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Resultado anual da DSM mostra alta nas vendas globais

12/03/2019

A DSM, empresa global de origem holandesa com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais, anunciou ao mercado o relatório com os seus resultados de 2018, quando as vendas globais atingiram € 9,267 bilhões, apresentando um forte crescimento orgânico de 6% quando comparado ao ano passado. A empresa também reportou um robusto crescimento do lucro antes de juros, impostos e depreciação/amortização (Ebitda ajustado), que cresceu 6% e alcançou € 1,822 bilhão, incluindo um efeito temporário de € 290 milhões devido a interrupções excepcionais de oferta no setor de nutrição nos primeiros nove meses de 2018. Por outra parte, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 13,3% no ano, o que representa um incremento de 100bps a respeito do ano passado.

Para atender aos mercados onde atua, a DSM tem duas divisões de negócios principais: Nutrição e Materiais. Considerando o período de 2018, a divisão de Nutrição registrou vendas globais de € 6,137 bilhões (crescimento orgânico de 7%), com Ebitda ajustado de € 1,407 bilhão, e a de Materiais teve vendas de € 2,913 bilhões (crescimento orgânico de 5%), com Ebitda ajustado de € 512 milhões.

“Esse foi um ano positivo, no qual concluímos a nossa Estratégia 2016-2018 e superamos as nossas ambiciosas metas financeiras e de sustentabilidade”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

O balanço anual da DSM considerou os resultados do quarto trimestre (4T18). Neste último período do ano passado, as vendas globais atingiram € 2,208 bilhões (crescimento orgânico de 1%), com Ebitda ajustado de € 370 milhões. A divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,444 bilhão e Ebitda ajustado de € 270 milhões e a divisão de Materiais teve vendas de € 698 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões.

Excelente desempenho na América Latina

Os resultados anuais registrados pela DSM na América Latina foram ainda mais significativos. Na região, onde a empresa está presente em 13 países e conta com 2,21 mil colaboradores (no mundo, são 20,97 mil funcionários), a DSM teve vendas regionais de € 1,08 bilhão, um valor que representa 12% das vendas globais da empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Covestro confirma previsão de aumento da lucratividade para o ano de 2015

17/11/2015

 

covestro

  • Aumento substancial no EBITDA ajustado esperado em 2015
  • Fluxo de caixa operacional livre no rumo de um novo recorde
  • Terceiro trimestre forte: lucro líquido aproximadamente 62% maior que o ano anterior

Após um terceiro trimestre bem-sucedido, a fabricante de polímeros Covestro recebe a confirmação do que esperava para todo o exercício de 2015. A empresa, que recentemente abriu o capital na bolsa de valores, prevê um aumento substancial na lucratividade em 2015. O fluxo de caixa operacional livre ruma para um novo recorde e o lucro líquido do terceiro trimestre melhorou aproximadamente 62%.

“2015 deve ser um ano muito bom para a Covestro”, afirmou o CEO Patrick Thomas. “Estamos demonstrando, acima de tudo, nossa capacidade de gerar receitas e nossa força financeira. É uma satisfação que os três segmentos e, especialmente os policarbonatos, possam participar do desenvolvimento positivo”.

Previsão de aumento considerável dos rendimentos

A Covestro prevê um aumento considerável no EBITDA ajustado em 2015, de 1,16 bilhão de euros acima do ano anterior. Este aumento foi favorecido sobretudo por uma situação de oferta e procura mais vantajosa. A empresa está presumindo um aumento no EBITDA ajustado do quarto trimestre em relação ao ano passado.

Em 2015, a Covestro espera que as vendas aumentem levemente (como divulgado) em relação ao valor do ano anterior de 11,76 bilhões de euros. Está previsto um aumento percentual de um dígito no crescimento geral de volume.

A Covestro também espera obter um novo recorde de fluxo de caixa operacional livre no ano corrente. Esse indicador constitui a base para a política de dividendos sustentáveis planejada pela empresa e permaneceu em 302 de euros milhões em 2014.

A Covestro está planejando reduzir a dívida financeira líquida, incluindo as obrigações com verbas rescisórias, para até 4 bilhões de euros.

Maiores rendimentos de segmentos esperados

No segmento de poliuretanos, está previsto um leve crescimento no volume geral em 2015. Está previsto que o EBITDA ajustado ultrapassará o valor do ano passado de 592 milhões de euros. Os poliuretanos são espumas de alto desempenho utilizadas, por exemplo, em bancos de automóveis, móveis estofados e materiais isolantes de prédios e aparelhos refrigerados.

A Covestro prevê um aumento percentual médio de um dígito no crescimento geral do volume no segmento de policarbonatos em 2015. Espera-se que o EBITDA ajustado seja mais que o triplo do valor do ano passado de 160 milhões de euros. O policarbonato é um plástico de alto desempenho utilizado em áreas chaves como os setores automotivo e de eletrônica.

No segmento de coberturas, adesivos e produtos especiais, a empresa planeja aumentar o EBITDA ajustado em relação ao valor do ano passado de 437 milhões de euros. Este segmento desenvolve e manufatura matérias-primas para coberturas, adesivos e materiais de vedação, além de produtos especiais para uso com artigos têxteis, cosméticos, médicos e esportivos.

Terceiro trimestre lucrativo

A Covestro já publicou aumentos no EBITDA ajustado em todos os três segmentos no terceiro trimestre de 2015. Com o pano de fundo de uma situação de oferta e procura mais favorável, esse valor aumentou quase 45% de forma geral ante o ano anterior, chegando a 471 milhões de euros. O lucro líquido aumentou aproximadamente 62% para 160 milhões de euros.

Por outro lado, o declínio nos preços de venda causou uma redução nas vendas da Covestro de 1,4% no terceiro trimestre, chegando a 3,02 bilhões de euros. No entanto, o crescimento no volume geral permaneceu estável. O fluxo de caixa operacional livre aumentou quase 13% ante o ano anterior, chegando a 251 milhões de euros.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Braskem divulga resultados contábeis de 2012

08/02/2013

Em um ano especialmente desafiador, influenciado pelo agravamento da crise internacional que impactou tanto o setor petroquímico global quanto a indústria brasileira, a Braskem obteve avanços importantes relacionados aos seus planos de crescimento, internacionalização e melhoria de competitividade, além de manter o foco na sua eficiência operacional. Em 2012, a companhia alcançou um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 4 bilhões, alta de 6% sobre 2011, apesar da redução das margens internacionais do setor, causada pela baixa demanda por produtos petroquímicos nos países desenvolvidos – levando ao deslocamento de produtos para mercados emergentes e desfavorecendo a indústria nacional.

Esses efeitos negativos foram parcialmente compensados por resultados extraordinários obtidos pela Braskem e relacionados a recebimento de indenizações por quebra de contrato por terceiros, desconto referente à antecipação de pagamentos de tributos parcelados (Refis) e, principalmente, pela venda de ativos não estratégicos. Tal conjunto de fatores foi responsável por R$ 860 milhões do valor total de EBITDA gerado.

Apesar do cenário de incertezas econômicas, a companhia manteve seu compromisso com o desenvolvimento da cadeia produtiva da química e dos plásticos no Brasil e investiu R$ 1,7 bilhão, com a inauguração da nova unidade de produção de PVC em Alagoas – com capacidade anual de 200 mil toneladas; e uma de butadieno, matéria-prima para a indústria da borracha, no Rio Grande do Sul, que adicionou 100 mil toneladas de capacidade anual.

Os esforços em favor do aumento da competitividade, como a busca do aumento de produtividade e maior foco em inovação, permitiram à Braskem suavizar os impactos do agravamento da crise internacional, que contraiu a demanda por produtos e a rentabilidade do setor. “Com essas ações conseguimos manter nosso direcionamento estratégico e sustentar nosso programa de investimentos, com a confiança na recuperação do mercado petroquímico internacional e no crescimento do mercado doméstico em médio e longo prazos”, destaca Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

A receita bruta registrada pela empresa no ano alcançou R$ 42,1 bilhões e a receita líquida, R$ 35,5 bilhões, um crescimento de 8% e 9%, respectivamente, na comparação com 2011. Maiores volumes de venda de resinas e de petroquímicos básicos e a depreciação do real impulsionaram o faturamento, compensando a redução dos preços médios praticados no mercado internacional.

À medida que o mercado brasileiro das resinas termoplásticas polietileno, polipropileno e PVC cresceu 2%, em relação a 2011, num total de 5 milhões de toneladas, a Braskem cresceu 10% no mesmo período, totalizando a venda de 3,5 milhões de toneladas. Esse desempenho foi proporcionado pela expansão da participação da Braskem no mercado local para 70%, com recuo das importações. Entre os fatores que influenciaram a redução do volume do material importado estão a depreciação do real, a adoção de medidas governamentais em defesa da indústria nacional e a expansão da produção de PVC pela companhia em Alagoas.

“A perspectiva de maior crescimento do PIB nacional em 2013 permite prever uma elevação mais forte da demanda por resinas no mercado interno e é fundamental que essa expansão beneficie a cadeia produtiva da petroquímica e dos plásticos no Brasil e não o produtor fora do país. Isso impactará especialmente a indústria de transformação plástica, já beneficiada em 2012 pela desoneração de encargos trabalhistas, mas que precisa seguir recuperando sua competitividade, capacidade de investir e de gerar empregos”, pondera Fadigas.

Na frente internacional, a gradual mas consistente reativação da economia norte-americana refletiu-se no crescimento firme dos volumes de polipropileno comercializados nos Estados Unidos pela companhia, que ampliou seu market share em 2% num mercado cuja expansão não chegou a 1% e ainda segue com margens pressionadas. Já na Europa, a estagnação da economia manteve a demanda reprimida e reduziu o volume de vendas da companhia em 1%, enquanto o mercado como um todo caiu 3%, mas o alto custo da matéria-prima afetou a rentabilidade da operação.

No México, o projeto Etileno XXI teve progressos relevantes tanto na sua implantação física quanto na sua equação financiamento. Foi concluída a estruturação do project finance no valor de US$ 3,2 bilhões, por um pool internacional de bancos, e as obras de engenharia prosseguem dentro do cronograma, que prevê início de operação do complexo, com três plantas de polietileno integradas à produção de eteno a partir de gás competitivo, em meados de 2015.

A desvalorização cambial de 9% no período afetou negativamente o resultado financeiro em R$ 1,7 bilhão e acarretou prejuízo de R$ 738 milhões à Braskem. Esse resultado, entretanto, não tem impacto imediato sobre o caixa da companhia. O valor representa o efeito contábil da variação cambial, principalmente sobre o endividamento da Braskem, cujo prazo médio de vencimento é de 15 anos.

A estratégia da companhia para 2013 permanece pautada no fortalecimento do negócio e elevação da sua competitividade, com a ampliação do market share local; no apoio ao desenvolvimento da cadeia petroquímica e de plásticos brasileira, inclusive pela viabilização e implantação do Comperj em bases competitivas; na busca de eficiência operacional, com a manutenção das altas taxas de operação e redução de custos fixos; na criação de valor das capacidades adicionais de PVC e butadieno; na diversificação da matriz de matéria-prima pelo avanço do projeto Etileno XXI (México) e pelos novos contratos de acesso a matéria-prima nos EUA.

Assim como em 2012, a Braskem segue com o compromisso de crescimento e desenvolvimento sustentável. “Continuaremos a agir proativamente em busca das melhores oportunidades, visando criar valor para nossos clientes, acionistas e a sociedade, aumentando a competitividade em toda a cadeia produtiva da petroquímica e dos plásticos, sem perder o foco na disciplina financeira”, reforça Fadigas. “Nesse contexto, a aprovação do Regime Especial da Indústria Petroquímica – REIQ pelo governo será da maior importância para o setor, permitindo que a desoneração das matérias-primas e dos investimentos ajude a indústria a superar o atual cenário de dificuldades”, conclui.

Fonte: Braskem

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