Posts Tagged ‘Redelease’

Bom momento do setor de energia eólica favorece a Redelease

25/02/2016

Redelease_energia_eolilca

Unidade da empresa em Sorocaba abastece os prestadores de serviço da Tecsis e Wobben Windpower

Até agora, a geração de energia eólica é o único segmento consumidor de compósitos imune à crise. Em 2015, quando a demanda pelo material caiu 21,2%, a moldagem de pás eólicas e demais componentes elevou em 4,5% o consumo de matérias-primas, como resinas, fibras de vidro e catalisadores. A Redelease, tradicional distribuidora de insumos para compósitos, tem observado de perto esse movimento a partir da sua unidade em Sorocaba (SP), cidade que abriga as plantas da Tecsis e Wobben Windpower, duas das principais fabricantes de pás e aerogeradores do país.

“Existe uma importante cadeia de prestadores de serviços para essas empresas na região. Eles necessitam de atendimento rápido para, por exemplo, pequenos trabalhos de manutenção. É aí que nós entramos”, descreve Ubirajara Santos, responsável pela filial da Redelease em Sorocaba.

Ao longo do último ano, Santos calcula que o volume de materiais fornecidos pela Redelease para os prestadores de serviços de Tecsis e Wobben Windpower cresceu cerca de 10%. “Do nosso portfólio, os itens mais procurados são resinas especiais e fibras e tecidos de vidro, além de adesivos e catalisadores”, detalha.

Para 2016, diante das previsões de aquecimento ainda maior do mercado de energia eólica, o gerente da Redelease projeta uma elevação de 15% nas vendas. “Somado ao fato de estarmos próximos a essas empresas, temos conseguido nos diferenciar da concorrência pela assistência técnica efetiva e variedade de portfólio, hoje formado por mais de 1.000 itens”.

Fundada em 1988, a Redelease mantém atualmente unidades em Barueri (sede), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto – ao todo, emprega 105 pessoas. É distribuidora de resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); peróxidos orgânicos (AkzoNobel), desmoldantes (Chem-Trend), adesivos estruturais (LORD) e tintas de alta performance (Lechler), entre outros produtos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Petrofisa fabrica postes com resina reforçada com fibra de vidro.

26/08/2010

Qual é a demanda brasileira de postes para distribuição de energia elétrica? Ninguém sabe ao certo, mas estima-se que seja gigantesca.  A paranaense Petrofisa, fabricante de tubos de compósitos, concorda com essa análise. Tanto que adaptou o sistema produtivo das tubulações (filament winding) e lançou o primeiro poste de resina e fibra de vidro do Brasil., concorrendo com os tradicionais postes de madeira e concreto.  Por meio da sua controlada Ecofibra, a Petrofisa iniciou neste ano a produção de postes em Manaus (AM).

Para desmoldá-los, a transformadora decidiu abandonar o filme de poliéster – deve ser descartado após o uso – e usar um desmoldante  fabricado pela Chem-Trend e fornecido pela Redelease. “Testamos o produto em escala laboratorial e na linha de produção. Os resultados foram positivos, tanto sob o ponto de vista de desempenho como de custo.  Além disso, deixamos de gerar resíduos”, afirma Diego Dissenha, engenheiro do laboratório da Petrofisa. Além do desmoldante, a Petrofisa emprega na fabricação do poste um selador que corrige eventuais imperfeições no molde, aumentando a sua vida útil e ainda facilitando a desmoldagem da peça.

Cruzetas

Em maio, lembra Dissenha, a Petrofisa incorporou ao seu portfólio uma novidade que tem tudo a ver com os postes: cruzetas de compósitos. Fabricadas pelo processo de pultrusão, as cruzetas são desmoldadas com um desmoldante interno também fornecido pela Redelease. Segundo Rui Figueira, gerente de especialidades da Redelease, o desmoldante migra totalmente da resina para a superfície do molde assim que começa a reação exotérmica, a partir de 60 ºC –  ele é misturado numa proporção de 1,5% em relação à resina. “Diferente dos desmoldantes convencionais para pultrusão, não sobram resíduos do nosso desmoldante no produto final. Assim, não há qualquer perda de resistência mecânica ou problemas no acabamento”.

Fonte: SLEA Comunicação


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