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Redelease destaca na Feiplar o início da produção local de desmoldantes semipermanentes

04/11/2018

Produtos são fabricados pela FCI, empresa resultante da joint venture com a inglesa Marbocote

Tradicional distribuidora de especialidades químicas, a brasileira Redelease firmou este ano uma joint venture com a inglesa Marbocote, referência global na fabricação de desmoldantes semipermanentes. O negócio deu origem à criação, em Barueri (SP), da Florence Chemical Industry (FCI), empresa que será apresentada formalmente ao mercado durante a Feiplar, principal feira do setor latino-americano de compósitos – de 06 a 08/11, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A FCI nasce com uma capacidade instalada de 2 milhões de litros por ano de desmoldantes semipermanentes e a estrutura que construímos permite que esse volume seja duplicado rapidamente”, afirma Ana Clara Cordeiro, diretora de vendas da Redelease-Marbocote.

Parte da linha de desmoldantes semipermanentes à base d´água da Marbocote já está sendo produzida pela FCI. “Além do mercado de compósitos, teremos condições de atender os segmentos de borracha, pneumáticos, poliuretano e fricção”, ressalta Ana Clara.

De acordo com Rubens Cruz, sócio-diretor da Redelease, a fabricação local garantirá maior competitividade e rapidez ao negócio de desmoldantes da empresa. “Também teremos o suporte de um laboratório local, o que permitirá o desenvolvimento de produtos sob medida para determinados clientes”, comenta.

Sílicas, adesivos e resinas

Em paralelo à divulgação dos desmoldantes semipermanentes, a Redelease mostrará na Feiplar outras especialidades que fornece para os transformadores de compósitos, a exemplo de sílicas pirogênicas da Evonik, adesivos estruturais da LORD e resinas éster-vinílicas da Ashland.

“Distribuímos mais de mil produtos para esse segmento, que é responsável hoje em dia por cerca de 70% do nosso faturamento”, calcula Cruz.

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de seis unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).

Situada na região de Manchester (Reino Unido), a Marbocote fabrica e distribui uma ampla gama de agentes desmoldantes semipermanentes de alta tecnologia. Seus principais consumidores são os segmentos de moldagem de compósitos e borracha.
Serviço
Feiplar
Quando: 06-08/11
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
Redelease: estande A15

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Redelease lança resina para a fabricação de “river tables”

12/09/2018

Epóxi 2004 também pode ser usada em porcelanato líquido

Tradicional distribuidora de especialidades químicas, a Redelease acaba de lançar uma formulação de resina epóxi líquida e de baixa viscosidade indicada para a fabricação de mobiliário. Denominado Epóxi 2004, o produto é ideal para a produção de tampos de mesas feitos com troncos de madeira, cujos veios, depois de preenchidos pela resina pigmentada, ficam parecidos com rios – daí o nome “river table“.

“A resina Epóxi 2004 combina elevado índice de selagem da madeira com ótima retenção de cores, o que a torna a melhor opção para a produção da river table”, explica Rafael Iacovella, gerente comercial do departamento de e-commerce da Redelease.

Segundo a empresa, além de possuir alto grau de transparência, boa fluidez e mínima contração depois de polimerizada, a Epóxi 2004 ainda se destaca pela resistência aos raios UV e à umidade. “Essas características ampliam bastante a longevidade dos móveis fabricados com o produto”, afirma Iacovella.

Além das river tables, a resina Epóxi 2004 pode ser utilizada na fabricação de porcelanato líquido, artesanato e modelismo, além de encapsulamento de eletrônicos, colagens diversas e revestimentos.

O produto está disponível nas unidades próprias da Redelease – Barueri, Campinas, São José do Rio Preto, Sorocaba e Vila Velha – e nas licenciadas (Redecenters) situadas em São Paulo, Ubatuba, Volta Redonda e Joinville.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Bom momento do setor de energia eólica favorece a Redelease

25/02/2016

Redelease_energia_eolilca

Unidade da empresa em Sorocaba abastece os prestadores de serviço da Tecsis e Wobben Windpower

Até agora, a geração de energia eólica é o único segmento consumidor de compósitos imune à crise. Em 2015, quando a demanda pelo material caiu 21,2%, a moldagem de pás eólicas e demais componentes elevou em 4,5% o consumo de matérias-primas, como resinas, fibras de vidro e catalisadores. A Redelease, tradicional distribuidora de insumos para compósitos, tem observado de perto esse movimento a partir da sua unidade em Sorocaba (SP), cidade que abriga as plantas da Tecsis e Wobben Windpower, duas das principais fabricantes de pás e aerogeradores do país.

“Existe uma importante cadeia de prestadores de serviços para essas empresas na região. Eles necessitam de atendimento rápido para, por exemplo, pequenos trabalhos de manutenção. É aí que nós entramos”, descreve Ubirajara Santos, responsável pela filial da Redelease em Sorocaba.

Ao longo do último ano, Santos calcula que o volume de materiais fornecidos pela Redelease para os prestadores de serviços de Tecsis e Wobben Windpower cresceu cerca de 10%. “Do nosso portfólio, os itens mais procurados são resinas especiais e fibras e tecidos de vidro, além de adesivos e catalisadores”, detalha.

Para 2016, diante das previsões de aquecimento ainda maior do mercado de energia eólica, o gerente da Redelease projeta uma elevação de 15% nas vendas. “Somado ao fato de estarmos próximos a essas empresas, temos conseguido nos diferenciar da concorrência pela assistência técnica efetiva e variedade de portfólio, hoje formado por mais de 1.000 itens”.

Fundada em 1988, a Redelease mantém atualmente unidades em Barueri (sede), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto – ao todo, emprega 105 pessoas. É distribuidora de resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); peróxidos orgânicos (AkzoNobel), desmoldantes (Chem-Trend), adesivos estruturais (LORD) e tintas de alta performance (Lechler), entre outros produtos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Petrofisa fabrica postes com resina reforçada com fibra de vidro.

26/08/2010

Qual é a demanda brasileira de postes para distribuição de energia elétrica? Ninguém sabe ao certo, mas estima-se que seja gigantesca.  A paranaense Petrofisa, fabricante de tubos de compósitos, concorda com essa análise. Tanto que adaptou o sistema produtivo das tubulações (filament winding) e lançou o primeiro poste de resina e fibra de vidro do Brasil., concorrendo com os tradicionais postes de madeira e concreto.  Por meio da sua controlada Ecofibra, a Petrofisa iniciou neste ano a produção de postes em Manaus (AM).

Para desmoldá-los, a transformadora decidiu abandonar o filme de poliéster – deve ser descartado após o uso – e usar um desmoldante  fabricado pela Chem-Trend e fornecido pela Redelease. “Testamos o produto em escala laboratorial e na linha de produção. Os resultados foram positivos, tanto sob o ponto de vista de desempenho como de custo.  Além disso, deixamos de gerar resíduos”, afirma Diego Dissenha, engenheiro do laboratório da Petrofisa. Além do desmoldante, a Petrofisa emprega na fabricação do poste um selador que corrige eventuais imperfeições no molde, aumentando a sua vida útil e ainda facilitando a desmoldagem da peça.

Cruzetas

Em maio, lembra Dissenha, a Petrofisa incorporou ao seu portfólio uma novidade que tem tudo a ver com os postes: cruzetas de compósitos. Fabricadas pelo processo de pultrusão, as cruzetas são desmoldadas com um desmoldante interno também fornecido pela Redelease. Segundo Rui Figueira, gerente de especialidades da Redelease, o desmoldante migra totalmente da resina para a superfície do molde assim que começa a reação exotérmica, a partir de 60 ºC –  ele é misturado numa proporção de 1,5% em relação à resina. “Diferente dos desmoldantes convencionais para pultrusão, não sobram resíduos do nosso desmoldante no produto final. Assim, não há qualquer perda de resistência mecânica ou problemas no acabamento”.

Fonte: SLEA Comunicação