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Colorfix apresenta aditivos para modificação de propriedades e processamento de resinas PCR

19/07/2021

A indústria de transformação do plástico vem mostrando ao mercado alternativas eficazes para a reciclagem de materiais pós-consumo, conhecidos como PCR. Essas novidades contribuem diretamente para a obtenção de uma cadeia circular sustentável no setor.

Para o consumidor final, essas iniciativas podem ser vistas materializadas em várias aplicações. Alguma delas podem ser encontradas em decks de jardim, bancos de parques e praças, móveis feitos a partir de plástico, entre outros mobiliários que cada vez mais vem caindo no gosto das pessoas e que são fabricados com resíduos recicláveis oriundos das casas dos consumidores. Essa alta no gosto popular também está atrelada à maior durabilidade desses produtos, sua leveza, aparência agradável e custos mais baixos quando comparado a produtos feitos a partir de madeira ou metal.

Contudo, no Brasil, o mercado do plástico ainda é tímido quando o assunto é a “opção por resina PCR”. A preferência por resinas virgens ainda é majoritariamente alta, principalmente pelo fator ‘custo’, pois os produtos PCR são, em sua maioria, mais caros que as resinas virgens.

Apesar de representar uma alternativa positiva do ponto de visto socioambiental, a obtenção, transformação e cadeia logística do PCR é normalmente mais onerosa do que a cadeia para a fabricação de resinas virgens.

Francielo Fardo

Mas esse cenário vem mudando. Na paranaense Colorfix Masterbatches, estudos e testes recentes em dois de seus produtos da linha sustentável Revora comprovam melhorias significativas nas propriedades mecânicas em polímeros que já passaram por processos de transformação, garante a empresa.

O primeiro deles, denominado Revora PCR Impact é um aditivo que melhora as propriedades mecânicas de impacto e tração. “Com a aplicação entre 5% e 8% do aditivo, é possível melhorar o alongamento e a resistência ao impacto em polímeros poliolefínicos (polietileno e polipropileno) pós-consumo”, explica o diretor superintendente Francielo Fardo.

De acordo com Fardo, com a aplicação de 5% do aditivo, o teste revela melhorias de 27% em resistência ao alongamento e de 15% em resistência ao impacto. Se o percentual de aditivo sobe para 8 %, a melhora observada na resistência ao impacto é de 30%.

Efeito do aditivo sobre o empenamento de peça

O outro aditivo da linha Revora (PCR PROHP) é um agente nucleante que proporciona a cristalização dos materiais a temperaturas mais altas e melhora a interação das cadeias do polímero, tornando o resfriamento da peça mais rápido durante o processo de injeção, afirma a Colorifix. “Com isso, o processo do cliente ganha menor tempo de resfriamento, favorecendo ganho de ciclo e reduzindo as marcas de rechupes, rebarbas e empenamentos. O ganho no tempo vai depender do processo específico de cada cliente”, explica Fardo.

“Utilizando de produtos Revora as empresas garantem a aplicação do conceito de sustentabilidade também em sua linha de produção, pois internamente exigimos um controle rigoroso em todo o nosso processo de produção, a começar pelos nossos fornecedores de matérias-primas”, ressalta Francielo Fardo.

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