Posts Tagged ‘Sacolas Plásticas’

TJ de São Paulo mantém decisão que determina a distribuição de sacolas em supermercados

02/08/2012

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, no dia 31/7, o recurso da Associação Paulista de Supermercados (APAS) e de quatro grandes redes de supermercados (Pão de Açúcar, WalMart, Carrefour e Sonda), para derrubar a decisão da juíza Cynthia Cristófaro pela volta da distribuição gratuita de sacolas plásticas – decisão de 25 de junho (http://www.tjsp.jus.br/Handlers/FileFetch.ashx?id_arquivo=39279).

Assim, os supermercados de São Paulo devem distribuir gratuitamente sacolas plásticas, sacolas biodegradáveis e de papel.

Veja na íntegra a decisão do TJ-SP (em PDF).

Fonte: Plastivida

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Tribunal de Justiça de SP indefere pedido de suspensão de distribuição de sacolas plásticas

10/07/2012

Nesta terça feira, dia 10,  o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo indeferiu o pedido de cassação da liminar que havia determinado que os supermercados do Estado de São Paulo voltassem a distribuir as sacolinhas plásticas durante as compras realizadas em seus estabelecimentos.

Segundo a relatora do processo no Tribunal de Justiça, desembargadora Berenice Marcondes Cesar,   o recurso não atende aos requisitos estabelecidos no artigo 558 do Código de Processo Civil, que requer urgência para que um efeito suspensivo seja deferido.

A suspensão da liminar havia sido solicitada em recurso impetrado pelo Carrefour  e tinha como objetivo suspender novamente a distribuição de sacolinhas plásticas. A Associação Paulista de Supermercados e as redes Walmart, Sonda e Pão de Acúcar também tentam suspender a distribuição gratuita das sacolinhas para os consumidores de São Paulo.

Mais informações pode ser obtidas no site do jornal O Estado de São Paulo.

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Redes de Supermercado de São Paulo voltam a distribuir sacolas plásticas

26/06/2012

Segundo a Folha de São Paulo, as redes Carrefour e Pão de Açúcar voltarão a distribuir as sacolinhas plásticas a partir da próxima quinta-feira, 26 de junho, à tarde.  A iniciativa destina-se a cumprir notificação da decisão liminar da juíza Cynthia Torres Cristófaro, da 1ª Vara Central da capital, emitida ontem, que determinou que os supermercardos devem voltar a distribuir gratuitamente as sacolinhas plásticas para embalagem dos produtos comprados nos seus estabelecimentos.   A rede Walmart também informou que iniciará a distribuição das sacolinhas tão logo receba a notificação, o que ainda não ocorreu.

A liminar estabeleceu um prazo de 48 horas para os supermercados voltarem a fornecer as sacolinhas, a partir do instante em que receberem a notificação.

Segundo a juíza,  a interrupção da distribuição gratuita das sacolas  “nitidamente onera desproporcionalmente o consumidor”.

A APAS (Associação Paulista de Supermercados) afirmou que vai recorrer da decisão.

Para mais informações, clique nos links abaixo para acessar matérias no site da Folha de São Paulo e da Plastivida:

Folha de São Paulo

Plastivida

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Decisão do MP abre espaço para retorno das sacolas plásticas aos supermercados de São Paulo

20/06/2012

Com decisão, supermercados devem voltar a distribuir sacolas plásticas em respeito ao Código de Defesa do Consumidor

O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu por unanimidade nesta terça-feira, 19 de junho, que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que limitava o direito do consumidor em receber gratuitamente as sacolas plásticas, não é válido. Com a decisão, os estabelecimentos devem voltar a distribuir as sacolinhas em cumprimento ao Código de Defesa do Consumidor.

A petição contra a homologação do TAC foi uma ação movida pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idecon) e pelo terceiro interessado SOS Consumidor.

Com isso em vista, os estabelecimentos comerciais que deixarem de distribuir as sacolas gratuitamente, pelas quais a população já paga e têm o preço embutido nos produtos, correm o risco de serem acionados pelos órgãos de defesa do consumidor, mediante denúncia. “As pessoas que se sentirem lesadas devem procurar os órgãos de defesa do consumidor e o próprio Ministério Público”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

“O Conselho Superior do MP entendeu que existe um descompasso muito grande e que o ônus na não distribuição das sacolas plásticas está recaindo apenas sobre os consumidores. Na visão do órgão, essa situação precisa ser revertida o quanto antes”, finaliza Jorge Kaimoti Pinto, advogado da Plastivida.

Fonte: Plastivida

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Governo do Estado regulamenta utilização de sacolas plásticas no RS

22/05/2012

Lei determina normas e padronizações da ABNT que beneficiam meio ambiente, consumidores e cadeia produtiva

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul regulamentou, na última quinta-feira (17/05), a Lei 13.272, que prevê a proibição do uso de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões estabelecidos pela norma 14.937 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

As determinações da lei permitem que haja uma natural redução na circulação de sacolas plásticas, pois a norma estabelece que apenas materiais mais resistentes e capazes de suportar mais peso sejam utilizados em sua fabricação.

O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho comemora o decreto. Na avaliação do presidente da entidade, Orlando Marin, a lei fundamenta a importância do consumo responsável do plástico, valorizando também a cadeia produtiva envolvida. “Essa lei vem ao encontro da política que defendemos. O vilão do meio ambiente não é a sacola plástica e sim o desperdício e o descarte inadequado. Primamos pela conscientização”, considerou.

A Lei 13272 é uma decisão tomada pelo governo após vários debates sobre a utilização das sacolas plásticas, que envolveram diversos setores da sociedade, como ambientalistas, representantes das indústrias e a AGAS – Associação Gaúcha de Supermercados. Em recente pesquisa encomendada pela entidade, mais de 80% dos gaúchos se posicionaram contra a retirada das sacolas plásticas de circulação.

Fonte: Núcleo Comunicação e Marketing

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69% dos paulistanos querem sacolinha de volta aos supermercados, segundo Datafolha

22/05/2012

De acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha na cidade de São Paulo, entre os dias 2 e 3 de maio, 69 % dos consumidores paulistanos são a favor de que os supermercados voltem a distribuir gratuitamente as sacolas plásticas para transporte das compras realizadas nesses estabelecimentos. A pesquisa entrevistou 612 consumidores e foi encomendada pela Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos).

Em pesquisa realizada em janeiro junto a 1.090 entrevistados, 57 % indicavam ser favoráveis ao fim da distribuição das sacolas.

As embalagens deixaram de ser distribuídas junto à população em abril deste ano. 75% dos entrevistados na última pesquisa relataram não haver percebido mudanças nos preços das mercadorias depois do fim da distribuição das sacolinhas.

Mais informações no link  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/44248-69-querem-sacolinha-de-volta-aos-supermercados.shtml

 

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Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

08/12/2011

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

Datafolha comprova preferência por sacolas plásticas

13/09/2011

Pesquisa nacional feita pelo Datafolha em maio, a pedido da Plastivida, do INP e da Abief, mostrou hábitos e opiniões relevantes sobre o uso de sacolas plásticas. Veja alguns resultados:

  • 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras.
  • 50% indicaram as sacolas plásticas como o melhor meio para transportar as compras.
  • 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las. Destes, 96% para lixo.
  • 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.
  • 64% entendem que seria uma obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras, caso as sacolas fossem banidas.

Outras informações sobre a pesquisa são relatadas pelo presidente da Plastivida e INP, Miguel Bahiense Neto, em artigo a seguir:

“Uma abrangente pesquisa feita pelo Datafolha em maio revela que a grande maioria dos consumidores prefere as sacolas plásticas para transportar suas compras e cuida de não desperdiçá-las, reutilizando-as e dando-lhes uma destinação ambientalmente correta após o uso.

Dos consumidores entrevistados em uma mostra qualificada de 1.123 pessoas na Região Metropolitana de São Paulo e nas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras. Sacolas de pano e nylon são usadas por 11%, carrinhos de feira por 3%, e caixas de papelão por 2%.

Indagados especificamente sobre qual seria o melhor meio para transportar as compras, 50% indicaram as sacolas plásticas, 27% as de pano, nylon e de feira, 12% os carrinhos de feira, 6% as caixas de papelão, 3% as sacolas de papel e 2% outros meios.

Os que optaram pelas sacolinhas plásticas relataram como razões para essa escolha a resistência dessas embalagens e sua reutilização.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las, 7% as descartam e 6% as remetem para reciclagem. Este dado é duplamente relevante. Primeiro, porque demonstra que a grande maioria dos consumidores dá novo uso à sacola ou as recicla; assim, não as desperdiça.

Segundo por mostrar que ainda há um trabalho educacional a ser feito em relação aos 7% que descartam, conscientizando-os sobre o potencial de reuso e reciclagem das sacolinhas. Com isso, daremos mais um passo para a preservação ambiental.

Em questão com múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram que o fazem para acondicionamento de lixo (96%), recolhimento de sujeira de animais (51%), utilização para transportar outros objetos (66%), separação do lixo a ser levado à reciclagem (39%), armazenamento de mantimentos (26%), preservação de roupas (17%) ou utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Essa resposta é bastante interessante por mostrar a importância das sacolinhas para a saúde pública (acondicionando o lixo de forma segura e higiênica), para a economia (protegendo as roupas ou transportando outros produtos) e para o meio ambiente (acondicionando os descartes recicláveis para levá-los à reciclagem, ou reciclando-as para fabricar novos produtos).

O Datafolha mostra ainda que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas. Em resposta que permitia escolhas múltiplas, 81% concordaram em que a cobrança pelas sacolinhas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

Neste último caso, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras. Somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. No entanto, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Equivocadamente, 45% opinaram que as sacolas não são recicláveis. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. E 17% não souberam responder.

Todos esses resultados levam a duas conclusões. Os consumidores preferem as sacolas plásticas e portanto não querem seu banimento. E a educação é o caminho para garantir o direito de os consumidores escolherem a melhor embalagem para transportar suas compras e contribuírem para a preservação do meio ambiente, mediante o uso consciente das sacolas plásticas e seu descarte correto”.

Fonte: Plastivida

Reunião-Janta do Simplás destaca sustentabilidade das sacolas plásticas

08/09/2011

Evento contou com a presença do Presidente da Plastivida e INP

 O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho realizou na noite desta segunda-feira, dia 5 de setembro, a terceira reunião-janta, no Restaurante Tulipa, no Complexo dos Pavilhões da Festa da Uva. O presidente da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos) e do INP (Instituto Nacional do Plástico), Miguel Bahiense, apresentou a palestra “Sustentabilidade das Sacolas Plásticas”.

A apresentação expôs os resultados de um estudo britânico, concluindo que, dentre nove categorias analisadas, em oito as sacolinhas tiveram melhor desempenho ambiental que suas substitutas. “Nunca havia sido divulgado um estudo científico sobre sacolas, este foi o primeiro”, disse ele. Miguel também falou sobre uma pesquisa feita pela Braskem sobre a ecoeficiência dos produtos, no qual foram analisados os mitos e as verdades em relação ao uso de sacolas plásticas e de papel, de algodão, retornáveis ou oxidegradáveis. A sacola plástica apresentou vantagens sobre as demais. Conforme o presidente da Plastivida, “existem cenários em que as sacolas descartáveis são melhores do que as retornáveis. À medida que aumentamos o volume de descarte do lixo, melhor será para o meio ambiente utilizarmos as sacolas descartáveis.

Assim, pode-se facilmente deduzir que o vilão não é a sacola ou o plástico em si, mas sim o desperdício e o descarte inadequado. Todos os tipos de sacola têm impacto, mas todas também apresentam modos de melhor utilizá-las. Dessa forma, criou-se o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, cuja meta é reduzir em 30% o consumo de sacolas descartáveis. Também foi criado o selo de qualidade para uma sacola mais resistente, o que aumenta a sua durabilidade e capacidade de reutilização. “Educação é a saída. É através dela que conseguiremos resolver a situação”, afirmou Miguel. Para um uso consciente e descarte correto, é preciso “reduzir, reutilizar e reciclar”, disse ele.

No evento também palestrou o Coordenador Comercial da Proamb – Soluções Ambientais, Eclair Rossato, falando sobre “Cooprocessamento de Resíduos Sólidos Industriais e a Portaria 16 da FEPAM”.  Além dele palestraram os diretores da Faculdade de Tecnologia (Ftec), Claudio Meneguzzi e Mauricio Sebastião de Barros, sobre a história da entidade e sobre o núcleo de Caxias do Sul.

Fonte:  Núcleo Comunicação e Marketing

Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

Campanha de rádio questiona o porquê de se acabar com o uso das sacolas plásticas.

14/07/2011

O melhor desempenho ambiental das sacolas plásticas em comparação a outras como as de pano e papel, demonstrado por estudo do governo britânico, é o tema desta semana da campanha de rádio que Plastivida, INP e Abief veiculam desde 27 de junho.

“Das 9 categorias ambientais pesquisadas, as sacolinhas vencem em 8. Durante seu ciclo de vida, emitem menos CO2. Usam menos matéria-prima em sua fabricação e são 100% reutilizáveis e recicláveis. Por que acabar com a embalagem mais sustentável?”, questiona a mensagem desta semana.

Clique no vídeo a seguir para ver a mensagem.

Fonte: Plastivida

Plastivida, Abief e INP promovem campanha de rádio para valorização de sacolas plásticas.

28/06/2011

Mensagens serão transmitidas para as principais capitais do país.

A partir de 27 de junho, Plastivida, INP e Abief colocarão no ar uma campanha de rádio para valorizar as sacolas plásticas e esclarecer os consumidores sobre o equívoco cometido por aqueles que buscam acabar com sua disponibilização pelo varejo.

Serão quatro spots no período de um mês veiculados diariamente, sendo um diferente a cada semana. A veiculação ocorrerá de 27 de junho a 26 de julho.

As mensagens abordarão a importância do uso, reuso e reciclagem das sacolinhas; a atuação da indústria na fabricação de sacolas dentro da norma técnica e na articulação com o varejo e os consumidores por meio do Programa de Qualidade e Consumo Responsável; a sustentabilidade das sacolas comprovada por estudo da Agência Ambiental do Governo Britânico; e o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada a suas necessidades.

A veiculação, em spots com duração de 30 segundos, será feita nas seguintes rádios:

  • Band News FM – 88 inserções.
  • Bandeirantes AM/FM São Paulo – 52 inserções.
  • CBN FM (Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife) – 47 inserções em cada praça.

Ouça abaixo a mensagem desta semana no YouTube:

Fonte: Plastivida

Empresas ligadas à Adirplast devem distribuir biolpolímeros.

28/06/2011

Para Associação Brasileira de Distribuidores de Resinas Plásticas, as campanhas contra o uso do plástico estão baseadas em argumentos, muitas vezes, infundados. Por isso, as empresas ligadas à entidade já estudam a melhor forma de distribuir  os polímeros de fontes renováveis, como o etanol ou amido de milho

A partir de 1º de janeiro de 2012, a população de São Paulo terá de enfrentar um grande desafio: não vai mais dispor das tradicionais sacolas plásticas descartáveis para levar suas compras para casa. A medida, anunciada recentemente pelo Governo do Estado, deve tirar de circulação cerca de 2,2 bilhões de sacolinhas por ano, só em São Paulo, segundo Associação Paulista de Supermercados (Apas).

As tradicionais sacolinhas, feitas com polímero sintético, devem ser substituídas por sacolas de plástico biodegradáveis, que serão vendidas aos consumidores por R$ 0,19 cada. Essas sacolas de bioplástico, feitas com resinas de fontes naturais, são, segundo Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas -, uma alternativa bastante prática para a cadeia produtiva, já que não devem demandar grandes mudanças no setor transformador. Isso porque as máquinas instaladas para produzir embalagens com polímero sintético podem proces sar também o biopolímero. “O problema, no entanto, diz respeito à escala. Ainda não existem fabricantes capazes de produzir polímeros naturais suficientes para atender a demanda do setor de plástico”, explica Gonçalves.

Apesar disso, os distribuidores associados à ADIRPLAST já estudam a melhor maneira para facilitar o fornecimento das “resinas verdes” para a cadeia de transformação, que conta com 11.465 empresas. “Assim como acontece com os polímeros sintéticos, facilitaremos para os transformadores a compra também dessas resinas derivadas de fontes renováveis. Com o tempo, elas poderão ser entregues aos nossos clientes, em qualquer região do País, num prazo máximo de 24 horas”, afirma Laércio.

Para Laércio Gonçalves, a medida adotada pelo governo paulista não resolve os problemas ambientais gerados pelo desperdício das embalagens nem mesmo ajuda a reduzir a emissão em demasia de CO2 na atmosfera: “Novos produtos irão substituir as sacolas e a produção de todos eles em maior escala impacta diretamente no meio ambiente. Estaremos apenas trocando seis por meia dúzia, ao invés de educar as pessoas a consumirem conscientemente, seja o plástico, o papel ou qualquer outra matéria-prima”.

Ainda segundo o presidente da ADIRPLAST, a incapacidade dos órgãos públicos de fazer a coleta seletiva do lixo é outro problema que não será resolvido pela simples proibição do uso das sacolas plásticas. “Em uma cidade como São Paulo, é inaceitável que só ocorra a coleta seletiva com apenas 2% do lixo gerado pela população. O plástico é uma matéria-prima 100% reciclável e poderia ser usado por mais vezes. No caso das sacolinhas, por exe mplo, pelo menos mais três vezes”. 

A proibição das sacolinhas plásticas ainda é um tema que deve gerar muita discussão. Em Americana, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) a lei municipal que suspendia a distribuição das sacolas foi suspensa por tempo indeterminado. A decisão atende a um pedido de liminar feito pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico de São Paulo).

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Fonte: Abiplast

Entidades ligadas à indústria do plástico se posicionam contra proibição de sacolas plásticas pela Câmara Municipal de São Paulo.

19/05/2011

Posicionamento frente ao PL, aprovado pela Câmara de São Paulo, que visa o banimento de sacolas plásticas no município

• No dia 17 de maio, a Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 496/2007, que dispõe sobre a proibição da distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas aos consumidores em todos os estabelecimentos comerciais da capital. O PL define que os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis, confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.

• São Paulo é o maior centro consumidor do país e sofrerá com a penalização: perda de movimentação no comércio, empregos em risco na cadeia produtiva, além da penalização da população em si e do meio ambiente.

• As sacolas plásticas são apontadas incorretamente como sendo causadoras de impacto ambiental, quando na verdade o problema não reside nelas e sim no desperdício, no descarte incorreto e na falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo.

• Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis. Pesquisa do Ibope confirma que 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo.

• Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações. A sacola plástica é reutilizada pelo consumidor para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa higiene, economia e atitude ambientalmente responsável. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo, o que irá gerar custo adicional às famílias.

• Ambientalmente, as sacolas plásticas são comprovadamente as mais amigáveis. Estudo encomendado pelo governo britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas mostrou que a sacolinha de plástico tem melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias avaliadas. Outro importante dado é que ela apresenta a menor geração de CO2 em seu processo produtivo, além de consumir menor quantidade de matéria-prima frente às outras opções.

• Com isso em vista, acreditamos que o combate ao desperdício a partir da educação: conscientização sobre o uso correto, reutilização e descarte responsável das sacolas plásticas é o caminho adequado.

• Defendemos que as sacolas plásticas sejam utilizadas sim, porém fabricadas com a qualidade exigida pela Norma Técnica ABNT NBR-14937. Isso porque as sacolas mais resistentes inibem a prática de se colocar uma sacola dentro da outra para transportar produtos mais pesados ou utilizar somente a metade de sua capacidade, além, de poderem ser usadas mais vezes, mesmo para as compras em supermercados.

• Essas sacolas mais resistentes são a base do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), para envolver indústria, varejo e população na questão da melhoria na qualidade das sacolas e nas boas práticas de uso e descarte dessas embalagens.

• Com uma sacola dentro da norma e com a educação da população para o uso e descarte adequados dessas embalagens o desperdício é combatido. O consumidor pode levar sua sacola plástica mais de uma vez ao supermercado, depois disso dar a ela outras finalidades (embalar alimentos, carregas produtos molhados na bolsa, recolher as fezes de animais domésticos ou mesmo usar como saco de lixo)

• Presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), o Programa traz resultado notório: 4 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas de 2007 a 2010. Mesmo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) reconhece o esforço como inovador, consistente e equilibrado. O Programa segue em 2011 com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

• Na capital paulista, as redes de varejo signatárias do Programa, como o Pão de Açúcar, por meio da educação do consumidor, já reduziram significativamente o desperdício, graças a distribuição de sacolas dentro de normas e do trabalho de educação do consumidor.

• As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

O Banimento é um caminho ou uma falta de visão sistêmica?

• Perguntamos: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

• Na sociedade contemporânea, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos temos direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

• A sacola plástica é 100% reciclável e, quando feita dentro de norma, mais resistente, pode e deve ser reutilizada – até mesmo para novas compras em supermercado – sem onerar o consumidor. Hoje, o Brasil conta com uma indústria de reciclagem de plásticos ociosa em mais de 30% uma vez que o país não conta com processos de coleta seletiva adequados para que menos materiais que podem ser reutilizados acabem nos lixões e aterros.

• Acreditamos que a população não pode ser penalizada – seja com cobranças extras, com a geração de novas despesas com sacos de lixo, ou mesmo com a perda e empregos na cadeia produtiva das sacolas plásticas (que hoje garante em São Paulo cerca de 6 mil empregos diretos).

• A saída está na educação e na responsabilidade compartilhada – indústria, varejo, população e governo fazendo sua parte para adequar a questão do consumo e do descarte.

Fonte:  ABIEF

Plastivida questiona medida contra as sacolas plásticas, pede diálogo ao governo paulista e alerta que consumidor será penalizado.

02/05/2011

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos afirma ter se surpreendido com  a notícia sobre o posicionamento do Governo de São Paulo e da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que anunciaram um acordo com vistas ao banimento de sacolas plásticas no Estado até o final do ano. Segundo o anúncio, cada nova sacola seria cobrada do consumidor a R$ 0,19.

Há poucos dias, no entanto, o Governo do Estado havia anunciado a constituição de um Grupo de Trabalho para em 45 dias anunciar medidas em relação às sacolas plásticas. O anúncio falava em ouvir todos os setores envolvidos, inclusive a indústria, o que não aconteceu.

A preocupação da Plastivida, que representa a cadeia produtiva dos plásticos até seu descarte no pós-consumo, é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que preservam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha de cada um.

A Plastivida deseja apresentar ao Secretário Bruno Covas o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado e que pode proporcionar uma redução do consumo de pelo menos 30% do volume total de sacolas. Já há resultados concretos neste sentido, que levaram à redução de 4 bilhões de sacolas desde que o Programa foi implementado em 2007 até hoje. Este Programa, inclusive, foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.

Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), e segue com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

É necessário equilíbrio ao tratar das questões ambientais

A Plastivida reforça que as ações de preservação ambiental devem ser equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízos ao consumidor.  A população utiliza a sacola plástica para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo? Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O estudo verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções. Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacola de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação.

Pergunta-se: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

O banimento de qualquer produto, seja ele uma sacola plástica ou outro qualquer, não é a solução. Na sociedade contemporânea, que consome livremente, não apenas as sacolas, mas também a água, combustíveis, etc, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos tem direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

A Plastivida acredita que a responsabilidade compartilhada por todos (indústria, população, varejo e governo) aliada à educação, consumo responsável e descarte adequado é a solução para que a população seja beneficiada, assim como o meio ambiente. A solução adotada pelo Estado de São Paulo vai na contramão do equilíbrio das soluções verdadeiramente sustentáveis e a Plastivida quer dialogar com o Governo de São Paulo, no sentido de contribuir para que as soluções definidas sejam realmente amigas do meio ambiente – e, também, do consumidor.

Fonte: Plastivida

Estudo de Agência Ambiental britânica mostra menor impacto ambiental comparativo de sacolas plásticas usadas no transporte de compras.

19/04/2011

Sacolas plásticas são as mais sustentáveis

Análise de Ciclo de Vida comparativa realizada pela Agência Ambiental do Reino Unido mostrou que as sacolas plásticas utilizadas para transportar as compras trazem impacto menor ao meio ambiente que as de papel e algodão.

A proporção de matéria prima utilizada nas sacolinhas plásticas e as inúmeras possibilidades de reutilização que elas oferecem as tornam mais sustentáveis que as outras.

Segundo o estudo, as ecobags de outros materiais teriam que ser reutilizadas mais de 100 vezes para compensar a quantidade de material que levam em sua produção. As de papel, cerca de três vezes mais, porém a fragilidade do material não o permite. Já a sacola plástica comum apresenta resistência para ser reutilizada diversas vezes e, depois disso, ainda serve para embalar o lixo residencial, promovendo a saúde pública.

Pesando menos que as demais embalagens, a sacola plástica gera menos CO2 e provoca os menores impactos ambientais em oito das nove categorias de avaliação de desempenho pesquisadas.

Leia o sumário executivo do estudo

Conheça o estudo na íntegra (em inglês)

Fonte: Plastivida

Starlinger apresenta novidades tecnológicas na Brasilplast 2011

28/03/2011

A STARLINGER estará presente na BRASILPLAST 2011 com três lançamentos para o mercado brasileiro. Serão expostos e estarão em funcionamento os seguintes equipamentos:

1.       Bobinadeira com troca automática twinTAPE para a produção de bobinas de ráfia com comprimentos uniformes.

A bobinadeira é equipada com um novo sistema de acionamento, eliminado diversos componentes mecânicos, substituindo-os por soluções eletrônicas, que reduzem sua manutenção. Ela está preparada para trabalhar com tubetes de 35 mm de diâmetro interno e velocidades de até 600 m/min.

2.       Tear circular OMEGA 1000 HV

O novo modelo de tear circular funciona com um sistema de liços metálicos e segmentos de cerâmica, que aumentam significativamente sua vida útil. Ele pode produzir tecidos circulares e planos com até 160 g/m2. Largura de trabalho: 300mm – 850mm, em duplo plano. Respectivamente, 600mm – 1700mm tecido plano trabalhando com até 1000 lances por minuto.

3.       Máquina de corte e costura multiKON

Novo modelo de máquina de corte e costura para sacos de tecido tubular de ráfia (laminados e não-laminados), com velocidade de produção de até 55 sacos por minuto. Equipada com novo cabeçote de costura da Union Special, a máquina permite uma produção constante com altíssima velocidade e precisão. Diversos opcionais podem ser incluídos, permitindo a produção de produtos especiais, incluindo sistemas de easy open (abre fácil) e alças para transporte do saco.

RECICLAGEM

Além disso, a Starlinger também terá especialistas da área de reciclagem de polímeros (PP, PE, PET, etc.), que apresentarão as novidades dos equipamentos recoSTAR – linha de reciclagem da empresa. A Viscotec, empresa do grupo Starlinger, que produz reatores para a descontaminação e elevação de viscosidade de PET também terá um representante durante todo o evento.

Fonte: Alcântara Machado / Brasilplast

CBN entrevista diretor da Plastivida sobre consumo de sacolas plásticas no Brasil.

22/03/2011

Sacola retornável fabricada com PET reciclado é utilizada em supermercados e lojas de Portugal.

17/02/2011

Vislumbrando o crescente número de pessoas que optam por sacolas retornáveis, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) colocou no mercado português um novo modelo, feito com material reciclado. Esta sacola apresenta na sua composição um material inovador, constituído em 99% por garrafas PET recicladas, com largas vantagens na economia de recursos naturais. O lançamento da nova Sacola “Verde” mostra a preocupação e responsabilidade da APED relativamente ao Ambiente e à Prevenção de resíduos, contribuindo para o consumo sustentável dos recursos naturais e para a promoção do eco-consumo.

A Sacola “Verde” pode ser adquirida em lojas dos Associados da APED tais como: Continente, Jumbo, Modelo Bonjour, Modelo, Pão de Açúcar, Pingo Doce e Staples.

Fonte: APED / Instituto Nacional do Plástico (INP)

Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas chega a Recife.

07/07/2010

Em 9 de junho, o Instituto Nacional do Plástico (INP) lançou em Recife (PE), o projeto-piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. Para um auditório de aproximadamente 60 pessoas, o superintendente do INP, Paulo Dacolina, apresentou as bases e objetivos do programa.

Na ocasião, estiveram presentes nomes como Élvio Polito, secretário adjunto do Meio Ambiente do Estado de Pernambuco, Luciano Siqueira, ex-vice-prefeito de Recife e atual vereador, Ricardo Essinge, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEP), Edvaldo Guilherme dos Santos, presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (APES) e Fernando de Araujo Pinheiro, presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Pernambuco (SIMPEPE).

O Projeto conta com a participação das redes de supermercados Pão de Açúcar, Arco-Íris, Sttyllo e Kennedy e com o apoio do SIMPEPE (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Pernambuco) e APES (Associação Pernambucana de Supermercados).

Fonte:  Boletim – Instituto Nacional do Plástico