Posts Tagged ‘Revestimento’

Eastman lança sistemas de resina para revestimento na Abrafati 2019

24/09/2019

Nova tecnologia tem impacto no segmento de embalagens metálicas, automotivo, industrial e outros.

A Eastman apresenta seu mais recente lançamento, os sistemas de resina protetiva Eastman Tetrashield na Abrafati 2019 (Congresso Internacional de Tintas e Exposição Internacional de Fornecedores de Tintas) – a maior feira latino-americana para a indústria de tintas e revestimentos. A Abrafati 2019 acontece na São Paulo Expo, em São Paulo, entre os dias 1 e 3 de outubro.

“Por meio de nosso modelo de crescimento impulsionado pela inovação para atrair o mercado e alavancar nossas plataformas de tecnologia para fornecer aplicativos diferenciados, estamos redefinindo os sistemas de revestimento. Um ótimo exemplo são os sistemas de resina protetiva Eastman Tetrashield, diz Marcos Basso, gerente de desenvolvimento de mercado da Eastman para a América Latina.

O produto, que já é comercializado no exterior, faz sua estreia no Brasil. Segundo a Eastman, o Tetrashield é uma tecnologia inovadora, capaz de causar impacto em vários setores econômicos.

Na indústria de embalagens muitos elementos dependem do revestimento interno, incluindo a vida útil do produto, a segurança alimentar, a conformidade regulatória e a reputação da marca. Os consumidores confiam que os revestimentos das embalagens metálicas protegerão seus alimentos. A Eastman afirma que o Tetrashield proporciona um equilíbrio entre durabilidade e flexibilidade para revestimentos usados em alimentos enlatados, com melhor desempenho, tempo de prateleira, segurança e conformidade regulatória, além de ser livre de BPA.

A indústria de alimentos não é a única beneficiária desta solução. Segundo a Eastman, as resinas Tetrashield tornam os revestimentos mais duráveis ao permitir formulações de baixo VOC (em português, COV, composto orgânico volátil) e eliminar etapas de fabricação que consomem muita energia.

Além disso, afirma a Eastman, testes de laboratório revelaram que os revestimentos à base de Tetrashield apresentam melhorias significativas em comparação com outras soluções – incluindo resistência química, estabilidade hidrolítica e durabilidade ao ar livre. Ele pode estender a resistência às intempéries, melhorar a facilidade de aplicação, aumentar a proteção contra corrosão e proteger os ativos por mais tempo, garante o fabricante.

Essa resistência às intempéries, aliada à resistência química e à dureza, tornam os revestimentos mais duráveis, mantendo os benefícios tradicionais dos poliésteres, o que é muito importante para os OEM (em português, fabricante de equipamento original) dos segmentos automotivo e de manutenção industrial, assegura a Eastman.

Serviço: Abrafati 2019 – Congresso Internacional de Tintas e Exposição Internacional de Fornecedores de Tintas
Quando: 1 a 3 de outubro
Horário: 11h às 20h
Estande: 89A
Local: Km1,5 da Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Curta nossa página no

Anúncios

Panéis de PVC são utilizados no Revestimento do Túnel do Guarujá, em São Paulo.

14/07/2011

O PVC ganha nova aplicação no Guarujá (SP). Na forma de forro, o material passa a revestir o túnel Juscelino Kubitscheck, conhecido como túnel da Vila Zilda que, com 375 metros de extensão, tem 180 deles em forma de caverna rochosa.

O túnel Juscelino Kubitschek foi inaugurado em 1993. Desde então, nunca passou por ampla reforma, como a realizada no momento. Escavado numa rocha do Morro do Tejereba, a estrutura sempre sofreu com a umidade.

Segundo o secretário de Desenvolvimento e Gestão Urbana, Eng. Duíno Verri Fernandes, responsável pela ideia de utilizar o PVC, a estrutura rochosa gera gotejamento que danifica o asfalto, facilita a ocorrência de acidentes, deteriora a estrutura de iluminação, entre outros problemas.

“O projeto original da obra contemplava uma estrutura de concreto com drenagem lateral, mas achei que não seria eficaz na estanqueidade da água”, contou o secretário. Foi então que a ideia de aplicar o PVC surgiu.

Os painéis de PVC são fixados em uma estrutura metálica de arcos (pórticos curvos de aço) e longarinas (peças longas e esbeltas), instalados para ocultar a rocha irregular. Segundo Fernandes, a estrutura – com ranhuras na parte superior e liso na parte inferior – capta a água da rocha e a transfere, por gravidade, para as redes de drenagem construídas nas laterais do túnel.

Ainda segundo o engenheiro, os benefícios são diversos. A flexibilidade do material e sua durabilidade o credenciam para a função, assim como o custo-benefício. Além disso, o PVC confere melhor luminosidade e melhor acústica dentro do túnel. “São tantos benefícios que a prefeitura do Guarujá autorizou que o revestimento de toda a extensão do túnel em PVC – inclusive a parte que já é concretada”, contou Fernandes.

Segundo o presidente do Instituto do PVC, Miguel Bahiense as características do PVC, tais como versatilidade, durabilidade, resistências física e química e reciclabilidade, são exploradas por diversos setores. “Como conseqüência o rol de aplicações do PVC é cada vez maior em diversos segmentos, seja na construção civil, na área médica, na agricultura, entre outros”, afirma o executivo.

Fonte: Instituto do PVC

Bayer fornece coberturas inteligentes para Estádios de Futebol com chapas de policarbonato.

21/09/2010

Concepção artística do novo estádio nacional Lia Manoliu, em Bucareste, na Romênia.

Competições esportivas especiais merecem um palco especial. E é por este motivo que tem crescido constantemente nos últimos anos o interesse mundial no planejamento e aperfeiçoamento de praças esportivas, para se atingir os mais altos padrões no que se refere à arquitetura e instalações. Em resposta a este crescente interesse, a Bayer MaterialScience tem desenvolvido soluções totalmente integradas baseadas em chapas plásticas fabricadas com o material de alta tecnologia Makrolon®, o qual ela está apresentando na Feira Estádio, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 6 a 8 de outubro de 2010. Este é também o motivo pelo qual a empresa é freqüentemente solicitada a fornecer consultoria no projeto de estádios e na preparação para eventos esportivos de destaque.

“Chapas sólidas e de paredes múltiplas fabricadas com Policarbonato são incrivelmente fortes, mas também elásticas e podem resistir a cargas de ventos fortes sem a necessidade de subestruturas complexas. Segurança é o fator decisivo para nós”, explica Dr. Volker Benz, Gerente Global para projetos de destaque no setor de chapas de policarbonato, na Bayer MaterialScience. Tendo sido usadas em uma ampla gama de projetos de referência, as chapas provaram ser um material ideal para a construção de estádios. “Pesando somente uns poucos quilogramas por metro quadrado, o material é também leve e ideal para adequar estádios e outras praças esportivas para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”, completa Dr. Benz.

Praças esportivas de ponta para a Copa Européia de Futebol de 2012. As preparações para a construção de estádios para a próxima Copa da UEFA em 2012 na Polônia e Ucrânia já estão bem adiantadas. De fato, a Bayer MaterialScience já produziu mais de 45.000 metros quadrados de chapas especiais 3X25 ES  a partir de Makrolon® , somente para a Arena PGE Gdansk, na Polônia. As chapas estão sendo usadas tanto para a cobertura como para o revestimento externo do estádio – uma coisa que nunca tinha sido feita antes. Mas as propriedades diversificadas deste material tem ajudado a tornar possível uma outra característica importante do estádio: cada chapa individual foi colorida para fazer o estádio inteiro reluzir âmbar. “Como resultado, a arena incorpora a marca da região e está em sintonia com a sua vizinhança. Afinal de contas, o âmbar é também conhecido como o “ouro do Mar Báltico””, diz Dr. Benz. Para conseguir esta aparência, o Makrolon®  foi colorido com seis diferentes tonalidades, desde o branco até o âmbar escuro. “Nós fomos capazes de implementar as idéias criativas dos designers usando a nossa tecnologia de compostagem” acrescenta o gerente do projeto. A conclusão dos trabalhos de construção da arena está prevista para ocorrer no meio do próximo ano.

Um outro projeto de referência é a arena Legia Warszawa em Varsóvia, onde aproximadamente 7.600 metros quadrados da superfície de cobertura já foram montadas com chapas de policarbonato. As chapas especiais com paredes múltiplas usadas aqui tem até 12 metros de comprimento e 1,2 metros de largura – uma largura especialmente projetada para aumentar a capacidade de resistir a cargas, já que ventos fortes e muita neve não são incomuns na região durante os meses de inverno. O policarbonato usado neste projeto é completamente transparente e, portanto, permite uma passagem de luz suficiente para a grama crescer naturalmente e para criar uma atmosfera aberta e agradável para os espectadores.

Mas o material polimérico é também usado regularmente em outras partes do mundo, sempre que os designers querem criar praças esportivas bonitas e ao mesmo tempo funcionais. O novo estádio nacional Lia Manoliu que sediará a Euroliga em 2012 está sendo hoje construído em Bucareste, na Romênia. Este projeto colocou uma ênfase particular na harmonização da funcionalidade com o design, a fim de atender completamente a todas as exigências. Chapas sólidas de Policarbonato foram o material escolhido, já que elas são incrivelmente transparentes e oferecem uma grande liberdade para o projetista no que se refere à combinação da funcionalidade e estética. As chapas sólidas de 8 milímetros de espessura tem 12 metros de comprimento e são montadas como uma única estrutura.

Um estádio de futebol que gera a sua própria energia.
O time de futebol SV Werder Bremen da Bundesliga alemã está também usando chapas de Policarbonato para obter uma cobertura energeticamente eficiente, como parte do trabalho de renovação do seu estádio. Em breve, módulos fotovoltaicos transparentes instalados sobre uma área de mais de 3.000 metros quadrados estarão transferindo eletricidade para o suprimento de energia do estádio, economizando, portanto, em torno de 100 Watts de eletricidade por metro quadrado. O compósito “sanduíche”, desenvolvido conjuntamente pela Sunovation GmbH e a Bayer MaterialScience, compreende células flutuantes de silício embutidas entre uma chapa sólida de Makrolon® , de um lado, e uma chapa de parede tripla de Makrolon® , no outro lado. O compósito é à prova de água, flexível e ostenta uma longa vida útil, graças especialmente à capacidade de suportar cargas da chapa de paredes múltiplas.

Graças aos Jogos Olímpicos de 2008 na China, as chapas de Policarbonato provavelmente serão um componente integral de estruturas espetaculares nos anos que virão. Por exemplo, os 23.000 metros quadrados de chapas de policarbonato dão ao design em forma de asa do estádio de Shenyang um sentimento de elegância e leveza. Processos de curvamento a frio usados nas chapas permitiram que os designers pudessem adaptar a forma do estádio às suas vizinhanças. E, desde que o produto teve que satisfazer a exigências muito severas em termos de resistência mecânica, a Bayer MaterialScience desenvolveu uma chapa que atendeu a todas as demandas de uma vez só – a Makrolon® multi UV 3X/25-25 ES. Esta chapa possui uma espessura de apenas 25 milímetros, mas pode resistir a uma carga superior a 5 kNewtons por metro quadrado. Nem neve pesada nem ventos fortes são problema para estas fortes chapas multifuncionais.

Sobre a Bayer MaterialScience:
Com vendas de  7.5 bilhões de Euros em 2009, a Bayer MaterialScience é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. As suas atividades de negócio se focalizam na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de solução inovadoras para produtos usados em muitas áreas do cotidiano. Os principais segmentos servidos as indústrias de automóveis, elétrica e eletrônica, construção, esporte e lazer. No final de 2009, a Bayer MaterialScience  tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.300 pessoas mundialmente. A Bayer MaterialScience é uma empresa do grupo Bayer.

Fonte: Bayer MaterialScience

Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem