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PICPlast reforça a versatilidade do plástico em soluções para o agronegócio na Agrishow 2018

01/05/2018

Iniciativa dá visibilidade a 15 transformadores de plástico, que mostram na prática a funcionalidade de 20 soluções e seus diferenciais para a performance nas atividades agrícola e pecuária no Brasil

Dar visibilidade aos fabricantes que usam o plástico como matéria-prima para contribuir para o desenvolvimento e crescimento do agronegócio brasileiro. Este é objetivo da participação do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) na Agrishow 2018, o principal evento do setor no Brasil. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Braskem. O espaço do PICPlast contará, ao todo, com 15 empresas que apresentarão na prática a funcionalidade de 20 soluções e seus diferenciais nas atividades agrícola e pecuária.

Entre os destaques do estande está o Wrap, uma solução de armazenagem de silagem pré-secada. Produzido pelos transformadores de plástico Manulli e Extraplast, trata-se de um filme stretch de polietileno de alta aderência para envelopamento de fardos pré-secados, mais palatáveis para o gado. O filme também tem a função de manter o valor nutricional do alimento e permite armazenamento por até 12 meses.

Outro atração da feira é o Silo Bolsa produzido pela Pacifil para armazenagem de grãos e silagem. Em formato de túnel flexível de polietileno, medindo de 70 a 100 metros de comprimento, o produto foi concebido para criar um ambiente sem oxigênio, o que impede o surgimento e desenvolvimento de pragas e insetos durante a armazenagem. Dessa forma, é possível estocar grãos e silagem por até 12 meses, preservando a qualidade do produto armazenado. Com baixo custo, esta solução permite ainda a segregação de lotes e contribui com a redução na perda de alimentos.

Com um grande apelo sustentável, os Big Bags – embalagens de ráfia de polipropileno com alta capacidade de armazenagem, produzidas pela Propex – prometem atrair a atenção dos visitantes do espaço. Pela primeira vez, o PICPlast apresentará uma versão fabricada com 50% de resina reciclada, ou seja, novos big bags produzidos a partir de unidades já utilizadas. Aplicando o princípio da logística reversa, a iniciativa estimula o descarte correto do produto e permite que a matéria-prima volte para a cadeia produtiva. O espaço também disponibilizará big bags produzidos com resina virgem.

No estande do PICPlast na Agrishow também será possível conferir de perto o Sistema de Irrigação por gotejamento apresentado pela NaanDan Jain, empresa especialista em sistemas de irrigação. O gotejamento garante que mais de 90% da água chegue à raiz da planta, o que permite controle e uso racional do recurso hídrico. Na exposição, o sistema de gotejamento exposto usará mangueiras de polietileno verde, material produzido a partir do etanol, para irrigação de cana-de-açúcar. Este fechamento do ciclo da cadeia, cana-de-açúcar irrigada com mangueiras feitas com material produzido a partir da cana-de-açúcar, corresponde a uma atração adicional.

Consolidado como uma ótima opção para plantas de ciclo curto, o Mulching é outro destaque da feira. O diferencial é que, desta vez, a Rioplastic vai apresentar esta solução para um cultivo de ciclo longo, como o café. Neste caso, trata-se de um filme agrícola de dupla face, à base de polietileno e aditivos especiais, utilizado na cobertura de solo. A tecnologia leva à retenção da umidade do solo e impede o crescimento de plantas daninhas, o que promove um melhor desenvolvimento vegetativo da planta e, consequentemente, maior produtividade da lavoura.

Já a exposição das Sacarias de Ráfia, para embalar sementes tratadas, reforça as vantagens da solução em relação às embalagens tradicionais. A sacaria de ráfia apresenta maior resistência ao rasgo e à umidade, preço mais competitivo e tem como diferencial a possibilidade de ser transparente, o que permite visualizar seu conteúdo. As sacarias utilizam a tecnologia da solda quente ao invés da costura convencional e proporcionam melhor acomodação. Este projeto conta com a parceria da Embrasa.

“É com muita satisfação que marcamos presença do PICPlast pela quinta vez na Agrishow, mostrando nosso compromisso em estimular as empresas transformadoras de plástico para criar soluções inovadoras, que contribuam para o crescimento do agronegócio no Brasil. Esta é, sem dúvida, uma grande oportunidade para os empreendedores do setor fecharem grandes negócios”, afirma Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, acredita que este tipo de iniciativa mostra a versatilidade do plástico e o investimento dos transformadores na fabricação de soluções para diversas necessidades. “A participação dessas empresas na Agrishow reforça o aspecto sustentável e tecnológico do plástico enquanto matéria-prima pois evidencia o quanto as aplicações contribuem para o aumento da produtividade no agronegócio e para a redução de possíveis perdas”, ressalta Roriz.

O estande do PICPlast na Agrishow fica localizado na rua F, estande nº F9a. Comprometido com a capacitação do setor, o Plano conta com várias iniciativas que visam reforçar a qualificação e incentivar empresas transformadoras de plástico. Desde 2013 mais de 1.000 empresas foram beneficiadas pelas iniciativas desenvolvidas pelo PICPlast, que possui parcerias com instituições renomadas, como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Na linha de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

A Braskem conta com 8 mil colaboradores e produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. A empresa exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, contando com 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12.384 empresas que empregam um total de 320.247 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Braskem lançou novas resinas com selo Maxio®

22/11/2016

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Durante a Feira K, a Braskem apresentou duas resinas certificadas pela linha Maxio®, a FT 120WV e PG 480. Segundo a empresa, o selo Maxio® foi criado para indicar as resinas ecoeficientes do portfólio da companhia que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo ou redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais.

A resina FT 120WV, desenvolvida para produção de tampas e peças técnicas, possui como diferencial a oportunidade de extrair mais produtividade no processo de injeção, afirma a Braskem. Como exemplo, testes realizados em clientes apontaram uma redução de 7,5% no ciclo de produção, além de uma redução de 3,5% no índice de perdas. Já a Maxio® PG 480, quando aplicada na produção de fitas de ráfia, registrou ganhos de produtividade de 15% com manutenção de propriedades mecânicas e redução na variação de espessura, assegura a empresa.

“A ecoeficiência da linha Maxio® permite diminuir progressivamente os custos de produção e os impactos ambientais, contribuindo para melhorar a vida das pessoas e a preservação do meio ambiente. Os nossos clientes também ganham com aumento de produção e eficiência de processos”, afirmou Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Em 2015, o volume total de vendas de resinas com selo Maxio® foi de 110 mil toneladas, distribuídas entre os dez itens que compõem o portfolio da linha. Algumas das principais aplicações estão em utilidades domésticas (UD), embalagens rígidas, tampas, farma e cosméticos.

Linha Maxio®: Além de atender um dos principais pilares do crescimento da Braskem que é a inovação, o selo Maxio® foi criado para identificar as resinas com melhor ecoeficiência dentro do portfólio da petroquímica que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo ou redução de peso do produto final, afirma a empresa. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

Fonte: Braskem

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Embalagem de ráfia retorna ao mercado de sementes tratadas

27/04/2016

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Com a mudança da Instrução Normativa, resinas plásticas buscam espaço em setor que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano

Produto capaz de garantir mais leveza e proteger contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, as embalagens de ráfia feitas com polipropileno da Braskem voltam ao mercado para o armazenamento de sementes tratadas após 10 anos.

A volta das embalagens de plástico foi possível após alteração, pelo Ministério da Agricultura, da Instrução Normartiva nº9/2005. Se antes o armazenamento de sementes tratadas estava limitado a sacos feitos de papel (multifoliados), agora a regra permite o acondicionamento em outros tipos de embalagens, desde que sejam “embalagens novas, confeccionadas em material de comprovada durabilidade, resistência e eficiência técnica, que não ponham em risco a saúde humana ou animal”.

A solicitação para a mudança partiu da Braskem, Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Embrapa e Comissão de Sementes e Mudas (CSM) do Paraná. Os estudos foram acompanhados pelo especialista em Patologia de Sementes da Embrapa de Londrina, Ademir Assis Henning, que realizou os experimentos apresentados ao Ministério da Agricultura. “Analisamos duas safras diferentes e observamos o comportamento das sementes nas embalagens multifoliadas de papel e de ráfia, feitas de polipropileno, por mais de 120 dias. Notamos que não houve prejuízos com o uso da ráfia. Pelo contrário, a embalagem plástica mostrou melhor performance para o manuseio do agricultor”, afirma Henning.

A embalagem de resina plástica apresenta inúmeras vantagens em relação à de papel, pois pode ser transparente, permitindo a visualização da cor e do tipo da semente, e oferece maior proteção contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, afirma a Braskem. Além disso, a embalagem é também mais resistente e leve, o que otimiza o processo logístico. “Foram dois anos intensos de trabalho para comprovar e apresentar os avanços tecnológicos e inovações promovidas pela indústria de embalagens e de sementes que colocaram novamente a embalagem de ráfia no mercado em condições de atender o segmento”, explica André Giglio, especialista de desenvolvimento de mercado da Braskem.

“Os produtores de sementes já utilizavam a embalagem plástica de ráfia nos produtos sem tratamento, por ser mais resistente. Com a mudança na norma, acreditamos que num curto período de tempo a procura pelo mercado de sementes tratadas deve aumentar”, relata Marcelo Vivolo, diretor geral da Embrasa.

Com a alteração da Norma desde outubro de 2015, os produtores de sementes com tratamento industrial ganharam mais uma opção de empacotamento e o segmento voltou a atuar em um mercado que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano, qual pode corresponder a um volume de aproximadamente três mil toneladas/ano de resinas. “A tendência é que haja aumento no consumo da ráfia e já estamos vendo isso na nossa empresa com o aumento na procura. Temos pedidos fechados que vão até abril e clientes do país inteiro solicitando amostras para testar o produto”, afirma Jefferson Chezamoski, supervisor comercial da Procopio Indústria e Comércio.

“Esse trabalho realizado em parceria com a Afipol, Embrapa e CSM/PR é uma conquista que favorece toda a cadeia produtiva, trazendo benefícios até o consumidor final”, relata Marco Boix, líder comercial do segmento de ráfia da Braskem.

Fonte: Braskem

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Starlinger destaca máquinas têxteis e de reciclagem na Feiplastic

20/05/2013

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  • Starlinger viscotec apresenta secador e descontaminador deCON e viscoSHEET para produzir chapas a partir de 100% rPET.
  • Empresa austríaca também destaca novos equipamentos de bobinamento de ráfia, laminação e acabamento de sacos valvulados

A Starlinger viscotec, especializada em tecnologias de reciclagem, apresenta na Feiplastic o secador e descontaminador de flakes de PET deCON. O mercado principal para este equipamento são os produtores de filmes e chapas para embalagens de alimentos. Com essa tecnologia, contam com uma produção de qualidade e redução de cerca de R$ 100 mil/ano no consumo de energia. Ainda há a vantagem de o processo ter sido aprovado pela americana FDA e pela agência européia EFSA. Também será apresentada a linha de extrusão para chapas e filmes viscoSHEET, que pode produzir a partir de 100% de rPET.

Na Feiplastic, o segmento de máquinas têxteis da Starlinger destaca as novas máquinas de bobinamento de ráfia (twinTAPE), laminação (lamiTEC) e acabamento de sacos valvulados (ad*starKON SX®), que visam aumentar eficiência e dar maior flexibilidade na produção de embalagens.

Inovações da Starlinger viscotec

deCON – Segundo a empresa, a principal vantagem da unidade de secagem e do descontaminador deCON é a redução da umidade residual para menos de 50ppm, o que resulta em melhorias consideráveis no processo de extrusão, permitindo excelentes valores de viscosidade do material. Através do seu tratamento térmico suave de alta eficiência sob vácuo, não há calor em excesso no produto, o que resulta em filmes e chapas de PET de melhor qualidade.

Afirma a empresa que a redução no consumo de energia de um deCON em comparação a sistemas convencionais de secagem são muito grandes. Um sistema composto por secador de ar quente+cristalizador utiliza em torno de 0,1 KWh/kg a mais de energia, sem que consiga reduzir a umidade final para o mesmo valor de um deCON, que trabalha sob vácuo (<50 ppm). Considerando uma capacidade de 600 kg/h e 6.000h de produção, é possível economizar com um deCON aproximadamente R$ 100 mil por ano na conta de luz, além de ainda melhorar de forma expressiva a qualidade do produto final.

Baseada na experiência obtida durante a instalação de deCON e viscoSTAR nos últimos anos, a viscotec desenvolveu também uma nova extrusora de chapas:

viscoSHEET – Flexibilidade sem comprometer a qualidade: Esta máquina é preparada para produzir chapas a partir de 100% de rPET. Os flakes são secos e descontaminados em um módulo deCON, para então serem transportados para a extrusora que produzirá o filme/chapa. A combinação do viscoSHEET com o deCON garante uma alta produção com máxima flexibilidade e 100% de segurança do consumidor para produtos de alimentos.

A perfeita mistura é possível graças ao uso de duas roscas cônicas, que resulta em filmes e chapas de qualidade premium e com propriedades óticas e mecânicas excelentes. A troca de produtos e receitas em poucos minutos asseguram mudanças rápidas, abrindo caminho para um aumento de lucratividade através da redução drástica de perdas e aparas durante as mudanças de artigos.

Inovações da Starlinger & Co. GmbH

twinTAPE 200LX – Bobinadeira de precisão para ráfia de PP, HDPE e PET : Produz bobinas de alta qualidade para a transformação na tecelagem, ajudando desta forma a aumentar a eficiência na produção de tecidos de alta qualidade. A bobinadeira dupla automática twinTAPE 200LX permite velocidade de até 600 m/min e possui um revolucionário e patenteado sistema de movimentação transversal, que permite variação de curso, possibilitando novas formas de bobinas. Desde 2011, quando foi lançada no mercado, já foram fornecidas cerca de 3000 bobinadeiras, que vem recebendo uma avaliação muito positiva dos clientes em todo o mundo.

lamiTEC LX e lamiTEC CX (com co-extrusão) são desenvolvimentos totalmente novos para a área de laminação de tecidos de ráfia. Com sistema modular e capacidade de até 420 kg/h e velocidade de até 220 m/min, os equipamentos asseguram alta produtividade. O novo recurso de troca de bobinas sem a redução de velocidade evita os problemas de variação do neck-in neste processo.

ad*starKON SX® – Máquina de acabamento para sacos valvulados de alta velocidade: Para a produção do saco patenteado AD*STAR combina altíssima velocidade com fechamento seguro dos fundos e uma troca de formato extremamente rápida. O equipamento trabalha com velocidade de até 85 sacos por minuto e permite trocas de formato, da válvula e dos reforços de fundo sem paradas. Um sistema de monitoramento integrado permite maiores tolerâncias na largura do tecido, evitando paradas de produção devido às variações.

Durante a Feiplastic, profissionais especializados estarão no stand da Starlinger – Rua I, estande 90

Fonte: Letania Menezes

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