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Sindicatos da Indústria plástica gaúcha iniciam articulação conjunta do setor

27/06/2013

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Sindicatos do setor plástico começam ciclo de reuniões mensais nesta quinta-feira (27) em Caxias do Sul

Detentor do segundo lugar no ranking nacional da indústria da transformação, com 1.316 empresas, o equivalente a 11,3% da capacidade instalada em todo o Brasil, e do terceiro lugar na geração de empregos, com 30.595 trabalhadores, correspondendo a 8,8% dos contratados do país, o Rio Grande do Sul ganha nesta quinta-feira (27) um foro inédito de articulação setorial. A partir das 17h, no Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), em Caxias do Sul, os três sindicatos que representam as empresas do segmento plástico gaúcho passam a cumprir um cronograma de reuniões mensais para definir e encaminhar pleitos conjuntos. Haverá alternância de sede a cada encontro.

O Simplás representa cerca de 500 empresas instaladas nos municípios de Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real. O bloco de entidades de classe se completa com o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi), compreendendo a área de Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul, Santa Tereza e Pinto Bandeira, e o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast), de abrangência estadual.

“A ideia foi lançada e aceita na última reunião-janta do Simplás (dia 10 de junho, em Caxias do Sul). A partir de agora vamos nos reunir mensalmente para buscar alinhamento nas ações, elaborar estratégias de médio e longo prazo, discutir saídas para problemas comuns a todo setor e a melhor forma de encaminhar nossos pleitos”, explica o presidente do Simplás, Orlando Marin.

Conforme o dirigente, dois exemplos de temas que devem merecer exame mais apurado por parte do grupo são os altos custos de energia elétrica e matéria-prima, que comprometem substancialmente a competitividade da indústria de transformação gaúcha.

Para o primeiro encontro são esperados, além de Marin, o 1o vice-presidente do Simplás, Jaime Lorandi, o diretor executivo do Simplás, Zeca Martins, o presidente do Simplavi, Ivanio Arioli, o 2o vice-presidente do Simplavi, Emílio Ristow, e o presidente do Sinplast, Edilson Deitos.

Fonte: Simplas

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LANXESS anuncia investimento de 80 milhões de Euros em fábrica no Rio Grande do Sul

05/03/2013

Lanxess_Pneu_VerdeApós  a realização de um estudo de viabilidade, a empresa alemã de especialidades químicas LANXESS decidiu converter a produção de borracha de estireno butadieno em emulsão (E-SBR), utilizada em pneus padrão, para borracha de estireno butadieno em solução (S-SBR), utilizada nos ‘pneus verdes’ de alto desempenho, em seu site em Triunfo (Rio Grande do Sul), no sul do Brasil. A LANXESS é a primeira empresa a realizar essa conversão.

A futura capacidade de S-SBR em Triunfo será de 110 mil toneladas métricas por ano, exatamente o mesmo que a atual capacidade de E-SBR. A troca na tecnologia de produção representa um investimento de € 80 milhões, que serão financiados com o fluxo de caixa da empresa. Até 500 trabalhadores temporários serão necessários durante a fase de conversão. A fábrica vai produzir as borrachas sintéticas de S-SBR no final de 2014. Um fornecimento regular de E-SBR para os clientes será mantido na planta da empresa em Duque de Caxias (Rio de Janeiro), no Brasil, com capacidade produtiva suficiente para atender a toda a demanda do mercado brasileiro por E-SBR. A borracha sintética de E-SBR é utilizada principalmente na fabricação e reforma de pneus de caminhão, o que significa que as carcaças de pneus podem ser reutilizadas várias vezes, economizando assim matéria-prima para a produção de pneus.

A LANXESS é a maior produtora do mundo de borrachas de alta performance, incluindo S-SBR e borracha de polibutadieno com catalisador de neodímio (Nd-PBR), vendida sob a marca Buna. O crescimento global para ambos os tipos de borracha é estimado em cerca de 10% ao ano até 2017, à medida que os consumidores mudam para os “pneus verdes”, com maior eficiência de combustível e ecologicamente corretos.

“Estamos satisfeitos em anunciar mais um grande investimento de borracha sintética no Brasil, o que reforça o nosso compromisso com nossas plantas e funcionários aqui”, disse o Membro do Conselho de Administração da LANXESS, Werner Breuers, em uma coletiva de imprensa, em São Paulo, hoje. “Queremos oferecer aos nossos clientes a melhor tecnologia que eles merecem, a fim de cumprir seus planos de expansão neste mercado importante”.

Novas capacidades para atender à forte demanda por “Pneus Verdes”

A demanda por “Pneus Verdes” está sendo motivada pela megatendência de mobilidade, sobretudo nas regiões da Ásia e América Latina, à medida que aumenta o poder aquisitivo da classe média. Além disso, a demanda vai acelerar, pois a rotulagem de pneus continua a ser introduzida em todo o mundo.

Em novembro de 2012, a rotulagem obrigatória dos pneus foi lançada na União Europeia (UE), similar às etiquetas de consumo encontradas em geladeiras e máquinas de lavar. Os pneus são classificados de A (melhor desempenho) a G, de acordo com sua eficiência de combustível, e de A a F de acordo com a sua aderência em piso molhado. O ruído de rolagem também é medido. Portanto, a nova legislação prevê uma maior transparência para os consumidores, destacando o valor agregado dos “Pneus Verdes”.

O Japão e a Coreia do Sul foram os primeiros países no mundo a introduzir um sistema de rotulagem. Depois de um rótulo voluntário de pneus ter sido introduzido no Japão, em janeiro de 2010, a Coreia do Sul lançou o seu programa voluntário de rotulagem em novembro de 2011 e introduziu um rótulo obrigatório em dezembro de 2012. O governo brasileiro pretende implementar a rotulagem de pneus, seguindo o modelo das normas da UE, a partir de Outubro de 2016, enquanto que na China o assunto está tomando forma, como parte do atual plano de cinco anos do país.

Estudos mostram que de 20% a 30% do consumo de combustível de um veículo e 24% das emissões de CO2 de um veículo, nas estradas, estão relacionados com os pneus. Os “Pneus Verdes” podem reduzir o consumo de combustível em 5% a 7% e têm um período de amortização mais curto do custo, em comparação com outras tecnologias de economia de combustível em carros, como sistemas automáticos de partida e parada e unidades híbridas.

“Isto significa que o consumidor pode economizar dinheiro em tempos de aumentos vertiginosos nos preços da gasolina”, disse Breuers.

Borracha sintética estimula os “Pneus Verdes”

Os “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo S-SBR e Nd-PBR. S-SBR é utilizada principalmente na composição da banda de rodagem dos “Pneus Verdes”, e Nd-PBR é usada na banda de rodagem e laterais. Embora ambas as borrachas ajudem a aumentar a eficácia de combustível de um pneu, através da redução da resistência à rolagem, S-SBR ajuda a melhorar a aderência em pisos molhados, enquanto que a Nd-PBR é altamente resistente à abrasão, fazendo com que os pneus durem mais.

“Estamos passando agora da época da concepção dos pneus para a época dos materiais de pneus que farão a diferença no desempenho”, disse Joachim Grub, Chefe da unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS,. “E aqui a LANXESS está desempenhando um papel importante no desenvolvimento de materiais de alto desempenho para os pneus do futuro”.

No ano passado, a LANXESS apresentou um pneu conceito de “classificação AA”, que foi desenvolvido pela empresa na Alemanha e testado pela TÜV SÜD, uma das principais organizações independentes de serviços técnicos do mundo. O pneu conceito compreende a tecnologia de última geração de Nd-PBR e S-SBR, bem como aditivos de borracha, para atingir uma classificação “A”, tanto para resistência à rolagem quanto para aderência em piso molhado, de acordo com as novas regras de rotulagem de pneus da UE. Este é um dos primeiros pneus do mundo a alcançar uma classificação AA.

Base global de ativos para borracha de alta performance

Nos últimos dois anos, a LANXESS aumentou suas capacidades globais para borrachas de alta performance S-SBR e Nd-PBR em 70 mil toneladas métricas por ano. A empresa conseguiu isso através de medidas para acabar com o gargalo em suas plantas em Dormagen, na Alemanha, em Orange, nos EUA, e em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco), no Brasil. Além disso, a empresa produz S-SBR em sua unidade em PortJérôme, na França.

Além disso, em setembro de 2012, a empresa iniciou a construção de uma nova planta de Nd-PBR em escala mundial em Cingapura, para atender, sobretudo, a indústria asiática de pneus em crescimento. A planta, que representa um investimento total de € 200 milhões, terá uma capacidade de 140 mil toneladas métricas por ano e iniciará suas operações no primeiro semestre de 2015.

S-SBR e Nd-PBR pertencem à unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS. Juntamente com os pneus, as borrachas de butadieno são usadas para a modificação de materiais plásticos na fabricação de poliestireno de alto impacto (HIPS) para aplicações de moldagem por injeção. Outras aplicações incluem bolas de golfe, tênis e correias transportadoras. PBR faz parte do segmento Performance Polymers da LANXESS, que obteve um faturamento total de € 4 bilhões nos primeiros nove meses de 2012.

Fonte: LANXESS

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Braskem inicia operações na nova planta de butadieno no Rio Grande do Sul

21/06/2012

A Braskem colocou em pré-operação a sua nova unidade de butadieno localizada no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), marcando o início das atividades da planta 50 dias antes do prazo anunciado inicialmente pela Braskem. O produto, utilizado como matéria-prima na indústria de pneus e de borrachas em geral, foi especificado na terça-feira (12/6), o que significa que já está dentro do padrão exigido para ser comercializado.

A nova planta, com capacidade de produção de 103 mil toneladas/ano, entrou em operação 14 meses após o início das obras. No período, gerou 1,8 mil empregos. O investimento total foi de R$ 300 milhões. A unidade já está operando na sua capacidade máxima de produção e está recebendo os últimos retoques, que envolvem a pintura e atividades de acabamento. A inauguração da unidade está prevista para o próximo mês.

Fonte: Braskem

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Governo do Estado regulamenta utilização de sacolas plásticas no RS

22/05/2012

Lei determina normas e padronizações da ABNT que beneficiam meio ambiente, consumidores e cadeia produtiva

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul regulamentou, na última quinta-feira (17/05), a Lei 13.272, que prevê a proibição do uso de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões estabelecidos pela norma 14.937 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

As determinações da lei permitem que haja uma natural redução na circulação de sacolas plásticas, pois a norma estabelece que apenas materiais mais resistentes e capazes de suportar mais peso sejam utilizados em sua fabricação.

O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho comemora o decreto. Na avaliação do presidente da entidade, Orlando Marin, a lei fundamenta a importância do consumo responsável do plástico, valorizando também a cadeia produtiva envolvida. “Essa lei vem ao encontro da política que defendemos. O vilão do meio ambiente não é a sacola plástica e sim o desperdício e o descarte inadequado. Primamos pela conscientização”, considerou.

A Lei 13272 é uma decisão tomada pelo governo após vários debates sobre a utilização das sacolas plásticas, que envolveram diversos setores da sociedade, como ambientalistas, representantes das indústrias e a AGAS – Associação Gaúcha de Supermercados. Em recente pesquisa encomendada pela entidade, mais de 80% dos gaúchos se posicionaram contra a retirada das sacolas plásticas de circulação.

Fonte: Núcleo Comunicação e Marketing

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Petrobras vai dobrar a produção de estireno da Innova.

21/11/2011

O governo do Estado do Rio Grande do Sul e a empresa Innova assinaram no Palácio Piratini nesta quinta-feira-feira (17/11/2011) um protocolo de intenções que garantirá a ampliação da planta da empresa no Polo Petroquímico de Triunfo (RS).

Com o investimento estimado em US$ 250 milhões, a empresa controlada pela Petrobrás vai duplicar a sua capacidade de produção anual de etilbenzeno e de estireno no Rio Grande do Sul, atualmente assim distribuída: 270 mil toneladas de etilbenzeno e 260 mil toneladas de estireno. O estireno é matéria prima para produção de várias resinas plásticas, entre as quais o poliestireno, assim como a borracha sintética SBR. “É um investimento fundamental para adensarmos a nossa cadeia produtiva da indústria petroquímica”, afirmou o governador Tarso Genro.

A estimativa é que a nova planta esteja em plena operação no segundo semestre de 2014. Como se trata de uma ampliação, ela vai gerar apenas 10 empregos diretos e 150 indiretos ligados à operação, mas o volume de novos postos de trabalho deve crescer à medida que os clientes ampliarem as compras de matéria-prima e também aumentarem a sua produção. “O apoio do governo do Estado nos assegura a realização deste investimento, que é um passo importante do processo de expansão da companhia. É um divisor de águas”, afirmou Margareth.

Também presente na reunião, a Petrobrás informou que a duplicação da Innova é o segundo maior investimento da estatal de petróleo no setor petroquímico. “Estamos fazendo uma corrida para o mercado. Esta duplicação é uma âncora para novos investimentos”, disse o gerente de Projetos Petroquímicos da Petrobrás, André Luís de Souza Alves Pinto.

O petroquímico é um dos setores estratégicos da atual política de desenvolvimento do Estado. “Trata-se de um setor já enraizado na economia gaúcha. Nós estamos apoiando a economia tradicional com a mesma intensidade com que estamos prospectando oportunidades na chamada nova economia”, explica Knijnik.

De acordo com o presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marcus Coester, o investimento da Innova se integra à matriz produtiva do Estado. “Tem o poder de atrair novos investimentos e complementar a nossa cadeia produtiva”, disse Coester.

Fonte: Secretaria de Investimento e Promoção do Desenvolvimento do RS

Rio Grande do Sul receberá investimento de R$ 300 milhões da Braskem para duplicação de unidade de butadieno.

30/03/2011

Após algumas semanas de negociações que envolveram as secretarias da Fazenda e de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, a Braskem garantiu ao governador Tarso Genro que investirá R$ 300 milhões na duplicação da produção de butadieno no Polo Petroquímico de Triunfo. O produto é a matéria-prima utilizada na indústria de pneus e de borrachas em geral, oportunizando o crescimento da cadeia de elastômeros no Estado.

A confirmação foi feita pelo vice-presidente de Relações Institucionais da empresa, Marcelo Lyra, e pelo membro do Conselho de Administração, Alfredo Tellechea, durante reunião ocorrida nesta terça-feira (29) no Palácio Piratini. “A decisão, que ainda precisará ser ratificada pelo Conselho de Administração da empresa, foi influenciada pela visão estratégica do Governo visando o crescimento do Estado e está alinhada com o compromisso da Braskem com o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul”, afirmou Lyra.

O Governo do Estado garantiu a isenção de ICMS na importação de máquinas e equipamentos que não sejam produzidos no Rio Grande do Sul e que cheguem ao Brasil por portos gaúchos. Além disso, não cobrará impostos sobre máquinas e equipamentos adquiridos de empresas gaúchas e autorizou a Braskem a pagar fornecedores do Estado com parte dos créditos.

“Nossa equipe agiu com muita responsabilidade. Os incentivos que estamos concedendo trarão benefícios na geração de emprego e renda, mas também para toda uma cadeia produtiva gaúcha que terá privilégios na venda de máquinas e equipamentos para a Braskem. Desta forma, nós valorizamos e beneficiamos outras regiões”, ressaltou o governador Tarso Genro.

A divulgação formal do investimento será realizada no Palácio Piratini. Na mesma data, a intenção é anunciar o início da construção de um programa para o desenvolvimento das cadeias do plástico e da borracha. O investimento prevê a instalação de capacidade adicional de 100 mil toneladas de butadieno/ano. Atualmente, a Braskem possui capacidade instalada de 105 mil toneladas/ano deste produto no Rio Grande do Sul.

A decisão de apostar na expansão baseia-se no potencial da cadeia produtiva do elastômero no Estado, que tem como principais players a Lanxess e a Borrachas Vipal, e nos bons resultados que a matéria-prima vem apresentando no mercado internacional com alta em mais de 50% no ano passado em relação a 2009. O aumento é reflexo de fatores como limitação da oferta mundial pela maior competitividade do gás natural e a redução do uso da nafta, restringindo a oferta de co-produtos, como o butadieno.

A construção da nova fábrica deve estar concluída até o final de 2012. A obra irá gerar mil empregos diretos e, em operação, 60 postos de trabalho permanentes. Em visita a Porto Alegre, em janeiro último, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, destacou a relevância do Estado para a empresa. “No período 2007 a 2012, a Braskem está investindo R$ 2,2 bilhões no RS com destaque para a fábrica de plástico verde a partir de etanol, a maior unidade do mundo na utilização dessa tecnologia. Esse montante também inclui investimentos em incremento de produtividade e modernização dos ativos e em paradas de manutenção”.

Fonte: Braskem

Sulbrás focaliza em ampliação de presença em Santa Catarina e Paraná.

05/08/2010

A Sulbrás, especializada em soluções para fabricação de peças técnicas e sub-conjuntos de plástico moldadas por injeção, participa da Interplast 2010 com a estratégia de fortalecer a marca na região e ampliar a presença nos mercados do Paraná e Santa Catarina. A empresa atua com projeto e construção de moldes, injeção de peças plásticas, serviços de pós-injeção. Atende os mercados automotivo, ônibus e caminhões, ar condicionado, eletroeletrônico, linha branca, informática, telecomunicações, entre outros.

Sobre a Sulbras
A Sulbras foi fundada em 1984 e conta com três unidades fabris localizadas em Caxias do Sul/RS, em Sapucaia do Sul/RS e em Salto/SP. O parque de máquinas dispõe de injetoras de 50 a 1100 toneladas de força de fechamento, além de ferramentaria própria para projeto e confecção de moldes. A Sulbras Moldes e Plásticos é especializada em soluções para a fabricação de peças técnicas e sub-conjuntos de plástico moldadas por injeção.

Fonte: Messe Brasil

Braskem recebe licença operacional definitiva para planta de eteno verde

21/07/2010

Licença foi dada em 14 de julho

A Braskem recebeu em 14 de julho das mãos da governadora Yeda Crusius a licença de operação para sua fábrica de eteno verde concedida pela Fepam. Esta é a permissão definitiva do órgão ambiental para a partida da unidade industrial, prevista para agosto. A empresa esteve representada no ato pelo vice-presidente da Unidade de Petroquímicos Básicos, Manoel Carnaúba Cortez, pelo gerente de relações institucionais, João Ruy Freire, pelo conselheiro da Braskem, Alfredo Tellechea, e pelo diretor de empreendimentos, Guilherme Guaragna, e pelo diretor industrial da Unib, Ademir Zaparolli.

A Fepam concede a licença após analisar os estudos de impacto ambiental da fábrica.  Carnaúba destacou que a unidade utilizou tecnologia  para produzir o eteno verde com os mais avançados critérios de preservação ambiental. Por processar unicamente o etanol, o único efluente gerado pela fábrica é a água.

Carnaúba informou, durante solenidade, que 80% da futura produção da planta já foi comercializada, principalmente, para clientes da Europa, Estados Unidos e Ásia. A Braskem planeja manter parte do volume disponível, porque a intenção é realizar um marketing global da resina. “Há um apelo ambiental muito forte e queremos que o mundo conheça essa opção”, diz o executivo.

A Yeda Crusius anunciou, na ocasião, a criação de um comitê para tratar da autossuficiência na produção de etanol no Rio Grande do Sul. O governo estudará municípios para induzir a plantação de cana. O projeto do PE Verde consumirá cerca 470 milhões de litros de etanol/ano, volume que inicialmente será adquirido em outras regiões.

A unidade de eteno verde da Braskem  será a 1ª no mundo em escala industrial a utilizar matéria-prima 100% renovável. Com investimento de R$ 500 milhões, a planta foi construída com as melhores práticas de engenharia. A capacidade de produção será de 200 mil toneladas.

Até o momento, cerca de 2200 trabalhadores atuaram na construção da planta, destes, 174 formados pelo Programa Acreditar. O Acreditar capacitou, durante oito meses, 248 moradores de Triunfo nos cursos de eletricista, montador de estruturas, encanador, carpinteiro e soldador. O Projeto foi uma iniciativa da Odebrecht, em parceria da Braskem, SENAI e Prefeitura Municipal de Triunfo.

Sobre projeto do plástico verde
A fábrica de eteno verde da Braskem é a primeira unidade industrial do mundo a utilizar etanol de cana-de-açúcar para a produção em escala comercial de eteno de origem 100% renovável. “A implantação desse projeto confirma o compromisso assumido pela Braskem de contribuir para o desenvolvimento do setor petroquímico brasileiro e do Rio Grande do Sul”, afirma o vice-presidente da Braskem Manoel Carnaúba.

A unidade terá capacidade para produzir 200 mil toneladas/ano de eteno, que serão transformadas em volume equivalente de polietileno em unidades industriais já existentes no próprio Pólo de Triunfo. Iniciada em abril de 2009, a unidade estará pronta em agosto, dois meses antes do previsto.

O projeto de Polímeros Verdes se insere na estratégia de acesso a fontes competitivas de matéria-prima renováveis, em linha com a visão de sustentabilidade da companhia. Além disso, contribui para o desenvolvimento sustentável da sociedade, já que o plástico verde retira mais carbono da atmosfera do que emite ao longo de todo o seu ciclo de vida, do cultivo da cana à reciclagem pós-consumo.

A Braskem vem estabelecendo, desde o ano passado, uma série de parcerias com renomados clientes nacionais e internacionais, principalmente da Europa, Estados Unidos e Japão, interessados em reforçar a associação de suas marcas ao conceito de sustentabilidade. Cabe ressaltar os acordos firmados com a Toyota Tsusho, “trading company” do grupo Toyota, e Shiseido, renomado fabricante de cosméticos voltados ao segmento de alto padrão, e com a gaúcha Acinplas. A demanda potencial já identificada para o PE Verde é ao redor de 600 mil toneladas/ano, três vezes maior do que a capacidade da nova planta.

Além dos aspectos ambientais, um estímulo adicional ao uso do polímero verde está no fato de apresentar características de aplicação e propriedades idênticas às do plástico tradicional, o que permite às indústrias de transformação aproveitarem todo o seu parque fabril atual para processar a resina de fonte renovável. O PE Verde tem aplicação em mercados como o automobilístico, indústria de brinquedos, embalagens sopradas para alimentos e produtos de higiene e embalagens injetadas para utilidades domésticas.

O projeto do PE Verde consumirá cerca 500 milhões de litros de etanol/ano, volume que inicialmente será adquirido em outras regiões. Trata-se de uma oportunidade para o desenvolvimento da cadeia produtiva do etanol no Estado, com enorme potencial de geração de empregos, renda e receita tributária.

A planta em construção no Rio Grande do Sul representa a capacidade do Estado de atrair grandes empreendimentos pela sua situação econômico-financeira saudável construída nos últimos anos.

Fonte: Braskem