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Cromex levará ao México novidades em cores e aditivos para embalagens

19/05/2018

A empresa estará presente na Expo Pack 2018, que será realizada em junho, e fará parte do estande do Think Plastic Brazil

A Cromex, empresa do segmento de masterbatches de cores e aditivos para plásticos,irá expor sua linha completa de produtos e serviços na Expo Pack 2018, feira de embalagens que será realizada entre os dias 05 e 08 de junho no México.

Durante o evento, que contempla mercados tais como o de alimentos, bebidas, farmácia, beleza, artes gráficas, química, eletrônica, têxtil e automotivo, a Cromex apresentará o seu portfólio completo de produtos e também o aditivo inibidor de corrosão (VCI), utilizado na fabricação de filmes plásticos para embalagens, que protege os materiais metálicos produzidos pelas indústrias automotiva, metalúrgica, siderúrgica, eletroeletrônica e mecânica em geral contra a ação da umidade ambiente, afirma a empresa.

Outra novidade é o masterbatch preto – Superblack® – com mais negro de fumo. Segundo a Cromex, o produto possui poder de cobertura e dispersão e é perfeito para ser aplicado em diferentes formulações plásticas sem perder as características e beleza do produto final. Também estarão em exposição a linha dos concentrados brancos para o mercados de descartáveis, além dos coloridos e aditivos para marcadores a laser, embalagens rígidas, flexíveis e os masterbatches especiais para BOPP (filmes biorientados).

A Cromex afirma que os concentrados de aditivos voltados para aplicações de embalagens, também expostos durante a feira, oferecem resistência a impactos e proteção em níveis que geralmente superam os padrões de qualidade e durabilidade exigidos pela indústria. Os produtos também oferecem características de transparência e brilho.

Think Green, liveallcolors: Preocupada de promover boas práticas sustentáveis, a Cromex afirma que todos os seus masterbatches de cores e aditivos são isentos de metais pesados, o que contribui para a preservação do meio ambiente no momento do descarte devido ao fato de não haver substâncias consideradas perigosas e, consequentemente, não ocorrer contaminação do solo ou da água com metais pesados.

Além do setor de embalagens, A Cromex atende hoje a mais 17 setores da economia (construção civil, agronegócios, automotivo, eletrodoméstico, brinquedos, cosmético, higiene e limpeza, etc).

Segundo Glauco Moraes, Diretor Comercial da Cromex, a empresa tem investido em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções – produtos e serviços – para prestar melhor serviço, além de produzir e entregar melhor produto a seus clientes. “Queremos estar entre as cinco grandes produtoras mundiais de masterbatches e com o reconhecimento positivo do mercado. Hoje nossos produtos estão em mais de 60 países e temos planos de crescer a participação externa”, afirma o executivo. Atualmente, 30% dos negócios da Cromex são voltados aos mercados externos.

A participação da Cromex na Feira Expo Pack 2018 se dá em parceria com o programa de incremento às exportações de plásticos, Think Plastic Brazil, programa conjunto da cadeia produtiva do plástico e do governo brasileiro, por meio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Serviço: Cromex na Expo Pack 2018
Expo Santa Fe México, Ciudad de México
Localização do estande: #2039 / 2148

Fonte: Cromex

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Think Plastic Brazil promove rodadas de negócios internacionais na Plastech Brasil 2013

06/08/2013

Edição realizada em Caxias do Sul será a única fora de São Paulo neste ano

ThinkPlasticsBrazilA Plastech Brasil 2013, realizada em Caxias do Sul entre 27 e 30 de agosto, vai sediar rodadas de negócios internacionais promovidas pelo 36º Projeto Comprador, do Programa Think Plastic Brazil. De um total de quatro, será a única etapa fora de São Paulo neste ano. O encontro está marcado para 29 de agosto.

Nesta edição serão cinco compradores internacionais com foco no mercado de embalagens. Já estão confirmadas as companhias Solla (Colombia), Carozzi (Chile) e Attesa Holding (EUA). Nesta mesma ação, em 2011, 38 empresas associadas ao Programa participaram das rodadas e o evento gerou expectativa de quase US$ 2 milhões em negócios.

Segundo Marco Wydra, gerente executivo do Programa Think Plastic Brazil, “as ações realizadas na Plastech Brasil possibilitarão a aproximação entre os importadores e os empresários brasileiros, especialmente os da região Sul, que poderão receber os compradores em suas sedes e mostrar sua capacidade de atender grandes demandas”.

Fonte: PlastechBrasil 2013

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Competitivo, Brasil conquista Feira Home + Housewares 2013

14/03/2013

Home_HousewaresNem a tempestade de neve que chegou a Chicago na primeira semana de março foi capaz de atrapalhar o desempenho dos expositores brasileiros na maior feira de UD do mundo. Entre 2 e 5 de março, a Home + Housewares assistiu mais um ano ao reflexo da recuperação da economia mundial, com visitação mais tímida que em outros anos.

No entanto, entre os brasileiros a palavra crise passou longe. Invicta, Plastigel, Grupo BB e Bandeirante foram algumas das empresas que participaram do estande longitudinal montado pelo Think Plastic Brazil no tradicional Centro de Exposições Mc Cormick. “Embora a visitação esteja abaixo do ano passado em quantidade, em qualidade está muito boa. Se a feira acabasse ontem (domingo, 03/03) já teria valido a pena”, explica Plínio Bevervanso, diretor geral do Grupo BB. “Você circula e vê os participantes lamentando que está fraco. Para mim, os resultados têm sido excelentes”, disse Jorge Pereira, representante da Plastigel.

Conseguir “resultados excelentes” em uma feira disputada como a americana é um feito e tanto. Ao todo, 17 empresas participaram da feira: Acrimet, Astra, Bandeirante, BB Store, Belchior, Bettanin, Brinox, Invicta, Jaguar, Kos, Naxos, Plastigel, Plasútil, São Bernardo, Sanremo, Schwanke e Soprano. Foram feitos 353 contatos e 15 negócios foram fechados em plena feira, o que rendeu aos expositores um total de US$ 440 mil.

E a expectativa para os próximos 12 meses é a melhor possível. As empresas participantes esperam realizar o equivalente a US$ 2,540 milhões em negócios. Os números são reflexo da prova que os expositores brasileiros deram de que o binômio preço e qualidade é uma maneira eficaz de driblar o clima sensível gerado a partir da crise de 2008. Dentre os destaques da participação brasileira, está o Global Design Points Gallery, com mais de 10 empresas associadas, a presença no Going Green e a visita do embaixador Paulo Camargo ao estande.

Eventos paralelos geram ainda mais informação

Na manhã da sexta (01/03), em torno de 20 pessoas foram convidadas pelo Programa a conhecer um porto seco, modal ferroviário, da Canadian Worldwide (CN), com o objetivo de conhecer oportunidades de facilidades logísticas para as transações com o mercado norte-americano. No fim do dia, o Think Plastic Brazil organizou, em parceria com o Consulado do Brasil em Chicago e o Cento de Negócios (CN) Apex-Brasil – Miami, um seminário pré-feira com cinco palestras: Panorama Comercial da Região de Illinois, realizada pelo consulado do Brasil nos EUA; Panorama de UD e Varejo nos EUA, por Perry Reynolds, VP de marketing da IHA; Relações com Distribuidores e Agentes Comerciais, dada pela empresa Jones Day; Mídias Digitais, realizada pela Alma Beta; e Exportações para os EUA, conferida pelo CN Apex-Brasil – Miami. “Essas plataformas são interessantes porque fazem com que os associados tenham mais informações para lidar com o exigente mercado norte-americano”, explica Gilberto Agrello, especialista do Programa para o Desenvolvimento de Mercado para UD e Embalagens Rígidas.

Fonte: Boletim Think Plastic Brazil

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Think Plastic Brazil é a nova marca internacional do Export Plastic

16/01/2013

ThinkPlasticThinkBrazilCom o objetivo de fortalecer as empresas brasileiras da indústria plástica e promover os diferenciais do Programa, o Export Plastic fez um grande reposicionamento de marca, a começar pelo nome. Agora o Programa se chama Think Plastic Brazil, o que ampliará internacionalmente a identidade exportadora do País como um dos importantes players do mundo e seus diferenciais competitivos na indústria de transformação plástica mundial.

Para conduzir os trabalhos, o INP escolheu a GadLippincott, uma consultoria internacional de marcas focada no desenvolvimento de estratégias de identidade. Na primeira etapa foi feita uma entrevista com os principais públicos que se relacionavam com a antiga marca Export Plastic, desde gestores e associados até compradores internacionais e demais públicos de interesse. Foram identificadas suas percepções sobre o setor, o mercado e o Programa e, posteriormente, criada uma cartela de valores da nova marca.

Por meio de uma metodologia rígida, foi feita uma grande triagem e chegou-se à conclusão de que o nome precisava identificar a cadeia produtiva e o país de forma mais óbvia. Era preciso definir um posicionamento único, alinhado às possibilidades competitivas da indústria plástica. Adotou-se, assim, uma rota de soluções ao importador estrangeiro, que contempla o mix de produtos, a adaptabilidade, os serviços e a inovação dos associados.

Mix de Produtos, Flexibilidade, Solução.

Isso posto, era necessário que tivesse uma fácil pronúncia, principalmente em inglês. No quadro final, identificaram sete nomes. Think Plastic Brazil foi escolhido por trazer consigo uma percepção provocativa, sugerindo o Brasil como um player a ser considerado. Uma marca que se caracteriza de maneira diferenciada no segmento. O antigo nome [Export Plastic] só fazia sentido para os brasileiros que exportavam e não para o exterior.

Com a nova proposta, agora a premissa é que haja uma integração entre o Brasil e o mundo. “Queremos que outros países vejam nossa nação como um player competitivo ao se depararem com o nome. A marca é um tom de voz, sugere ao mundo que, ao pensarem em plástico, pensem no Brasil como uma indústria forte, que não deve nada aos principais fornecedores mundiais”, explica Marco Wydra, gerente executivo do Programa.

Plano de Ação

O novo conceito Think Plastic Brazil envolve desde o público interno até cada nicho específico de associado. Busca traduzir a comunicação de conteúdo em estratégias de marca a todos os stakeholders.

Diante dessa nova visibilidade, a diversidade de produtos oferecidos pela indústria fica ainda mais à mostra. “Evidenciam-se todos os elos da cadeia de transformação contemplados pelo Programa”, destaca Nivalda Fonseca, especialista em Marketing e Comunicação.

Em sua opinião, a marca demonstra ainda, em sua vasta opção de uso, a abertura a novas ideias, adaptação a necessidades dos clientes e busca valorizar o conceito de sustentabilidade, estimulando o compromisso da indústria com impactos de sua atividade à economia, ao meio ambiente e à sociedade. Resumindo, o conceito ir além, “Go Beyond”, é a tônica desta mudança. A partir de agora, a transição entre a antiga e a nova marca vai começar a acontecer e muito em breve todos os públicos passarão a conviver apenas com Think Plastic Brazil.

Dinamismo marcará Think Plastic Brazil em 2013

O Think Plastic Brazil pisa em 2013 com a disposição de não apenas dar continuidade ao trabalho de promoção de negócios, inteligência comercial e capacitação que marca o Programa desde a sua fundação. É justamente no ano em que completa 10 anos de atividade que o time liderado por Marco Wydra pretende imprimir um ritmo de ações ainda mais acelerado para auxiliar os associados na conquista e manutenção do mercado externo.

Em retrospectiva, Marco vê 2012 como um ano de grandes realizações: “renovamos o convênio com a Apex-Brasil, abrimos o departamento de Inteligência Comercial, customizamos projetos e renovamos a nossa marca”. Esse esforço rendeu mais de US$ 5 milhões em negócios no convênio 2010-2012, mas tudo indica que esse número irá aumentar. “Em 2013, teremos uma agenda ainda mais intensa com o lançamento da nossa nova marca, reforço na área de Inteligência, desenvolvimento de projetos customizados, participação na Copa das Confederações e na Fórmula Indy em São Paulo, além do planejamento da nossa participação no projeto Copa do Mundo FIFA 2014”, explica o executivo.

Os trabalhos se iniciam com a campanha de lançamento da marca Think Plastic Brazil. “A expectativa é que a evolução obtida ao longo destes 10 anos de atividade esteja bem comunicada no novo posicionamento da marca, demonstrando maturidade e colaborando para o incremento das exportações brasileiras de transformados plásticos”, diz. Ao longo do ano, novas formas de comunicação junto aos associados e público internacional também serão incrementadas, com reforços às ações de promoção comercial, capacitação e inteligência.

Tradicionalmente, o Programa retoma a presença no exterior logo no início do ano, com a participação como expositores nas feiras Ambiente, de 15 a 19 de fevereiro, na Alemanha, e na Home & Housewares, de 2 a 5 de março. Na visão de Gilberto Agrello, especialista do Programa para o Desenvolvimento de Mercado para UD e Embalagens Rígidas, as duas feiras oferecem excelentes oportunidades para o setor se municiar de contatos comerciais para desenvolver ao longo do ano. Já em maio, o Programa realizará um Projeto Comprador na área de UD na Formula Indy, desta vez com 21 compradores das Américas, Europa e África. “Essas ações darão sustentação para os planejamentos de exportação das empresas e contribuirão de forma direta para o cumprimento de suas metas de exportação”, frisa Gilberto. Projetos Compradores na área de Embalagens também serão realizados no primeiro semestre, em eventos a serem definidos, e complementarão a agenda.
Com isso, os brasileiros terão em 2013 mais chances de mostrar por que seus transformados plásticos têm condições de satisfazer a demanda internacional. “O Brasil é visto como um mercado de oportunidade e, por isso, as empresas deverão ´aproveitar esta onda` e perseguir os seus resultados”, pontua Agrello. A especialista do Programa para Embalagens Flexíveis, Cristina Sacramento, tem visão similar. “Com as novas possibilidades e com a área de Inteligência poderemos trabalhar conjuntamente para mapear, entender e acessar contatos dessa tão diversa indústria de flexíveis”, diz. Para ela, agora é hora de aproveitar as oportunidades com o melhor cenário cambial que se apresenta. A valorização do dólar, que dá mais fôlego aos exportadores, é o primeiro sinal de que 2013 pode recolocar o setor no caminho da expansão.

Fonte: Boletim Export Plastic

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