Posts Tagged ‘Vacinas’

Termotécnica e a startup Sensorweb firmam cooperação técnica e lançam solução de monitoramento da Cadeia Fria

16/11/2021

Solução atende às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa, que dispõe sobre boas práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos termolábeis

A Termotécnica, empresa atuante no segmento de embalagens técnicas em EPS (Poliestireno Expandido), que há mais de duas décadas atende ao segmento da Cadeia Fria, fornecendo para as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, está lançando a marca TermoChain com uma linha de soluções para controle e monitoramento de temperatura em armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis. Para atender às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos, a Termotécnica firmou uma cooperação técnica com a startup Sensorweb. Desta maneira, o mercado pode combinar as tecnologias destas empresas para cumprir a nova regulamentação da Anvisa, que passou a vigorar a partir de março de 2021, e que exige que as empresas do setor se adequem, mantendo o monitoramento e controle da temperatura de medicamentos e vacinas em toda a cadeia de distribuição.

“Estamos sempre atentos às novas tendências tecnológicas, às mudanças de comportamento dos consumidores e às necessidades dos clientes para agregarmos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado soluções inovadoras de forma rápida e eficiente. Agora, em cooperação técnica com a Sensorweb, a Termotécnica oferece uma solução completa, integrando as embalagens para acondicionamento, transporte e conservação de produtos termossensíveis, com sensores físicos e sistema on-line para rastreamento, controle e monitoramento da temperatura ao longo da cadeia logística”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb, complementa: “Além de uma solução inovadora, esta cooperação técnica visa oferecer uma alternativa especializada e com respaldo de anos de atuação em cadeia fria de ambas as empresas para apoiar o mercado na adequação à RDC 430/20”. A startup Sensorweb, com sede em Florianópolis (SC), oferece soluções de Internet das Coisas (IoT) e é referência no monitoramento de temperatura para a cadeia fria da Saúde no Brasil. Com uma solução de IoT, está presente em unidades de saúde de mais de 220 clientes e parceiros, compreendendo mais de seis mil sensores de monitoramento instalados em hospitais, clínicas e operadores logísticos que atendem ao segmento, afirma a empresa.

A Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional como a do H1N1, produzindo conservadoras que abrangem rotas de até 120 horas. Especificamente para transportar as vacinas para Covid-19, as conservadoras da Termotécnica estão sendo utilizadas com diferentes tecnologias e elementos de refrigeração, para atender cada uma das faixas de temperatura, sejam elas de 2 a 8°C ou de -70°C. “Por suas características térmicas, o EPS proporciona grande estabilidade de temperatura, além de ser capaz de absorver impactos e garantir assim a integridade dos medicamentos”, complementa o Gerente de Inovação Empreendedora, Alexandre Cotrim.

A manutenção da temperatura em níveis adequados na indústria farmacêutica e nos serviços de saúde é fundamental, especialmente num país de dimensões continentais e características climáticas regionais, como é o caso do Brasil. “A temperatura é um dos pontos críticos para a indústria farmacêutica. É uma verdadeira corrida contra o tempo. E agora, com a nova resolução da Anvisa, as empresas fornecedoras da Cadeia Fria terão que se adaptar e passam a contar com soluções que se complementam, como é o caso do que estamos oferecendo ao mercado com a linha TermoChain”, explica Albano Schmidt, da Termotécnica.

Curta nossa página no

Furgões refrigerados Ibiporã utilizam poliuretanos da Dow na entrega de vacinas contra Covid-19

03/07/2021

  • Estrutura logística para distribuição das vacinas em todo o território nacional conta com os furgões Ibiporã
  • A Ibiporã produz atualmente cerca de 1.800 furgões refrigerados por ano e é parceira da Dow na área de Poliuretanos.
  • No início do ano, a fabricante de furgões foi contratada pelas empresas vencedoras da licitação para realizar o transporte das vacinas contra a Covid-19, em todo o país.
  • Vacinas podem ser movimentadas com segurança para enfrentar os desafios relacionados ao extremo calor e às variadas condições climáticas de cada região brasileira.
  • Até o momento, a Ibiporã já fabricou 88 furgões especificamente para esse destino. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

O transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia. Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário – o modal mais usado no Brasil – representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre. Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas muito baixas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra Covid-19, em todo o território brasileiro Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende a grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso da tecnologia em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados. “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilita excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow.

Além desses benefícios e de atender às adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal. Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais. A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no final do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

Parceria no combate a Covid-19

Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, conta que desde o início dos testes das vacinas, no Brasil, a empresa vinha sendo procurada por parceiros especializados em transporte de medicamentos, atentos à demanda por uma distribuição eficiente e segura das vacinas contra a Covid-19. “Sem a tecnologia de refrigeração com o uso de poliuretano na construção dos furgões, não seria possível levar a vacina para todos os cantos do Brasil, onde a extensão territorial é um desafio, bem como condições climáticas de extremo calor. Acompanhar nossos furgões sendo carregados com milhões de doses de vacinas para distribuição em todos os recantos do país nos deixa honrados e cientes de nossa responsabilidade nessa frente em prol da proteção da população brasileira, ao mesmo tempo em que cumprimos nossa missão por meio de materiais que não agridem a camada de ozônio”, enfatiza o executivo.

Para Edilson Machado, da Dow, a parceria com a Ibiporã integra um conjunto de ações que reúne as diferentes frentes de negócios da companhia em busca de soluções para a mitigação dos impactos da Covid-19, no Brasil. “Diversas ações têm sido realizadas desde janeiro de 2020, quando a pandemia dava seus primeiros sinais, em todo o mundo. Entre elas, a doação de tecnologia de espumas para a produção de colchões para hospitais de campanha, no ano passado. Por meio da parceria com nossos clientes, materializamos nossa crença em colaboração para a busca de soluções conjuntas e que auxiliem as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

Curta nossa página no