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Associados à Adirplast investem em soluções voltadas para a sustentabilidade

18/10/2021

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) vem trabalhando para estimular os aspectos de sustentabilidade entre seus associados e clientes. Como entidade representativa dos distribuidores de resinas plásticas, filmes biorientados, plástico de engenharia e masterbatches, atua no processo de conscientização e de busca por soluções mais verdes, tanto para serem oferecidas aos seus clientes como para serem utilizadas dentro de suas empresas. “Reforçamos sempre junto aos nossos clientes o uso consciente do plástico como matéria-prima e a importância de se evitar o desperdício durante os processos produtivos. Acreditamos, além disso, que o descarte inadequado dos materiais recicláveis, não apenas do plástico, é, na verdade, o vilão a ser combatido, porque o plástico é um material excepcional, quando usado e descartado corretamente, além de reciclado”, exemplifica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Além de reforçarem o tema da reciclagem, muitas empresas associadas à Adirplast oferecem aos seus clientes produtos que ressaltam aspectos da sustentabilidade. Essas empresas buscam se engajar na agenda ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) dentro de seus negócios.

A Polymark, por exemplo, afirma desenvolver, juntamente com seus fornecedores e clientes, modelos de negócios para otimizar a coleta de resíduos, maximizando a capacidade de reciclagem. “O sentimento antiplástico está em total contradição com os pontos fortes que estes materiais podem oferecer, tanto no contexto ambiental quanto na nossa vida cotidiana. A embalagem plástica funcional (com reduzida espessura e uso de monomaterial) é uma ferramenta fundamental na prevenção do desperdício de alimentos e amplia ativamente sua vida útil. O BOPP é um filme de baixíssima espessura e com alta barreira, o que proporciona baixa emissão de carbono com excelente funcionalidade”, explica Cláudia Savioli, diretora da Polymark.

A TIV-Bio Representações também diz oferecer soluções inovadoras para reciclagem. “Comercializamos um aditivo, que, quando mesclado nas resinas poliolefínicas, as transforma em materiais plásticos com biodegradação acelerada em ambientes de descarte urbano. Essa tecnologia complementa o sistema de reciclagem pois gera subprodutos na biodegradação dos materiais”, conta Tamas Vero, diretor da TIV-BIO.

O executivo ainda explica que alguns subprodutos dessas resinas, misturadas ao aditivo, podem gerar biogás, utilizado para gerar energia e água bruta para irrigação. “A utilização de nossos produtos é de suma importância para a sustentabilidade dos produtos plásticos à base de poliolefinas. Utilizando essas medidas, aliadas a outras, como a reciclagem, podemos retirar do ambiente os plásticos no formato atual – que podem ser poluentes se descartados erroneamente”.

Outra empresa associada, a Entec, também segue o conceito de sustentabilidade. “Há dois anos, oferecemos aqui no Brasil o PLA – biopolímero ácido poliláctico, que é biodegradável. Porém, para que isso aconteça, o ambiente precisa ser adequado (ambiente aeróbico para que ocorra a compostagem)”, explica Osvaldo, Gerente Geral da Entec.

Cruz explica ainda que o PLA ofertado pela Entec é usado em filamentos para impressão 3D. “Além disso, estamos em processo de negociação com fornecedores de materiais que contribuem e facilitam a biodegradabilidade dos polímeros plásticos fósseis”, diz. O executivo também reforça que a empresa trabalha para desenvolver alternativas de materiais que mitiguem o grande desafio que representam os plásticos pós-consumo na natureza.

A Activas é outra empresa associada que investe em sustentabilidade. “Oferecemos ao mercado biopolímeros de fonte renovável, biopolímeros compostáveis, assim como soluções pós-consumo. Além disso, desenvolvemos o serviço de Logística Reversa das sacarias e big bags, para que possamos, por meio de um parceiro, transformá-los em resina novamente para voltar ao mercado e, assim, completar o ciclo de economia circular”, explica Fernanda Boldo, diretora da Activas.

Boldo conta ainda que a Activas, ao longo dos últimos dois anos, tem passado por um processo importante em suas políticas, em sua gestão e na forma holística de olhar seu negócio. “Trocamos toda a frota de 20 caminhões por modelos do padrão Euro 5, mundialmente reconhecidos por sua ecoeficiência, como parte das ações para compensar as emissões de carbono – que, inclusive, foram expandidas para além de 100% da frota própria. Compensamos as emissões de todos os escritórios e unidades, assim como a frota terceirizada, chegando a 890 mil kg de CO2. Conquistamos o selo IT Green pela adoção de práticas que resultam no uso dos recursos tecnológicos da maneira mais ‘limpa’ possível, cuidando para que as atividades de TI (tecnologia da informação) não tragam consequências negativas para o meio ambiente.”

No segmento de masterbatches, a empresa associada Colorfix também mantém uma pesquisa contínua para expansão de sua linha de produtos sustentáveis. “Neste momento, estamos trabalhando com aditivos para melhoria da resistência de PLAs através do uso de fibras naturais. Acreditamos que podemos sempre exercitar o olhar para novidades e incentivar políticas sustentáveis e com maiores cuidados com o meio ambiente”, conta Francielo Fardo, diretor da Colorfix.

Em abril deste ano, a empresa lançou a linha Revora, composta por pigmentos e aditivos pensados para a economia circular. Nela, a empresa trabalha com o PCR, compostáveis, plástico verde e aditivos de otimização de processos. “Apresentamos masterbatches e aditivos que usam como veículo resinas de fonte renovável, como cana-de-açúcar. Diminuem a emissão de carbono e tornam possíveis os produtos feitos 100% de bioplásticos.”

Fardo explica que a implantação do projeto de sustentabilidade envolve todos os setores da Colorfix. “Geramos uma conscientização coletiva sobre os cuidados com o meio ambiente. Acreditamos que é essencial pensar não somente nos clientes, mas em todos os agentes envolvidos em nosso processo produtivo”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches e filmes biorientados comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Adirplast promove discussão sobre “compliance”

01/05/2018

Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance da Braskem, ressaltou em evento promovido pela entidade a importância de investir em boas práticas de mercado

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no dia 4 de abril, encontro com Everson Bassinello (foto), chefe do departamento de Compliance na Braskem. “Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as politicas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”, explicou Bassinello.

De acordo com Bassinello, a Braskem vem se adequando a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.

O executivo explica os desafios para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.

No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez implantandos os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.

Para quem entende que esse caminho é também fator de competividade e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.

Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.

A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, já até conversei com a minha equipe e vamos colocar algumas ações em prática”.

Adirplast é parceira da Feiplastic 2019

A Adirplast anuncia apoio a mais uma edição da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante espaço para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos e geração de networking do setor do plástico. O evento já tem data e local para acontecer: de 08 a 12 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Temos o prazer de ser ser parceiros desta feira que se firmou e que conseguiu um grande crescimento de público com maior poder de decisão de compra”, disse Láercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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