Posts Tagged ‘Poliamida 66’

BASF encerrará produção de poliamidas em São Bernardo do Campo e abastecerá clientes da América do Sul com suprimento de origem global

10/06/2015
  • BASF decide não reconstruir  planta de polimerização e encerra produção na fábrica de poliamida Anchieta, em São Bernardo do Campo
  • Clientes da América do Sul continuam a ser abastecidos pela BASF com poliamidas e serviços técnicos

A BASF atenderá seus clientes de poliamidas da América do Sul, futuramente, através de sua rede de produção global de poliamidas das plantas de Freeport, Texas (EUA); Caojing, (China); Ludwigshafen (Alemanha) e Antuérpia (Bélgica). O abastecimento  completo para os clientes está  assegurado, segundo a empresa.

Depois que a planta de polimerização no Brasil foi danificada por um incêndio em novembro de 2014, a empresa decidiu, devido às condições desfavoráveis ​​do mercado, não reconstruir a planta  e encerrar a produção da fábrica de poliamida Anchieta, em São Bernardo do Campo, até o final do ano de 2015.

A unidade Anchieta produz poliamida 6 e poliamida 6 / 6,6 polímeros e compostos, com foco em aplicações de filmes e monofilamentos, bem como plásticos de engenharia. Com base em sua rede de produção global, a BASF continua comprometida com seus clientes de poliamidas da América do Sul.

Cerca de 90 funcionários serão afetados pelo fechamento do site. A BASF irá oferecer um pacote interno de requalificação profissional e preparação dos colaboradores para a busca de novas oportunidades de emprego.

Com mais de 60 anos de experiência, a BASF fornece poliamida e poliamida intermediária para a indústria de plásticos de engenharia, películas, fibras e monofilamentos. A linha de produtos inclui Ultramid B (poliamida 6), Ultramid C (poliamida 6 / 6,6 copolímero) e Ultramid A (poliamida 6.6). As ofertas de produtos são complementadas por serviços técnicos para seus clientes.

Fonte: BASF

Curta nossa página no

Anúncios

Poliamida da DSM é usada em perfis de isolamento para janelas de alumínio

12/07/2013
  •  A Royal DSM apresenta a poliamida 4.10 EcoPaXX, um polímero com 70% de componentes de fontes renováveis, que torna os perfis de esquadrias de isolamento  produtos mais sustentáveis. 
  • Fornecedores de janelas de alumínio estão constantemente procurando formas de fabricar produtos mais sustentáveis 

DSM_Esquadrias_1Esquadrias de alumínio incorporam perfis isolantes para garantir diferenças térmicas entre as esquadrias internas e externas de prédios. As diferenças térmicas também contribuem para a integridade mecânica das janelas, por isso precisam ser feitas com materiais de qualidade, hoje em dia em sua grande maioria feitas de poliamida 66. Estas janelas tecnologicamente avançadas contribuem de forma significativa para eficiência energética de casas e prédios.

Os prédios são responsáveis por mais de 40% do consumo mundial de energia e são também responsáveis pela maioria das emissões de CO2, segundo a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD). O setor da construção tem o dobro do potencial de contribuição nas emissões de CO2 comparado ao setor de transportes e, consequentemente, o dobro de responsabilidade para resolver este problema.

Enquanto a eficiência energética de um edifício em uso é o aspecto mais importante para seus índices de sustentabilidade, o gerenciamento de recursos e a pegada ecológica dos materiais usados para construir um prédio vem sendo cada vez mais levado em conta.

“Produtores de alumínio líderes e inovadores querem desenvolver ofertas de produto que não apenas demonstrem a sustentabilidade na fase de uso, mas também nos materiais utilizados para construir seus produtos”, diz Caroline Mitterlehner, gerente global do segmeto de construção da DSM. “A visão é avançar em direção ao uso de materiais com conteúdo biológico e pegada de carbono mais baixa que os produtos atualmente utilizados”.

O EcoPaXX atende à crescente necessidade de uso de matérias-primas sustentáveis em construções. Aproximadamente 70% da matéira prima do EcoPaXX é proveniente de mamonas (Ricinus Communis), um recurso renovável. O produto tem se provado neutro em carbono em todas as etapas, significando que o dióxido de carbono (CO2) gerado na produção de polímeros é completamente compensado pelo CO2 absorvido pela planta enquanto ela cresce.

Segundo a DMS, o EcoPaXX possui inúmeras vantagens sobre os plásticos de engenharia em esquadrias isolantes, além das associadas com suas credenciais ambientais. Seu alto ponto de fusão de 250°C lhe permite passar por um processo de revestimento de pólvora em um quadro totalmente feito de alumínio, facilitando o processo de montagem. O EcoPaXX oferece excelente resistência hidrolítica e química e uma absorção significativamente menor de umidade que a PA66. As esquadrias de janela que incorporam o EcoPaXX podem ser projetadas de acordo com as exigências dadas pela padronização EN14024, que estabelece exigências para o desempenho mecânico de esquadrias metálicas com barreiras térmicas.

“O uso de mais materiais feitos a partir de fontes renováveis em construções, com pegadas de carbono menores do que em materiais utilizados atualmente, contribui para um ambiente mais sustentável”, acrescenta Caroline Mitterlehner. “O uso de materiais como o EcoPaXX não apenas contribuem para a eficiência energética de construções em uso, mas também garante uma cadeia de produção mais sustentável”.

Fonte: DSM

Curta nossa página no