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Plástico Brasil 2019: Sebrae Móvel oferece consultoria gratuita sobre gestão e empreendedorismo

17/03/2019

Escritório itinerante faz atendimento presencial durante a feira e auxilia interessados em abrir ou melhorar os resultados de um pequeno negócio

Dentro dos diversos serviços e soluções para seus visitantes, a Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo, vai contar com uma unidade do SEBRAE Móvel, projeto inovador que funciona como um escritório sobre rodas.

A van customizada vai oferecer gratuitamente conteúdos sobre empreendedorismo e gestão a empresários e empreendedores presentes ao evento. O veículo é equipado com todos os instrumentos necessários para a realização de atendimentos presenciais feito por funcionários do SEBRAE-SP e oferece auxílio a todos os interessados em ter seu próprio negócio ou melhorar os resultados de negócios já existentes.

Os assuntos incluídos na prestação do serviço incluem plano de negócios, orientações sobre gestão, formalização de microempreendedor individual (MEI), entre outros.

O SEBRAE Móvel ficará localizado ao lado do Parque de Ideias, espaço da feira com foco no conhecimento, do qual participa com uma série de palestras apresentadas por especialistas:

  • Dia 25, às 16h: Estimule o empreendedor que existe em você, Empretec!
  • Dia 26, às 17h: Empreenda – Onde a teoria e a prática se encontram para melhorar o resultado da sua empresa ou novo negócio
  • Dia 27, às 17h: Como controlar as finanças da sua empresa
  • Dias 28 e 29, às 16h: Mercado 2.5
  • Dia 29, às 14h: Planejamento Estratégico: definindo o rumo do seu negócio

Sobre a Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões. Mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais garantiram seu apoio ao evento, afirma os organizadores.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel e o SMED (Single Minute Exchange of Die), demonstração de troca rápida de moldes.

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações que visam não só colaborar com a preservação do meio ambiente, mas também inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Parceria entre PICPlast e SEBRAE movimenta indústria goiana do plástico

07/11/2017

Grande Goiânia e cidades próximas são beneficiadas com programa que oferece desde capacitação até gestão financeira e controle de qualidade

Micro e pequenos empresários da indústria transformadora de plástico da Grande Goiânia e cidades da região vêm ganhando um fôlego a mais para provar que é possível crescer em tempos de economia turbulenta. O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) – iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem, maior petroquímica das Américas – e o SEBRAE Goiânia criaram uma parceria que beneficia os micro e pequenos empreendedores do polo industrial local.

De acordo com Rui Costa, coordenador do programa no SEBRAE, as empresas dos 20 municípios que contemplam a Grande Goiânia, Anápolis, Rio Verde e mais as cidades em torno do Distrito Federal vinham em constante crescimento nos últimos dez anos. Porém, com a crise econômica de 2016, este movimento se estabilizou. “Por isso foi importante contar com o incentivo do PICPlast neste momento. A implantação do programa de capacitação fez total diferença, por exemplo, para que postos de trabalho se mantivessem abertos. Apesar do delicado período não registramos demissões significativas no setor”, informa Costa.

Ao todo, são nove empresas participando do programa, iniciado em agosto de 2016. A partir de um diagnóstico individual, todas passaram por uma dinâmica para desenvolver um plano de trabalho baseado em quatro pilares: estratégias empresariais, gestão financeira, gestão comercial e gestão de qualidade. Além disso, durante o período foram ministradas instrutorias (aulas teóricas em grupo) e consultorias (atendimento in loco).

Crise, aliás, é uma palavra que o empreendedor Hugo Dias diz desconhecer. À frente da Natuplast, indústria plástica de sopro e injeção, Dias credita os ótimos resultados conquistados pela empresa à participação no programa. “Já tínhamos um plano de gestão traçado, mas o PICPlast e o SEBRAE foram fundamentais a para lapidá-lo”, afirma.

Em um ano, a Natuplast viu seu principal produto, o garrafão de água de 20 litros, ganhar um incremento de vendas de 17%. Além disso, a empresa ampliou sua oferta de produtos, que agora também traz outros tipos e tamanhos de embalagens, além de copos e canecas de plástico destinados a bares, festas e eventos. São mais de 300 clientes atendidos no ano e um aumento de 60% no faturamento. “Abrimos uma filial em Campinas, interior de São Paulo, e já programamos abrir outras duas no Norte e no Nordeste. O plano é ter uma Natuplast em cada região do País”, garante o empreendedor.

O programa de capacitação PICPlast e SEBRAE Goiânia vai até dezembro. Parceria semelhante acontece também nos estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia, além dos programas já concluídos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Sebrae e Braskem firmam parceria para capacitar pequenos negócios da indústria de plástico

18/06/2013

Parceria visa melhorar competitividade das micro e pequenas empresas e cooperativas de materiais recicláveis da cadeia de valor do plástico

O Sebrae e a Braskem lançaram nesta segunda-feira (17/06) um programa de encadeamento produtivo para a cadeia da indústria química brasileira. O programa, que terá duração de 36 meses, vai atender a três elos da cadeia: empresas de pequeno porte fornecedoras de produtos e serviços de unidades industriais da Braskem, pequenos negócios transformadores e as sociedades cooperativas de materiais recicláveis. As metas são: ampliar em 10% o volume de vendas e em 5% número de funcionários de pequenos negócios da cadeia do setor de plásticos.

Outro resultado esperado é a ampliação em 25% do desempenho das empresas de pequeno porte com relação aos critérios de qualidade estabelecidos pela Braskem. A expectativa desses resultados baseia-se no desempenho obtido no projeto de encadeamento produtivo piloto desenvolvido em Alagoas. Desde 2009, o Sebrae e a Braskem vêm trabalhando na capacitação e inovação das micro e pequenas empresas de transformadores plásticos do estado,  em conjunto com a  Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Senai e Sinplast.

A experiência alagoana, realizada nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro, apresentou em três anos resultados expressivos: a quantidade de pequenas empresas de produtos e serviços de química e plásticos instaladas no estado subiu 61% (de 33 para 53), o número de empregos cresceu 56% (de 1690 para 2630) e os salários dos funcionários da área de produção tiveram uma elevação de 33%. Além disso, a redução do índice de perdas nessas empresas atingiu a 71%.

Os principais pilares do programa são o desenvolvimento de competências empresariais administrativas e financeiras de todos os participantes e fortalecimento competitivo das empresas de pequeno porte e sociedades cooperativas de materiais recicláveis atuantes na cadeia de valor do plástico.

“Empresas clientes da Braskem podem desenvolver produtos com maior tecnologia e valor agregado, ganhando mais competitividade, inclusive com relação a fabricantes internacionais”, diz Barretto. “A Braskem, como maior produtora de resinas das Américas e empresa ambientalmente responsável, tem o propósito de fomentar o desenvolvimento de todos os elos da cadeia onde atua. Dessa forma, busca ser uma companhia estratégica para a economia, fazendo parte da solução de problemas socioambientais e contribuindo assim para o desenvolvimento da nossa sociedade”, destaca Marcelo Lyra, vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem.

Para os pequenos negócios do setor, há vantagens em ter como cliente – ou fornecedor – uma empresa de grande porte como a Braskem, ressalta Barretto. “Os pequenos negócios tendem a ganhar eficiência e competitividade, com aprimoramento dos seus processos internos e se habilitam a fazer negócios com outras grandes empresas”, destaca o presidente do Sebrae. Ele lembra ainda que, ao estimular as micro e pequenas empresas, há um grande incentivo à geração de empregos – o setor é que mais emprega mão de obra no país – e incremento ao desenvolvimento das economias locais. Destaca-se também o incentivo às cooperativas de material reciclável e os benefícios ambientais para sociedade com o aumento da reciclagem.

Já para a grande empresa, o processo de encadeamento produtivo também pode trazer uma série de benefícios, assinala Barretto. “Com maior competitividade do fornecedor, podem ser obtidos melhores preços, prazos de entrega mais confiáveis, ganho de flexibilidade, crescimento do potencial de inovação, redução dos custos de logística e transporte e otimização dos investimentos para desenvolver a base fornecedora”, enumera o presidente do Sebrae.

A previsão de investimento na nova fase do acordo de cooperação é de até R$ 7 milhões. Inicialmente, o projeto de atendimento de empresas de pequeno porte fornecedoras de produtos e serviços de unidades industriais da Braskem prevê potenciais beneficiados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas, mas, posteriormente, outras localidades poderão se agregadas. A expectativa é alcançar o número de 150 empresas fornecedoras.

No caso dos transformadores plásticos, que são compradores das resinas termoplásticas produzidas pela Braskem, será possível atender 250 pequenos negócios. No que se refere aos projetos de reciclagem, a proposta da parceria é promover a inserção social e econômica de empreendedores de materiais recicláveis, com a implantação de pequenos processos industriais para a reciclagem. Objetiva-se beneficiar 25 cooperativas de recicladores, atingindo um total de mil catadores.

As soluções do Sebrae que poderão ser utilizadas para acatar os requisitos da cadeia de valor do plástico serão definidas caso a caso e em comum acordo com os envolvidos no projeto, após a aplicação do diagnóstico e análise dos resultados das empresas.

O Sebrae desenvolve hoje projetos de encadeamento produtivo com empreendimentos como Petrobras, Vale, Odebrecht, Gerdau,GRU (administradora do Aeroporto Internacional de Guarulhos) , Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Instituto Tecnológico de Panificação e Confeitaria (ITPC), além da própria Braskem.

Dados do Programa de Encadeamento Produtivo do SEBRAE:

Projetos em andamento: 133 projetos (até 2015)
Empresas beneficiadas: 17 mil pequenos negócios
Total de investimento: R$ 100 milhões
Estimativa de negócios: R$ 5 bilhões

Principais empresas envolvidas nos projetos:
Petrobras, Vale, Gerdau, Odebrecht, GRU (administradora do Aeroporto Internacional de Guarulhos), Braskem, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Instituto Tecnológico de Panificação e Confeitaria (ITPC).

Expectativa:
Através das atuais parcerias, existe a expectativa de que em 2013 sejam atendidas cerca de 1.500 e em 2014 mais 2.000 empresas de pequeno porte, além do incremento que possa derivar de atuais negociações com outras grandes empresas, atendendo varias cadeias produtivas.

Fonte: Braskem

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Pequenas e médias empresas marcam presença na Brasilplast

11/05/2011

 Em 2011, o segmento de resinas plásticas deve crescer 15%, atingindo o faturamento de R$ 2,8 bilhões. Os dados, apresentados pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas (ADIRPLAST) ainda apontam que a venda de resinas no País deverá aumentar 4,2% em 2011. Esse é um item fundamental para setor do plástico. E os distribuidores desse material tem papel relevante na cadeia produtiva, já que são eles que entregam a matéria-prima para os pequenos e médios transformadores de todo o país.

Não só o setor de resinas plásticas, mas toda a indústria do plástico está em pleno crescimento. E as pequenas e médias empresas tem grande participação nesse processo. Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Vitopel e presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), as pequenas e médias empresas, além de ter participação de 90% dentro da indústria do plástico, já correspondem cerca de 30% do faturamento do setor.  “Essa é uma tendência que deve crescer ainda mais nos próximos anos, em razão do desenvolvimento das indústrias, principalmente fora do eixo Sul-Sudeste do País”, afirmou.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) trouxe para a BRASILPLAST quatorze micro e pequenas empresas da cadeia produtiva do plástico e derivados. O apoio do Sebrae a essas empresas tem como finalidade apresentar novos produtos e dar destaque às empresas da indústria do plástico. Para Alencar Burti, presidente do Sebrae-SP: “O mundo não vive sem plástico. E para o pequeno produtor essa indústria é uma boa opção, pois não requer tantos investimentos. É preciso incorporar o micro empresário nesse mercado.”

Quando soube do apoio do Sebrae às pequenas empresas interessadas em participar da BRASILPLAST, Altair Oliveira, sócio-proprietário da Dialmaq, encaminhou uma solicitação imediatamente. “Minha empresa trabalha com fabricação de máquinas e equipamentos de plástico, e percebo que esse nicho ainda tem muito a oferecer a toda a indústria”, diz.

Fonte: Assessoria de Imprensa BRASILPLAST

Foto (crédito): Getty Images