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Sansuy destaca produtos vinílicos na Hortitec 2014

28/05/2014

Empresa apresentará em seu estande equipamentos que facilitam o trabalho do produtor agrícola

Sansuy-HortitecConsiderada a maior mostra de horticultura da América Latina, a Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas contará, mais uma vez, com a participação da Sansuy, fabricante de laminados flexíveis e produtos manufaturados de PVC. Em função da abertura do Mundial de Futebol, neste ano a feira será realizada de 28 a 30 de maio, no Pavilhão da Expoflora, em Holambra, São Paulo.

Para a 21ª edição do evento, a empresa destacará em seu estande dois importantes produtos destinados à tecnologia agrícola, à produtividade e ao meio ambiente: o viniarco e o vinitank com hidroponia. “É importante estar em um ambiente como esse mostrando soluções para facilitar a vida do agricultor. Por isso, a Sansuy faz questão de estar presente todos os anos na exposição”, reforça Marcelo Castagnolli, gerente de produto da empresa.

Produtos sob medida para o agronegócio

Ideal para produtores de flores e hortaliças que utilizam estufas, o viniarco da Sansuy é indicado, também, para aquicultores na produção de alevinos e juvenis de peixes, larvicultura de organismos aquáticos, manejo reprodutivo de pós-larvas de camarão, ranicultura (criação de rãs), laboratório de pesquisa sobre produção e nutrição de organismos aquáticos, hidroponia e aquaponia.

Construído com estrutura tubular de aço carbono galvanizado a fogo, o viniarco não tem colunas intermediárias e o acesso é feito através de portas corrediças de acordo com a necessidade do cliente. A cobertura pode ser fabricada com laminado reforçado de PVC translúcido, com janelas laterais confeccionadas com tela sannet; ou blockout de laminado de PVC branco (parte externa) e cinza (internamente), janelas e laterais de tela sannet e laminado de PVC cristal. Para o treinamento alimentar de espécies de peixes carnívoras, a estrutura é recoberta com laminado reforçado de PVC com blockout total para controle sobre o foto-período.

Já o vinitank oferece vantagens imbatíveis para quem se preocupa com o meio ambiente. Uma delas é o reaproveitamento de água, traduzido em menor consumo. Para chegar nessa equação, a Sansuy uniu a técnica da hidroponia, que permite o cultivo de plantas em canais ou recipientes por onde circula uma solução composta de água e nutrientes, à piscicultura. Da junção resultou um sistema inovador denominado “aquaponia”, que utiliza a água dos tanques onde são criados os peixes para fertilizar e nutrir os vegetais, integrando as duas culturas.

Depois de abastecer os viveiros de organismos aquáticos, a água passa por filtros especiais que recuperam sua qualidade, sendo, em seguida, bombeada para a base hidropônica, e retornando novamente para os peixes. Como vantagem adicional, os dejetos são captados pelo sistema de escoamento e passam por um decantador, onde são separados os sólidos em suspensão, que servem como fertilizantes para uma horta tradicional. Para a criação de peixes é indicado o vinitank com capacidades de 5 mil a 100 mil litros.

Serviço
21ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas
Data: 28 a 30 de maio
Horário: das 9h às 19h
Local: Pavilhão da Expoflora
Endereço: Rua Maurício de Nassau, 675 – Holambra/SP
Site: http://www.hortitec.com.br

Fonte: Sansuy / Instituto do PVC

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Braskem e Abitelha apresentam novidades em PVC na maior feira de coberturas do país

28/05/2014

Sustentáveis e inovadoras, as telhas em PVC devem atingir 15% do mercado de coberturas em 10 anos, com economia de 25% em relação às telhas convencionais

Em parceria com a Abitelha (Associação Brasileira da Indústria de Telhas de PVC), a Braskem esteve presente na TeCobI Expo 2014, evento que exibiu as principais novidades sobre telhados, coberturas, lajes e impermeabilização. A feira ocorreu entre os dias 20 e 22 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, reunindo mais de 6 mil visitantes, entre engenheiros, arquitetos, empreiteiros, revendedores e distribuidores de materiais de construção, com 150 marcas expositoras.

Braskem e Abitelha apresentaram os benefícios e crescimento das telhas de PVC, que têm um enorme potencial de mercado no país. Com expectativa de atingir 15% do mercado nacional em 10 anos, a cobertura oferece diversas vantagens, como maior praticidade e durabilidade, economia e variedade, além de ser sustentável e inovadora. O produto é ainda até 25% mais barato se comparado às telhas convencionais, dispensa a utilização de caibros e ripas para sua sustentação e oferece mais segurança, por ser resistente a chamas, por exemplo.

Primeira fabricante do item no país, com início da comercialização em 2011, a mineira Precon também esteve no evento. O produto disponível hoje no Brasil foi desenvolvido com tecnologia chinesa em parceria com a Braskem, fornecedora do PVC, que também foi parceira da empresa para adaptar a tecnologia ao país e identificar o maquinário apropriado para a produção do item. Hoje, o Brasil já conta com seis fabricantes de Telhas PVC e uma produção de aproximadamente 11 mil toneladas. Registrado em 2013, o número é quase quatro vezes superior à produção inicial.

“O crescimento e o potencial para este mercado mostram que as soluções em PVC, já presentes em diversos setores da infraestrutura brasileira, podem ajudar diretamente no desenvolvimento do país, em especial nas áreas de saneamento e construção”, diz Américo Bartilotti, diretor da área de vinílicos da Braskem. “Além disto, as telhas PVC podem representar, para nossos clientes, uma possibilidade de diversificar seus portfólios, possibilitando a atuação em um novo segmento e consequente consolidação no mercado”, conclui o executivo.

Fonte: Braskem

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Indústria de reciclagem de PVC no Brasil fatura R$ 146,8 milhões

31/03/2014

As 84 empresas recicladoras de PVC, que juntas somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregam 1.485 pessoas.

Pesquisa mostra que as 84 recicladoras de PVC do país faturaram juntas R$ 146,8 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 6% em relação ao observado em 2011 (R$ 138 milhões). Os dados apontam que o aumento do faturamento das recicladoras é resultado da comercialização de produtos reciclados com maior valor agregado.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto do PVC e tem base 2012 e mostra também que essas empresas, que somam uma capacidade instalada de 82 mil toneladas, empregaram no período, 1.485 pessoas, o que representa um crescimento médio de 2% ao ano nos últimos cinco anos.

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O nível operacional do setor foi de 63%, o que significa um maior nível de utilização da capacidade instalada e maior rentabilidade nos negócios. Este índice é maior que os observados em outros anos, um recorde desde que o Instituto do PVC começou a monitorar a indústria de reciclagem em 2005. Ipvc_2

 Os recicladores de PVC no Brasil localizam-se principalmente nos estados das regiões Sudeste e Sul, com destaque para São Paulo. Por ser um dos principais na indústria de transformação de plástico no Brasil e com grande poder de consumo da população, consequentemente, o estado de São Paulo possui a maior quantidade de resíduos pós-consumo disponíveis para a reciclagem.

Ipvc_3Reciclagem industrial e pós-consumo

A produção total de PVC reciclado no Brasil (considerando-se resíduos industriais e pós-consumo) aumentou nos últimos oito anos. A variação considerando 2012/2011 foi de 21%. Quando se analisou apenas os resíduos de PVC pós consumo, a pesquisa mostrou que, em 2012, foram recicladas 22.463 toneladas de PVC pós-consumo, o que corresponde a um índice de reciclagem de 16,3%. O índice ficou acima da média histórica que é de 16% entre 2005 e 2012. A exceção foi em 2011, um ano recorde em termos de reciclagem do PVC.

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Metodologia – A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

O Instituto do PVC é a entidade que representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. “O objetivo deste trabalho é acompanhar o desenvolvimento deste setor que gera emprego e renda e que vem compor o cenário dos novos desafios que se apresentam a partir da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC.

Fonte: Instituto do PVC; Maxiquim Consultoria (Gráficos e Tabelas).

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Kommerling entra no setor varejista

06/03/2014

Ampliando sua atuação no Brasil, a alemã Kommerling – um dos players mundiais na área de perfis e sistemas de esquadrias de PVC – acaba de entrar no segmento varejista. A empresa está abrindo um programa de revendas, que lhe permitirá aumentar a abrangência fora dos grandes centros, com estabelecimentos que conhecem as peculiaridades de cada localidade.

Segundo Oliver Legge, diretor geral da Kommerling no Brasil, o programa proporcionará, além da consolidação territorial com a presença em regiões estratégicas, a redução de custos, economia de escala e a popularização das esquadrias de PVC, bem como a expansão das vendas. O executivo estima que, em três anos, esta modalidade representará 30% do volume produtivo e dos negócios da companhia no país.

Fonte:  Interativa Comunicação

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Instituto do PVC apoia cursos nas áreas de arquitetura e construção civil

29/01/2014

O Instituto do PVC e outras quatro associações levam curso sobre produtos utilizados na arquitetura e construção civil para alunos de universidade em São Paulo. O objetivo é oferecer informações técnicas e atualizadas sobre o PVC e outros materiais utilizados nestes segmentos, abordar suas aplicações, a inovação em cada tipo de produto e os desenvolvimentos disponíveis no mercado.

O curso de férias “Introdução aos sistemas construtivos: materiais, produtos e aplicações” será realizado entre os dias 27 e 31 de janeiro na Universidade São Judas Tadeu e contará com a participação de 69 alunos de arquitetura e engenharia civil da universidade. No caso específico do PVC, o Instituto do PVC levará profissionais do mercado para falarem sobre a tecnologia, a aplicação e a inovação em esquadrias, pisos e sistema construtivo concreto PVC, além de uma aula introdutória sobre o material.

Para a professora Dra. Paula De Vincenzo Fidelis Belfort Mattos, coordenadora dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design e do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade, a parceria com as indústrias de materiais da construção civil visa propiciar aos alunos o contato efetivo com o mundo profissional, complementando o conteúdo ministrado em salas de aula. “Esperamos que este curso introdutório seja o início de uma parceria entre indústria de universidade, ou seja, a produção de conhecimento exercida de um modo objetivo e responsável”, afirma.

Além do Instituto do PVC, as entidades que fazem parte do projeto são a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), a Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (ABRAVIDRO), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e a Associação Brasileira Construção Metálica (ABCEM).

Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, essa aproximação entre a universidade e o mercado é fundamental para o desenvolvimento tecnológico. “Acreditamos na importância de trazer para o aluno a realidade do mercado, seus desenvolvimentos tecnológicos, aplicações e demandas para que haja uma interação entre a academia e a indústria, com o objetivo do desenvolvimento do mercado brasileiro como um todo”, afirma o executivo.

Bahiense lembra que a participação do PVC na arquitetura e construção civil está em ascensão com a conquista de espaços mais nobres nos ambientes. Além dos benefícios técnicos e estéticos e de versatilidade, o PVC contribui para o desenvolvimento sustentável, seja por suas matérias-primas, propriedades, aplicações ou mesmo por sua reciclabilidade.

Antigamente a participação do PVC era notada apenas em produtos como tubos e conexões, aplicações de sucesso. O mercado cresceu e o PVC passou a ser utilizado em portas, janelas, pisos, forros, papéis de parede, sidings, decks, piscinas, entre outras aplicações de caráter arquitetônico. “Além disso, a indústria está sempre em busca de novas tecnologias para tornar o produto sempre mais atrativo e sustentável, além de competitivo”, explica Bahiense.

O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover o crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.

Para saber mais sobre o curso, contatar Coordenação do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu pelo telefone (11) 2799-1672.

Fonte: Instituto do PVC

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Solvay confirma que a venda de sua participação majoritária na Solvay Indupa para a Braskem está em andamento

09/01/2014

Ao contrário do que tem sido lido em alguns artigos divulgados pela Imprensa nesta semana, o grupo Solvay confirma que a venda de sua participação de 70,59% na Solvay Indupa para a Braskem, principal petroquímica do Brasil, está bem encaminhada.

As demais ações da Indupa são negociadas na Bolsa de Valores de Buenos Aires, na Argentina. De acordo com a legislação argentina, a Braskem é obrigada a fazer uma oferta pública para adquirir essas ações em circulação no mercado.

O sucesso dessa oferta pública não é uma condição para a venda da participação do grupo Solvay na Indupa para a Braskem.

A Braskem se propôs a pagar 1,35 peso argentino por ação, com base em dois pareceres de justiça. A autoridade argentina reguladora do mercado financeiro (Comisión Nacional de Valores ou CNV) em 3 de janeiro de 2014, no entanto, afirmou que a oferta feita pela Braskem era demasiadadamente baixa.

A Braskem está conversando com a CNV para compreender a sua decisão e definir um novo preço. Enquanto isso, as empresas estão desenvolvendo conforme o planejado os processos junto aos organismos antitruste no Brasil e na Argentina.

Fonte: Solvay

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Valor Econômico: ABIPLAST teme concentração no segmento de PVC

08/01/2014

Na semana anterior ao Natal, quando a Braskem, maior petroquímica das Américas, anunciou a assinatura de um acordo para compra da Solvay Indupa, produtora de PVC do grupo belga Solvay na América do Sul, a Abiplast, entidade que representa a indústria brasileira de transformados plásticos, acendeu a luz amarela. O receio é o de que sejam mantidas algumas medidas que oneram as importações de PVC, ao mesmo tempo em que a Braskem se consolida como a única produtora da resina no Brasil e na Argentina.

Em nota, a Abiplast lembrou que, desde 2010, a petroquímica brasileira já é responsável por 100% da produção nacional de polietileno (PE) e polipropileno (PP). Com a compra da Indupa, que ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), a Braskem se consolidará como única fornecedora local das três principais resinas usadas pelos transformadores.

Para a entidade, a consolidação da petroquímica é importante porque a torna mais competitiva. Mas preocupa a necessidade de condições competitivas de acesso às matérias-primas, “que, devido às novas características estruturais, não pode prescindir do mercado internacional como opção concorrencial e fator balizador de preços, considerando que internamente não há concorrentes.”

A mesma preocupação, conforme a Abiplast, foi indicada pelo Cade à época da compra da Quattor pela Braskem. “O objetivo da Abiplast é alertar sobre a questão e defender a livre concorrência no mercado de resinas termoplásticas, preconizando uma situação que não seja prejudicial aos elos posteriores da cadeia produtiva, assim como ao consumidor final de artigos plásticos”, disse a entidade.

Em outras palavras, o que pede a entidade é a retirada de medidas que dificultam ou encarecem o acesso às resinas importadas, uma vez que haverá um único fornecedor na região. Hoje, segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, além do imposto de importação de 14%, há a taxa antidumping para o produto proveniente de vários países, entre os quais Estados Unidos e China.

A argumentação da entidade é a de que se a concentração da petroquímica é saudável porque o mercado de resinas é global – e a Braskem, no caso do PVC, representará apenas 2% no mercado mundial – e os preços são formados internacionalmente, não haveria razões para impedir os transformadores de escolherem fornecedores em qualquer parte do mundo. Ou tornar mais caro esse processo.

Conforme Roriz, existe um déficit de 500 mil toneladas por ano de PVC no mercado doméstico, de forma que o acesso aos importados é crucial para os transformadores. A Braskem, sem considerar a aquisição, já é a maior produtora local, com capacidade para 710 mil toneladas por ano. Com a compra da Indupa, a brasileira entrará para o grupo dos quatro maiores produtores da resina nas Américas, com capacidade de 1,25 milhão de toneladas anuais de PVC e 890 mil toneladas/ano de soda.

A direção da Braskem acredita na aprovação pelo Cade, por conta da característica global desse mercado. “Já está estabelecido no Brasil que o mercado de resinas é um mercado global”, disse o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, em teleconferência com jornalistas.

Fonte:  Matéria extraída do Valor Econômico / site da Abiplast

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Braskem e Solvay anunciam acordo para transferência acionária da Solvay Indupa

17/12/2013

A Braskem e o grupo Solvay anunciaram hoje a assinatura de um acordo através do qual a Solvay venderá para a Braskem a sua participação acionária de  70,59% na Solvay Indupa. A transação ocorre depois de o grupo Solvay ter classificado a Solvay Indupa como “ativo à venda” no quarto trimestre de 2012.

A aquisição corresponde a mais uma etapa na estratégia da Braskem no sentido da consolidação do setor petroquímico e de plásticos no Brasil e na América do Sul, por meio do fortalecimento da cadeia vinílica, e expressa a sua decisão de seguir investindo no segmento. Além disso, estabelece uma base industrial na Argentina, mercado no qual a Braskem já tem uma presença comercial há mais de 20 anos.

A transação está baseada em um valor total da empresa de US$ 290 milhões (€ 211 milhões), o que representa 5,1 vezes a média do REBITDA. O valor da empresa inclui a dívida financeira líquida da Indupa, que foi contabilizada em “Ativos e Passivos à Venda” do grupo Solvay no final do ano de 2012 no valor de € 178 milhões.

O montante de caixa resultante para a participação da Solvay será de US$ 25 milhões (€ 18 milhões). O desinvestimento deve gerar uma perda líquida (não-caixa) de cerca de € 120 milhões nas ações do Grupo Solvay. Essa perda é resultante do ajuste a valor de mercado da Indupa, que será reconhecido do final do exercício, e também do reconhecimento, na data do fechamento da transação, das perdas decorrentes da conversão de moedas (estas, reconhecidas anteriormente no patrimônio líquido, em acordo com as regras IFRS).

A conclusão da transação está sujeita às condições habituais de fechamento e dependerá da prévia apreciação e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Como consequência da conclusão da operação, a Braskem deverá lançar oferta pública aos acionistas minoritários para a compra das ações da Solvay Indupa na Bolsa de Comercio de Buenos Aires.

A Solvay Indupa é produtora de PVC e soda, detentora de uma unidade industrial no Brasil e outra na Argentina, com posição geográfica privilegiada, próxima aos dois principais mercados consumidores da América do Sul. Criada em 1948, a Solvay Indupa tem capacidade de produção de 540 mil toneladas de PVC e 350 mil toneladas de soda. A empresa é o segundo maior produtor de PVC e o quarto maior de soda cáustica na América do Sul. Com 936 empregados e dois sites de produção na Argentina e no Brasil, a Solvay Indupa obteve vendas líquidas de US$ 542 milhões em 2012. A empresa é cotada na bolsa de valores de Buenos Aires.

Uma vez concretizada a aquisição, a Braskem passará a contar com capacidade de produção total de 1,25 milhão de toneladas de PVC e de 890 mil toneladas de soda anuais.

“O mercado de vinílicos é estratégico para nossa empresa. A Braskem investiu recentemente cerca de R$ 1 bilhão em uma fábrica de PVC em Alagoas inaugurada em 2012 visando atender ao forte crescimento da demanda dessa resina, associado à expansão do setor brasileiro de infraestrutura”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

“Esse desinvestimento faz parte do gerenciamento estratégico do portfólio do grupo Solvay. Reduzirá a exposição aos ciclos econômicos, em especial em negócios de capital intensivo e de forte consumo de energia, permitindo ao Grupo alcançar um maior crescimento, retornos mais elevados e menor intensidade de capital”, diz Jacques Van Rijckevorsel, membro do comitê executivo do Grupo Solvay.

“Como parte da Braskem, a Indupa terá maior acesso a matérias-primas e energia, o que irá reforçar a sua posição em um mercado competitivo e em crescimento. A Indupa também poderá desenvolver suas atividades de forma sustentável na América Latina, beneficiando os seus clientes e empregados”, acrescentou Rijckevorsel.

Fonte: Braskem / Solvay

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Convenção anual da Kömmerling discutirá eficiência do PVC em grandes obras

03/12/2013

De 29 de janeiro a 1 de fevereiro,  a Kommerling promoverá sua convenção anual em Santiago do Chile,  reunindo  20 parceiros brasileiros. Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de discutir o  tema  “Grandes Obras em PVC e Eficiência em Produção”, tendo o mercado chileno como referencial. ¨Trata-se de um país muito avançado no emprego de esquadrias usando esta matéria-prima, aspecto que permite antever o processo evolução pelo qual o Brasil passará  nos próximos anos¨, observa Oliver Legge, diretor da unidade brasileira, acrescentando que a Kömmerling é lider no Chile, tendo papel importante para o desenvolvimento do mercado local. Confiante, a empresa vê com bons olhos o futuro. ¨Em termos de volume de vendas, crescemos 50% em 2013¨, informa o executivo.

Fonte: Interativa / Kömmerling

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Reciclagem de Cartões de PVC amplia pontos de coletas em São Paulo e chega às escolas

21/10/2013

Por meio de duas parcerias inéditas, o Programa atingirá escolas particulares da capital de São Paulo e 18 escolas da prefeitura de Santos

 O ‘Programa RC – reciclagem de cartão’, iniciativa da R. S. de Paula, empresa fabricante de cartões, fecha duas parcerias importantes unindo sustentabilidade com educação. A primeira é com Guia Escolas, onde o objetivo é levar o coletor, batizado de Papa Cartão®, a várias instituições de ensino no formato itinerante, por tempo indeterminado, até o final do ano. A primeira escola a instalar o coletor é o colégio São Francisco de Assis, no bairro do Tatuapé.

Esta parceria com o Guia Escolas nasceu da necessidade de ampliar o Programa com o objetivo de estimular a conscientização de todos os envolvidos pelo sistema de ensino, tais como pais, alunos, educadores, diretores, e assim por diante. “Nossa expectativa é levar a cultura da reciclagem às escolas, pois o descarte correto e seguro impacta diretamente em educação. O conceito do reaproveitamento estimula a imaginação e isto faz parte de um projeto pedagógico”, revela Paulo Abud, fundador do Guia Escolas. O anuário tem cadastrado mais de 500 instituições particulares do  litoral e capital de São Paulo e Rio de Janeiro.

Já a segunda iniciativa, já implementada, é com programa Escola Total da prefeitura de Santos. O Papa Cartão circulará de forma itinerante por 18 instituições do Escola Total durante o período de nove meses, atingindo cerca de cinco mil crianças que fazem parte do projeto educacional. Cada local que receber o coletor funcionará como “EducaPonto”, onde os alunos poderão não apenas descartar cartões pós-uso, como terão a oportunidade de descartar também produtos como pilhas e baterias de celulares em outros tipos de coletor.

A ideia da iniciativa é disseminar a cultura da reciclagem e sua importância para o meio ambiente. “Queremos unir questões relacionadas ao meio ambiente com educação, facilitando o acesso a um programa de logística reversa consistente, como é o caso do Programa RC. Cada ponto funcionará como um ‘EducaPonto’ no qual pretendemos sensibilizar crianças e adolescentes de como é possível transformar resíduos em produtos úteis de uso diário dos estudantes, como é o caso de cadernos, agendas, réguas, marcadores de páginas, e assim por diante”, revela Edemilson Prado Dimas, professor e educador do Escola Total.

O Papa Cartão esteve na semana passada no Núcleo da Arena Santos e já totalizou o recolhimento de 1.500 cartões até o momento. O Escola Total é uma programa educacional da prefeitura de Santos que visa complementar a educação básica de crianças e adolescentes de 05 a 17 anos. Após o horário da escola, os alunos passam a ter aulas de música, dança, teatro, entre outras atividades que mexem com o lúdico estimulando a imaginação e criatividade.

Segurança garantida

Outra questão bastante importante abordada pelo programa é sobre o descarte seguro. Todo o processo é acompanhado pelo consumidor no momento do descarte. Além disso, no coletor Papa Cartão® é possível checar o cartão picado e verificar no contador a efetivação do procedimento. Este resíduo chega a empresa de reciclagem totalmente destruído e sem a possibilidade de ser reutilizado. Porém, o idealizador do programa, o empresário Renato Soares de Paula alerta para a importância da segurança compartilhada. “O Papa Cartão® corta os cartões em pontos estratégicos, inutilizando inclusive tarjas magnéticas e chips, porém é importante também que o consumidor já tenha avisado o emissor do cartão que não o quer mais e irá destruí-lo. Feito isso, a segurança do processo é aumentada, uma vez que os emissores bloqueiam o acesso daquele cartão. Esta ação do consumidor é de extrema importância e valoriza nossa iniciativa”, alerta Renato Soares de Paula, idealizador do Programa.

Hoje, é possível picotar esses cartões em coletores e seu funcionamento é bem simples. Depois de encaixar o cartão no coletor, o consumidor gira uma manivela (com isso há economia de energia e contribui para fácil instalação) e as lâminas cortam os cartões.

Todo material recolhido é triturado para garantir a perda total das informações. Deste resíduo, são produzidos materiais decorativos e funcionais que já estão sendo consumidos por algumas empresas que aderiram ao programa.  “Colocamos nossa imaginação e experiência em confeccionar brindes para funcionar. Criamos diversos produtos, tais como porta copos, capa de cadernos e agendas, jogos americanos, quadros, relógios, porta-celular, placas informativas, enfim uma infinidade de objetos. O PVC é um material altamente reciclado, podendo ser reutilizado diversas vezes. Pelo Programa RC hoje é perfeitamente viável reciclar 100% dos cartões”, revela de Paula ressaltando que a última novidade foi a implementação de um piso durante a Cards 2013. “Revestimos o assoalho do nosso estande inteirinho com placas dos cartões picotados. Com isso, é possível sim aplicar este material na construção civil, por exemplo, como item para revestimento e de decoração”, completa.

ECOPONTOS – O Papa Cartão® já pode ser encontrado nos seguintes pontos do Brasil:

São Paulo:

  • – Estações Sé, Conceição, Paraíso e Consolação do Metrô de SP;
  • – Hall do Conjunto Nacional (Paulista);
  • – Continental Shopping (Jaguaré);
  • – Colégio São Francisco de Assis (Tatuapé);
  • – Na sede das empresas Alelo (Alphaville), Seguros Unimed, Central Nacional Unimed, Metrus (Instituto de Seguridade Social dos Metroviários);

Recife:

  • – Shopping RioMar;

Santos:

  • – Prefeitura da cidade – na Sede do Escola Total;

Fonte:  ToddaiCOM

 

 

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Perfis de PVC são os destaques da Petry/Kommerling na Intercon 2013

17/09/2013

Provent - Imagem 1A Petry Esquadrias – em parceria com a alemã Kommerling –  apresentará  na feira e Congresso da Construção (Intercon 2013)  novidades também na linha de PVC. Destaque para folhas de porta de correr,  porta de giro,  janelas max-ar e janelas de correr com persianas. O evento acontece de 2 a 5 de outubro em Joinvile.

A Intercon é a principal feira de Santa Catarina e do Paraná no setor da construção civil, o qual vem batendo recordes nesses dois estados, com diversos empreendimentos, que vão desde infraestrutura pública até imóveis de alto padrão.

Gigante global: Administrando negócios globais da ordem de 1 bilhão de euros, a Kommerling conta com unidades produtivas na Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Rússia e China. No Brasil, a empresa opera um centro de distribuição em São José dos Pinhais, no Paraná.

Fonte: Interativa

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Braskem leva soluções em plástico para a Concrete Show 2013

29/08/2013

Companhia apresenta mais de 30 produtos com foco em sustentabilidade e produtividade para a construção civil

Durante a Concrete Show 2013, um dos principais eventos nacionais de construção civil, a Braskem apresenta produtos desenvolvidos em plástico em conjunto com clientes, para uso nesse setor. As resinas plásticas têm desempenhado importante papel no desenvolvimento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para infraestrutura e edificação.

Os itens apresentados serão divididos em áreas de saneamento, edificações, canteiros, geossintéticos e infraestrutura. A diversidade de soluções representa o investimento da empresa, em parceria com seus clientes, em inovação para o desenvolvimento de peças que atendam às demandas do mercado de construção em busca da eficiência e sustentabilidade. Até dezembro de 2012, a Braskem depositou 650 patentes e 18% do faturamento da companhia com resinas foi gerado por produtos lançados nos últimos três anos.

“A construção civil é uma área importante para o desenvolvimento do País e que tem se mostrado em constante desenvolvimento. Para apoiar esse crescimento, apostamos na pesquisa e na expansão de nosso portfólio com produtos mais sustentáveis e que tragam mais praticidade, agilidade, conforto e qualidade para as obras”, afirma Mônica Evangelista, responsável por Desenvolvimento de Mercado de Polipropileno na Braskem.

Os visitantes da feira poderão conhecer mais de trinta soluções feitas com os plásticos produzidos pela Braskem: polietileno, polipropileno e PVC. Entre os produtos estão os capacetes feitos em polietileno verde I’m greenTM, derivado da cana-de-açúcar, e os geossintéticos para reforço, drenagem, filtro e impermeabilização de terrenos.

Para a construção, a novidade é o sistema BubbleDeck que utiliza esferas de plástico com objetivo de reduzir o peso das lajes, usando polipropileno de forma a ocupar a zona de concreto que não desempenha função estrutural – proporcionando maior agilidade, menor custo e impacto ambiental, segundo a Braskem. Outro destaque são as mantas expandidas de polietileno, solução que reduz ruídos entre pavimentos ao serem aplicadas entre a laje e o contra piso.

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ampliar participação em outras aplicações. Um exemplo é o sistema construtivo Concreto PVC, tecnologia inovadora que permite construir, de forma rápida e em escala industrial, diferentes tipos de edificações. De acordo com a Braskem, o sistema proporciona menor perda por entulho, redução do desperdício de materiais, de consumo de água e energia na obra, além de expressivo ganho em produtividade.

As telhas produzidas com o PVC também estarão presentes. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries, afirma a empresa. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais.

Para a área de saneamento, além de diferentes soluções em tubos, a Braskem apresenta os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, os quais se diferenciam pela durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência a impacto, de acordo com a empresa Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Fonte: Braskem

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Grupo Cipatex vence concorrência internacional e passa a fornecer geomembranas para empresa chilena de mineração

20/08/2013
cipatex

Geomembranas Cipageo®

A Cipatex, empresa 100% brasileira, venceu importante concorrência internacional e se tornou a fornecedora oficial de geomembranas Cipageo® para a chilena Soquimich – SQM – Sociedad Quimica Y Minera de Chile SA, líder mundial no setor de mineração. Participaram da concorrência empresas dos Estados Unidos e Canadá.

O projeto representa uma grande conquista para a Cipatex®, pois a Soquimich – SQM é uma das mais exigentes do segmento de mineração e todas as empresas que atuam neste setor têm interesse em estar entre seus fornecedores.

Para se tornar fornecedora, a Cipatex® atendeu uma série de exigências técnicas solicitadas pela Soquimich – SQM. As geomembranas passaram por testes rigorosos no importante laboratório americano TRI/Environmental, Inc., que atestaram a qualidade PGI – Geomembrane Institute, e certificou por meio de laudo que as geomembranas brasileiras estavam de acordo com todas as especificações exigidas.

Com a conquista, a Cipatex irá fornecer por um período de oito meses a quantidade de 8 mil toneladas de geomembranas à Soquimich – SQM. O que corresponde a duas carretas por dia partindo do Brasil com destino ao Deserto do Atacama, no Chile. O material será aplicado na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação que serão instaladas na região.

Segundo o diretor industrial, Valmir Pilon, o mercado de geomembranas é extremamente estratégico para os negócios do Grupo Cipatex® e a parceria poderá gerar novos negócios neste setor.

Para viabilizar esta parceria, o Grupo Cipatex® investiu cerca de 20 milhões de reais em sua planta localizada na cidade de Cerquilho, que compreenderam a aquisição de novos equipamentos, o desenvolvimento de processo especial para solda do material e aquisição de novo terreno para armazenamento das geomembranas, cujo peso médio de cada uma é de 8 toneladas.

A Cipatex® se preparou para entrar neste mercado de forma competitiva, aumentando em 25% sua produção de geomembrana em 2013, chegando à produção de 9 mil toneladas ao mês.

Fonte: Cipatex

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A Braskem e IAB-Alagoas lançam o concurso Casa PVC

12/07/2013

A Braskem e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Departamento Alagoas, lançaram no último dia 10 de julho, Concurso Público Nacional de Arquitetura para a elaboração do projeto de uma casa, cujos elementos construtivos sejam prioritariamente os plásticos, e em especial, o PVC. As inscrições  estão abertas até o dia 9 de agosto. Os projetos devem ser enviados ao IAB do dia 28 de agosto até o dia 06 de setembro.

O concurso faz parte das comemorações da inauguração da primeira unidade de PVC em Alagoas, em 1988. Um dos seus objetivos é dar visibilidade para novas tecnologias aplicadas na construção civil, incorporando  os conceitos de habitação sustentável global. A utilização do Concreto de PVC como matéria prima para o projeto se configura como o grande diferencial no atendimento de requisitos como durabilidade e conforto térmico, sendo ainda, o PVC um material reciclável.

O júri será composto por arquitetos indicados pelo IAB e pela Braskem. A premiação total será de 18 mil reais, sendo 10 mil reais para o 1º colocado, 5 mil reais para o  segundo colocado e 3 mil reais para o terceiro colocado. O resultado do concurso, que terá abrangência nacional, será divulgado no dia 23 de setembro e a solenidade de premiação será no dia 30 de setembro. Os trabalhos vencedores serão objeto de uma exposição aberta ao público, em local ainda não definido.

Para Rafael Tavares, Presidente IAB AL: “A realização de concursos públicos para projetos executivos é uma ação que merece todo apoio e envolvimento do IAB, visto que esta não é uma prática corrente. Outra questão importante é a possibilidade de estimular os profissionais do setor para a incorporação de novas tecnologias em seus projetos”. Para Milton Pradines, Gerente de Relações Institucionais da Braskem, “o concurso é mais uma ação de divulgação do PVC  produzido em Alagoas e que é utilizado em larga escala na construção civil”.

Para Marco Aurélio Campêlo, Gerente da Planta de PVC da Braskem em Alagoas, o “estado é o maior produtor de PVC da América Latina e devemos estimular toda e qualquer ação que dê visibilidade ao produto. Além disso, o país convive um alto déficit habitacional e o PVC é uma das melhores alternativas para utilização nas construções habitacionais”.

As informações sobre o concurso estão disponíveis no site: www.casapvcbraskem.iabal.com.br

Fonte: Braskem

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Casa de Eficiência Energética da BASF utiliza PVC em portas e janelas

09/05/2013

Um exemplo de construção que reúne produtos e técnicas construtivas mais sustentáveis será inaugurado em São Paulo no próximo mês. A CasaE Brasil, a primeira Casa de Eficiência Energética da Basf no país, utiliza tecnologias que servirão como direcionadoras de processos de inovação e sustentabilidade em todo o mundo. Totalmente integrada a essa filosofia, a VEKA Brasil é parceira do projeto, que tem todas as portas e janelas de PVC, garantindo o melhor desempenho em isolamento térmico e acústico da casa.

A casa estará localizada na Avenida Vicente Rao (zona sul de São Paulo) e reunirá, em um único espaço, tecnologias que atendem às demandas globais avaliadas pela BASF como grandes desafios para os próximos anos, que servirão como direcionadores de processos de inovação e sustentabilidade dentro da empresa.

Com a CasaE, a Basf mostra ao mercado que o conceito construtivo (método, técnica e produtos) utilizados no projeto pode ser reproduzido em uma moradia comum, sendo totalmente factível ao mercado. A ideia é ajudar a transformar a cultura da indústria da construção e de seus consumidores.

Para a construção da CasaE foram implantadas diversas soluções e inovações que atuam diretamente na redução do consumo de água, energia e emissão de CO2. Além disso, o projeto apresenta respostas a questões fundamentais sobre o mercado da construção sustentável, como a durabilidade dos materiais utilizados, seu reaproveitamento e a saúde e conforto das pessoas que habitarão os espaços.

“O projeto traz muitas novidades para o mercado de construção brasileiro e coloca à disposição da indústria a mais diferenciada tecnologia em materiais de alta performance, eficiência energética e proteção climática. Nosso compromisso é transformar a química para oferecer soluções inovadoras e economicamente viáveis. Dessa forma, contribuímos com a construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações”, explica Alfredo Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

Inovações

O grande destaque na CasaE é seu sistema construtivo. Consiste em um painel de cerâmica estrutural e fundação de alvenaria, paredes, piso e laje executados em Sistema EIFS – Exterior Insulation and Finish Systems – placas de poliestireno expandido da BASF e em Sistema ICF – Insulated Concrete Formwork – tijolos fabricados com esse mesmo material. Essas soluções proporcionam um isolamento térmico muito eficiente, por meio do qual é possível atingir uma economia de aproximadamente 70% de toda a energia consumida pela casa.

Estes produtos atendem às diferentes necessidades das atividades de construção, ajudam a conservação do consumo de energia e a reduzir as contas, aumentam o conforto. Permitem ainda a rápida construção, sem comprometer o design e a arquitetura.

Além disso, espumas especiais são aplicadas para o conforto acústico e térmico no interior da CasaE.

As dispersões e os pigmentos da BASF apresentam diferenciais para as tintas, vernizes, adesivos e materiais de construção aplicados na CasaE, bem como no controle da temperatura, contribuindo diretamente para a economia de energia.

Já os poliuretanos entram na CasaE na forma de soluções utilizadas para conforto térmico e redução no consumo de energia, além de oferecer compostos para construção de pisos drenantes que evitam que haja acúmulo de água no piso.

Os produtos químicos para construção aumentam a eficiência da hidratação do cimento, reduzindo o uso de água e emissões de CO2. Também estão presentes produtos voltados para revestimento, impermeabilizantes e antiderrapantes.

Para finalizar o processo de construção e oferecer cor e proteção especiais à CasaE, entram em cena as tintas imobiliárias Suvinil, marca da BASF e líder no segmento premium, e Glasurit, líder no segmento econômico e também pertencente à empresa.

A Suvinil AntiBactéria será utilizada na parte interna da residência, reduzindo 99% das bactérias nas paredes, proporcionando um espaço mais protegido, que privilegia a saúde e o bem-estar. Já a linha de acrílicos Suvinil Contra Mofo e Maresia, que resiste às intempéries, e a Glasurit Alvenaria, que oferece maior rendimento, cobertura e durabilidade, serão aplicadas na parte externa da casa.

Fonte: BASF / Palavracom

 

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Tigre apresenta novos produtos para sistemas de irrigação na Agrishow

06/05/2013

 Produtos que complementam a linha existente são tubos de PVC e novos Registros

Tigre_AgrishowA Tigre, multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios no país e uma das maiores do mundo, participou da 20ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a Agrishow, realizada em Ribeirão Preto (SP), entre os dias 29 de abril e 03 de maio. A empresa demonstrou em seu estande produtos voltados para sistemas de irrigação, dando destaque aos complementos da linha.

O último lançamento para o segmento foi a Linha Agropecuária PVC, cuja função é a condução de água para a criação de animais em propriedades rurais, paisagismo e irrigação localizada (por gotejamento e microaspersão). A linha é composta por tubos e conexões de PVC na cor azul, com resistência a raios UV. Além disto, resiste aos produtos químicos utilizados na fertirrigação e oferecerem facilidade no transporte, instalação e manuseio.

Os Registros Irriga garantem o controle da abertura e fechamento do fluxo de água de forma segura, sem vazamentos e com apenas ¼ de volta. Todos os registros da Tigre são produzidos em uma unidade exclusiva, localizada em Joinville (SC), em que 100% das peças são testadas para assegurar a eficiência dos produtos.

“Considerando que a maior parte da água utilizada pelo homem é destinada à agricultura, desenvolvemos produtos para esse segmento de forma a contribuir para ampliação de áreas agrícolas, ou seja maior produção de alimentos. Quando o agricultor tem uma estrutura eficiente em sua plantação e utiliza a água de forma sustentável, sua rentabilidade aumenta”, afirma Carlos Teruel, gerente de produtos da Tigre. Com foco nesse ciclo ambiental, a Tigre oferece soluções para irrigação fixas e portáteis.

Os materiais plásticos utilizados nas aplicações de irrigação Tigre são bastante diversificados. “O plástico tem um importante papel no desenvolvimento deste setor, pois oferece uma solução com alta durabilidade, excelente desempenho e com um preço competitivo, fazendo com que todos possam ter acesso aos produtos, desde o pequeno agricultor, até os grandes produtores”, complementa Teruel.

Dentre os demais produtos da Tigre expostos na Feira estão:

Irriga EP (Engate Plástico) e ES (Engate Sela) – Tubos e conexões para sistemas de irrigação que visam conduzir água à temperatura ambiente nos sistemas móveis de irrigação. Utilizado em sistemas de irrigação portátil ou semi-fixo por aspersão convencional ou canhão. Também pode ser utilizado em linhas de sistemas de irrigação localizada. Oferece mais rapidez de instalação e facilidade de manuseio.

GeoTigre – Linha de tubos e acessórios voltada para exploração de águas subterrâneas em poços tubulares profundos, totalmente ou parcialmente revestidos. Usado em residências, condomínios, órgãos públicos, estabelecimentos comerciais, propriedades rurais, postos de combustíveis, hotéis, hospitais e indústrias. Tem elevada resistência química e perfeita para revestimento de poços.

Irriga LF  – Tubos e conexões de PVC com juntas soldável ou elástica destinados a linhas fixas enterradas ou parcialmente expostas para sistemas de irrigação localizada (gotejamento ou microaspersão) e para sistemas de irrigação por Aspersão Convencional do tipo Semi-fixo. Utilizado nas linhas principais e nas linhas ramificadas. São soluções com mais produtividade para o campo.

Irriga LF Defofo  – Condução de água para sistemas de irrigação à temperatura ambiente, utilizado em adutoras de sistemas de irrigação e fertirrigação.

Fonte: Instituto do PVC / Tigre

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Mexichem adquire negócios de resinas de PVC da PolyOne

08/04/2013

A PolyOne Corporation anunciou  acordo em que a empresa vai vender a Specialty PVC Resins – seus ativos no segmento de dispersão, resinas em suspensão e blendas vinílicas – para a Mexichem, SAB de C.V. por U$ 250 milhões em dinheiro. O negócio inclui duas unidades de produção e um centro de P & D. A venda está sujeita à satisfação de requisitos regulamentares e outras condições habituais de fechamento de negócios.

Os ativos de resinas da PolyOne são parte do seu segmento de Performance Products and Solution e geraram receitas de US $ 147 milhões em 2012.

“Desde que começamos nossa transformação em provedores de especialidades, temos desinvestido na área de commodities, incluindo Oxy-Vinílicos em 2007 e SunBelt em 2011, reinvestindo os recursos para acelerar o crescimento de nosas ofertas de especialidades”, disse Stephen D. Newlin, chairman, presidente e executivo-chefe da PolyOne Corporation. “Como nosso único negócio remanescente envolvido na fabricação direta de resinas de base, vemos a venda de nossos ativos de produção de resinas como um passo natural e continuado na evolução de nosso portfólio.”

“A Mexichem é um líder comprovado e tem experiência substancial na fabricação de resinas-base. Nós acreditamos que eles serão capazes de destravar mais plenamente o potencial dos nossos ativos de produção de resina e estamos ansiosos para trabalhar com eles, no futuro, como um fornecedor”, disse Sr. Newlin.

Carlos Manrique, vice-presidente e gerente geral da Divisão de Cloro-Vinil da Mexichem, afirmou que esta aquisição irá representar tanto um EBITDA adicional como permitirá que a Mexichem se envolva no nicho de mercados altamente especializados na América do Norte. Outro elemento atrativo desta aquisição é o desenvolvimento de soluções “tailor made” para diferentes clientes; o portfolio de produtos de resinas especiais de PVC da PolyOne irá complementar o portfólio atual da Mexichem.

A aquisição está alinhada com a estratégia de integração vertical a jusante da Mexichem, que visa aumentar o número de produtos de valor agregado, dos quais a empresa tem atualmente uma quota de mercado pequena. A aquisição não só irá reforçar a posição da Mexichem, dadas as vantagens competitivas que implica, incluindo recursos naturais da própria região, tais como gás de xisto, mas também a integração vertical da Mexichem.

Fonte: PolyOne / Mexichem

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Cisterna de vinil da Sansuy é solução prática e de baixo custo para o armazenamento de água das chuvas

01/04/2013

Produzida em PVC formulado para armazenar água potável, o material não trinca ou racha com o uso

Muito utilizadas em propriedades rurais e familiares para armazenamento de água, as cisternas são fundamentais nos períodos de estiagem e em locais de difícil abastecimento. Nesse contexto, as cisternas de vinil fabricadas pela Sansuy apresentam uma solução prática e de baixo custo, uma vez que sua montagem é bastante simples.

Confeccionada em PVC para armazenar água potável, a cisterna não apresenta trincas ou rachaduras com o uso, evitando vazamentos. Sua cobertura evita a passagem de luz e a entrada de insetos e sujeiras, o que permite melhor conservação da água.

As cisternas são produzidas em diversas medidas e atendem a pequenos e grandes volumes. O modelo padrão possui capacidade para 8 m³, adequado para propriedades familiares, contudo a empresa disponibiliza modelos com capacidades para volumes maiores projetados sob encomenda.

Instalação e manutenção

A instalação da cisterna é simples e pode ser realizada pelo próprio usuário, com a ajuda de um manual detalhado que acompanha o produto. A cisterna é entregue com manga para captação de água da chuva e extravasor (ladrão), e vem acompanhada por fita plástica para marcação do terreno e um conjunto de reparo.

Outros cuidados importantes para o bom funcionamento da cisterna é preparar o terreno eliminando pedras, raízes e demais objetos cortantes e perfurantes, e cercar a área para evitar acidentes com crianças e animais. Depois de realizada a escavação e acabamento, em poucas horas a cisterna estará montada.

Sua manutenção também é bastante simples, devendo ser limpa apenas com sabão ou detergente neutro, pano e água limpa. Não utilize produtos químicos agressivos, corrosivos e escovas de aço.

Com soluções como esta a Sansuy, uma empresa 100% brasileira, contribui para o armazenamento da água captada da chuva e que será utilizada na irrigação de plantações, para consumo das criações e para uso doméstico.

Fonte: Sansuy/Instituto de PVC

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Sansuy apresenta manta flexível impermeabilizante para cisternas e reservatórios

07/03/2013

Com formulações variadas, a Vinimanta permite revestir totalmente cisternas e reservatórios de concreto que apresentam trincas e rachaduras

vinimantaFamílias e comunidades que dependem de cisternas para armazenamento da água sabem o que significa encontrar um vazamento. Para minimizar os transtornos ocasionados por esse tipo de ocorrência, a Sansuy, tradicional fabricante de laminados flexíveis e produtos manufaturados de PVC, oferece a Vinimanta, manta confeccionada sob medida e indicada para a impermeabilização de reservatórios e cisternas de concreto.

A elasticidade da manta é uma das características que a tornam especialmente indicada para aplicação sobre o concreto, pois acompanha a dilatação natural do material, sem que haja ruptura. A Vinimanta é produzida a partir de um composto de PVC, aditivos, plastificantes e estabilizantes que lhe conferem propriedades particulares de flexibilidade e resistência, e permite obter um produto adequado para a impermeabilização de reservatórios e também subsolos, lajes e coberturas.

Como barreira contra infiltração e perda de água, a manta de PVC também apresenta excelente performance nas impermeabilizações de caixas d´água, e ainda pode ser formulada para ter característica inodora e atóxica, garantindo a potabilidade da água.

Seus benefícios podem ser ampliados se for acoplada em uma das faces a um geotêxtil não tecido, formando um geocomposto, o que garante maior resistência ao puncionamento ou rompimento. Além disso, pode ser acomodada de acordo com o relevo, o que possibilita efetuar reparos com facilidade, mesmo próximo a tubulações, ralos e cantos.

A Vinimanta é confeccionada em painéis ou módulos, conforme projeto executivo, reduzindo a soldagem em obra e minimizando o tempo e custo de mão de obra na instalação.

Fonte: Sansuy

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Galpão com lona de PVC é destaque da Sansuy na Coopavel 2013

30/01/2013

Sansuy-CoopavelEm seu estande de 3.500m², empresa apresenta diversas soluções para o produtor rural, entre elas o vinigalpão e alternativas para captação e armazenagem de água

Mais uma vez, a Sansuy, fabricante de laminados flexíveis de PVC e seus produtos manufaturados, será uma das expositoras do Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos do agronegócio nacional, que ocorrerá na cidade de Cascavel, no Paraná, entre os dias 4 e 8 de fevereiro. Em seu estande de 3.500 m2 apresentará soluções que atendem propriedades rurais de todos os portes.

O destaque será o vinigalpão, um galpão com estrutura de aço e coberto com lona de PVC reforçada, de fabricação própria, que permite estocagem de uma variedade de produtos (alimentos, mercadorias, máquinas), e pode ser adaptado para refeitório, oficina, almoxarifado ou fábrica. Sem colunas intermediárias e com acesso através de portas corrediças de acordo com a necessidade do cliente, seu espaço é totalmente aproveitável, permitindo manuseio e transporte interno de qualquer produto.

Pode ser projetado com iluminação natural através de faixas translúcidas na cobertura, minimizando ou até dispensando o uso de energia elétrica durante o dia. A ventilação natural é obtida pelas aberturas nas junções da cobertura com as laterais. O galpão instalado na Coopavel contará ainda com sistema de climatização, exaustão e calhas para captação de água da chuva e armazenamento em cisterna.

O vinigalpão também será destinado para a apresentação de uma exposição de fotos de obras e aplicações dos produtos Sansuy, para recepção de clientes e como auditório para a realização de palestras técnicas sobre aquicultura e biodigestores para bovinos e suínos. Serão seis palestras ministradas entre os dias 5 e 7, às 10h e às 14h, por professores universitários de instituições paranaenses e paulistas.

Captação e armazenagem de água

Nesta edição do Show Rural Coopavel, a Sansuy dará destaque especial aos produtos que são alternativas para captação e armazenagem de água para irrigação, criação de animais e consumo doméstico. Além do sistema de calhas para captação de água da chuva e armazenamento em cisterna instalado junto ao vinigalpão, serão expostos, ainda, reservatórios nas versões estacionário (com capacidade de 18.000 litros) e móvel (6.000 litros), dotados de sistema de bombeamento da água entre eles.

Outro produto neste segmento são as duas estufas expostas e que abrigarão sistemas de aquicultura associados à recirculação de água e hidroponia. A Sansuy aliou a técnica da hidroponia (na qual os vegetais são cultivados em canais por onde circula uma solução composta de água e nutrientes) à piscicultura para desenvolver um sistema inovador de aquaponia, que utiliza a água dos tanques onde são criados os peixes para fertilizar e nutrir legumes e verduras, integrando as duas culturas.

A expectativa da empresa para esta edição do Show Rural Coopavel é superar os resultados positivos registrados em 2012, com a oferta de soluções para produção de energia, armazenagem de água, desenvolvimento de culturas de peixes e vegetais, e proteção do meio ambiente. “Os produtos serão apresentados em escala real e permitirão aos visitantes conhecer todos os benefícios do portfólio disponibilizado pela Sansuy”, afirma Antônio José de Brito, diretor comercial da empresa.

Fonte: Sansuy / Instituto do PVC

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Sansuy lança linha de lona de PVC para toldos

10/09/2012

Produto tem diferentes cores e versões e é ideal para coberturas e toldos de residências e ambientes comerciais

Especialista na produção de laminados flexíveis em PVC e seus manufaturados, a Sansuy lança Sanlux Exclusive, uma lona de acabamento fosco, especialmente desenvolvida para confecção de coberturas e toldos de residências e ambientes comerciais. Com especificações sem similar no mercado, é fabricada de laminado de PVC com reforço de poliéster e está disponível em várias cores.

São três versões do Sanlux Exclusive: DF – ambos os lados na mesma cor; GL – face interna na cor gelo, especialmente indicado para ambientes com maior necessidade de sombra e conforto térmico; e Vision – tipo translúcido.

Entre os benefícios na lona, destacam-se resistência aos raios ultravioleta e proteção contra intempéries, garantindo maior durabilidade e cores vivas por mais tempo; ação antifúngica, e o caráter autoextinguível, não propagando fogo desde que eliminada a fonte.

A novidade será comercializada em bobinas de 30m a 50m, com larguras de 1,45m a 2,00m, atendendo revendas de lonas, toldeiros, arquitetos, decoradores, e seus consumidores finais. Além disso, conta com facilidade de solda de alta frequência ou ar quente e aceita impressão serigráfica.

O Sanlux Exclusive  complementa a linha de toldos da Sansuy formada pelas marcas Santoldo e Super Cristal. Segundo o gerente de produto Rogério Otsuka, “a expectativa com este lançamento é atender todos os segmentos de coberturas e toldos, garantindo ao consumidor a qualidade e tradição reconhecida dos produtos Sansuy”.

Para que esse objetivo seja atingido, a empresa colocará em prática um planejamento de divulgação do Sanlux Exclusive junto às revendas de lonas e toldeiros, através de eventos de lançamento com revendas parceiras e ações de marketing junto a arquitetos, decoradores e paisagistas.

A Sansuy atua na produção de laminados flexíveis de PVC e seus manufaturados e possui unidades industriais localizadas em São Paulo e na Bahia e fornece produtos para diversos segmentos: automotivo, transporte e logística, moveleiro, mineração, lazer, construção e arquitetura, agronegócios, armazenagem, papelaria, sinalização e comunicação visual, entre outros, abastecendo tanto o mercado nacional como o internacional.

Fonte: Instituto de PVC / Sansuy

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Brasil recicla 19% do resíduo de PVC pós-consumo gerado no país

05/09/2012

Pesquisa aponta maior índice histórico de reciclagem de PVC desde 2005

Pesquisa encomendada pelo Instituto do PVC mostra que o índice de reciclagem de PVC pós-consumo no Brasil passou de 15,1% em 2010 para 19% em 2011, maior taxa registrada desde 2005, quando a pesquisa começou a ser realizada. O volume reciclado foi de 29.857 toneladas frente às 25.302 toneladas recicladas no ano anterior, ou seja, um aumento de 18%.

O estudo mostrou que a indústria brasileira de reciclagem de PVC empregou, em 2011, 1.456 pessoas e faturou por volta de R$ 138 milhões. Sua capacidade instalada que era de 73.282 toneladas em 2010 teve aumento de 9,7% atingindo 80.391 toneladas. Aliado a isso, a ociosidade que era de 59,1% no ano anterior, diminuiu para 46,7% em 2011, o que mostra que o setor está se desenvolvendo e ainda tem grande potencial de crescimento.

Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, um maior o crescimento da atividade de reciclagem está diretamente atrelado à intensificação de sistemas de coleta seletiva de resíduos pós-consumo. “O Brasil tem mais de 5.500 municípios dos quais apenas 8% apresentam algum tipo de sistema de coleta seletiva”, afirma Bahiense. “É preciso mudar esse cenário para que a indústria de reciclagem tenha oportunidade não só de crescer, mas de ser um mercado formal”. E completa: “O Instituto trabalha para promover conceitos de uso adequado, reutilização e descarte correto do PVC, como objetivo de contribuir para a criação da cultura da reciclagem na sociedade como um todo.”

A pesquisa mostra que a relação entre o descarte e a reciclagem tem mudado. Em 2010, o país descartou 167 mil toneladas e reciclou 15,1%. Já em 2011, foram descartadas 157 mil toneladas e recicladas 19%, ou seja, mesmo com a diminuição no total de resíduo pós consumo gerado, a taxa de reciclagem aumentou, o que é extremante positivo.

O PVC, apesar de estar entre os três plásticos mais produzidos no mundo, é o plástico que menos aparece no lixo urbano. Isso ocorre porque 64% dos produtos de PVC são usados em aplicações de longa duração, com vida útil superior a 15 anos, como tubos e conexões, pisos, esquadrias, janelas, entre outras, muitos dos produtos ultrapassando os 50 anos de uso. Apenas 12% do PVC são destinados às aplicações de curta vida útil, ou seja, de 0 a 2 anos. O restante, 24% são aplicados em produtos de vida útil entre 2 e 15 anos.

Tanto a taxa de reciclagem de PVC flexível quanto a de PVC rígido aumentaram, de 18,7% em 2010 para 20,50% e de 11,4% para 17,40%, respectivamente. A reciclagem de PVC flexível é maior, pois o PVC rígido está mais associado a aplicações da construção civil, ou seja, de longa vida útil.

Algumas características regionais da indústria de reciclagem do PVC também foram apuradas. Do total de resíduo de PVC reciclado em 2011, a região Centro-Oeste, que em 2010 não registrou atividade, respondeu por 4,3% da reciclagem. O Sudeste respondeu por 57,7%, seguido pela região Nordeste com 27,6%, Sul com 6,9% e Norte 3,6%.

A principal matéria-prima do PVC é o cloro obtido do sal marinho (57%), recurso inesgotável na natureza. Os 43% restantes são obtidos a partir do eteno, derivado do petróleo.

A pesquisa em números:

 Indicadores

2011 2010 Variação (%) 11/10
Número de empresas recicladoras de PVC 95 88 7,95
Faturamento bruto R$ 138.123.734 R$ 133.486.000 3,47
Número de empregos diretos 1.456 1.339 8,74
Ociosidade do setor 46,70% 59,10%
Preço médio por tonelada R$ 2.530,00 R$ 2.128,00 18,89
Quantidade de PVC descartado 157.000 ton. 167.000 ton. -5,99
Quantidade de PVC pós-consumo reciclado 29.857 ton. 25.302 ton. 18,00
Quantidade de PVC pós-consumo + industrial reciclados 42.811 29.948 42,95
Origem do PVC reciclado 69,7% pós-consumo30,3% industrial 84,9% pós-consumo15,1% industrial
Taxa de Reciclagem de PVC pós-consumo 19% 15,10%
Taxa de Reciclagem de PVC flexível pós-consumo 20,5% 18,7%
Taxa de Reciclagem de PVC rígido pós-consumo  17,4% 11,4%

Fonte: Maxiquim

A pesquisa sobre o índice de reciclagem do PVC foi encomendada pelo Instituto do PVC à Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial e obedeceu a metodologia do IBGE. Além disso, envolveu empresas de todo o Brasil.

Sobre o Instituto do PVC e o setor que representa:  O Instituto do PVC representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC, desde os fabricantes de matéria-prima, até os recicladores. Seu compromisso é o de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, promovendo o crescimento do mercado de PVC e difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade para a sociedade, sempre adotando posturas éticas.

Por ser um plástico versátil, o PVC está presente também em aplicações de alto valor agregado, como equipamentos para área médica (bolsas, cateteres), utensílios para indústria automotiva, aplicações para agricultura, etc.

Fonte: Instituto do PVC

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Construção civil e agricultura aderem às soluções em resinas plásticas

28/08/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No momento em que a “Economia Verde” está na pauta das empresas, surge em praticamente todos os setores econômicos o desafio de aliar competitividade à sustentabilidade. Resinas plásticas, como polietileno, polipropileno e PVC, têm sido grandes aliadas na substituição de produtos tradicionalmente utilizados nesse setor, devido a características como maior durabilidade, menor peso e impacto ambiental reduzido, além de ganhos de produtividade.

Construção civil e agricultura são segmentos que vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais técnicos e ambientais. Neste cenário, a tecnologia tem contribuído no lançamento de novos produtos e o plástico se apresenta como uma fonte de soluções.

“O portfólio de produtos que lançamos nos últimos anos demonstra o trabalho de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes para os desafios dos nossos Clientes”, diz Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Até mesmo produtos já usados, como o PVC, começaram a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil.

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.

Assim como o PVC, o polipropileno também é utilizado como sistema construtivo. Exemplo dessa tecnologia é o hotel Vale das Nuvens, em Guaramiranga. O hotel, de alto padrão, é todo feito com essa tecnologia (www.valedasnuvens.com.br).

O emblemático caso do pallet

Para a maioria das pessoas, a madeira é uma matéria-prima sustentável, por ser de origem vegetal e, portanto, de fácil degradação. Mas nem sempre a madeira é a solução mais sustentável do ponto de vista ambiental e econômico. Um pallet de madeira pesa em torno de 30 quilos. Sua vida útil é relativamente curta e depende do seu uso. Um pallet de polipropileno pesa apenas 3 quilos, tem a mesma capacidade e tem vida útil bem superior à da madeira. Um caminhão consegue carregar um número bem maior de pallets de plástico, o que significa tremenda economia de combustível e emissões de monóxido de carbono. Esse é um dos exemplos mais claros de união entre redução de custos, maior produtividade e menor impacto ambiental.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar e que captura CO2 da atmosfera em seu processo produtivo, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green, produzidos pela Prysmian.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno é a durabilidade, já que possuem excelente resistência à quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Agricultura

Na agricultura, entre os recursos que já usados estão os agrofilmes. Com sua utilização, o agricultor consegue evitar a proliferação de vírus e pragas, controlar a temperatura, a disseminação de luz e de calor, entre outras tantas variáveis climáticas. A cobertura plástica também protege o solo, contribuindo para restringir a aplicação de agroquímicos, inibir o crescimento de ervas daninhas, erosão e diminui a perda de adubo. Todas estas vantagens são traduzidas em menor custo, maior produtividade e qualidade dos produtos.

Entre os lançamentos mais recente no mercado brasileiro estão os Silos Bolsa que chegam para solucionar o problema de escassez de silos para armazenamento da safra. Trata-se de grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos, não precisam de nenhum tipo de estrutura física como suporte e são facilmente manuseadas na hora do carregamento.

Fonte: Braskem

 

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Braskem inaugura em Alagoas planta de PVC com maior investimento de sua história

19/08/2012

Nova fábrica, de R$ 1 bilhão, atenderá a clientes em setores estratégicos para o desenvolvimento do país, como habitação, saneamento e infraestrutura

 A Braskem inaugurou na sexta feira, dia 17 de agosto, em Marechal Deodoro, Alagoas, sua nova fábrica de PVC, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e do governador Teotonio Vilela Filho. O investimento, de R$ 1 bilhão, é o maior já feito em um único projeto desde a fundação da empresa, há dez anos. Com capacidade produtiva de 200 mil toneladas anuais de PVC, a planta consolida a liderança do Brasil na produção dessa resina no contexto latino-americano.

A nova unidade eleva Alagoas à condição de maior estado produtor de PVC no país e reforça o compromisso da Braskem com os seus clientes e com o desenvolvimento da cadeia química e dos plásticos no estado. A planta se soma às cerca de 60 empresas já instaladas no polo, que geram aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos.

A resina de PVC é matéria-prima utilizada principalmente em obras de saneamento e infraestrutura. São tubos, conexões, portas, janelas, esquadrias e telhas, entre outros produtos. A resina também está presente em brinquedos, calçados, móveis, produtos médicos, na indústria automobilística e na alimentícia.

“A inauguração dessa unidade é fundamental para atender a demanda dos nossos clientes em todo o Brasil, que atuam em segmentos estratégicos, como os de habitação, saneamento e infraestrutura. Com a nova fábrica, reafirmamos o nosso compromisso com o desenvolvimento de Alagoas e do Brasil”, afirma Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

A obra teve duração de dois anos e nela foram utilizados aproximadamente 30 mil metros cúbicos de concreto, 3 mil toneladas de tubulação e cerca de 800 quilômetros de cabos. Durante a fase mais intensa, cerca de 3.500 pessoas trabalharam na obra, sendo a maioria alagoana e moradora do município de Marechal Deodoro.

Para fazer frente ao desafio de capacitar pessoas para trabalhar na construção da nova unidade, foi implantado o Programa Acreditar, da Construtora Odebrecht, responsável pela obra. No programa foram oferecidos 11 cursos nas áreas de Civil e Montagem Eletromecânica, como armador de ferragens, caldeireiro, carpintaria de forma, eletricista força e controle, eletricista montador, encanador industrial, mecânico ajustador e mecânico montador. Cerca de 1.200 pessoas foram inscritas, mais de 700 capacitadas e aproximadamente 400 contratadas para a obra.

“Além de um mercado doméstico cada vez mais forte e dinâmico, o Brasil é um país rico em recursos naturais como o petróleo, o gás natural e a biomassa. O objetivo da Braskem é investir para que esses recursos sejam industrializados no Brasil, para o atendimento do nosso mercado interno”, afirma Fadigas.

Fonte: Braskem

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AkzoNobel fornecerá tecnologia inovadora para empresa mexicana produtora de PVC

29/06/2012

A AkzoNobel assinou um acordo para fornecer a tecnologia Continuous Initiator Dosing (CiD) (Dosagem de Iniciador Contínua) para a empresa mexicana Mexichem Resinas Vinilicas, uma das maiores fabricantes mundiais de PVC e que no Brasil é proprietária da marca Amanco.

O acordo, primeira licença que a AkzoNobel concede para o uso do CiD fora da Europa, envolve três fábricas da Mexichem, sendo duas no México e uma na Colômbia. A planta da AkzoNobel em Los Reyes, que fornecerá o peróxido orgânico, receberá um investimento de € 9 milhões para impulsionar a atual capacidade produtiva.

A tecnologia CiD, patenteada em 2007, foi desenvolvida para ajudar os fabricantes de PVC a aumentar a produção, melhorar a qualidade do produto e a segurança operacional. Ela permite uma melhora de 20 a 30% na capacidade produtiva do PVC e resulta em um produto significativamente mais branco do que aqueles provenientes da tecnologia convencional.

“O acordo com a Mexichem se encaixa perfeitamente na estratégia de crescimento sustentável da AkzoNobel, por meio de parcerias comerciais sólidas e de longo prazo, e também assegura a posição de fornecedor líder de tecnologia e produtos de ponta em nosso negócio de High Polymers”, disse Werner Fuhrmann, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel responsável por Especialidades Químicas. “O novo investimento representa não somente um importante avanço em mercados fora da Europa – onde já temos cinco licenças – mas também aumenta a flexibilidade de nossa produção geral de peróxido nas Américas.”

O PVC é o terceiro polímero mais fabricado no mundo, com produção anual de cerca de 34 milhões de toneladas. A tecnologia básica presente em sua produção não mudou muito ao longo dos anos, o que significa que o CiD representa uma grande inovação.

“Uma das grandes vantagens do CiD é que ele permite o controle da velocidade de reação no processo de produção do PVC através da regulagem da taxa de dosagem do iniciador”, explicou Jan Svärd, Diretor Geral da AkzoNobel Functional Chemicals. “Além de melhorar a produtividade, também torna o processo muito mais seguro.”

A tecnologia  CiD, da AkzoNobel já está sendo usada por clientes em países como Alemanha, Espanha e Rússia.

Fonte: AkzoNobel

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