Posts Tagged ‘Polietileno’

Dow lança nova família de resinas de PEBDL para embalagens flexíveis e filmes industriais

28/11/2016

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À medida que o consumo evolui, o mercado passa a demandar embalagens mais eficientes e sustentáveis, que ajudem a reduzir o desperdício de alimentos ou perdas na cadeia logística, por exemplo. Para atender a esta tendência, a Dow lança sua mais recente inovação do negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades: o Dowlex™GM, a nova família de resinas de polietileno linear de baixa densidade com foco em embalagens flexíveis e filmes industriais.

A família Dowlex™GM focaliza duas das maiores necessidades dos fabricantes de embalagens de alimentos. Segundoa Dow, a nova tecnologia possibilita o desenvolvimento de filmes com melhores propriedades óticas, que ajudam a posicionar a embalagem como uma importante ferramenta de marketing, valorizando atributos como transparência e brilho, de forma a ter maior destaque no ponto de venda. As resinas também proporcionam maior resistência mecânica, garantindo a proteção do produto envasado até o consumidor final, e boa capacidade de selagem, afirma a Dow.

“A nova família Dowlex™GM é uma importante inovação que traz mais competitividade à cadeia e que se soma aos outros lançamentos recentes, como as resinas para embalagens de precisão Innate™ e os adesivos de laminação Symbiex™, oferecendo soluções completas tanto em embalagens primárias, quanto em secundárias e terciárias”, diz Adriano Aun, gerente de Marketing de Embalagens de Alimentos & Especialidades da Dow para a América Latina.

Segundo a Dow, a nova família de resinas também pode ser aplicada na produção de filmes strech com capacidade de estiramento superior, além de aumentar a resistência à perfuração, em relação aos filmes tradicionais. O resultado é a redução tanto na quantidade de filme utilizado por pallet quanto no número de rompimentos do filme durante a unitização, afirma a empresa. Este ganho em performance é crítico uma vez que as falhas no processo logístico resultam em danos aos produtos e aumento do custo para a cadeia, diminuindo sua eficiência.

Fonte: Dow

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Bayer, Braskem e Pacifil Brasil anunciam parceria no segmento do agronegócio

14/11/2016

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Solução para armazenagem de grãos, silo bolsa agora é oferecido como benefício ao produtor rural dentro de programa de fidelidade da Bayer

A partir de agora o agronegócio brasileiro passa a contar com mais uma alternativa para a solução do problema de armazenagem de grãos. A parceria firmada entre a Braskem e a Bayer passa a viabilizar o fornecimento do silo bolsa fabricado pela Pacifil para os produtores, através do Programa de Pontos da Bayer.

Com o alto rendimento no campo, o agronegócio brasileiro sofre com carência de infraestrutura para estocar grãos, já que os silos convencionais – de metal e alvenaria – têm alto custo de instalação e demandam importantes investimentos. Daí a ideia de incluir o silo bolsa – tubo flexível de plástico – no programa de relacionamento da Bayer. “Nesse cenário, esta ferramenta aparece como uma solução viável tanto do ponto de vista técnico quanto do econômico, já que é de fácil instalação e reduz o custo operacional, agilizando a logística da colheita e melhorando a capacidade de armazenamento. Além disso, permite a separação dos grãos de acordo com suas características e qualidade, o que facilita a comercialização”, afirma Gustavo Borrat Bazzano, diretor comercial da Pacifil.

De acordo com Ivan Moreno, diretor de Acesso ao Mercado da Bayer, a parceria enfatiza, principalmente, a importância da integração dos elos do agronegócio, e a ideia de uni-los à rede para a construção de um setor mais forte. “Como uma das grandes dificuldades do agricultor é a logística da armazenagem do grão, este tipo de serviço proporciona um mecanismo para fugir da volatilidade do mercado, pois o produtor pode guardar a produção e comercializar quando o setor estiver mais rentável.” O executivo acrescenta ainda que os silos bolsas reduzem o custo da armazenagem terceirizada e ajudam o produtor a manejar melhor o negócio da safra.

Em 2016 o Programa de Pontos da Bayer completou um ano de atividades e atingiu a marca de mais de um bilhão de pontos resgatados por mais de 70 mil produtores brasileiros inscritos. Seu funcionamento é simples: agricultores que compram insumos agrícolas com distribuidores somam um ponto a cada R$ 1 investido em produtos, podendo trocá-los por serviços e produtos agronômicos.

Há sete anos, a Pacifil e a Braskem trabalham no desenvolvimento de soluções para o agronegócio, um dos principais negócios para a petroquímica. “Ao garantir a estocagem dos grãos, o silo bolsa permite ao agricultor escolher o melhor momento de vender a produção e maximizar seu resultado financeiro. O Programa de Fidelidade é mais um canal que facilita o acesso do produtor a esta excelente solução de armazenagem”, comenta Ana Paiva, da área de Desenvolvimento de Mercado para o Agronegócio da Braskem.

O silo bolsa é um túnel flexível de polietileno, com 2,75 metros de diâmetro e até 100 metros de comprimento, que cria uma atmosfera livre de oxigênio, impedindo o desenvolvimento de pragas e insetos e mantendo a qualidade do produto estocado. Cada bolsa armazena até 200 toneladas e pode ser instalada na própria lavoura. A solução já é usada há décadas em países como Estados Unidos, Uruguai e Argentina, sendo neste último responsável pela armazenagem de 45 a 50% da produção de grãos no país.

Fonte: Braskem

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Embalixo lança nova embalagem “Fecha Fácil” com plástico derivado de cana-de-açúcar

17/09/2016

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Produto sustentável facilita o descarte de lixo

Empenhada em facilitar a vida do consumidor, a Embalixo, empresa brasileira líder na produção de sacos para lixos, lança o “Fecha Fácil”, modelo que possui abas para facilitar o fechamento da embalagem. O produto já está disponível para o consumidor e possui quatro versões: de 15, 30, 50 e 100 litros.

A nova embalagem utiliza como matéria-prima o Polietileno Verde, resina desenvolvida pela Braskem. O PE Verde, produzido a partir de cana-de-açúcar, possui características idênticas às do polietileno de origem fóssil, não requer mudanças nos processos de transformação e pode ser reciclado nas correntes já existentes.

Desde 2011, a Embalixo adota o Plástico Verde em seus sacos para lixos. “Estamos muito satisfeitos em lançar uma embalagem que visa facilitar a vida do consumidor já com o selo I’m greenT, o que reforça nosso compromisso com o descarte simples e correto de resíduos”, explica Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo.

Fonte: Braskem

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Cartaplast apresenta embalagens de Plástico Verde da Braskem

07/09/2016

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Bastante utilizado do mercado alimentício, o Plástico Verde tem uma nova aplicação em embalagens. A Cartaplast do Brasil, que comemora 25 anos de atuação, agora utiliza a resina de origem renovável na fabricação de bobinas picotadas, solução para acondicionamento de alimentos como carnes e aves. Com o lançamento, a empresa reduz os impactos no meio ambiente por meio da adoção de uma inovação tecnológica brasileira, desenvolvida pela Braskem.

O Polietileno Verde tem vantagens no que diz respeito à sustentabilidade. Além de ser obtido a partir de fonte renovável (cana-de-açúcar), ou seja, não consumir recursos fósseis limitados, captura CO2 durante seu ciclo de fabricação. As embalagens da Cartaplast do Brasil terão o selo I’m greenT, que garante a origem do produto.

Fundada em 1991, a Cartaplast do Brasil iniciou suas atividades produzindo e comercializando bobinas picotadas para atender à exigência do setor varejista e o segmento de distribuição de embalagens. Nos anos que seguiram, registrou uma série de aquisições em extrusoras e sacoleiras de última geração com a perspectiva de consolidação na indústria do plástico no Brasil, firmado – se como um importante player nacional no mercado de bobinas picotadas e sacolas plásticas. A estratégia de crescimento, apoiada na inovação e na expansão de capacidades para suprir a demanda do mercado proporcionou à empresa novo estágio de desenvolvimento em volume, qualidade e oportunidade de negócios.

Fonte Braskem

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Braskem amplia portfólio de resinas para segmento de sopro

07/09/2016

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Segundo a empresa, material oferece maior produtividade, resistência e qualidade no acabamento final do produto

A Braskem lançou uma nova resina para suprir as necessidades do mercado de embalagens sopradas. O produto HD7000C é polietileno de alta densidade homopolímero que chega para atender às demandas da indústria de transformação por extrusão sopro (EBM) e injeção sopro (IBM) possibilitando redução de peso no produto moldado e melhor performance na aplicação, afirma a empresa.

Segundo a Braskem, a novidade excede as expectativas do segmento de sopro por apresentar propriedades eficientes no que diz respeito à resistência, facilidade de processamento e produtividade, características que garantem embalagens de melhor qualidade, acabamento e maior resistência. “A expansão de oferta de soluções para o segmento de sopro demonstra a consciência do trabalho de nossa equipe com os clientes, com objetivo de desenvolver uma resina de alta performance e que possa atender o segmento de forma abrangente”, destaca Augusto Esteves, especialista em processo de sopro da Braskem.

O lançamento reforça o portfólio de resinas para o segmento de sopro e permite flexibilizar as aplicações também em fármacos, brinquedos e alimentos. Com foco em aplicações relacionadas a gêneros alimentícios, possibilita preservar as características de sabor e odor dos alimentos lácteos e similares.

“A nova resina vem nos proporcionando excelente estabilidade de processo e confere resistência à compressão elevada. Isso faz com que seja um material com várias possibilidades de aplicação, quando se deseja ganhos de peso sem grande perda da resistência mecânica. A nossa parceria com a Braskem garante ainda mais confiabilidade pois, a cada novidade, participamos ativamente dos desenvolvimentos, testando novas resinas e sugerindo oportunidades de melhoria e aplicações”, relata José Euzébio da Silveira Júnior, gerente industrial da Globalpack Indústria.

Fonte: Braskem

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Plástico verde da Braskem chega às embalagens de cosméticos naturais e veganos

03/08/2016

Braskem-Biovegan2O Plástico Verde da Braskem agora é usado em embalagens de cosméticos naturais e veganos da Aroma e Magia. As resinas de polietileno de cana-de-açúcar serão usadas na nova marca Bio Vegan.

A Bio Vegan foi criada para atender à demanda do consumidor por produtos fabricados de forma ambientalmente responsável. Por isso, os cosméticos são desenvolvidos de forma a gerar menos impacto na natureza e trazer um ritual de harmonia e bem-estar para quem os utiliza. Entre os lançamentos estão o esfoliante corporal, sabonete Líquido, óleo para banho e loção hidratante corporal.

“Desenvolver os cosméticos Bio Vegan foi um verdadeiro desafio, pois procuramos criar cosméticos o mais verde possível e que contribuíam para um momento de conforto e bem-estar. O resultado de tanta pesquisa foi surpreendente e encantador”, explica Maria de Lourdes Vertuan, farmacêutica-bioquímica e diretora da Bio Vegan.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a reconhecer o produto que usam a matéria-prima 100% renovável, a Braskem criou o selo “I’m greenT“. O Plástico Verde adotado pela Bio Vegan captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. O produto apresenta as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

“A cada ano conquistamos clientes focados em contribuir com o meio ambiente e que também possuem o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Apostar na utilização do Plástico Verde reafirma o compromisso das duas companhias com a inovação e a sustentabilidade em seus negócios”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Renováveis da Braskem.

Os cosméticos estão disponíveis em farmácias, lojas de decoração e lojas de cosméticos naturais.

Fonte: Braskem

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Braskem Idesa inaugura Complexo Petroquímico do México

10/07/2016

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Companhia brasileira fortalece estratégia de internacionalização e reforça sua posição entre as cinco maiores fabricantes globais de resinas termoplásticas

A Braskem inaugurou no dia 22 de junho o Complexo Petroquímico do México, em parceria com a empresa mexicana Idesa. Com capacidade de produção integrada de 1,05 milhão de toneladas de eteno e polietileno por ano, o Complexo Petroquímico da Braskem Idesa representa um passo fundamental de crescimento nas Américas e de diversificação de matéria-prima, reforçando a estratégia de internacionalização da Braskem.

“A produção no México coloca a Braskem em um novo patamar. Com 40 fábricas, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e agora no México, ampliamos o alcance de nossas operações, criando sinergias e complementariedades, desenvolvendo produtos e mercados para melhor servir aos nossos clientes”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A produção do Complexo Petroquímico terá como prioridade atender tanto aos clientes do México, dando suporte técnico e desenvolvendo aplicações localmente, como também será dirigida aos mercados dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Central e do Sul.

Com a produção adicional do México, a Braskem passa a ter capacidade de produzir 8,7 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, entre polietileno, polipropileno e PVC. Com esse volume, a Braskem reforça sua liderança global entre as cinco maiores produtoras de resinas termoplásticas.

Fruto de um investimento de US$ 5,2 bilhões, o Complexo Petroquímico do México é considerado o maior investimento industrial greenfield já realizado por uma empresa brasileira no exterior. O Complexo reúne um cracker de produção de eteno de base gás e três plantas de polietileno – duas de polietileno de alta densidade linear e a terceira de polietileno de baixa densidade linear.

Com faturamento anual de R$ 54 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Tecnologia para embalagens da Dow ajudará na mitigação da pegada de carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016

18/04/2016

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Por meio de novo método que aumenta a produção de embalagem com a mesma quantidade de matérias-primas, o Microfoaming possibilita reduções nas emissões de gases de efeito estufa

Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Dow desenvolve ao longo do mês o lançamento da tecnologia Microfoaming para a indústria de embalagens da América Latina. O projeto é parte importante do abrangente programa da Dow voltado a mitigar a pegada de carbono direta dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

O Microfoaming é uma tecnologia licenciada que foi desenvolvida para atender às demandas do mercado por soluções que reduzam o peso e adicionem características mais sustentáveis aos filmes e às embalagens. Segundo a Dow, a sua tecnologia permite a redução de densidade em filmes coextrudados por meio da espumação física. O resultado é o aumento da quantidade de embalagens produzidas com a mesma quantidade de resina.

De acordo com a Dow, alguns dos principais benefícios oferecidos pela tecnologia Microfoaming, combinadas a uma vasta gama de resinas de polietileno, incluem:

  • Embalagens com desempenho aprimorado, como maior integridade de selagem e maior resistência ao desgaste provocado pelo transporte e manuseio.
  • Embalagens com propriedades óticas diferenciadas que proporcionam características de embalagens premium.
  • Perfil ambiental superior ao de embalagens tradicionais.

Leves e versáteis, as embalagens microespumadas são especialmente indicadas para a indústria alimentícia, afirma a Dow. A tecnologia também pode ser utilizada no desenvolvimento de embalagens flexíveis para os setores de cosméticos, higiene, limpeza e embalagens termoencolhíveis (shrink). Entre as aplicações, destacam-se os stand-up pouches, os filmes laminados PE, PE PET, PE e BOPP, além de filmes com carga de pigmentos reduzida, embalagens FFS (Form, Fill and Seal), sacaria industrial de alta resistência, embalagens para produtos maleáveis e embalagens de detergentes, complementa a empresa.

Fabricantes no Brasil (Valfilm), Argentina (Petropack), México (Folmex), Colômbia e Guatemala (Plastilene) investiram na tecnologia Microafoaming. O projeto também conta com uma parceria com a MuCell Extrusão LLC, fabricante de equipamentos para soluções de extrusão e colaborador exclusivo Dow na tecnologia de filmes espumados.

“A embalagem é um item essencial para a sociedade moderna e fundamental na luta contra o desperdício de alimentos. Desta forma, a promoção da tecnologia Microfoaming dentro do programa de mitigação de carbono dos Jogos Rio 2016 é uma maneira eficaz de estimular o uso racional das embalagens e demonstrar como podem ajudar a reduzir emissões no mundo”, destaca Paloma Alonso, vice-presidente comercial para o negócio de Plásticos de Performance da Dow na América Latina.

A Dow trabalhará com parceiros externos na quantificação das reduções estimadas em emissões por meio desse novo processo produtivo. Os resultados do uso da tecnologia Microfoaming serão posteriormente verificados por auditores independentes para que possam ser agregados aos benefícios climáticos gerados por outros projetos implementados pela Dow para a mitigação da pegada de carbono direta do Rio 2016.

Mais informação sobre o Microfoaming está disponível no vídeo abaixo:

Mitigando a pegada de carbono dos Jogos Rio 2016

A Dow afirma que, além de garantir desempenho diferenciado no setor de embalagens, a tecnologia Microfoaming proporciona reduções nas emissões de gases de efeito estufa por meio de novos métodos de produção que garantem maior produtividade e melhorias no processo de extrusão dos filmes.

Graças ao seu potencial em agregar atributos de sustentabilidade à produção de embalagens, essa nova tecnologia foi incorporada ao programa de mitigação de carbono elaborado pela Dow para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A empresa desenvolveu um programa personalizado para abordar as necessidades tecnológicas de produtores da América Latina, que poderão contribuir diretamente com o compromisso de mitigar 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos.

“Como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e Parceira Oficial de Carbono do Rio 2016, a Dow engajou diversos membros da cadeia de valor para ajudar o Comitê a cumprir as suas metas de mitigação de carbono. O projeto da tecnologia Microfoaming é um exemplo claro de como a Dow utiliza o poder dos Jogos Olímpicos para influenciar a indústria de embalagens na adoção de soluções de baixo carbono”, afirma Tania Braga, líder de Sustentabilidade, Legado e Acessibilidade do Comitê Organizador Rio 2016.

Além de mitigar as emissões de carbono provenientes da organização e entrega dos Jogos Olímpicos – 500 mil toneladas de CO2 equivalentes (CO2eq) – Dow e o Rio 2016 ainda trabalham para gerar benefícios climáticos adicionais de 1,5 milhão de CO2eq até 2026, destinados a outras emissões ligadas aos Jogos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Soluções em plástico aumentam a economia de água no setor construtivo

14/04/2016

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Produtos garantem melhor aproveitamento de recursos hídricos

Responsável por um expressivo consumo de água potável no país, de acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), a construção civil já tem o segmento de plásticos como um grande aliado para a utilização cada vez mais consciente de recursos hídricos. A Braskem fornece matérias-primas para a empresas que fabricam produtos que podem ajudar a reduzir perdas ao longo de todo o processo construtivo e para o setor de abastecimento.

Uma das aplicações visíveis das resinas plásticas está nas caixas d’água em polietileno, que cada vez mais têm sido destinadas ao armazenamento de água da chuva ou para reúso. Há ainda outros produtos para este fim, como os reservatórios em formato compacto, que podem aproveitar até a água pós-lavagem de roupas para nova utilização. Com baixo custo, ocupam pouco espaço e não necessitam de escavação, além de não requisitarem bombeamento, o que economiza energia.

O plástico também está presente em soluções menos aparentes, mas fundamentais para qualquer tipo de construção, como projetos de saneamento básico. É o caso dos tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), que oferecem elevada durabilidade, resistência ao impacto e corrosão, além de serem mais leves se comparados a outras alternativas. Outra importante aplicação de polietileno está presente nas fossas sépticas, indicadas para a utilização residencial em regiões isoladas, litorâneas ou próximas a cursos d’água. As fossas podem ser responsáveis pela remoção de até 85% da matéria orgânica no efluente, evitando a contaminação de reservatórios naturais, lagoas, cursos d’água e lençóis freáticos.

Tubulações de esgoto também ganham em durabilidade e eficiência com o plástico, em especial com o polietileno de alta densidade, ideal para aplicações que precisem de resistência e facilidade de aplicação. Os materiais podem ser desenvolvidos tanto em polietileno de alta densidade (PEAD) como em PVC.

O plástico pode ser empregado ainda na captação de águas pluviais por meio de calhas em PVC, que proporcionam design diferenciado, mais qualidade e alta resistência aos raios ultravioleta. Outras soluções em PVC que podem aumentar a segurança no armazenamento de água, evitando perdas e contaminação, são os revestimentos de vinil e as geomembranas. Os produtos têm como objetivo evitar perdas por vazamentos em estruturas de alvenaria, no caso dos revestimentos, com a redução de resíduos na obra, e oferecer proteção de solos e aterros sanitários, entre outros, no caso das geomembranas de PVC.

Grandes obras de infraestrutura também contam com a modernidade das aplicações de plástico para o aumento de eficiência e otimização de recursos. São produtos destinados aos mais diversos fins, como drenagem, contenção, arrimo e outras funções que aumentam a eficiência dos processos construtivos e que também otimizam a utilização de água nas obras.

Fonte: Braskem

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Braskem Idesa produz primeiro lote de polietileno no México

07/04/2016

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A Braskem Idesa, joint venture da Braskem com o grupo mexicano Idesa, atingiu hoje, 07 de abril, um importante marco com a produção do primeiro lote de polietileno no Complexo Petroquímico do México.

Esse marco faz parte do processo gradual de partida iniciado em dezembro com a entrada em operação da área de utilidades, seguida do cracker, em março. Após a partida da primeira planta de polietileno de alta densidade, ocorrida hoje, a expectativa é de que as outras duas plantas de polietileno comecem a operar ainda neste mês. Ao longo dos próximos meses, o objetivo é atingir a capacidade de produção de 1,05 milhão de toneladas de polietileno em bases anuais.

“Com o início da operação do Complexo Petroquímico no México, a Braskem demonstra a sua capacidade de realização de um projeto greenfield de grande porte, com o desafio adicional de executá-lo no exterior”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. O Complexo Petroquímico está alinhado à estratégia da Braskem de internacionalização de suas operações nas Américas e de maior acesso a matéria-prima competitiva base gás.

Localizado no estado de Veracruz, o Complexo contempla um cracker de etano, integrado a três plantas de polietileno, além das plantas de utilidades (energia, água e vapor). O fornecimento de etano está assegurado por um contrato de 20 anos com a Pemex (estatal mexicana de petróleo e gás), a um preço competitivo, com referência no gás norte americano.

A Braskem Idesa já tem uma carteira de clientes estruturada, formada por mais de 350 empresas no México e também diversas parcerias com distribuidores para ampliar o acesso ao mercado.

O Complexo Petroquímico ajudará a reduzir parte do déficit do setor químico no México, que chega  a US$ 20 bilhões, segundo a Associação Nacional da Indústria Química do México, podendo gerar um impacto positivo na balança comercial mexicana entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões por ano.

Fonte: Braskem

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Tecnologia Intune da Dow recebe prêmio Kirkpatrick de Engenharia Química

07/04/2016

A 43a. edição do renomado prêmio bienal Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award reconhece os maiores destaques de tecnologias relacionadas à engenharia química em todo o mundo

A Dow, por meio de seu negócio de Elastômeros, foi premiada no 43º Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award, por sua tecnologia Intune™. O reconhecimento é concedido pela revista Chemical Engineering, uma das mais tradicionais e reconhecidas no setor de engenharia química no mundo.

Criado a partir da plataforma exclusiva de copolímeros olefínicos em bloco da Dow, uma revolução em ciência de catalisadores e engenharia de reação, a tecnologia Intune™ possibilita a combinação de polietileno (PE) e polipropileno (PP), de forma que as melhores propriedades de cada um desses materiais seja mantida, afirma a empresa. Tal combinação de propriedades somente é possível graças à compatibilização promovida pelo Intune™ – uma vez que antes do desenvolvimento dessa inovação, a combinação destes materiais resultava em propriedades inferiores àquelas obtidas individualmente. A tecnologia oferece uma flexibilidade totalmente inédita aos processos de mistura e compatibilização desses importantes polímeros, possibilitando atender necessidades específicas de várias aplicações, assegura a Dow.

“O desenvolvimento da tecnologia Intune™ comprova que o negócio de Elastômeros da Dow é líder em inovação, desenvolvimento e comercialização de soluções únicas e diferenciadas para o mercado. Este novo material permite que os fabricantes e usuários finais possam desenvolver novos produtos pela obtenção de características únicas de dois polímeros que tipicamente não são compatíveis. Um exemplo seria ter num só produto as propriedades de flexibilidade do polietileno e a resistência a altas temperaturas do polipropileno. O Intune™ exemplifica como soluções inovadoras podem trazer benefícios de desempenho e custo para diversas aplicações, mercados, clientes diretos e indiretos. Essa nova tecnologia baseada na plataforma copolímeros de bloco poliolefinicos foi desenvolvida através do contato direto com toda a cadeia de valor, possibilitando obter uma família de produto que pode ajudar a mudar o cenário da indústria de plástico, celebra Marcello Mori, Diretor Comercial do negócio de Elastômeros da Dow para a América Latina.

A Dow afirma que a sua tecnologia Intune™ permite o desenvolvimento de materiais com misturas ou estruturas multicamadas contendo PE e PP, combinando os melhores atributos de cada material, como a tenacidade, processabilidade e excelente propriedade de selagem do PE com a rigidez, transparência e resistência à alta temperatura do PP. A tecnologia também possibilita atingir propriedades superiores em aplicações obtidas a partir de matéria-prima pós consumo e pós-industrial em que PE e PP não foram previamente segregados. Assim, é possível produzir material reciclado com alto valor agregado, afirma a empresa.

Fonte: Dow

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Pernod Ricard Brasil adota tampas produzidas com Plástico Verde da Braskem

21/12/2015

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  • Multinacional francesa é a primeira empresa de destilados do mundo a ter o selo I’m greenT
  • Plástico Verde será usadao em tampas dos produtos da Pernod Ricard Brasil

A Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, anunciou a adoção, nas tampas dos produtos de seu portfólio local, do Plástico Verde I’m greenT, da Braskem. O investimento em PE Verde é o primeiro do mundo de uma empresa de destilados.

Iniciado há um ano, o projeto de substituição da tampa plástica tradicional pela de polietileno de origem renovável, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, foi desenvolvido pela Braskem em colaboração com as empresas Guala e Plastamp, fornecedores locais da Pernod Ricard Brasil, e reforça o compromisso das companhias em reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente.

“A Plastamp sempre priorizou a inovação, sustentabilidade e tecnologia na matriz de desenvolvimento de seus produtos.” afirma Norberto Coelho, diretor comercial da Plastamp. “Em conjunto com as empresas Pernod Ricard e Braskem, a Plastamp festeja o sucesso do lançamento de uma alternativa de tampa conta-gotas, que utiliza o Plástico Verde, tornando-a competitiva, elegante e funcional para ancorar o fechamento de uma grande marca de bebidas da Pernod Ricard Brasil”.

Na visão do gerente comercial da Guala, Silvio Marcellini, “o projeto com a utilização de Plástico Verde na produção de tampas de segurança (core business da empresa) é visto pela Guala Closures Group como outro passo significativo e estratégico em seu compromisso com a sustentabilidade e de trabalho em parceria com seus fornecedores e clientes”.

Para a Braskem, a parceria demonstra o empenho da empresa em estar ao lado de indústrias de diferentes segmentos para oferecer soluções sustentáveis. Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT é resultado de um longo trabalho de pesquisa. Segundo a empresa, por ser produzido a partir de um material de fonte renovável, ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera,  representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de eteno produzida.

Fonte: Braskem

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Cobertura de solo com filme plástico reduz custos em cafezais

09/11/2015
Mulching de Polietileno

Mulching de Polietileno

Pesquisa demonstra que uso de mulching nas lavouras de café geram benefícios no controle de ervas daninhas e no consumo de água

O filme plástico para cobertura de solo (mulching) é uma solução bastante consolidada na agricultura, principalmente no plantio de hortifrútis, por trazer benefícios no controle de plantas daninhas, na otimização do uso de água e na melhoria da produtividade. Por essas vantagens, a tecnologia tem, aos poucos,  ganho espaço em culturas perenes. Para comprovar os impactos positivos desta tecnologia no café arábica, a Braskem promoveu uma pesquisa de campo em parceria com Electro Plastic e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Campus Monte Carmelo.

Apesar de o Brasil ser o maior produtor e exportador do café, a cultura ainda enfrenta desafios, principalmente em relação aos altos custos de produção, sendo a prevenção da matocompetição um dos fatores mais onerosos. Nesse contexto, o mulching dupla-face (branco e preto) pode ser adotado como uma opção para tornar a lavoura mais eficiente, de acordo com estatísticas preliminares.

Os testes com a cobertura de solo no cafezal tiveram início em janeiro de 2014 na Fazenda Juliana, em Monte Carmelo, uma das principais regiões exportadoras de café. Após um ano e meio de plantio, a pesquisa concluiu que as lavouras com cobertura de solo tiveram resultados superiores àquelas com amostras de controle, por impedir o desenvolvimento de plantas daninhas, o que reduz os custos com capina e aplicação de herbicidas pré-emergentes. “A face do mulching que fica em contato com o solo é preta, impedindo a passagem de luz e o crescimento de ervas daninhas”, afirma Ana Paiva, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

No estudo também foi avaliado o uso do filme em diferentes regimes hídricos (manejos de irrigação). Como a solução reduz a evaporação de água, fazendo com que a área permaneça com a umidade mais constante, a necessidade de aplicação de água foi menor em relação à parcela de lavoura sem o plástico. A pesquisa concluiu, portanto, que o mulching favorece a redução de recursos. “A partir do segundo ano, a plantação com mulching teve um custo menor em R$ 2.850 por hectare”, afirma Gleice Aparecida de Assis, professora da UFU e tutora do Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Na avaliação de Cristiano Rolla, gerente de Contas da Braskem, a redução de custos tem significativo impacto na gestão do cafezal. “A redução nos custos de controle de ervas daninhas e água foi de 38% e 28%, respectivamente.

Além disso, a cobertura de solo também favorece o desenvolvimento das plantas, já que não precisam mais disputar água e nutrientes. Apesar de o café arábica apresentar sua primeira produção significativa aos dois anos e meio após o plantio, há a expectativa de aumento de produtividade.

Fonte: Braskem

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Dow apresenta nova família de resinas de PEBDL de alto desempenho para os mercados de embalagens

27/10/2015

Trata-se do lançamento mais relevante de uma nova família de resinas da Dow nos últimos dois anos

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

O negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow acaba de lançar as Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™, uma nova família de resinas de Polietileno Linear de Baixa Densidade que oferece níveis de desempenho sem precedentes, capazes de ajudar os clientes a atenderem algumas das necessidades mais desafiadoras de embalagens da atualidade, afirma a empresa. As novas resinas foram desenvolvidas a partir de um catalisador molecular patenteado, aliado a uma tecnologia de processo avançada. Com a nova família de resinas INNATE, os transformadores poderão explorar novas oportunidades no setor de embalagens, através de um equilíbrio único entre rigidez e tenacidade, facilidade de processamento e sustentabilidade, segundo a Dow.

“As resinas INNATE foram desenvolvidas após inúmeras discussões com transformadores e proprietários de marca, além de uma análise detalhada das tendências de mercado”, apontou Diego Donoso, Presidente Global do negócio de Embalagens e Especialidades de Plásticos da Dow. “Estamos muito entusiasmados com as possibilidades que a família de resinas INNATE™ trará para o design das embalagens”.

David Parrillo, Diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento para Embalagens e Especialidade de Plásticos da Dow, acrescentou, “A química por trás das resinas INNATE permite que os clientes controlem propriedades de uma forma totalmente inédita para criarem um novo padrão de desempenho por meio da combinação de rigidez, tenacidade e processabilidade do filme, tudo isso com uma única resina”.

Segundo a Dow, as resinas INNATE ajudarão a criar novos nichos de mercado e categorias para aplicações diversas, que vão desde embalagens flexíveis para alimentos até sacaria industrial de alta resistência. A empresa afirma que as resinas INNATE oferecem:

  • Excelente perfil de sustentabilidade graças à possibilidade de redução de peso da embalagem
  • Oportunidade de desenvolvimento de embalagens com novas características em termos de eficiência por meio da substituição de materiais
  • Uma resistência ao abuso até duas vezes maior em filmes coextrudados comparado às resinas-padrão de polietileno disponíveis no mercado
  • Tenacidade sem afetar a rigidez e outras propriedades importantes do filme
  • Facilidade de processamento com excelente estabilidade de balão

“As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE, desenvolvidas a partir de um revolucionário catalisador patenteado e de tecnologia de processo, atendem aos requisitos atuais de proprietários de marcas, varejistas e transformadores: a capacidade de criar combinações precisas que se traduzem em embalagens de alto desempenho para o segmento de alimentos, de consumo e de filmes industriais”, afirmou Nestor de Mattos, Diretor de Marketing para Embalagens e Especialidades de Plásticos. “As resinas INNATE™ são verdadeiras inovações no cenário da tecnologia de resinas para embalagens”.

A Dow possui um portfólio integrado áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos e oferece uma variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Braskem leva inovações em plástico ao Aeroporto do Galeão no Rio

30/09/2015

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Produtos como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno estão entre os produtos utilizados nas obras de ampliação do aeroporto

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, segue em ritmo acelerado para conclusão das obras de melhoria de infraestrutura para os Jogos Olímpicos de 2016, com investimento de R$ 2 bilhões. Com o objetivo de oferecer um espaço mais amplo, moderno e funcional, o Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura, investiu em diversas soluções inovadoras, como produtos em plástico para as áreas de estacionamento, cobertura e drenagem.

A Braskem, em parceria com alguns clientes, foi a responsável pelo fornecimento dos materiais. No total, foram aplicados mais de 544 toneladas de plásticos em aplicações como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno. Os produtos estão em todas as etapas da construção, desde a fundação até os acabamentos.

“Estamos fazendo grandes trabalhos de laboratório com a Braskem. O resultado é um produto com tecnologia mais avançada, mais sustentável e econômico em termos de sistemas construtivos”, afirma Eder Campos, diretor-executivo da Precon Material de Construção, empresa responsável pela fabricação das telhas de PVC. Mais leves, resistentes e duráveis, as telhas foram aplicadas nos canteiros da obra no Galeão, numa área de 1.046 m². A escolha foi feita considerando a necessidade de um produto econômico e versátil, sem abrir mão das características estéticas.

Já a aplicação Bubbledeck, composta por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço, foi utilizada nas lajes de 44.696 m² do Edifício Garagem do aeroporto, que ganha quatro novos pisos e mais de 2 mil vagas. Utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, a tecnologia reduz em 25% o uso de concreto na obra, segundo a Braskem, contribuindo para uma emissão de CO2, em média, 46 kg menor por m² de laje construída.

Por fim, os tubos de polietileno substituíram estruturas que antes eram de concreto. 6.888 metros de tubulações garantiram o novo sistema de drenagem, que agora possui maior resistência mecânica e estrutural, segundo a Braskem, além de alto desempenho hidráulico.

Para Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem, o empenho em fomentar a inovação na cadeia petroquímica tem garantido o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais eficientes. “Inovar é preciso. E, em parceria com clientes, temos conseguido transformar conhecimento em aplicações sustentáveis, alinhadas com as demandas da sociedade atual. O plástico é um material muito versátil e acessível, que deve ganhar cada vez mais espaço no setor de construção civil no país”, afirma.

A obra

Desde agosto de 2014, mais de 4 mil profissionais realizam obras para melhoria de infraestrutura do aeroporto. As novidades incluem a construção de um novo Píer de embarque, a reforma do Terminal de Passageiros 2 e ampliação do Edifício Garagem.

O projeto de grande porte vai adicionar ao aeroporto 26 novas pontes de embarque doméstico e internacional em uma área de 100 mil m². Além disso, terá mais 260 mil m² de pátio das aeronaves.  O Terminal 2 ganhará nova área comercial, além de novos balcões de check-in, migração e raio-x. O Edifício Garagem ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas.

Fonte: Braskem

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Braskem conclui nova etapa de obras no México

17/08/2015

Complexo petroquímico inaugura primeira caldeira de geração de vapor

A Braskem Idesa, joint venture responsável pelo maior investimento da indústria petroquímica da América Latina nos últimos anos, anuncia mais uma etapa de conclusão do complexo petroquímico, localizado no estado de Vera Cruz, México. Em junho, foi inaugurada a primeira caldeira de geração de vapor, ferramenta essencial para o funcionamento de grandes turbinas em equipamentos como compressores e geradores de eletricidade.

A partir dos testes da caldeira foi efetuada a limpeza nos tubos de fornos do cracker, removendo qualquer partícula sólida que pudesse causar danos aos processos químicos, obstruir entradas de instrumentos ou atingir equipamentos que trabalham em alta velocidade. A atividade é de grande importância, considerando que o cracker é o coração do complexo para a produção de polietileno.

Com isso, o projeto atingiu a marca de 95% das obras concluídas e mantém a previsão para entrar em funcionamento ao final deste ano. Resultado de um investimento de US$ 5,2 bilhões, o complexo terá a capacidade de produção anual de 1,05 milhão de toneladas de resina de polietileno, bem como um volume equivalente da matéria-prima eteno. O aporte contribuirá para reduzir as importações do material e fortalecer a indústria petroquímica no México.

Fonte: Braskem

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Tramontina registra ganhos com nova resina da Braskem

06/08/2015

Tramontina_BraskemHá pouco mais de um ano disponível no mercado, a resina KM 6150HC, desenvolvida pela Braskem para uso em cadeiras plásticas, já apresentou expressivos resultados de eficiência para clientes, como a Tramontina, que foi parceiro na criação deste produto. Segundo a fabricante da resina, o grade, que faz parte da linha Braskem Maxio®, foi responsável por um aumento de 10% em produtividade, assim como por uma redução de 10% no consumo de energia, podendo reduzir 10% no peso em novos projetos da fabricante.

A Tramontina utiliza a resina KM 6150HC em cerca de 40% do seu portfolio, que contempla mais de 50 modelos diferentes de cadeiras. “Há anos estamos em busca de um material que nos ajude a diminuir custos de produção, mas que não deixasse os móveis frágeis. Com esta resina, podemos atender a todas as normas do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e ainda garantir ao consumidor uma cadeira mais segura, resistente a qualquer impacto e confortável”, relata Luciano Amorim, engenheiro de produção da empresa.

Os ganhos obtidos com as resinas dessa linha estão alinhados aos pilares do selo Braskem Maxio® de redução de consumo energético, aumento da produtividade e diminuição de peso em peças finais.

“A Braskem está em constante alinhamento com os clientes para desenvolver produtos de qualidade, que permitam ganho em eficiência e supram as necessidades dos consumidores. Resultados como esse reforçam a nossa atuação e demonstram a importância de investir em tecnologia, inovação e processos sustentáveis”, afirma Jefferson Bravo, engenheiro de desenvolvimento e aplicações da Braskem.

Neste ano, a linha Braskem Maxio®, marca exclusiva da Braskem, ganhou um aplicativo para smartphones que calcula as vantagens de utilizar o portfólio com este selo em processos de injeção. Os benefícios são estimados de forma simples e rápida, bastando apenas que o usuário insira dados sobre a peça produzida em duas situações: utilizando uma resina comum e utilizando uma resina Maxio®. O aplicativo está disponível nas plataformas Android e iOS sob o título Braskem Maxio®.

Fonte: Braskem

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COIM lança novo adesivo da linha Sem Solvente

31/07/2015

COIMA COIM – Chimica Organica Industriale Milanese, fabricante italiana de especialidades químicas com planta localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, lançou um novo adesivo durante a feira FISPAL, que aconteceu de 23 a 26 de junho no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo-SP. O Novacote SF 5419 + CA 5516 faz parte da linha Sem Solvente da marca.

Segundo a empresa, o novo produto tem como principais características não formar névoa, espalhando-se facilmente durante a aplicação; possuir alta resistência ao rasgo, ideal para filmes PE/PE que são submetidos ao manuseio e estocagem; ter reação de cura imediata, propiciando o corte da bobina em poucas horas (entre 6 e 12 horas); possuir baixa viscosidade, permitindo a aplicação a baixas temperaturas, além de não causar sangramento de tinta, seja ela aplicada por rotogravura ou flexografia, otimizando custos, prazos e qualidade.

Dessa forma, segundo o gerente de desenvolvimento da COIM, Carlos Gandolphi, o Novacote SF 5419 + CA 5516 é considerado um adesivo de média a alta performance, atendendo a uma extensa gama de laminados. “As estruturas laminadas com o SF 5419 + CA 5516 apresentam excelente força de laminação final. Em estruturas transparentes, o produto apresenta resistência ao processo de fervura e pasteurização, bem como envase de produtos agressivos”, afirma Gandolphi.

A COIM (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e fabricação de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa foi a primeira da Itália a produzir peróxidos orgânicos. Possui unidades fabris na Itália, Brasil, Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Fonte: Assesoria de Imprensa – COIM

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Revestimento de Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular é atração da Polistar na Plastech Brasil 2015

06/07/2015

Material reduz desperdício e aumenta vida útil de equipamentos para diversos mercados

Polistar_UHMWPERevestimentos de UHMWPE (Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular), consagrado mundialmente pela versatilidade, baixo coeficiente de fricção, alta resistência química e à abrasão, estabilidade dimensional e antiaderência serão a grande atração da Polistar Brasil na Plastech Brasil 2015. Segundo os fabricantes, o material é ideal para revestimentos de silos, chutes, moegas, calhas, tubos e caçambas, que garantem a vida útil do equipamento e aumentam a produtividade industrial gerando maior lucratividade, maior segurança e durabilidade. O sistema tem alta penetração nas indústrias alimentícia, de mineração,  agrícola, construção civil, e de geração de energia.

“Hoje somos os únicos a realizar o revestimento de tubos com UHMW nos diâmetros de 200mm a 500mm em tubos de até 6m de comprimento, garantindo um escoamento rápido e contínuo, aumentando a durabilidade dos tubos com um material que é quimicamente inerte”, afirma o diretor João Assunção de Lemos.

Assim como no revestimento de caçambas (foto), container ou pás carregadoras, o revestimento com UHMW traz a diminuição do tempo de descarga em até 40%, o que significa aumento da vida útil dos equipamentos e economia de combustível, afirma a empresa.

“Além de evitar acúmulo de material no fundo da caçamba, por exemplo”, completa Lemos.

Da mesma maneira, o revestimento de silos, moegas e chutes com UHMW evita o depósito e aglomeração dos materiais dentro dos silos permitindo um escoamento rápido e contínuo, proporcionando altos índices de produtividade. Assim, os silos revestidos com UHMWPE chegam a dobrar o tempo de vida útil, graças ao menor desgaste das paredes e à absorção de ruído gerado pelo impacto dos materiais com as paredes do equipamento.

Fonte: Plastech Brasil

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COIM Brasil lança novo adesivo para laminação de filmes de Polietileno na FISPAL 2015

18/06/2015
  • Produto com maior resistência e viabilidade foi desenvolvido para linha Solventless
  • Parceria com a marca NDC Technologies será reforçada por meio de demonstração do equipamento no estande da empresa

coimA COIM – Chimica Organica Industriale Milanese, fabricante italiana de especialidades químicas com fábrica em Vinhedo, interior de São Paulo, participa da edição 2015 da FISPAL Tecnologia. A feira é conhecida como a maior do setor de Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas da América Latina e acontece de 23 a 26 de junho no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo-SP.

Na ocasião, a empresa lançará um novo adesivo da linha Sem Solvente, além de expor sua parceria com a NDC Technologies, marca americana responsável por desenvolver o leitor de gramatura, que verifica a medida real do adesivo aplicado online (g/m2) no ato da laminação, podendo ser corrigido durante o processo, de modo a evitar perdas e prejuízos, segundo a empresa. Quem passar pelo estande da multinacional italiana poderá conferir a demonstração do equipamento.

Esta já é a terceira participação da COIM Brasil, em feiras no primeiro semestre de 2015. Segundo o presidente a COIM Brasil, José Paulo Victorio, a FISPAL Tecnologia é um evento muito expressivo do setor. “Em uma Feira desta proporção é possível disseminar junto aos nossos atuais e futuros parceiros os novos processos e tecnologias aplicados em nossa indústria. Interagir com os profissionais das empresas que produzem e fornecem embalagem de forma direta é, sem dúvida, muito assertivo”, afirma.

Lançamento

Durante o evento, a COIM Brasil lançará um novo adesivo da linha Sem Solvente, o SF 5419/CA 5516. Segundo Carlos Gandolphi, gerente de desenvolvimento, trata-se de um adesivo indicado para laminação de filmes PE/PE, em que a resistência ao rasgo é fundamental. “O novo produto apresenta grande força de laminação final,  cura para corte com tempo curto (de 6 à 12h), não é formador de névoa, possui viscosidade baixa e não apresenta sangramento de tinta”, explica.

Fonte: Assessoria de Imprensa COIM

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PremieR pet adota embalagem com Plástico Verde da Braskem

17/06/2015

Marca apresenta linha de alimentos super premium para cães e gatos

SELEÇÃO-NATURAL-FILHOTES-RP-10-KGEspecialista em nutrição de alta qualidade para cães e gatos, a PremieR pet apresenta a nova linha PremieR Seleção Natural, desenvolvida para atender consumidores adeptos de um estilo de vida saudável, com base na alimentação natural.

Além de uma série de diferenciais em ingredientes, o produto traz embalagens elaboradas com plástico verde da Braskem, derivado da cana-de-acúcar. O polietileno renovável possui as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

A decisão de adotar o plástico verde alinha-se aos valores que norteiam a PremieR pet desde a sua fundação, há quase 20 anos, afirma Fernando Jun Suzuki, responsável pelo departamento de produtos e trade marketing da companhia. “A empresa direciona esforços permanentes e tem diversas iniciativas para minimizar o impacto ambiental no desenvolvimento de suas atividades fabris. Carregar o selo I’m greenTM nas novas embalagens está diretamente relacionado com o conceito que a linha PremieR Seleção Natural apresenta ao mercado e é mais uma importante medida de sustentabilidade na cadeia produtiva.”

Os alimentos PremieR pet são vendidos exclusivamente em canais especializados, como clínicas veterinárias e pet shops.

Sobre a PremieR pet: Pioneira na fabricação de alimentos Super Premium no Brasil, a PremieR pet é uma empresa 100% nacional, especialista em nutrição de qualidade para cães e gatos. Com 19 anos de atuação, está presente em todas as regiões do país. Foi a primeira empresa no mundo a desenvolver uma linha de alimentos para Raças Específicas; é também pioneira na produção da linha Ambientes Internos no Brasil, e é a única que detém a tecnologia DUO, que permite variar o cardápio de cães e gatos sem a realização da troca gradativa. Sua mais recente inovação é a linha de alimentos coadjuvantes PremieR Nutrição Clínica. O portfólio da marca inclui mais de 180 itens, comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias.

Fonte: Braskem

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Investimentos globais da Dow dão suporte ao crescimento na América Latina

19/05/2015

A Empresa está focada em desenvolver soluções e inovações para produzir embalagens flexíveis e rígidas para atender à crescente demanda local.

A Dow está comprometida com o crescimento da indústria de plásticos, por meio de investimentos globais como Sadara (Arábia Saudita), Costa do Golfo (EUA) e Bahia Blanca (Argentina). Esses projetos terão um impacto positivo sobre a capacidade de crescimento da Dow na América Latina, fornecendo volume adicional de resinas de alto desempenho para atender à crescente demanda local.

Sadara (Arábia Saudita)

A Sadara Chemical Company (Sadara) é uma joint venture entre a Dow e a Saudi Arabian Oil Company (Saudi Aramco). Sadara é um complexo de escala mundial para a produção e desenvolvimento de produtos químicos. Composta de 26 unidades de produção em Jubail Industrial City II, Arábia Saudita, a joint venture será a maior instalação química integrada do mundo e a maior já construída em uma única fase.

As primeiras unidades de produção de plásticos estão previstas para o segundo semestre de 2015, com produção completa em 2016. O complexo irá produzir plásticos de alto valor de performance e produtos químicos especiais para apoiar o crescimento dos clientes nos crescentes setores de energia, transporte, infraestrutura e produtos de consumo.

Costa do Golfo (EUA)

Em 2011, a Dow anunciou um plano de investimentos para aumentar a produção de etileno e propileno na Costa do Golfo, nos Estados Unidos, um dos planos mais abrangentes da indústria química americana nos últimos 30 anos. O projeto irá alavancar o baixo custo do gás de xisto como matéria prima e acordos de fornecimento de etano e propano de longo prazo. Vários mercados estratégicos da Dow irão se beneficiar dos derivados planejados desse projeto: embalagens de alimentos, higiene pessoal, elétrica e telecomunicações, transportes, bens de consumo duráveis, esportes e lazer.

Bahía Blanca (Argentina)

Recentemente, a Dow anunciou investimentos para expandir a capacidade e melhorar as tecnologias e equipamentos em suas quatro unidades de produção de polietileno (PE) – PEBD, chorume, fase de gás e solução – em Bahía Blanca, Argentina. Estas iniciativas vão permitir que a Dow desenvolva novas soluções e inovações para produzir resinas de alto desempenho para aplicações de embalagens flexíveis e rígidas para atender à crescente demanda na América Latina nos mercados de alimentos, higiene pessoal, embalagens, automotivo, infraestrutura, entre outros.

Pesquisa e Desenvolvimento

A Companhia investe aproximadamente US$1,6 bilhão por ano em Pesquisa & Desenvolvimento em uma base global. “A empresa tem um alinhamento estratégico com diversas áreas com o objetivo de identificar novas tendências e necessidades do mercado, fornecendo aos consumidores soluções para o seu dia a dia”, diz Fabian Gil, vice-presidente comercial do negócio de Embalagens e Especialidades Plásticas para a América Latina.

Cinco centros de Pack Studios permitem o desenvolvimento colaborativo de novas embalagens. Dentro de cada Pack Studio estão equipes de especialistas da Dow, além de laboratórios e equipamentos de teste para acelerar o processo de prototipagem de aplicativos e ajudar os clientes a levar ao mercado as novas tecnologias no menor tempo possível.

O Pack Studios ajuda a Companhia a estar mais perto da cadeia de valor de embalagem para promover a inovação e o crescimento, através da integração, testes de aplicação e uma nova ferramenta para a troca de informações.

Além de um laboratório na cidade de Jundiaí (SP), a Dow também possui Pack Studios em Freeport (EUA), Horgen (Suíça), Xangai (China), e Mozatte (Itália).

Fonte: Assessoria de Imprensa (Dow)

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Braskem apresenta amplo portfólio de soluções na Feiplastic 2015

06/05/2015

Companhia está presente na maior feira do setor plástico na América Latina, que ocorre de 4 a 8 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP)

Feiplastic_BraskemCom foco em inovação como ferramenta para a transformação, a Braskem está exibindo as principais aplicações em polietileno, polietileno verde, polipropileno e PVC para variados mercados, como o agronegócio, construção, varejo, automotivo, logística, além de apresentar soluções para o cenário de crise hídrica. Ao todo, são cerca de 30 catálogos de produtos de diferentes famílias de resinas para aplicações diversas desenvolvidas para atender às necessidades dos clientes.

Entre as novidades levadas à feira está o lançamento da Plataforma de Valorização de Resíduos Plásticos, programa que fomenta negócios e iniciativas envolvendo a reciclagem do plástico; o lançamento do aplicativo para smartphones Braskem Maxio, que compara vantagens da utilização da linha com resinas convencionais em processos de injeção; a apresentação do Braskem Proxess, nova família de polietilenos de alta performance, a partir de tecnologias de catalisadores metalocênicos; e a abertura do projeto Braskem Labs, elaborado em parceria com a ONG Endeavor com o objetivo de engajar empreendedores no desenvolvimento de soluções socioambientais inovadoras, por meio do uso do plástico, em segmentos como saúde, moradia e mobilidade.

“Queremos interagir com o público, mostrando como a Braskem atua no desenvolvimento de soluções eficientes para a indústria e a sociedade. A ideia é disseminar entre os visitantes as vantagens que o plástico e a química oferecem ao cotidiano das pessoas, agregando praticidade, segurança e inovação,”, afirma Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas, Vinílicos e Renováveis da Braskem.

Durante a Feiplastic 2015 os visitantes podem ainda participar de palestras sobre inovações, vantagens e diferenciais do plástico, análises de ciclo de vida de produtos, sustentabilidade, entre outros temas. São mais de 35 palestras que ocorrerão em formato de conversas dinâmicas e breves, gratuitas e abertas ao público. Os encontros, a serem realizados na área externa do estande da Braskem, serão liderados por porta-vozes da empresa e convidados. .

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), lançado em 2013 pela Braskem e Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), também terá um espaço dedicado e integrado ao estande da Braskem, onde será possível conhecer os resultados obtidos pelo programa até o momento, reforçando a importância do engajamento de toda a cadeia do plástico.

Fonte: Braskem; Foto: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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