essenciais para a aplicação,

O ensacamento de frutos é uma conhecida técnica de manejo mais sustentável das árvores frutíferas, mas a aplicação no tomateiro é novidade. Para ser possível, a Tntex e a Fitesa, líder na indústria de não-tecido, desenvolveram um produto adequado às necessidades das plantas de tomateiro, com gramatura diferenciada, resistência a intempéries e proteção solar e, ao mesmo tempo, permeável a oxigênio e água.

“Estudamos cada cultura para criar uma solução totalmente adequada. O nosso saco também tem como diferencial o fechamento com elástico, que dá facilidade e rapidez de instalação e melhor qualidade de aplicação. Até então não existia controle eficaz das pragas do tomate. Nosso produto tem 100% de eficácia”, afirma Mario Mezzedimi, diretor da Tntex.

“A cultura do tomate é muito importante no país e ocupa quase 60 mil hectares. Portanto, essa tecnologia sustentável vai beneficiar muitos agricultores e também consumidores”, diz Andre Prezenszky, engenheiro de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado de PP.

Eficácia comprovada

Uma pesquisa realizada durante dois anos pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em lavouras de tomateiros na zona rural de Ubajara (CE) confirmou a eficácia do ensacamento dos frutos do tomateiro no combate às pragas que atacam diretamente os frutos. Os sacos de não-tecido devem ser colocados no momento da floração para que o cacho cresça dentro dele. No estudo, foi observado que o custo é 40,7% menor do que se fosse utilizado controle químico.

“Com a técnica, há uma redução da perda de frutos danificados pelo ataque das pragas. Se forem considerados apenas os inseticidas para controle de insetos que atacam os frutos, a redução é de 95 a 100%”, afirma o professor Patrik Luiz Pastori, da UFC.

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Inovações em EPS voltadas para o Agronegócio foram destaque na 35º Festa da Uva e VI Expo Vinhos, em Jundiaí (SP)

07/02/2018

Ampliar o tempo de prateleira da fruta, proporcionar menor perda de peso pela desidratação e manter o teor vitamínico por mais tempo. Segundo a Termotécnica, esses são alguns dos diferenciais das conservadoras DaColheita, embalagens para frutas, legumes e verduras (FLV), produzidas em EPS pela Termotécnica.

Toda a linha DaColheita esteve em destaque na 35ª Festa da Uva e a VI Expo Vinhos, ocorrida entre os dias 18 de janeiro a 4 de fevereiro, em Jundiaí (SP).

Segundo a Termotécnica, a linha DaColheita compreende embalagens que protegem e proporcionam o aumento da vida de prateleira de frutas, verduras e legumes (FLV) em até 45 dias na cadeia do frio. Afirma a empresa, que o seu uso também aumenta em cerca de 20% o tempo de exposição nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, quando comparado com outros tipos de embalagens.

Desde 2010, as conservadoras DaColheita são utilizadas no Vale do São Francisco, onde mais de 2/3 dos produtores são clientes desta solução. Com a expertise adquirida nessa parceria, a Termotécnica vem ampliando a cada ano a linha de produtos para atender a outras regiões e culturas de FLV; em São Paulo, os agricultores tem aderido também à tecnologia.

Evolução das embalagens FLV no Brasil

DaColheita acondiciona frutas em exposição e no concurso

Entre as atrações da 35ª Festa da Uva e VI Expo Vinhos, evento patrocinado pela marca DaColheita, destacam-se os tradicionais concursos. Os produtores participantes escolhem seus melhores exemplares que, acondicionados nas conservadoras DaColheita, são avaliados pelos jurados e premiados, ação que proporciona visibilidade às conservadoras junto ao público alvo.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios,Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Fundada há 56 anos, tem matriz em Joinville (SC), com unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Termotécnica apresenta soluções pós-colheita no PMA Fresh Connections Brasil

22/08/2017

Ao investir em pesquisa, Termotécnica inova com produtos que acondicionam, conservam e valorizam as frutas, legumes e verduras até o consumidor

No momento da compra de frutas, legumes e verduras (FLVs), o consumidor avalia a aparência, muitas vezes aperta para sentir a consistência e, além disso, certifica-se do bom acondicionamento, conservação e qualidade. Para garantir esses atributos, é fundamental um esforço conjunto de todos os elos da cadeia: tanto na escolha de uma boa semente e no manejo correto, como no cuidado com o acondicionamento e transporte. Isso é particularmente importante no Brasil pois as FLVs percorrem quilômetros em estradas com pouca infraestrutura até chegar ao destino.

Atenta a essa necessidade de agregar valor na pós-colheita, a Termotécnica desenvolve soluções em EPS (isopor®) para o agronegócio, com destaque para a Linha DaColheita. É com essas inovações que a empresa participará do PMA Fresh Connections Brasil, dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), no espaço APAS, apresentando-as a especialistas do segmento FLV de todo o mundo.

As seguinte soluções pós-colheita que terão destaque no PMA:

Ao utilizar a Conservadora DaColheita, produzida em EPS, o produtor protege sua colheita acondicionando-a numa conservadora que, além de minimizar impactos, age como isolante térmico. Segundo a Termotécnica, há estudos que comprovam que esta solução pode ampliar em até 20% o prazo de validade (Shelf Life) da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo. A Linha DaColheita se destacou como um caso de sucesso no Vale do São Francisco, região produtora e exportadora de uvas de alto valor agregado. A Termotécnica vem expandindo seu portfólio, levando os benefícios desta solução para novas culturas e regiões do Brasil.

O Upally é uma base de movimentação produzida em EPS. Por ser mais leve, possibilita redução de custos logísticos nos diferentes modais, com ganho significativo em frete aéreo, afirma a Termotécnica. Não proliferam pragas, dispensa a fumigação e tratamentos que são necessários em outros materiais. Além disso, segundo a empresa, é resistente à variação de temperaturas e à umidade, possui capacidades de carga dinâmica e estática variadas conforme a necessidade logística e, nos casos de quebra, não produz farpas. Outra vantagem realçada pela Termotécnica é que o Upally elimina o uso de empilhadeiras no manuseio quando vazio, pois pesa entre 1,5 kg e 4,0 kg, proporcionando bom desempenho ergonômico aos colaboradores. O Upally já vem sendo utilizado no Vale de São Francisco para o transporte de FLV para as diversas regiões do Brasil.

Demais soluções ligadas ao agronegócio

O lançamento Base Universal para Substrato DaColheita é um sistema modular de suporte em EPS para plantio em cultivo protegido. Segundo a Termotécnica, é leve e de fácil montagem, oferecendo ergonomia na produção, isolamento térmico e reaproveitamento da solução nutritiva por contar com canal de drenagem, que também contribui para reduzir a umidade da estufa e ganhar produtividade. Pode ser utilizada como suporte para plantio de mudas em vasos, em slabs – ou seja, bolsas abastecidas com substrato – ou canteiro para plantio a granel.

O Berço de Mudas otimiza a produção agrícola a partir do desenvolvimento de canteiros móveis, que trazem inúmeras vantagens para o produtor, tais como a formação de mudas que não enovelam as raízes e a seleção de plantas uniformes, bem desenvolvidas e sadias, proporcionando assim o controle de lavouras mais produtivas, afirma a Termotécnica.

A caixa de abelhas MaisMel é uma inovação para o mercado de apicultura. Produzida em EPS no padrão Langstroth, apresenta uma série de diferenciais em comparação à caixa tradicional, feita de madeira. Além do design e do isolamento térmico, pensados para atender as necessidades e os hábitos das abelhas, seu peso e ergonomia facilitam a disposição, manutenção e transporte pelo apicultor, garante a Termotécnica.

Programa Reciclar EPS

No contexto da economia circular, a Termotécnica desenvolve soluções pós-consumo que são transformadas, por meio de logística reversa e reciclagem, em novos produtos. A tecnologia viabilizada pela empresa permite o reaproveitamento total do EPS, matéria-prima 100% reciclável. Atualmente, o programa Reciclar EPS conta com mais de 1.000 pontos de coleta e 300 cooperativas espalhados por todo o país. Desde 2007, já deu um novo destino a cerca de 40 mil toneladas de EPS, o equivalente a 1/3 do total reciclado no Brasil.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócios, Conservação, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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Termotécnica apresentou diferenciais de sua linha do Agronegócio durante feiras em Louveira

01/06/2017

Empresa participou da 50ª Festa da Uva e 7ª Expo Caqui, em Louveira(SP)

A Termotécnica participou, nos dias de 19 a 21 e de 26 a 28 de maio, da 50ª Festa da Uva e da 7ª Expo Caqui, em Louveira (SP). O foco da empresa foi a apresentação dos diferenciais de seus produtos da linha do Agronegócio.

Durante o evento, a Termotécnica deu destaque ao produto DaColheita, uma linha de embalagens conservadoras em EPS (isopor®), desenvolvida com tecnologia e designs próprios, que amplia a vida de prateleira da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo, afirma a Termotécnica. A linha de produtos já é utilizada com sucesso tanto por produtores de Uva Niágara, da região de Louveira (SP), quanto por produtores do Vale do São Francisco, onde a empresa estruturou uma unidade fabril para atender ao mercado, contando com mais de 20 grandes clientes e cooperativas de agricultores.

Um dos principais benefícios das embalagens DaColheita, segundo a Termotécnica é o aumento na vida de prateleira da fruta, permitindo que permaneçam por até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, em comparação com as frutas em outros tipos de embalagens.

Além da conservadora de frutas, a empresa tem em seu portfólio outros itens na sua linha de Agronegócios, como a Linha Mudas, a caixa de abelhas MaisMel e o Upally – Solução em Movimentações Logísticas.

DaColheita acomoda frutas em exposição

Entre as atrações da Festa da Uva e Expo Caqui, destaca-se a tradicional “Exposição de Frutas Selecionadas”. Os produtores participantes escolhem seus melhores exemplares que – acondicionados nas conservadoras DaColheita – são avaliados pelos jurados e premiados em concurso, ação que proporciona visibilidade ao produto Termotécnica junto ao público alvo.

Inovação nas embalagens

Embalagens produzidas com tecnologia antimicrobiana – Safe Pack – reduzem em 99% a ação de micro-organismos, mostrando-se uma excelente opção para as conservadoras DaColheita, podendo também ser aplicado para conservação em geral, afirma a Termotécnica. A tecnologia ainda tem como diferencial proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. Aos 55 anos, possui unidades de negócios em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Sapucaia do Sul (RS).

Fonte: Termotécnica

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PICPlast marca presença na Agrishow 2017 com espaço exclusivo para empresas da transformação plástica

04/05/2017

20 empresas mostram funcionalidades dos seus produtos, desenvolvidos para atender ao agronegócio

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Braskem, marca presença na Agrishow 2017, um dos principais eventos do setor agrícola, que está ocorrendo em Ribeirão Preto (SP), entre 01 a 05 de maio. Com um espaço exclusivo na feira, 20 empresas beneficiadas pelo Plano estão promovendo seus produtos  voltados ao agronegócio. Criado há três anos com o objetivo de estimular a competitividade do setor de transformação plástica, essa ação do PICPlast permite que as empresas reforcem a importância e relevância do plástico na produção sustentável de grãos e alimentos.

Entre os produtos expostos, destacam-se aplicações como ráfia para colheita de café e para cobertura de solo, silo bolsa, fio eletroplástico, sistemas de irrigação por gotejamento, biodigestor, telhas de PVC voltadas para granjas, cocho, sistema de hidroponia, entre várias outras. Todos os produtos e máquinas estão sendo expostos em tamanho real e em funcionamento, simulando sua aplicabilidade no dia a dia. Assim, os visitantes podem conferir de perto tecnologias como o sistema de geração de energia a partir de luz solar em módulos fotovoltaicos instalados sobre flutuadores de PEAD, em lagos e lagoas, que evita a utilização de espaços destinados a plantações.

Outro grande destaque da feira fica por conta do silo bolsa para armazenagem de grãos e sementes. Em formato de túnel flexível de plástico, o produto foi desenvolvido para criar um ambiente sem oxigênio, o que impede o surgimento e desenvolvimento de pragas e insetos na colheita. Dessa forma, é possível armazenar os alimentos por até 12 meses, com qualidade, sendo que a aplicação pode ser instalada pelo próprio agricultor. Com baixo custo, a produto permite ainda a segregação em lotes e contribui com a redução no desperdício de alimentos.

“A presença do PICPlast neste tipo de evento é muito importante pois reforça o seu papel de apoio à cadeia, incentivando e promovendo as empresas transformadoras de plástico com suas soluções inovadoras. Além disso, esta é uma excelente oportunidade para os empreendedores do setor fecharem grandes negócios”, afirma Americo Bartilotti, diretor do negócio de polietileno da Braskem.

De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, são ações como essas que permitem às transformadoras mostrar que o plástico propõe soluções para diversas necessidades.  “A participação dessas empresas na Agrishow reforça o papel do plástico enquanto solução sustentável e tecnológica, uma vez que grande parte das aplicações contribui para o aumento da produtividade no agronegócio e para a redução de possíveis perdas”, ressalta Roriz.

Comprometido com a capacitação do setor, hoje o PICPlast conta com várias iniciativas que visam reforçar a qualificação e incentivar empresas transformadoras de plástico.  Desde 2013 mais de 500 empresas foram beneficiadas pelos cursos e mentorias desenvolvidas pelo Plano, que possui parcerias como instituições como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Braskem desenvolve nova resina para aplicação em peças técnicas

17/04/2017

Solução rígida para suportar peso e resistente ao impacto em baixas temperaturas

Buscando aprimorar seu portfólio de produtos e se antecipar às demandas do mercado, a Braskem lançou a resina CG 210N. Segundo a empresa, trata-se de um copolímero heterofásico com excelente balanço de propriedades, utilizada para promover melhor desempenho de ciclos de injeção rápida. A novidade pode ser utilizada para o mercado agrícola, automotivo, de eletrodomésticos e brinquedos – peças que requerem maior rigidez.

Entre as vantagens da nova resina, afirma a Braskem, está a elevada rigidez para suportar empilhamento e boa resistência ao impacto à baixa temperatura – ideal para aplicação de peças técnicas de paredes finas. Além disso, a resina proporciona ganhos no ciclo de produção, garantindo maior produtividade, mas preservando as propriedades da peça e respeitando o seu design, garante a empresa. “A nova resina entra em um mercado de aplicação em que a Braskem ainda não atuava e, para o desenvolvimento deste material foi uma ação conjunta das áreas comercial, engenharia de aplicação, produto e industrial”, afirma Daniel Horácio, da área de Desenvolvimento de Produto de Polipropileno.

A resina, que foi originalmente desenvolvida para o agronegócio, mais precisamente para caixas agrícolas, tem o objetivo de aumentar a integridade dos produtos, com soluções de qualidade e competitividade de custos. “Com o material é possível garantir maior confiabilidade no processo logístico, manuseio e armazenagem dos materiais em comparação com sucedâneos como as caixas de cartão. Esses atributos são importantes diferenciadores para qualquer negócio, principalmente quando a logística é longa, em especial o processo de exportação”, complementa Paulo Mattos, da área de Negócios Internacionais.

Fonte: Braskem

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Bayer, Braskem e Pacifil Brasil anunciam parceria no segmento do agronegócio

14/11/2016

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Solução para armazenagem de grãos, silo bolsa agora é oferecido como benefício ao produtor rural dentro de programa de fidelidade da Bayer

A partir de agora o agronegócio brasileiro passa a contar com mais uma alternativa para a solução do problema de armazenagem de grãos. A parceria firmada entre a Braskem e a Bayer passa a viabilizar o fornecimento do silo bolsa fabricado pela Pacifil para os produtores, através do Programa de Pontos da Bayer.

Com o alto rendimento no campo, o agronegócio brasileiro sofre com carência de infraestrutura para estocar grãos, já que os silos convencionais – de metal e alvenaria – têm alto custo de instalação e demandam importantes investimentos. Daí a ideia de incluir o silo bolsa – tubo flexível de plástico – no programa de relacionamento da Bayer. “Nesse cenário, esta ferramenta aparece como uma solução viável tanto do ponto de vista técnico quanto do econômico, já que é de fácil instalação e reduz o custo operacional, agilizando a logística da colheita e melhorando a capacidade de armazenamento. Além disso, permite a separação dos grãos de acordo com suas características e qualidade, o que facilita a comercialização”, afirma Gustavo Borrat Bazzano, diretor comercial da Pacifil.

De acordo com Ivan Moreno, diretor de Acesso ao Mercado da Bayer, a parceria enfatiza, principalmente, a importância da integração dos elos do agronegócio, e a ideia de uni-los à rede para a construção de um setor mais forte. “Como uma das grandes dificuldades do agricultor é a logística da armazenagem do grão, este tipo de serviço proporciona um mecanismo para fugir da volatilidade do mercado, pois o produtor pode guardar a produção e comercializar quando o setor estiver mais rentável.” O executivo acrescenta ainda que os silos bolsas reduzem o custo da armazenagem terceirizada e ajudam o produtor a manejar melhor o negócio da safra.

Em 2016 o Programa de Pontos da Bayer completou um ano de atividades e atingiu a marca de mais de um bilhão de pontos resgatados por mais de 70 mil produtores brasileiros inscritos. Seu funcionamento é simples: agricultores que compram insumos agrícolas com distribuidores somam um ponto a cada R$ 1 investido em produtos, podendo trocá-los por serviços e produtos agronômicos.

Há sete anos, a Pacifil e a Braskem trabalham no desenvolvimento de soluções para o agronegócio, um dos principais negócios para a petroquímica. “Ao garantir a estocagem dos grãos, o silo bolsa permite ao agricultor escolher o melhor momento de vender a produção e maximizar seu resultado financeiro. O Programa de Fidelidade é mais um canal que facilita o acesso do produtor a esta excelente solução de armazenagem”, comenta Ana Paiva, da área de Desenvolvimento de Mercado para o Agronegócio da Braskem.

O silo bolsa é um túnel flexível de polietileno, com 2,75 metros de diâmetro e até 100 metros de comprimento, que cria uma atmosfera livre de oxigênio, impedindo o desenvolvimento de pragas e insetos e mantendo a qualidade do produto estocado. Cada bolsa armazena até 200 toneladas e pode ser instalada na própria lavoura. A solução já é usada há décadas em países como Estados Unidos, Uruguai e Argentina, sendo neste último responsável pela armazenagem de 45 a 50% da produção de grãos no país.

Fonte: Braskem

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Termotécnica lançará EPS com tecnologia antimicrobiana para caixas conservadoras de frutas durante Fenagri 2016

24/05/2016

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Buscando se aproximar ainda mais de seus clientes e reforçar sua linha de produtos, a Termotécnica participará da Fenagri 2016 (Feira Nacional da Agricultura Irrigada), considerada a maior feira de fruticultura irrigada da América Latina. Em sua 26ª edição, o evento ocorre de 25 a 28 de maio, no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, em Petrolina (PE), com o foco na agroindústria.

Durante o evento, o grande destaque da Termotécnica será o produto DaColheita, uma linha de embalagens conservadoras em EPS (isopor®)), desenvolvida com tecnologia e designs próprios, que amplia a vida de prateleira da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo. Ela já é utilizada com sucesso por produtores de no Vale do São Francisco, onde a empresa estruturou uma unidade fabril para atender àquele mercado, já contando com mais de 20 grandes clientes e cooperativas de agricultores.

Segundo a Termotécnica, o aumento na vida de prateleira das frutas permite que elas permaneçam por até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, em comparação com as frutas em outros tipos de embalagens.

Além de apresentar outros produtos de sua linha para o agronegócio, como o Upally – Solução em Movimentações Logísticas, a caixa de abelhas MaisMel e a Linha Mudas, a Termotécnica também lançará na feira o Safe Pack – EPS com tecnologia antimicrobiana. Segundo a empresa, o Safe Pack reduz em 99% a ação de micro-organismos, mostrando-se uma opção para as conservadoras DaColheita, podendo também ser aplicado para conservação em geral. O Safe Pack ainda tem como diferencial proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade.

Fenagri – Projetada para ocupar uma área de 10 mil metros quadrados e receber um público estimado em 50 mil pessoas, a Fenagri 2016 apresenta uma programação vasta e diversificada. Realizará o Encontro de Negócios, o Seminário Agroindústrias no Vale, os Minicursos e a Vila da Agricultura Familiar, além da exposição de produtos e serviços no Galpão de Exposições, onde serão montados 150 estandes empresariais e institucionais.

A Fenagri 2016 também tem o objetivo de consolidar o desenvolvimento regional pela promoção e troca de informações e experiências. Tradicionalmente, a feira atrai a atenção de investidores nacionais e estrangeiros, inclusive com a participação confirmada de inúmeras delegações de várias partes do mundo. O acesso ao evento é gratuito, funcionando das 17h às 22h.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. Com a inauguração da unidade de Petrolina, em Pernambuco, a Termotécnica consolidou seu atendimento ao mercado produtor de uvas. Com as conservadoras DaColheita, a Termotécnica passou a integrar o Save Food, iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. A empresa compartilha da filosofia da organização que é contribuir para o desenvolvimento de produtos e debater alternativas para reduzir o desperdício e as perdas de alimentos.

Fonte: Termotécnica

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Embalagem de ráfia retorna ao mercado de sementes tratadas

27/04/2016

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Com a mudança da Instrução Normativa, resinas plásticas buscam espaço em setor que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano

Produto capaz de garantir mais leveza e proteger contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, as embalagens de ráfia feitas com polipropileno da Braskem voltam ao mercado para o armazenamento de sementes tratadas após 10 anos.

A volta das embalagens de plástico foi possível após alteração, pelo Ministério da Agricultura, da Instrução Normartiva nº9/2005. Se antes o armazenamento de sementes tratadas estava limitado a sacos feitos de papel (multifoliados), agora a regra permite o acondicionamento em outros tipos de embalagens, desde que sejam “embalagens novas, confeccionadas em material de comprovada durabilidade, resistência e eficiência técnica, que não ponham em risco a saúde humana ou animal”.

A solicitação para a mudança partiu da Braskem, Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Embrapa e Comissão de Sementes e Mudas (CSM) do Paraná. Os estudos foram acompanhados pelo especialista em Patologia de Sementes da Embrapa de Londrina, Ademir Assis Henning, que realizou os experimentos apresentados ao Ministério da Agricultura. “Analisamos duas safras diferentes e observamos o comportamento das sementes nas embalagens multifoliadas de papel e de ráfia, feitas de polipropileno, por mais de 120 dias. Notamos que não houve prejuízos com o uso da ráfia. Pelo contrário, a embalagem plástica mostrou melhor performance para o manuseio do agricultor”, afirma Henning.

A embalagem de resina plástica apresenta inúmeras vantagens em relação à de papel, pois pode ser transparente, permitindo a visualização da cor e do tipo da semente, e oferece maior proteção contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, afirma a Braskem. Além disso, a embalagem é também mais resistente e leve, o que otimiza o processo logístico. “Foram dois anos intensos de trabalho para comprovar e apresentar os avanços tecnológicos e inovações promovidas pela indústria de embalagens e de sementes que colocaram novamente a embalagem de ráfia no mercado em condições de atender o segmento”, explica André Giglio, especialista de desenvolvimento de mercado da Braskem.

“Os produtores de sementes já utilizavam a embalagem plástica de ráfia nos produtos sem tratamento, por ser mais resistente. Com a mudança na norma, acreditamos que num curto período de tempo a procura pelo mercado de sementes tratadas deve aumentar”, relata Marcelo Vivolo, diretor geral da Embrasa.

Com a alteração da Norma desde outubro de 2015, os produtores de sementes com tratamento industrial ganharam mais uma opção de empacotamento e o segmento voltou a atuar em um mercado que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano, qual pode corresponder a um volume de aproximadamente três mil toneladas/ano de resinas. “A tendência é que haja aumento no consumo da ráfia e já estamos vendo isso na nossa empresa com o aumento na procura. Temos pedidos fechados que vão até abril e clientes do país inteiro solicitando amostras para testar o produto”, afirma Jefferson Chezamoski, supervisor comercial da Procopio Indústria e Comércio.

“Esse trabalho realizado em parceria com a Afipol, Embrapa e CSM/PR é uma conquista que favorece toda a cadeia produtiva, trazendo benefícios até o consumidor final”, relata Marco Boix, líder comercial do segmento de ráfia da Braskem.

Fonte: Braskem

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PICPlast promove espaço para empresas da indústria da transformação plástica na Agrishow 2016

19/04/2016

Ação contribui para que essas empresas apresentem ao mercado suas soluções em plástico destinadas ao agronegócio

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O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), levará cerca de  20 empresas à Agrishow 2016, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola. O objetivo desta ação é apoiá-las no desenvolvimento de soluções em plástico para o segmento agrícola. O evento será realizado de 25 de abril a 29 de abril, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Na ocasião, as empresas terão a oportunidade de promover seus produtos e reforçar a relevância do plástico em inúmeras aplicações destinadas ao agronegócio, que destacam benefícios como maior produtividade, redução de custo, otimização do uso de recursos hídricos e maior rentabilidade para o produtor. Exemplos como embalagens de ráfia, filmes de cobertura, lonas, geomembrana, cortinas avícolas, big bags, cobertura de cultura em não tecido, silo bolsa, lonas, wrap, cisternas, fio eletroplástico, raschel, mulching, tubo gotejador, entre outras aplicações que estarão expostas no estande.

Os visitantes poderão ver, na prática, as aplicações de cada tecnologia: a água sendo coletada diretamente para a cisterna, que por sua vez será conduzida ao sistema de irrigação por gotejamento; a estufa estrategicamente colocada na área externa do estande para mostrar a sua importância no cultivo; a eficiência das embalagens para o armazenamento de sementes e fertilizantes, bem como as coberturas de cultura em não tecido para evitar o ataque de pragas.

De acordo o vice-presidente da unidade de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin, a participação destas empresas em eventos como a Agrishow é fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva do plástico em setores relevantes para a economia brasileira. “Nesses eventos, além das empresas apresentarem seus produtos e fazerem negócio, contribuem de forma decisiva para demonstrar a força da nossa indústria de transformação plástica para o setor do agronegócio e, consequentemente, melhorar a vida das pessoas”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, o PICPlast tem um papel fundamental no desenvolvimento das empresas que fazem parte do setor. “Por meio de iniciativas como esta, as empresas têm a oportunidade de mostrar suas inovações, passando a atuar em oportunidades relevantes para o setor, mas que antes não faziam parte de suas estratégias. Quem ganha com isso são as empresas e a população, beneficiadas com produtos diversificados e com qualidade”, afirma Roriz Coelho. Com as soluções em plástico desenvolvidas pelo setor as perdas e o desperdício de alimentos são reduzidos drasticamente.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica, baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

Para mais informações sobre o PICPlast, acesse: http://www.picplast.com.br.

Serviço:

AGRISHOW 2016
Data: De 25 a 29 de abril
Horário: Das 8h às 18h
Local: Rod. Prefeito Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – City Ribeirão, Ribeirão Preto – São Paulo
Estande: D1b (portaria norte)
Mais informações: http://www.agrishow.com.br/pt/

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Soluções em plástico otimizam uso de água no agronegócio

30/03/2016

Braskem_agricultura

Braskem promove inovações capazes de conter desperdícios e economizar recursos hídricos, além de aumentar a eficiência na produção de diferentes culturas

Com desempenho fundamental na economia brasileira, o agronegócio é também um setor responsável por utilizar grandes quantidades de água para seu pleno funcionamento. Estima-se que 72% da água captada no país seja direcionada à produção agrícola, em linha com a média de 70% de água utilizada com esse fim em todo o mundo, de acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA). Apesar dos índices que podem ser considerados alarmantes em um cenário de escassez hídrica, o segmento conta com soluções capazes de otimizar o uso da água e conter desperdícios, com iniciativas inovadoras e de alta tecnologia do setor de resinas plásticas.

Uma das soluções mais bem sucedidas nesse sentido é o mulching, filme plástico de polietileno utilizado na agricultura para a cobertura do solo. Consolidado no cultivo de hortaliças e frutas, o produto elimina a necessidade de aplicação de herbicidas e mantém a umidade do terreno, além de promover melhores índices de crescimento do plantio. Nas culturas de cítricos, o filme pode gerar uma economia de água em até 70%, tornando os processos mais eficientes e sustentáveis.

Outra iniciativa que dá mais eficiência à utilização de água é a irrigação por gotejamento, com mangueiras de polietileno, que pode ser aplicada a diversas culturas. Ao permitir a liberação localizada de água, o processo diminui as perdas por evaporação e pode utilizar até metade da água normalmente empregada em outros sistemas de irrigação.

Obras de recuperação ambiental também podem contar com soluções a partir de resinas fornecidas pela Braskem. A geomanta, produzida com filamentos de polipropileno, é um desses produtos. Destinado à restituição de vegetação, o produto pode ser aplicado diretamente em barrancos ou ribanceiras que serão reflorestados, permitindo o confinamento de partículas, com proteção contra corrosão e erosão – problema que é uma das principais causas de assoreamento de rios, lagos e represas.

Outro item que pode ser empregado em diferentes obras para a preservação ambiental é o geocomposto bentonítico (GCL), que substitui ou reduz a utilização de camadas de argila compactada, geralmente empregada em base de aterros sanitários e industriais, proteção de áreas contaminadas, cobertura final de aterros sanitários e industriais, revestimento de reservatórios, lagoas e canais ou impermeabilização de diques.

Fonte: Braskem

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Filme de plástico oferece economia e eficiência ao cultivo do abacaxi

22/12/2015

Braskem-Mulching

Uso de mulching favorece a colheita de frutos maiores e em menor tempo, além de reduzir custos na produção

Setor de grande importância para a economia brasileira, o agronegócio tem investido em soluções para ampliar a competitividade e qualidade de seus produtos no mercado global. Um desses recursos é o mulching, filme de plástico cada vez mais utilizado na cobertura do solo no cultivo de hortifrúti e culturas perenes. Após consolidar suas vantagens de aplicação em plantações de citros e café, o artigo ganha espaço, agora, no cultivo de abacaxi.

Com o mulching é possível diminuir o ciclo do fruto e antecipar a colheita em até seis meses. O produto também garante ganhos de, em média, 25% no volume de produção, e abacaxis até 30% maiores do que em plantios sem o filme de polietileno.

Além disso, a solução garante permite a diminuição do consumo de energia elétrica e água, uma vez que retém umidade por mais tempo, demandando irrigação com menos frequência; e menor utilização de herbicidas, ao não permitir a passagem de luz, evitando assim a proliferação de ervas daninhas.

“O abacaxi ainda é visto como uma cultura de baixa tecnologia e nosso objetivo é mudar esse conceito. Vamos mostrar aos produtores que investir no mulching é uma ótima solução para tornar o plantio mais eficiente e agregar valor ao produto final. Estamos com grandes expectativas para a expansão do seu uso no Brasil, que possui 60 mil hectares dedicados ao cultivo da fruta”, afirma Edson Damaglio, gerente técnico-comercial da Electro Plastic, responsável pela produção do mulching em plástico.

Fornecedora de matéria-prima para o filme e parceira em sua elaboração, a Braskem investe em pesquisas e resinas de alta performance para levar ao agronegócio soluções em plástico que promovam ganhos de qualidade, aumento de produtividade, reduzindo as perdas e diminuindo custos.

“Levaremos a tecnologia inovadora e comprovada em outras culturas para a cadeia produtiva do abacaxi. Isso provocará o desenvolvimento regional principalmente em comunidades de pequenos produtores rurais que terão sua rentabilidade aumentada”, afirma Ana Paiva, especialista em desenvolvimento de mercado da Braskem.

Fonte: Braskem

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Cobertura de solo com filme plástico reduz custos em cafezais

09/11/2015
Mulching de Polietileno

Mulching de Polietileno

Pesquisa demonstra que uso de mulching nas lavouras de café geram benefícios no controle de ervas daninhas e no consumo de água

O filme plástico para cobertura de solo (mulching) é uma solução bastante consolidada na agricultura, principalmente no plantio de hortifrútis, por trazer benefícios no controle de plantas daninhas, na otimização do uso de água e na melhoria da produtividade. Por essas vantagens, a tecnologia tem, aos poucos,  ganho espaço em culturas perenes. Para comprovar os impactos positivos desta tecnologia no café arábica, a Braskem promoveu uma pesquisa de campo em parceria com Electro Plastic e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Monte Carmelo.

Apesar de o Brasil ser o maior produtor e exportador do café, a cultura ainda enfrenta desafios, principalmente em relação aos altos custos de produção, sendo a prevenção da matocompetição um dos fatores mais onerosos. Nesse contexto, o mulching dupla-face (branco e preto) pode ser adotado como uma opção para tornar a lavoura mais eficiente, de acordo com estatísticas preliminares.

Os testes com a cobertura de solo no cafezal tiveram início em janeiro de 2014 na Fazenda Juliana, em Monte Carmelo, uma das principais regiões exportadoras de café. Após um ano e meio de plantio, a pesquisa concluiu que as lavouras com cobertura de solo tiveram resultados superiores àquelas com amostras de controle, por impedir o desenvolvimento de plantas daninhas, o que reduz os custos com capina e aplicação de herbicidas pré-emergentes. “A face do mulching que fica em contato com o solo é preta, impedindo a passagem de luz e o crescimento de ervas daninhas”, afirma Ana Paiva, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

No estudo também foi avaliado o uso do filme em diferentes regimes hídricos (manejos de irrigação). Como a solução reduz a evaporação de água, fazendo com que a área permaneça com a umidade mais constante, a necessidade de aplicação de água foi menor em relação à parcela de lavoura sem o plástico. A pesquisa concluiu, portanto, que o mulching favorece a redução de recursos. “A partir do segundo ano, a plantação com mulching teve um custo menor em R$ 2.850 por hectare”, afirma Gleice Aparecida de Assis, professora da UFU e tutora do Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Na avaliação de Cristiano Rolla, gerente de Contas da Braskem, a redução de custos tem significativo impacto na gestão do cafezal. “A redução nos custos de controle de ervas daninhas e água foi de 38% e 28%, respectivamente.

Além disso, a cobertura de solo também favorece o desenvolvimento das plantas, já que não precisam mais disputar água e nutrientes. Apesar de o café arábica apresentar sua primeira produção significativa aos dois anos e meio após o plantio, há a expectativa de aumento de produtividade.

Fonte: Braskem

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Sansuy expõe tanque para armazenamento de água potável e aquicultura na Fenacam

29/10/2015

Sansuy-vinitank

Com importante foco no agronegócio, e em especial na aquicultura, a Sansuy, tradicional fabricante de laminados flexíveis de PVC e seus manufaturados, leva seus produtos à Fenacam 2015 – Feira Nacional do Camarão. O evento será realizado em Fortaleza, no Ceará, no período de 16 a 19 de novembro.

Na exposição deste ano, a Sansuy lança o vinitank XP, um reservatório desenvolvido especialmente para o armazenamento de água potável e também para aquicultura. “Fornecido na forma de kit para montagem, este tanque circular pré-moldado ganhou uma nova estrutura que permitirá ampliar o seu mercado”, explica Marcelo Castagnolli, gerente de produto da Sansuy. A empresa visa agora também o segmento de reservatórios de água, nicho importante neste momento de escassez de chuvas.

Tanto o PVC como o tecido utilizados não transmitem sabor ou odor, não afetando a qualidade da água potável ou a saúde dos organismos aquáticos alojados em seu interior, afirma a Sansuy. Além disso, os materiais empregados na confecção do vinitank XP apresentam elevada resistência ao intemperismo, sendo aditivados com compostos que garantem proteção contra os efeitos da radiação ultravioleta, evitando sua degradação precoce, assegura a empresa.

Fabricado com tela soldada de fios de aço carbono galvanizados e bolsão confeccionado com laminado de PVC reforçado com tecido de fios de poliéster de alta tenacidade, o reservatório está disponível no formato circular com 1 metro de altura para capacidades de 4 mil a 27 mil litros, e com 1,2 metro de altura para capacidades de 5 mil a 33 mil litros.

O tanque foi projetado para oferecer flexibilidade e facilitar as operações de transporte, montagem, desmontagem e manuseio. Além disso, o vinitank XP já possui preparação para sistema de drenagem centralizada no fundo do reservatório, para esgotamento total.

Aplicação na aquicultura

Além do armazenamento de água potável, o vinitank XP encontra uma série de aplicações na aquicultura, como a criação de camarões, manutenção de reprodutores, desova, produção de alevinos e juvenis, engorda de peixes de água do mar e de água doce e outros usos. Pode ainda ser utilizado para quarentena, em decorrência da facilidade de limpeza e higienização, ponto considerado crítico para o controle de enfermidades.

Serviço:
Fenacam 2015
Data: 16 a 19 de novembro
Local: Centro de Eventos do Ceará
Endereço: Av. Washington Soares, 999 – Fortaleza (CE)
Site: http://www.fenacam.com.br
Localização da Sansuy: Estande 41

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sansuy

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Termotécnica lança caixa de abelhas em isopor

06/08/2015

Produto pode triplicar a produtividade e auxiliar os apicultores no manejo

TermotecnicaMaisMel é uma nova opção de caixa de abelhas, disponível para o mercado de apicultura. Produzida em EPS ( mais conhecido como isopor®) pela Termotécnica, apresenta uma série de diferenciais em comparação à caixa semelhante, feita de madeira, afirma o fabricante. Além do design e do isolamento térmico, pensados para atender as necessidades e os hábitos das abelhas, seu peso e ergonomia facilitam a disposição, manutenção e transporte das caixas.

A importância do isolamento térmico

Segundo a Termotécnica, a caixa MaisMel mantém uma melhor estabilidade térmica dentro da caixa, gerando conforto e reduzindo o stress das abelhas, que não precisam se movimentar tanto ou consumir parte do mel estocado para repor energia ou amenizar as diferenças de temperatura na colmeia – normalmente, em torno de 33° a 36°C. Assim, elas ficam mais saudáveis e ampliam a produção do mel, pois potencializam sua atividade.

Franciele Silveira D’avila, que atua no setor de Pesquisa e Desenvolvimento da Termotécnica, conta que a estabilidade da temperatura presente na MaisMel é positiva sob diversos aspectos, inclusive no equilíbrio do enxame em relação à manutenção das crias e reprodução. “As abelhas se movimentam menos para aquecer o ninho e as crias, possibilitando melhor desenvolvimento do enxame, a maior dedicação à estocagem do mel e, consequentemente, aumentando sua produtividade”, ressalta. Ela destaca também que o novo produto está de acordo com a ABNT NBR 15713.

Incentivo à agricultura familiar

Contribuir para o desenvolvimento da agricultura familiar e a transformação da apicultura num negócio cada vez mais rentável, o que se reflete diretamente na redução do êxodo rural, também faz parte dos objetivos que levaram a Termotécnica a investir no desenvolvimento de uma caixa de abelha em EPS. Além disso, a empresa é signatária do Save Food Initiative, programa da FAO, Agência para a Agricultura e Alimentação das Nações Unidas, contra o desperdício de alimentos.

Pesquisa e Universidade de referência na área comprovam eficácia

Sob a coordenação da Profa. Dra. Lucimar Pontara Peres, do Departamento de Zootécnica da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi realizada uma pesquisa e experiências em campo, para avaliar os dados preliminares do desempenho do novo produto.

No setor de Apicultura da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI) da UEM, foram dispostas 15 caixas padrão, modelo Langstroth, sendo cinco caixas fabricadas de madeira de eucalipto  com cobertura de fibroamianto (T1), cinco caixas com cobertura de telha PET (T2) e cinco caixas de EPS (T3), dispostas em paralelo e com as mesmas condições de estruturas, espaço, luminosidade e umidade. Elas receberam, inclusive, abelhas rainhas virgens com o mesmo perfil genético, para que a liderança dos enxames não influenciasse o resultado.

Entre dezembro de 2013 e março de 2014, foram coletadas amostras para análises físico-químicas efetuadas no laboratório de Farmácia e Farmacologia da UEM, seguindo as recomendações contidas na Instrução Normativa do Ministério da Agricultura e do Abastecimento  (Brasil, 2000).

Resultados surpreendentes

Os enxames alojados em ninhos fabricados de EPS da Termotécnica apresentaram uma produção em quilos mais alta e significativa (T3=30,5a) se comparados aos demais tratamentos (T1=17,2b e T2=7,05c).  Nas condições do estudo, a caixa de EPS chegou a produzir duas vezes mais mel do que a caixa de madeira com fibroamianto e três vezes mais mel do que a com cobertura de telha PET.

A Profa Dra. Lucimar Pontara Peres comenta que os ninhos fabricados em EPS foram beneficiados pelo conforto térmico e seu enxame se desenvolveu melhor. Ela destaca como exemplo dessa melhoria a umidade (%) dos méis, que foi de: T1=17,8b; T2=18,8c; T3=17a e a acidez livre (meq/Kg) de 38,17b; 36,71a; 39,7c . O mel produzido em caixas de EPS apresentou resultados de umidade abaixo do limite de 20%, de acordo com a legislação vigente. A acidez livre do mel produzida pelo enxame de caixas em EPS se encontra dentro da normalidade.

As tendências evidenciam um resultado positivo para a caixa MaisMel por causa da estabilidade na homeostase, ou seja, a temperatura é estável e a pressão é apropriada. Assim, e consequentemente tiveram maior produtividade.

Mais inovação

Novas pesquisas estão sendo validadas e o grupo vem desenvolvendo – em parceria com o Departamento de Zootecnia e de Informática da UEM – um protótipo de sistema móvel que registra imagens e monitora a temperatura interna e umidade de clusters de Apis mellifera africanizada por 24 horas durante 18 meses.

A Termotécnica, empresa com 53 anos de existência, é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Braskem e ABIPLAST levam empresas da indústria da transformação plástica para a Agrishow 2015

01/05/2015

Ação, que faz parte do PICPlast, contribui para que essas empresas apresentem ao mercado suas soluções em plástico destinadas ao setor agrícola

PicplastO Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Braskem em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), levou 18 empresas para participarem da Agrishow 2015, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo. O objetivo desta ação foi apoiá-las no desenvolvimento de novos mercados, promovendo as soluções em plástico para o segmento agrícola. O evento foi realizado de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Na ocasião, as empresas tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos, bem como reforçar a importância do plástico em 36 aplicações destinadas ao agronegócio: big bag para fertilizantes, embalagens para sementes, sacarias, silo bolsa, soluções de transporte para garantir a qualidade do fruto da lavoura à mesa do consumidor e plástico para produção de estufas. Atentos à crise hídrica que acomete todas as regiões do Brasil, as empresas também levaram ao evento sistemas que contribuem para a economia de água em todo processo de cultivo, como sistemas de irrigação com controle de pressão, e cisternas de plástico para armazenamento de água.

De acordo o vice-presidente da Braskem, Luciano Guidolin, a participação destas empresas em eventos como a Agrishow é fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva do plástico. “Nesses eventos, além de as empresas apresentarem seus produtos e fazerem negócio, contribuem de forma decisiva para demonstrar a força da nossa indústria, em praticamente todos os segmentos, especialmente o agronegócio”, afirma o executivo.

Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, o PICPlast tem um papel fundamental no desenvolvimento das empresas que fazem parte do setor. “Por meio de iniciativas como esta, as empresas abrem o seu leque de atuação, passando a atuar em mercados que antes não faziam parte de suas estratégias. Quem ganha com isso são as empresas e a população em geral, que são beneficiadas com produtos diversificados e com qualidade”, afirma Roriz Coelho.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Abril/2015)

  • 598 transformadores plásticos participantes;
  • R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação*;
  • 93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
  • Mais de 160 empresas participantes do Fundo Setorial.

* O valor de investimento citado acima corresponde ao período que vai até março/15.

Para mais informações sobre o PICPlast, acesse: http://www.picplast.com.br.

Sobre a Braskem: Com 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a Braskem produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. A Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.670 empresas que empregam um total de 358.000 mil pessoas.

Fonte: MFree Comunicação

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Unipac inaugura fábrica em Limeira

22/04/2015

Empresa investe na aquisição de prédio próprio e migra operações para assegurar capacidade de expansão

Unipac_1A Unipac, importante empresa industrial do segmento de transformação plástica, inaugurou oficialmente sua nova fábrica em Limeira (SP). A necessidade de ampliar a capacidade de produção de embalagens plásticas – utilizadas nos segmentos agrícola, químico, alimentício, entre outros – e de modernizar suas atividades, motivou a empresa a migrar todas as operações até então realizadas na filial de Santa Bárbara D´Oeste (SP), que encerrou seu ciclo.

O novo prédio abriga, desde 1º de janeiro de 2015, a fabricação de embalagens plásticas de 250 ml a 20 litros e de tampas para o mesmo segmento. Os investimentos na unidade incluíram a compra de maquinaria de última geração.

De acordo com Marcos Ribeiro, presidente da Unipac, a iniciativa se mostrou acertada para assegurar a expansão da empresa, abrindo claras perspectivas futuras. “O mercado nacional tem um amplo e diversificado potencial para embalagens, incluindo um dos nossos principais negócios da unidade de Limeira, o de embalagens plásticas rígidas para o segmento de agroquímicos, que vem crescendo em torno de 4% ao ano e que é impulsionado, principalmente, pela demanda mundial por alimentos, a qual movimenta o setor agrícola brasileiro. Os investimentos que fizemos nos permitirão manter nosso incremento na casa dos 20% ao ano”.

Tudo em um único lugar

Localizada às margens da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147), no Km 103, em Limeira (SP), a nova planta da Unipac, com 23 mil m² de área construída e terreno de 57 mil m², comporta toda a área fabril oriunda de Santa Barbara D’Oeste, além dos estoques de embalagem, anteriormente alocados em operadores logísticos terceirizados. Na atual configuração, foi possível concentrar, em um único lugar, as operações de fabricação e armazenagem.

A escolha do local foi motivada, principalmente, pela proximidade com Santa Bárbara D´Oeste, a fim de manter o quadro de funcionários – cerca de 100 empregados diretos e 30  indiretos. Outros fatores que contribuíram para a definição foram o fato de Limeira estar numa região industrial forte, com mão de obra qualificada para apoiar o crescimento futuro da empresa, e a questão logística pelo fácil acesso, próximo a outras importantes rodovias.

“Em fevereiro de 2014, oficializamos a compra do prédio em Limeira. Precisávamos de um local maior que pudesse acomodar não apenas todas as atividades de embalagens, mas também nossa expansão. Por outro lado, tínhamos outra importante questão: queríamos manter nossos funcionários. Para tanto, procuramos lugares em cidades num raio de até 50 quilômetros de distância de Santa Bárbara D´Oeste. Deu certo e, hoje, o pessoal que permaneceu na empresa tem à disposição um ônibus fretado para ir ao trabalho”, explica Ribeiro.

Nova fábrica, mesmas exigências

Todas as práticas que dizem respeito à questão ambiental e que já são aplicadas nas outras unidades da empresa, permanecem também na fábrica de Limeira. Consideradas desde o inicio das atividades de adequação da nova planta, tais exigências, como controles e redução dos materiais e dos resíduos gerados, do consumo de água e energia, entre outras, já funcionam a pleno vapor. A planta utiliza novos sistemas de abastecimento: na fábrica, para reduzir as perdas de água e de resinas, as máquinas permitem controle e qualidade do processo de suprimento.

Recentemente, a unidade passou por auditoria do organismo de certificação de produto ABRACE e foi recomendada a obter a concessão da autorização para uso do Selo de Identificação da Conformidade, de acordo com os regulamentos de avaliação para embalagens utilizadas no transporte terrestre de produtos perigosos (Portaria INMETRO 326:2006).

Cliente da Unipac com unidade fabril in-house, a Syngenta também auditou e certificou a nova planta quanto à aderência aos padrões voltados à saúde, à segurança e ao meio ambiente. E estão previstas para junho e julho deste ano, respectivamente, as obtenções das certificações ISO 9001:08 e ISO 14001. Desta forma, o Sistema de Gestão da Qualidade da filial Limeira ficará integrado com a certificação de todas as outras unidades da Unipac.

Fundada em 1976, a Unipac conta com cerca de 900 funcionários e parques industriais instalados em quatro unidades no Estado de São Paulo – Pompeia (matriz), Limeira (filial), Regente Feijó e Paulínia (unidades in-house, ou seja, na sede de seus clientes). É considerada uma das indústrias de transformação de plásticos mais completas do país. A Unipac executa oito tipos de processos de transformação em seu parque fabril: sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem, rotomoldagem, borracha e cerâmica. Essa variedade de processos possibilita a produção de soluções inovadoras e permite à Unipac atender aos seguintes mercados:

  • Automotivo: tanques para acondicionamento de diesel e Arla 32, com sistema integrado de nível, sucção, retorno e temperatura, além de sistemas de fixação e tampas – específicos para montadoras de caminhões e ônibus; e peças técnicas para diversas aplicações. Atende também o mercado de reposição; e acessórios para pick-ups, destinados ao setor de autopeças.
  • Agroquímico, Químico e Alimentício: embalagens monocamadas e multicamadas, além de tampas para as principais indústrias destes setores.
  • Agropecuário e Laticínios: produtos que auxiliam na ordenha e transporte do leite, além de outras soluções adequadas para o homem do campo.
  • Logístico: caixas colapsíveis e retornáveis, paletes, além de serviços de locação, higienização e manutenção para indústrias diversas.
  • Mercados diversos: peças técnicas produzidas de plástico, borracha ou cerâmica, para aplicações diversas.

Um moderno centro de pesquisa de engenharia em materiais e processos, a parceria com outros Centros de Pesquisas, incluindo o da Máquinas Agrícola Jacto e a sinergia entre as áreas da empresa e clientes  possibilita que a Unipac antecipe-se às tendências de mercado, sugerindo soluções inovadoras.

A Unipac faz parte de um grupo empresarial 100% nacional, fundado em 1948, composto por importantes empresas que atuam em vários segmentos: Jacto Agrícola, JactoClean, Rodojacto, Ferramentaria Jacto, Fundição Jacto, Veículos Jacto, Mizumo e Sintegra Surgical Sciencies.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Unipac

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Caixas da Termotécnica em EPS mantém frutas saudáveis por mais tempo

18/03/2015

Termotecnica_dacolheitaA Linha DaColheita, da Termotécnica, compreende caixas para acondicionamento de frutas feitas em EPS(isopor®). Seu diferencial de maior destaque é a conservação térmica. Ao manter a temperatura dentro da caixa, a fruta sofre menor perda de peso, desidratação e mantém seu teor vitamínico por mais tempo.

As conservadoras DaColheita já são utilizadas com sucesso por produtores de frutas premium de Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, onde a Termotécnica tem uma unidade fabril para atender este mercado em franco desenvolvimento.

De acordo com o Gerente Comercial da Fazenda Special Fruit, Roberto Carvalho, da cidade de Petrolina, as conservadoras em EPS da Termotécnica têm como principal benefício o aumento na vida de prateleira da fruta. “Identificamos que as uvas acondicionadas e transportadas em EPS duravam em torno de 20% a mais de tempo nas prateleiras, em comparação com as frutas nas embalagens de papelão”, explica Roberto.

A Fazenda Special Fruit é cliente da Termotécnica há quatro anos, consumindo cerca de 600 mil embalagens DaColhieta por ano de EPS para uvas. Além do ganho em maior tempo de conservação, Roberto destaca que os clientes que preferem a embalagem de EPS costumam ser os mais exigentes. “Além de terem o produto por mais tempo nas prateleiras, esses clientes também buscam uma melhor apresentação da fruta, que se destaca quando está no EPS”, frisa. A Special Fruit comercializa a marca Suemi no mercado interno e para exportação.

A Cooperativa de Agronegócio de Juazeiro adotou há mais de dois anos as conservadoras de EPS para transporte e comercialização de uvas do segmento premium. De acordo com o engenheiro agrônomo Junior Silveira, responsável pela área Comercial da cooperativa, as embalagens de EPS trazem uma impressão bastante positiva no aspecto visual, de higiene, no contraste das frutas que ficam mais vistosas e com um visual fantástico. “Nossas vendas foram alavancadas com as embalagens DaColheita, proporcionando agregação de valor principalmente para os mercados de São Paulo e Rio de Janeiro”, revela Silveira.

Segundo a Gerente Comercial da Termotécnica, Maida Rodrigues, as conservadoras em EPS também proporcionam ao produtor a facilidade e durabilidade durante o transporte e empilhamento, já que o material tem alta resistência ao peso e absorve bem os impactos. “Além disso, para o varejista, as conservadoras DaColheita agregam uma melhor estética na exposição dos produtos pois mantêm o formato e não absorvem umidade e, para o consumidor final, garantem a integridade das características nutricionais, ou seja, um produto de maior qualidade”, ressalta Maida.

A engenheira de alimentos, Franciele D’avila, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Termotécnica, reforça que os benefícios com o armazenamento da uva em EPS são muito significativos e vão desde a otimização da mão de obra na fazenda, a menor perda de água e vitamina C da fruta, a menor perda de degrana, até a satisfação dos consumidores. Ela ainda complementa que, além de testes internos, estudos de centros de pesquisa e universidades de renome mundial comprovam a superioridade das características de conservação pelo EPS.

Segundo a Termotécnica, um desses estudos, conduzido pelo Korean Food Research Institute, entidade localizada na Coreia do Sul, que estuda tecnologias de base sobre o armazenamento, segurança e distribuição de alimentos para melhorar a saúde das pessoas e a qualidade de sua vida, realizou uma série de pesquisas que destacam o percentual de vitamina C de frutas e legumes, após uma semana de armazenamento em embalagens de EPS e papelão. A média de ganhos com o EPS é significativa. Ao comparar a conservação de uvas quando armazenadas em embalagens semelhantes, sendo uma de papelão e outra de EPS, verifica-se um aproveitamento de mais de 40% superior quando armazenada na embalagem de EPS.

Sobre a Termotécnica:  maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento a Termotécnica produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Comunicação / Termotécnica

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Sansuy destaca produtos vinílicos na Hortitec 2014

28/05/2014

Empresa apresentará em seu estande equipamentos que facilitam o trabalho do produtor agrícola

Sansuy-HortitecConsiderada a maior mostra de horticultura da América Latina, a Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas contará, mais uma vez, com a participação da Sansuy, fabricante de laminados flexíveis e produtos manufaturados de PVC. Em função da abertura do Mundial de Futebol, neste ano a feira será realizada de 28 a 30 de maio, no Pavilhão da Expoflora, em Holambra, São Paulo.

Para a 21ª edição do evento, a empresa destacará em seu estande dois importantes produtos destinados à tecnologia agrícola, à produtividade e ao meio ambiente: o viniarco e o vinitank com hidroponia. “É importante estar em um ambiente como esse mostrando soluções para facilitar a vida do agricultor. Por isso, a Sansuy faz questão de estar presente todos os anos na exposição”, reforça Marcelo Castagnolli, gerente de produto da empresa.

Produtos sob medida para o agronegócio

Ideal para produtores de flores e hortaliças que utilizam estufas, o viniarco da Sansuy é indicado, também, para aquicultores na produção de alevinos e juvenis de peixes, larvicultura de organismos aquáticos, manejo reprodutivo de pós-larvas de camarão, ranicultura (criação de rãs), laboratório de pesquisa sobre produção e nutrição de organismos aquáticos, hidroponia e aquaponia.

Construído com estrutura tubular de aço carbono galvanizado a fogo, o viniarco não tem colunas intermediárias e o acesso é feito através de portas corrediças de acordo com a necessidade do cliente. A cobertura pode ser fabricada com laminado reforçado de PVC translúcido, com janelas laterais confeccionadas com tela sannet; ou blockout de laminado de PVC branco (parte externa) e cinza (internamente), janelas e laterais de tela sannet e laminado de PVC cristal. Para o treinamento alimentar de espécies de peixes carnívoras, a estrutura é recoberta com laminado reforçado de PVC com blockout total para controle sobre o foto-período.

Já o vinitank oferece vantagens imbatíveis para quem se preocupa com o meio ambiente. Uma delas é o reaproveitamento de água, traduzido em menor consumo. Para chegar nessa equação, a Sansuy uniu a técnica da hidroponia, que permite o cultivo de plantas em canais ou recipientes por onde circula uma solução composta de água e nutrientes, à piscicultura. Da junção resultou um sistema inovador denominado “aquaponia”, que utiliza a água dos tanques onde são criados os peixes para fertilizar e nutrir os vegetais, integrando as duas culturas.

Depois de abastecer os viveiros de organismos aquáticos, a água passa por filtros especiais que recuperam sua qualidade, sendo, em seguida, bombeada para a base hidropônica, e retornando novamente para os peixes. Como vantagem adicional, os dejetos são captados pelo sistema de escoamento e passam por um decantador, onde são separados os sólidos em suspensão, que servem como fertilizantes para uma horta tradicional. Para a criação de peixes é indicado o vinitank com capacidades de 5 mil a 100 mil litros.

Serviço
21ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas
Data: 28 a 30 de maio
Horário: das 9h às 19h
Local: Pavilhão da Expoflora
Endereço: Rua Maurício de Nassau, 675 – Holambra/SP
Site: http://www.hortitec.com.br

Fonte: Sansuy / Instituto do PVC

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Soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola foram apresentadas na Agrishow 2014

06/05/2014

Agrishow2014Com objetivo de apresentar as soluções em plástico utilizadas pelo setor agrícola, a cadeia produtiva do plástico esteve presente na AGRISHOW 2014 – “21ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação”, a maior feira de agronegócios do país,  realizada entre os dias 28 de abril a 02 de maio, em Ribeirão Preto/SP.

A participação se deu com a parceria da ABIPLAST, como representante dos transformadores, e a Braskem, como produtor de matéria-prima da cadeia, que juntos divulgaram produtos plásticos que podem ser utilizados no agronegócio. Esta é a primeira ação deste tipo realizada em conjunto para ampliar a participação nas feiras setoriais em que podem ser apresentadas as vantagens do plástico para seus clientes. A Abiplast pretende assim estimular a criação de oportunidades de novos negócios aos transformadores de plástico.

E as possibilidades de aplicação do plástico no agronegócio são muito amplas! Algumas dessas foram expostas na AGRISHOW 2014, tais como: silo bolsa, carrocerias de caminhão em plástico para transporte de cana, membranas geossintéticas, box graneleiro, big bag para fertilizantes, embalagens para sementes, sacaria de rafia, dentre diversos outros produtos.

O plástico contribui para ampliar a produtividade do agricultor, melhorar as técnicas empregadas e reduzir os custos desta atividade. Por isso esta é uma importante janela de negócios para o transformador.

A AGRISHOW 2014 teve uma área de exposição de 440.000 m², com 790 expositores e previsão de mais de 153 mil visitantes. Na edição anterior foram negociados mais de R$ 2,6 bilhões.

Fonte: Abiplast

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ALMACO participa pela primeira vez da Agrishow

24/04/2014

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos quer reforçar a divulgação do material em mercados com maior potencial de crescimento

Pela primeira vez, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) será uma das expositoras da Agrishow, principal feira agrícola do país – de 28/04 a 02/05, em Ribeirão Preto (SP).

Segundo Gilmar Lima, presidente da ALMACO, a participação faz parte da estratégia da entidade de promover os materiais compósitos – um tipo de plástico de alta performance –, em mercados com maior potencial de crescimento. “É o caso, além do agrícola, dos setores de geração de energia eólica, transporte e construção civil”, ele afirma.

Na Agrishow, a ALMACO vai apresentar uma série de peças, entre elas, capôs de tratores, defletores e tetos internos de colheitadeiras. “Mostraremos aplicações inovadoras desenvolvidas pelas principais empresas do nosso segmento”.

O setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 3,250 bilhões em 2013, alta de 9% em comparação ao ano anterior. No período, foram processadas 210.000 toneladas, volume 1,7% superior ao registrado em 2012. Para 2014, a ALMACO estima um elevação de 11,5% na receita, totalizando R$ 3,623 bilhões – consumo de 216.000 toneladas de matérias-primas (+2,9%).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fonte: Almaco

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Braskem apresenta estufas de plástico para a produção de cacau

03/12/2013

Tecnologia inovadora garante aumento de produtividade e redução de custo

Braskem_estufa_cacauA Braskem apresentou novas estufas que usam filmes plásticos e telas especiais para a secagem de cacau. A tecnologia foi desenvolvida para os associados da Cooperativa Agroindustrial de Cacau Fino – COOPERBAHIA, e contou com a participação da Tropical Estufas, Electro Plastic e Roma. Inovadora, a iniciativa reduz de forma significativa o custo desta etapa do processo e aumenta a produtividade de forma sustentável. As primeiras estufas estão instaladas nos municípios de Igrapiúna e Gandu, na Bahia.

“Uma etapa de grande importância no beneficiamento do cacau é a secagem. Se esta ocorrer de forma muito rápida ou muito lenta as amêndoas podem perder qualidade. Neste sentido, a estufa de plástico permite que as condições de secagem sejam controladas de forma a garantir um cacau excelente, sem perda na produtividade. O principal diferencial desta iniciativa foi a reunião todos os elos da cadeia para que cada um agregasse o seu conhecimento e nos levasse a uma solução vencedora”, afirma Eimar Sampaio Rosa, diretor acionista da M. Libânio Agrícola S.A., e diretor Agrícola e Comercial da COOPERBAHIA.

Nas estufas de plásticos, as amêndoas de cacau passam por um processo sustentável, já que a secagem não é feita mais com a queima de madeira e sim pelo uso da energia solar. Isto proporciona ainda um produto com maior qualidade e com alto valor agregado para o mercado de chocolates gourmet, no Brasil e no exterior. No fim de sua vida útil, o filme e a tela plásticos podem ainda ser reciclados.

“Esta tecnologia pode ser utilizada também para outras culturas, como a do café, pela qualidade assegurada pelo processo totalmente controlado” afirma Ana Paiva, da área de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

Segundo o diretor das Fazendas Reunidas Vale do Juliana, Leonardo Sorice, “o desenvolvimento em pesquisas realizado pela Braskem e seus clientes na cadeia do polímero, inovaram na eficácia da secagem das amêndoas de cacau em estufas agrícolas, proporcionando bem estar do trabalhador, ganhos de qualidade e tempo no processo de secagem, maior vida útil do material bem como a redução de custos em relação aos processos anteriormente usados. Dessa forma, firmamos o compromisso de aumentar a produtividade agrícola do Brasil e do mundo com iniciativas mais sustentáveis”.

Fonte: Braskem

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Braskem e Pacifil apresentam silos de plástico para armazenamento de grãos

29/06/2013

Mais baratos e de fácil manuseio, produto tem capacidade de armazenar 200 toneladas de grãos por até dois anos

Braskem_silos

A Braskem e a Pacifil Brasil apresentam solução para o problema de estocagem no país: os silos bolsas feitos com plástico. Com a expectativa de uma safra-recorde, estima-se crescimento de 14,2% na produção de grãos brasileira, que pode atingir 185 milhões de toneladas neste ano, o problema de estocagem no país se agrava. Considerando que a capacidade de armazenagem de grãos no Brasil é de 145 milhões de toneladas, a projeção da produção de grãos na próxima safra reforça ainda mais a necessidade de busca de outras soluções que possam contribuir para reduzir o déficit de armazenagem.

A infraestrutura para o armazenamento da safra é um problema antigo enfrentado por conta da escassez de silos convencionais, pelo alto custo de sua construção e pela logística de transporte. Os silos em plástico são grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos por bolsa, não precisam de nenhum tipo de estrutura física e são facilmente manuseados na hora do carregamento.

Os silos em polietileno também reduzem as perdas na armazenagem com um sistema de baixo custo operacional, permitindo administrar e planejar melhor as vendas, reduzindo custos com fretes. A ensilagem dos grãos é feita por uma operação mecânica, utilizando apenas um trator e uma embutidora. Neste tipo de silo, os grãos podem ser armazenados por até dois anos, já que no interior da bolsa é criada uma atmosfera sem oxigênio que impede o desenvolvimento de pragas e insetos, garantindo a qualidade do produto e evitando a queda no valor final.

Outra grande vantagem é o fato do produto ser totalmente reciclável. Após sua utilização, o agricultor pode ainda vender o equipamento para a reciclagem e reaver até 20% do valor investido. Os silos bolsas são produzidos no país e a Pacifil planeja a partida de mais um linha para produção desta solução ainda para 2013. A produção nacional garante o fornecimento e estoque durante todo o ano, além da disponibilidade de atendimento técnico personalizado quando necessário.

“Com sua expertise, a Braskem desenvolveu um portfólio de soluções que utilizam o polietileno para atender sob medida a demanda crescente da agricultura brasileira. Os silos são uma solução inteligente e que tem sido cada vez mais usada pelos produtores rurais brasileiros em diferentes situações, tanto pelo pequeno  produtor quanto por grandes empresas”, destaca Zolder Stekhardt, da área de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

Fonte Braskem

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BASF apresentou suas inovações na Feiplastic 2013

28/05/2013

Diversas indústrias são contempladas pelas soluções de plástico da BASF

Basf_Feiplastic_320A Feiplastic, maior e mais importante feira do mercado do plástico no Brasil, teve sua 14ª edição em São Paulo, entre os dias 20 e 24 de maio deste ano. E a BASF, empresa química líder global, marcou presença para apresentar suas soluções inovadoras.

O estande da empresa contou com um design diferenciado e propiciou aos visitantes a oportunidade de interação com alguns de seus produtos que estavam aplicados e expostos.

Segmentadas por indústrias, as soluções que foram exibidas na Feiplastic 2013 estão listadas a seguir, segundo informações fornecidas pela BASF:

Construção civil

A construção civil está em crescimento no Brasil e a BASF dispõe de um portfólio de produtos de alta qualidade para atender a esse mercado.

• Elastollan®: material versátil com grande potencial inovador. Este elastômero de Poliuretano Termoplástico (TPU), é desenvolvido, fabricado e comercializado pela BASF. Pode ser moldado por injeção, extrusão ou sopro. Suas características excepcionais  aliam elasticidade e durabilidade sob as mais diversas temperaturas. É resistente à abrasão, impacto, rasgos, enroscamento, óleo, graxa, microrganismos e tem boa capacidade de recuperação elástica. Características essas necessárias para suportar as duras condições da indústria da construção. É aplicado na fabricação de mangueiras convencionais/espirais e em amortecedores de trilhos de trem. Diversos grades de Elastollan® possuem resistência aos raios UV, retardador de chama e também certificado pela NSF International para utilização em dutos de água potável.

• Ultramid® B27 HM 01: poliamida 6 produzida nos EUA especialmente desenvolvida para o recobrimento de fios e cabos elétricos, devido às suas características técnicas de estabilidade térmica, resistência mecânica, química, ao impacto e à abrasão, além de alto brilho superficial,  principalmente nos outros países da América do Sul (Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e Equador), que requerem a aprovação UL 94.

• Styropor®: o poliestireno expansível (EPS) é um dos isolantes térmicos mais eficientes do mercado. É um produto leve, possui resiliência elevada, estabilidade dimensional, tem excelente resistência mecânica e dissipa tensões concentradas sem romper-se. Além disso, o Styropor® é compatível com diversos tipos de projetos devido à sua versatilidade de aplicação, pois é um produto de excelente uso/manuseio que proporciona velocidade em suas aplicações. O Styropor® também oferece benefícios ecológicos: não tóxico, biologicamente inerte, não sofre mutações, não contém CFC, não contribui para a formação do gás metano na atmosfera e é 100% reciclável. O Styropor® é indicado para aplicações de lajes, telhas, enchimento, sistemas construtivos, concreto leve, forros, entre outros; também atua como solução geotécnica para fundações, aterros e estabilização de solos moles, nomeada como Geofoam.

• Neopor®: além de reunir todas as características do Styropor®, o Neopor® possui micropartículas de grafite que absorvem e refletem os raios infravermelhos, prevenindo a absorção do calor causado pela radiação solar. Desta forma, o Neopor® possibilita uma performance superior em isolamento térmico de até 20% comparado ao EPS convencional, podendo gerar resultados mais positivos e proporcionando maior economia de energia e redução de até 50% na utilização de matéria-prima, sem perder as características tradicionais do Styropor®.

• Basotect®: espuma de melamina usada para aplicações de conforto acústico em diversas indústrias. Suas principais vantagens são: alto poder de absorção acústica em médias e altas frequências, baixíssima densidade, estabilidade química e elevada segurança ao fogo (não propaga chamas nem gera fumaça tóxica em caso de incêndio). Além disso, o Basotect® pode ser pintado e utilizado normalmente como um elemento funcional, acústica e esteticamente. No estande da BASF na Feiplastic deste ano, será feita uma aplicação diferenciada em uma sala de reunião, aliando conforto acústico, facilidade de aplicação e design.

Automotiva

Os plásticos especiais da BASF para a indústria automotiva garantem alto desempenho das funções que contam com sua aplicação.

• Basotect®: com as propriedades já indicadas no item “Construção civil”, essa espuma é aplicada também no setor automotivo para, por exemplo, isolar o espaço interno do veículo contra o ruído do motor.

• Elastollan®: também com as propriedades já indicadas no item “Construção civil”, o TPU da BASF contribui com o avanço da indústria automotiva com características-chave que permitem que o produto seja usado com sucesso em tudo, desde cabos ABS, porta-copos, maçanetas com “soft touch”, coifas, manoplas de câmbio, até as grades frontais do radiador.

• Neopolen® P (EPP): espuma de polipropileno, cujas pérolas expandidas são predominantemente de células fechadas. É fornecido aos transformadores na forma de pérolas soltas sem agente expansor para o seu posterior processamento em uma ampla variedade de peças moldadas, gerando peças com alto poder de absorção de impactos e extrema leveza.

• Ultradur®: linha de politereftalato de butileno (PBT) excepcional da BASF por sua alta rigidez e força, baixa absorção de água, estabilidade dimensional, resistência a intempéries e excelente comportamento ao envelhecimento térmico. Aplicado dentro da indústria automobilística em: molduras de faróis, conectores, mecanismos de elevação de vidros, entre outros.

• Ultramid®: nome comercial da BASF para a sua linha de poliamida, baseada em PA6, PA66, PA 6/66 e PA6/6T. Ultramid® se destaca por suas excelentes propriedades mecânicas – resistência ao impacto e rigidez, vantangens térmicas, elevada resistência química e a altas temperaturas de trabalho, além de fácil processabilidade. A família de poliamidas Ultramid® se caracteriza pela sua variada gama de aplicações na indústria automobilística: coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado, invólucros de airbags etc.

• Ultramid® Endure: poliamida de alta resistência para aplicações automotivas em alta temperatura. Esta nova família de poliamidas reforçadas com fibra de vidro combina uma excelente resistência ao envelhecimento ao calor com a facilidade do processamento da poliamida 6.6. O Ultramid® Endure pode resistir ao uso contínuo por mais de 3.000 horas, a 220oC, e a picos de temperatura superiores a 240oC, o que amplia a gama de aplicações da poliamida quando se necessita de resistência a altas temperaturas. Suas principais propriedades são: excelente resistência ao envelhecimento ao calor, sob carga contínua, até 220oC; elevada resistência mecânica; elevada tenacidade; excelente soldabilidade; melhores propriedades de fluxo do que uma PA 6.6 comum; excelente aspecto superficial; fácil processamento.

• Ultraform®: nome comercial da BASF para a sua linha de poliacetais (POM), a qual compreende plásticos de engenharia versáteis com uma ampla gama de propriedades capazes de resistir a elevados níveis de esforços. Suas principais características são: elevada rigidez, resiliência, estabilidade dimensional, excelente resistência a agentes químicos (em particular, agentes tipicamente utilizados na indústria automobilística), baixa absorção de água, excelente resistência ao escoamento a frio (“creep”), resistência à abrasão (características auto-lubrificantes). Na indústria automobilística, as típicas aplicações são: sistemas de injeção de combustível, engrenagens e mecanismos de elevação de vidros.

Embalagens

Alta performance é um dos itens mais valorizados pelas empresas do ramo de embalagens e os plásticos da BASF suprem perfeitamente a esse critério.

• Ultramid e Mazmid: as marcas comerciais da BASF para as poliamidas para extrusão PA6 e PA6/6.6 produzidas na Alemanha (Ultramid) e no Brasil (Mazmid) são aplicadas na produção de filmes para embalagens de alimentos frescos e processados devido à sua resistência mecânica e barreira contra oxigênio e aromas, o que aumenta a durabilidade dos produtos. As poliamidas para extrusão são normalmente aplicadas em diversos tipos de embalagens, entre elas: filmes termoformados, sacos pouches, tripas, termoencolhíveis e BOPA (poliamida bi-orientada).

• ecovio® PS1606: novo biopolímero constituído principalmente de fonte renovável, biodegradável e compostável certificado é o novo desenvolvimento para aplicação sobre papel, com excelente adesão. Proporciona adequadas barreiras a líquidos, gorduras e odores, permitindo sua aplicação em embalagens alimentícias e itens descartáveis, como copos para bebidas quentes e frias, pratos, bandejas, travessas, entre outros, que podem ser utilizados em eventos ou locais que utilizam o modelo de circuito fechado, por exemplo eventos esportivos, shows, restaurantes de aeroportos, shoppings, escolas e empresas, já que após o uso podem ser destinados à compostagem, na qual o papel revestido com ecovio® será completamente digerido por microrganismos juntamente com os resíduos orgânicos, transformando-se em adubo, água e dióxido de carbono em poucas semanas.

• ecovio® T2308: este plástico apresenta propriedades mecânicas semelhantes àquelas de PET amorfo, mas difere de material de termoformagem convencional devido à sua compostabilidade e por conta de seu alto conteúdo de fonte renovável (ácido polilático). O teor de ecoflex®, poliéster compostável da BASF, é representativo pelo fato de o material não ser demasiadamente rígido ou quebradiço, além de assegurar um equilíbrio na relação rigidez – resistência e suficiente resistência ao impacto a baixas temperaturas. Este produto pode ser utilizado na produção de bandejas e copos termoformados, por exemplo.

• ecovio IS1335: grade de moldagem por injeção que oferece boa rigidez. Ele pode ser processado utilizando moldes com uma única cavidade ou várias cavidades equipados com ou sem câmara quente. O material apresenta características de fluxo moderado e dimensionamente estável em temperaturas de até 55°C [131°F]. Esta versão é ideal para embalagens compostáveis com paredes finas, complexas e de alta qualidade, que preferencialmente devem ser produzidas por meio de moldagem por injeção.

• Styropor®: com as propriedades já abordadas no item “Construção civil”, o material é utilizado em embalagens protetoras de conteúdo, de aparelhos eletroeletrônicos e linha-branca, principalmente. Além dessas, o Styropor® também é utilizado em aplicações em caixas térmicas, flutuadores, capacetes, pranchas, sementeiras, entre outras.

• E-por®: espuma inovadora indicada para a proteção de produtos sensíveis de alto valor agregado por proporcionar maior resistência ao impacto. A utilização do E-por® permite otimizar os custos relacionados a quebras e possíveis imperfeições causadas nas peças durante o transporte e armazenamento. Trata-se de uma espuma baseada em uma formulação complexa contendo Poliestireno (PS) e Polietileno (PE) que concede à peça moldada propriedades elásticas e de maior resistência a quebra (ou impacto). A BASF fornece a matéria-prima (interpolímero expansível), sendo o material processado de maneira similar ao EPS convencional. Dessa forma, o processamento pode ser feito sem a exigência de investimento em novos equipamentos por parte dos transformadores. Suas principais vantagens são: grande capacidade de absorção de impactos, excelente fusão das pérolas, toque aveludado e aparência de alta qualidade, baixa absorção de água, bom isolamento térmico, boa resistência química, processos de armazenamento, processamento e reciclagem semelhantes aos do EPS convencional.

• Ultramid® B33/B36 SL: resina de PA6 modificada com baixa velocidade de cristalização. Estes grades combinam a performance mecânica e barreira da PA6, porém com melhorias no processamento. Estes produtos são recomendados para aplicação em embalagens tipo stand-up pouches, que apresenta crescimento consideravel no mercado da América do Sul. Outro benefício destes produtos é a substituição das comumente utilizadas misturas de PA6 e PA6/6.6, mas com a preservação das características técnicas e de processamento, reduzindo a complexidade ao convertedor.

Agricultura

De elevada importância para o mercado alimentício, a agricultura também conta com os plásticos da BASF de alta qualidade.

• ecovio® M2351: biopolímero biodegradável composto de ecoflex® e PLA (derivado do amido de milho) para extrusão de filme Mulch. É parcialmente de fonte renovável e totalmente biodegradável de acordo com a norma EN 13432. O material é utilizado para cobertura de culturas, como alface e melão, e graças à sua biodegradabilidade não há necessidade de retirá-lo após a colheita, proporcionando redução de tempo e custo de retirada.

• Elastollan®: durável o suficiente para resistir a ambientes adversos e ao uso contínuo, os produtos fabricados com o TPU da BASF utilizados na indústria agrícola oferecem alta performance de resistência ao rasgo, flexibilidade a longo prazo, flexibilidade à baixa temperatura e resistência à hidrólise. Dentre as aplicações, pode-se citar: brincos identificadores de animais, peças para máquinas agrícolas, ferraduras para cavalos e mangueiras para irrigação.

• Tinuvin® XT 200: novo estabilizante à luz do tipo NOR HALS. Permite a fabricação de filmes plásticos transparentes para estufas agrícolas com alta durabilidade às radiações ultravioletas. Este aditivo configura uma proteção duradoura frente aos defensivos agrícolas, como, por exemplo, o enxofre, que podem comprometer a estabilidade à luz do plástico.

Moda & Design

Após o sucesso do Pure 1.0, primeiro calçado conceitual feito somente em poliuretano e poliuretano termoplástico, duas novas versões foram apresentadas: Pure 1.1, que contou com inovações em matérias-primas, como a substituição da borracha por poliuretano (Elastopan® GRIPTEC e Elastollan® SUPER SOFT), e Pure 1.2 Balance, que é confeccionado com poliuretano termoplástico com até 40% de fonte renovável.

O produto desenvolvido com poliuretano é mais durável, funcional, confortável e leve do que o desenvolvido com outros materiais. O calçado é confeccionado com o TPU Elastollan® e o PU Elastopan®, para produção de componentes como solados, cabedal, chassis, entressola, peças de performance e palmilhas com controle interno de clima, entre outros.

• Elastollan®: possui excelentes propriedades físicas com uma ampla faixa de dureza disponível, desde o super soft 35 shore A / 45 shore A para as solas, até o de dureza mais elevada 60 shore D / 74 shore D para os tacos de calçados femininos.

Mineração e Óleo&Gás

O ramo de Mineração e Óleo&Gás é contemplado pelo poliuretano de alta resistência da BASF.

• Elastollan®: essa linha de produtos abrange soluções de TPU para aplicações em cabos de energia e peneiras para o segmento de mineração, além de cabos de comando (umbilicais) para a indústria de Óleo & Gás, oferecendo altíssima durabilidade e resistência mecânica na exploração de petróleo.

Pigmentos e aditivos

A linha completa de pigmentos e aditivos para plásticos da BASF, que podem executar diversas funções, como conferir cor, efeitos especiais e melhorar a qualidade de produtos, terá alguns de seus itens em destaque na feira deste ano.

• Tinuvin® XT 200: características e aplicação explicadas no item “Agricultura”.

• Tinuvin® 1600: absorvedor UV para plásticos de engenharia.

• Irgastab® RM 68: estabilizante que permite a otimização do processo de rotomoldagem, contribuindo com a redução da temperatura do forno e aumentando a flexibilidade das condições de processamento. Irgastab® RM 68 promove aos produtos de rotomoldagem, como por exemplo as caixas d’água, uma melhor qualidade e economia de energia na produção.

• Sicopal (linha de pigmentos para gerenciamento de calor)

• Pigmentos orgânicos e inorgânicos isentos de chumbo

• Antioxidantes e aditivos de alta performance

Outras

Os plásticos de alta perfomance da BASF contemplam ainda com algumas de suas soluções outras indústrias.

Pesca:  Ultramid e Mazmid: poliamidas 6 e 6/6.6 também são utilizadas na indústria de monofilamentos, especialmente na produção de fios e redes de pesca, cortadores de grama, cordas e cordéis, devido às suas caracterícas de maciez, transparência e resistência.

Telecomunicações:  Ultradur®: também amplamente aplicado na fabricação de cabos de fibras óticas, na qual é essencialmente empregado devido à sua alta resistência mecânica, tenacidade, baixa absorção de água e estabilidade dimensional.

Higiene:  Mazmid 6.10 / Mazmid 6.12: são poliamidas especiais utilizadas na produção de cerdas para escovas de dentes, pincéis, cerdas industriais e também para aplicações técnicas como o PMC (Paper Machine Clothing). Apresentam como características principais: estabilidade dimensional e alta transparência.

Elétrico & Eletrônicos: Elastollan®: por suas excelentes propriedades físicas em conjunto com boa propriedade elétrica, resistência a microrganismos e retardador de chama, é muito utilizado no encapsulamento de cabos de alta performance e seus conectores.

Fonte: BASF

Foto (créditos): Feiplastic

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Termotécnica apresenta linha de embalagens de EPS para frutas durante a Fenagri

09/05/2013

Termotecnica_EPSCaixas conservadoras de EPS (isopor®) da empresa com sede em Petrolina (PE) têm agradado produtores agrícolas, transportadores, lojistas e consumidores finais

A 24ª edição da Feira Nacional de Agricultura Irrigada (Fenagri), que esse ano acontece de 15 a 19 de maio, no Espaço Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Juazeiro (BA), traz como destaque a linha de produtos “DaColheita”, embalagens para frutas, legumes e verduras desenvolvida pela Termotécnica, maior fabricante de poliestireno expandido – EPS (isopor®) da América Latina.

A empresa, sediada em Joinville (SC) mas que, entre suas outras oito unidades conta com uma planta em Petrolina (PE) integralmente dedicada à fabricação das caixas, aposta na marca para fazer sucesso e ser a diferença nesse nicho de mercado, cada vez mais exigente.

Todo o processo de concepção das caixas foi cuidadosamente idealizado, aliando a praticidade do poliestireno expandido e o mais moderno design. O produto apresentado é atraente e se diferencia dos atuais por conseguir reduzir avarias e diminuir os impactos na hora do transporte, o que reduz sensivelmente a perda de carga por danos, a otimização de espaços, graças ao modo fácil e prático com que é empilhado, a não liberação de resíduos e fungos nos alimentos, além de manter as vitaminas das frutas por mais tempo.

Outro benefício importante diz respeito a fácil adequação dos materiais ao frio e a umidade, devido ao isolamento térmico do EPS. Nesse sentido, a Termotécnica se mostra atenta às questões de sustentabilidade e meio ambiente, já que se utiliza de uma matéria-prima 100% reciclável e que não gera riscos à camada de ozônio, por não utilizar CFC e HCFC no processo de fabricação.

“Com o sucesso da linha ‘DaColheita’, a Termotécnica quer mostrar que, dos produtores ao consumidor final, todos saem ganhando, já que as caixas conservadoras atendem às reais necessidades do mercado”, ressalta Maida Rodrigues, gerente de unidades de conservação da empresa.

Sobre a Termotécnica: Fundada em 1961, a Termotécnica é a maior transformadora de EPS (Poliestireno Expandido, conhecido como isopor®), da América Latina. Focada na produção de soluções, fabrica sua própria matéria-prima e produtos acabados com a melhor performance do mercado, otimizando o processo logístico do cliente e valorizando seus produtos. Atua nos segmentos de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, construção civil, utilidades domésticas, agroindústria, alimentício, bebidas, produtos frágeis, entre outros. Dispõe de unidades em Joinville e Pirabeiraba (SC), Goiânia (GO), São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Indaiatuba (SP), Petrolina (PE), Sapucaia do Sul (RS) e Manaus (AM).

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