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Transformadores de plástico produzem 150 mil protetores faciais para ajudar no combate à contaminação pela Covid-19

02/06/2020

Batizado de #EmpresasdoBem, grupo com mais de 30 empresas mobilizou diversos setores da transformação para confeccionar protetores faciais para os profissionais da saúde.

Sensibilizados com o cenário de pandemia e conscientes do quanto o plástico é essencial para a saúde, empresários da indústria de transformação desenvolveram uma rede de colaboração para atuar no fornecimento de itens de proteção. A ideia é produzir e disponibilizar, em alta escala, equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, fundamentais para profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. A parceria, denominada #EmpresasdoBem, é formada por cerca de 30 empresas de diversos setores como compostos, injeção, impressão, logística entre outros, todas empenhadas em dedicar suas expertises para fazer a diferença durante essa crise.

A mobilização surgiu quando Wagner Catrasta, gerente comercial da Termocolor, empresa de masterbatches, compostos e aditivos, foi procurado por um cliente interessado em comprar insumos para a produção de máscaras para uso próprio. Então, ele sentiu que poderia fazer algo maior e ajudar mais pessoas que necessitam deste equipamento. Inspirado pelo trabalho realizado com impressão 3D para a confecção de protetores de rosto, face shields, Wagner buscou alternativas que produzissem o mesmo tipo de equipamento, porém com mais rapidez. “Conversei com meus clientes e chegamos à conclusão de que a injeção era o método mais rápido para produzir as hastes. Ao comparar os dois métodos, percebemos que o primeiro produzia 20 hastes por dia, enquanto o segundo era capaz de confeccionar 400 peças por hora”, explica Wagner.

Animados com o aumento de produtividade, o grupo estabeleceu como meta, confeccionar 150 mil máscaras. “Este número representa praticamente 3 estádios lotados, com cada pessoa usando uma”, diz o executivo. O passo seguinte foi buscar no mercado quem já tivesse o molde das hastes para a injeção. Eles chegaram, por meio de outra parceira, a produtora de espelhos retrovisores Metagal, à Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais, a Abinfer, que tinha o molde das peças, mas não tinha quem injetasse. “Conversamos então com a Astra, indústria voltada para o setor da construção, pois sabíamos que eles tinham injetora. Eles aceitaram imediatamente e nosso projeto começou a ganhar forma” conta o gerente.

Mão na massa – Com o molde, a injetora e resinas (cedidas pela Termolocor e pela Activas, distribuidor de resinas termoplásticas, mais uma indústria a fazer parte do projeto), o desafio passou a ser o laminado transparente, o material da parte frontal da viseira. “Encontramos a Petroquímica Suape, a PQS, produtora de PET. Eles ficaram tão animados com a ideia que decidiram doar toda a matéria-prima restante para a produção de todas as máscaras”, diz Catrasta. Outro parceiro, a BWB, ofereceu a mão de obra para transformar o PET doado pela PQS em chapas e a gráfica Printi ficou responsável pelo corte no material no formato das viseiras.

Para a montagem, a Termocolor contou com uma ajuda muito especial. Cerca de 15 funcionários foram convidados para atuar, de formar voluntária, no processo. A empresa Astra também colaborou com a montagem e a Activas ficou responsável pela logística. O grupo também contou com a colaboração da empresa de embalagens Embaquim, que forneceu as sacolas plásticas para embalar as máscaras.

A expectativa é que as 150 mil máscaras sejam entregues, durante os meses de maio e junho, em todos os estados das regiões Sul e Nordeste e também nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santos, Goiás, Distrito Federal, Acre e Amazonas, incluindo duas aldeias indígenas. “Torcemos para que iniciativas como esta inspirem outras empresas a mostrar a importância do nosso setor em um momento tão delicado como este que estamos vivendo, encerra Wagner.

Foto: Portal Activas

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Empresas do setor do plástico do Espírito Santo produzem protetores faciais para profissionais de saúde durante pandemia

27/04/2020

O setor de Transformados Plásticos capixaba tem atuado para impedir o avanço do coronavírus. Empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) estão envolvidas na confecção de protetores faciais que serão entregues pelo governo estadual a profissionais da saúde durante a pandemia.

A Fibrasa foi a responsável por doar oito toneladas de polipropileno (PP) para ajudar na fabricação dos itens de proteção. Na LBRX é feito o beneficiamento do material, através de extrusão. O processo é concluído na Plastin, que desenvolveu o suporte da lâmina de acetato, dando forma ao produto final. As três indústrias estão localizadas no município da Serra.

O sócio-proprietário da LBRX, Henrique Cavalcanti, ressalta que a empresa atua no mercado de telecomunicações e utiliza o seu conhecimento em reciclagem para reprocessar o polipropileno e deixá-lo pronto para ser usado novamente. “Começamos o trabalho na última sexta-feira (3 de março) e seguimos firmes para atender a demanda. Fazemos parte dos setores que não pararam as atividades durante a pandemia e entre os nossos profissionais fica a certeza de que eles estão sendo muito importantes nesse período de isolamento social. Fica o sentimento de fazer a sua parte e contribuir com a sociedade”, afirma o empresário.

Já o proprietário da Plastin, Neviton Gasparini, frisa que todos os esforços estão sendo empenhados para que os protetores faciais sejam produzidos em um curto espaço de tempo e assim chegarem aos profissionais da saúde. O governador Renato Casagrande, em visita à Plastin para acompanhar de perto a produção, agradeceu a contribuição de todos os envolvidos na ação de enfrentamento à Covid-19.

“Há um trabalho dos governos municipal, estadual e federal, mas há também uma forte atuação da sociedade, que colabora para que possamos atender melhor as pessoas que dependem dos hospitais. É uma ajuda importante para diminuir o sofrimento do outro”, destacou o governador.

Doações

Além da atuação dos setores produtivos, outra frente de trabalho para reduzir os impactos e o avanço do coronavírus tem sido a solidariedade. Há um movimento em todo o Estado para arrecadar alimentos e itens de higiene e limpeza para serem doados a famílias que precisam de ajuda nesse momento.

A Maifredo Embalagens e a Agrofit, por exemplo, que são duas empresas associadas ao Sindiplast-ES, atenderam recentemente ao chamado da Central Única das Favelas (Cufa) para beneficiar moradores carentes da Grande Vitória com materiais de higiene pessoal. A Agrofit doou 2.700 sacolas plásticas para abrigarem os kits, além de 100 sabonetes, enquanto a Maifredo Embalagens contribuiu com 1.000 garrafas pet, usadas para acondicionar o álcool em gel.

O presidente do Sindiplast-ES e diretor da Maifredo Embalagens, Jackley Maifredo, ressalta que o setor tem buscado somar esforços para dar sua contribuição nesse período delicado. “Nós nos colocamos a disposição dos nossos associados para divulgar seus produtos e serviços nos canais de comunicação do Sindiplast-ES. Ao mesmo tempo, estamos levantando ações solidárias que podem ser praticadas por cada um deles. Temos um compromisso de atender à sociedade, por isso, seguimos produzindo e, ao mesmo tempo, buscando fazer um trabalho social”, conclui.

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Eastman doa materiais para auxiliar no combate à proliferação de COVID-19 no Brasil

26/04/2020

A empresa fornece materiais plásticos para ajudar a produzir mais de 20.000 protetores faciais para proteger os profissionais de saúde em todo o país

O mundo está enfrentando uma batalha significativa contra a pandemia de COVID-19. A Eastman está comprometida em participar desta luta e, no Brasil, está doando seus copoliésteres para duas empresas que as usam para a produção de equipamentos de proteção: a 3D Lab, fabricante de filamentos de impressão 3D, e a MMS Plásticos, distribuidora brasileira de plásticos.

A 3D Lab está usando o copoliéster Eastar para contribuir com a produção de protetores faciais para a proteção dos profissionais de saúde no país. As peças tem distribuição gratuita, principalmente para hospitais públicos.

“Sabíamos que precisávamos nos solidarizar com as pessoas durante esse período desafiador, principalmente, porque temos o material perfeito para esse tipo de equipamento. O Eastar possui a resistência química necessária para que toda a superfície seja limpa com vários desinfetantes médicos e as peças resistem ao uso constante ”, diz Rogério Dias, gerente de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina.

Dias conta que, quando a necessidade de um material de proteção facial foi identificada, a Eastman rapidamente se adiantou e ofereceu o Eastar, que tem um longo histórico de uso em uma ampla gama de produtos que inclui dispositivos médicos e protetores faciais.

“Temos que fazer a nossa parte. É muito importante preservar a comunidade de saúde a evitar novas contaminações. Como a produção e a montagem dos protetores faciais levam apenas algumas horas, muito pode ser criado em um curto período de tempo, o que pode ajudar a salvar vidas ”, completa Dias.

Rápida mobilização

Em uma outra iniciativa, a MMS Plásticos usa o copoliéster Eastman Cadence para ajudar a produzir a cobertura do protetor facial. Essas máscaras protetoras também ajudarão a preservar a saúde dos profissionais médicos no Brasil.

Os esforços do Simperj (Sindicato das Indústrias de Plásticos do Rio de Janeiro) têm sido o catalisador de iniciativas como a empreendida pela MMS Plásticos.

“Com a determinação da quarentena, começamos a mobilizar na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) uma grande rede dentro da indústria para doar produtos e equipamentos para combater o coronavírus. A MMS Plásticos e a Eastman responderam prontamente a nossos pedidos e, juntos, estamos devolvendo à sociedade da melhor maneira possível, protegendo vidas”, explica Rafael Sette, diretor de sustentabilidade do Simperj.

Ambas as doações ajudarão a produzir mais de 20.000 mil protetores. Além desses esforços, a Eastman está fazendo sua parte para impedir a proliferação de COVID-19 em outras regiões onde atua.

Fundada em 1920, a Eastman é uma empresa global de materiais especiais que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

A 3D Lab é uma empresa atuante no segmento de impressão 3D no Brasil, que está no mercado há 6 anos. Oferecendo soluções na fabricação de filamentos, impressão 3D e oferta de cursos, serviços de manutenção e prototipagem.

A MMS Plásticos é uma empresa brasileira que atua no mercado de transformação e distribuição de plásticos há 24 anos, fabricando e distribuindo chapas, bobinas e resinas termoplásticas para os mais diversos mercados. Com uma unidade industrial instalada em Guarulhos, a MMS Plásticos possui uma capacidade de produção de 600 toneladas por mês e 120 funcionários.

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