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“Plástico: vida e energia” é o tema da décima edição do Fórum Energiplast, em Porto Alegre

15/09/2019

Evento, com entrada gratuita, acontece no dia 25 de setembro, destacando a economia circular do plástico como alternativa à proibição do material.

No dia 25 de setembro, na FIERGS, acontece a 10ª edição do Energiplast – Fórum Brasileiro de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos. Promovido pelo Sinplast – Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS, por meio do Comitê de Reciclagem, o evento tem como foco o panorama atual da indústria de reciclagem no Brasil, seus avanços e desafios, com debates sobre novas tecnologias e cases nacionais e internacionais de relevância para a economia circular do plástico.

Este ano o fórum terá como tema #Plástico: vida e energia, propondo um diálogo aberto com a sociedade, com a academia, com formadores de opinião, com representantes de entidades públicas e governamentais e com a indústria sobre a importância do desenvolvimento desse setor no Brasil. “O Energiplast, há 10 anos, traz a Porto Alegre tecnologias e alternativas para o destino adequado dos resíduos sólidos, com ênfase na reutilização do plástico para geração de energia. O que vemos, em uma década, foi a evolução tecnológica, mas ainda muito pouco incentivo para se investir nessa área”, diz Luiz Henrique Hartmann, coordenador do Energiplast. Lembra Hartmann que a PNRS – Política Nacional Resíduos Sólidos, instituída em 2010, trouxe poucos avanços na prática, a exemplo do prazo não atendido – ano de 2014 – para a erradicação dos lixões e a destinação final de resíduos em aterros.

“Entendemos que proibir a utilização do plástico não resolve. É preciso conscientização, investimentos e incentivos para que a economia circular do material seja realmente eficaz”, comenta Hartmann. Entre os palestrantes dessa edição, estão o presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho, que apresentará um panorama da indústria do plástico no Brasil, e a promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS, Annelise Steigleder, que falará sobre a economia circular sob a ótica do Ministério Público, além do presidente da América Tampas Gustavo Alvarez, que abordará a criação e atuação da Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil.

Entre os cases da edição, destaque para o projeto chileno Atando Cabos, que recicla resíduos plásticos da indústria pesqueira, como cordas, redes e boias e os transformam em produtos como latas de lixo, paletes ou caixas para frutas. O 10º Energiplast conta com o apoio da FIERGS e da Abiplast e patrocínio da Braskem e do Sindiatacadistas-RS. As inscrições são gratuitas. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast.org.br.

Programação do evento

  • Quando: 25 de setembro, na FIERGS, em Porto Alegre
  • Link para formulário de inscrições: https://lp.rlkpro.com/l/6cAKa2ABF1161
  • Horário: das 8h às 18h
  • 8h: Credenciamento
  • 9h: Abertura
  • 9h40: Panorama da indústria do plástico no Brasil (José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)
  • 10h: A Economia Circular sob a ótica do Ministério Público (Annelise Steigleder – Promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS)
  • 10h40: Intervalo
  • 11h: Tecnologias de Reciclagem Mecânica de Plásticos (Marcelo Carneiro – Presidente da Wefem Equipamentos para Reciclagem)
  • 11h40: Sistema de Aproveitamento de Energia Residual para Recuperação de Aterros (André Tchernobilsky, presidente da Zeg Enviromental e Zeg Technologies)
  • 12h20: Evolução/Solução no tratamento de resíduos orgânicos – de 100kg até 5000 kg/dia (Luciano Coimbra – Presidente da Nova Energia)
  • 13h: Almoço
  • 14h: Painel Reciclagem na Prática:
  1.  Case Atando Cabos: criando valor por meio da Economia Circular e Redes de Confiança, com Francisco Cruz, CEO e fundador da empresa Atando Cabos (Grupo Comberplast) do Chile
  2.  Case Wecycle, com Renato Di Thommazo, Gerente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem e Economia Circular da Braskem
  3.  Case Eco-socioambiental de economia circular de filmes de PEBD, com Djalma Azevedo, diretor da Azeplast Indústria de Plástico, de Chapecó (SC)
  • 16h: Palestra Geração de energia distribuída oriunda do RSU-Fase Orgânica (Tiago Nascimento Silva, Gerente de Operações de Energia da CRVR – Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos, Aterro de Minas do Leão (RS))
  • 16h40: Palestra Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil (Gustavo Alvarez – Presidente da América Tampas)
  • 18h: Encerramento

Fonte: Abiplast

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Evento discutirá a importância do plástico na qualidade de vida das pessoas

16/07/2016

2º Congresso Brasileiro do Plástico reunirá especialistas para debater e apresentar cases sobre a contribuição do plástico no desenvolvimento ambiental, social e econômico

Congresso-do-PlasticoO plástico vem se destacando, ao longo das últimas décadas, como indispensável para a sociedade moderna. Na saúde, o plástico está presente em hospitais com produtos de alta tecnologia, mais acessíveis e seguros. Seringas, bolsas de sangue e soro, cateteres, mangueiras e cadeiras de rodas são algumas das aplicações na área médico-hospitalar, além de elementos mais sofisticados, como próteses  e membros para pessoas amputadas. Também é presente em aplicações que previnem doenças e promovem qualidade de vida, como no saneamento básico e tratamento da água potável.

Uma das matérias-primas mais estudadas, o plástico integra aplicações que geram eficiência energética, economia, alto desempenho e sustentabilidade. Graças ele, vários produtos ficaram mais acessíveis, facilitando a ascensão de outras classes consumidoras e beneficiando um maior número de pessoas. Segmentos como o automotivo estão desenvolvendo veículos mais leves, seguros e econômicos. No agronegócio, o plástico está melhorando os processos desde o campo até a mesa do consumidor, contribuindo com maior produtividade, evitando o desperdício e aumentando o tempo de vida e a qualidade dos alimentos.

No Brasil, o setor plástico conta mais de 11 mil empresas de transformação, de pequeno, médio e grande portes, gerando mais de 300 mil empregos diretos, destacando-se como o quarto setor que mais emprega no país, segundo dados da Abiplast. Para Alfredo Schmitt, Presidente do Congresso Brasileiro do Plástico, o Brasil tem potencial para avançar no campo do desenvolvimento de novas aplicações, com produtos de maior valor agregado que possam atender as demandas do mercado global. “Nosso desafio é continuar investido em pesquisa, desenvolvimento e qualificação profissional para atender as demandas do consumidor, cada vez mais exigentes por produtos com qualidade e viés sustentável”, afirma o executivo.

Neste ambiente, o Brasil receberá o 2º Congresso Brasileiro do Plástico, uma  iniciativa do segmento com o objetivo de evidenciar o plástico como elemento indispensável para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Nesta edição, congressistas brasileiros e estrangeiros discutirão as contribuições do produto em segmentos estratégicos como saúde, sustentabilidade, inovação e tecnologia e exportação. O evento será realizado nos dias 5 e 6 de outubro, na sede da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS). Segundo Schmitt, o setor está dialogando cada vez mais com a sociedade para que os atributos do plástico sejam percebidos na mesma proporção dos benefícios que a população tem ao usá-lo.

Nos dois dias de Congresso, estarão reunidos especialistas do setor do plástico, representantes de sindicatos, membros de entidades ligadas ao setor, professores e pesquisadores de universidades nacionais e internacionais, empresários e representantes do Poder Público (Executivo, Legislativo e Judiciário) para ampliar os conhecimentos sobre essa importante cadeia produtiva e sua contribuição para a sociedade. O congresso é organizado por três sindicatos do setor do plástico – Sindicato das Indústrias de Materiais Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi) e Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast).

Além dos sindicatos, o evento conta com o patrocínio de empresas como Braskem, Fitesa e FFS Filmes. Entidades do setor como a Plastivida, Instituto do PVC e Abief também patrocinam o evento. O evento também conta com o apoio especial de entidades como a Abiplast, Adirplast, Simpep, Simpesc, além de Abimaq, Abinfer, Abrapla, INP, Simplast, Simplas NP e Sindiplast.

Serviço:
2º Congresso Brasileiro do Plástico
Data: 5 e 6 de outubro de 2016
Local: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Endereço: Av. Ipiranga, 6.681 – Paternon – Porto Alegre/RS

Fonte: M. Free Assessoria de Imprensa

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Sindicatos da indústria do plástico do Rio Grande do Sul lançam parceria inédita para missões técnicas

30/03/2016

Chinaplas2014

Associados do APL-MMeA também terão acesso ao novo programa conjunto de viagens de negócios

Pela primeira vez, o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), o Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast) e o Sindicato das Indústrias de Material Pástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi) passarão a organizar missões técnicas em conjunto. O Programa de Missões Empresariais (PME), inovação desenvolvida pelas entidades que representam aproximadamente 1,3 mil empresas, equivalentes a cerca de 11% da indústria nacional de transformados plásticos, promove a ampliação do volume de potenciais participantes, que além de facilitar o fechamento de grupos, pode oferecer condições para redução de custos. O PME se estende ainda aos associados do Arranjo Produtivo Local Metal Mecânico e Automotivo da Serra Gaúcha (APL-MMeA).

Com o PME, as entidades pretendem oferecer oportunidades para geração de novos negócios a curto e médio prazo, troca de conhecimento, abertura de novos canais, estreitamento de relações e colaboração entre os transformadores e prospecção de novos clientes.

“O mercado é intolerável com o empreendedor desatualizado. Há sempre um novo processo ou produto e, principalmente, há sempre pessoas com novas ideias a serem conhecidos. Por esta razão é que o Simplás, nos últimos seis anos, já concedeu quase R$ 60 mil em subsídios para participação de seus associados em missões técnicas: porque acreditamos no retorno do investimento para cada um dos empresários beneficiados e, consequentemente, para todo setor na região e no Brasil”, avalia o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

O calendário do setor prevê sete feiras – seis delas, internacionais – ainda em 2016: Chinaplas (foto – em Xangai, de 25 a 28 de abril); Expoplast (Lima, de 3 a 6 de maio); Argenplas (Buenos Aires, de 13 a 16 de junho); Interplast (Joinville, de 16 a 19 de agosto); Expotransporte (Buenos Aires, de 13 a 16 de setembro); Colombiaplast (Bogotá, de 26 a 30 de setembro) e Feira K (Dusseldörf, Alemanha, de 19 a 26 de outubro). A comercialização dos pacotes ficará a cargo da Leaf Turismo.

“A participação em feiras é uma das melhores estratégias para adquirir o conhecimento específico do setor, que é fundamental para a tomada de decisões. Além de captar informações importantes e de descobrir novas oportunidades, ainda é possível divulgar o potencial do seu próprio negócio em escala nacional e até, mundial. Mais do que por questão de sobrevivência, é pela evolução que vale a pena olhar o que o mundo está fazendo”, destaca Lorandi.

Empresas que são cumulativamente filiadas e associadas ao Simplás há mais de um ano e que estejam adimplentes com suas contribuições (sindical, dissídio e mensalidade) podem solicitar subsídio para participação em feiras. Inclusive fora do país. Os valores vão de R$ 500 a R$ 3 mil para um representante da empresa com cargo diretivo ou gerencial.

Diretor de Missões e integrante do Conselho Consultivo do Simplás, o empresário Nestor Travi aponta ainda para um valor de capitalização futura aos participantes:

“Para tornar-se exportador, leva muito tempo. E é nas feiras que se começa a desenvolver muito da cultura exportadora de uma empresa. Lá na frente, virão os dividendos. Então, é importante sair de casa, conhecer o que há ao redor, abrir os horizontes e depois, usar a criatividade”.

O cenário propício ao comércio exterior também é sublinhado pelo presidente do Sinplast, Edilson Deitos:

“A participação em feiras e missões leva à busca de um conhecimento destes mercados, tendências, novos designs de produto, novas tecnologias. Oportunidade de manter contato na prospecção de futuros representantes para determinado país ou região, aproveitando o momento favorável para a exportação de produtos transformados plásticos”.

Para o presidente do Simplavi, Ivânio Arioli, a participação em missões técnicas por parte dos empreendedores é sinônimo de qualificação.

“A realização de missões empresariais é, sem dúvida, uma excelente oportunidade para qualificar os empresários, pois facilita o acesso ao conhecimento da tecnologia que está disponível no mundo. Estar em sintonia com o desenvolvimento traz conhecimento e nos qualifica para sermos mais competitivos no mercado”.

Guia experimentado com quase duas décadas de feiras setoriais e missões técnicas internacionais, o diretor da Mediolanum, Max Bareta, observa que um maior número de adesões em cada grupo pode criar condições para redução de custos. E aponta outra vantagem no caso de quem vai e volta com participantes do mesmo Estado:

“Muitas vezes, entre os integrantes do próprio grupo surgem novos negócios. É praticamente uma feira dentro da feira: durante os contatos no ônibus, no avião, no hotel. É questão de aproveitar”.

Mais informações sobre o programa de missões conjuntas do setor plástico-petroquímico do Rio Grande do Sul podem ser obtidas com a agência Leaf Turismo ou diretamente com cada sindicato.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

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PICPlast promove capacitações em exportação e custos para empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas

30/06/2015

As capacitações foram realizadas em Maceió, e contaram com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast)

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O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoveu capacitação profissional em exportação e custos para mais de 30 empresas da indústria da transformação plástica, em Alagoas. A ação teve como objetivos aumentar a atuação dessas empresas no mercado internacional, com foco em aspectos técnicos e mercadológicos da exportação, e auxiliar as empresas a estruturarem modelos internos para otimizar relatórios, simular preços de produtos, administrar o fluxo de caixa, levantar os custos de cada produto, entre outros processos vitais para o gerenciamento de uma companhia. A capacitação contou com o apoio do Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast), e foi realizada no próximo dia 1 de julho, em Maceió.

Para o presidente do Sinplast, Gilvan leite, as ações do PICPlast ocorrem em um momento importante. De acordo com o executivo, a aproximação entre a Braskem, a ABIPLAST e os sindicatos estaduais demonstra o amadurecimento e união de toda a cadeia produtiva do plástico, especialmente nesse momento difícil vivido pela economia. “Iniciativas como essa asseguram o empresário de que algo está sendo feito para ele se desenvolver e construir um setor cada vez mais forte”, afirma Leite.

Hoje o Sinplast conta com cerca de 40 empresas associadas em todo o estado de Alagoas com ações para promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade da indústria. “Por meio do PICPlast plantamos uma semente, que já brotou e está dando frutos. Quem ganha com isso é a economia brasileira”, finaliza o presidente do Sinplast.

Os temas desenvolvidos na capacitação de “exportação” foram ministrados pelo Programa de Incentivo à Exportação do Plástico Brasileiro (Think Plastic Brazil), e a Aduaneiras, empresa que oferece consultorias, cursos, sistemas e informações voltadas para o comércio exterior. O primeiro tema abordou os processos de competitividade e globalização, planejamento estratégico de exportação e marketing internacional. O outro tema abordado foi voltado para os tipos de exportadores no Brasil, a dinâmica da operação de exportação e os incentivos fiscais destinados a esta operação.

Já a capacitação em custos e rentabilidade foi realizada pela consultoria financeira e de investimentos Advisia. Os participantes assistiram a demonstrações por meio de projeções sobre o funcionamento do modelo de operação: como a empresa pode fazer a alocação dos custos classificados por produto, como extrair os resultados por meio de relatórios pré-definidos e simular o preço necessário para atingir uma margem de lucro desejada. O modelo também ajudará os empresários a controlarem o fluxo de caixa, além de apresentar de forma detalhada os gastos por categoria de produto.

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira do Plástico (ABIPLAST), entidade que representa a indústria de transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia produtiva do plástico.

PICPlast em números (Setembro/2013 a Maio 2015)

598 transformadores plásticos participantes;
R$ 53 milhões investidos no programa de venda incentivada para exportação (até março 2015);
93 empresas participaram de eventos para promover seus produtos em diferentes segmentos de mercado;
276 empresas participantes do Fundo Setorial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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Fórum em Maceió discute indústria do plástico na região Nordeste

04/06/2014

Perspectivas para o setor, novos produtos, eficiência energética e inovação foram alguns dos temas propostos no evento

forum_alagoas_2014O Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast) promoveu no último dia 28, o II Fórum Regional da Indústria do Plástico no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), localizado na capital do Estado, Maceió. Na abertura do fórum estavam presentes o presidente do sindicato Wander Lôbo, o governador de Alagoas Teotonio Vilela Filho, o Diretor superintendente da Abiplast, PauloTeixeira,  e o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas,  Roberval Cabral. O evento apresentou as inovações nos produtos e processos industriais do setor, as fontes de energia disponíveis, discutiu reciclagem e eficiência energética no segmento e as alternativas para eliminação dos lixões nos municípios como forma de disposição final dos seus resíduos

O II Fórum Regional da Indústria do Plástico teve o apoio da FIEA, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da Associação das Empresas do Polo Multifabril de Marechal Deodoro (Assedi-MD), da Associação das Empresas do Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante (Adedi), da Braskem e do Governo de Alagoas.

Durante o evento, houve palestras sobre as perspectivas para o setor de transformados plásticos, com Paulo Teixeira, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast); sobre o Núcleo de Tecnologia do Plástico, com o gerente da Unidade Tabuleiro do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Cícero dos Anjos; e os resultados da pesquisa da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, com Everaldo Figueiredo, gerente da Unidade de Indústria do Sebrae Alagoas.

Também foram discutidos novos produtos no mercado do plástico e inovações em áreas específicas de transformação, com Antônio Rodolfo Junior, gerente de Engenharia de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado – PVC/Cloro Soda da Braskem; além da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com Ivo Milani, consultor de Projetos Socio-Ambientais da Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre); e sobre eficiência energética no setor de plásticos, com Sidnei Amano, engenheiro eletricista da WEG.

Roberval Cabral, diretor de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, destacou, durante a abertura, que o evento é uma sucessão do exitoso fórum anterior, que trouxe o que havia de mais atual em conhecimentos e informações sobre inovação e sustentabilidade no segmento.

“O que faz esse e outros segmentos em Alagoas darem certo é a parceria entre diversas instituições, sejam elas públicas, como o governo, ou privadas, como as empresas. E o resultado desse esforço está contabilizado. Mas é importante que todos aqueles envolvidos no processo continuem se capacitando e se atualizando sobre as inovações, tecnologias e boas práticas, pra que tudo isso seja aplicado nas empresas, fazendo-as crescerem e se desenvolverem com sustentabilidade”, registrou o diretor.

“A realização desse fórum demonstra como a linha traçada para desenvolver o segmento está firme: trazer renomados palestrantes de todo o Brasil, promover discussões, aprofundar conhecimentos e estabelecer diretrizes para o futuro demonstram a vontade de levar adiante esse projeto. Isso tudo e a governança diferenciada, que alia gestão pública, sociedade civil e empresarial, sindicatos, etc., têm sido responsáveis pela recuperação do estado, que passou anos na estagnação. O resultado disso, por exemplo, é Alagoas com um Produto Interno Bruto (PIB) cujo crescimento é maior que a média do Nordeste”, complementou Teotônio Vilela Filho, governador de Alagoas.

Cadeia Produtiva da Química e do Plástico

Desde 2006, o Sebrae Alagoas  e os demais integrantes da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas – Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), Sistema Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Braskem, Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Sindicato das Indústrias de Plástico e Tintas de Alagoas (Sinplast), Associação dos Dirigentes das Empresas do Distrito Industrial (Adedi), Associação das Empresas do Distrito Industrial de Marechal Deodoro (Assedi/MD) e Algás – têm trabalhado nesse projeto estruturante.

O objetivo é realizar consultorias, capacitações técnicas em termoplásticos e em gestão (como Gestão de Pessoas, Gestão Financeira, 5S, Como Vender Mais e Melhor), gerando melhorias na formação dos colaboradores e o consequente aumento de produtividade, além de ações de mercado e acesso a eventos, como é caso da participação em feiras como a Interplast, Feiplastic, Embala Nordeste e Feira K.

Esse trabalho vem gerando resultados expressivos. De 2009 a 2014, houve um aumento de 103% no número de pequenas indústrias instaladas no estado, passando de 33 para 67 empresas; houve redução de 2,4% para 0,7% no índice de desperdício de matéria-prima nas indústrias, o que equivale a cerca de 85 ton/mês de resina. Além disso, foi registrado um aumento de 51.831,91 ton/ano para 100 mil ton/ano na quantidade de plástico desmanchado em Alagoas; por fim, houve um aumento de 75,92% no número de ocupações geradas no setor, aumentando de 1.690 para 2.973 empregos gerados nas pequenas empresas atendidas pelos projetos e ações do Sebrae e seus parceiros.

Fonte: Sebrae-AL / Abiplast

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Sindicatos da Indústria plástica gaúcha iniciam articulação conjunta do setor

27/06/2013

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Sindicatos do setor plástico começam ciclo de reuniões mensais nesta quinta-feira (27) em Caxias do Sul

Detentor do segundo lugar no ranking nacional da indústria da transformação, com 1.316 empresas, o equivalente a 11,3% da capacidade instalada em todo o Brasil, e do terceiro lugar na geração de empregos, com 30.595 trabalhadores, correspondendo a 8,8% dos contratados do país, o Rio Grande do Sul ganha nesta quinta-feira (27) um foro inédito de articulação setorial. A partir das 17h, no Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), em Caxias do Sul, os três sindicatos que representam as empresas do segmento plástico gaúcho passam a cumprir um cronograma de reuniões mensais para definir e encaminhar pleitos conjuntos. Haverá alternância de sede a cada encontro.

O Simplás representa cerca de 500 empresas instaladas nos municípios de Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real. O bloco de entidades de classe se completa com o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi), compreendendo a área de Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul, Santa Tereza e Pinto Bandeira, e o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast), de abrangência estadual.

“A ideia foi lançada e aceita na última reunião-janta do Simplás (dia 10 de junho, em Caxias do Sul). A partir de agora vamos nos reunir mensalmente para buscar alinhamento nas ações, elaborar estratégias de médio e longo prazo, discutir saídas para problemas comuns a todo setor e a melhor forma de encaminhar nossos pleitos”, explica o presidente do Simplás, Orlando Marin.

Conforme o dirigente, dois exemplos de temas que devem merecer exame mais apurado por parte do grupo são os altos custos de energia elétrica e matéria-prima, que comprometem substancialmente a competitividade da indústria de transformação gaúcha.

Para o primeiro encontro são esperados, além de Marin, o 1o vice-presidente do Simplás, Jaime Lorandi, o diretor executivo do Simplás, Zeca Martins, o presidente do Simplavi, Ivanio Arioli, o 2o vice-presidente do Simplavi, Emílio Ristow, e o presidente do Sinplast, Edilson Deitos.

Fonte: Simplas

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Fórum gaúcho mostra importância da Reciclagem Energética

04/10/2010

Entidades e órgãos públicos obtêm consenso sobre o tema em Porto Alegre

Cerca de 150 pessoas, entre empresários, gestores públicos e estudantes, participaram do 1° Fórum Gaúcho de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos, que a Plastivida e o SINPLAST realizaram no dia 23 de setembro, no Plenário Mercosul da FIERGS, em Porto Alegre.

Ao abordar a Reciclagem Energética – processo de queima do lixo urbano com geração de energia – o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, destacou a importância dos plásticos nesse processo, por substituírem o óleo diesel ou o óleo combustível. Na prática, isso significa mais uma utilidade para os plásticos que são descartados.

O diretor superintendente da ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, afirmou que o processo de convencimento de parte dos gestores públicos para a adoção de sistemas de Reciclagem Energética é necessário, mas difícil, devido à concorrência desleal dos lixões irregulares. “É inadmissível que um país como o Brasil ainda tenha depósitos completamente inadequados e irregulares de lixo que, além de toda a poluição que representam, inviabilizam a implantação de projetos sérios”, disse.

Houve consenso entre as entidades em que a geração de energia a partir de resíduos sólidos é um dos itens integrantes de uma solução ampla para o lixo urbano, que inclui Redução, Reutilização e Reciclagem Mecânica dos plásticos. Também houve concordância em que a Reciclagem Energética é complementar ao trabalho dos catadores, e não o substitui.

O evento teve ampla repercussão na grande mídia local e deverá se repetir em outras capitais.

Fonte: Plastivida

Sindicatos do segmento plástico do Rio Grande do Sul homenageiam Braskem pela inauguração da Planta Verde

30/09/2010

Da esq. para dir.: Alfredo Schmitt – presidente do Sinplast; Emílio Ristow – presidente do Simplavi; Bernardo Gradin, presidente da Braskem; Orlando Marin, presidente do Simplás e Rui Chammas, vice-presidente da Braskem (foto:Jefferson Bernardes)

O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, o Sinplast – Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul e o Simplavi – Sindicato das Indústrias de Materiais Plásticos do Vale dos Vinhedos entregaram um troféu em homenagem à inauguração da Planta Verde da Braskem.

Os três presidentes dos Sindicatos prestaram homenagem ao presidente da petroquímica, Bernardo Gradin, “pela iniciativa de contribuir com o desenvolvimento, porém com sustentabilidade”.

A Braskem inaugurou no dia 29 de setembro, no Pólo Petroquímico de Triunfo – RS, a maior unidade industrial de eteno derivado de etanol do planeta, que vai permitir a produção de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano. Com o início das operações, a empresa passa a fornecer ao mundo resina de origem renovável e avança em sua estratégia de tonar-se líder mundial em química sustentável, com diversificação das suas fontes de matéria-prima competitiva. Foram investidos cerca de R$ 500 milhões no projeto, concebido com tecnologia própria da companhia.

Fonte: Núcleo Comunicação e Marketing

Sinplast e Plastivida promovem evento sobre Reciclagem Energética em Porto Alegre

10/09/2010

Fórum abordará o papel dos plásticos nesta solução inovadora para a destinação dos resíduos sólidos urbanos.

A Plastivida e o SINPLAST (Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul) realizarão o 1º Fórum Gaúcho de Reciclagem Energética de Resíduos Sólidos com Ênfase em Plásticos, no dia 23 de setembro, das 8h30 às 16h00, no Plenário Mercosul da FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre.

O presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, realizará palestra sobre Reciclagem Energética de Plásticos: Solução para o Lixo Urbano. Por indicação da Plastivida, Carlos R. V. Silva Filho, da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), traçará um Panorama da Gestão de Resíduos no Brasil e no Mundo; e Carlos Alberto Rodrigues da Silva, da EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), abordará os Fatores de Influência na Tomada de Decisão para Destinação de Resíduos.

Outras palestras versarão sobre temas como a coleta seletiva de lixo, os fatores de sucesso na recuperação de resíduos sólidos urbanos e as linhas de financiamento para o setor. O evento conta com o apoio da FIERGS, FECOMERCIO-RS, ABRELPE, EMAE, Braskem e Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.

A entrada é franca e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3364-4503 ou pelo e-mail sinplast@sinplast.org.br.

Fonte: Plastivida

Empresários do setor de plásticos reúnem-se em Joinville e reinvidicam isenção tributária para o plástico reciclado.

25/08/2010

Os sindicatos da indústria de plásticos  dos estados de Santa Catarina,  Paraná,  Rio Grande do Sul e  mais de 80 lideranças do setor subscreveram a “Carta de Joinville”  durante reunião realizada paralelamente à Feira Interplast, na sede da SOCIESC.

O segmento de plásticos vai desenvolver esforços no sentido de reinvidicar a isenção da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados para as matérias primas usadas no segmento de reciclagem.  A alíquota atual gira em torno de 5 a 15%.

O setor de reciclagem deseja também que o BNDES disponibilize recursos para as empresas do segmento com faturamento inferior a 10 milhões de reais por ano para modernização do parque fabril e capital de giro.

Da esquerda para a direita: Aladir Vitola (Cirplasul), Felinto Koeber (Simpesc), Manuel Gonzales (Simplast/RS), Djalma Azevedo (Sindiplast/RS), Robson (Induplast/SC), Luiz Henrique Hartmann (Sinplast/RS), Orlando Marin (Simplas/RS), Merehg Cachum (Sindiplast/SP), Albano Schmidt (Fiesc/Simpesc), Denise Dybas Dias (Simpep/PR), Alfredo Schmidt (Abief), Alceu Lorenzon (Sindiplast/SC), Roger Belisário (Arerj/Sindieco), Marcio Vacaro (Sindiplast/SC), Michele Araujo Ferreira (Senado Federal), Dlama Velho Azevedo (Sindiplast/SC), João Durval A. Neto (Simplavi/RS), Moacir Martins (Sociesc)

CARTA DE JOINVILLE

1. INTRODUÇÃO

Este documento chamado de “CARTA DE JOINVILLE” foi elaborado após amplo debate preliminar dos representantes dos sindicatos ligados à categoria de RECICLAGEM, bem como também na reunião de mobilização e organização do setor, realizada no dia 24 de Agosto de 2010 na cidade de Joinville – SC.

O presente documento é uma carta de reivindicação de empresários, entidades e sindicatos abaixo relacionados, ligados ao setor do plástico em defesa da cadeia da reciclagem, setor que vem encontrando extremas dificuldades econômicas.

2. OBJETIVOS E REINVINDICAÇÕES DO SETOR:

A busca de Incentivos fiscais e econômicos para a cadeia de reciclagem no Brasil, principalmente no âmbito do tributo federal IPI, através da aprovação imediata de uma das duas medidas abaixo relacionadas:

1) PL 510/2009 da Senadora Serys Slhessarenko com revisão, acrescentando alterações no atual formato tributário. Consideramos que a isenção do IPI seria a opção mais adequada.

2) Medida Provisória 476/09 com a emenda do relator Deputado Leonardo Quintão, onde as indústrias terão direito a obter crédito presumido do IPI na compra de matéria-prima decorrente de resíduos sólidos, de qualquer tipo de empresa industrial ou comercial (a proposta inicial limitava este crédito apenas a compras de cooperativas).

Consideramos que qualquer das medidas é benéfica ao setor.

Aproveitamos a oportunidade para demandar linhas de créditos facilitadas e específicas para a cadeia da reciclagem, com taxas de juros diferenciadas, para a modernização do obsoleto parque industrial, assim como capital de giro. Relatamos que o programa do Próplástico não contempla o setor em virtude de que a grande maioria das empresas não se enquadram nas exigências do programa.

São signatários desta carta:

Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC); Simpesc-SC; Sindiplast-SC; Sinplasc-SC; Simpep-PR; Sintrofab-PR; SimplasNP-PR; Simplas-RS; Sinplast-RS; Simplavi-RS; Sindieco-RJ; Sindiplast-SP;

Entidades presentes no evento e apoiadoras:

INP, ABIPLAST,  PLASTIVIDA, ARERJ-RJ, SOCIESC-SC, ABIEF, MAXIQUIM, BRASKEM, CIRPLASUL, ABIRP-SP, ANAP-SP, FIESC-SC

Fonte:  SIMPESC / SOCIESC