Posts Tagged ‘UBE’

Poliamidas se consolidam como matéria prima em embalagens de comida para animais domésticos

27/08/2021

Por suas propriedades físicas e mecânicas, as poliamidas (também conhecidas pelo nome de marca “Nylon”) tem aumentado sua participação no mercado de embalagens para alimentos para animais domésticos (pet food) no Brasil e no mundo. Atenta a esta tendência, a UBE, um dos principais players globais de poliamida, tem dedicado atenção especial para este segmento.

“Cada vez mais os animais de estimação (pets) são vistos como membros da família e sua saúde e bem-estar são prioridades para os donos. E para garantir que os pets recebam a melhor alimentação, a UBE oferece uma linha de nylon com propriedades barreira que preservam ao máximo os nutrientes, sabor e crocância dos alimentos”, explica Carlos Catarozzo, Diretor da UBE Latin America.

Outras tendências identificadas no mercado de pet food são: consumo on the go (em movimento) com embalagens single serve (porção única); sistemas de dosagem e abre-e-fecha; alimentos funcionais, frescos e sem aditivos; e embalagens sustentáveis (com menos matéria-prima e redução da pegada de carbono). As embalagens mais usadas e alinhadas a estas tendências são sacos, pouches com janelas e esterilizáveis (retort).

Como principais atributos da poliamidas da UBE para estas embalagens, Carlos cita a alta resistência à perfuração e ao excesso de peso, altíssima transparência, preservação de aroma, sabor e crocância, além de suportar altas temperaturas (retort), possuir ótima flexibilidade e barreira a gases, bem como resistência ao impacto e versatilidade em criar diferentes estruturas barreira de acordo com a necessidade do produto.

“Os benefícios do nylon da UBE para embalagens de pet food vão além da manutenção do sabor. Periodicamente, investimos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para oferecer diferentes grades de nylon que possibilitem melhores estruturas, inclusive com a substituição do alumínio nas embalagens retort, além de materiais ultra transparentes para os pouches com janela. Esta é uma tendência cada vez mais presente e que garante grande atratividade do produto no PDV ao permitir que o consumidor visualize o alimento que está comprando para o seu animal”, explica Carlos.

O diretor aposta que este segmento continuará a crescer significativamente no Brasil, que já é o terceiro maior mercado de pet food do mundo com um consumo superior a 350 milhões de toneladas/ano. “E a pandemia reforçou este potencial”, aposta Carlos.

Dados apresentados pelo Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), em um evento da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), indicam que 30% dos animais de estimação dos mais de 2.000 consumidores entrevistados foram adquiridos na pandemia. Uma pesquisa do IBGE também mostra que dos quase 71,219 milhões de domicílios no Brasil, 37,673 milhões são lares com cães ou gatos. Ou seja, estes animais estão presentes em 53% dos domicílios brasileiros.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

Poliamidas encontram novas aplicações no mercado automotivo

14/07/2021

Nos últimos anos, o mercado automotivo vem progressivamente dando ênfase a questões ligadas à eficiência e à sustentabilidade. A UBE, fabricante de produtos químicos com sede no Japão, tem acompanhando a tendência do setor, fornecendo poliamidas para diferentes partes do veículo.

As regulamentações quanto aos limites de emissão tornaram-se cada vez mais restritivas no segmento, levando ao desenvolvimento de um sistema de combustível de alta barreira para minimizar os impactos ambientais. Sistemas de tubos multicamadas à base de poliamida 12, poliamida 6, copoliamidas e materiais de barreira, como PA9T, ETFE e EVOH, foram desenvolvidos e aprovados pelos OEMs, a fim de minimizar a permeação de combustíveis e reduzir a degradação devido ao teor de álcool. Além disso, linhas de combustível condutivas tornaram-se um novo requisito do mercado para mitigar qualquer carga elétrica estática, evitando o risco de ignição dos combustíveis.

Outra área de aplicação das poliamidas é nos veículos elétricos. Os veículos híbridos e totalmente elétricos possuem um sistema de gerenciamento térmico complexo que exige alta eficiência. Segundo a UBE, tubos monocamada de PA12 e sistemas multicamadas de PA12 e PP desenvolvidos pela empresa apresentam características favoráveis de hidrólise e resistência térmica.

A UBESTA poliamida 12, fabricada pela UBE, é usada há muitos anos para garantir a segurança em veículos comerciais. As linhas de freio pneumático devem garantir um desempenho de longo prazo, boa resistência química e alta resistência ao impacto, entre outros. Recentemente, a UBE desenvolveu um sistema multicamadas de PA12 e PA6 que atende a todos estes requisitos, afirma a empresa.

“Procuramos sempre olhar para o futuro e, justamente por isso, a UBE é pioneira no desenvolvimento de uma nova PA6 para o revestimento do tanque da célula de combustível dos veículos”, explica Almudena Gonzalez, Engenheira de Serviços Técnicos da UBE. Este revestimento plástico mais interno evita que o hidrogênio vaze do tanque, garantindo desempenho mecânico para suportar mudanças repentinas na temperatura de enchimento e descarga do hidrogênio, e resistência ao impacto em ambientes de baixa temperatura, afirma a UBE.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos.

Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Foto: UBE Europe

Curta nossa página no

UBE participa da Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/CETEA

21/04/2021

Em sua 11a edição, o evento reuniu a cadeia do setor de flexíveis para discutir tendências e tecnologias que impactarão no futuro das embalagens.

Com o tema ‘Mitos e verdades sobre a reciclagem do nylon’ – a UBE participou participação na 11a Conferência Internacional Virtual de Embalagens Flexíveis TAPPI/CETEA, que ocorreu entre 12 a 15 de abril. O evento foi organizado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem) em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI.

A palestra da UBE foi conduzida por José Angel Prieto, da área de Pesquisa & Desenvolvimento da subsidiária da Espanha. Prieto abordou as tecnologias de reciclagem do nylon (poliamida) e buscou esclarecer, através de dados, as suposições existentes no mercado sobre sua viabilidade. “Muito se fala sobre a possibilidade de a poliamida encontrada nas embalagens flexíveis ser um contaminante na corrente de reciclagem de polietileno, mas a verdade é que não há dados que comprovem essas suposições”, pontua o especialista. Este foi justamente o desafio de Prieto na Conferência: mostrar que as embalagens com nylon são recicláveis.

Prieto apresentou um estudo feito pela UBE que, segundo a empresa, mostra a viabilidade da reciclagem de um filme multicamadas com diferentes porcentagens de nylon. “Começando pela trituração dos filmes, diluição, passando pela peletização e, por fim, a extrusão, ficou demonstrado que a poliamida não atrapalha o processo de reciclagem na corrente de polietileno”.

Outro aspecto que foi abordado no evento é a possibilidade de se produzir, com nylon, embalagens que usam menos material e com melhor desempenho. “Este tópico também está ligado à sustentabilidade, uma vez que embalagens mais finas têm um impacto positivo ao gerar um volume menor de embalagens após o descarte e podem ser recicladas após o uso”, afirma Prieto.

“Se o objetivo deste evento era divulgar os trabalhos de P&D e Inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior, além de proporcionar aperfeiçoamento profissional para os participantes, a apresentação da UBE teve um impacto bastante positivo ao mostrar que as embalagens contendo nylon (poliamida) são recicláveis conforme mostram os estudos”, finaliza Prieto.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

UBE discute ‘O Futuro das Embalagens de Alta Perfomance” em evento online

05/04/2021

Como parte das atividades da plataforma ‘Change & Challenge’, a UBE (www.ube.ind.br), uma das líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, realizou o evento virtual “O futuro da embalagem de performance” que reuniu mais de 900 profissionais, entre brand owners, varejistas, produtores de nylon e de poliolefinas, convertedores de embalagens flexíveis, recicladores e organizações.

A proposta foi mostrar que o nylon é reciclável e que é possível trabalhar este aspecto sustentável em toda a cadeia de valor, sempre alinhado ao conceito de Economia Circular. Foram discutidas tendências, oportunidades, inovações e sustentabilidade das embalagens que contêm nylon, com foco na redução do desperdício de alimentos. Entre os vários temas, destaque para os ganhos de processabilidade e propriedades de filmes reciclados PE/PA (polietileno/poliamida), utilizando compatibilizantes.

Especificamente sobre reciclagem, os especialistas abordaram a reciclagem de embalagens multicamada à base de solvente (APK); os desafios e soluções da reciclagem mecânica de embalagens multicamada (NGR) que resultaram em filmes plásticos barreira para aplicação em construção civil e na produção de sacos para lixo; e a reciclagem química e mecânica de filmes PE/PA a partir de uma solução apresentada pela BASF.

A UBE também apresentou sua solução para a reciclagem de filmes PE/PA que atende ao protocolo da Recyclass. O material resultante desta reciclagem já está sendo usado para produzir embalagens de peças automotivas.

As apresentações destacaram que as poliamidas agregam desempenho e e sustentabilidade aos filmes e reduz a quantidade de material necessário, além de serem recicláveis. As empresas participantes enfatizaram que estão construindo um modelo de economia circular para as embalagens flexíveis com base nas diretrizes da CEFLEX: coletar e reciclar 100% das embalagens flexíveis na Europa até 2025.

O evento contou com o apoio e participação de diversos players globais da cadeia de valor da embalagem flexível como APK AG, Flexible Packaging Europe (FPE), BASF Packaging, Mitsubishi Chemical Performance Polymers, Windmoeller & Hoelscher Group, Braskem, Sealed Air Corporation, CEFLEX (Circular Economy for Flexible Packaging), LANXESS, Grupa Azoty S.A., DSM, NUREL, Domo Chemicals, Next Generation Recycling Machines e Mitsui Chemicals Europe GmbH.

A plataforma Change & Challenge reforça o compromisso da UBE com a criação de um futuro mais sustentável para as embalagens de alimentos, diante do desafio global de escassez.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

UBE apresenta novidades em membranas poliméricas para separação gasosa na Rio Oil & Gas

11/12/2020

Entre as tecnologias inovadoras foram apresentadas membranas para geração de nitrogênio e separação de CO2/CH4 para tratamento de gás natural e upgrade de biogás.

A UBE, uma das líderes mundiais em membranas de separação de gases, participou da 20a edição da Rio Oil & Gas, organizada pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás) entre os dias 01 e 03 de dezembro e que este ano foi 100% online.

Em seu estande na Vitrine Virtual, a empresa apresentou a linha de membranas de alta performance, específica para o mercado de geração de nitrogênio. “Trata-se de uma tecnologia exclusiva da UBE que utiliza fibra oca de poliimida para, entre outras aplicações, separar as moléculas de oxigênio (O2) do nitrogênio (N2), transformando o ar comprimido em nitrogênio de alta pureza, podendo chegar a até 99,9%.”, explica Paula Perfeito, especialista de Desenvolvimento de Negócios da UBE Latin America.

Com este grau de pureza, o nitrogênio pode ser usado em diversas aplicações, inclusive como atmosfera inerte. Na América Latina, a principal aplicação é justamente no mercado de óleo e gás. Outras aplicações também ocorrem na indústria marítima, de transporte, de químicos e refinarias.

Segundo a UBE, outra vantagem da sua membrana é a resistência térmica (até 80 graus Celsius) e a altíssima resistência química e mecânica, em virtude de propriedades da poliimida utilizada na fabricação das fibras ocas. Os módulos padrão de separação de oxigênio e nitrogênio conseguem operar com uma pressão de até 14 bar; há também um módulo especial onde é possível trabalhar com pressão de até 24 bar. A UBE afirma que as características mecânicas das membranas, a sua alta permeabilidade (alto fluxo) e seletividade (alta recuperação) tornam a tecnologia competitiva.

A empresa relata que o tempo de start-up do equipamento, desde quando é ligado até gerar o nitrogênio, situa-se entre 5 e 10 minutos. Por se tratar de membranas com configuração modular, basta aumentar o número de módulos em paralelo, para aumentar a capacidade do sistema.

Tecnologia usada no tratamento do gás natural e purificação de biogás

Paula Perfeito acrescenta que “esta é uma tecnologia exclusiva da UBE que utiliza fibra oca de poliimida também para separar as moléculas de dióxido de carbono (CO2) do metano (CH4), transformando o biogás em biometano. Este tipo de separação também é utilizada para o tratamento de gás natural no pré-sal”.

Entre as principais características destas soluções, Paula assegura: o gasto energético é baixo; há poucas partes móveis no equipamento (baixo custo de manutenção e de operação); fácil instalação e tamanho reduzido do equipamento em comparação a outras tecnologias como a PSA (Pressure Swing Adsorption) que possibilita um fácil deslocamento do equipamento. “Além disso, nenhum tipo de passivo ambiental é gerado neste tipo de processo, reduzindo o CAPEX do projeto e fazendo desta uma tecnologia eco-friendly”, conclui Perfeito.

A UBE afirma também que as suas membranas possuem alta resistência química ao H2S, que permite o trabalho com concentrações de até 3% (v/v%), na corrente de biogás, sem causar danos às fibras. As membranas possibilitam ainda a separação parcial do gás (H2S) da corrente final de biometano, garante a fabricante.

Fundada na cidade de Ube, Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Há mais de 40 anos, fornece tecnologia de membranas de separação O2/N2; CO2/CH4; Secagem de ar; Geração de H2 e Desidratação de etanol. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010, sendo que o escritório brasileiro atende a toda a América Latina, com ênfase no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

Japonesa UBE focaliza economia circular e desenvolvimentos para reciclagem de poliamidas

28/10/2020

A UBE, uma das empresas líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, vem trabalhando em desenvolvimentos visando a reciclagem do nylon, além da redução do peso das embalagens. A idéia, conforme explica Daniel Hernandes, gerente de vendas da UBE América Latina, é nortear os novos desenvolvimentos pelo conceito da economia circular, tendo como foco a redução do desperdício de alimentos. “Sabemos que a circularidade das embalagens – e dos negócios – também passa pela sustentabilidade social. A boa embalagem é a que garante o amplo acesso aos alimentos e reduz o seu desperdício.”

Para ilustrar o potencial de reciclagem das estruturas que contém nylon em embalagens, Daniel cita um estudo recente conduzido pela UBE em parceria com a italiana Flextech. O resultado foi o desenvolvimento de uma estrutura de três camadas rPE/PA (polietileno reciclado + poliamida) que apresentou melhor desempenho mecânico que a estrutura convencional com matéria prima virgem. O filme já é usado na Europa para embalar peças automotivas.

“As embalagens de desempenho com nylon são recicláveis e usam menos material que as demais alternativas, além de utilizarem menos energia na conversão do filme em embalagem”, explica Daniel. Segundo a UBE, outro caso de sucesso envolvendo a reciclagem do nylon mostrou que o material, mesmo em altas concentrações (>10%), pode ser reciclado dentro do fluxo de polietileno.

Recentemente a UBE teve a oportunidade de apresentar seus resultados com reciclagem de nylon no Fórum ABRE de Economia Circular. Jose Angel Prieto, engenheiro de P&D, mostrou as diversas soluções sustentáveis possíveis com o nylon e enfatizou a versatilidade do material para embalagens recicláveis. Segundo ele, a reciclagem e os materiais de fontes renováveis são estratégicos para a área de Pesquisa e Desenvolvimento da UBE.

Ele também defendeu que o desperdício de alimentos pode comprometer a sustentabilidade social e, por isso, deve ser levado em consideração no projeto de uma embalagem. “É importante entender que a embalagem de nylon pode garantir a integridade do alimento e, consequentemente, reduzir o seu desperdício, tornando a cadeia mais sustentável.” A UBE também acredita que a integração de todos os elos da cadeia de produção de embalagem seja fundamental para promover e alavancar o desenvolvimento de soluções sustentáveis.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase na América do Sul.

Fonte/foto: UBE

Curta nossa página no

 

UBE apresenta linha de borrachas para pneus automotivos e solados de calçados

08/05/2020

A partir de uma tecnologia própria, a UBE afirma ter desenvolvido a família de borrachas Polibutadieno Alto Cis – Ubepol VCR, específica para aplicações que demandam alto desempenho no segmento de borrachas. Segundo a empresa, as borrachas da linha Ubepol VCR já estão presentes nos mercados de pneus automotivos e recauchutagem por suas propriedades de resistência superior à abrasão, corte e propagação de rasgos. Há ainda um uso expressivo pela indústria de solados para calçados.

Além das características de resistência, Carlos Catarozzo, Diretor da UBE na América Latina, explica que a linha Ubepol VCR também se destaca pela processabilidade; manutenção do perfil de propriedades em ampla janela de temperaturas, além de bom acabamento. “Todas estas propriedades são decorrentes da composição química do Polibutadieno Sindiotático presente e disperso na matriz da borracha.”

De acordo com a UBE, o produto já é amplamente utilizado em todo o mundo pelos fabricantes de pneus automotivos, pois, além de desempenho, proporciona redução de custos com produção, redução no peso bruto do produto final e maior durabilidade dos pneus. O Ubepol VCR já está disponível para o mercado brasileiro, sendo uma alternativa para os fabricantes locais utilizarem em seus produtos e buscare maior competitividade no mercado.

Fundada em 1987 na cidade de Ube, província de Yamaguchi (Japão), a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%.

Foto: MasterPolymers

Curta nossa página no

Ube inaugura unidade de produção de compostos de poliamida na Espanha

25/10/2017

A multinacional Ube (www.ube.ind.br), com sede no Japão, inaugurou uma unidade de produção de compostos de poliamidas em Castellón, Espanha, que garantirá um aumento de 40 mil toneladas/ano em sua produção atual, totalizando uma capacidade de 70 mil toneladas. “Esta é uma reação natural ao crescimento da demanda de nylon em diversas aplicações. Ela também garantirá uma maior aproximação da UBE com clientes da Europa e área do Atlântico”, explica Javier Miguel, Presidente da UBE América Latina.

Os compostos produzidos na nova unidade destinam-se a diversas aplicações, dentre elas peças automotivas, filmes para alimentos, garrafas e embalagens sopradas. A nova planta Olive K, como é chamada, usará uma tecnologia própria e exclusiva para produzir diversos copolímeros e nylons de alta e baixa viscosidade. Estes materiais são usados em aplicações técnicas, nos setores automotivo e de embalagens para alimentos, e na produção de monofilamentos, redes de pesca, componentes técnicos, materiais específicos para aplicações em veículos elétricos e soluções para tanques de hidrogênio e propelentes de gás natural condensado.

“Outro diferencial é que o centro de Pesquisa & Desenvolvimento, localizado ao lado da nova unidade, oferece um time de profissionais qualificado e dedicado à assistência técnica dos clientes, bem como serviços de inovação que contribuem para o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios para os clientes”, completa Javier.

A cerimônia de inauguração da planta Olive K aconteceu no dia 05 de Outubro, na Prefeitura de Castellón, e contou com a presença de autoridades, agentes, fornecedores e colaboradores locais, além do Presidente da UBE Corporation Europe, Bruno De Bievre.

Sobre a Ube: Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e registrou um faturamento de US$ 5,2 bilhões no ano fiscal de 2016, encerrado em Março de 2017. O portfólio global de produtos da empresa divide-se em: químicos 42%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%.

Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ube

Curta nossa página no

Nylon pode ser opção para embalagem de palmito em conserva

31/05/2017

Embora o vidro e as latas metálicas tenham sido sempre as embalagens “oficiais” para palmito em conserva, a Resolução RDC 85/2016 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), abre a possibilidade das embalagens plásticas serem usadas no acondicionamento desse produto. Em linhas gerais, a resolução reduziu o período de quarentena do palmito, criou dispositivos de controle dos riscos durante a sua fabricação e alterou os valores de vácuo exigidos até então para os diferentes tipos e volumes de embalagens. Por fim, a RDC 85/2016 atualizou a referência do Codex Alimentarius para o palmito em conserva.

“Com isso, vemos um potencial enorme para o nylon da UBE ser transformado em embalagens flexíveis para palmito em conversa, especialmente com embalagens do tipo stand-up pouch. Isto porque o Brasil é o número 1 no mundo na produção, consumo e exportação de palmito”, comenta Daniel Hernandes, Executivo de Vendas da UBE América Latina.

Este processo de transição do vidro para embalagem flexível, especialmente para o palmito, exige um controle rígido nas diversas etapas do processo, especialmente da etapa de retort que implica na exposição prolongada a altas temperaturas e pressão, para a esterilização do produto envasado. Segundo Daniel, “o nylon 5033FD8 da UBE é ideal para esta aplicação. O material garante que a embalagem mantenha suas propriedades óticas e mecânicas e de barreira ao oxigênio, mesmo após o processo retort, prolongando o tempo de prateleira do produto e garantindo sua integridade”.

Vale lembrar que a base da produção de palmito no Brasil é 90% extrativista e situada, na sua maior parte, no Pará. A receita doméstica do setor gira ao redor de US$ 350 milhões, num mercado global dimensionado em torno de US$ 500 milhões. “Nos anos 90, uma extinta produtora de resinas termoplásticas chegou a enviar técnicos a indústrias paraenses de palmito em conserva para sondar as chances de potes injetados abocanharem uma fração detida pelos frascos de vidro, em resposta às queixas divulgadas pelo setor quanto a perdas e custos das embalagens utilizadas. Precisamos retomar este contato para ativar este mercado para as embalagens plásticas, com foco nos flexíveis, por conta de suas propriedades estruturais e vantagens logísticas e menor impacto ambiental”, conclui Daniel.

Sobre a UBE: Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e registrou um faturamento de US$ 5,7 bilhões no ano fiscal de 2015, encerrado em Março de 2016. O portfólio global de produtos da empresa divide-se em: químicos e plásticos 44%; cimento 33%; máquinas e metais 12%; meio ambiente e energia 10%; e farmacêuticos 1%.

Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellon – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase Na Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Fonte: Assessoria de Imprensa – UBE

Curta nossa página no

Aplicações de Plásticos de Engenharia na Indústria Automotiva foram destaque na Feiplastic 2013

28/05/2013

Preocupação ambiental, Novo Regime Automotivo e redução dos custos de produção são alguns dos motivos que tornam o material mais atrativo para as grandes montadoras.

 Desde janeiro deste ano está em vigor o Novo Regime Automotivo que, entre outras exigências, determina que montadoras aumentem a eficiência energética de seus produtos em pelo menos 12% até 2017, o que segundo a ANFAVEA, representaria uma economia de 13,6% em combustível. Uma das soluções utilizadas pelas fábricas para atingir a meta é a redução do peso do carro. Para isso, estão investindo na substituição de compostos automotivos de metal por peças equivalentes feitas de plásticos de alta performance, também chamados de plásticos de engenharia. Essa tendência pôde ser comprovada na FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, que acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi, onde gigantes da indústria mostraram resultados positivos para o setor.

Coletores de Admissão de ar, por exemplo, eram exclusivamente fabricados de metal no passado, e hoje os modelos feitos com plástico de alta performance estão presentes em cerca de 97% dos veículos no Brasil de acordo com Paulo da Silva Motta, gerente de marketing e desenvolvimento de novos negócios da Rhodia. “Hoje o cárter de óleo feito de poliamida (componente principal do plástico de engenharia) é utilizado numa porcentagem próxima de zero. Nossa expectativa é que em cinco anos essa peça, feita de plástico, esteja presente em 50% da nova frota”, afirma.

Ainda de acordo com Motta, um carro 100 kg mais leve economiza meio litro de combustível por cem quilômetros rodados e reduz em 11,65g a emissão de CO2 por quilômetro. O Inovar-Auto também tem como critério a redução de emissão de carbono pelo veículo. Dessa forma a utilização do plástico já contribui para duas exigências do Novo Regime Automotivo que propõe desconto de 30 pontos no IPI para as montadoras. A japonesa UBE chegou à FEIPLASTIC com objetivo de aumentar sua participação no Brasil em 10% ainda em 2013. Para isso a empresa apresenta um grande portfólio de aditivos que são usados para diminuir o peso do plástico de engenharia sem que este perca suas propriedades. “Nossa empresa investe 5% do faturamento total no desenvolvimento de novos produtos. A FEIPLASTIC foi a plataforma escolhida para mostrar nossa linha completa de inovações ao mercado brasileiro tendo em vista a importância da feira e uma crescente demanda por nossos produtos, impulsionada principalmente pela indústria automotiva”, disse Carlos Catarozzo, executivo de vendas e marketing da UBE.

A DSM trouxe para a FEIPLASTIC uma tampa estética de motor feito de poliamida ecologicamente correta, pois 70% de sua composição é obtida do óleo de mamona. Além do plástico de alta performance ser reciclável, a fonte de sua matéria-prima também é renovável, contribuindo para a redução do peso do carro e de emissão de gases poluentes. O EcoPaXX, como é chamado, já é utilizado no novo Mercedes-Benz Classe A.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no