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OFMRS implanta planta de separação de resíduos sólidos urbanos da Stadler no México

27/11/2020

Unidade irá recuperar materiais como plásticos, papelão, papel, tetrapack, vidros e materiais ferrosos e não ferrosos.

O México está entre os 10 maiores geradores de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) em todo o mundo devido ao seu grande tamanho e população. Em números, gera cerca de 120.000 toneladas por dia ou 44 milhões por ano, aproximadamente. A este panorama geral, acrescenta-se um aumento específico de resíduos (estimado entre 3,3 e 16,5% segundo um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Ecologia e Mudanças Climáticas do México) derivado do período de quarentena da população, que afetou os padrões de consumo e os tratamentos de saúde. Neste contexto, ganham especial importância as novas centrais de triagem, baseadas na automação na gestão de resíduos, que permitem melhorar a situação ambiental e promover a economia circular.

“A Stadler quer ser o promotor da mudança que o México precisa para criar um padrão de economia verde com a contribuição de inovações tecnológicas e modelos de negócios. Ambos, sem dúvida, se traduzirão em vantagens ambientais, sociais e econômicas”, afirma Natalya Duarte (foto), Diretora Comercial da Stadler no México.

Uma nova planta de separação da empresa Operador Ferroviário e Gestão de Aterros (OFMRS) aponta nessa direção. Esta empresa privada, principalmente dedicada à destinação final de RSU, trabalhou com a Stadler para desenvolver na cidade de Cuautla (Morelos, México) uma planta capaz de gerenciar o tratamento integral de resíduos de 16 municípios de Morelos e uma pequena parte da Cidade do México.

“Este projeto nasceu de uma visão comum de gestão de resíduos, por parte da OFMRS e da Stadler, que culminou numa abordagem tecnológica e no desenvolvimento de um modelo diferente do atual modelo de aproveitamento”, afirma Natalya Duarte. “O objetivo era possibilitar a recuperação dos diversos tipos de embalagens e materiais recicláveis para reintegrá-los, tantas vezes quanto possível, nas diversas cadeias produtivas. Com esse modelo inovador de negócio e gestão, esses tipos de projetos se tornam economicamente viáveis e sua rentabilidade também é aumentada graças ao alto grau de eficiência de separação e da pureza dos materiais”.

Por sua vez, Crisóforo Arroyo, Gerente Geral do aterro La Perseverancia, confirma sua confiança na Stadler: “Nossa decisão de investir e realizar o projeto com a Stadler não se baseou apenas na reputação de ser uma empresa tecnológica alemã séria e líder no setor. Também valorizamos o desenvolvimento de um projeto abrangente que seja sustentável e que leve em consideração as condições do mercado nacional”.

“Esta nova planta traz múltiplos benefícios para nossos objetivos: obtenção de um biogás mais puro; redução da pegada de carbono; alianças estratégicas com recicladores e processadores dos materiais valorizados nas embalagens verdes; reintegração de materiais valiosos dentro de uma economia circular; contribuição de um valor compartilhado baseado na sustentabilidade e na qualidade; e geração de empregos na região”, destaca Crisóforo Arroyo.

“Queremos que este projeto seja uma plataforma de troca de conhecimentos entre os diversos agentes envolvidos na cadeia da reciclagem. Além disso, que seja também um laboratório contínuo onde novos processos de gestão de resíduos possam ser colocados à prova a nível nacional”, afirma Natalya Duarte.

OFMRS, um processo baseado em automação e tecnologia

Seguindo esta abordagem baseada na economia circular, os pontos de diferenciação mais relevantes do projeto OFMRS são o seu elevado grau de automatização (um dos mais importantes a nível nacional); a capacidade de separar por tipo de polímero e cor; e o modelo de gestão proposto.

Com área de 3.800 m2 e capacidade máxima de 640-700 t / dia, a OFMRS realiza a separação, classificação, compactação e comercialização de RSU, recuperando materiais como papelão, papel, tetrapack, plásticos, vidros e materiais ferrosos e não ferrosos. Da mesma forma, recupera o biogás de resíduos orgânicos por meio de dois motores-geradores de 1 MW ,com capacidade de geração de 2 MW de energia, fornecidos pela rede CFE a duas empresas no estado do México.

O equipamento da fábrica, constituído por um sistema fechado automatizado, é composto também por 10 equipamentos e 35 esteiras transportadoras e recirculantes.

O processo inicia-se com o recebimento do RSU que, após várias etapas e eliminação dos resíduos “não recuperáveis”, são submetidos a três tipos de separação: em primeiro lugar, os resíduos finos, metálicos e orgânicos, que são conduzidos para um recipiente de rejeitos; em segundo lugar, são separados os resíduos planos ou 2D (papelão, papel, filme e tetrapack); e finalmente são triados os resíduos engarrafados ou 3D (PET, HDPE, PP, tetrapack e alumínio). Esses dois últimos tipos de resíduos vão para uma zona de separação manual para sua correta classificação. Por fim, a esteira transportadora chega à prensa, dando origem ao produto final: fardos de resíduos recuperáveis (papelão, papel, filme, tetrapack, PET, HDPE, PP e alumínio).

Foco: a economia circular e o cuidado com o meio ambiente

Para melhorar as práticas de trabalho, a produtividade, a segurança no trabalho e o cuidado com o meio ambiente, a OFMRS vem incorporando a norma internacional ISO em todos os seus processos desde meados de 2020: o 9001 para a qualidade; 45001 para segurança do trabalho e 14000 para meio ambiente.

Como afirma Natalya Duarte: “Este é o primeiro projeto no México que integra diferentes atores da cadeia da reciclagem para cuidar do meio ambiente. É também o primeiro projeto a nível nacional em que o objetivo é a industrialização e profissionalização do processo, procurando a máxima eficiência no aproveitamento e pureza dos materiais e incorporando processos de produção de qualidade, sob as premissas dos certificados mais exigentes. Entre eles, o ISO”.

“A incorporação da tecnologia Stadler, já testada, integra-se na criação de um modelo de negócio atraente do ponto de vista da utilização, valorização e reciclagem de resíduos. Com esta valorização de resíduos, diminui-se a exploração dos recursos naturais e diminui-se o consumo de água e energia”, acrescenta a OFMRS.

Fundada em 1791, a Stadler possui mais de 450 funcionários e dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua linha de produtos para reciclagem e classificação inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos. A empresa afirma trabalhar em colaboração com seus clientes para alcançar projetos otimizados. Segundo a Stadler, sua forma de atuação passa pela assessoria ao longo de toda a jornada do projeto e na abordagem do modelo de negócio. A empresa afirma que seu envolvimento abrange desde a estruturação do financiamento, desenvolvimento dos canais de distribuição, assessoria na operação, desenho da proposta técnica de acordo com requisitos específicos, até o serviço técnico de pós-venda, que inclui políticas de manutenção e estoque de peças de reposição em todo o território nacional em grandes volumes e a longo prazo.

“Além disso, a Stadler fornece uma “assistência operacional” que garante ao cliente supervisão contínua pelo provedor de tecnologia. Isso se traduz na máxima eficiência operacional da fábrica, cujo material final é adquirido por grandes empresas do setor alimentício. Esses serviços incluem, portanto, estudos de caracterização de resíduos de entrada e saída, controle de qualidade em materiais selecionados e controle de produção, entre outros”, destaca Natalya Duarte.

A OFMRS afirma que “decidiu trabalhar com a Stadler não só pela sua experiência no processo de separação e recuperação de RSU, mas também pelo acompanhamento na consolidação do projeto, tanto técnica, administrativa quanto financeiramente. Além disso, a Stadler entende as necessidades e adapta o desenho de sua tecnologia para integrá-la em nossos novos processos de profissionalização para gestão de RSU”.

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Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados da Tomra, agora oferece mais novidades e funcionalidades para o recicladores

12/11/2020

Novo desenvolvimento aprimorou a plataforma baseada em nuvem com a capacidade de desbloquear o poder do big data; portal baseado na web permite fácil acessibilidade

Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados baseada em nuvem que permite aos usuários dos equipamentos da Tomra melhorarem a eficiência operacional, está sendo implementada em mais setores.

Após seu lançamento no ano passado pela Tomra Sorting Recycling, o Tomra Insight agora também está sendo disponibilizado para os clientes da Tomra Mining e Tomra Food. E para todos esses três setores, a plataforma foi aprimorada com novos recursos e funcionalidades. Isso torna o Tomra Insight ainda mais capaz agora do que era quando foi lançado ara recicladores em março de 2019.

Tomra Insight é um serviço baseado em assinatura que transforma os separadores óticos em dispositivos conectados, gerando dados de processo valiosos. Esses dados são coletados quase em tempo real, armazenados com segurança na nuvem e podem ser acessados de qualquer lugar e entre fábricas por meio de um portal da web disponível para desktops e dispositivos móveis.

Felix Flemming, vice-presidente e chefe digital da Tomra Sorting, comentou: “Ao capturar e usar dados valiosos, a Tomra Insight está transformando a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico. Esta ferramenta está se tornando mais poderosa à medida que a desenvolvemos continuamente em resposta às necessidades e prioridades dos clientes. Novas funcionalidades e recursos são lançados a cada três semanas – uma rotina durante a qual a Tomra trabalha em estreita colaboração com os clientes na busca de objetivos compartilhados”.

Os dados capturados pela Tomra Insight fornecem métricas de desempenho que ajudam as empresas a otimizar o desempenho das máquinas. Segundo a Tomra, os custos operacionais são reduzidos por simplificar o pedido de peças de reposição e o acesso flexível aos dados e documentação. A empresa afirma que o tempo de inatividade é reduzido ao se monitorar a integridade e o desempenho do equipamento de triagem quase em tempo real, identificando lacunas na produção e analisando as possíveis causas-raiz, ao tempo em que dá suporte à gestão da manutenção para que seja preditiva – baseada na condição do equipamento – e evitando paradas não programadas. O rendimento é maximizado pela avaliação das variações e correspondente otimização do equipamento de seleção, garante a empresa. E a classificação para a qualidade desejada é aprimorada por fornecer dados importantes de composição de material, o que permite que as decisões sejam baseadas em informações mais detalhadas, assegura o fabricante.

Os recicladores estão fazendo melhorias de eficiência

Para empresas de reciclagem, a plataforma de dados Tomra Insight pode ser conectada aos sistemas de seleção da Tomra baseados em infravermelho próximo, cores, laser e raio-x. Segundo a Tomra, a obtenção de dados detalhados dessas máquinas está ajudando os recicladores a melhorar a eficiência operacional e a lucratividade.

Os recicladores podem consultar dados históricos e ao vivo antes de tomarem decisões que afetem seu processo de produção. Por meio do monitoramento contínuo da composição do produto, os operadores podem ajustar as configurações da máquina de forma rápida e ideal em resposta às mudanças de composição do material. Além disso, dados detalhados permitem que os gerentes tomem decisões operacionais e de negócios com base em informações mais completas. Comparações precisas agora podem ser feitas entre fábricas, turnos e lotes de materiais. Como os dados são armazenados com segurança na nuvem, também é possível monitorar remotamente as plantas quase em tempo real – especialmente útil nas circunstâncias atuais de distanciamento físico relacionadas ao COVID-19 e restrições de viagem.

Um dos primeiros usuários do Tomra Insight foi a Wellman International, um dos maiores fabricantes e recicladores de PET do mundo. A planta de processamento da Wellman na Holanda, que tem uma capacidade anual de processamento de flakes de PET de 42.000 toneladas, conectou à Tomra Insight seis separadores: cinco máquinas Autosort, que pré-seleciona garrafas PET, e um Autosort Flake, que purifica os flakes após a lavagem com foco na separação de contaminantes de PVC.

Jorrit Beetsma, Técnico de Processos da Wellman International, comentou: “Além da qualidade dos dados, também gostamos da facilidade de uso do Tomra Insight. Antes, só podíamos extrair dados indo fisicamente para a tela de cada máquina e nem sempre era fácil transferir esses dados para um computador. Agora é fácil consultar os dados remotamente de nosso escritório. Outra grande diferença é que antes usávamos dados para ajudar nas questões de manutenção e serviço, mas agora os dados também ajudam a analisar os materiais de entrada e melhorar a eficiência da classificação. As máquinas da Tomra são as únicas que podem fazer isso”.

Johannes Jacoby, gerente de produto digital da Tomra Sorting Recycling, disse: “A Wellman procurou o Tomra Insight para trazer mais transparência às suas atividades de seleção. Por um lado, eles queriam entender melhor quais eventos estavam causando paradas de máquinas, para reduzir o tempo de inatividade. Além disso, eles esperavam uma análise mais detalhada da perda de material durante o processo de recuperação, para avaliar com precisão a qualidade dos materiais adquiridos e otimizar o processo de reciclagem. O Tomra Insight ajudou significativamente com esses objetivos”.

Segundo a Tomra, os seus engenheiros ajudam os clientes a analisarem dados importantes todos os meses, como parte do serviço de assinatura Tomra Insight. Além disso, a Tomra trabalha em estreita colaboração com as operações de reciclagem para desenvolver continuamente a plataforma de dados como parte do serviço de assinatura.

Adições recentes ao Tomra Insight deram acesso a estatísticas adicionais, tais como composição de produtos, distribuição de materiais ao longo do tempo e a capacidade de conectar mais máquinas. As melhorias também incluíram uma nova página de painel com uma visão geral das máquinas conectadas do cliente, pedidos de peças de reposição e atividades de serviço; uma tabela de eventos e alarmes que permite aos usuários pesquisar ainda mais no tempo; uma maneira conveniente de exportar dados para arquivos Excel ou PDF; e a possibilidade de solicitar cotações de preços de peças de reposição, afirma a Tomra.

O número de usinas de reciclagem que usam o Tomra Insight triplicou no ano passado e espera-se que mais assinem o serviço à medida que tomem conhecimento dos seus benefícios. A Tomra afirma que os recicladores podem solicitar uma avaliação sem riscos da Tomra Insight entrando em contato com o gerente regional de vendas da empresa ou a equipe diretamente em http://insight.Tomra.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a Tomra. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Empresa espanhola adquire o milésimo separador balístico de resíduos fabricado pela Stadler

19/10/2020

Separador Balístico STT5000_6_1

19 de Outubro de 2020 – A Stadler (http://w-Stadler.de/pt) atingiu o marco de produção de seu milésimo separador balístico. A máquina foi adquirida pela Vaersa, empresa que desenvolve atividades de gestão e remediação de resíduos na região de Valência, na Espanha. O separador balístico STT5000_6_1 foi entregue à planta de triagem de embalagens leves Vaersa, em Castellón, no dia 28 de setembro, onde acabou de iniciar a operação.

A Stadler venceu a concorrência pública da Vaersa para o fornecimento dos separadores balísticos através da maior pontuação. “É um prazer trabalhar com a Stadler. Já sabíamos de sua excelente reputação e que a empresa é uma marca de referência no setor de triagem de resíduos”, afirmou Noelia Almiñana, chefe do departamento de gestão de resíduos da Vaersa.

“A demanda por separadores balísticos no mercado espanhol cresceu muito rapidamente, impulsionada pela automatização das usinas de reciclagem, que também aumentaram significativamente sua capacidade”, explica Luis Sánchez, Diretor de Operações da espanhola Stadler Selecciona SLU. “Sem separadores balísticos, seria muito difícil atingir esses objetivos duplos. Como resultado, hoje mais de 75% das plantas de reciclagem na Espanha dependem dessas máquinas. Na Stadler, fomos os pioneiros nessa tecnologia e melhoramos e atualizamos constantemente seu desempenho ao longo dos anos. É por isso que empresas como a Vaersa escolhem nossos separadores balísticos. O STT5000_6_1 é uma combinação perfeita para a planta de triagem em Castellón e oferece os benefícios de custos de manutenção extremamente baixos”.

Líder global no mercado de separadores balísticos, a Stadler afirma ter sido pioneira nessa solução. O desenvolvimento começou no início da década de 1990, e as primeiras quatro unidades STT2000 foram entregues em 1992 à Fischer para sua planta de triagem em Ravensburg, na Alemanha.

Willi Stadler, CEO da Stadler, com o milésimo separador balístico fabricado pela empresa

“Hoje nossos separadores balísticos são muito eficazes e extremamente duráveis, mas o desenvolvimento inicial não foi fácil”, explica Willi Stadler da Stadler. “Na época, era muito difícil construir uma máquina robusta o suficiente para suportar os desafios dos resíduos. Não tínhamos um eixo propriamente desenvolvido, então compramos um do setor agrícola. No entanto, este eixo não foi projetado para uso com resíduos e não era tão durável quanto gostaríamos”.

O Sr. Hans Fuchs, que era Gerente de Fábrica da Fischer na época, ficou impressionado com a abordagem da Stadler para resolver o problema: “No início, tivemos alguns problemas porque o eixo não foi projetado especificamente para o uso de lixo. A Stadler foi pioneira na área de triagem de resíduos naquela época e o trabalho pioneiro é sempre difícil. É compreensível que demore um certo tempo para resolver todos os problemas que surgem, o que a Stadler então fez bem”.

Posteriormente, a Fischer comprou mais duas máquinas para sua planta de triagem em Villingen-Schwenningen. Foi o início de uma relação duradoura com a Stadler, que continua até hoje. A Fischer foi posteriormente adquirida pela Remondis, que continua sendo cliente da Stadler.

“Hoje os separadores balísticos Stadler não tem falhas e cumprem seu propósito de maneira excelente”, diz o Sr. Fuchs, que permaneceu na empresa e agora é funcionário da Remondis. “Nossa máquina de 2012 registrou muito mais horas de operação do que as garantias da Stadler e os eixos ainda funcionam perfeitamente e nunca tiveram que ser substituídos”.

As razões para a relação duradoura entre a Stadler e a Fischer/Remondis também se devem ao suporte que a Stadler forneceu ao longo dos anos, afirma o Sr. Fuchs: “Durante as várias reformas e otimizações da nossa planta de separação de papel, a Stadler tem estado ao nosso lado com ajuda e aconselhamento. Na década de 2000, começamos a desenvolver um conceito de inspeção de plantas em conjunto com a Stadler, a fim de evitar danos e problemas em épocas de grande volume de materiais (como Natal ou Páscoa). Como resultado, nunca tivemos um tempo de inatividade do sistema ou grandes reparos”.

O primeiro separador balístico com componentes 100% Stadler

Em 1996, a Stadler apresentou seu primeiro separador balístico com um eixo desenvolvido internamente e componentes 100% originais. A máquina foi adquirida pela Böhme, na Alemanha.

Stefan Böhme, CEO da Böhme, afirma: “Em nossa primeira unidade de classificação de embalagens leves, os dois separadores balísticos Stadler, operando em paralelo, sempre cumpriram a tarefa principal de classificação de material após o tambor de peneiramento, que ainda era muito simples na época. O separador balístico era, e continua a ser até hoje, o único dispositivo mecânico capaz de separar com eficiência três frações diferentes ao mesmo tempo, ao separar embalagens leves”.

Planta de Triagem da Böhme

Os separadores balísticos da Stadler desempenham um papel importante na planta de triagem da empresa: “A separação precisa de finos e a separação de materiais 2D e 3D são o padrão aqui. Por muito tempo, temos usado a ajuda de ar para descarregar o material 2D e gerar uma grande parte de nossa fração de filme para reclassificação manual. Uma grande vantagem para a qualidade geral da triagem é também a excelente distribuição do material para as unidades subsequentes, que é gerada pelo separador balístico”.

Também para o Sr. Böhme, a Stadler se destaca por sua capacidade de ajudar a operação do cliente a evoluir e crescer para atender às mudanças na demanda do setor ao longo do tempo: “A Stadler tem uma vasta experiência na implementação de instalações ou reformas de plantas em grande escala. O serviço rápido e confiável de peças de reposição também impressiona: mesmo para os componentes mais antigos, uma solução é sempre encontrada”.

Inovação antecipando os requisitos do cliente

Em 2000, a Stadler apresentou duas importantes inovações: a estrutura pivotante patenteada, que eliminou a necessidade de inclinar toda a máquina para ajustà-la às esteiras, e as pás com perfuração peneirada.

Em 2002, a Stadler estendeu sua oferta de separadores balísticos STT2000 com um novo modelo desenvolvido especificamente para separar papel e papelão, apresentando suas pás patenteadas em forma de Z. No mesmo ano, tendo identificado uma nova exigência de mercado, lançou o STT5000 para materiais pesados, como RSU e resíduos industriais. Esta máquina apresentava um eixo projetado para suportar resíduos úmidos e pás extra robustas para o processamento de fluxos de materiais pesados.

Mais recentemente, a Stadler identificou uma nova demanda para processamento de material extra-pesado, um setor de reciclagem em rápido crescimento devido às preocupações ambientais e às pressões para reutilizar materiais. Para atender a esse requisito, desenvolveu o STT6000 especificamente para separar resíduos de construção e demolição, mineração em aterro e até mesmo RSU com grandes impurezas.

Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Stadler, Sr. Christian Nordmann destaca as principais vantagens da máquina: “Não há necessidade de pré-triagem ou pré-trituração do material de entrada. Além disso, diferentemente dos tambores de peneiramento, que separam o material apenas em duas frações, a saída de três frações do STT6000 significa que as impurezas podem ser facilmente removidas, pois ainda estão em seu tamanho original”.

Segundo a Stadler, o seus separadores balísticos são flexíveis e podem ser adaptados para atender a requisitos muito específicos. Por exemplo, a empresa projetou separadores balísticos com menos pás para caber nos pequenos espaços disponíveis nas plantas de triagem no Japão. Também criou máquinas com pás mais longas para atender a necessidades específicas. Também é possível montar até três módulos separadores balísticos um em cima do outro ou em série para obter melhores frações de saída.

A Stadler afirma que os seus separadores balísticos estão operando em mercados em todo o mundo, com mais de 770 unidades vendidas na Europa, cerca de 70 máquinas na América do Norte, mais de 80 na Ásia, 60 na Austrália e mais de 20 na América Latina.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece serviços personalizados, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Tomra Sorting Recycling publica novo eBook sobre o potencial da conectividade de máquinas de separação de resíduos em plantas de reciclagem

25/09/2020

A conectividade das máquinas fornecem dados essenciais de produção e serviço para conduzir o processo de gerenciamento estratégico.

25 de Setembro de 2020 – As máquinas conectadas e o armazenamento de dados na nuvem estão transformando a forma como as empresas coletam, acessam e analisam dados. A indústria de reciclagem está descobrindo o poder dos dados relatados pelos sistemas de seleção ótica conectados. Esse recurso está proporcionando uma nova era de otimização de processos orientada por dados, sugere o novo eBook “Digitalização – Conecte para Aumentar a Produtividade na Indústria de Reciclagem”, da empresa líder global em seleção baseada em sensores, Tomra Sorting Recycling.

Antes da Indústria 4.0 e da Internet das Coisas (IIoT), os dados de produção permaneciam na base local dos separadores óticos, dificultando a coleta e a análise. Agora, por meio de sensores integrados e relatórios armazenados na nuvem, os separadores óticos são transformados em máquinas de entrega de dados para promover o processo de gerenciamento estratégico. Dados quase em tempo real fornecem informações sobre as falhas de produção, permitem que as empresas reajam mais rapidamente às mudanças e melhorem a qualidade e o rendimento do produto reciclado.

O e-book de download gratuito avalia se os relatórios de serviço armazenados, pedidos de peças de reposição e manuais de produtos melhoram a eficiência da manutenção da máquina. Ele também olha para um futuro não muito distante, onde os dados de produção aproveitados, combinados com análises avançadas, resultarão no desenvolvimento de novas tecnologias e processos de seleção que irão melhorar a eficiência da triagem e aumentar a pureza do produto final.

Uma cópia gratuita do novo eBook da Tomra sobre as vantagens da conectividade em seleção ótica pode ser acessado em https://solutions.Tomra.com/digitalization-ebook

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a Tomra, cerca de 6.000 sistemas já foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Tomra aposta em serviço técnico personalizado como diferencial de mercado

06/09/2020

O mercado brasileiro é cada vez mais exigente no que diz respeito à reciclagem e a Tomra Sorting Recycling vem acompanhando esse aumento de exigência com atenção, ao mesmo tempo em que oferece uma tecnologia atualizada capaz de atender ao nível da demanda das plantas locais. No entanto, a empresa entendeu que só vender equipamentos de alta tecnologia não é suficiente: assim, o seu objetivo é oferecer uma solução integrada que reflita os valores da empresa nas várias etapas de negócios. Tomra Care foi o nome escolhido pela empresa para esse elemento diferenciador. Uma das empresas brasileiras onde os serviços do Tomra Care tem sido postos em prática é a Ecofabril, localizada na cidade de Jundiaí em São Paulo.

Sob o lema “é necessário mais do que máquinas para que a operação atinja seu desempenho máximo”, a Tomra afirma que o seu objetivo é melhorar continuamente, proporcionando assistência individualizada durante todas as etapas de seu processo de tomada de decisão. “Quer seja na fase de pré-venda, de venda ou de pós-venda, o nosso conhecimento estabelecido do setor, processos e aplicações garantem produtividade máxima da operação do cliente”, explica Rafael Escudeiro, o responsável de Suporte Técnico da Tomra no Brasil.

Abordagem holística

A Tomra afirma considerar todos os projetos como uma parceria com o cliente, com o objetivo de fornecer uma solução completa que atenda aos requisitos operacionais e de negócios. Assim, a interação com o cliente começa com uma análise detalhada dos seus requisitos e necessidades operacionais. Trabalhando em colaboração, a Tomra auxilia no desenvolvimento de um fluxograma personalizado que combina as suas tecnologias, conforme necessário. A abordagem colaborativa continua durante todo o projeto, indo até o instante da instalação e além. A solução completa também pode incluir a plataforma Tomra Insight, baseada na Web, que transforma todos os separadores fornecidos pela empresa em dispositivos conectados para monitorar e acompanhar o desempenho da instalação completa.

Rafael Escudeiro, responsável de Suporte Técnico da Tomra no Brasil

Depois que a instalação está totalmente operacional, a Tomra oferece ao cliente a opção de um contrato de serviço, único no mercado segundo a empresa, para garantir que a solução continue entregando resultados otimizados. O contrato personalizado pode incluir a presença de suporte ao produto no local, conforme necessário, 7 dias / semana, visitas do engenheiro de aplicação, suporte de urgência em níveis, resposta direcionada à planta, treinamento, bem como cobertura de peças de reposição e desgaste para garantir o tempo de atividade máximo e proteger o investimento do cliente.

Para Rafael Escudeiro esse diferencial “é a chave do sucesso na hora de conseguir novos clientes”. O responsável pelo serviço técnico da Tomra no Brasil vai mais longe e sublinha: “Hoje a Tomra é reconhecida no mercado local por prestar uma assistência técnica diferenciada, pois conta com um vasto estoque local de peças de reposição e uma equipe treinada para realizar todos os níveis de assistências necessários. Com o acúmulo de experiência, a Tomra comprovou que, na rotina de produção, os clientes dão muita importância a três fatores: menor tempo de parada da linha de produção, desempenho constante na separação e despesas de manutenção planejadas. Para atender às expectativas de nossos clientes, nós criamos o Tomra Care, que conta com um portfólio de produtos”.

Claudio Rosseto, Gerente Industrial da Ecofabril

Localizada em São Paulo e fundada em 1994, a Ecofabril iniciou suas atividades com a transformação de garrafas PET em fibras de poliéster. Uma das pioneiras na reciclagem de PET no Brasil, atualmente conta com uma capacidade instalada de 36.000 toneladas por ano, o que representa aproximadamente 1 bilhão de garrafas PET recicladas. Com contrato de serviço ativo com o Tomra Care, Claudio Rosseto, Gerente Industrial da Ecofabril, comenta: “após realizarmos o contrato de serviços, notamos que o nível de conservação do equipamento melhorou muito devido às visitas agendadas dos técnicos da Tomra. Eles realizam todas as aferições do equipamento, limpezas técnicas, acompanhamento de componentes (que são trocados por horas de uso) e também fazem atualizações de software, assim como um pente fino nas receitas que estão no equipamento. Dessa forma, garante-se que o equipamento esteja sempre operacional e mantendo níveis constantes de eficiência”.

O Gerente Industrial da Ecofabril comenta ainda que “os principais benefícios ocorrem em momentos de corretivas do equipamento, quando somos atendidos imediatamente. Exemplo: tivemos uma queda de energia e perdemos o programa do equipamento. Os técnicos conectaram-se com o sistema através do link configurado no equipamento e restauraram o backup em minutos, o que é uma salvaguarda fantástica. Relativamente a peças, dado que existe um grande estoque no Brasil, o processo de substituição é sempre facilitado”, explica.

Décio Boschetti, proprietário da Sulpet

Outra empresa também com serviço ativo do Tomra Care é a Sulpet, localizada no Rio Grande do Sul. A planta da empresa também adquiriu a tecnologia da Tomra recentemente e contratou a assistência técnica personalizada: “O serviço pós-venda e assistência técnica da Tomra é, sem dúvidas, um diferencial para a empresa. Mais do que a tecnologia das máquinas, o que nos satisfaz é o atendimento. Sempre muito ágil, prestativa e preocupada com o cliente, a empresa se destaca pelo excelente suporte técnico”, explica Décio Boschetti, fundador e dono da Sulpet.

Tomra Care: uma solução integrada de proximidade

Segundo a Tomra, o seu serviço Tomra Care veio suprir uma lacuna no mercado mundial e, mais especificamente, no mercado brasileiro. Na ótica de Rafael Escudeiro, “no passado muitas empresas estrangeiras venderam equipamentos no mercado local, mas, quando o equipamento apresentava um problema, essa empresas não contavam com assistência técnica especializada local e muito menos peças de reposição, de modo que o equipamento ficava parado por muito tempo com graves prejuízos para as plantas que ficavam com a sua produção parada”.

Com o serviço oferecido pela Tomra, acrescenta Escudeiro, “o que verificamos foi uma conquista da confiança dos clientes, podendo assim alavancar as vendas de equipamentos no mercado local. Mais que isso, conseguimos mudar um pouco a cultura brasileira que não se preocupa tanto com as manutenções, passando de uma cultura de manutenção corretiva para preventiva, o que permite que as máquinas estejam sempre em funcionamento e com isso mais retorno do negócio”.

A Tomra afirma que, durante a pandemia da COVID-19, o diferencial do Tomra Care mostrou-se mais evidente através do serviço remoto, que se revelou essencial neste momento delicado. “Durante a pandemia, grande parte dos vôos nacionais e internacionais foram cancelados e muitos países fecharam as fronteiras, limitando assim as visitas presenciais em alguns clientes. Felizmente nossos equipamentos contam com a opção de acesso remoto, que nos possibilita, de qualquer lugar do mundo, acessar o equipamento. Esse tipo de atendimento foi muito utilizado nos últimos meses e, felizmente, conseguimos dar suporte a todos os clientes durante estes tempos difíceis”, conclui Rafael Escudeiro.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A empresa foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores utilizados na indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Stadler participa do projeto de pesquisa financiado pela União Européia para explorar o potencial da mineração de aterros visando a recuperação de recursos a partir de resíduos

23/07/2020

Os aterros sanitários podem gerar riscos diferentes. Em particular, aterros antigos anteriores à introdução de regulamentos governamentais, que tendem a ser preenchidos com resíduos sólidos municipais e carecem de tecnologia moderna de aterro sanitário, em breve exigirão medidas de remediação dispendiosas para evitar futuros problemas ambientais e de saúde. Na Europa, existem entre 150.000 e 500.000 aterros, dos quais cerca de 90% são aterros “não sanitários” anteriores à Diretiva de Aterro Sanitário da UE de 1999. A mineração aprimorada de aterros sanitários (ELFM, do inglês “Enhanced Landfill Mining“) tem o potencial de fornecer uma solução que pode reduzir drasticamente os futuros custos de remediação e recuperar terras valiosas, desbloqueando recursos preciosos.

O projeto de pesquisa de quatro anos New-Mine, liderado pelo Instituto KU Leuven de Metais e Minerais Sustentáveis SIM2, foi lançado em 2016 para analisar diferentes aspectos da Mineração Avançada de Aterros. Seu objetivo é desenvolver e integrar tecnologias ELFM de ponta e ecológicas para valorizar os aterros da Europa, recuperando recursos como materiais, energia e terra, mitigando futuros riscos ambientais e de saúde e evitando custos significativos de remediação.

O Dr. Lieven Machiels, Coordenador de Ciência e Tecnologia do projeto no Instituto KU Leuven de Metais e Minerais Sustentáveis, explica: “Consideramos a Mineração Apropriada de Aterros Sanitários o elo que falta à Economia Circular. O Plano de Ação para a Economia Circular do acordo Verde Europeu enfoca uma política de “produtos sustentáveis” que prioriza a redução e reutilização de materiais antes de realmente reciclá-los, promovendo a Hierarquia de Resíduos. No entanto, o que ainda não foi abordado é: o que a Europa e outros países do mundo farão com as vastas quantidades de resíduos industriais e de consumo que foram descartados em lixões e aterros sanitários nos últimos 100 anos. Nesse contexto, o ELFM foi proposto como uma abordagem para tratar de como podemos lidar com os resíduos do passado, independentemente da necessidade urgente de evitar a criação e o descarte de novos resíduos no futuro”.

O projeto recebeu financiamento do Programa para Pesquisa e Inovação da União Europeia “Horizon 2020” e envolve oito universidades européias, bem como a Stadler e outras empresas do setor privado. Quinze estudantes de doutorado foram encarregados de pesquisar novas tecnologias e testá-las em quatro pacotes de trabalho técnico que seguem uma abordagem de cadeia de valor. Os temas são: “Exploração inovadora de aterro sanitário e processamento mecânico”; “Conversão termoquímica solar / plasma / híbrida” e “Reciclagem avançada”. O quarto pacote de trabalho aplica métodos de avaliação com vários critérios para comparar a recuperação / recuperação combinada de recursos, que é o ELFM, com as abordagens “Não fazer nada”, “Correção clássica” e “Mineração clássica de aterros sanitários com coincineração”.

Dr. Lieven Machiels explica: “Na Mineração Clássica de Aterros, o foco está na redução do volume de resíduos, por exemplo, através da incineração e recuperação de terras, enquanto a produção de reciclados é geralmente limitada. No projeto New-Mine, seguimos uma abordagem ELFM visando uma recuperação máxima de recursos. Em vez de queimar a fração leve, produzimos um combustível derivado de resíduo (CDR ou RDF, do inglês “Refuse Derived Fuel“), que é termicamente convertido para produzir um gás sintético e um resíduo vitrificado. Os gases sintéticos podem ser reciclados ainda mais para produzir metano ou hidrogênio, enquanto o resíduo vitrificado pode ser usado para produzir cimento e materiais de construção”.

Tecnologias de processamento mecânico para recuperar recursos de resíduos

A Universidade RWTH Aachen, um dos parceiros do projeto, convidou a Stadler a participar, contribuindo com sua experiência e equipamentos. A empresa teve um papel importante no primeiro pacote de trabalho, dedicado ao processamento mecânico. O objetivo principal era identificar formas de melhorar a qualidade das frações para produzir CDR. Outro objetivo importante foi pesquisar os usos da fração fina, que responde por mais de 50% dos resíduos na mineração de aterros e atualmente não tem utilização. O projeto mostrou que uma separação mecânica adicional da fração fina pode produzir areia para uso como agregado no setor da construção. A fração leve também pode ser usada em um processo de termo-valorização.

A Stadler também contribuiu para o Programa de Treinamento associado ao projeto com um curso sobre “Tecnologia de triagem automatizada para resíduos complexos”, realizado durante o segundo evento da rede New-Mine para os quinze pesquisadores participantes.

Separador balístico Stadler fornece escavações de teste em aterros sanitários

A pesquisa teórica sobre processamento mecânico foi testada em condições reais no aterro de Mont-Saint-Guibert, na Bélgica. Os resíduos do aterro foram escavados e processados.

Ulrich Sigmund, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Stadler, descreve o processo: “Um separador balístico STT6000 foi usado na primeira etapa do tratamento mecânico para a recuperação de CDR e outros recuperáveis, como metais e materiais inertes. A máquina separou a produção em três frações – finos, fração rolante 3D e fração plana – que foram tratadas separadamente para investigar outras possibilidades de reciclagem”.

A Dra. Cristina Garcia Lopez, uma das pesquisadoras do projeto New-Mine, acrescenta: “Como o lixo de aterro é um material muito complexo e heterogêneo devido à quantidade de impurezas, o separador balístico nos proporcionou a oportunidade de dosar os resíduos escavados, não classificados e não triturados, em três fluxos de materiais diferentes: potencial CDR, fração 3D e finos. Também nos permitiu classificar os resíduos do aterro em seu tamanho original sem triturar, evitando a perda de pequenas partículas na fração fina – o que exigiu menos etapas. Além disso, a alta alimentação do separador balístico (150 t/h, dependendo da densidade do material) foi bastante interessante, pois a quantidade de resíduos enterrados em aterros sanitários é consideravelmente alta, enquanto a capacidade geral de processamento mecânico é realmente baixa em comparação com a capacidade de escavação”.

Os aterros sanitários apresentam um desafio particular, como explica o Dr. Lieven Machiels: “O nível de umidade dos resíduos depositados em aterros é muito maior do que em resíduos frescos e os resíduos já estão fortemente degradados. O pacote de trabalho 1 analisou como esse material se comporta em todas as etapas do processo de separação mecânica e quais são as propriedades das diferentes frações de saída. Esta pesquisa foi nova e, portanto, seus resultados são importantes para o futuro da mineração em aterros sanitários”.

Dr. mont. Bastian Küppers, também pesquisador do projeto New-Mine, acrescenta: “O tratamento mecânico contínuo do aterro é extremamente desafiador, pois o alto teor de água leva a bloqueios na cadeia de processos e reduz o desempenho de instalações e máquinas. Isto é válido especialmente para frações finas”.

Outro desafio significativo no projeto foi o fato de que os resíduos escavados precisavam ser processados no local, de modo que o Separador Balístico precisou ser instalado em uma fundação temporária de concreto no aterro.

Segundo a Stadler, o seu separador balístico superou todos os desafios, mostrando que pode atuar nessas condições difíceis e confirmando a viabilidade do projeto: “O alto teor de umidade do material foi muito desafiador, porque o material de entrada era composto de blocos de rocha e pedaços de terra de até 100 kg”, diz Ulrich Sigmund.

Christian Nordmann, vice-chefe de pesquisa e desenvolvimento da Stadler, que trabalhou ativamente nos testes na Bélgica, explica: “A máquina é muito robusta devido aos dois acionamentos e à lubrificação central durante a operação. Além disso, os rolamentos são muito bem vedados para que a máquina possa operar ao ar livre. Isso permite que o STT6000 lide com os desafios encontrados no material do aterro escavado, como alta umidade, poeira e impacto. Nos testes, pudemos modelar a separação do material, incluindo distribuições de massa e parâmetros de material das frações derivadas”.

Dr. mont. Bastian Küppers acrescenta: “O separador balístico da Stadler provou ser muito robusto e útil para soltar, separar e precondicionar o material para tratamento”.

“Os testes mostraram que é possível uma nova abordagem para iniciar um processo de reciclagem com uma separação em três frações. Isso economiza desgaste e energia em comparação com os processos padrão com uma combinação de triturador / peneira”, conclui Ulrich Sigmund.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, tambores de triagem e removedores de rótulos.

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Tomra publica E-book para ajudar o setor de reciclagem a conhecer o novo padrão da “National Sword” da China

25/06/2018

Documento disponível para download mostra soluções técnicas que estão disponíveis para atender aos novos e exigentes requisitos quanto aos níveis de pureza de materiais reciclados a serem admitidos em território chinês

A Tomra publicou um e-book contendo orientações sobre como cumprir as novas regras para o envio de materiais recicláveis para a China. A publicação aborda as preocupações atuais sobre os padrões da “National Sword” da China, que foi apresentado pela primeira vez em Julho de 2017 à Organização Mundial de Comércio (OMC) e totalmente implementado em 1 de março de 2018, exigindo níveis mais altos de pureza nos materiais recicláveis que entram no país.

A “National Sword” assustou a indústria de reciclagem, exigindo que os produtos cheguem à China com níveis de pureza superiores a 99,5%. Este é um aumento significativo dos níveis de pureza anteriormente aceitos (na faixa de 90-95% ) e terá consequências de longo alcance: a China é o maior importador mundial de materiais recicláveis.

O e-book da Tomra explica por que as soluções mecânicas baseadas em sensores são financeiramente mais inteligentes para se atingir os níveis de pureza da “National Sword”. A publicação intitulada “National Sword – No Need for Fear!” está disponível online em https://leads.Tomra.com/ebook/press/ e o download é gratuito.

A exportação de materiais recicláveis será agora mais cara

O e-book da Tomra inicia alertando que não será prático para as instalações de processamento de sucata e reciclagem procurar países únicos para substituir as exportações de resíduos. Os exportadores de materiais recicláveis provavelmente descobrirão que precisam dividir suas exportações entre vários países, o que aumentará os custos de vendas. Aumentos também podem ser esperados nos custos de transporte porque os navios que levam materiais para a China geralmente fazem o trajeto de volta carregados com bens de consumo, resultando em boa relação custo-benefício, enquanto que os navios que vão para outros países geralmente exigem pagamento adicional para o frete de retorno vazio.

A resposta a este novo desafio é melhorar a qualidade dos materiais recicláveis, removendo mais impurezas. Uma forma de elevar os níveis de pureza a curto prazo com o equipamento de reciclagem existente é reduzir a velocidade da esteira e adicionar triagem manual na etapa final da seleção. Essa abordagem pode parecer interessante porque requer pouco investimento inicial, mas haverá um maior custo operacional e uma velocidade de processamento mais lenta reduzirá a produtividade.

Atualizando equipamentos de triagem

Outra solução é modernizar a linha de reciclagem adicionando novas tecnologias ao processo de reciclagem existente ou construindo uma nova instalação. Isso permitirá uma utilização mais eficiente da força de trabalho para reduzir custos operacionais gerais e de longo prazo. O custo do investimento em novos equipamentos é rapidamente recuperado através do aumento da produtividade.

O e-book reconhece que algumas modernizações de equipamentos exigem ampliações de processo e mais espaço, enquanto outras tecnologias podem ser adicionadas a equipamentos existentes no processo, com requisitos mínimos de espaço e baixos custos de instalação. Por exemplo, o novo sistema Laser Detection Object (LOD) da Tomra pode ser montado na mesma plataforma que os sistemas Autosort e Finder para detectar materiais como plásticos pretos, borracha e vidro. Segundo a Tomra, o sistema LOD também pode remover placas de circuito impresso (PCBs) e a sua tecnologia laser aumenta os níveis atuais de pureza do processo em até 4%, permitindo que os recicladores de sucata atinjam os requisitos de pureza da China sem aumentar significativamente o consumo e os custos de energia.

Para concentrados de metais não-ferrosos zurik e zorba, as operações de sucata podem atingir os níveis de pureza da “National Sword” com as tecnologias combinadas das máquinas X-TRACT e Combisense, afirma a Tomra. Ao passar zorba através de uma unidade de Transmissão de Raios-X para separar o alumínio dos metais pesados, o X-TRACT pode alcançar purezas de alumínio de 98 a 99%, garante a empresa. Dos restantes metais pesados, Combisense separa fragmentos valiosos de cobre, latão e metais cinzas.

Complementando essas máquinas, a tecnologia de seleção LIBS da Tomra (Espectroscopia de emissão Induzida por Laser, em inglês “laser-induced breakdown spectroscopy”) utiliza um laser que pode monitorar toda a largura da esteira. Segundo a Tomra, isto elimina a necessidade complexa e dispendiosa de separar materiais em faixas únicas. Na separação de diferentes ligas de alumínio forjado, isso permite a seleção com elevadas precisões, como 99% de pureza (ou maior) com alto rendimento de três a sete toneladas por hora, afirma a empresa.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra, comentou: “A National Sword tem sido compreensivelmente uma fonte de grande preocupação para muitas operações de reciclagem, particularmente aquelas que ainda não atingem níveis tão elevados de pureza. O e-book da Tomra aborda esse desafio e mostra que as soluções técnicas necessárias já existem. Investir em novas tecnologias permitirá que as empresas cumpram novos regulamentos mais exigentes, sejam eles da China ou de outras partes do mundo. Além disso, os clientes pagarão às empresas de reciclagem um preço mais alto por um produto de maior qualidade”.

A Tomra projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Tomra Sorting Recycling garante grande contrato com empresa recicladora na Austrália para fornecer tecnologia de separação automática

15/01/2018

Líder em tecnologia de seleção baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling potencializa a indústria de reciclagem para reduzir drasticamente os resíduos destinados ao aterro sanitário

A Tomra Sorting Recycling anunciou a sua nova parceria com a SKM Recycling (SKM), com sede em Laverton North, em Victoria, na Austrália. Como líder da indústria no processamento de recicláveis de resíduos domésticos e comerciais, a SKM selecionou a Tomra para fornecer 40 unidades Autosort com recursos modernos e a nova tecnologia laser 3D para três novas plantas de classificação.

Para atender às demandas em constante mudança no mercado, a SKM está construindo três novas fábricas para processar mais de 350 mil toneladas de material coletado pela Coleta Seletiva por ano. O foco principal das plantas de reciclagem da SKM é processar o resíduo separando-o em frações de papel, plásticos, metais e vidro, classificando-os e separando-os produtos de alta qualidade. A primeira planta deverá entrar em funcionamento no início de 2018.

A fábrica da SKM em Laverton pretende se tornar a planta de processamento de materiais recicláveis tecnicamente mais avançada e automatizada na Oceania, integrando várias etapas da tecnologia de triagem Tomra na separação de papel e outros materiais recicláveis. A solução tecnológica avançada da Tomra proporcionará à SKM uma vantagem competitiva única e forte e posicionará a SKM para atender demandas cada vez mais rigorosas de qualidade dos produtos finais.

Esta tecnologia de triagem também resultará em maior índice de recuperação do produto reciclável extraído do fluxo de resíduo residencial, reduzindo os materiais descartados em aterro, promovendo uma melhor qualidade nos produtos recicláveis e oferecer maiores benefícios ambientais.

Reconhecida em todo o mundo pela sua tecnologia líder de classificação baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling também foi reconhecida na Austrália por seus conhecimentos especializados e consultoria. Robert Italiano, gerente de negócios da SKM, comentou sobre a nova parceria: “Estamos convencidos pela tecnologia robusta e confiável da Tomra. Entretanto, foi a sua capacidade de suporte na criação de conceitos otimizados de planta que nos fez escolher a associação com a Tomra. Nossa confiança em seu conhecimento e suporte técnico é inabalável e é respaldada pela garantia da Tomra em executar. Estamos orgulhosos de implantar as instalações de recuperação de materiais mais avançadas da Austrália “.

Tom Jansen, gerente comercial da Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Ganhar um contrato tão grande significa que a SKM colocou muita confiança na Tomra e na nossa mais nova tecnologia. Estou ansioso para ver as plantas ultramodernas em operação “.

A SKM Recycling (www.skmrecycling.com), criada em 1999, fornece serviços de coleta de resíduos para municípios, indústrias, hospitais e empresas locais. À medida que a indústria de reciclagem continua a se expandir, a empresa evoluiu para se tornar líder na triagem de resíduos coletados de residências, clientes privados e serviços de beneficiamento de vidro. A empresa totalmente australiana possui escritórios em Victoria, Austrália do Sul, Tasmânia e Nova Gales do Sul. A SKM presta serviços a muitos Municipios e Consórcios Regionais para o Gerenciamento de Resíduos em todo o Sudeste da Austrália. O material reciclável recebido é classificado e vendido aos fabricantes para reprocessamento em novos produtos diversos.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.tomra.com/pt/sorting/recycling)projeta e fabrica tecnologias de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 4.900 sistemas foram instalados em 50 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua se dedicando à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, com um volume de negócios de cerca de € 750m , atualmente empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Waste Expo

20/11/2017

A Tomra Sorting Recycling vai marcar presença na Waste Expo 2017 (Stand A5A), que ocorre entre os dias 21,22 e 23 de Novembro em São Paulo. Trata-se de um evento totalmente focalizado na Gestão de Resíduos Sólidos

No Brasil, cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos são gerados por ano e apenas 3% desse total é reciclado. Outro dado preocupante, segundo estudo anual da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), corresponde ao fato de que 59,8% das cidades brasileiras fazem uso de destinos considerados inadequados para o descarte de lixo. Além disso, cerca de 500 municípios não possuem sequer coleta domiciliar.

Ciente dos desafios apresentados por tal quadro, a Tomra Sorting Recycling acredita ter um papel importante na mudança do panorama do setor.

A Tomra Sorting Solutions desenvolve e oferece soluções de triagem baseada em sensores. A empresa acredita que o impulso para o tratamento adequado dos resíduos passa pela recuperação dos materiais valorizáveis que atualmente estão sendo descartados, de forma a aumentar o ciclo de vida desses produtos, colocando-os de volta na atividade econômica através da reciclagem.

De acordo com Carina Arita (foto), Diretora Comercial da Tomra Brasil, “os benefícios da reciclagem abrangem a saúde publica – pelo tratamento dos resíduos sólidos-, a geração de empregos diretos e indiretos, a movimentação da economia da indústria da reciclagem e a proteção do meio ambiente pela substituição do uso de recursos naturais, além de outros benefícios intrínsecos como o próprio atendimento da Politica Nacional de Resíduos Sólidos”.

Considerando o potencial desse mercado e o alinhamento da sua tecnologia com os benefícios que pode proporcionar para a sociedade e o meio ambiente, a Tomra Sorting Recycling tem acreditado e investido na sua subsidiária no Brasil desde 2011, visando impulsionar a reciclagem através da separação baseada em sensores óticos. A empresa vai estar presente na segunda edição da Waste Expo Brasil para apresentar ao mercado suas soluções já existentes e consolidadas em todo o mundo, assim como os últimos lançamentos no segmento de Resíduos Sólidos, tais como a separação de vidro através do Autosort Laser.

Segundo Carina Arita, “a Tomra Sorting Solutions está à disposição para conhecer a realidade dos resíduos em cada cidade do Brasil e da América do Sul, a fim de discutir e buscar soluções com suas tecnologias de última geração, as quais vão aos poucos conquistando terreno no mercado brasileiro ao atender às diferentes demandas”.

Waste Expo

De forma a dar respostas a desafios das atuais políticas do país, a Waste Expo Brasil (www.wasteexpo.com.br) vai reunir especialistas do setor para explorar alternativas para a gestão de resíduos sólidos e identificar possíveis caminhos para uma mudança de mentalidade. O painel de oradores contará com a presença do Ministro de Estado do Meio Ambiente, José Sarney Filho. Também ocorrerá o lançamento de um estudo inédito do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA: o Atlas da Gestão de Resíduos na América Latina.

Apresentação do Autosort Laser

Lançando no último mês de Outubro, o Autosort Laser permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as Plantas de Triagem de Resíduos possam recuperar ainda mais materiais e reduzir o volume de resíduos que seguirá para os aterros, reduzindo também os custos de descarte. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de mais um produto com valor comercial.

Para Carina Arita, que estará apresentando o novo sistema ótico durante a feira (stand A5A) e esclarecendo dúvidas e questionamentos, o Autosort Laser “tem uma tecnologia de separação a laser com base no bem-sucedido sistema de infravermelhos (NIR) e na flexível série Autosort da Tomra, que é um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo”.

O Autosort Laser da Tomra oferece uma combinação de sensores capaz de detectar simultaneamente ainda mais propriedades do material no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologia existentes, o Autosort Laser se destaca em separar o vidro fino, grosso ou opaco de resíduos sólidos urbanos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo equipamento da Tomra utiliza tecnologia a laser para separar vidros de polímeros em resíduos domiciliares e comerciais

25/09/2017

  • Tomra Sorting Recycling lança Autosort Laser
  • Tecnologia reduz resíduos a serem descartados em aterros

A Tomra Sorting Recycling anunciou o lançamento de uma máquina de separação por sensores baseada em tecnologia laser. Segundo a empresa, o seu Autosort Laser (www.Tomra-autosort-laser.com) permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as plantas de recuperação de materiais possam reaver ainda mais resíduos e, portanto, reduzir o volume de material que seguirá para os aterros, reduzindo significativamente os custos de descarte, afirma a empresa. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de produtos com valor comercial.

A tecnologia de separação a laser é baseada no sistema de infravermelhos (NIR) e na série fléxível do Autosort da Tomra, um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo. A Tomra afirma que o seu Autosort Laser oferece uma combinação de sensores capazes de detectar simultaneamente mais propriedades da corrente de resíduos no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologias concorrentes, o Autosort Laser se diferencia por separar o vidro – fino, grosso ou opaco – de resíduos sólidos urbanos.

Uma das primeiras empresas a usar o Autosort Laser é a Remondis GmbH, na Alemanha. Harry Amann, gerente da planta, comentou sobre a instalação: “Estamos muito orgulhosos por ter o primeiro Autosort Laser instalado em nossa fábrica em Erftstadt, na Renânia. Uma grande redução de custos e uma excelente qualidade de produto na saída simplificaram o processo da nossa planta. Não preciso dizer que esperamos um retorno rápido neste projeto”.

Segundo a Tomra, o Autosort Laser possui um sistema de plano de fundo independente que garante a estabilidade de classificação e permite separar o vidro fino, grosso ou opaco em relação a polímeros transparentes, cada vez mais utilizados em itens como injeções, isqueiros, garrafas para bebês ou cosméticos. A série Autosort apresenta uma tecnologia patenteada Flying Beam e Fourline para alta velocidade e precisão, afirma a empresa. Com a interface de usuário padrão da Tomra, os operadores podem selecionar facilmente uma variedade de programas de seleção em sua tela sensível ao toque, enquanto o recurso de calibração contínua permite o monitoramento e otimização em tempo real, assegura a Tomra. O Autosort Laser pode ser facilmente integrado em função do design compacto.

O grupo Tomra tem a tecnologia laser em seu portfólio de sistemas de separação desde 1997. Como um método de identificação globalmente estabelecido, a tecnologia de seleção própria da Tomra foi especialmente adaptada e desenvolvida para as necessidades exclusivas da indústria de reciclagem.

Peter Mentenich, gerente sênior de produtos da Tomra Sorting Recycling comentou: “Estou muito satisfeito por ver as primeiras instalações bem-sucedidas e o lançamento do Autosort Laser em nosso portfólio de produtos. Ele garante uma maior rentabilidade para nossos clientes e ajuda a reduzir significativamente a quantidade de material que vai para aterros sanitários. Um bom exemplo novamente de que a sustentabilidade e os negócios não são mutuamente exclusivos – ambos podem ser alcançados com tecnologia inovadora de gerenciamento de resíduos e reciclagem”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos, tendo sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos.  A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Feira K 2016 e irá demonstrar o recém-reforçado Autosort Flake

03/10/2016

tomra_autosort-flake-reduzidoA Tomra Sorting está se preparando para sua exibição na feira K, onde vai demonstrar a tecnologia de sensores de última geração Autosort Flake (foto). Com ampla abrangência de visitantes internacionais, assim como de tomadores de decisões, a Feira K é um dos maiores eventos do setor e vai ocorrer em Dusseldorf, na Alemanha, de 19 a 26 de Outubro de 2016. A equipe da Tomra Sorting Recycling pode ser encontrada na Feira K no Hall 11, no stand F17, onde os visitantes podem conhecer um pouco mais sobre o equipamento da Tomra Sorting, sobre a tecnologia, assim como os serviços e discutir de uma forma mais individual projetos em que estejam envolvidos.

Oferecendo uma variedade de soluções de triagem de plástico, a Tomra Sorting processa uma vasta gama de materiais de plásticos, envolvendo tarefas como a separação por cores e transparente e por tipos de plástico PET e HDPE, até a classificação de outros polímeros como polipropileno e poliestireno, assim como filme de PVC e PE. Dependendo do caso individual, o processo de separação vai entregar resultados consistentes e de excelência de até 99,99%, afirma a empresa.

Lançado no final de 2015, o Autosort Flake exemplifica a próxima geração de tecnologia de sensores da Tomra Sorting Recycling. De acordo com a empresa, além da separação de plásticos, o Autosort Flake pode detectar metais e o seu modo de processamento-duplo oferece aos clientes ampla capacidade associada a uma constante e elevada qualidade dos materiais. O Autosort Flake incorpora agora a opção REFLECT que permite ao cliente maior flexibilidade para separar todos os polímeros, por tipo e por cor e pode ser atualizado nos sistemas Autosort Flake já existentes.

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Carina Arita (foto), Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, disse: “A Feira K 2016 é a plataforma ideal para nós discutirmos qualquer projeto individual e a tecnologia em si é apenas uma importante parte de uma boa solução de separação. A nossa grande experiência e conhecimento de aplicações, juntamente com a nossa abordagem e integração de serviços, oferece aos nossos clientes na prática um ótimo conjunto”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento e os benefícios de seus clientes. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas. Para obter mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite www.tomra.com/recycling

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting Solutions ganha Prêmio Internacional de Design por sua interface de usuário

29/09/2015

TOMRA-CUI

A interface de usuário comum da Tomra (CUI, Common User Interface), criada pela Tomra Sorting Solutions e a Design Partners, recebeu o prêmio internacional de excelência em design (IDEA, International Design Excellence Award) deste ano, em uma cerimônia em Seattle, EUA, no dia 22 de agosto. A IDEA é uma das competições de design mais prestigiadas no mundo e já está em sua 35.ª edição, sendo organizada pela Sociedade dos Designers Industriais da América (IDSA, Industrial Designers Society of America). Entre os 1700 produtos que participaram  da  IDEA 2015, foram selecionados 28 prêmios de ouro, 53 de prata e 83 de bronze em 20 categorias.

A CUI da Tomra foi premiada com prata na categoria “Design Digital”. Os critérios de avaliação incluíram inovação, beneficios para o usuário, responsabilidade, apelo visual e estética apropriada. A CUI foi criada para que o usuário possa ter mais flexibilidade nos ajustes de seleção e para permitir um controle amigável do usuário.

“Receber um prêmio prata numa competição tão prestigiada é uma aprovação da qualidade do design presente nos sistemas de seleção Tomra e um aumento do valor agregado dos nossos produtos junto aos clientes. A CUI da Tomra é um design de interface de usuário inovador que torna os sistemas Tomra de seleção mais acessíveis, facilitando o seu uso e operação. A vantagem desta nova interface de usuário é permitir que nossos clientes obtenham melhor controle e performance do seu sistema de separação e, em última análise, o aumento da sua produtividade”, explica John McGloughlin, Responsável pela Inovação, Estratégia e Design na Tomra Sorting Food.

A CUI já foi implementada nas séries de reciclagem Finder da Tomra, no Sistema de Separação de Batatas (FPS, Field Potato Sorter) e no Halo, ambos sistemas de separação baseados em sensores para a indústria alimentícia , bem como no sistema de mineração COM Tertiary EM e será ampliado às demais linhas de produto.

O CEO da Design Partners, Brian Stephens, comentou o prêmio recebido recentemente: “O design de qualidade constrói as marcas de forma significativa, melhorando as vidas dos consumidores e motivando o sucesso comercial. A diversidade e o status destes prêmios reconhecem a criatividade e a excelência técnica necessárias para criar este valor em diferentes indústrias”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting Recycling lança nova iniciativa de atendimento ao cliente

02/09/2015

Empresa acaba de iniciar uma nova linha integrada de serviços de suporte para oferecer aos seus clientes benefícios comerciais aprimorados

TOMRA-Care

Batizada de Tomra Care, a nova iniciativa da empresa permite a partir de agora oferecer um pacote de serviços ainda mais abrangente. Desenvolvido como resultado de uma revisão estratégica dos serviços de suporte ao cliente da Tomra Sorting já existentes, a Tomra Care reúne 28 componentes que dão cobertura nas áreas de consultoria de processos, testes de sistemas, financiamento, seguros, treinamento de pessoal e atualizações.

A nova iniciativa foi concebida especificamente para garantir que os clientes experimentem serviços feitos sob medida e tenham o máximo retorno dos seus investimentos. Peter Geisler, Diretor de Serviços para Reciclagem da Tomra, explica: “Entendemos que as necessidades dos nossos clientes são guiadas pelas exigências dos mercados nos quais atuamos. Tal percepção nos permitiu aprimorar mais a nossa já robusta gama de serviços de atendimento ao cliente,para responder a essas necessidades. Nosso objetivo com a Tomra Care é permitir que nossos clientes alcancem continuamente os mais altos níveis de produtividade com a mais baixa inatividade de equipamentos possível, ao mesmo tempo em que gerenciam bem seus custos”.

Os serviços de suporte ao cliente já experimentados da Tomra Sorting Solutions – inclusive o serviço de atendimento remoto por telefone, a ampla variedade de opções de treinamento para as equipes dos clientes e as alternativas de peças de reposição – foram incluídos no portifólio de atendimento da Tomra Care.

Já os novos serviços introduzidos com a iniciativa incluem várias opções de financiamentos e seguros, mais o serviço de suporte por telefone 24 horas por dia, 7 dias por semana, para alguns dos produtos. Além desses, o serviço de consultoria e projetos em pré-venda, no qual os engenheiros comerciais da Tomra ajudam os clientes a projetar e a planejar novas instalações, é agora parte integrante da Tomra Care.

Tom L. Eng, Diretor da Tomra Sorting Recycling, enfatiza: “As necessidades de cada cliente são específicas para cada situação em particular que enfrentem. A Tomra Care foi desenvolvida para nos permitir oferecer soluções  sob medida para atender com precisão essas necessidades individuais das empresas. Afinal, sempre fomos parceiros dos nossos clientes antes, durante e depois da compra de um sistema da Tomra Sorting system. A introdução da Tomra Care mais que nunca reforça essa abordagem e estamos ansiosos para colocá-la em ação junto a nossos clientes atuais e futuros”.
Para obter mais informações sobre a Tomra Care visite www.tomra.com/recycling/TOMRA-Care

Sobre a Tomra Sorting Recycling: A empresa desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. A Tomra Sorting é propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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