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Polietileno verde da Braskem chega ao Japão em tampas de garrafas PET

18/04/2016

Suntory, empresa japonesa de bebidas, vai usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano

Braskem-SuntoryA Suntory, fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, acaba de anunciar a adoção do Polietileno derivado de cana-de-acúcar nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml. A resina de origem renovável será fornecida pela Braskem.

A partir deste mês, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades. Com a decisão, a empresa japonesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade e se torna a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. A parceria amplia a presença do “Polietileno Verde” no mercado asiático.

Segundo a Braskem,  “há uma preocupação cada vez maior de empresas de todo o planeta na adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental. O Polietileno Verde já é utilizado nos mais diversos segmentos e ainda pode ter outras tantas aplicações, como demonstra a iniciativa da Suntory”.

O Polietileno Verde da Braskem é produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma matéria-prima 100% renovável e tem como principal diferencial a captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido. Outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade da resina são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional.

A Toyota Tsusho Corporation, parceira comercial da Braskem na Ásia e na Oceania, tem desempenhado um importante papel na distribuição e expansão do Polietileno Verde na região. O Plástico Verde tem sido amplamente utilizado em uma variedade de aplicações e será expandido em meio à crescente consciência ambiental na Ásia.

Fonte: Braskem

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Dow apresenta seu portfólio de resinas organolépticas para tampas de bebidas na Brasilplast 2011.

16/05/2011

A  Dow Chemical Company investiu em novos gradesde polietileno para o mercado de Tampas e Sistemas de Vedação, visando atender às mais complexas e exigentes aplicações do setor. As novidades foram apresentadas na Brasilplast 2011 (de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo).

 A nova resina CONTINUUMTM DMDA 1250 passa a integrar o completo portfólio de resinas bimodais da Dow para o mercado de tampas organolépticas para bebidas. Esse solução em polietileno bimodal foi especialmente desenhada para permitir um excelente balanço entre rigidez e ESCR (resistência à quebra sob tensão ambiental), o que garante que o material resista à pressão constante que o gás faz sobre a tampa quando a garrafa está fechada.

 A líder de Suporte Técnico e Desenvolvimento América Latina para Rigid Packaging & Durables (embalagens rígidas e duráveis) da Dow, Mariana Mancini, destaca que cada vez mais os fabricantes de bebidas têm buscado alternativas para reduzir os custos de produção e o impacto ambiental de suas embalagens.  “Na América Latina, o mercado de tampas plásticas para garrafas de PET cresce cerca de 5% ao ano, impulsionado pelo aumento da venda de bebidas. Para 2013, estima-se que serão consumidas 51 bilhões de tampas plásticas”, afirma Mariana. Uma interessante opção é a adoção de tampas de uma só peça, compostas por 100% de polietileno de alta densidade, em substituição às tradicionais tampas de duas peças, compostas por uma parte exterior em polipropileno e um disco de vedação de EVA.

 A partir dessa demanda, a Dow desenhou grades de polietileno que viabilizam a confecção de tampas com uma série de características especiais para preservação do conteúdo da embalagem, como grau organoléptico e resistência à propagação de fissuras quando submetida à pressão.

 “Vale destacar que a combinação de design e material elimina a necessidade do disco de vedação, o que reduz um estágio do processo de fabricação das tampas. Para isso, cada tampa deve ter um anel em seu interior para garantir a vedação pelo diâmetro interno da garrafa, enquanto a parte superior garante a vedação pelo topo. Quando associado a um material corretamente dimensionado, esse tipo de design permite uma retenção de carbonatação (gás) mais eficaz do que nas tampas de duas peças”, explica Mariana.

 Para esse tipo de exigência, polietilenos de distribuição de pesos moleculares bimodal apresentam grande versatilidade. Sua arquitetura molecular é especialmente desenhada para permitir um excelente balanço entre rigidez e ESCR (resistência à quebra sob tensão ambiental), o que garante que o material atenda aos severos requerimentos de bebidas de alta carbonatação, como resistência á pressão constante que o gás faz sobre a tampa quando a garrafa está fechada. As resinas bimodais da linha CONTINUUMTM são a grande aposta da Dow para viabilizar a produção de tampas leves e de alta performance de vedação para bebidas como água e refrigerante.

 Para garantir que a resina que compõe a tampa da bebida contribua minimamente na geração de sabor e odor indesejáveis, a Dow conta com uma estrutura de controle de compostos orgânicos voláteis. Além disso, as resinas são avaliadas em painéis sensoriais feitos em laboratório construído de acordo com os padrões ISO/ASTM. Os panelistas treinados atuam como instrumentos de medição de alta precisão, transformando percepções subjetivas de sabor e odor em medidas objetivas de teor organoléptico.

 Assim, a linha CONTINUUM apresenta resinas de polietileno de alta densidade versáteis, que podem ser usadas para bebidas com exigências de performance tão diferentes como água ou bebidas de alta carbonatação (bebidas como água, água com gás, refrigerante, entre outras).

 Sustentabilidade – diferentemente das tampas de duas peças que em geral apresentam dificuldade para reciclagem por serem compostas de materiais diferentes e incompatíveis, as tampas de uma só peça – 100% polietileno – são facilmente recicladas. Como são compostas de um único material, elas podem ser coletadas e encaminhadas às centrais de reciclagem.

 As tampas de polietileno também proporcionam redução do peso total da embalagem e diminuição dos custos com energia e trabalho, uma vez que o processo de fabricação tem uma etapa a menos. Tudo isso contribui para a lucratividade do convertedor e para a sustentabilidade do planeta.

Fonte: Dow / PorterNovelli