Posts Tagged ‘Seleção’

Stadler apresentou soluções “turn-key” ao mercado brasileiro na Waste Expo

03/12/2019

Planta de RSU e produção de CDR em Pernambuco – projeto completo da Stadler

Apresentar um leque diversificado de soluções para o mercado brasileiro foi o objetivo da empresa alemã, que procura agregar valor numa fase determinante da política de reciclagem dos resíduos sólidos urbanos.

A Economia Circular nunca foi tão falada como agora e é um tema muito relevante no Brasil, dada a sua dimensão e as oportunidades que apresenta tanto no aspecto nacional como também numa vertente internacional que cada vez tem regras mais rigorosas. De acordo com um estudo recente feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil produz 11 milhões de toneladas de lixo plástico por ano e recicla apenas 1%, ou seja, 145.043 toneladas.

Os números podem ser surpreendentes, mas a verdade é que o país está apenas atrás dos Estados Unidos, China e Índia no que diz respeito ao lixo plástico. As medidas para combater este problema tenderam a multiplicar-se nos últimos anos, mas a verdade é que as respostas ainda não foram encontradas e 7,7 milhões de toneladas ficam em aterros sanitários.

No entanto, com uma vasta experiência internacional, já tendo montado mais de 350 plantas de triagem e instalado mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo, a Stadler , líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, marcou presença na Waste Expo, que se realizou entre os dias 12 e 14 de Novembro no Expo Center Norte, em São Paulo, para apresentar um leque diversificado de soluções “turn-key”, que tem como objetivo ir contra esses números e ajudar o país a melhorar as taxas de reciclagem.

Com a Economia Circular como pano de fundo e um dos temas mais focalizados nos últimos meses, a empresa acredita que o início para o tratamento adequado dos resíduos passa pela recuperação dos materiais valorizáveis que atualmente estão sendo dispostos, de forma a aumentar o ciclo de vida desses produtos, colocando-os de volta ao mercado através da reciclagem.

Para isso a Stadler coloca ao dispor do mercado brasileiro “um conjunto de soluções e de serviços personalizado para cada cliente e que representa os valores da Stadler: qualidade, comprometimento, responsabilidade capacidade de desenvolver projetos de acordo com a realidade de cada cliente e mercado”, explica Sérgio M. Atienza (foto), Diretor da América Latina da Stadler.

O executivo da empresa vai mais longe e explica “que a técnica no seu melhor” é a base da estratégia e o lema de uma vida, que representa a visão da empresa. Isto significa nas palavas do Diretor, “quer se trate de concepção, planejamento, fabricação, modernização, otimização, montagem, colocação em funcionamento, modificação, desmontagem, manutenção e serviço de componentes e instalações de reciclagem ou classificações completas, oferecemos um serviço completo adaptado às exigências dos nossos clientes e cada caso é um caso, pois a mesma solução não serve para todos”.

A Stadler está no mercado brasileiro desde 2014, quando instalou uma solução completa (“turn key”) numa planta que tem uma capacidade de processar 15 toneladas de lixo por hora de coleta seletiva. Até ao momento já foram instaladas mais oito soluções, sendo que atualmente está sendo instalado em Guarulhos, São Paulo, um projeto completo totalmente arquitetado pela Stadler, que será a planta mais automática da América Latina, uma referência mundial, para o material procedente de coleta seletiva.

De acordo com Sérgio M. Atienza, “a ideia passa por reforçar estrategicamente a nossa presença no mercado brasileiro com uma equipe sólida, atraindo o comprometimento dos municípios em atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos, principalmente no que tange à reciclagem, geração de energia limpa e redução do volume a ser disposto em aterros sanitários”.

A empresa alemã ainda reforça que não fornece apenas “serviços “turn-key””, mas também pode ajudar com equipamentos pontuais. Sérgio reitera que “os separadores balísticos e os separadores óticos são os mais vendidos no Brasil” e que o mercado está “em fase de amadurecimento, propenso a aceitar uma nova realidade sobre o futuro do modelo de negócios, destinação de resíduos e da abertura da indústria cimenteira para combustíveis alternativos”.

A importância da Waste Expo no panorama nacional

De forma a dar respostas e colocar desafios às atuais políticas do país, a Waste Expo Brasil reuniu nos dias 12, 13 e 14 de Novembro especialistas do setor, que exploraram alternativas para a gestão de resíduos sólidos e identificaram possíveis caminhos para uma mudança de mentalidade.

Para Sérgio M. Atienza, a participação da Stadler é “fundamental para apresentar novos processos e conhecer novos parceiros”. O Diretor reforçou que esta foi a quarta participação da Stadler e “queremos nos manter como número um no mercado e ajudar o Brasil a solucionar os problemas gerados pela destinação incorreta dos resíduos”.

A Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é capaz de fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala. Para mais informações, visite http://w-Stadler.de/pt

Curta nossa página no

Tomra introduz “Deep Learning” em suas máquinas de seleção de resíduos

20/11/2019

Tomra expôs na Waste Expo Brasil a sua nova tecnologia Gain de seleção baseada em “Deep Learning” para alta precisão em tarefas complexas de seleção a alta capacidade de processamento

A Tomra Sorting Recycling lançou a tecnologia de seleção baseada em “Deep Learning”, denominada Gain, para aprimorar o desempenho de suas máquinas de seleção baseadas em sensores. A tecnologia Gain será disponibilizada como uma opção complementar para as máquinas Autosort da empresa. Ao classificar objetos a partir dos dados do sensor, o Gain permite a seleção de objetos que anteriormente não podiam ser separados com altos níveis de pureza e sem comprometer a capacidade do Autosort.

A tecnologia Gain da Tomra foi lançada oficialmente durante a Waste Expo Brasil, que ocorreu durante os dias 12 a 14 de Novembro, em São Paulo. Mais uma vez, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, Carina Arita, marcou presença e explicou: “Ao trazer o “Deep Learning” às nossas tecnologias de triagem, a Tomra está adicionando mais sofisticação e eficácia às máquinas de triagem Autosort. A tecnologia Gain também ajudará as máquinas de seleção a se adaptarem a novos fluxos de resíduos, que serão cada vez mais importantes à medida que avançamos em direção a uma economia circular”.

A executiva da Tomra reforçou que “para alcançar uma economia verdadeiramente circular, eliminando o desperdício e reutilizando recursos naturais limitados, tecnologias como as soluções de triagem da Tomra serão essenciais e é por isso que trabalhamos diariamente numa base de inovação sustentada que já é direcionamento da Tomra”. Além da introdução do Deep Learning, Carina Arita enalteceu a importância de outras tecnologias que vão continuar a ser impulsionadas no mercado brasileiro como o Autosort Flake, “que é uma tecnologia que pode acrescentar muito mercado numa ocasião em que os níveis de pureza se tornam cada vez mais importantes”.

Seleção aprimorada através de algoritmos de “Deep Learning”

O “Deep Learning”, como método de inteligência artificial (IA), permite que os computadores imitem o aprendizado humano. Os seres humanos fazem associações com o que viram antes e o que estão vendo agora para identificar vários objetos ou materiais. As máquinas são ensinadas a fazer o mesmo, mas de forma muito mais rápida. As máquinas Tomra contemplam inteligência artificial desde suas primeiras versões, mas essa tecnologia evoluiu continuamente e agora a tecnologia Gain a eleva a um novo patamar com algoritmos de “Deep Learning”.

O aprendizado de máquina clássico requer recursos projetados por um especialista em domínio, enquanto o “Deep Learning”, que é um subconjunto do aprendizado de máquina, não. Ele aprende de milhares de imagens os tipos específicos, que devem ser separados na tarefa de seleção. O “Deep Learning” imita a atividade de um grande número de camadas de neurônios no cérebro humano para aprender tarefas complexas. Dessa forma, durante o treinamento da máquina, o Gain aprende como conectar os neurônios artificiais para selecionar objetos.

A primeira aplicação é separar os tubos de silicone

A primeira versão da tecnologia Gain lançada pela Tomra foi desenvolvida especificamente para ejetar tubos de silicone de um fluxo de polietileno (PE), usando informações da câmara. Como o silicone remanescente nos tubos atrapalha o processo da reciclagem, então é necessário separá-los do material de PE aceito para melhorar o resultado da triagem.

Além de detectar formas comuns de tubos de silicone, o Gain também pode detectar tubos duplos menores, usados principalmente para adesivos de dois componentes, bem como tubos deformados ou parcialmente destruídos. Graças às máquinas da Tomra que separam os materiais por jatos de ar, até tubos grudados podem ser identificados – tarefa para a qual até os braços robóticos mais rápidos disponíveis no mercado atualmente estão enfrentando dificuldades.

A nova tecnologia foi treinada para esta tarefa com milhares de imagens e atinge uma ejeção geral de 99% dos tubos usando-se dois sistemas de seleção em sequência.

Curta nossa página no

Tomra Sorting apresenta a nova tecnologia “Sharp Eye’ para a separação entre bandejas de PET monocamada e garrafas PET

14/05/2018

A nova aplicação, possibilitada pela maior intensidade luminosa, é um avanço bem-vindo em um momento em que a demanda por garrafas plásticas e bandejas cresce internacionalmente

 

A Tomra Sorting Solutions lançou a nova tecnologia denonimada Tomra Sharp Eye, a qual permite separar bandejas de PET monocamada de garrafas PET. Ela aprimora a capacidade da máquina anterior da Tomra, o Autosort, de separar as bandejas multicamadas. Esse avanço é comercialmente emblemático porque pequenas diferenças – mas críticas – entre as propriedades químicas das bandejas de PET usadas em alimentos e as garrafas PET determinam que elas precisam ser separadas para o processo de reciclagem. Além disso, segundo a empresa, a inteligência artificial incorporada nos sistemas Tomra também permite a análise contínua de produtos classificados, tornando as futuras plantas mais inteligentes.

Valerio Sama, Gerente de Produto da Tomra Sorting Recycling, comentou: “Esperamos que nossa nova tecnologia Tomra Sharp Eye seja bem-vinda pelas Centrais de Triagem e pelas plantas de reciclagem de PET. A demanda por essa tecnologia deve crescer, considerando-se o estilo de vida moderno e internacional que está promovendo o aumento do uso de garrafas plásticas de bebidas e bandejas de plástico usadas para frutas, verduras e outros alimentos”.

A chave para este avanço é um aprimoramento da tecnologia de seleção por sensores Flying Beam® da Tomra. O sistema de identificação por infravermelho próximo (NIR) da Tomra faz a leitura de cada ponto (sem necessidade de lâmpadas externas) focalizando apenas na área da esteira que está sendo escaneada. Segundo a Tomra, isso permite uma ampla variedade de ajustes, fazendo com que essa tecnologia possa distinguir até as menores diferenças moleculares nos materiais que passam pela linha de reciclagem. Agora, com o Sharp Eye, a Tomra introduziu uma lente maior para maior intensidade de luz, possibilitando a detecção de propriedades espectrais mais complexas. Um vídeo da nova aplicação pode ser acessado no link: https://www.Tomra.com/pt-br/sorting/recycling/your-application/waste-sorting/pet-bottle-vs-tray

Segundo a Tomra, o processo passo a passo que culmina com a separação de bandejas de PET monocamada e garrafas PET é consistente e flexível. Durante a preparação para a triagem de plásticos misturados em cada um dos diferentes polímeros, o material de coleta seletiva ou proveniente de resíduos sólidos urbanos (RSU) passa por diversas etapas de tratamento mecânico – como peneiramento, abertura de sacos, separação 2D/3D que divide o fluxo de material rolantes e rígidos ainda misturados – para daí então se iniciar a etapa seleção ótica. Para separar o PET misto contido nesse fluxo dos demais polímeros, o Autosort funciona como um sistema combinado, detectando o tipo de material e a cor em combinação com o formato dos objetos. Mesmo com uma entrada de material muito misturada, esse processo atinge uma eficiência de classificação de 95% ou mais, afirma a Tomra.

Mais de um milhão de garrafas de plástico são compradas em todo o mundo a cada minuto e nos próximos cinco anos esse número deverá aumentar em mais 20%. Em resposta, os regulamentos da UE estão ficando mais rigorosos e organizações como a “Plastics Recyclers Europe” estão divulgando orientações sobre a reciclagem de bandejas de PET. Isso incentivará a criação de mercado para a triagem e o tratamento das bandejas de PET, promovendo assim a reciclagem desse tipo de embalagem.

Uma máquina Tomra Autosort com a nova tecnologia Tomra Sharp Eye está disponível para demonstrações, sob agendamento, no Centro de Testes da empresa, próximo a Koblenz, na Alemanha.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no