Posts Tagged ‘Sindiplast’

Semana do Plástico ES terá como temas a imagem e a reciclagem dos plásticos

03/10/2019

“Fortalecimento da imagem e reciclagem do plástico” é o tema central da 12ª Semana do Plástico, que será realizada de 28 de outubro a 3 de novembro, pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES), com o intuito de fortalecer o setor de Transformados Plásticos e aproximar as empresas associadas. O evento, que acontecerá na Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), contará com palestras, Interface Setorial, capacitação, premiações e ação de educação ambiental.

As ações, que têm como objetivo levar as pessoas a uma reflexão quanto ao uso responsável do plástico, vão abordar aspectos como o descarte, o reuso e o potencial mercadológico do plástico para a sustentabilidade e o meio ambiente.

“A intenção é apresentar soluções que evidenciem a importância do plástico para a sociedade, destacando o viés socioambiental, a logística reversa, a economia circular e a reciclagem. Esses assuntos devem ser prioritários, aliados ao fortalecimento de tecnologias relacionadas à reciclagem e à educação”, destaca o presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo.

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 28 de outubro, às 19h30, no Salão da Indústria. Na ocasião, serão divulgados os vencedores do Inova Plast, do melhor aluno da Escola do Plástico, do Empresário Destaque e da Gincana do Plástico – Tampinha Legal. Ao longo da Semana do Plástico haverá também capacitação para empresários, encontro de negócios, palestras e visitas técnicas. O encerramento do evento será com uma ação de conscientização para o uso correto do plástico.

Ações de qualificação e de relacionamento

A programação do principal evento do setor de Plásticos capixaba é voltada também à qualificação e ao relacionamento. No segundo dia, 29 de outubro, os empresários participarão da Interface Setorial, começando com palestra sobre microcrédito com o presidente da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), Alberto Gavini. Mais tarde, o Gerente do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás, Durval Vieira, irá falar sobre os investimentos e oportunidades no Espírito Santo.

Na quarta-feira, dia 30 de outubro, acontece o workshop “Ideia para inovação” para a capacitação de empresários, no Plenarinho da Findes, por meio do Programa PicPlast, com a participação do FindesLab e do Sebrae-ES. Durante toda a semana, entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, à noite, serão realizadas palestras técnicas e minicursos, na Escola Senai do Plástico, no Civit, na Serra.

No dia 1º de novembro, os ganhadores da Gincana Tampinha Legal participarão de visita a uma indústria e à Unidades Operacionais, no Civit, na Serra.

A 12ª Semana do Plástico será encerrada no dia 3 de novembro com uma ação de conscientização organizada pelo Instituto Guaiamum, no Shopping Boulevard, em Vila Velha. Com o tema “Educação para o uso correto do plástico”, será montado um espaço para dialogar com o público sobre o ciclo do plástico, o descarte do material e sua importância para a economia.

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José Ricardo Roriz Coelho é reeleito presidente da Abiplast e do Sindiplast-SP

06/08/2015

Mandato das novas diretorias estende-se até agosto de 2019

roriz_1A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST) reelegeram José Ricardo Roriz Coelho (foto) para a presidência de ambas entidades na sexta-feira, 31 de julho de 2015.

A eleição foi feita por aclamação na Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e com maioria plena dos votos do Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST).

As novas diretorias tomarão posse em 1o de setembro de 2015 para os mandatos que expiram em agosto de 2019.

Na ABIPLAST, o presidente José Ricardo Roriz Coelho contará com os empresários Alberto Geromini e Otto von Sothew nas 1a e 2a vice-presidências, respectivamente.

No SINDIPLAST, o 1º vice-presidente será Aurelio de Paula e o 2º vice-presidente, Rogerio José Mani.

Desafios serão enfrentados

“Vamos continuar firmes na defesa dos diversos segmentos que compõem a indústria de transformação do plástico”, afirma Roriz. “Nosso setor tem sofrido as consequências da estagnação econômica, da inflação crescente e da desinformação. Lidamos com normas e leis arbitrárias, as quais prejudicam não apenas nosso desempenho, mas afetam toda a sociedade. Estamos preparados para enfrentar os antigos e os novos desafios. Afinal, prezamos o futuro das nossas empresas. E, acima de tudo, somos brasileiros e sabemos que somente um país com uma indústria forte tem chances reais de superar a crise e inaugurar um ciclo virtuoso de crescimento”, conclui José Ricardo Roriz Coelho.

Fonte: Abiplast

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Sindiplast-SP promove 5o. Workshop sobre Sistema de Logística Reversa

05/07/2013

 Abiplast_Logistica-Reversa

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Aumenta o número de empregos na indústria de transformação de plásticos em São Paulo

25/06/2013

Segundo o jornal “Folha de São Paulo”, houve uma ampliação das contratações da indústria de transformação de plásticos no Estado de São Paulo nos primeiros meses de 2013.  A indústria de plásticos paulista abriu 2.670 novas vagas entre Janeiro e Abril deste ano, em comparação com apenas 173 em igual período do ano passado.

O aumento no número de vagas ocorreu a despeito do setor de plásticos e borracha não ter crescido em termos de produção no primeiro quadrimestre de 2013 (a produção no estado de São Paulo registrou uma ligeira queda de 0,03% em comparação com o mesmo período de 2012). A indústria de transformação, em geral, cresceu 3 %.

Os dados, fornecidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego, sinalizam uma recuperação em relação ao ano 2012, que foi fraco em termos de produção e crescimento de empregos.

A razão para tal recuperação, segundo o SindiPlast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo) foi a desoneração da folha de pagamentos implementada pelo governo federal no ano passado.

Como resultado da desoneração, alguns setores  deixaram de pagar 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de salários, passando a contribuir com um percentual de 1% ou 2% sobre o faturamento anual bruto.

“Você paga praticamente o mesmo imposto se tiver 10, 100 ou 1.000 empregados”, afirma  José Ricardo Roriz Coelho, presidente do Sindiplast.

Em todo o País, o número de empregos na indústria de transformação de plásticos dobrou.  O número de novos funcionários nessa indústria passou de 3.651 novos funcionários no primeiro quadrimestre de 2012 para 7.427 em igual período de 2013.

“O problema é que não aumentamos o volume de produção e de vendas porque está caro transformar plástico no Brasil”, continua Roriz.

“Perdemos com a importação de produtos de países asiáticos e da América do Sul”, finaliza o presidente do Sindiplast, que também é diretor de competitividade da Fiesp e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos).

Dados adicionais indicam também que o preço de produtos plásticos subiu 3% no primeiro quadrimestre deste ano. O aumento acumulado dos últimos foi de 9,18%.

Fonte: Abiplast / Folha de São Paulo

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“Temos de produzir aqui o que os brasileiros querem comprar”

14/03/2013

Artigo de José Ricardo Roriz Coelho

Não é só juro alto que mantém os preços de nossos produtos e serviços e a inflação sob controle. Para isso, a concorrência é fundamental! Juros altos por tanto tempo ajudaram a provocar um longo período de valorização da nossa moeda, que, aliado à baixa produtividade, pesada carga tributaria, falta de infraestrutura adequada, burocracia, aumento dos gastos do governo com pouca eficácia na sua utilização, afastou o investimento e destruiu a capacidade competitiva do Brasil. O País pagou desnecessariamente muito tempo cerca de R$ 19 bilhões em juros para cada 1% de aumento de Selic, sendo que uma boa parte desse valor poderia ter sido aplicada na infraestrutura e/ou desoneração dos investimentos.

Enquanto isto, felizmente, a disponibilidade maior de crédito, aumento do poder de compra dos salários e inclusão social resultante dos corretos investimentos do governo em erradicação da miséria aumentaram a renda dos brasileiros, que foram às compras! Com renda per capita até US$ 5.000/ano, as pessoas procuram atender as suas necessidades básicas. Quando ultrapassam esse patamar, situação na qual nos encontramos hoje, elas passam a ter acesso a mais serviços, bens duráveis e produtos manufaturados. E são justamente estes últimos, que tanto encantam os consumidores, que perdemos a capacidade de produzir aqui a preços competitivos. Depois que a nossa renda per capita ultrapassar US$ 20 mil, com melhora da qualidade da educação e com os salários mais altos, cairá a participação dos manufaturados no PIB, aumentando a de serviços e de produtos de maior conteúdo tecnológico. Porém, isso esta longe de acontecer!

A falta de concorrência, e o baixo investimento jogaram os preços de serviços administrados pelo governo e os de produtos de grandes oligo/monopólios nas alturas. O custo do capital, carga tributária, salários crescentes com queda da produtividade e o baixo interesse de investir para competir com produtos importados, que a cada dia ficavam mais fortalecidos com a valorização do Real, afastaram a possibilidade de aumento de oferta da produção brasileira. A consequência disso é que a parcela de ampliação do nosso mercado advinda do crescimento da renda do brasileiro acabou sendo capturado pelos produtos importados.

Se não tivermos capacidade de produzir aqui os manufaturados que nossa população comprará devido ao aumento de sua renda, as importações desses bens, de alto valor agregado, serão crescentes. E de que adianta esse processo de ascensão socioeconômica, inclusão social e maior massa salarial, se os produtos nacionais são os mais caros do mundo? Por que o brasileiro tem de pagar mais caro por tudo? Imaginem os nossos consumidores com a renda de hoje se os produtos e serviços aqui oferecidos tivessem os preços das lojas de Miami ou das principais capitais asiáticas!

A questão prioritária é: como permitir que o Brasil volte a ter condições de concorrer e continue aumentando a renda de seu povo como tem acontecido nos últimos nove anos? Só temos um caminho: investimento. Apesar de alguns avanços importantes e corajosos definidos pelo governo no último ano, o investimento só virá a partir do momento em que se consolidem alguns preceitos no País: ambição de ser melhor do que os nossos concorrentes; condições adequadas para crescermos muito mais do que se tem verificado; previsibilidade com planos e metas de curto, médio e longo prazos bem definidas; melhora da capacidade de gestão e execução; regras claras associadas à desoneração do investimento; simplificação dos processos, com menos burocracia; melhora da qualidade do ensino; acordos comerciais inteligentes com outros países; melhor distribuição da carga tributaria, com simplificação, não se onerando tanto o custo de se produzir.

Ademais, precisamos melhorar a nossa infraestrutura e, principalmente, convencer os investidores de que voltem a acreditar no Brasil. Sem investimentos, ficaremos com a inovação a reboque dos nossos concorrentes! E hoje a inovação, fundamental para atender às exigências cada vez maiores dos consumidores, ocorre onde as coisas acontecem e onde os produtos são fabricados. O importante é recuperar a capacidade de concorrer com vantagem, que perdemos, já faz um bom tempo.

José Ricardo Roriz Coelho é presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e do Sindiplast.

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Especialista americano retorna ao Brasil para apresentar seminário “Troubleshooting – Resolução de Defeitos em Injeção de Plásticos”

14/09/2012

Seminário “Moldagem Científica” em Joinville, em Dezembro de 2010

O especialista americano em injeção de plásticos, Bill Tobin, apresentará o seminário “Troubleshooting – Resolução de Defeitos de Moldagem em Injeção de Plásticos” no próximo mês de novembro, nas cidades de São Paulo,  Caxias do Sul, Belo Horizonte, Joinville e Manaus. Bill Tobin já esteve no Brasil anteriormente em 2010 e 2011, apresentando o seminário “Moldagem Científica”, o qual foi muito bem recebido pelos participantes.  Entre os 240 profissionais que assistiram a “Moldagem Científica” no Brasil,  mais de 90 % avaliaram o seminário como sendo Ótimo / Bom e informaram que estariam dispostos a assistir outro seminário com Bill Tobin. “Moldagem Científica” foi apresentado em São Paulo, Caxias do Sul, Joinville, Manaus, Rio de Janeiro, Maceió, Curitiba e Porto Alegre.

Neste ano, o seminário “Troubleshooting” será apresentado também em Belo Horizonte dentro da Feira Mecplast, que ocorrerá pela primeira vez em Minas, em conjunto com a Feira de Mecânica MecMinas.

O Seminário “Troubleshooting – Resolução de Defeitos em Injeção de Plásticos”, organizado pela Plassoft Tecnologia Ltda., conta com o apoio da ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plásticos e dos Sindicatos da Indústria do Plástico de São Paulo (SINDIPLAST), do Nordeste Gaúcho (SIMPLÁS), do Estado de Santa Catarina (SIMPESC), do Estado do Amazonas (SIMPLAST), do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (CIEAM), da Feira do Plástico, Borracha, Ferramentas e Moldes (MECPLAST), da Revista Plástico Sul e do Blog do Plástico.

O seminário ocorrerá nas seguintes datas:

05/11/2012 – Caxias do Sul

07/11/2012 – São Paulo

09/11/2012 – Belo Horizonte

12/11/2012 – Joinville

14/11/2012 – Manaus

Está sendo oferecido um desconto de 15% nas inscrições realizadas até o próximo dia 10 de outubro. Associados aos Sindicatos apoiadores e à Abiplast tem um desconto adicional sobre o valor da inscrição. Para as empresas que efetuarem 4 inscrições, é oferecido o bônus de uma quinta inscrição gratuita. As inscrições são realizadas através do site www.plassoft.com.br/seminario .

O seminário terá tradução simultânea realizada por especialista em plásticos.

Ao concluir o seminário, o participante adquirirá metodologias que poderão ser imediatamente aplicadas no seu trabalho para melhorar a qualidade dos produtos e reduzir custos, eliminando desperdício e geração de refugo e aumentando a lucratividade da empresa onde trabalha. O seminário foi desenvolvido para proporcionar um melhor entendimento do processo de injeção e dos fatores que contribuem para se obter peças defeituosas. Será mostrado também como eliminar ou minimizar esses fatores. A metodologia apresentada para resolver problemas de injeção poderá beneficiar mesmo aqueles profissionais com muita experiência. Os profissionais que mais obterão proveito deste seminário são: os Técnicos de Regulagem, Operadores líderes, Supervisores de Injeção, Engenheiros de produção, máquina e molde e Inspetores e Supervisores da área de qualidade. Todos os participantes receberão um CD contendo o livro de Bill Tobin  “Troubleshooting Injection Molded Parts”.

Bill Tobin é um conferencista, professor e autor internacionalmente reconhecido e muito solicitado para cursos e seminários na área de Injeção de Plásticos. Ele vem apresentando seminários há vários anos em diferentes cidades dos Estados Unidos, China, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, México, Israel, Marrocos, Arábia Saudita e Brasil. Bill Tobin tem mais de 40 anos de experiência na área de Plásticos, Membro Senior da Society of Plastics Engineers, é autor de 23 livros técnicos e mais de 250 artigos técnicos publicados em diferentes revistas especializadas. Ele tem um estilo de treinamento divertido, informativo e cadenciado.

Informações adicionais sobre o evento, inclusive sobre o programa do seminário, podem ser obtidas no site www.plassoft.com.br/seminario, através dos telefones (71) 3351 6880 ou (11) 98580 0212, pelo email info@plassoft.com.br. As informações podem também ser obtidas junto aos Sindicatos regionais que estão apoiando o evento.

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Empresários do setor de plásticos reúnem-se em Joinville e reinvidicam isenção tributária para o plástico reciclado.

25/08/2010

Os sindicatos da indústria de plásticos  dos estados de Santa Catarina,  Paraná,  Rio Grande do Sul e  mais de 80 lideranças do setor subscreveram a “Carta de Joinville”  durante reunião realizada paralelamente à Feira Interplast, na sede da SOCIESC.

O segmento de plásticos vai desenvolver esforços no sentido de reinvidicar a isenção da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados para as matérias primas usadas no segmento de reciclagem.  A alíquota atual gira em torno de 5 a 15%.

O setor de reciclagem deseja também que o BNDES disponibilize recursos para as empresas do segmento com faturamento inferior a 10 milhões de reais por ano para modernização do parque fabril e capital de giro.

Da esquerda para a direita: Aladir Vitola (Cirplasul), Felinto Koeber (Simpesc), Manuel Gonzales (Simplast/RS), Djalma Azevedo (Sindiplast/RS), Robson (Induplast/SC), Luiz Henrique Hartmann (Sinplast/RS), Orlando Marin (Simplas/RS), Merehg Cachum (Sindiplast/SP), Albano Schmidt (Fiesc/Simpesc), Denise Dybas Dias (Simpep/PR), Alfredo Schmidt (Abief), Alceu Lorenzon (Sindiplast/SC), Roger Belisário (Arerj/Sindieco), Marcio Vacaro (Sindiplast/SC), Michele Araujo Ferreira (Senado Federal), Dlama Velho Azevedo (Sindiplast/SC), João Durval A. Neto (Simplavi/RS), Moacir Martins (Sociesc)

CARTA DE JOINVILLE

1. INTRODUÇÃO

Este documento chamado de “CARTA DE JOINVILLE” foi elaborado após amplo debate preliminar dos representantes dos sindicatos ligados à categoria de RECICLAGEM, bem como também na reunião de mobilização e organização do setor, realizada no dia 24 de Agosto de 2010 na cidade de Joinville – SC.

O presente documento é uma carta de reivindicação de empresários, entidades e sindicatos abaixo relacionados, ligados ao setor do plástico em defesa da cadeia da reciclagem, setor que vem encontrando extremas dificuldades econômicas.

2. OBJETIVOS E REINVINDICAÇÕES DO SETOR:

A busca de Incentivos fiscais e econômicos para a cadeia de reciclagem no Brasil, principalmente no âmbito do tributo federal IPI, através da aprovação imediata de uma das duas medidas abaixo relacionadas:

1) PL 510/2009 da Senadora Serys Slhessarenko com revisão, acrescentando alterações no atual formato tributário. Consideramos que a isenção do IPI seria a opção mais adequada.

2) Medida Provisória 476/09 com a emenda do relator Deputado Leonardo Quintão, onde as indústrias terão direito a obter crédito presumido do IPI na compra de matéria-prima decorrente de resíduos sólidos, de qualquer tipo de empresa industrial ou comercial (a proposta inicial limitava este crédito apenas a compras de cooperativas).

Consideramos que qualquer das medidas é benéfica ao setor.

Aproveitamos a oportunidade para demandar linhas de créditos facilitadas e específicas para a cadeia da reciclagem, com taxas de juros diferenciadas, para a modernização do obsoleto parque industrial, assim como capital de giro. Relatamos que o programa do Próplástico não contempla o setor em virtude de que a grande maioria das empresas não se enquadram nas exigências do programa.

São signatários desta carta:

Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC); Simpesc-SC; Sindiplast-SC; Sinplasc-SC; Simpep-PR; Sintrofab-PR; SimplasNP-PR; Simplas-RS; Sinplast-RS; Simplavi-RS; Sindieco-RJ; Sindiplast-SP;

Entidades presentes no evento e apoiadoras:

INP, ABIPLAST,  PLASTIVIDA, ARERJ-RJ, SOCIESC-SC, ABIEF, MAXIQUIM, BRASKEM, CIRPLASUL, ABIRP-SP, ANAP-SP, FIESC-SC

Fonte:  SIMPESC / SOCIESC