Posts Tagged ‘Solvay Indupa’

Grupo Solvay obtém aprovação do Cade para vender sua participação na Solvay Indupa à Unipar Carbocloro

08/12/2016
Planta da Solvay Indupa na Argentina

Planta da Solvay Indupa na Argentina

O  Grupo  Solvay  obteve no dia 07/12 a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para concluir a venda de sua participação acionária de 70,59% na Solvay Indupa para o grupo químico Unipar Carbocloro. A  conclusão  dessa  transação,  no  valor  de  empresa  total  de  202,2  milhões  de dólares conforme  anunciado  em  maio deste  ano, está  prevista  para as  próximas semanas.

A  Solvay Indupa é  produtora  de PVC  e  soda  cáustica  no  Brasil  e  na Argentina.

O Grupo Solvay  está  sediado  em  Bruxelas  e  conta  com  30.900  funcionários  distribuídos em 53 países. Em 2015, a empresa registrou vendas pro forma líquidas de cerca de € 12,4 bilhões, 90% delas foram geradas a partir de atividades em que a empresa está entre os 3 maiores participantes do mundo. No Brasil, o Grupo Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Solvay

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Solvay vende suas ações na Indupa para a Unipar Carbocloro

03/05/2016

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O Grupo Solvay informa ter assinado um acordo definitivo com a empresa química brasileira Unipar Carbocloro para vender o total de 70.59% de suas ações na Solvay Indupa.

“O desinvestimento do Grupo Solvay na Indupa segue o recente anúncio de saída de joint venture no mercado europeu de PVC, e está em linha com nosso objetivo de transformar a Solvay em uma empresa de especialidades químicas”, disse Vincent De Cuyper, do Comitê-Executivo da Solvay. “Com a aquisição da Solvay Indupa, a Unipar reforçará a sua posição estratégica na cadeia produtiva de soda cáustica e cloro, expandindo sua participação no segmento de PVC, bem como permitirá o desenvolvimento da Indupa”, acrescentou De Cuyper.

A transação está baseada em um total de entreprise value de US$ 202,2 milhões, estando sujeita aos habituais ajustes desse tipo de negócio.

A conclusão dessa transação está sujeita às condições usuais de fechamento, incluindo a aprovação das autoridades antitruste.

Criada em 1948 para a produção de PVC e soda cáustica, a Solvay Indupa tem 956 empregados e duas unidades industriais de produção na Argentina (foto) e no Brasil. Suas ações são cotadas na Bolsa de Valores de Buenos Aires. O Grupo Solvay havia classificado as suas ações na Indupa como “ativos à venda”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Solvay confirma que a venda de sua participação majoritária na Solvay Indupa para a Braskem está em andamento

09/01/2014

Ao contrário do que tem sido lido em alguns artigos divulgados pela Imprensa nesta semana, o grupo Solvay confirma que a venda de sua participação de 70,59% na Solvay Indupa para a Braskem, principal petroquímica do Brasil, está bem encaminhada.

As demais ações da Indupa são negociadas na Bolsa de Valores de Buenos Aires, na Argentina. De acordo com a legislação argentina, a Braskem é obrigada a fazer uma oferta pública para adquirir essas ações em circulação no mercado.

O sucesso dessa oferta pública não é uma condição para a venda da participação do grupo Solvay na Indupa para a Braskem.

A Braskem se propôs a pagar 1,35 peso argentino por ação, com base em dois pareceres de justiça. A autoridade argentina reguladora do mercado financeiro (Comisión Nacional de Valores ou CNV) em 3 de janeiro de 2014, no entanto, afirmou que a oferta feita pela Braskem era demasiadadamente baixa.

A Braskem está conversando com a CNV para compreender a sua decisão e definir um novo preço. Enquanto isso, as empresas estão desenvolvendo conforme o planejado os processos junto aos organismos antitruste no Brasil e na Argentina.

Fonte: Solvay

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Valor Econômico: ABIPLAST teme concentração no segmento de PVC

08/01/2014

Na semana anterior ao Natal, quando a Braskem, maior petroquímica das Américas, anunciou a assinatura de um acordo para compra da Solvay Indupa, produtora de PVC do grupo belga Solvay na América do Sul, a Abiplast, entidade que representa a indústria brasileira de transformados plásticos, acendeu a luz amarela. O receio é o de que sejam mantidas algumas medidas que oneram as importações de PVC, ao mesmo tempo em que a Braskem se consolida como a única produtora da resina no Brasil e na Argentina.

Em nota, a Abiplast lembrou que, desde 2010, a petroquímica brasileira já é responsável por 100% da produção nacional de polietileno (PE) e polipropileno (PP). Com a compra da Indupa, que ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), a Braskem se consolidará como única fornecedora local das três principais resinas usadas pelos transformadores.

Para a entidade, a consolidação da petroquímica é importante porque a torna mais competitiva. Mas preocupa a necessidade de condições competitivas de acesso às matérias-primas, “que, devido às novas características estruturais, não pode prescindir do mercado internacional como opção concorrencial e fator balizador de preços, considerando que internamente não há concorrentes.”

A mesma preocupação, conforme a Abiplast, foi indicada pelo Cade à época da compra da Quattor pela Braskem. “O objetivo da Abiplast é alertar sobre a questão e defender a livre concorrência no mercado de resinas termoplásticas, preconizando uma situação que não seja prejudicial aos elos posteriores da cadeia produtiva, assim como ao consumidor final de artigos plásticos”, disse a entidade.

Em outras palavras, o que pede a entidade é a retirada de medidas que dificultam ou encarecem o acesso às resinas importadas, uma vez que haverá um único fornecedor na região. Hoje, segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, além do imposto de importação de 14%, há a taxa antidumping para o produto proveniente de vários países, entre os quais Estados Unidos e China.

A argumentação da entidade é a de que se a concentração da petroquímica é saudável porque o mercado de resinas é global – e a Braskem, no caso do PVC, representará apenas 2% no mercado mundial – e os preços são formados internacionalmente, não haveria razões para impedir os transformadores de escolherem fornecedores em qualquer parte do mundo. Ou tornar mais caro esse processo.

Conforme Roriz, existe um déficit de 500 mil toneladas por ano de PVC no mercado doméstico, de forma que o acesso aos importados é crucial para os transformadores. A Braskem, sem considerar a aquisição, já é a maior produtora local, com capacidade para 710 mil toneladas por ano. Com a compra da Indupa, a brasileira entrará para o grupo dos quatro maiores produtores da resina nas Américas, com capacidade de 1,25 milhão de toneladas anuais de PVC e 890 mil toneladas/ano de soda.

A direção da Braskem acredita na aprovação pelo Cade, por conta da característica global desse mercado. “Já está estabelecido no Brasil que o mercado de resinas é um mercado global”, disse o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, em teleconferência com jornalistas.

Fonte:  Matéria extraída do Valor Econômico / site da Abiplast

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Braskem e Solvay anunciam acordo para transferência acionária da Solvay Indupa

17/12/2013

A Braskem e o grupo Solvay anunciaram hoje a assinatura de um acordo através do qual a Solvay venderá para a Braskem a sua participação acionária de  70,59% na Solvay Indupa. A transação ocorre depois de o grupo Solvay ter classificado a Solvay Indupa como “ativo à venda” no quarto trimestre de 2012.

A aquisição corresponde a mais uma etapa na estratégia da Braskem no sentido da consolidação do setor petroquímico e de plásticos no Brasil e na América do Sul, por meio do fortalecimento da cadeia vinílica, e expressa a sua decisão de seguir investindo no segmento. Além disso, estabelece uma base industrial na Argentina, mercado no qual a Braskem já tem uma presença comercial há mais de 20 anos.

A transação está baseada em um valor total da empresa de US$ 290 milhões (€ 211 milhões), o que representa 5,1 vezes a média do REBITDA. O valor da empresa inclui a dívida financeira líquida da Indupa, que foi contabilizada em “Ativos e Passivos à Venda” do grupo Solvay no final do ano de 2012 no valor de € 178 milhões.

O montante de caixa resultante para a participação da Solvay será de US$ 25 milhões (€ 18 milhões). O desinvestimento deve gerar uma perda líquida (não-caixa) de cerca de € 120 milhões nas ações do Grupo Solvay. Essa perda é resultante do ajuste a valor de mercado da Indupa, que será reconhecido do final do exercício, e também do reconhecimento, na data do fechamento da transação, das perdas decorrentes da conversão de moedas (estas, reconhecidas anteriormente no patrimônio líquido, em acordo com as regras IFRS).

A conclusão da transação está sujeita às condições habituais de fechamento e dependerá da prévia apreciação e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Como consequência da conclusão da operação, a Braskem deverá lançar oferta pública aos acionistas minoritários para a compra das ações da Solvay Indupa na Bolsa de Comercio de Buenos Aires.

A Solvay Indupa é produtora de PVC e soda, detentora de uma unidade industrial no Brasil e outra na Argentina, com posição geográfica privilegiada, próxima aos dois principais mercados consumidores da América do Sul. Criada em 1948, a Solvay Indupa tem capacidade de produção de 540 mil toneladas de PVC e 350 mil toneladas de soda. A empresa é o segundo maior produtor de PVC e o quarto maior de soda cáustica na América do Sul. Com 936 empregados e dois sites de produção na Argentina e no Brasil, a Solvay Indupa obteve vendas líquidas de US$ 542 milhões em 2012. A empresa é cotada na bolsa de valores de Buenos Aires.

Uma vez concretizada a aquisição, a Braskem passará a contar com capacidade de produção total de 1,25 milhão de toneladas de PVC e de 890 mil toneladas de soda anuais.

“O mercado de vinílicos é estratégico para nossa empresa. A Braskem investiu recentemente cerca de R$ 1 bilhão em uma fábrica de PVC em Alagoas inaugurada em 2012 visando atender ao forte crescimento da demanda dessa resina, associado à expansão do setor brasileiro de infraestrutura”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

“Esse desinvestimento faz parte do gerenciamento estratégico do portfólio do grupo Solvay. Reduzirá a exposição aos ciclos econômicos, em especial em negócios de capital intensivo e de forte consumo de energia, permitindo ao Grupo alcançar um maior crescimento, retornos mais elevados e menor intensidade de capital”, diz Jacques Van Rijckevorsel, membro do comitê executivo do Grupo Solvay.

“Como parte da Braskem, a Indupa terá maior acesso a matérias-primas e energia, o que irá reforçar a sua posição em um mercado competitivo e em crescimento. A Indupa também poderá desenvolver suas atividades de forma sustentável na América Latina, beneficiando os seus clientes e empregados”, acrescentou Rijckevorsel.

Fonte: Braskem / Solvay

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