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Lanxess eleva novamente a sua previsão para 2015 e apresenta sua nova estratégia

23/11/2015

Lanxess_headquarters

  • O resultado do EBITDA pré-excepcionais para o ano 2015 agora é esperado entre 860 milhões e 900 milhões de euros
  • O EBTIDA pré-excepcionais no terceiro trimestre de 2015 (3T15) elevou-se para cerca de 12%, alcançando 235 milhões de euros
  • O realinhamento de negócios está sendo acelerado: economia adicional anual de 150 milhões de euros, a partir do final de 2019, deverá alcançada através da otimização de rede de plantas

Na sequência de um terceiro trimestre forte, a Lanxess, empresa de produtos de especialidades químicas, continuou a alcançar um desenvolvimento empresarial sólido, com seus planos de realinhamento progredindo mais rápidamente do que o esperado. Portanto, o grupo está novamente aumentando sua previsão para o ano completo de 2015, e agora, espera que o EBITDA pré-excepcionais esteja entre 860 milhões e 900 milhões de euros. O resultado do EBITDA pré-excepcionais para o ano completo de 2015, havia sido anunciado entre 840 milhões e 880 milhões de euros.

“Nosso desempenho empresarial nos primeiros nove meses de 2015 foi satisfatório,”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. “No entanto, reconhecemos também que o crescimento econômico global é moderado e muitos mercados emergentes estão marcados pela incerteza. Em vista disso, mais uma vez, temos acelerado o ritmo do nosso realinhamento. Isto já está mostrando um impacto no nosso resultado operacional e na nossa previsão para o ano”.

Os efeitos da melhoria das estruturas administrativa e de negócios já são evidentes, com a empresa preparada para alcançar uma economia anual de 150 milhões de euros, logo após esta primeira fase do realinhamento, até o final de 2015, um ano antes do previsto.

A Lanxess também está acelerando a segunda fase do seu programa de realinhamento. O grupo prevê uma economia adicional anual de 150 milhões de euros, gerada através da sua rede global de plantas. Este objetivo será alcançado progressivamente ao longo dos próximos anos e estará totalmente realizado em 2019; aproximadamente 10 milhões de euros da economia prevista já serão alcançados em 2015. A economia adicional esperada é resultado de uma análise global das plantas da empresa e dos processos. Esta análise se estenderá em 2016. Aproximadamente 100 milhões de euros deste total deverão ser gerados através de um abrangente pacote de melhorias de processo nas plantas de produção, resultando, entre outras eficiências, no menor consumo de energia e matérias-primas e nos processos de manutenção otimizados. Ajustes de capacidade e medidas de eficiência em instalações de produção de borracha na América Latina e França irão contribuir com valores que chegam até 30 milhões de euros em economias.  A reorganização da rede de produção para monômero de etileno propileno dieno (EPDM) e borracha de butadieno à base de neodímio (Nd-BR), anunciada anteriormente, irá resultar em mais economias, que alcançarão 20 milhões de euros.

Novo foco estratégico: Crescimento rentável em mercados de médio porte

Através de seu realinhamento rápido e, em particular, do acordo com a Saudi Aramco na criação de uma joint venture para borracha sintética, a Lanxess estabeleceu a base para seu novo foco estratégico. “Agora que resolvemos os principais problemas estruturais, podemos mais uma vez nos concentrar no crescimento,” disse Zachert.  “A Lanxess vai se tornar uma empresa do segmento de especialidades químicas mais rentável e menos cíclica – com um equilibrado portfólio de produtos de qualidade e com potencial de crescimento”.

A empresa já definiu seus pilares estratégicos para o crescimento futuro e incidirá seu foco sobre os mercados de médio porte. Sua nova plataforma de crescimento inclui os negócios com intermediários químicos e aditivos, agroquímicos, pigmentos colorantes e plásticos de alta tecnologia, bem como especialidades químicas para tratamento de água, proteção de material, e indústria do couro.

“Nestes segmentos, temos posição de liderança em mercados diversificados e menos cíclicos, os quais planejamos expandir”, explanou Zachert. “Assim, seremos capazes de aumentar nossa rentabilidade e, ao mesmo tempo, de nos tornarmos mais resistentes às flutuações cíclicas” Em particular, a Lanxess considera a China, a América do Norte e o Sudeste da Ásia, como regiões de grande crescimento.

A empresa também está planejando expandir sua rede de plantas de ponta e de avançar na integração de suas cadeias de valor. Para conseguir isso, a Lanxess pretende investir cerca de 400 milhões de euros em projetos de crescimento até 2020. Estes são parte da receita que a empresa obterá através da conclusão da joint venture na área da borracha sintética.

Primeiro investimento como parte do realinhamento: Expandir a planta de Leverkusen

A Lanxess decidiu ampliar a produção de sua unidade de negócios Saltigo, na planta de Leverkusen (Alemanha) e investirá 60 milhões de euros na construção de duas novas linhas de produção, principalmente de agroquímicos. A construção está prevista para começar em meados do ano que vem, enquanto a produção deverá ser iniciada no final de 2017.  “Nossas plantas do grupo, na Alemanha, continuarão pertencendo ao conjunto das principais contribuintes para o sucesso da Lanxess no futuro, e isto é claramente realçado pelo nosso primeiro grande investimento, como parte do realinhamento,” disse Zachert.

Desempenho Operacional: Forte terceiro trimestre de 2015

As vendas no terceiro trimestre de 2015, em 1,953 bilhões de euros, caíram ligeiramente em 4,3%, na comparação com o forte resultado do mesmo trimestre do ano anterior. Este desempenho foi, em grande parte, atribuído a ajustes nos preços de venda devido à redução dos custos de matéria-prima.  Em contraste, o EBITDA pré-excepcionais aumentou 11,9%, para 235 milhões de euros, principalmente devido ao dólar forte e economias geradas pelo programa de realinhamento. Em conformidade, a margem EBTIDA pré-excepcionais aumentou para 12%, comparada aos 10,3% do mesmo período do ano passado. Todos os três segmentos contribuíram para o aumento de ganhos.  O lucro líquido subiu 17,1%, para 41 milhões de euros no período reportado, contra 35 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior.

O passivo financeiro líquido diminuiu ligeiramente para 1,323 bilhões de euros, contra 1,336 bilhões de euros no final de 2014.

Tendências de negócios por segmento

As vendas no segmento Performance Polymers diminuíram 6,6%, na comparação face ao ano anterior, de 1,045 bilhões de euros para 976 milhões de euros no ano. Apesar do ambiente competitivo persistentemente difícil, volumes ligeiramente maiores, efeitos favoráveis da moeda, e economias geradas pelo programa de realinhamento, levaram a uma melhora do resultado operacional, na comparação face ao ano anterior. O EBITDA pré-excepcionais para o segmento avançou substanciais 35,5%, para 126 milhões de euros.

No segmento Advanced Intermediates, as vendas caíram 7,6%: de 476 milhões de euros para 440 milhões de euros. O EBITDA pré-excepcionais para o segmento elevou-se 1,3%, na comparação face ao ano anterior, para 76 milhões de euros, como resultado de efeitos positivos da moeda e economias geradas pelo realinhamento.

As vendas no segmento Performance Chemicals aumentaram 2,9%, de 509 milhões de euros para 524 milhões de euros. Embora os preços de venda tenham permanecido praticamente inalterados, efeitos positivos da moeda mais que compensaram os baixos volumes.  O EBITDA pré-excepcionais aumentou consideravelmente em 14,7%, para 235 milhões de euros, principalmente devido ao dólar forte e reduções de custos.

Fonte: Lanxess

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Covestro melhora resultado operacional no terceiro trimestre de 2015

29/10/2015

covestro

  • EBITDA ajustado do trimestre aumenta 44,5%, para EUR 471 milhões
  • Lucro impulsionado pela situação de oferta e demanda
  • Vendas caem 1,4% para EUR 3 bilhões
  • Volumes estáveis com declínio dos preços de venda

O fabricante de materiais Covestro melhorou substancialmente seu resultado operacional no terceiro trimestre de 2015, informou a empresa. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBITDA ajustado aumentou 44,5%, para EUR 471 milhões. Uma das principais razões foi a queda significativa dos preços de matérias-primas, que no contexto de uma situação mais favorável de oferta e demanda, mais do que compensou a queda nos preços de venda. Efeitos cambiais de cerca de EUR 70 milhões também contribuíram de forma positiva para esse aumento nos ganhos.

“Nossos primeiros resultados como uma empresa independente mostram que nosso negócio permanece no caminho certo”, conta o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “O terceiro trimestre salienta mais uma vez o nosso bom desempenho e, particularmente, nossa possibilidade de ganhos”.

O EBIT também aumentou significativamente para EUR 287 milhões, um aumento de 64% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior. Refletidos aqui estão os itens especiais de menos EUR 18 milhões (T3 2014: menos EUR 2 milhões), compreendendo as despesas para a consolidação de unidades de produção, bem como as despesas e receitas da cisão parcial e da flutuação do mercado de ações da Covestro. O EBIT ajustado aumentou 72,3%, para EUR 305 milhões, no terceiro trimestre de 2015.

Volumes estáveis

As vendas da Covestro no terceiro trimestre de 2015 caíram 1,4%, em relação ao mesmo período de 2014, para EUR 3.020 milhões. Embora os volumes tenham sido globalmente estáveis em relação ao mesmo período do ano anterior, os preços de venda caíram em todos os três segmentos de operação, especialmente o de Poliuretanos, que desenvolve, fabrica e comercializa matérias-primas para espumas. No entanto, efeitos cambiais positivos em grande parte compensaram esses preços mais baixos.

As vendas do segmento de Poliuretanos recuaram 8,5% no terceiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, para EUR 1.512 milhões. Isso resultou principalmente de preços de venda muito menores para os três grupos de produtos (tolueno di-isocianato (TDI), difenilmetileno di-isocianato (MDI) e polióis poliéteres), devido principalmente à queda dos preços globais das matérias-primas que foram em grande parte repassados aos clientes. No entanto, os preços de venda mais baixos foram compensados, em parte, pelos efeitos cambiais positivos.

Crescimento em Policarbonatos

O segmento de Policarbonatos aumentou as vendas em 13%, para EUR 819 milhões, no terceiro trimestre de 2015. Esse crescimento deveu-se a uma tendência positiva de aumento de volumes vendidos, embora os preços de vendas para plásticos de alto desempenho tenham caído um pouco. Os efeitos cambiais positivos também contribuíram para aumentar as vendas.

As vendas nos segmentos de Revestimentos, Adesivos e Especialidades cresceu 2,6%, para EUR 519 milhões. Os efeitos cambiais compensaram a ligeira queda dos volumes e preços de vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

Crescimento das vendas nos primeiros nove meses

Nos primeiros nove meses de 2015, as vendas da Covestro cresceram 5.7%, para EUR 9.284 milhões. Os volumes cresceram em todos os segmentos. Os efeitos cambiais proporcionaram um impulso adicional, que, em geral, mais do que compensou a queda dos preços de venda, especialmente em Poliuretanos e Policarbonatos.

Em comparação com o ano anterior, o EBITDA ajustado para os três primeiros trimestre de 2015 melhorou substancialmente em 45,6%, para 1.385 bilhões de Euros. Os preços consideravelmente menores das matérias primas e volumes maiores mais do que compensaram o declínio nos preços de venda. Efeitos de variação cambial tiveram um impacto positivos de aproximadamente 200 milhões de euros. O EBIT aumentou EM 55,4% , em uma base de comparação anual, para 760 milhões de euros.

Despesas com pesquisa e desenvolvimento na Covestro aumentaram 18,2% nos primeiros nove meses do ano, para EUR 188 milhões (9M 2014: EUR 159 milhões), incluindo EUR 63 milhões no terceiro trimestre (T3 2014: EUR 48 milhões). A empresa também investiu EUR 62 milhões adicionais nos primeiros nove meses de 2015 (9M 2014: EUR 56 milhões) em projetos de desenvolvimento conjunto com clientes, incluindo EUR 21 milhões no terceiro trimestre de 2015 (T3 2014: EUR 19 milhões).

A Covestro publicará um relatório completo para o terceiro trimestre, incluindo uma previsão para o ano inteiro, em 12 de novembro de 2015.

Com 11,8 bilhões em vendas em 2014, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais se concentram na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida diária. Os principais setores atendidos são os setores automotivo, elétrico e eletrônico, construção e esporte e lazer.  A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades de produção ao redor do mundo e, até o final de setembro de 2015, empregava aproximadamente 15.700 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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