Posts Tagged ‘Pré-sal’

Braskem desenvolve resinas para revestimento de dutos de aço utilizados no transporte de petróleo.

19/07/2010

Com conteúdo inovador, as resinas desenvolvidas pela Braskem já serão usadas na P-55

Para atender ao crescente mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas, a Braskem lança duas resinas de polipropileno – PCD 0140 e PCD 0140BR.  Desenvolvidas com a mais alta tecnologia, as novas resinas chegam para abastecer o mercado de revestimento plástico para tubulação e dutos off-shore de transporte de petróleo e gás em ambiente marítimo. Antes da entrada da Braskem no mercado, o setor era abastecido por resinas importadas.

“Esse é um mercado muito promissor para o país e uma oportunidade para a Braskem, principalmente depois da descoberta da camada de pré-sal”, destaca Rui Chammas, vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, que complementa: “Desenvolver uma resina de alta tecnologia para atender a essa demanda é um diferencial importante, em especial porque esse é um mercado de grandes volumes e base para a economia nacional”.

Principal ator em prospecção no país, a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias cada vez mais avançadas para a perfuração de poços em águas profundas, o que tem permitido à companhia explorar e produzir em águas profundas e ultraprofundas, a exemplo das áreas do pré-sal.

Para acompanhar os avanços da Petrobras, a Braskem se uniu a dois produtores de tubos para desenvolver resinas que atendessem às exigências do setor. São eles: Bredero Shaw e a Socotherm, “líderes mundiais em soluções para revestimento de tubos no setor petrolífero”, explica Walmir Soller, diretor do Negócio de Polipropileno.

Para integrar os poços às plataformas nas bacias petrolíferas marítimas, ou para “exportar” o petróleo das plataformas para terra, são necessários muitos quilômetros de dutos. Com os projetos de plataformas novas da Petrobras o potencial de uso de revestimento de polipropileno é imenso.

A grande importância do revestimento de polipropileno nos dutos de aço utilizados no transporte de petróleo é atuar como isolante térmico, ou seja, manter o petróleo na temperatura em que ele é extraído da terra, que pode alcançar até 130 C. Se a temperatura do petróleo cair para menos de 50 a 60 C, o petróleo deixa de fluir pela tubulação, ocorrendo a sua esclerose. Neste uso a espessura de PP pode chegar próximo dos 100 mm. Já nos gasodutos o PP atua na proteção anticorrosiva do duto metálico. Neste caso, a exigência de espessura é bem menor, sendo em média de 4 a 5 mm.

Para se credenciar como fornecedora de matérias-primas para a Petrobras, a Braskem passou por um cuidadoso processo de homologação das suas resinas, que durou mais de um ano. A Petrobras tem compromisso em utilizar o máximo de conteúdo nacional em suas encomendas.

O primeiro uso de resinas de polipropileno da Braskem será na plataforma P-55, onde os tubos de exportação de petróleo e gás, que somam mais de 80 km, utilizarão a PCD 0140 e a PCD 0140BR. No total serão quase 3 mil toneladas de polipropileno apenas neste projeto.  A perspectiva é atingir o consumo de 6 mil t/ano em 2010 e 12 mil t/ano a partir de 2013. Destaca-se que a Petrobras deve construir mais 15 plataformas de grande porte até 2017, sendo cerca de 10 plataformas para o pré-sal e as demais para o pós-sal.

Fonte: Braskem

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Presidente da Petrobrás anuncia estudos para Pólo Gás Químico no Espírito Santo.

16/07/2010

No último dia 15, durante a cerimônia de início da produção comercial na camada pré-sal do Espírito Santo, no campo de Baleia Franca,   o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli anunciou que a empresa está realizando estudos para avaliar a viabilidade de implantação de um Pólo Gás Químico no Estado, para aproveitar o Gás produzido na região.

“Nós estamos desenvolvendo projetos, que estão ainda em fase de projetos, mas se tornarão realidade dentro em breve para desenvolver a química do gás natural, para produzir produtos químicos no Estado do Espírito Santo”,  afirmou Gabrielli, depois de ser estimulado pelo presidente Lula a anunciar os planos da estatal.

As negociações iniciais previam a construção de uma planta de fertilizantes a partir do gás natural, mas durante os debates com o governo do Espírito Santo surgiu a idéia de expandir o projeto para a implantação de um Pólo Gás Químico.

O Espírito Santo hoje produz  cerca de 5 milhões de metros cúbicos de gás e aproximadamente 160 mil barris diários de petróleo, sendo o segundo maior produtor nacional da commodity. Afirma o governador Paulo Hartung que o estado está a caminho de produzir 500 mil barris diários de petróleo, em breve.

O campo do pré sal de Baleia Franca vai produzir inicialmente 13 mil barris diários de óleo leve, devendo alcançar 100 mil barris até  final de 2010. A camada do pré sal do Espírito Santo situa-se a 100 metros de profundidade, sendo bem mais próxima da superfície que a da bacia de Santos, que chega a alcançar dois quilômetros.

Novo poço confirma potencial de petróleo leve em Tupi

24/06/2010

A perfuração do sétimo poço na área de Tupi confirmou o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-821-RJS (3-RJS-674) e informalmente conhecido como Tupi Alto, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em lâmina d’água de 2.111 metros, a cerca de 275 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a 12 km a nordeste do poço descobridor  Tupi – 1-RJS-628 (1-BRSA-369).

O poço 3-RJS-674, perfurado em posição estrutural mais elevada que os demais na área de Tupi, comprovou, por intermédio de amostragens de petróleo em teste a cabo, a descoberta de óleo com densidade ainda mais leve (cerca de 30oAPI) do que a média dos óleos verificada nos outros poços de Tupi (cerca de 28oAPI).

As informações obtidas no poço e nos demais já perfurados na área reforçam as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi.

O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e aos investimentos previstos no Plano de Avaliação aprovado pela ANP, no qual consta a perfuração de outros poços até a declaração de comercialidade, prevista para dezembro de 2010.

Fonte:  Agência Petrobrás de Notícias

Petrobrás faz nova descoberta de petróleo no pré-sal do Campo de Marlim.

07/06/2010

A Petrobras anunciou na última sexta-feira (04/06) a descoberta de nova acumulação de petróleo leve (29º API) no pré-sal da Bacia de Campos, em profundidade de água de 648 metros, no campo de Marlim. A descoberta foi resultado da perfuração do prospecto exploratório conhecido como Brava, realizada através do poço 6-MRL-199D-RJS, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.

A acumulação descoberta nos reservatórios carbonáticos encontra-se a 4.460 metros de profundidade total. Foram perfurados cerca de 5.000 metros, dos quais 1.000 metros de sal, para atingir o reservatório. Estimativas preliminares apontam para volumes recuperáveis potenciais em torno de 380 milhões de barris de óleo equivalente. Está prevista a realização de testes para avaliar a produtividade desses reservatórios.

A descoberta está localizada em área próxima à infraestrutura instalada dos campos de Marlim e Voador, sendo que o poço descobridor está situado a 4,5 km de distância da plataforma P-27, o que deverá facilitar o desenvolvimento do campo, reduzir o prazo necessário para o início da produção e poderá diminuir os investimentos.

Essa acumulação deverá ser objeto de Plano de Avaliação a ser apresentado em breve à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP).

Fonte: Petrobrás.