Posts Tagged ‘Pneus verdes’

Rhodia completa 40 anos de produção de sílica no Brasil

30/06/2017

Empresa comemora com clientes os 40 anos de produção de insumo utilizado na produção de pneus, borracha e calçados, para a formulação de agroquímicos e nutracêuticos, além de produtos para cuidados pessoais e alimentação humana

A sílica precipitada quimicamente, um insumo utilizado por indústrias de diferentes segmentos, desde os pneus (incluindo os ‘pneus verdes’) e artefatos técnicos de borracha até formulação de agroquímicos, nutracêuticos e calçados, passando por produtos de cuidados pessoais e para a alimentação humana, é uma das apostas para o crescimento sustentado dos negócios da Rhodia, empresa do Grupo Solvay, na região da América Latina.

Pioneira na região a produção de sílicas precipitadas, a Rhodia tem feito investimentos permanentes em sua unidade industrial instalada em Paulínia (SP), que está completando 40 anos de instalação. Por ano, em média, a empresa tem aplicado em torno de 10 milhões de reais em projetos de processos operacionais, na introdução de novas tecnologias e produtos, em logística e aumento de capacidade de produção.

Os objetivos dessa área de negócios são aumentar a eficiência da área e abastecer adequadamente os clientes em todos os países da região, com os produtos comercializados sob as marcas Zeosil®, Zeosil® Premium, Efficium® e Tixosil®, em suas diversas apresentações, de acordo com os segmentos de mercados em que são aplicadas.

“Produtividade e competitividade são as palavras-chave do setor e elas estão incorporadas ao nosso modo de trabalhar. Com nossas inovações e a capacidade de atender os diversos mercados em que atuamos, nós estamos bem posicionados para continuar crescendo na região junto com nossos clientes”, afirma François Pontais, vice-presidente para a América Latina da unidade global de negócios Sílica do Grupo Solvay.

A mais recente iniciativa na fábrica de Paulínia foi o início da produção da sílica de alta dispersabilidade (HDS, na sigla em inglês) destinada principalmente à produção dos pneus que economizam energia. Análises realizadas pela empresa e de organismos do setor automotivo indicam que o uso dessa sílica HDS permite a redução de até 7% no consumo de combustível do automóvel. Portanto, reduz na mesma proporção as emissões de carbono na atmosfera. A expansão do uso da sílica de alto desempenho na produção dos chamados pneus verdes pode ser um fator importante para que a indústria automobilística alcance mais rapidamente as metas de redução de emissões de carbono previstas nos programas de desenvolvimento do setor.

Do mesmo modo, a empresa está investindo para aumentar o uso de suas sílicas precipitadas em outros segmentos de mercado em que há potencial de crescimento, tais como oral, care, formulações de nutracêuticos e agroquímicos, além de mercados regionais importantes, como calçados e alimentação humana. “Temos em nosso pipeline de inovações, em nossos laboratórios no Brasil e em outras regiões de atuação do Grupo Solvay, uma série de projetos em diferentes etapas de desenvolvimento, que serão colocados à disposição do mercado até 2020”, acrescenta Pontais.

40 anos de pioneirismo – Erguida em 1977, sob o signo do pioneirismo, a unidade industrial de Sílica da Rhodia passou ao longo de 40 anos por diversas transformações e modernizações para manter sua competitividade em um cenário econômico regional de muitos desafios. Inicialmente a Rhodia e depois o Grupo Solvay (que adquiriu as operações da Rhodia em 2011) investem permanentemente nessa área de negócios.

A unidade global de negócios Sílica, do Grupo Solvay, é a inventora da sílica de alta dispersão (HDS), na década de 1990, e um player importante em pneus que economizam energia e possui nove fábricas e quatro laboratórios de Pesquisa e Inovação em quatro continentes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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Evonik apresenta Avaliação de Ciclo de Vida da tecnologia Sílica/Silano para pneus “verdes”

17/04/2017

  • Uso combinado da sílica  e dos silanos da Evonik permite a produção de pneus ”verdes”
  • Pneus “verdes” com borracha S-SBR e tecnologia Sílica/Silano reduzem em 5% o consumo de combustível, segundo estudo
  • Nova LCA conclui que é possível evitar a produção de 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente por 150.000 km rodados

Pneus são artigos de alta tecnologia, e os componentes das bandas de rolagem exercem enorme impacto sobre o desempenho dos mesmos. Segundo a Evonik, na comparação com pneus convencionais (borracha E-SBR, com negro de fumo apenas), os pneus “verdes” (borracha S-SBR e tecnologia sílica/silano) comprovaram oferecer uma resistência ao rolamento significativamente menor, resultando em uma redução de 5% no consumo de combustível e, consequentemente, emitindo menos CO2. Além disso, eles oferecem melhor aderência – especialmente em condições de pistas molhadas – enquanto apresentam uma durabilidade comparável.

O segredo do sucesso reside na interação dos componentes: a sílica atua como carga ativa nas bandas e assegura a resistência ao desgaste dos pneus, mas, na realidade, é incompatível com a borracha S-SBR. A Evonik, que é uma das maiores fabricantes mundiais de sílica e silanos, afirma que resolveu esse problema por meio da adição de silano a fim de “acoplar” quimicamente a borracha S-SBR e a sílica.
 
Etapa seguinte: Avaliação de Ciclo de Vida

Os pneus “verdes” já comprovaram exercer um impacto significativo no consumo total de combustível dos veículos. A próxima etapa lógica era examinar o potencial impacto ambiental das bandas dos pneus à base de sílica/silano e S-SBR (pneus “verdes”) em comparação com as bandas de pneus à base de negro de fumo e E-SBR, não somente durante a fase de uso, mas em toda sua vida útil. Para examinar os efeitos ambientais durante todo o ciclo de vida, a Evonik conduziu uma Avaliação de Ciclo de Vida (LCA) abrangente, que se estendia desde a produção da matéria-prima até o fim da sua vida útil.

O estudo analisou categorias de impacto como o Potencial de Aquecimento Global (GWP, Global Warming Potential), o Potencial de Criação de Ozônio Fotoquímico (POCP, Photochemical Ozone Creation Potential) e a Demanda Energética Primária (PED, Primary Energy Demands). A unidade funcional definida foi o uso de sílica/silano e S-SBR em bandas de rolagem de pneus de carros de passeio em um trajeto de 150.000 km. Além disso, conduziu-se uma análise de sensibilidade, tendo como parâmetros o consumo de gasolina, a economia de combustível e o tempo de vida.
 
A fase de uso é crucial para a redução de emissões

De acordo com o estudo, a tecnologia de sílica/silano em pneus “verdes” consegue reduzir de modo significativo as emissões e os impactos ambientais no cenário básico em qualquer categoria de impacto relevante analisada. Em consequência, o Potencial de Aquecimento Global pode ser reduzido em 4,9% no total ao longo de todo o ciclo de vida; com a substituição do negro de fumo e do E-SBR por Sílica/Silano e S-SBR, evitam-se emissões de até 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente a cada 150.000 km percorridos.

O estudo também mostra que a fase de uso exerce impacto crucial sobre o ciclo de vida em geral em todas as categorias de impacto. Como os pneus “verdes” com componentes de Sílica/Silano podem reduzir de modo significativo o consumo de combustível, essa tecnologia pode desempenhar um papel importante na redução das emissões em geral.

Fonte: Evonik

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Evonik seleciona Carolina do Sul (EUA) para nova planta de sílicas precipitadas

13/02/2017

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  • Tendência para pneus eficientes em termos energéticos gera demanda por sílica precipitada na América do Norte.
  •  O investimento é de cerca de US$ 120 milhões

A Evonik Industries está construindo uma fábrica de sílica precipitada no estado da Carolina do Sul (EUA) para abastecer a indústria de pneus. Tal indústria necessita de sílica precipitada de alta qualidade para produzir pneus com eficiente consumo de combustível e boas propriedades de aderência em pistas molhadas. Esses pneus podem economizar até 8% de combustível em comparação aos pneus convencionais para automóveis. Na América do Norte, a demanda por pneus com baixa resistência ao rolamento e maior eficiência energética está crescendo a taxas acima da média. A nova fábrica da Evonik está em construção em local próximo a Charleston, Carolina do Sul, perto das unidades de produção de grandes fabricantes de pneus. A instalação em escala mundial, com volume de investimento próximo de US$ 120 milhões, deve ser concluída em 2018. Com esse investimento, a Evonik executa um novo projeto no âmbito do seu orçamento global de investimento pré-definido.

Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries AG, disse: “O investimento é parte importante da nossa estratégia para expandir nossa posição como um parceiro global para a indústria de fornecedores automotivos. Com a construção da planta no sudeste dos Estados Unidos e a planejada aquisição da divisão de sílica da Huber, estamos fortalecendo o nosso segmento Resource Efficiency e expandindo a nossa posição de liderança como fornecedor de sílica”. Há alguns dias, a Evonik anunciou a aquisição das atividades de sílica da Huber por US$ 630 milhões.

“A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi algo decisivo para a escolha da Carolina do Sul. Nós queremos garantir aos fabricantes globais de pneus a segurança de fornecimento e a flexibilidade que eles esperam de nós na produção local. É por isso que investimos em locais que estão próximos aos nossos clientes”, disse Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. A nova fábrica estará localizada na área industrial de Bushy Park, perto de Charleston.

O uso de sílica em combinação com silanos permite a fabricação de pneus com resistência ao rolamento significativamente reduzida que economizam combustível (em comparação com os pneus convencionais para automóveis). Desse modo, os “pneus verdes” contribuem para a proteção climática. A Evonik afirma ser a única empresa que fabrica ambos os componentes, tornando-se parceira dos clientes das indústrias de pneus e borracha quando se trata de formulações de alto desempenho.

Evonik é uma das fabricantes de sílica líderes do mundo. Além da sílica precipitada ULTRASIL® e SIPERNAT®, o grupo também fabrica a sílica pirogênica AEROSIL® e agentes fosqueantes à base de sílica sob a marca ACEMATT®. A Evonik dispõe de uma capacidade de produção anual global para sílica precipitada e pirogênica, bem como agentes fosqueantes, de cerca de 600.000 toneladas métricas.

A Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas e atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2015, mais de 33.500 colaboradores geraram vendas em torno de 13,5 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,47 bilhões de Euros. No Brasil, a empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Rhodia começa a fabricar no Brasil sílica precipitada para uso em “pneus verdes”

05/07/2016

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  • Sílica precipitada de alto desempenho promove a economia de combustível e redução de emissões dos veículos
  • Empresa investiu em torno de U$$ 10 milhões em projetos de modernização, implantação de tecnologias e melhoria de processos na fábrica de sílica precipitada em Paulínia (SP)

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, deu início à produção no Brasil da sílica precipitada de alto desempenho (HDS, na sigla em inglês) para atender principalmente a expansão da fabricação dos chamados ‘pneus verdes’, que economizam energia (combustível) e ao mesmo tempo reduzem as emissões de carbono na atmosfera.

Estudos realizados pela empresa e por organismos do setor automotivo internacional indicam que o uso da sílica HDS permite a economia de até 7% no consumo de combustível do automóvel e reduz na mesma proporção as emissões de carbono na atmosfera. Além disso, o uso da sílica da Rhodia melhora em 10% a aderência do pneu ao piso molhado.

“Nossa sílica HDS pode ser um fator fundamental para a indústria automotiva alcançar mais rapidamente as metas de redução de emissões de carbono previstas pelo programa brasileiro Inovar-Auto”, diz François Pontais, Diretor para a América Latina da Unidade Global de Negócios Sílica, do Grupo Solvay.

Segundo Pontais, a migração da produção das montadoras de pneus para os chamados pneus verdes é uma tendência global do mercado, tendo em vista as exigências ambientais mais rigorosas para o controle de emissões dos veículos, visando incrementar a mobilidade sustentável. “A sílica HDS se tornou líder mundial no seu segmento por justamente atender a essas necessidades”, acrescenta.

O conceito do pneu verde nasceu na Europa no início dos anos 90 no segmento de veículos de passeio, a partir da invenção da sílica HDS pela Rhodia (que pertence ao Grupo Solvay desde 2011). Logo tomou corpo e se expandiu por conta da legislação ambiental europeia para o setor automotivo, que continua desafiando o setor para produção de veículos mais sustentáveis e, portanto, menos poluentes.

A expansão do uso de sílica HDS teve um impulso importante com a recente adoção de programas de etiquetagem de pneus, um modo de assegurar ao consumidor a melhor compra desse produto, alinhada à demanda por produtos mais sustentáveis. O programa de etiquetagem foi implementado inicialmente na Europa em 2012 e logo expandiu-se para outras regiões do planeta, como a Ásia (Japão e Coréia do Sul). Agora, a partir de outubro de 2016 passa a valer no Brasil. “A sílica HDS contribuirá para que a indústria de pneus ofereça o melhor produto aos consumidores”, afirma François Pontais.

Investimentos em tecnologia e inovação – O início da produção da sílica de alto desempenho no Brasil é um dos resultados de uma série de projetos voltados ao aumento da eficiência e da competitividade do negócio Sílica na América Latina, abrangendo a unidade de produção e o laboratório de desenvolvimento de aplicações, instalados no conjunto industrial do Grupo Solvay em Paulínia (SP), além das equipes de gestão administrativa e comercial.

“Nosso esforço está direcionado para reforçar a nossa liderança na região da América Latina, através da melhoria dos nossos processos e produtos, para atender as necessidades dos clientes dos diversos mercados em que nossas sílicas são utilizadas”, observa François Pontais, Diretor para a América Latina da unidade global de negócios Sílica, do Grupo Solvay.

O portfólio de projetos de melhoria abrange todas as áreas do negócio Sílica na América Latina. Por exemplo, há investimentos em “BAT” (Best Available Technology) para processos de produção (sílica de alto desempenho, eficiência energética, rendimentos da produção), em excelência operacional e em supply chain (embalagem, armazenagem e logística) na planta de industrial de Paulínia (SP).

Todas essas tecnologias e desenvolvimentos de produtos comercializados no setor de borracha e pneus – Zeosil® e Efficium® – foram destaques da empresa na Expobor 2016 – 12ª Feira Internacional de Tecnologia em Borrachas, Termoplásticos e Máquinas, que ocorreu de 28 a 30 de junho, no Expocenter Norte, em São Paulo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay/Rhodia

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LANXESS anuncia investimento de 80 milhões de Euros em fábrica no Rio Grande do Sul

05/03/2013

Lanxess_Pneu_VerdeApós  a realização de um estudo de viabilidade, a empresa alemã de especialidades químicas LANXESS decidiu converter a produção de borracha de estireno butadieno em emulsão (E-SBR), utilizada em pneus padrão, para borracha de estireno butadieno em solução (S-SBR), utilizada nos ‘pneus verdes’ de alto desempenho, em seu site em Triunfo (Rio Grande do Sul), no sul do Brasil. A LANXESS é a primeira empresa a realizar essa conversão.

A futura capacidade de S-SBR em Triunfo será de 110 mil toneladas métricas por ano, exatamente o mesmo que a atual capacidade de E-SBR. A troca na tecnologia de produção representa um investimento de € 80 milhões, que serão financiados com o fluxo de caixa da empresa. Até 500 trabalhadores temporários serão necessários durante a fase de conversão. A fábrica vai produzir as borrachas sintéticas de S-SBR no final de 2014. Um fornecimento regular de E-SBR para os clientes será mantido na planta da empresa em Duque de Caxias (Rio de Janeiro), no Brasil, com capacidade produtiva suficiente para atender a toda a demanda do mercado brasileiro por E-SBR. A borracha sintética de E-SBR é utilizada principalmente na fabricação e reforma de pneus de caminhão, o que significa que as carcaças de pneus podem ser reutilizadas várias vezes, economizando assim matéria-prima para a produção de pneus.

A LANXESS é a maior produtora do mundo de borrachas de alta performance, incluindo S-SBR e borracha de polibutadieno com catalisador de neodímio (Nd-PBR), vendida sob a marca Buna. O crescimento global para ambos os tipos de borracha é estimado em cerca de 10% ao ano até 2017, à medida que os consumidores mudam para os “pneus verdes”, com maior eficiência de combustível e ecologicamente corretos.

“Estamos satisfeitos em anunciar mais um grande investimento de borracha sintética no Brasil, o que reforça o nosso compromisso com nossas plantas e funcionários aqui”, disse o Membro do Conselho de Administração da LANXESS, Werner Breuers, em uma coletiva de imprensa, em São Paulo, hoje. “Queremos oferecer aos nossos clientes a melhor tecnologia que eles merecem, a fim de cumprir seus planos de expansão neste mercado importante”.

Novas capacidades para atender à forte demanda por “Pneus Verdes”

A demanda por “Pneus Verdes” está sendo motivada pela megatendência de mobilidade, sobretudo nas regiões da Ásia e América Latina, à medida que aumenta o poder aquisitivo da classe média. Além disso, a demanda vai acelerar, pois a rotulagem de pneus continua a ser introduzida em todo o mundo.

Em novembro de 2012, a rotulagem obrigatória dos pneus foi lançada na União Europeia (UE), similar às etiquetas de consumo encontradas em geladeiras e máquinas de lavar. Os pneus são classificados de A (melhor desempenho) a G, de acordo com sua eficiência de combustível, e de A a F de acordo com a sua aderência em piso molhado. O ruído de rolagem também é medido. Portanto, a nova legislação prevê uma maior transparência para os consumidores, destacando o valor agregado dos “Pneus Verdes”.

O Japão e a Coreia do Sul foram os primeiros países no mundo a introduzir um sistema de rotulagem. Depois de um rótulo voluntário de pneus ter sido introduzido no Japão, em janeiro de 2010, a Coreia do Sul lançou o seu programa voluntário de rotulagem em novembro de 2011 e introduziu um rótulo obrigatório em dezembro de 2012. O governo brasileiro pretende implementar a rotulagem de pneus, seguindo o modelo das normas da UE, a partir de Outubro de 2016, enquanto que na China o assunto está tomando forma, como parte do atual plano de cinco anos do país.

Estudos mostram que de 20% a 30% do consumo de combustível de um veículo e 24% das emissões de CO2 de um veículo, nas estradas, estão relacionados com os pneus. Os “Pneus Verdes” podem reduzir o consumo de combustível em 5% a 7% e têm um período de amortização mais curto do custo, em comparação com outras tecnologias de economia de combustível em carros, como sistemas automáticos de partida e parada e unidades híbridas.

“Isto significa que o consumidor pode economizar dinheiro em tempos de aumentos vertiginosos nos preços da gasolina”, disse Breuers.

Borracha sintética estimula os “Pneus Verdes”

Os “Pneus Verdes” podem alcançar seu máximo desempenho com formulações contendo S-SBR e Nd-PBR. S-SBR é utilizada principalmente na composição da banda de rodagem dos “Pneus Verdes”, e Nd-PBR é usada na banda de rodagem e laterais. Embora ambas as borrachas ajudem a aumentar a eficácia de combustível de um pneu, através da redução da resistência à rolagem, S-SBR ajuda a melhorar a aderência em pisos molhados, enquanto que a Nd-PBR é altamente resistente à abrasão, fazendo com que os pneus durem mais.

“Estamos passando agora da época da concepção dos pneus para a época dos materiais de pneus que farão a diferença no desempenho”, disse Joachim Grub, Chefe da unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS,. “E aqui a LANXESS está desempenhando um papel importante no desenvolvimento de materiais de alto desempenho para os pneus do futuro”.

No ano passado, a LANXESS apresentou um pneu conceito de “classificação AA”, que foi desenvolvido pela empresa na Alemanha e testado pela TÜV SÜD, uma das principais organizações independentes de serviços técnicos do mundo. O pneu conceito compreende a tecnologia de última geração de Nd-PBR e S-SBR, bem como aditivos de borracha, para atingir uma classificação “A”, tanto para resistência à rolagem quanto para aderência em piso molhado, de acordo com as novas regras de rotulagem de pneus da UE. Este é um dos primeiros pneus do mundo a alcançar uma classificação AA.

Base global de ativos para borracha de alta performance

Nos últimos dois anos, a LANXESS aumentou suas capacidades globais para borrachas de alta performance S-SBR e Nd-PBR em 70 mil toneladas métricas por ano. A empresa conseguiu isso através de medidas para acabar com o gargalo em suas plantas em Dormagen, na Alemanha, em Orange, nos EUA, e em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco), no Brasil. Além disso, a empresa produz S-SBR em sua unidade em PortJérôme, na França.

Além disso, em setembro de 2012, a empresa iniciou a construção de uma nova planta de Nd-PBR em escala mundial em Cingapura, para atender, sobretudo, a indústria asiática de pneus em crescimento. A planta, que representa um investimento total de € 200 milhões, terá uma capacidade de 140 mil toneladas métricas por ano e iniciará suas operações no primeiro semestre de 2015.

S-SBR e Nd-PBR pertencem à unidade de negócios Performance Butadiene Rubbers (PBR) da LANXESS. Juntamente com os pneus, as borrachas de butadieno são usadas para a modificação de materiais plásticos na fabricação de poliestireno de alto impacto (HIPS) para aplicações de moldagem por injeção. Outras aplicações incluem bolas de golfe, tênis e correias transportadoras. PBR faz parte do segmento Performance Polymers da LANXESS, que obteve um faturamento total de € 4 bilhões nos primeiros nove meses de 2012.

Fonte: LANXESS

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Pneus de alta performance reduzem consumo de combustível e emissão de CO2

18/11/2012
  • UE lançou rotulagem de pneus em 1º de novembro de 2012
  • Novo estudo comprova que pneus de alta performance são “investimento verde” para motoristas
  • Motoristas podem reduzir custos de combustível e as emissões de CO2 significativamente com os pneus de alta qualidade

Os pneus de alta performance – também chamados “pneus verdes” – são um dos métodos mais eficientes para os motoristas reduzirem o custo do uso de automóveis e proteger o meio ambiente, segundo estudo recente da Universidade Técnica de Munique, encomendado pela LANXESS,  um destacado fabricante mundial de borracha sintética.

Segundo o estudo, o “retorno verde” nestes pneus com baixa resistência à rolagem e de alta qualidade é excelente. O investimento dos motoristas se paga muito mais rápido do que os sistemas de parada e partida automáticos e unidades híbridas, por exemplo. Isso se deve graças ao seu baixo consumo de combustível e seus baixos custos adicionais. Ao mudar para pneus verdes, os motoristas também conseguem reduções maiores de CO2 por cada euro adicional investido do que em outros “investimentos verdes”.

O estudo foi motivado pela rotulagem obrigatória de pneus novos, que passou a vigorar na União Européia desde 1º de novembro de 2012. A rotulagem classificará todos os pneus novos saindo da linha de produção em três categorias: de resistência à rolagem (consumo), aderência ao piso molhado (segurança), em uma escala de A (melhor) a G (pior) e, também, o volume de ruído emitido. Os pneus verdes obtêm as melhores avaliações na certificação, que os consumidores já conhecem em uma forma similar em refrigeradores e máquinas de lavar.

“O estudo da Universidade Técnica de Munique confirma que os pneus verdes oferecem inúmeros benefícios para um pequeno encargo financeiro”, diz Werner Breuers, membro do Conselho de Administração da LANXESS AG. “A partir de agora, os consumidores podem usar o novo rótulo para identificar no momento da compra se estão comprando pneus de alta performance. Nossas borrachas inovadoras desempenham um papel fundamental, possibilitando que estes pneus tenham baixa resistência à rolagem e economizem combustível”.

Pneus verdes se pagam  mais rápido

Um exemplo simples da Universidade Técnica de Munique mostra o quanto a resistência à rolagem otimizada reduz os custos de combustível de um veículo. Um carro que consome seis litros de combustível por 100 km e cobre uma distância de 12.500 km por ano, com um preço de combustível a €1,40 por litro pode poupar até € 100 por ano, graças aos pneus verdes.

Os sistemas de parada e partida automáticos reduzem o consumo quase no mesmo nível – cerca de 6%, mas a compra e instalação desta tecnologia é muito mais cara do que a troca por pneus verdes. Os custos adicionais para os pneus de qualidade também são recuperados mais rapidamente – pneus verdes pagam a si próprios, depois de apenas 20 mil km, em média, enquanto os sistemas de parada e partida automáticos não chegam a este ponto antes dos 60 mil km. Os pneus também têm um bom desempenho em termos de retorno verde – com economia de 4,7 kg de CO2 por cada euro investido, o valor da eficiência é 50% maior do que para os sistemas de parada e partida automáticos e até 150% maior do que para as unidades híbridas.

Aplicativo da LANXESS mostra o potencial de poupança individual

A calculadora de economia de combustível da LANXESS mostra quanto dinheiro todos os motoristas podem economizar e que reduções de emissões de CO2 eles podem alcançar, graças aos pneus verdes. Apenas alguns detalhes são necessários para executar o cálculo – a quilometragem anual, o consumo do carro e, claro, o preço do combustível. O programa foi desenvolvido em conjunto com a Universidade Técnica de Munique. A TÜV Rheinland testou e certificou a calculadora. Cerca de 60 mil usuários já acessaram o programa ou fizeram o seu download diretamente. O software está disponível desde setembro como um aplicativo gratuito na App Store e como uma versão móvel e para a web em http://www.app.green-mobility.com.

Fonte: LANXESS

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