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Tomra Recycling celebra 20º aniversário na IFAT Munique desenvolvendo a indústria de separação baseada em sensores

23/06/2016

TOMRA_Optimal-performance_why-risk-anything-elseNo 50º aniversário da IFAT Munique, ocorre uma outra comemoração: a seção da Tomra Recycling comemora duas décadas de negócios. Lançada inicialmente como empresa norueguesa Titech Autosort em 1996, a empresa emergiu a partir de um projeto P&D que se iniciou em 1993.

Combinando a sua experiência prática com a sua pioneira tecnologia, a Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica atualmente uma inovadora tecnologia de separação baseada em sensores óticos para a indústria de reciclagem global e de tratamento de resíduos.

Inovação contínua e avanços tecnológicos

Responsável pela introdução do primeiro sensor de infravermelho próximo (NIR) utilizado para a separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser pioneira na indústria, com os seus métodos de extração de frações de alta pureza a partir de resíduos urbanos, contribuindo para maximizar produtividade e lucros.

O portfólio de sensores da empresa se expandiu principalmente pelas significativas aquisições de empresas como a RealVisionsort, CommodasUltrasort, Odenberg e Best, bem como através do uso simples ou de multi-sensores que permitiu estender o número de aplicações de seleção por sensores. Esta estratégia continua a criar novas oportunidades para as empresas no que diz respeito à recuperação de materiais recicláveis, permitindo-as dar resposta de forma cada vez mais flexível às exigências atuais e futuras de mercado.

Da mesma forma, o número aplicações desenvolvidas pela Tomra Sorting Recycling em colaboração com os clientes tem crescido nos últimos anos e tem assumido um perfil internacional: Atualmente mais de 4.400 sistemas já foram instalados em 50 países no mundo, afirma a empresa.

A tecnologia de triagem automatizada tem experimentado um salto ao longo de duas décadas, que produzem melhorias expressivas na resolução do sensor. Avançadas fontes de luz facilitam a separação de materiais com alta precisão e eficiência, sendo que ao mesmo tempo se reduziu o consumo de energia. Tais avanços tecnológicos permitem agora a detecção de objetos ultra-finos – tais como materiais de 0,5mm, enquanto que objetos maiores podem ser digitalizados com melhor precisão.

As tendências do mercado e outros fatores de pressão

Com legislações nacionais que estabeleçam claramente as taxas de recuperação de resíduos e que promovam vigorosamente a separação de muitos tipos diferentes de materiais em frações homogêneas, a separação baseada em sensor sustentada por um compreensivo serviço de suporte desde o início, oferece uma solução técnica, comercial e ambiental ideal para cumprir essas metas cada vez mais rigorosas.

Melhor desempenho, estabilidade e segurança

Num mercado onde o preço das matérias-primas é baixo, as margens de lucro são apertadas e o acesso ao financiamento continua a ser um desafio, a confiança e a consistência da qualidade do produto tornam-se ainda mais importantes.

Tom Eng, Diretor-Geral da Tomra Sorting Recycling, explica: “Todo o futuro da empresa está em linha quando investes em equipamento. Então, nós apreciamos o quanto é importante acertarmos desde a primeira vez”.

Eng continua: “20 anos é um verdadeiro marco na indústria de separação por sensores. Vinte anos significa que um cliente pode confiar nos nossos produtos. É importante trazer para o cliente a sensação de segurança”.

A razão pela qual os clientes se podem sentir seguros, acredita Eng, é muito simples: “Desde o início, trata-se de pessoas. Temos pessoas de qualidade desde o início que ainda hoje estão na empresa. Isso é uma riqueza e profundidade de conhecimento que vai além do produto que você vende”.

Titech em Tomra

A empresa passa por um programa de mudança de marca desde Fevereiro de 2012, de forma a tornar-se mais alinhada com a sua matriz norueguesa, Tomra Systems ASA. A empresa adquiriu a Titech em 2004.

O passo final no processo de mudança de marca da Tomra Sorting Recycling passava por racionalizar o seu portfólio de produtos, removendo a palavra ‘Titech’ dos nomes dos modelos associados aos seus sistemas de classificação do ano passado. Por exemplo, o produto mais vendido pela companhia, uma vez conhecido como Titech Autosort, agora é simplesmente designado ‘AUTOSORT ‘.

Comentando sobre a mudança de marca, o Diretor-Comercial da Tomra Sorting Recycling, Jonathan Clarke, disse: “Ao completar a mudança de marca dentro do nosso negócio, estamos aumentando significativamente a visibilidade da Tomra em todo o mundo. Sinergias entre tecnologias dos diversos segmentos tem ressaltado a habilidade da Tomra Sorting para desenvolver a classificação baseada em sensores para novos segmentos, mercados e aplicações. Estamos agora melhor posicionados para responder aos desafios dos clientes e da indústria mais rápido do que antes, enquanto continuamos a oferecer os produtos com melhor valor”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras.

Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Recycling

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Tomra Sorting Recycling apresenta tecnologia de classificação por sensores em Conferência Européia de Reciclagem de Plásticos

23/11/2015
Equipamento Titech Autosort para separação de resíduos plásticos

Equipamento Autosort para separação de resíduos plásticos

Como incrementar a quantidade de resíduos de plásticos que chegam às recicladoras e como conseguir uma alta qualidade do produto final com soluções de tecnologias avançadas foram os principais temas em debate da Conferência europeia de Reciclagem de Plásticos, que se realizou em Madri, no dia 28 de outubro.

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) foi uma das empresas convidadas e Judit Jansana, Diretora Comercial para Espanha e Portugal, uma das oradoras principais nas sessões centrais da Conferência. Sob o tema “Potencializar a qualidade na linha de classificação”, ela se focalizou em apresentar as melhores soluções que podem ser adotadas por plantas de recuperação de materiais para aprimorar os processos de recuperação e reciclagem de plásticos, e assim, obter um produto final que satisfaça e exceda as especificações de qualidade.

Judit-Jansana

Judit Jansana, Diretora Comercial da Tomra para Espanha e Portugal

O uso da tecnologia de classificação por sensores para incrementar a quantidade e qualidade do plástico recuperado nas linhas de classificação foi o núcleo central da intervenção, que terminou com uma análise sobre as ameaças e oportunidades para o setor do plástico. Jansana descreveu como funcionam os equipamentos de classificação da Tomra, dotados de tecnologia de sensores que permitem identificar objetos na esteira transportadora, baseando-se na sua forma, tamanho, cor e tipo de material… para separá-los de forma precisa e rápida com jatos de ar ou dedos mecânicos, maximizando assim a eficiência da classificação. Para a classificação dos diferentes resíduos, os equipamentos dispõem de diferentes tecnologias de detecção, tais como câmaras, sensores raio-X, infravermelhos (NIR), espectrometria visível (VIS), sensores eletromagnéticos, etc.

Além disso, Jansana expôs várias possíveis formas de se incrementar a quantidade de plásticos a recuperar. Como, por exemplo, aumentando a recuperação nas próprias plantas de classificação de resíduos, especialmente nas plantas de tratamento de restos de fração ou de resíduos sólidos (plantas de RSU). Jansana explicou também que é igualmente possível incrementar a qualidade do plástico obtido nas plantas de Resíduos Sólidos Urbanos, estendendo o processo atual com equipamentos de separação automática adicionais para a separação de PET multicamada  ou para a classificação por cores (como a separação de PEAD natural do resto das cores, por exemplo), com um projeto adequado das linhas de tratamento, à base de equipamentos com sensores, que permitem facilmente separar o plásticos de outros resíduos e classificá-los por tipos, obtendo assim um alto grau de pureza e a qualidade técnica. Com a tecnologia de sensores, pode-se inclusive remover os objetos com retardantes à base de Bromo, conteúdos existentes em muitos produtos plásticos procedentes dos resíduos elétricos- eletrônicos, hoje proibidos pela norma européia. Judit Jansana ilustrou a sua exposição com exemplos gráficos de configurações de diferentes equipamentos Tomra nas linhas de classificação.

Relativamente ao segmento dos resíduos de embalagens, Jansana estimou ser necessário uma mudança normativa para incentivar o projetos dos mesmos (misturas, materiais compostos ou aditivos), que facilitem a sua reciclagem no final da sua vida útil. Já em relação às oportunidades do setor, Jansana destacou o desenvolvimento de novas aplicações como PP, misturas de plásticos e multicamadas.

A Conferência Europeia de Reciclagem de Plásticos é um fórum internacional dedicado à reciclagem de plástico, em que se expõe e se debatem as soluções e os desafios que enfrenta a indústria atualmente, representando assim mesmo uma oportunidade de estabelecer contato com os principais setores da indústria de reciclagem de plástico.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa reinvidica já ter instalado mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. A empresa foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Entrevista com Carina Arita – Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil

11/11/2015
Carina Arita

Carina Arita

A Tomra Sorting Recycling concebe e fabrica tecnologias para a separação baseada em sensores para a indústira da reciclagem e da gestão de resíduos. Conta com mais de 4400 sistemas instalados em 40 países.. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos do mundo para aplicações no campo da reciclagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, despela e controle de processos para a indústria alimentar e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting está no Brasil desde 2011, por meio de sua filial, e conta com equipe para instalação e manutenção de seus próprios equipamentos Titech. O Blog do Plástico entrevistou a Diretora Comercial da Tomra Brasil, Carina Arita

Blog do Plástico: Carina, qual o tipo de sistema de separação de resíduos plásticos para reciclagem dominante hoje no mercado brasileiro ?

Carina Arita: Atualmente predominam sistemas manuais. Entretanto com a necessidade de aumento de escala, qualidade e pureza, as empresas estão buscando tecnologias de sistemas automatizados para a seleção.

BP – Quais são os desafios com que se depara o mercado brasileiro em matéria de reciclagem de plásticos?

CA – Como muitos outros países em desenvolvimento, o Brasil se esforça para crescer e ainda combater a pobreza e a desigualdade, promovendo a inclusão social dos grupos e comunidades mais desfavorecidos. Um destes grupos é o dos catadores de resíduos. Apesar das condições sociais e de trabalho precárias, os catadores constituem a base da cadeia produtiva de reciclagem, pois estima-se que, atualmente, 90 % de todo o material reciclado no Brasil seja recuperado por suas mãos. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima em cerca de 400.000 o número de catadores existentes no Brasil, enquanto o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) garante chegar a 800.000 o número de trabalhadores dedicados a essa atividade. É um grupo tão importante que o texto legal da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010 estabelece como um de seus objetivos a integração dos catadores nos sistemas formais de gestão de resíduos e destaca para os recicladores o quanto pode ser rentável a sua inclusão no setor formal.

BP – Pela experiência da Tomra Sorting Recycling no Brasil, qual o perfil padrão do cliente de seus sistemas de separação de resíduos plásticos?

CA – Todas aquelas empresas que apresentam em seu processo produtivo uma etapa de triagem e seleção de tipos de plásticos e cores, sejam eles fabricantes de resina reciclada ou aparistas. Como o mercado ainda esta em desenvolvimento, não ha um perfil padrão estabelecido. Assim, a Tomra conta com uma equipe especializada em assessorar as empresas a desenvolverem a solução ideal, seja ela completa ou em fases, buscando o melhor custo-beneficio.

BP – Que vantagens estão associadas à utilização dos processos de automação da Tomra Sorting Recycling?

CA – Os equipamentos Autosort facilitam o trabalho dos triadores, realizando as tarefas de separação mais complicadas que envolvem as frações mais difíceis de identificar visualmente, tais como distinguir o polietileno de alta densidade (PEAD) do polipropileno (PP). Limpando e removendo as impurezas, o Autosort deixa apenas os materiais que interessam recuperar, sem necessidade de se trabalhar entre dejetos orgânicos ou sanitários insalubres.

Além disso, os equipamentos Autosort permitem utilizar vários programas de trabalho distintos para separar diferentes materiais, como por exemplo PET, PEAD, PP ou filme de PEAD, separando-os também por cores. Os triadores trabalharão em tarefas de separação por cores e dos materiais mais fáceis de identificar, como PET e Tetrapak. Isso incrementa a produtividade e a rentabilidade de todo o processo e garante a qualidade dos produtos separados, o que leva a lucros maiores na venda dos subprodutos.

BP – Pela experiência da Tomra Sorting Recycling no Brasil, em quanto tempo, em média, retorna o capital investido no sistema de separação de refugos plásticos da Tomra ?

CA – O retorno de investimento do sistema de separação ótica (considerando inclusão desta etapa em linha pre-existente) é estimado de 1 a 3 anos.

BP – Quais são a infraestrutura adequada para uma boa operação do sistema da Tomra ?   

CA – Cada projeto é elaborado para necessidades especificas, de forma customizada e única. Descrevo a seguir um exemplo de solução simplificada:

O processo começa quando os resíduos a serem separados são levados por uma pá carregadeira a uma moega e uma esteira de alimentação. Em seguida, há uma primeira cabine de controle manual. Aqui os elementos volumosos, que podem frear ou bloquear o processo, são retirados e depositados em contêineres localizados abaixo da cabine. Depois desse controle estão localizados os rasgadores de sacos, encarregados de rasgar os sacos para facilitar o esvaziamento dentro do separador balístico que vem em seguida. Este equipamento separa os elementos rolantes e pesados (3D) dos achatados e leves (2D), ou seja, separa as garrafas plásticas do papel e papelão e dos filmes de plástico. Acima da linha de rolantes (3D), que é a mais abundante, está um equipamento separador Autosort que identifica e separa os plásticos por tipo e cor. Em uma primeira etapa, o equipamento separa o polietileno de alta densidade (PEAD), que segue pela esteira transportadora até uma cabine de controle. Ali é separado manualmente: o PEAD natural, para um lado e o PEAD colorido, para outro. Há grande vantagem nessa prática: um plástico PEAD, difícil de ser distinguido visualmente do polipropileno (PP), é retirado da linha antes de entrar na cabine de triagem secundária. Nessa cabine, triadores enfileiram-se de ambos os lados da esteira de triagem e separam os elementos mais simples de serem identificados: filme plástico, PET, PP e Tetrapak. Posteriormente o PET será reprocessado através do Autosort (“programa 2”), que separa o PET transparente do colorido, deixando uma última separação, a do PET verde das demais cores, para a cabine de controle manual. Por último, o PP será reprocessado através do Autosort (“programa 3”) que irá soprar o PP natural para separá-lo das outras cores. Como vantagem, com um só equipamento Autosort é possível separar diferentes materiais, bastando apenas alterar o programa de trabalho. Deste modo, o processo é uma perfeita combinação de maquinário e trabalhadores, para obter os padrões máximos de eficiência, qualidade e de segurança e saúde no trabalho.

BP – Qual é o ranking do sistema Autosort da Tomra entre as principais tecnologias para seleção e separação de resíduos plásticos comercializadas no Brasil?

CA – O sistema Autosort é o mais vendido pois se trata de um sistema multifuncional baseado em sensores capaz de identificar cada um dos polímeros (PET, PEAD, PP, PS, PVC, ABS, etc.), papel, papelão, tetrapak – por critério de material e de cor. E como esses são os materiais recicláveis com mais abundância no resíduo urbano, torna-se o sistema com as aplicações mais comuns. Além de poder trabalhar em linha ou de forma independente.

BP – Quais os diferenciais técnicos oferecidos pelos sistemas de separação de resíduos plástico da Tomra Sorting em relação aos outros existentes no mercado ?

CA – Considerando a nossa tecnologia diferenciada (flying beam com duoline), ela atinge maior resolução com baixo ruído de sinal, resultando em maior eficiência, produtividade e pureza. Com o lançamento da nova geração recentemente, promovemos uma otimização do sistema com a redução de fontes de iluminação infravermelho, consequentemente reduzindo o consumo elétrico em 70%. E o novo modulo de válvulas de ejeção apresentam velocidade superior a 1ms.

BP – Como funcionam as tecnologias Duoline e Flying Beam?

CA – A tecnologia flying beam de espelho poligonal rotativo é utilizada para a distribuição da iluminação e para a captação do espectro refletido focalizando principalmente o ponto de leitura, desta forma é possível varrer a largura da esteira toda, realizando essa leitura em duas linhas de pixels (duoline) obtendo as informações de material, cor, formato e posicionamento na esteira. Realizando tudo isso com rapidez, baixo consumo elétrico e alta performance.

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Tomra Sorting Solutions ganha Prêmio Internacional de Design por sua interface de usuário

29/09/2015

TOMRA-CUI

A interface de usuário comum da Tomra (CUI, Common User Interface), criada pela Tomra Sorting Solutions e a Design Partners, recebeu o prêmio internacional de excelência em design (IDEA, International Design Excellence Award) deste ano, em uma cerimônia em Seattle, EUA, no dia 22 de agosto. A IDEA é uma das competições de design mais prestigiadas no mundo e já está em sua 35.ª edição, sendo organizada pela Sociedade dos Designers Industriais da América (IDSA, Industrial Designers Society of America). Entre os 1700 produtos que participaram  da  IDEA 2015, foram selecionados 28 prêmios de ouro, 53 de prata e 83 de bronze em 20 categorias.

A CUI da Tomra foi premiada com prata na categoria “Design Digital”. Os critérios de avaliação incluíram inovação, beneficios para o usuário, responsabilidade, apelo visual e estética apropriada. A CUI foi criada para que o usuário possa ter mais flexibilidade nos ajustes de seleção e para permitir um controle amigável do usuário.

“Receber um prêmio prata numa competição tão prestigiada é uma aprovação da qualidade do design presente nos sistemas de seleção Tomra e um aumento do valor agregado dos nossos produtos junto aos clientes. A CUI da Tomra é um design de interface de usuário inovador que torna os sistemas Tomra de seleção mais acessíveis, facilitando o seu uso e operação. A vantagem desta nova interface de usuário é permitir que nossos clientes obtenham melhor controle e performance do seu sistema de separação e, em última análise, o aumento da sua produtividade”, explica John McGloughlin, Responsável pela Inovação, Estratégia e Design na Tomra Sorting Food.

A CUI já foi implementada nas séries de reciclagem Finder da Tomra, no Sistema de Separação de Batatas (FPS, Field Potato Sorter) e no Halo, ambos sistemas de separação baseados em sensores para a indústria alimentícia , bem como no sistema de mineração COM Tertiary EM e será ampliado às demais linhas de produto.

O CEO da Design Partners, Brian Stephens, comentou o prêmio recebido recentemente: “O design de qualidade constrói as marcas de forma significativa, melhorando as vidas dos consumidores e motivando o sucesso comercial. A diversidade e o status destes prêmios reconhecem a criatividade e a excelência técnica necessárias para criar este valor em diferentes indústrias”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Recicladora Multilixo consolida parceria com a Tomra com aquisição de segundo separador ótico

15/09/2015

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A fábrica de reciclagem de resíduos comerciais e industriais do grupo Multilixo já conta com um equipamento Autosort (foto) com capacidade para processar 3,5 toneladas de papel e plástico (recicláveis secos de escritórios) por hora. Segundo a empresa, esse equipamento permitiu duplicar a capacidade de produção da fábrica, aumentar as vendas e facilitar o trabalho dos operários. Devido aos resultados positivos, o grupo adquiriu recentemente o segundo separador ótico Autosort, de forma a aumentar ainda mais a capacidade de produção da fábrica.

A Multilixo, com uma experiência de 18 anos no setor da gestão de resíduos, é formada por um grupo de empresas que desenvolvem projetos e sistemas de gestão nos campos de logística integrada na coleta, transporte e gestão de todos os tipos de resíduos.

Uma das empresas do grupo, a Flacipel, tem a sua fábrica de reciclagem de resíduos comerciais situada em Guarulhos, São Paulo. A recente modernização do seu processo produtivo com a aquisição dos separadores óticos de resíduos Autosort, fabricados pela Tomra Sorting Recycling, permitiu que se passasse de uma separação de plásticos e papel totalmente manual, a cargo de 60 pessoas em 3 esteiras, para uma separação semiautomatizada. Com isso, a fábrica duplicou a sua produção, além de obter um produto de maior qualidade.

O novo Autosort foi instalado na linha 2D, soprando a fração de papel branco, separando plásticos, cartão e papel de cor. O equipamento tem uma capacidade de processamento de 3,5 toneladas de material por hora e permitiu um aumento da produção de 27 a 35 fardos de material por dia.

Silvio Urias Pereira, proprietário da fábrica, manifestou a sua satisfação com os resultados: “O equipamento superou as minhas expectativas. O meu objetivo atual é adquirir mais equipamentos para a separação de resíduos. A qualidade do produto é excelente e, com esta tecnologia, a capacidade de produção aumentou 100%. Tal como em outras ocasiões, a TOMRA ofereceu todo o seu apoio, tanto técnico como de formação, para facilitar a adaptação dos operários à linha de seleção semiautomatizada. Algo que se produziu rapidamente, já que atualmente estão totalmente familiarizados com o processo. A adaptação ao seu manuseio foi simples, a máquina foi integrada com toda a facilidade na linha e melhoraram-se as condições de trabalho. Além disso, a sua manutenção é simples e não implica nenhum problema; apenas é necessário cumprir o plano estabelecido”, afirmou Silvio.

“Estamos muito satisfeitos com a mudança. A fração de papel branco é muito boa. Além disso aumentou-se a recuperação de filme plástico. Em ambos os casos, as vendas aumentaram significativamente. E até ao momento não houve nenhuma redução de mão-de-obra, apenas se melhorou a qualidade do produto e a produção”, concluiu Silvio.

Autosort estará presente na próxima feira RWM Brasil 2015

A tecnologia do Autosort, um sistema multifuncional de precisão e capacidade, poderá ser vista em um equipamento em demonstração na 3.ª edição da RWM Brasil 2015, que se realizará em São Paulo nos próximos dias 29 e 30 de setembro.

A Tomra Sorting Recycling voltará a participar com os seus produtos nesta feira dedicada à gestão de resíduos sólidos urbanos, uma das mais importantes da sua especialidade no Brasil. A Tomra Sorting Recycling estará no estande número B1.

A Tomra Sorting Recycling explica que o Autosort combina os sensores NIR e VIS e permite reconhecer e separar com precisão e velocidade uma grande quantidade de materiais em função do tipo e composição, obtendo frações de elevada pureza. É um sistema compacto que se caracteriza pela sua fácil instalação e integração em fábricas, o seu fácil manuseio, a simplicidade dos seus componentes e a sua potência, confiabilidade e precisão, assegura o fabricante. O Autosort incorpora a tecnologia FLying Beam®, permitindo economizar até 70% da energia ao iluminar exclusivamente a área que se está analisando. Inclui também a tecnologia Duoline para realizar uma dupla análise, garantindo precisão ao processo de separação. A sua elevada eficiência energética e a sua manutenção simples e reduzida ajudam, além disso, a reduzir os custos de funcionamento, segundo a Tomra.

O Autosort permite diferentes configurações para se adaptar a diferentes aplicações, separando desde papel e papelão (impresso, revestido ou para destintar) até numerosos tipos de plástico (PE, PP, PS, PVC, PET, EPS, ABS entre si, por tipo de polímero e por cores). Também se aplica à limpeza de madeira virgem, compensada e aglomerada, separação de material orgânico ou inorgânico ou, em combinação com um sensor eletromagnético, à recuperação de metais não ferrosos, incluindo cabos elétricos ou placas de circuitos impressos, etc.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, o grupo Tomra também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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